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sábado, 16 de maio de 2026

Formula E: De Vries foi o vencedor na primeira corrida no Mónaco


O neerlandês Nyck de Vries foi o vencedor da primeira corrida da Formula E nas ruas do Mónaco. O piloto da Mahindra conseguiu superar o Jaguar de Mitch Evans e o Cupra Kiro de Pepe Martí, enquanto António Félix da Costa, que ia a caminho de um pódio certo, não chegou ao fim devido a acidente com o outro Cupra Kiro, o de Dan Ticktum, que tinha feito a pole durante a manhã. Aliás, por causa desse acidente, na volta 27, a duas do final, que a prova acabou debaixo do Safety Car.

Partindo de segundo na grelha, depois de ter sido batido na qualificação por Dan Ticktum, ele manteve o lugar nos primeiros metros, depois de todos terem passado por Ste. Devote sem problemas. A primeira batido só aconteceu na volta 4, na saída do túnel, quando Jake Dennis e Nick Cassidy bateram um no outro e isso causou a primeira entrada do Safety Car.
 
A corrida prosseguiu algumas voltas depois, com Ticktum ainda na liderança, mas na volta 13, o Porsche de Pascal Wehrlein sofreu um furo, depois de ter sido tocado pelo seu companheiro de equipa em La Rascasse, e ficava mais atrás na classificação geral, comprometendo assim as suas chances de pontuar, ele, que era oitavo nessa altura. Já Nico Muller, sem asa da frente, também ficava de fora da decisão desta corrida.

Na volta 16, com os pilotos a irem recarregar no seu Pit Boost, Felix da costa foi ao Attack Mode carregar o seu carro por cinco minutos de potência extra, e com isso, tinha subido para segundo, atrás de Ticktum. Três voltas depois, era o piloto português a liderar a corrida, antes da sua vez de ir carregar e manter a liderança, agora pressionado por De Vries e o seu companheiro, Mitch Evans. Ele foi ultrapassado por ambos, porque tinham passado pelo Attack Mode e eram definitivamente mais rápidos. Na volta 24, o português defende o seu terceiro lugar de Dan Ticktum, que estava em Attack Mode - a menos de 20 segundos quando o passou - e assim ficou na terceira posição.  


A parte final da prova ficou marcada pelo acidente entre Felix da Costa e Ticktum. À saída do túnel, Ticktum moveu o monolugar em travagem, deixou Félix da Costa sem espaço e o choque foi inevitável. O Jaguar do português perdeu uma roda e parou poucos metros depois. Full Course Yellow de imediato, mas logo depois, o Safety Car entrou na pista, para ficar até à meta, com De Vries a ser declarado vencedor, na frente de Evans, Ticktum, Martí, Felipe Drugovich - que fazia a sua melhor classificação da temporada - e Sebastien Buemi, que tinha feito uma corrida de recuperação, de 18º. 

No final, os comissários chegaram â conclusão de que a responsabilidade do acidente era de Ticktum e o piloto britânico recebeu uma penalização de 33 segundos, caindo para o 12º lugar final e dando o pódio ao outro piloto da Cupra Kiro, Pepe Martí.

No campeonato, Evans lidera, com 116 pontos, aproveitando bem o facto de Wehrlein não ter pontuado. Mesmo assim, o alemão é segundo classificado, com 101 pontos. Edoardo Mortara é terceiro, com 93 pontos e Oliver Rowland o quarto, com 83. 

Amanhã é a segunda corrida do fim de semana monegasco da Formula E.

quinta-feira, 3 de julho de 2025

Formula E: Drugovich correrá na Mahindra em Berlim


O brasileiro Felipe Drugovich correrá pela Mahindra na jornada dupla da Formula E em Berlim, no lugar de Nyck de Vries, que estará presente em Interlagos, na ronda brasileira do Mundial de Endurance. O piloto de 25 anos, atualmente reserva na Aston Martin, estará ao lado de Edoardo Mortara no sentido de melhorar o desempenho da Mahindra Racing, que está atualmente no quinto lugar na classificação de Construtores após 12 corridas.

Na apresentação, o piloto brasileiro começou por afirmar:

Estou muito feliz em confirmar que farei minha estreia na Fórmula E com a Mahindra Racing em Berlim. A Fórmula E é um campeonato que acompanho há algum tempo e, depois de ter feito vários testes, estou animado por agora ter a oportunidade de correr."

