quinta-feira, 1 de março de 2018

CNR: Araújo não vai aos Açores

Armindo Araújo decidiu não participar no Rali dos Açores, segunda prova do campeonato nacional e prova de abertura do Europeu de Ralis. O piloto de Santo Tirso decidiu abdicar dessa prova, mas irá estar nas restantes provas do campeonato, logo, regressará à ação no final de abril, para o Rali de Mortágua.

Assim sendo, a Team Hyundai Portugal vai estar apenas representado por Carlos Vieira, o atual campeão nacional.

O regresso de Armindo, no Rali Serras de Fafe, foi modesto, ficando-se pela quinta posição, a dois minutos e 12 segundos do vencedor, Ricardo Moura, pois teve alguns problemas com o seu carro. Algo do qual tentará resolver a tempo do próximo rali continental do CNR.

Rumor do Dia: Ford a caminho da Formula E?

O site e-racing365.com faz esta quinta-feira a manchete de que a Ford considera ir para a Formula E no final de 2019, quando terminar o seu programa na Endurance, com os GT's. A ideia é que, vendo a quantidade de marcas que estão a entrar na competição elétrica, e vendo também o mercado nos Estados Unidos a fazer uma grande mudança nesse sentido, depois da chegada da Tesla e da Chevrolet lançar o seu Bolt, a marca da oval quer ter um carro elétrico como complemento aos modelos de estrada que pretende lançar na próxima década.

Aliás, a Ford anunciou recentemente que irá fazer um forte investimento nesse sentido: onze mil milhões de dólares em tecnologia híbrida ou elétrica, espalhados por quarenta modelos. 

Contudo, uma equipa de raíz vai ser complicado, pois apesar da Formula E ir alargar a competição para doze equipas na temporada 2018-19, os lugares extras já foram prenchidas pela Mercedes e Porsche. Assim sendo, a alternativa poderá ser uma equipa satélite, e fontes bem colocadas na empresa dizem que esse vai ser o caminho. A grande favorita é a Dragon Racing, de Jay Penske, cujo pai, o mítico Roger Penske, tem fortes ligações à Ford.

Outra hipótese poderia ser a Virgin Racing, que irá terminar no final desta temporada a sua ligação com a DS, que irá para a Techeetah. Ter outra marca a bordo da equipa não seria mau de todo para a marca apoiada por Richard Branson.

Alejandro Agag, fundador e diretor da Formula E, já terá realizado uma viagem a Detroit no início deste mês para conversar com a equipa de gestão da Ford sobre essa possibilidade. Um representante da marca disse ao site que "não comentamos sobre especulações acerca dos nossos planos futuros".

O campeonato da Formula E prossegue neste fim de semana com o ePrix do México, no Autódromo Hermanos Rodriguez.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

A imagem do dia (II)

Ontem foi dia de aniversário para Pedro Matos Chaves, e hoje dei de caras com imagens do teste que fez no Estoril com o Coloni C4, ainda pintado de amarelo, antes de ser confirmado como piloto oficial da marca.

A(s) image(ns) do dia




Como estava previsto, hoje foi dia de neve em Barcelona, mais concretamente em Montmeló, o local onde se situa o circuito. É raro vermos neve em pistas, durante sessões de testes. Pode ter a sua piada, mas depois tem o outro lado. E esse "outro lado" significa que os pilotos e as equipas não possam testar em situações de corrida. Com a temperatura próxima do zero, e a pista em condições muito frias, o problema não tem a ver com um mero "calçar" os pneus de chuva e pronto. Isso significa que as equipas vão para Melbourne sem ter uma avaliação real de como é que o carro se comportará nas pistas ao longo do ano.

É verdade que, se não testarem hoje, poderão ter mais um dia para testar, mas não é bem isso que importa. É que ao longo destes dias, tem estado muito frio em Barcelona, com a pista a não colaborar muito. A temperatura do asfalto nunca esteve muito mais alta do que a da superfície - 15º Celsius, com uma temperatura atmosférica de entre oito e dez graus - e isso não vão ter em mais lado algum no calendário, apenas em circunstâncias excepcionais.

Claro que a culpa não cai nos responsáveis do circuito. Não se prevê o tempo tão longe no calendário. Mas creio que seria tempo de arranjar alternativas, ou dizendo melhor: outros lados poderiam movimentar-se no sentido de arranjar alternativas a Barcelona. Bahrein seria uma alternativa, mas fica no Golfo Pérsico, um pouco longe demais da Europa. Não se pode recuar mais aos anos 80, onde as equipas faziam testes coletivos no Rio de Janeiro, porque... a pista não existe mais.

