Mostrar mensagens com a etiqueta Domenicalli. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Domenicalli. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Noticias: Formula 1 anuncia redução da pegada carbónica em 35 por cento


A Formula 1 anunciou nesta quarta-feira que reduziu em 35 por cento a sua pegada carbónica face a 2018, afirmando estar no caminho certo para para cumprir o objetivo de emissões líquidas zero até 2030. No total, o campeonato eliminou cerca de 80.000 toneladas de CO2e no conjunto das suas operações, o equivalente a mais de cem mil voos transatlânticos entre Londres e Nova Iorque. Face a 2024, a redução anual foi de 12 por cento.

Na Fórmula 1, agimos e demonstramos as nossas conquistas através de factos, não apenas de palavras, e estou incrivelmente orgulhoso de que continuamos no caminho certo para atingir as emissões líquidas zero até 2030, algo que foi possível graças ao esforço coletivo de todo o desporto para reduzir o nosso impacto ambiental.", começou por afirmar Stefano Domenicalli, o CEO da Formula 1.

"Desde a racionalização do calendário ao maior investimento em combustíveis sustentáveis e soluções de energia alternativa, reduzimos a nossa pegada enquanto o desporto continua a crescer e a alcançar novos públicos em todo o mundo. Gostaria de agradecer à FIA, a todas as equipas de Fórmula 1, aos nossos parceiros de transmissão, parceiros comerciais, promotores e, claro, à nossa equipa, pelo empenho partilhado e por continuarem a fazer avançar este projeto em conjunto.”, concluiu.

Ellen Jones, responsável de ESG (Environmental, Social, and Governance) da Fórmula 1, também falou sobre este feito:

A sustentabilidade está na base de todas as decisões que tomamos, não só na pista, mas também na forma como produzimos e realizamos os nossos icónicos eventos em todo o mundo. Ao duplicar o investimento do desporto em combustível de aviação sustentável, ao realizar o nosso primeiro investimento em combustível marítimo sustentável e ao continuar a trabalhar em estreita colaboração com promotores, equipas e parceiros, estamos a impulsionar novas reduções de emissões enquanto aceleramos a adoção das mais recentes tecnologias. Estas ações demonstram a nossa determinação contínua em liderar através da inovação sustentável.", começou por afirmar.

"À medida que avançamos para o nosso objetivo de emissões líquidas zero até 2030, o Programa de Operações de Corrida do Futuro irá proporcionar reduções adicionais significativas nos próximos anos, a par do impacto total da racionalização do calendário, que entrará em vigor a partir da temporada de 2026. Em conjunto, estas iniciativas mostram que as operações sustentáveis não são apenas possíveis à escala global, mas podem ser concretizadas sem comprometer o desempenho, a ambição ou o espetáculo que definem a Fórmula 1.”, concluiu.


A Formula 1 afirma que as poupanças na pegada carbónica aconteceram em várias áreas das operações do campeonato. Uma delas aconteceu nas fábricas e instalações das equipas, que registaram a maior redução. Face a 2018, a redução foi de 64 por cento, impulsionada pela adoção generalizada de fontes de energia renovável nas fábricas e escritórios das equipas. As emissões associadas às deslocações das equipas caíram 27 por cento desde 2018, apoiadas pelo dobro do investimento em Combustível de Aviação Sustentável (SAF), que por si só permitiu uma redução superior a 20.000 toneladas de CO2 e um corte de aproximadamente 40 por cento nas emissões dos voos charter.

Outra área onde houve uma forte redução das emissões foi nas operações logísticas, que baixaram 29 por cento face à linha de base de 2018, sendo que a Fórmula 1 passou, pela primeira vez, a utilizar soluções de menor emissão de carbono nos três modos de transporte de mercadorias — terrestre, aéreo e marítimo. As operações nos eventos registaram uma redução de 17 por cento por corrida, um resultado assinalável tendo em conta que o calendário cresceu de 21 provas em 2018 para 24 em 2025. Todos os Grandes Prémios europeus de 2025 foram alimentados por soluções de energia alternativa, incluindo HVO, energia solar e sistemas de bateria.

terça-feira, 17 de março de 2026

As consequências dos problemas no Bahrein e Arábia Saudita


Há quem fale em "cancelamento", eles, a F1 e a FOM, referem no seu comunicado oficial deste domingo que as corridas "não se realização em Abril". Eu acredito mais na primeira palavra, mas para efeitos deste post, coloquemos "problemas", porque os eventos que começaram há 18 dias na zona do Golfo Pérsico são isso mesmo: problemas, uma alteração da rotina, porque estas corridas estavam previstas em abril - 12 de abril no Bahrein, 19 de abril na Arábia Saudita.

O anuncio desta "perturbação" - outro bom substituto - foi feito no fim de semana do GP da China, mas já se falava desde o dia um desta guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, desde que os drones iranianos começaram a cair no Dubai, no Bahrein, no Qatar, e sobretudo, em Abu Dhabi, alguns deles em alguns dos mais movimentados aeroportos do mundo, sabia-se que não havia condições para correr nas próximas semanas. Até caíram drones no Oman, vejam lá!