Depois, continuou:

A Mahindra Racing é uma equipa fantástica, um dos nomes de destaque do campeonato e fica óbvio, pelos resultados recentes, que o novo carro traz um avanço significativo. Estou ansioso para trabalhar em estreita colaboração com eles para nos prepararmos para Berlim, e tenho certeza de que podemos ter um bom fim de semana juntos”, concluiu.

Do lado da equipa, o seu diretor, Frederic Bertrand, começou a comentar:

É muito emocionante poder dar as boas-vindas a Felipe à equipa para o E-Prix de Berlim."

Depois, continuou:

"Já faz algum tempo que estávamos cientes de que precisaríamos de encontrar uma solução para Berlim para substituir Nyck. Felipe rapidamente se destacou como o candidato ideal, suas conquistas falam por si, e ele foi muito impressionante quando testou um carro de Fórmula E no passado."

A vantagem de ter isso confirmado com tanta antecedência é que tivemos tempo suficiente para integrá-lo totalmente à equipa, prepará-lo adequadamente para o fim de semana de corrida e dar a ele a melhor oportunidade de mostrar o que ele é capaz de fazer”, concluiu.

A ronda alemã da Formula E acontecerá no fim de semana de 12 e 13 de julho, e poderá ser o lugar onde Oliver Rowland, atual líder do campeonato, com 172 pontos, contra os 103 de Pascal Wehrlein, piloto da Porsche e os 100 de António Félix da Costa, também piloto da Porsche. 

sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Rumor do Dia: Mercedes perto do regresso na Formula E?


Dois anos depois de ter ido embora da Formula E, a Mercedes poderá estar a caminho do seu regresso, como fornecedora de unidades de potência.  

Segundo conta esta semana o portal britânico the-race.com, a Mahindra esteve em conversações com a Mercedes AMG High Performance Powertrains, sediada no Reino Unido, sobre uma potencial colaboração técnica. Atualmente com a alemã ZF, que fornece componentes para o pacote técnico Gen3 da equipa, a High Performance Powertrains situa-se em Banburry, a poucos quilómetros da sua sede no Reino Unido.

Caso ambas as partes cheguem a acordo, a ideia é que o trabalho de engenharia e conceção seja incorporado nos futuros grupos propulsores da Mahindra, incluindo o motor e os inversores, potencialmente já no propulsor de 2025. Não se sabe, se usando o nome a Mercedes ou não.

A marca de Estugarda entrou na Fórmula E oficialmente como fabricante para a temporada 2019-2020, mas teve uma temporada preparatória com a operação da HWA (uma das suas preparadoras) na temporada anterior. O mandato do fabricante alemão na Fórmula E foi um enorme sucesso - com dois títulos de pilotos e dois títulos de equipas nas temporadas 2020-21 e 2021-22. Mas sua permanência foi curta, com um aviso de intenção de deixar o campeonato no final de apenas sua segunda temporada completa no verão de 2021, alegadamente porque pouco ou nenhum retorno davam à marca.

A Mahindra conseguiu na temporada passada apenas 41 pontos, com os seus pilotos, o brasileiro Lucas di Grassi e o britânico Oliver Rowland, que a meio da temporada foi substituído pelo espanhol Roberto Merhi. O seu melhor resultado foi um terceiro lugar na Cidade do México, a prova de abertura do campeonato. 

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Formula E: Nyck de Vries e Edoardo Mortara correrão na Mahindra


O neerlandês Nyck de Vries regressa à Formula E, correndo pela Mahindra na próxima temporada. O neerlandês, que este ano teve uma passagem curta pela Fórmula 1 na Alpha Tauri, onde foi substituído por Daniel Ricciardo, regressa agora, ao serviço da equipa indiana, depois de esta ter rescindido com Lucas di Grassi. A seu lado terá o suíço Edoardo Mortara, que estava na Maserati na temporada passada.

É muito emocionante juntar-me a um fabricante automóvel tão importante como a Mahindra e representá-los na Fórmula E”, afirmou de Vries. “Estou particularmente entusiasmado com os planos futuros para a equipa. A base já é forte e a equipa tem todos os argumentos para ser bem sucedida. Acredito que, no futuro, seremos capazes de extrair ainda mais potencial do projeto e da organização e fazer parte desse processo foi muito apelativo para mim”, concluiu.

Já Mortara, que competira na época passada pela Maserati MSG Racing, somando apenas sete pontos, afirmou estar muito entusiasmado com a chegada à Mahindra.

Estou extremamente entusiasmado por me juntar à Mahindra Racing”, disse o piloto. “É uma equipa que tenho vindo a analisar há vários anos e que está na Fórmula E desde o início do Campeonato, pelo que tem muita experiência. O que também pude sentir das pessoas aqui é que partilhamos os mesmos valores. Temos um grande projeto pela frente, mas consigo ver muita determinação e motivação em todos os elementos da equipa, e isso é muito importante”, concluiu.