A minha alternativa pessoal seria Portimão, porque ali nunca neva. Mas da única vez em que lá foram, em 2009, fartou-se de chover, e não voltaram mais. Poderia tentar-se de novo - mostrar uma alternativa a Jerez, por exemplo - e também mostrar que não há monopólios nesse campo. Mas como a pista portuguesa não faz parte do calendário...

Enfim, fiquemos com as imagens de um dia de testes diferente na Formula 1. 

Formula E: Félix da Costa motivado para a corrida mexicana

António Félix da Costa (AFC) deseja conquistar mais pontos na Cidade do México, palco da quinta ronda da Formula E desta temporada 2017-18. Com um sexto lugar em Hong Kong e um nono posto em Santiago do Chile, o piloto português da BMW Andretti Autosport já demonstrou por várias ocasiões ritmo para terminar nos lugares do pódio, e o objetivo na Cidade do México é o de continua a ser maximizar a performance do seu carro, já que a sua equipa ainda é uma estrutura privada, apesar do apoio da BMW em termos de propulsor. 

Já no México, de forma a se adaptar ao fuso horário local, AFC mostra-se desde já "muito motivado, pois nestas últimas semanas tenho conseguido treinar bem no ginásio a parte física e também trabalhar bastante com a equipa no simulador para preparar esta corrida. Tenho também percebido que a BMW está de facto a preparar ao detalhe a entrada na Fórmula E, portanto este ano é fundamental recolher toda a informação para começarmos já a trabalhar no carro da temporada 5 da Fórmula E, altura em que a equipa passará a ser oficialmente BMW", referiu.

A quinta ronda da Formula E vai se disputar numa das variantes do Autódromo Hermanos Rodriguez, uma oval feita no sentido dos ponteiros do relógio, no total de 2902 metros. A corrida, composta por 47 voltas, terá inicio pelas 22:00 de sábado, hora portuguesa.

Youtube Rally Testing: Ogier prepara México... na neve

Sebastien Ogier andou ontem a testar para o Rali do México, que vai acontecer dentro de três semanas. E testou-o na Catalunha, num lugar onde... nevou. Parece Suécia outra vez!

Os carros estão a ficar pelados

Quando falo de "pelado", não refiro à expressão brasileira da nudez, mas outra coisa do qual alguns já discutem, mas ninguém ainda falou a serio sobe esse tema: o desaparecimento dos patrocinadores nos cockpits dos carros.

Esta terça-feira soubemos que a Martini vai-se embora da Williams no final de 2018, e também da Formula 1, afirmando que alcançou todos os seus objetivos. Isto também acontece numa altura em que sabemos que a McLaren não tem um patrocinador "master" desde 2015 e já começam a escassear as grandes marcas que querem colocar os seus logótipos nos bólidos de Formula 1. Claro, alguns vão dizer que já não há dinheiro, mas as aparências iludem um pouco.

Primeiro que tudo: as equipas de Formula 1 não tem uma só fonte de receita. A publicidade é uma coisa, mas quando eles dividem um bolo de 900 milhões de dólares (a metade que cabe às equipas) por dez - em proporções maiores, usando como critério a classificação dos Construtores - pode-se dizer que eles estão relativamente desafogados. Reparem: a Force India dá-se bem com um orçamento a rondar os 150 milhões de libras, mesmo com o "estranho" patrocínio da BWT austríaca, que lhes da cerca de 25 milhões. Não é muito, mas se a FOM lhes dá 80 milhões por causa da sua classificação no campeonato de construtores, pode-se dizer que tem um orçamento equilibrado.

E nem falamos das "borlas" que recebem Ferrari, Mercedes ou Red Bull - e a McLaren também, diga-se. Aliás, a equipa de Woking até se deu bem nestes anos de crise. A Honda injetava 80 milhões de libras todos os anos na equipa, apesar dos resultados pífios, porque tinha o exclusivo dos motores japoneses. A juntas os cerca de 50 milhões de libras que recebia a mais da FOM, pela antiguidade, que permitia compensar pela menor percentagem por causa do lugar mais modesto no campeonato de Construtores, pode-se dizer que não estavam em pré-falência. E ainda mais uma coisa: a McLaren faz carros de estrada, e é provável que haja canalização de verbas para lá.