Então, com o facto do calendário ser reduzido para 22 corridas - falaram-se de substitutos na Europa, mas isso foi logo descartado, por motivos logísticos - surgiram problemas. E são bem sérios. Esta manhã, o comentador da Formula 1 em Portugal, João Carlos Costa - a Formula 1 este ano está no DAZN - referiu aquilo que eles estão a encarar:


- As equipas querem compensações dos cancelamentos. Afinal de contas, é um buraco financeiro de 130 milhões de dólares, e a partir deste ano, o dinheiro que a FOM dá às equipas é dividido por onze, não por dez, mesmo que a Cadillac não receba nesta temporada - aliás, ele fala que terão prejuízos na ordem dos 12 milhões de dólares em 2026.

- As equipas querem uma compensação. McLaren e Williams querem que a situação seja considerado como "força maior", e querem "um ajuste temporário ao Teto Orçamental" e um "subsídio direto para cobrir custos fixos durante a pausa forçada de 32 dias.". Não, não estou a brincar, é real! Eles querem uma compensação, lembro-vos.

- Terceiro problema: patrocínios. Nem todas as equipas recebem um cheque dos patrocinadores de uma só vez. Há quem faça e não há problemas, mas há outros que dão dinheiro às equipas corria a corrida. Imaginem patrocinador X dar 25 milhões de dólares (ou euros, ou libras, que vai dar mais ou menos ao mesmo). Dá pouco mais de um milhão por corrida. Mas sem duas provas, é menos dinheiro a entrar, e os orçamentos não estão adaptáveis para estas "force majeurs" (e ainda não sabemos se Qatar e Abu Dhabi acontecem, porque não sabemos se esta guerra é curta ou não), e segundo ele conta, os prejuízos em algumas equipas poderão ser perto de 20 milhões de dólares. É um rombo, dê por onde der, mesmo que as equipas tenham, em tempos mais recentes, estando a respirar um pouco melhor em termos de orçamento.


O que a FOM responde, segundo ele conta?

Para já, Stefano Domenicalli rejeita um resgate direto - se calhar, tem a esperança das corridas agora adiadas/canceladas/perturbadas (escolham a palavra que vos interessar) possam acontecer mais tarde no ano - mas poderá pensar na ideia de antecipar pagamentos para segurar o barco, digamos assim, apostando que esta guerra dure pouco e esteja resolvida durante a primavera. Porque, se arrastar, como sabem, poderá ser pior. E para dar uma ideia, a Arábia Saudita dá todos os anos 65 milhões de dólares à FOM e o Bahrein, 52 milhões. E se calhar, Qatar e Abu Dhabi devem dar mais ou menos o mesmo preço, com a cidade-estado dos emirados Árabes Unidos a dar mais um bocado por ser o palco da corrida final da temporada.

E ainda nem falei dos "malabarismos" da logística, feita por alguns Boeings 747 da UPS, que levam todo o material da Formula 1 para poder estar no sitio A para o sítio B em dois ou três dias, e por vezes em operações a roçar o milagre ou a perfeição. E basta um pequeno desvio no roteiro - nem precisa ser uma guerra, pode ser uma tempestade ou uma avaria num dos aviões e o material retido num sitio oito a dez mil quilómetros longe - e podemos ver como são as coisas. 

E é por causa desses malabarismos que, por exemplo, não temos corridas nem testes na Europa, porque a próxima corrida é Miami, nos Estados Unidos, e as equipas, para evitar viagens a mais, ficaram forçosamente paradas por 32 dias, ou seja, desde o GP do Japão, a 28 de março, até o GP de Miami, a 3 de maio, a construir peças sobressalentes e a usar o simulador. E numa altura onde as equipas estão a adaptar-se a um regulamento novo... toda esta perturbação não é boa. 


Aliás, como estão as coisas neste momento, a tendência é para piorar.

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Noticias: Formula 1 regressa a Portugal em 2027


O governo português anunciou esta terça-feira que o GP de Portugal de Formula 1 regressará em 2027 no Autódromo do Algarve, num contrato que durará, por agora duas temporadas. O anuncio foi feito pelo ministro Manuel Castro Almeida, meses depois do primeiro-ministro, Luis Montenegro, ter anunciado que o governo estaria a trabalhar para o seu regresso, depois de ter recebido pela última vez, em 2021. A corrida será o substituto direto do circuito de Zandvoort, que terminará o seu contrato depois da edição de 2026.

Na conferência de imprensa de apresentação, e perante o CEO da Formula 1, Stefano Domenicalli, o ministro anunciou: 

Portugal está de volta ao mapa da Fórmula 1. O Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 terá um impacto direto na atividade económica, gerando oportunidades ao longo de toda a cadeia de valor — do turismo ao comércio, dos serviços às PME [Pequenas e Médias Empresas] — projetando o país como um destino competitivo e fiável. A realização do Grande Prémio no Algarve reforça a nossa estratégia de desenvolvimento regional, valorizando os territórios e criando oportunidades para as economias locais. Será um evento que, para além do prestígio que traz ao país, reforçará a imagem de Portugal a nível mundial.”, começou por afirmar.

"Esta prova pode trazer a Portugal 200 mil visitantes em cada um dos anos. Entre 150 mil espectadores, mais de metade internacionais, e mais de 50 mil profissionais. Espera-se um impacto económico não inferior a 140 milhões de euros. O custo estimado para o Estado será inferior à receita estimada de impostos associada a estas corridas. Esperam-se 920 milhões de seguidores em cada um dos grandes prémios, ao longo de mais de quatro mil horas de transmissão televisiva", concluiu o ministro da Economia.