A Formula E arrancará em janeiro, na Cidade do México, não sem antes acontecer a sessão de testes coletivos, que será no final de outubro no circuito Ricardo Tormo, em Valência. 

terça-feira, 26 de setembro de 2023

Formula E: Di Grassi sai da Mahindra


O brasileiro Lucas di Grassi sai da Mahindra e procura por lugar para correr na próxima temporada. O piloto brasileiro de 39 anos rescindiu o contrato com a montadora indiana depois de uma temporada sem grandes resultados. A fraca competitividade da equipa motivaram a saída prematura do piloto.

Frederic Bertrand, diretor da equipa Mahindra, começou por afirmar no seu comunicado oficial: “Em nome de todos na Mahindra Racing, gostaria de estender os meus sinceros agradecimentos ao Lucas pela sua contribuição para a equipa ao longo do último ano."

O Lucas desempenhou um papel valioso e integral desde que se juntou a nós, antes da era Gen3, mas ambas as partes sentem agora que é o momento certo para procurar outras opções para o futuro. Ele continuará sempre a fazer parte da família Mahindra Racing e parte com nada mais do que os nossos melhores desejos para os seus futuros empreendimentos.”, concluiu.

Numa publicação nas redes sociais, di Grassi disse: “Quero expressar a minha gratidão a todos os membros da nossa equipa pela experiência que partilhámos durante o que se revelou ser um ano difícil. Esta decisão acaba por nos beneficiar a ambos, uma vez que as nossas perspetivas e visões divergiram. Desejo à equipa e à empresa um futuro brilhante.

Di Grassi teve a sua pior temporada em 2023, onde apesar de uma pole-position e um terceiro lugar no México, a prova de abertura, conseguiu pontuas mais duas vezes, acabando a temporada na 15ª posição, com 32 pontos.   

Não existem muitas vagas para a próxima temporada. Provavelmente poderia tentar a sua sorte na Maserati - lugar onde esteve em 2022, quando era Venturi - ou até na DS Penske, mas esses lugares já tem as vagas praticamente decididas, o que significa que as chances são escassas.  

quarta-feira, 31 de maio de 2023

Formula E: Rowland sai da Mahindra, Merhi é o substituto


A Mahindra anunciou nas vésperas da jornada dupla da Formula E em Jakarta que o espanhol Roberto Merhi será seu piloto até ao final da temporada. Ele pilotará no lugar de Oliver Rowland, que decidiu sair da equipa por mútuo acordo. Merhi será o quarto piloto espanhol na competição, depois de Jaime Alguersuari, Antonio Garcia e Oriol Serviá

Na hora o anuncio oficial, Roberto Merhi afirmou no site oficial da marca: 

É uma grande honra para mim representar a Mahindra Racing nas corridas de Jacarta. Estou extremamente grato pela oportunidade e estou determinado a aproveitá-la ao máximo. Tive a chance de pilotar o M9Electro no teste dos estreantes em Berlim, mas a Fórmula E é muito diferente de qualquer uma das outras competições em que corri, então a curva de aprendizagem será íngreme. Mas me sinto pronto e animado para o desafio.

O CEO da Mahindra Racing, Frederic Bertrand, comentou sobre a chegada de Merhi: 

Estamos muito satisfeitos em receber Roberto na Mahindra Racing. Roberto tem uma experiência impressionante em corridas de alto nível e um bom histórico em grandes campeonatos. Ele teve uma ótimo teste connosco no Rookie Test de Berlim no mês passado e pudemos ver que ele tinha potencial para se tornar um grande trunfo para a Mahindra Racing. Não é fácil entrar a meio da temporada, mas Roberto tem experiência em trabalhar em equipa, tenho certeza que ele se encaixará de maneira brilhante”.

Merhi, de 32 anos, pilotou pela Manor Marussia em 2015, onde partilhou o carro com o americano Alexander Rossi, e andou por três temporadas na GP2 e Formula 2, o último dos quais em 2022, onde participou em três corridas pela Campos Racing, conseguindo um pódio no Red Bull Ring, na Áustria. Este ano, corre nos Super GT Japoneses, na classe GT300, num Audi R8 LMS.  