Contudo, isso só é possível porque os orçamentos estão estáveis, digamos assim. Os patrocinadores são uma espécie de "extra" para os seus orçamentos. E há uns meses, quando mostrei os orçamentos das equipas para 2016, podia-se ver que muito desse valor vinha de outra maneira que não uma maleta cheia de dinheiro. Fornecer peças, por exemplo, era uma maneira de complementar o orçamento.

E não poderemos esquecer que a FOM e a Liberty Media deseja estabelecer um teto orçamental, apesar da oposição das equipas como a Ferrari, que recebe cem milhões de dólares ainda antes de construir a primeira porca e o primeiro parafuso de cada um dos seus carros de Formula 1. E como a McLaren, constrói carros de estrada.

Mas percebo as pessoas dizerem que há uma certa ideia que está a acabar. Nos anos 70 e 80, os grandes patrocinadores eram tabaqueiras como a Philipp Morris (Marlboro) ou a R.J Reynolds (Camel). Hoje em dia, tirando a Marlboro na Ferrari - que não mostra o seu logótipo, a propósito! - as tabaqueiras não estão lá mais. E patrocínios do petróleo, quer através das gasolineiras nacionais, quer através de outras companhias estatais, como a saudita Saudia, também não voltarão mais. Hoje em dia, o grande patrocinador por excelência é a Red Bull, uma marca de bebidas energéticas que tem... duas equipas. E surgiram rumores na semana passada de que outra marca de bebidas energéticas quer comprar a Force India, até agora sem efeito.

Em suma, vivemos uma época diferente. É o século XXI a entrar dentro de nós, especialmente a aqueles que ainda estão agarrados ao século XX.

E quanto à falta de nomes de marcas nos flancos dos carros, poderemos pedir aos designers gráficos para que desenhem carros mais bonitos à vista, não é?

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Noticias: Martini vai sair da Williams no final da temporada


A Martini vai sair da Williams no final desta temporada. A Baccardi, a multinacional que detêm a marca italiana, fez o anuncio afirmando que o contrato expira no final desta temporada e que decidiram não o renovar. 

"Enquanto ambos gostaríamos de fazê-lo, o Grupo Bacardi contou-nos que eles se vão afastar completamente da Fórmula 1 quando nosso contrato expirar no final deste ano", contou Claire Williams. "Eles têm muitas marcas para apoiar e, obviamente, suas prioridades estratégicas evoluíram ao longo do tempo", continuou.

Para além das razões apontadas pela marca, o facto da Williams ter contratado dois pilotos abaixo dos 25 anos (Lance Stroll tem 19 anos e Serguei Sirotkin 23) também poderá ter levado à decisão da Martini de se ir embora da Formula 1, onde injetava cerca de 25 milhões de euros no orçamento da equipa de Grove.

Para a marca, que está na equipa desde 2014, com resultados mistos - nunca venceram qualquer corrida - o seu envolvimento no automobilismo tem mais de 40 anos. Começou em 1975 ao apoiar a Brabham, ficando por lá até 1978, altura em que passaram para a Lotus, permanecendo até ao final dessa temporada.

Depois disso estiveram a apoiar o programa desportivo da Lancia ao longo da década de 80, quer na Endurance, quer nos ralis, algo que continuou até 1992, onde conquistaram títulos, especialmente nos ralis, através do modelo Delta.

Após isso, e até 1996, a Martini apoiou a Alfa Romeo na sua passagem pelo DTM.

Formula E: Di Grassi vai ser penalizado no México

Lucas di Grassi vai ser novamente penalizado na prova do México, que vai acontecer neste final de semana. O piloto brasileiro, que não marcou qualquer ponto nas quatro provas do campeonato realizadas até agora, vai ter de cumprir nova penalidade de dez lugares, pois os membros da Audi-Abt decidiram quebrar o selo que protege os componentes da unidade de energia, exigidos pela FIA.

A Audi diagnosticou o problema que obrigou a quatro retiradas nas últimas corridas ao piloto brasileiro, atual campeão do mundo. A marca acredita que resolveu o problema, mas por causa disso, vai sofrer nova penalização nesta próxima corrida.

"Agora, estamos confiantes de que encontramos a causa e a solução", disse o chefe da Audi Motorsport, Dieter Gass. "Infelizmente, os regulamentos da FIA não nos permitem implementar as mudanças até um período de 30 dias".