Do lado da Formula 1, o seu presidente e CEO, Stefano Domenicali, manifestou grande satisfação com o regresso de Portugal ao calendário: “Estou encantado por ver Portimão regressar à Fórmula 1 e por continuar a acender a paixão dos incríveis fãs portugueses. O circuito proporciona emoção desde a primeira curva até à bandeira de xadrez.”, começou por comentar.

"O interesse e a procura para acolher um Grande Prémio de Fórmula 1 são hoje maiores do que nunca, pelo que gostaria de agradecer ao Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, ao Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, ao Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, ao Presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade, ao Presidente da Região de Turismo do Algarve, André Gomes, e ao Presidente e CEO do Autódromo Internacional do Algarve, Jaime Costa, pelo apoio em trazer a Fórmula 1 de volta a Portugal. Aguardo com expectativa voltar a trabalhar em conjunto para garantir que Portimão regresse ao calendário de forma marcante.”, concluiu.

Jaime Costa, CEO e Chairman do Autódromo Internacional do Algarve, falou num momento de orgulho para o circuito e para a região. O responsável sublinhou ainda que este regresso só foi possível graças ao apoio contínuo do Governo português e garantiu um espetáculo à altura das expectativas.

Estamos entusiasmados por receber novamente a Fórmula 1 em Portugal. O Grande Prémio irá mostrar a excelência do nosso circuito e a paixão dos nossos fãs, dando um forte impulso ao turismo, à região e à comunidade. Este feito só foi possível graças ao apoio contínuo — desde o início — do Governo Português.”, comentou.

"O traçado único em ‘montanha-russa’ de Portimão irá desafiar os melhores pilotos do mundo e criar um espetáculo que os fãs irão adorar. Estamos ansiosos por criar momentos inesquecíveis e estabelecer novos padrões de excelência dentro e fora da pista.”, concluiu.


O regresso da Formula 1 ao Algarve acontece depois de já ter sido garantida a continuidade da MotoGP para 2025 e 2026.

Será a quarta passagem da competição a Portugal, que tem uma história prestigiante, tendo acolhido Grandes Prémios em pistas como o da Boavista, no Porto, em Monsanto e Estoril, ambos em Lisboa, ao longo dos 75 anos da modalidade. A primeira edição foi em 1958, na Boavista, numa corrida ganha por Stirling Moss, e acabou em 1960, numa corrida onde Jack Brabham saiu como vencedor. A competição regressou 24 anos depois, como prova de encerramento do campeonato de 1984, onde Alain Prost saiu vencedor e Niki Lauda terminou como campeão pela a minima das margens: meio ponto. 

A competição continuou no Autódromo do Estoril de forma permanente até 1996, onde pilotos como Ayrton Senna (1985), Alain Prost (1987 e 1988) Nigel Mansell (1986 e 1990), Michael Schumacher (1993), Damon Hill (1994) e Jacques Villeneuve (1996) acabaram vencedores. 


Depois disto, apenas a Covid-19 é que fez baralhar o calendário e dar uma oportunidade da Formula 1 correr no Autódromo de Portimão, em 2020 e 2021, corridas ganhas por Lewis Hamilton, então a correr pela Mercedes. E foi nessa pista que, em 2020, bateu o recorde de vitórias que pertencia a Michael Schumacher. E não foi a primeira vez que aconteceu tal coisa: em 1987, foi no Estoril que Alain Prost bateu o recorde de vitórias que pertencia desde 1973 a Jackie Stewart

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

A Toyota pode regressar?


A Toyota tem estado presente em força no automobilismo há mais de 30 anos, mas recentemente, tem-se concentrado nos GT's, na Endurance e no WRC, deixando de lado competições como a Formula 1, onde não está desde o final de 2009. Contudo, o regresso poderá estar em vista. Desde há algum tempo que existe uma parceria técnica com a Haas, onde a equipa norte-americana utiliza os túneis de vento da marca em Colónia, local da sua sede europeia, e com a participação dos seus pilotos em alguns treinos livres de Formula 1, nas últimas duas temporadas, os rumores sobre um regresso aparecem. 

Agora, Stefano Domenicalli disse esta semana que a marca japonesa está a olhar atentamente aos regulamentos de 2026, e também o que poderá acontecer a partir de 2030, onde se fala num regresso aos V8, com assistência híbrida, recorrendo a combustíveis sustentáveis. 

Queremos manter os grandes construtores connosco, por isso o objectivo é oferecer um projecto tecnológico que os interesse, permitindo também criar, se necessário, uma espécie de motor de Fórmula 1 que nos proteja em qualquer momento de potenciais períodos de retração. A preferência é, obviamente, manter os grandes fabricantes que temos - e talvez atrair novos. Teremos a Audi, a Cadillac, a Honda regressará, e a Toyota está a monitorizar a situação”, falou Domenicalli.

Um eventual regresso da Toyota, a par da entrada da Audi em 2026, no lugar da Sauber, e da presença da Cadillac, também a partir dessa temporada, reforçaria a estratégia da FOM de consolidar um ecossistema com múltiplos fabricantes. Contudo, tem de se saber se isso será suficiente para a marca japonesa dizer "sim" a um eventual regresso.

quarta-feira, 21 de maio de 2025

A imagem do dia


O GP do Mónaco será palco de muitas, muitas coisas. E uma delas será a projeção privada do filme "F1", perante os pilotos e os dirigentes da categoria. E surgiu nas últimas horas esta foto: a da sala, com os lugares marcados e personalizados. 