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Formula E: Lucas di Grassi anunciado na Mahindra


A Mahindra anunciou esta sexta-feira, em Seoul, que o brasileiro Lucas di Grassi será seu piloto na temporada de 2023 da Formula E. o piloto de 37 anos, um dos "originais" da competição - corre desde a corrida inicial, em 2014 - terá como parceiro o britânico Oliver Rowland, que já defende as cores da equipa, num acordo por várias temporadas e correrá no carro da Gen3. 

A nossa meta é levar a Mahindra Racing a se tornar campeã do FIA Fórmula E e a experiência e paixão do Lucas serão muito importantes em alcançar essa meta”, começou por dizer Dilbagh Gill, CEO da Mahindra Racing, na apresentação do ex-piloto da Audi Abt e da Venturi. “Não há dúvidas que Lucas é um dos maiores pilotos da história da Fórmula E – as estatísticas e troféus falam por si próprios. Mas para nós o seu apelo vai muito além disso. Nós somos a única equipa carbono zero desde a sua fundação, o que nos deu o título de The Greenest Team in Motorsport. E é fundamental para nossa existência que estejamos desenvolvendo avanços tecnológicos na mobilidade elétrica com paixão e conhecimento, tanto dentro quanto fora das pistas. Acreditamos que Lucas seja perfeito para esse objetivo”, continuou.

Ingressar na Mahindra representa um novo desafio na minha carreira e o momento não poderia ser melhor: com a introdução do Gen3 [terceira geração do carro da Fórmula E] no ano que vem todos estarão começando praticamente do zero nessa nova plataforma”, disse Di Grassi. “Nossa meta inicial é vencer corridas e a longo prazo é levar a Mahindra Racing a vencer o campeonato e se tornar uma referência em se tratando de competição automobilística com tecnologia elétrica”, concluiu o brasileiro.

O anúncio de Di Grassi acontece numa altura importante para o piloto brasileiro: recordista de diversos indicadores da categoria, como quantidade de pódios, melhores voltas e vitórias - 13 triunfos, 38 pódios e 12 voltas mais rápidas - ele deverá se tornar em Seul o primeiro piloto a completar 100 corridas na categoria elétrica, além de também poder chegar a seu milésimo ponto no Mundial, ampliando ainda mais outro recorde que já era seu. E claro, campeão na temporada de 2016-17, pela Audi Abt.

A Formula E conclui as suas atividades neste final de semana, em Seoul, com mais uma jornada dupla. 

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Youtube Motorsport Video: O Gen3 em Goodwood

O Gen3 da Formula E já foi apresentado no Mónaco, sendo o carro que eles irão correr a partir de 2023. Mas neste final de semana, em Goodwood, Nick Heidfeld, antigo piloto da Mahindra, fez uma demonstração perante o mundo, para mostrar o potencial do carro. Eis o vídeo do carro que se estreará dentro de seis meses em Jeddah.  

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Youtube Formula E Video: Formula E Unplugged, episódio oito

No oitavo episódio do Formula E Unplugged, a verão elétrica do "Drive to Survive", do qual meto aqui um episódio todos os dias, o pelotão da Formula E está em Puebla no México - que fez a ver do Autódromo Hermonos Rodriguez, indisponivel naquela altuira - e falou com os pilotos da Mahindra, o alemão Pascal Wehrlein e Alexander Sims, e as polémicas que houve por lá, como por exemplo, a desclassificação do piloto alemão... 

domingo, 25 de julho de 2021

Formula E: Lynn vence corrida confusa em Londres


O britânico Alex Lynn, da Mahindra, triunfou esta tarde em Londres, na segunda prova britânica do campeonato da Formula E, na frente de Nyck de Vries e Mitch Evans, numa prova marcada por diversas batidas e consequentes entradas do safety Car. Nyck de Vries, terceiro, aproveitou o facto que Sam Bird e António Félix da Costa não terem pontuado para sair da capital britânica com a liderança do campeonato. Lucas di Grassi foi o primeiro a cruzar a meta, mas como ele tinha feito uma ultrapassagem durante o Safety Car, foi penalizado com uma bandeira preta.

Numa qualificação onde os Mercedes conseguiram ter um nom dia, Stoffel Vandoorne conseguiu manter a liderança no seu começo, apesar dos ataques de Oliver Rowland, da Nissan, Alex Lynn, a Mahindra, e Nyck de Vries, noutro Mercedes. O neerlandês passou Lynn na volta 3, para ser terceiro, e três voltas depois, começavam as confusões: René Rast e Sebastien Buemi começaram a tocar um no outro, com o alemão a levar a pior, acabando por fazer entrar o Safety Car, naquilo que iria ser a primeira entrada na corrida.  