Por causa disso, a atualização não será usada antes da rodada seis, na pista uruguaia de Punta del Este, que se realizará a 17 de março.

"Embora obviamente não estejamos felizes com esta situação, estamos otimistas de que as características das pistas permanentes, bem como nos testes pré-temporada, não exagerem qualquer problema", concluiu Gass.

A(s) image(ns) do dia



Fernando Alonso parece que não começou muito bem a sua sessão de testes em Barcelona. Demorou apenas seis voltas até se despistar na curva antes da meta, por causa de uma roda solta. As fotos - duas delas autoria de Francisco Seco, da Associated Press - mostram o piloto espanhol a ver o estado do seu carro depois do que aconteceu.

Outras coisas que poderemos ver: ele conseguiu sair sem problemas do seu carro, o MCL33, com o Halo colocado, e que o problema não teve a ver com mecânica ou aerodinâmica, logo, os dias de inferno com a Honda poderão ter passado.

Depois, continuou a testar - fez 40 voltas - o seu melhor tempo foi 1,1 segundos mais lento do que o Red Bull de Daniel Ricciardo. Mas ele usou pneus "super soft", ou seja, não quer dizer absolutamente nada.

Amanhã há mais.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

ERC: Aloísio Monteiro vai ser outro português no Europeu


Depois de Bruno Magalhães, o ERC vai ter outro piloto português a alinhar no Europeu de ralis. Aloísio Monteiro vai estar nos ralis do campeonbato europeu ao volante de um Skoda Fabia R5 no sentido de ganhar experiência e de tentar destacar-se entre os concorrentes do campeonato.

Depois de na época passada ter lutado até bem perto do final pela vitória no Troféu Ibérico Clio R3T, Monteiro inicia agora a adaptação a uma viatura de quatro rodas motrizes de última geração. As primeiras impressões do Skoda Fabia R5 após a sessão de testes que fez na semana passada na zona de Nelas, acompanhadas por Bruno Magalhães, foram muito positivas e isso deixa confiante para a temporada que aí vêm. 

“Os primeiros quilómetros ao volante do Skoda Fabia R5 foram extremamente positivos. Temos muito para aprender e bastantes aspetos para melhorar, mas estou muito satisfeito com o comportamento do carro. Vamos pela primeira vez competir numa viatura de quatro rodas motrizes da nova geração, num campeonato que também é novidade para nós. É tudo novo, por isso há sempre margem para evoluir e a sensação com que ficamos é que, a cada quilómetro realizado, estamos a evoluir bastante”, começou por explicar.

“Este é um trabalho árduo em que é preferível perder algum tempo nos testes e deixar o carro corretamente afinado, do que chegar às provas sem as condições ideais. Em conjunto com os mecânicos e com a ajuda do Bruno Magalhães, que conhece melhor que ninguém a competição e o carro, estamos a trabalhar para que nada falhe na primeira prova, de forma a aumentarmos as possibilidades de êxito”, continuou.

Com o Rali dos Açores a aproximar-se a passos lados, o piloto - navegado por André Couceiro - afirma não ter mãos a medir na otimização das afinações mecânicas da nova viatura de competição.

“Este é um trabalho árduo em que é preferível perder algum tempo nos testes e deixar o carro corretamente afinado, do que chegar às provas sem as condições ideais. Em conjunto com os mecânicos e com a ajuda do Bruno Magalhães, que conhece melhor que ninguém a competição e o carro, estamos a trabalhar para que nada falhe na primeira prova, de forma a aumentarmos as possibilidades de êxito”, referiu.

O rali dos Açores vai acontecer entre os dias 23 e 24 de março.

Apresentações 2018: O Force India VJM11


Depois de muitas especulações durante o inverno - desde a mudança de nome até à possibilidade de ser vendida para uma marca de bebidas energéticas - a Force Índia apresentou-se em Barcelona com o seu VJM11, sem nada de novo, tirando a barbatana e o Halo. Sergio Perez e Esteban Ocon apresentaram-se ao público e aos fotógrafos com o objetivo de ficar no quarto posto do mundial de Construtores, o seu melhor resultado possível.