E a distribuição é reveladora. Por exemplo, Mohamed Ben Sulayem não tem lugar marcado - será que aparecerá? foi convidado? pagará bilhete como os restantes mortais? ele gosta de Coca-Cola e o cinema só tem Pepsi? - Christian Horner e Toto Wolff estão quatro lugares separados, Setefano Domanicalli está ao centro, com Lewis Hamilton mesmo na sua frente. E o lugar central do piloto britânico não é por acaso: é um dos produtores do filme e ajudou imenso para tornar o filme realista. Os pilotos estão à frente - houve quem tenha sugerido colocar Estaban Ocon na frente de Yuki Tsunoda, só para o sacanear (Tsunoda tem 1.59 metros, Ocon, 1.86

Mas houve um amigo meu que me apontou outra coisa: Domenicalli e Toto Wolff estão um ao lado do outro. E do que sei dos regulamentos de 2026 é que tem dedo de Wolff, e daquilo que sei dos bastidores, sobre o que vêm aí, em termos de pelotão... 

Também há outra coisa: Hamilton está perto de Domenicalli. Há uma razão, para além de ser um dos produtores do filme. Ele é a pessoa que está por trás dos projetos como a F1 Academy, o programa "We Race As One" e o apoio à "Mission 44", ou seja, apoios à entrada de mulheres e minorias na Formula 1, não só como pilotos, como também como engenheiros e mecânicos.

Com a fortuna que tem conseguido através da Formula 1 - ele é um dos desportistas mais bem pagos do mundo, será o primeiro piloto a aproximar-se dos 100 milhões de dólares por temporada - começo a pensar que a sua vida pós-Formula 1 poderá ter a ver com o dirigismo, ficando até com uma parte da Formula 1, mesmo que esta semana tenha assinado um acordo de parceria com a Disney (esse meu amigo suspeita que a Disney está ali por causa de Hamilton).

Enfim, vamos lá ver se eles irão gostar do filme. A estreia para o grande público acontecerá dentro de cinco semanas.  

quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Noticias: Domenicalli acredita que o filme terá muito impacto


Stefano Domenicalli acredita que o filme de Hollywood terá mais impacto que o "Drive To Survive" na promoção da Formula 1 na população em geral. O CEO da Formula 1 afirmou que o impacto do filme poderá fazer com que atraia cada vez mais gente para assistir a competição. 

Se a Netflix foi grande, penso que o filme – e discutimos na Hungria o plano de comercialização e promoção – será enorme. Atingiremos um objetivo que ainda não está presente”, afirmou Domenicali em declarações ao Motorsport.com.

Produzido por Jerry Bruckheimer e Lewis Hamilton, e realizado por Joseph Kosinski, com Brad Pitt no papel principal, o filme irá estrear-se em junho de 2025, para tentar ser um "blockbuster" de verão. Boa parte das cenas foram filmadas em alguns fins de semana de Grandes Prémios, como na da Grã-Bretanha, em Silverstone, em Spa-Francochamps, na Bélgica, e em Abu Dhabi, entre outros, fala da história de um piloto mais velho que foi chamado a correr de novo para a ficcionada equipa Apex GP, no sentido de ajudar um piloto mais novo, interpretado pelo britânico Damson Idris

Alegadamente, a produção do filme poderá custar cerca de 300 milhões de dólares, mas a produção já desmentiu esses números, afirmando que será bem inferior.   

quarta-feira, 17 de abril de 2024

Noticias: Domenicalli rejeita calendário de 25 corridas


A Liberty Media disse que 24 corridas é o limite. Stefano Domenicalli reconhece a pressão imposta pelas viagens no paddock da Formula 1 e sublinha que as corridas de 2025 foram estrategicamente sequenciadas no sentido do pelotão - pilotos, engenheiros e mecânicos - não se desgastassem tanto quanto noutros anos.

Questionado esta semana por Jean Alesi, numa entrevista ao Canal Plus, sobre se as 24 provas são o máximo que o paddock da Fórmula 1 pode aguentar durante uma temporada, Domenicali, esclareceu que “em certos anos, tivemos problemas em fazer dezassete Grandes Prémios e hoje fazemos 24. Penso que 24 é o número correto, tendo em conta o interesse que a Fórmula 1 tem a nível mundial. Tecnicamente, poderíamos fazer 25, no entanto, penso que 24 é o número correto”. 

Para quem não sabe, o calendário de 2025, que celebra os 75 anos da Formula 1, marca o regresso da Austrália como prova de abertura da temporada, correndo-se a 16 de março, duas semanas depois do começo em 2024, e acabará em Abu Dhabi a 7 de dezembro. 

sexta-feira, 12 de abril de 2024

Noticias: Domenicalli e FIA elogiam calendário de 2025


A divulgação do calendário da Formula 1 para 2025, num ano em que a Formula 1 fará as suas bodas de diamante, deixou felizes os responsáveis da Formula 1 e da FIA, que colaboram entre si para a acomodação do calendário, apesar deste ser o maior de sempre, com 24 corridas. 

Apesar de tudo, este calendário continua com as alterações iniciadas esta temporada, com o enfase num melhor fluxo geográfico das corridas, com o ajuntamento do máximo corridas no mesmo continente na data mais próxima, apesar de ainda existirem coisas como Miami em maio e Montreal em junho, destacados da maior parte das corridas nas Américas, que acontecem no inicio do outono, por exemplo.