Logo a seguir ao recomeço da prova, António Felix da Costa tentou ganhar uma posição ao Porsche de André Lotterer, mas o alemão espremeu o carro à parede, causando uma colisão. O português terminou por ali a sua corrida, e o alemão acabou por ser penalizado com um "drive through", e houve nova entrada do Safety Car.

Por essa altura, Lucas di Grassi tinha aproveitado a confusão para passar Vandoorne nas boxes - elas estavam abertas - e assim ficar com a primeira posição, o que não era permitido, baseado nas regras. Mas os comissários demoraram imenso até repararem o erro e darem uma penalização ao brasileiro da Audi. 

No último minuto da corrida, Sam Bird e Norman Nato colidem quando disputavam o último lugar pontuável e acabaram por abandonar a prova. Esta caiu debaixo de bandeiras amarelas, dando a Lynn a vitória  

No campeonato, De Vries lidera com 95 pontos, seguido por Robin Frijns, com 89, Sam Bird com 81, Jake Dennis e António Félix da Costa, com 80. A Formula E ruma a Berlim para a ronda dupla final da competição, no fim de semana de 14 e 15 de agosto.

sábado, 24 de julho de 2021

Formula E: Alex Lynn foi o poleman na primeira corrida de Londres


O britânico Alex Lynn conseguiu fazer a pole na sua primeira corrida caseira, esta manhã em Londres. O piloto da Mahindra conseguiu ser melhor que Jake Dennis, da BMW, numa qualificação onde António Félix da Costa partirá de 17º posto, prejudicado pelas condições meteorológicas sofridas pelos pilotos que estavam no Grupo 1.

Numa pista onde parte dela estava dentro e outra fora do London ExCel, a manhã foi complicada por causa do tempo. Tinha chovido durante a manhã e parara pouco tempo antes da qualificação. Contudo, a pista estava parcialmente molhada quando o Grupo 1 saiu para a pista, constituída por Sam Bird, António Félix da Costa, Robin Frijns, Edoardo Mortara, Nick Cassidy e Jean-Éric Vergne, andou na pista com muito cuidado para evitar bater no muro. Mortara foi o mais rápido, seguido por Félix da Costa e Sam Bird, mas todos sabiam que os tempos iriam ser dos mais lentos da sessão, e a passagem para a SuperPole não iria acontecer.

A partir do Grupo 2, que tinha René Rast, Mitch Evans, Pascal Wehrlein, Nyck de Vries, Oliver Rowland, Lucas Di Grassi, os tempos começaram a baixar, com cinco dos pilotos a entrarem na SuperPole, excepto Oliver Rowland. Mas foi o Grupo 3, com Stoffel Vandoorne, Maximilian Günther, Jake Dennis, Alexander Sims, Alex Lynn, André Lotterer, que se viam as maiores diferenças. Contudo, isso teve de demorar um pouco porque Gunther cometeu um erro e bateu no muro, causando a amostragem das bandeiras vermelhas.

Apenas dez minutos mais tarde é que a sessão continuou, com os pilotos a serem autorizados a repetir a sua tentativa, e Lotterer levou a melhor, 0,6 segundos na frente de Lucas di Grassi, os únicos que tinham chances de ir para a SuperPole.

Foi o Grupo 4, que com a pista seca, levou com os loiros. O grupo de Sébastien Buemi, Norman Nato, Oliver Turvey, Sérgio Sette Câmara, Tom Blomqvist, Joel Eriksson, três pilotos aproveitaram bem a oportunidade. Buemi, Sette Câmara e Nato surgiram em quarto, quinto e sexto, eliminando Di Grassi, Sims e De Vries.

Assim sendo, eis o grupo que foi para a parte final da qualificação: Buemi, Sette Câmara, Nato, Lotterer, Lynn e Dennis.

O primeiro a abrir as hostilidades foi Norman Nato, que não fez um tempo fabuloso, ou seja, estava vulnerável aos que iriam a seguir. Sette Câmara foi para a pista fazer a sua volta, e conseguiu fazer melhor que o piloto da Venturi, mas foi Buemi que conseguiu uma passagem pela pista superior à concorrência, ficando com o primeiro tempo provisório.

Mas no final, a pista seca deu todas as chances da pole para os finalistas. Jake Dennis foi o primeiro, fez o melhor tempo, e Alex Lynn fez ainda melhor, ficando com a pole. André Lotterer foi o último na pista, mas teve um mau registo e os britânicos ficaram com o monopólio da primeira linha.

A corrida acontecerá pelas 15:30, hora local. 