Vijay Mallya, o dono da equipa, afirmou que o objetivo é de manter, senão melhorar a posição da equipa no Mundial de Construtores “Não vejo razão para não consolidarmos nossa posição e melhorarmos”, afirmou Mallya. “Sim, a Formula 1 e um ambiente muito duro e competitivo, mas somos um equipa estabelecida com continuidade em todas as áreas da companhia. Nós não damos nada por certo, mas ficaríamos desapontados se não estivéssemos lutando pelos pontos em todas as corridas neste ano”, concluiu.

“Queremos estar em Barcelona com um carro que nós sabemos que funciona. Deve ser uma boa base para a qual possamos começar a desenvolver com grandes passos”, declarou o diretor-técnico Andy Green, numa entrevista à revista alemã 'Auto Motor und Sport'.

"O ADN do carro ainda é muito aquele do carro do ano passado”, apontou. “Nós tomamos a decisão, já tem algum tempo, de que a especificação do lançamento do carro de 2018 seria baseada no nosso entendimento do carro de 2017, mas com todas as novas estruturas exigidas pelo regulamento”, contou. 

“É um ponto de partida, uma boa referência onde podemos introduzir mudanças bem rapidamente. Isso dá ao nosso departamento de aerodinâmica mais tempo para desenvolver o carro para a primeira corrida na Austrália, ao invés de terem de lançar peças cedo para os testes”, completou.

Quanto ao Halo, o novo dispositivo de segurança, Green afirmou que a sua introdução implicou despesas extra numa equipa que tem todos os tostões contados. Segundo ele, a instalação custou quase um milhão de dólares, e teve mudanças significativas na aerodinâmica do carro.

"Em termos de despesas, é enorme, porque nós precisamos fazer um novo chassis", afirmou Green aos jornalistas no primeiro dia dos testes pré-temporada em Barcelona.

"Nós não teríamos antecipado fazer um novo chassis este ano, dada a quantidade de mudanças que fizemos no ano passado, o que foi enorme para uma nova mudança de regulação. Para uma equipe como nós, sempre tentaremos tirar dois temporadas do chassis, caso seja possível", continuou.

"A esse respeito, custou-nos muito para reconstruir e redesenhar - é [na casa das] centenas de milhares se não uma marca de milhões de dólares para colocar este halo no carro. Foi um grande desafio [de qualquer maneira]; para uma equipa como nós foi enorme", concluiu Green.

Bob Fernley, o chefe-adjunto da equipa, espera que o carro seja suficientemente bom para se defender das ameaças que Williams e Renault já anunciaram para alcançar o lugar que têm vindo a ficar nas últimas duas temporadas. “Elas são uma ameaça significativa, e precisamos levá-las a sério. As três equipas vão travar uma enorme batalha”, antecipou.

A Force India rodará esta semana em Barcelona, entre o pelotão da Formula 1, nos testes coletivos.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Formula 1 em Cartoons: Os usos do Halo (Cire Box)

O Halo vêm aí, que ninguém tenha dúvidas. Uma medida de segurança, é esteticamente mau para os fãs que acham que estragará a beleza dos carros, e acham também que a Formula 1 ter ido longe demais em termos de segurança. 

Mas para o "Cire Box", há muitas maneiras de usar o Halo...

Poderá nevar em Barcelona?

É uma informação altamente especulativa, mas contaram-me ontem à noite que poderá nevar na terça e quarta-feira na zona de Montmeló, em Barcelona. Precisamente dias onde a Formula 1 andará em testes. 

É verdade que o boletim meteorológico poderá não ser totalmente exato, mas basta fazer uma pesquisa no Google e ver que na quarta-feira, por exemplo, existe uma possibilidade muito alta de chuva, que, aliado a temperaturas perto do zero, poderão fazer com que neva na zona. O que até poderia ser um espectáculo interessante...

Veremos.

Youtube Rally Crash: O acidente de Ricardo Costa no Rali da Corunha

Ricardo Costa é um piloto da zona de Famalicão que este ano decidiu correr no campeonato galego de ralis, com o objetivo de lutar pelo título. E no primeiro rali do ano, na Corunha, a sua participação terminou na terceira especial com um aparatoso acidente. Conta, que estreava um Citroen DS3 R5, capotou várias vezes, saindo dali incólume, mas vendo o seu carro muito destruído.

Nessa altura, o piloto estava no nono lugar, não muito longe dos primeiros.

Quanto ao rali propriamente dito, foi disputado ao segundo pelos Ford Fiesta de Iago Caamaño e Victor Senra, bem como o Hyundai i20 R5 de Ivan Ares, este último acabando por triunfar.