No momento do anúncio do calendário, o Diretor Executivo e Presidente da Fórmula 1, Stefano Domenicali disse que: “2025 será um ano especial, pois celebramos o 75º aniversário do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 da FIA, e é esse legado e experiência que nos permite apresentar um calendário tão forte."

Mais uma vez, visitaremos 24 locais incríveis em todo o mundo, oferecendo corridas, hospitalidade e entretenimento de primeira classe, que serão apreciados por milhões de fãs em todo o mundo. Estamos gratos à FIA, aos nossos promotores, aos parceiros das cidades anfitriãs e a todas as federações nacionais relacionadas pelo seu empenho e apoio na realização deste calendário e na garantia do que promete ser mais um ano fantástico para a Fórmula 1. Gostaria também de prestar homenagem às nossas equipas e pilotos de Formula 1, os heróis do nosso desporto, e aos nossos fãs em todo o mundo por continuarem a seguir com um entusiasmo incrível.”, concluiu.

Do lado da FIA, o seu Presidente, Mohammed Ben Sulayem, acrescentou: “O calendário do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 da FIA de 2025, aprovado pelo Conselho Mundial do Desporto Automóvel, é mais uma ilustração da nossa missão colectiva de cumprir os objectivos de sustentabilidade através da regionalização dos eventos. Embora o nosso foco esteja na estabilidade geral da Fórmula 1, também temos um dever partilhado para com o ambiente e para com a saúde e o bem-estar do pessoal que viaja.

A Formula One Management, sob a direção de Stefano Domenicali, produziu um calendário que combina bem os circuitos tradicionais e os locais modernos.", continuou.

Agradecemos às federações anfitriãs, aos organizadores locais e aos muitos milhares de voluntários da FIA pelos seus esforços incansáveis para fazer da Fórmula 1 um espetáculo verdadeiramente global e de grande audiência, enquanto nos preparamos para celebrar o 75º ano do desporto.”, concluiu.

segunda-feira, 17 de julho de 2023

Rumor do Dia: FIA dá "luz verde" a duas equipas


A FIA poderá dar em breve luz verde para a entrada de duas equipas no pelotão, e estas seriam a Andretti e a Hitech. Contudo, a Formula 1, através de Stefano Domenicalli, poderá estar contra essa ideia e isso poderá cavar ainda mais o fosso entre ambas as entidades. Não se conhece quando, em termos de temporada, mas o mais tardar, poderá ser 2025.

Segundo conta esta segunda-feira o "Auto Motor und Sport" alemã, a FIA, através do seu presidente, Mohammed ben Sulayem, irá dar luz verde às novas equipas. Contudo, Stefano Domenicalli é abertamente contra, bem como todas as equipas, exceto a McLaren, não querem porque isso diminui as receitas para o atual pelotão. E se a FIA seguir em frente, poderá fazer voltar aos tempos de Bernie Ecclestone, onde a relação entre ambas as partes era de tensão permanente. 

"Há pontos positivos e negativos", afirmou Domenicalli numa entrevista à Autosport britânica. “Sobre isso, não mudei de ideia. Não é por dinheiro, como dissemos, e não quero antecipar nada porque há um processo, tenho de respeitar o fato de a FIA tê-lo iniciado, e muito em breve chegaremos a uma conclusão”, acrescentou.

Como sempre dissemos, precisamos ter certeza de que a decisão é correta para os negócios. Acho que esse é o dever da FIA junto connosco, que deve ser assumido. Então essa é outra decisão que será tomada nos próximos meses”, completou.


Entretanto, Michael Andretti afirmou que tentou comprar uma equipa de Formula 1, mas que todas as suas propostas deram em negativo.

"Nós tentamos - ninguém está interessado, ninguém está vendedor", disse Andretti aos media reunidos no Extreme E Island X-Prix na Sardenha, na semana passada. "Você vai lá e eles nem estão interessados em conversar. Já estive lá, fiz isso - não aconteceu", acrescentou.

Apesar das dificuldades, Andretti não se sete ressentido pelo facto das equipas não querem ter novas equipas no pelotão. "Não culpo as equipas", disse Andretti, acrescentando: "Todos eles vão olhar por si mesmos, porque é isso que precisam fazer para se manterem competitivos", concluiu.

domingo, 16 de julho de 2023

Noticias: Domenicalli acredita no filme de Hollywood


A Formula 1 regressa no próximo fim de semana à ação, em Budapeste, mas Hollywood não os largará. A equipa de filmagens que está a fazer a pelicula sobre a Formula 1, com Brad Pitt como ator principal, e realizado por Joseph Kosinski, estará no paddock de mais algumas corridas ao longo deste verão, e Stefano Domenicalli, o diretor da Formula 1, acredita que isto terá um impacto tão grande como a do "Drive to Survive", a série da Netflix que filma os bastidores da competição. 

Acho que foi incrível ver a reação de toda a comunidade da Formula 1, porque foi a primeira vez que você realmente viu o que está a ser feito”, começou por afirmar Domenicali ao site motorsport.com quando questionado sobre o impacto das filmagens iniciais no fim de semana do GP britânico, em Silverstone.

A qualidade da produção é muito alta. Tem tido um padrão muito bom. O que era importante para nós era manter separado a corrida real, porque isso é intocável, com a preparação do filme, que foi feita com os diferentes cortes ou ângulos de câmaras e assim por diante. Além disso, os pilotos ficaram muito, muito felizes e as equipes apreciaram o que estamos fazendo.”, continuou.