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Formula E: Sims vai para a Mahindra

O britânico Alexander Sims sai da BMW e será piloto da Mahindra, no lugar de Pascal Wehrlein, que foi para a Porsche. Aos 32 anos, e depois de duas temporadas na BMW Andretti, vai para a equipa indiana sem saber quem estará do seu lado na próxima temporada, que arrancará em janeiro em Santiago do Chile, pois a equipa indiana aproveitou para anunciar a saúda de cena do piloto belga Jerome D'Ambrosio.

Estou muito satisfeito por me juntar à Mahindra Racing e continuar minha jornada na Fórmula E”, começou por dizer Sims na sua apresentação à equipa indiana. "Promover a sustentabilidade e a mobilidade elétrica é importante para mim pessoalmente e competir na Fórmula E fornece uma plataforma forte, inovadora e voltada para o futuro para aumentar a consciencialização. Quero agradecer à BMW i Andretti Motorsport por todo o apoio durante as duas últimas temporadas e desejo que equipe bem para o futuro." continuou.

"Foi uma enorme curva de aprendizagem entrar na Fórmula E. É uma disciplina tão diferente no automobilismo e traz consigo grandes novos desafios. Estou animado para continuar a desenvolver e usar meu conhecimento para apoiar a Mahindra Racing na próxima temporada.

Dilbagh Gill, o CEO da marca, afirmou sobre a chegada do piloto britânico.

Estou feliz [por apresentar] o Alexander [à equipa]. Estou extremamente animado em trabalhar com ele e a perspectiva do que podemos alcançar juntos é motivadora", disse Gill. "Em Alexander, temos um talento comprovado nas corridas, mais alguém que incorpora o que a Mahindra Racing representa com seus princípios pessoais nas áreas de eletrificação e sustentabilidade. Ele é um piloto intelectual, um cara muito bom e joga para a equipa."

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Formula E: Patrão da Mahindra tem coronavirus

Dilbagh Gill
, o patrão da Mahindra, foi-lhe detectado Covid-19 e ficará em isolamento por duas semanas. Ele foi uma de duas pessoas que deram positivo para a doença, depois de terem feito testes a 1423 pessoas antes das jornadas da competição que vão acontecer em Berlim. O team-manager está em Londres, em isolamento e garante estar assintomático.

"Por agora tenho de me isolar por dez a 14 dias, assim sendo, ficarei isolado no meu quarto de hotel até ao final da temporada", comentou. No seu lugar estará Toni Cuquerella, antigo engenheiro de equipas como Ferrari, Super Aguri e HRT.

A Formula E terá esta quarta-feira a primeira de duas jornadas duplas no circuito de Tempelhof, em Berlim.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Formula E: Lynn correrá no lugar de Wehrlein na Mahindra

A Mahindra anunciou esta quarta-feira que o britânico Alex Lynn será o seu piloto nas seis provas finais da temporada, substituindo o alemão Pascal Wehrlein. O britânico junta-se ao belga Jerome D'Ambrosio, e assim regressa a uma competição depois de passagens por Virgin e Jaguar, onde não conseguiu mais do que uma pole-position e como melhor resultado um sexto posto na corrida de Punta del Este, em 2018.

"Estou realmente empolgado por poder representar a Mahindra Racing em Berlim", começou por dizer no comunicado oficial. "Tenho grandes ambições neste campeonato que correspondem ao que a Mahindra Racing quer alcançar. Mal posso esperar para começar", continuou.

"Já corri por duas vezes em Berlim antes e sempre senti que fui bem lá, inclusive participando de superpole na última temporada. O formato de Berlim será emocionante e desafiador ao mesmo tempo, e estou ansioso para começar a competir.", concluiu.

O CEO da Mahindra e o diretor da equipa, Dilbagh Gill, acrescentou: "[Alex] já alcançou alguns destaques fantásticos em sua carreira e estamos confiantes de que juntos podemos obter resultados no restante da [temporada 2019-20].

"Não é fácil pular no meio da temporada, especialmente com a maneira única como correremos as corridas em Berlim, mas Alex tem fome, talento e experiência que, com certeza, pagarão dividendos rapidamente. Gostaríamos de agradecer ao Pascal por sua contribuição e desejar a ele tudo de bom em seus futuros empreendimentos".

Nesta temporada de 2019-20, a Mahindra não anda bem em termos de campeonato. Décimo no Mundial de construtores, o seu melhor resultado foi um quarto lugar em Santiago do Chile, com Pascal Wehrlein ao volante.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Youtube Motorsport Testing: Pininfarina Battista EV Hypercar

Por estes dias, o Johhny Smith, do Fully Charged, foi ao circuito de Calafat, na Catalunha, para andar no Pininfarina Battista, um dos hipercarros mais potentes do mercado, com cerca de 1900 cavalos, e que tem uma particularidade: é elétrico. 