Domenicali reconheceu que criar uma 11ª equipa, fictícia, é uma solução melhor do que ter os atores ao serviço de uma equipa existente.

Esse foi um dos pontos quando nos encontramos pela primeira vez para discutir sobre esse projeto”, afirmou ele. “Ficou bem claro que queríamos fazer algo justo e dar o lugar certo para a Formula 1. Acho que estamos totalmente convencidos, caso contrário, não teríamos feito isso, que isso levará a Formula 1 a outra dimensão em termos de popularidade, em termos de conscientização. Estou esperando o grande efeito que a Netflix e as redes sociais fizeram com a Formula 1.


Ele também afirma que o facto de Lewis Hamilton ser um dos produtores, bem como o argumento ver a Formula 1 numa luz positiva, garante que a história é suficiente realista. E nisso se viu no apoio dos patrões e dos pilotos aos atores e a equipa de filmagens no fim de semana de Silverstone.   

Você verá que a história é muito desportiva, muito boa e muito real. Essa é a razão pela qual eu queria fazer algo. Se você quer ser associado à Formula 1, e esta é a verdadeira Formula 1, precisamos ser limpos e reais. Ele [Hamilton] dá credibilidade ao que estamos fazendo, porque conhece os detalhes."

Devo dizer que também o Brad e toda a comunidade têm sido muito profissionais em ficar, seguir connosco. Eles estão connosco desde o primeiro dia em que iniciaram o projeto. Então já faz mais de um ano que conversamos sobre isso. É muito sério.”, concluiu.

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Noticias: Domenicali relutante em relação a novas equipas


O diretor da Formula 1, Stefano Domenicalli, aconselha prudência em relação à entrada de novas equipas na competição. Na entrevista que deu ao podcast "Beyond the Grid", o italiano afirmou que, apesar da aparente solidez de projetos como o da Andretti, acha que as atuais 10 equipas são mais que suficientes par darem um bom espetáculo, e que o próximo Acordo da Concórdia é decisivo no capitulo do alargamento e acolhimento de novas equipas na Formula 1.  

O meu ‘não’ não é contra a entrada de alguém, tenho de esclarecer isso porque, caso contrário, parece que quero ser protecionista, o que não é o caso. Quero ver as pessoas certas e também preciso de respeitar aqueles que investiram na Formula 1 no último período, porque nos esquecemos demasiado depressa do respeito. Agora toda a gente quer saltar para o autocarro que é muito rápido. Mas temos de ser prudentes, temos de tomar a decisão certa, é isso que estou a dizer”, começou por afirmar.

Domenicali esclareceu ainda que este tema está também em discussão do novo Acordo da Concórdia e que os próximos meses serão importantes para o desenrolar de ambos os processos.

“[Temos de] ter em conta que o desporto só pode crescer se a maioria das equipas puder crescer. Este foi um dos fundamentos do limite orçamental para dar uma estabilidade financeira credível ao valor do franchise da equipa.", começou por afirmar. "Quanto mais competitiva for a competição, mais corridas interessantes se podem realizar, mais se pode criar interesse pelo desporto e isso é, sem dúvida, muito, muito importante. É claro que há situações em que o interesse destas equipas na Formula 1 é maior porque estão a investir e acreditam que este é um verdadeiro projeto para desenvolver outras coisas. E, por isso, é importante darmos estabilidade financeira sustentável a cada uma delas para garantir que todas o possam fazer”, concluiu.

Conhece-se as intenções de, pelo menos, quatro projetos para integrar a competição, sendo a mais importante delas a da Andretti Autosport, que poderá ter o apoio da Cadillac, num projeto grandemente americano.

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Noticias: Domenicalli quer oferecer cargo diretivo a Vettel


A decisão de retirada por parte de Sebastian Vettel apanhou todos de surpresa na Formula 1, incluindo os que trabalham na Ferrari, equipa no qual o alemão lá esteve entre 2015 e 2020. Mattia Binotto, que trabalhou com ele na Scuderia, admitiu que a decisão do tetracampeão de colocar um ponto final na carreira, com apenas 35 anos - mas a correr na categoria máxima do automobilismo desde os vinte - foi uma surpresa. E teve uma conversa com ele, onde mostrou disponibilidade para regressar à Ferrari como dirigente.

Li nas notícias”, disse Domenicali, em declarações ao Sport Bild. “Entre outras coisas, falámos sobre a sua decisão e o futuro”, revelou o antigo chefe da Ferrari.

O Sebastian [Vettel] vai estar sempre associado à Fórmula 1. E, claro, queremos que essa ligação permaneça próxima no futuro. Se ele estiver interessado em se tornar parte do nosso sistema e as abordagens se encaixarem, é claro que o receberia aqui. Mas já sabemos que, após esta época, ele quer desfrutar do tempo com a sua família”, continuou.

quarta-feira, 23 de março de 2022

Noticias: Formula 1 pode ir até 24 corridas, garante Domenicalli


Stefano Domenicalli afirmou nesta quarta-feira o que poderá ser o calendário da Formula 1 no futuro. Com 23 corridas em 2022 - uma delas ainda não confirmada - o seu presidente afirmou o que poderá acontecer daqui a uns anos. Numa entrevista a Martin Brundle, na Sky Sports, fala que o calendário, apesar de ser o maior de sempre... poderá ter espaço para mais. 