A Pininfarina é agora propriedade da indiana Mahindra, que como sabem, tem uma equipa na Formula E, e ele tem uma estrutura montada nesse circuito no sentido de dar aos seus clientes um treino própriamente dito para andar no seu hipercarro, com Teslas... e um Formula E de primeira geração. E com dicas dadas por Nick Heidfeld, o ex-piloto da marca. Para verem até que ponto este carro é mesmo potente.

sábado, 27 de abril de 2019

Formula E: Wehrlein na pole em Paris, Felix da Costa 16º

O alemão Pascal Wehrlein conseguiu este sábado a sua segunda pole-position na sua carreira ao ser o melhor no ePrix de Paris, a oitava prova do campeonato. O piloto da Mahindra foi melhor que Oliver Rowland e Sebastien Buemi, enquanto António Félix da Costa não fez melhor que o 16º tempo, mais uma vez prejudicado pelas condições da pista francesa, e de ter largado do primeiro grupo.

Com céu encoberto na manhã deste sábado na Cidade Luz, e na pista desenhada à volta dos Les Invalides, o que se queria saber, nesta competição totalmente baralhada e indefinida, quem teria mais sorte que os outros. E logo no Grupo 1 é que se viu que eles seriam os mais azarados, pois não só iriam abrir a pista, como esta estava suja e iria prejudica-los. E as cobaias... perdão, os pilotos, seriam Jérôme D'Ambrosio, António Félix da Costa, André Lotterer, Mitch Evans e Lucas Di Grassi.

O neozelandês da Jaguar, vencedor em Roma, foi o primeiro a sair, mas com um tempo na casa dos 60 segundos, acabou por ser o pior de todos, com Jerome D'Ambrosio a ser o melhor, com 1.00,609, 39 centésimos melhor que Lotterer e 69 centésimos melhor que Di Grassi. 

No Grupo 2, que tinha Sam Bird, Robin Frijns, Jean-Éric Vergne, Edoardo Mortara e Daniel Abt, os piltoos tiveram tempos relativamente medianos, até que Frijns, piloto da Virgin, cravou 1.00,583 e assumiu a liderança geral, ficando numa boa posição para a SuperPole. 

A seguir, o terceiro grupo, com Sébastien Buemi, Oliver Rowland, Stoffel Vandoorne, Alexander Sims, Pascal Wehrlein e Felipe Massa, foi o que começou a marcar tempos decentes. Primeiro, Rowland fe 1.00,450 e foi para a frente, seguido por Wehrlein, que fez o segundo melhor tempo, e Buemi, o terceiro. Sims não conseguiu entrar na SuperPole, ao contrário de Massa que conseguiu o sexto melhor tempo. Stoffel Vandoorne cometeu um erro no seu HWA e fez o pior tempo até então.

O quarto e último grupo, com Alex Lynn, Oliver Turvey, Max Günther, Gary Paffett, Tom Dillmann e José María López, o melhor foi Gunther, que fez o sétimo melhor tempo, pois todo o resto ficou fora do "top ten". No final, os que passaram para a fase final da qualificação foram os Nissan de Oliver Rowland e Sebastien Buemi, os Mahindra de Pascal Wehrlein e Jerome D'Ambrosio, o Techeetah de André Lotterer e o Venturi e Felipe Massa.

Na fase final da qualificação, Massa teve uma estratégia conservadora, para conseguir um tempo seguro, e ainda beneficiou dos erros de D'Ambrosio, que fez o pior tempo. A seguir, foi Frijns, que fez 1.00,793, para depois ser batido pelos Nissan, antes de Wehrlein fazer uma volta voadora e cravar a sua segunda pole da temporada, com 1.00,383. Nada mau, para quem está a fazer a sua temporada de estreia e só começou a competir na corrida numero dois...

O ePrix da Paris, oitava prova do ano, acontece pelas 16 horas locais, menos uma hora em Lisboa.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Formula E: Wehrlein o melhor na qualificação mexicana

Pascal Wehrlein foi o melhor na qualificação mexicana, que aconteceu no final desta tarde no Autódromo Hermanos Rodriguez. O piloto da Mahindra foi melhor do que Lucas di Grassi e FElipe Massa na SuperPole, enquanto António Félix da Costa meteu o carro na Superpole e ficou com o terceiro posto na grelha.