Penso que há potencial para 24”, começou por dizer Domenicali na entrevista à Sky Sports. “Eu diria que há potencial para chegar às 30! Com o interesse que vemos em todo o mundo. Cabe-nos a nós tentar encontrar o equilíbrio certo considerando quais são os locais que gostariam de estar na Fórmula 1 e quais são os valores históricos que precisamos de ver no calendário”, continuou.

Domenicalli disse que haverá alguns contratos que terminarão em breve, e algumas corridas, sobretudo europeias, poderão não regressar. “Há alguns promotores que têm acordos a expirar e provavelmente, alguns dos atuais Grandes Prémios já não farão parte do calendário”. E para substituir, a terceira corrida na América, cidades da “China e penso que também há potencial para irmos a África em breve”.

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Noticias: Domenicalli já procura substituto para Sochi


Dois dias depois do cancelamento do GP da Rússia, em Sochi, Stefano Domenicalli afirma já estar a trabalhar na pista que irá substituir esta prova, falando que não vê dificuldade para cumprir essa meta.

Numa entrevista ao site racefans.com, o italiano, CEO da Formula 1, disse que com a experiência acumulada, esse problema será de fácil resolução. “Falando especificamente da situação deste ano, por conta dos acontecimentos da Rússia, posso dizer que já provamos nos últimos anos que é possível, sem nenhum problema, procurar soluções”, disse.

Devido ao grande sucesso que a Formula 1 tem alcançado, a possibilidade de novas corridas no futuro é muito grande. Sobre essas novas localidades, podemos apenas dizer que muitas discussões estão em andamento. Precisamos fazer muitas escolhas para mercados estratégicos que acreditamos que favorecem a Formula 1, mas não podemos expandir o calendário tecnicamente falanado, pois, como sabem, podemos ir até 25”, prosseguiu.

Algo que não podemos esquecer é que neste ano teremos 23 corridas, o maior número da história. Não estamos com pressa, é só uma questão de alinhar as diferentes possibilidades diante de nós”, finalizou.

Sem referir nomes, dois circuitos estão em cima da mesa desde a primeira hora: Istambul, na Turquia, e Portimão, em Portugal. 

O GP da Rússia, que estava marcado para o final de setembro, e inaugurando uma sequência tripla de corridas feitas em finais de semana consecutivos, com Singapura e Suzuka, no Japão, iria ser a última corrida em Sochi, pois em 2023 estaria previsto que a corrida fosse em Igora Park, nos arredores de São Petersburgo.

Quanto ao conflito ucraniano-russo, que decorre há quatro dias, os combates continuam , com o exército russo a encontrar uma forte resistência da parte do outro lado, enquanto a comunidade internacional carregou a Rússia com pesadas sanções que vão desde a sua exclusão do sistema de pagamentos SWIFT, até à proibição dos seus aviões voarem em espaço aéreo europeu, passando por congelamento de bens dos oligarcas russos apoiantes de Vladimir Putin. 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Noticias: Domenicalli admire alterações no calendário ao longo de 2022


A Formula 1 vai ter um calendário de 23 provas em 2022, mas Stefano Domanicalli, o CEO da competição, afirmou que ele poderá ser alterado ao longo do ano devido à pandemia. Numa temporada onde eles incluíram viagens a locais onde não possível realizar corridas nos dois últimos anos, como é o caso de Albert Park, na Austrália, Marina Bay, em Singapura, e Suzuka, no Japão, e uma estreia em Miami, Domenicalli afirma que os planos de expansão da categoria podem ser frustrados pela pandemia por uma terceira temporada consecutiva.

E para além disso, Domenicalli deseja uma corrida no continente africano, seja na África do Sul ou em Marrocos, onde existem circuitos capazes de acolher a competição. 

"Um regresso a África – seja no norte ou no sul – seria ótimo", disse o CEO da FOM à Sport 1, acrescentando: "A rapidez com que chegaremos a este objetivo também vai depender da situação em torno da COVID-19. Não devemos continuar a subestimar a pandemia do novo coronavírus. É possível que tenhamos de voltar a ajustar o calendário novamente em 2022", concluiu.

A Formula 1 foi em 2021 a lugares como Portimão, Istambul, Losail, no Qatar, lugares onde não irão neste ano. Contudo, eles estarão na primeira linha em caso de algum cancelamento. 

domingo, 8 de agosto de 2021

Noticias: Domenicalli achou a experiência da corrida Sprint positiva


A Sprint Race é um conceito novo e a FOM está a analisar para saber o que mais poderá fazer para melhorar o seu produto. Stefano Domenicalli, o seu presidente, revelou que está a ser realizada uma análise aprofundada à experiência que se iniciou em Silverstone, no fim de semana do GP da Grã-Bretanha, para perceber se esta é uma solução para o futuro, apesar de estar ainda previstos mais dois eventos com este formato. 

A ideia era encontrar algo diferente para garantir que haveria algo novo para oferecer os ‘stakeholders’ da Fórmula 1. Dissemos que queríamos três testes. Um foi em Silverstone. Outro será em Monza e a restante no final da temporada no Brasil. No final deste teste vamos ter um plano para perceber qual será o próximo passo”, começou por dizer Domenicalli.

Segundo o italiano, a experiência foi um sucesso a todos os níveis.

A resposta foi muito positiva tantos dos pilotos como das equipas, e os media foram muito positivos. E também foi muito positivo para o promotor, se pensarmos que todos os dias tínhamos algo de novo para dizer. Os adeptos foram para a pista na sexta-feira, antecipando a primeira qualificação”, concluiu.

terça-feira, 6 de abril de 2021

Noticias: Corridas sprint poderão ser anunciados em breve


A história das corridas "sprint" está a avançar, e já se fala que o esquema definitivo será anunciado no fim de semana do GP de Imola, a 18 de abril. Stefano Domenicalli, o CEO da Formula 1, disse que as equipas estão na fase final das discussões acerca da ideia, e um teste acontecerá em breve.

Estamos a finalizar os detalhes finais e o objetivo é que seja anunciado em Imola”, disse o italiano, falando à Rádio Rai 1. “O que gostaríamos de tentar é ter um fim-de-semana mais intenso onde tenhamos uma hora de treino e qualificação na sexta-feira, que decidisse a grelha para a corrida de sprint, que depois decidirá a grelha para a corrida no domingo. Isto gerará mais interesse, algo que foi pedido pelos organizadores e detentores de direitos televisivos.

Quanto ás provas que servirão de ensaio, as escolhidas poderão ser Silverstone, Monza e Interlagos, embora poderá começar antes, em Montreal. Isto, se a corrida canadiana for adiante. 

domingo, 7 de fevereiro de 2021

Noticias: Taxa de entrada pode ser levantada


Stefano Domenicalli considera que a taxa de inscrição para a entrada de noas equipas na Formula 1 poderá ser levantada sob certas condições. O agora diretor da competição afirma que os 166 milhões de dólares exigidos para a inscrição poderá ser renunciada em "casos que precisam". Numa entrevista à racefans.net, o italiano, ex-Lamborghini e ex-Ferrari, admite essa excepção.

Temos recebido muito interesse por parte de fabricantes que querem perceber o futuro da Fórmula 1. Estou muito contente com isto e já estamos a receber alguns pedidos de equipas e de outras organizações que querem investir na Fórmula 1. Isto só significa que a base e as ideias que temos são boas e beneficiam o futuro da Fórmula 1. Estamos a tentar colocar em prática ideias que sejam atrativas para os novos fabricantes fazerem parte do negócio”, explicou o italiano.

Domenicalli falou ainda que os custos do investimento inicial, mais os orçamentos anuais, teriam de “tornar atrativo para qualquer fabricante chegar para produzir um motor ou para fazer parte de uma produção motor/chassis. Assim, o custo será a grande equação sobre a qual precisamos de iniciar a nossa discussão. Essa área não é [atualmente governada] por qualquer tipo de limite de custos, por isso é uma área em que precisamos de ser muito agressivos. Assim que tivermos mais detalhes sobre as discussões, estes serão partilhados”, concluiu.

Os 166 milhões que ele fala como taxa servem essencialmente para dissuadir "aventureiros" e tentar atrair as marcas mais tradicionais, mas sem a limitação de custos, é bastante difícil tal acontecer. Nos últimos anos, a única entrada foi da Honda, em 2015, apenas como fornecedora de motores, e abandonará a competição no final da temporada de 2021. Em contraste, marcas como Audi, Porsche, BMW ou Jaguar foram para a Formula E, a competição elétrica, e outras como a Peugeot, decidiram ir para a Endurance, bem mais baratas que a Formula 1. E mesmo com o anuncio do corte de custos, num futuro próximo, não será fácil convencê-las a investir na categoria máxima do automobilismo. 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Noticias: Formula 1 considera corridas de sprint ao sábado


A Formula 1 considera ter corridas de sprint ao sábado, mas descarta grelhas invertidas. Quem conta isso hoje é Stefano Domenicalli, o novo CEO da competição. O sucessor de Chase Carey disse à motorsport.com que essas ideias estão a ser consideradas, e depois serão levadas à consideração das equipas para aprovação ou não. 

"O que estamos a pensar agora é numa corrida de sprint no sábado. Entendemos que pode ser testado este ano e já estamos em discussões com as equipas. Acho que isto pode ser interessante”, começou por declarar. “A ideia da grelha invertida já não existe, isso já posso dizer. Agora, é importante para o desporto pensar em novas ideias, ser mais atrativo ou interessante, mas não podemos perder a nossa tradição”, continuou.

Para além disso, Domenicalli fala que a competição deveria focar-se mais nos estreantes, dando-lhes uma atenção especial dando-lhes mais quilómetros que os outros, devido à limitação de testes existente. 

"Precisamos voltar a atenção para os novatos, os verdadeiros novatos”, disse. “Hoje, com o fato de termos menos testes, precisamos criar [chances nos fins de semana das corridas] não só nos treinos livres, como já está escrito no regulamento. Talvez possamos criar bons eventos, destacando o fato de que precisamos focar a atenção nos estreantes. Temos um número muito bom de jovens pilotos que já estão na Fórmula 1, mas não podemos estancar esse fluxo.”, concluiu.

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Noticias: Stefano Domenicalli vai estar em Portimão


O novo diretor da Formula 1, Stefano Domenicalli, vai estar este fim de semana em Portimão para começar a reatar laços antigos e começar a ver no terreno o trabalho que tem pela frente, no cargo que será seu a partir da próxima temporada. 

O antigo diretor desportivo da Ferrari substituirá Chase Carey e irá ajudar a navegar o barco nos tempos conturbados que a competição vive por estes dias, com a pandemia de Covid-19 que pratiacamente redesenhou o calendário de 2020 e poderá ameaçar o do ano seguinte, dado que boa parte do mundo ainda vive a segunda vaga desta pandemia.