Debaixo de calor no Autódromo Hermanos Rodriguez, máquinas e pilotos preparavam-se para uma qualificação debaixo de condições ideais para a corrida.

O primeiro grupo alinhava os primeiros da geral, e Felix da Costa, que tinha andado a fazer bons tempos nos treinos livres, ficou na frente deste grupo, pouco mais de quatro milésimos sobre Jean-Eric Vergne, da DS Techeetah. E as coisas ficaram na mesma no segundo grupo, até que no terceiro, Pascal Wehrlein, que tinha sido segundo em Santiago, conseguiu um tempo quatro décimos melhor que o piloto português.

Depois, no terceiro grupo, os carros começaram a ser mais velozes. Como os Nissan de Oliver Rowland e o de Sebastien Buemi, que conseguiram ser mais velozes, especialmente Rowland, que passou para o topo da tabela de tempos. Já Lucas di Grassi foi também melhor, conseguindo o terceiro melhor tempo, suficiente para deixar de fora Jean-Eric Vergne.

Para o quarto e último grupo, com a pista cada vez mais rápida, o primeiro a entrar foi Felipe Massa, que conseguiu o terceiro tempo provisório, mas a partir dali, nem Nelson Piquet Jr ou o Dragon de Felipe Nasr conseguiram melhorar os seus tempos. Aliás, o brasileiro da Jaguar cometeu um excesso que deitou tudo a perder para a Superpole.

E assim, Rowland, Wehrlein, Massa, Di Grassi, "Pechito" Lopez e Felix da Costa iam para a Superpole. Sam Bird não fez qualquer volta e acabou por largar no último posto.

O primeiro a largar foi o português da BMW, que escorrega um pouco na segunda curva, e faz 59,819, comprometendo a sua chance de conseguir a pole-position. Sebastien Buemi faz um pouco pior, com o suíço a fazer 130 centésimos pior que o português. Depois, Lucas Di Grassi conseguiu ser melhor com o seu Audi, 166 centésimos melhor. 

Depois, foi a vez de Felipe Massa que conseguiu ser 42 centésimos pior que o seu compatriota, ficando com o segundo lugar provisório. Mas Pascal Wehrlein faz 59,347 e fica com o primeiro posto. Oliver owland foi o último e cosneguiu o terceiro posto, entre Massa e Felix da Costa.

No final, quarto "poleman" em quatro provas diferentes, a mostrar o equilíbrio existente nesta competição nesta temporada. A corrida vai acontecer pelas dez da noite, horário de Lisboa.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Formula E: Wehrlein gostou da experiência

O ePrix de Marrakesh não correu bem a Pascal Wehrlein. Desistiu na sua prova de estreia na competição, ao serviço da Mahindra, enquanto via o seu companheiro mais experiente vencer a prova. Apesar de tudo, o piloto alemão gostou da experiência, adaptou-se relativamente bem e não sentiu grandes dificuldades, em especial na gestão da energia.

Acho que não é muito difícil. Obviamente, é preciso um pouco de experiência para decidir em situações de corrida o que fazer, mas não é tão difícil assim. Temos objectivos, que temos que cumprir por isso é relativamente fácil. Nós praticamos muito no simulador. É como na qualificação. Temos os procedimentos  que temos de fazer e uma vez na memorizados, não há problema“, começou por dizer o piloto de 24 anos.

Quanto ao formato da competição, muito diferente daquele que existe na Formula 1 ou no DTM, competições dos quais se habituou ao longo da sua carreira, Wehrlein também gostou da experiência:

É um dia agitado. Começa muito cedo, mas eu gostei. É um dia preenchido com muita condução e não há tanta conversa ou reuniões para encontrar o último décimo de segundo. O teste é sempre um pouco diferente porque  temos de seguir um programa, mas aqui começamos na FP1 e a partir daí reagimos de acordo com o que preferimos no carro.

A Formula E prossegue este fim de semana em Santiago do Chile.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Formula E: Jerome D'Ambrosio vence em Marrakesh

Jerome D'Ambrosio venceu a segunda corrida do campeonato de Formula E em Marrakesh, depois de ter aproveitado a "benção" da BMW, que se autodestruiram, quando Alexander Sims deitou fora da pista António Félix da Costa e causou um Safety Car, deitando também fora a chance de uma dobradinha da BMW em paragens marroquinas. 

A corrida tinha começado bem antes, com a penalização de António Félix da Costa. Terceiro na grelha, o organização descobriu que usou excessivamente a energia na sua volta de qualificação e viu o seu esforço anulado, caindo para a sexta posição.

No momento da partida, Jean-Eric Vergne causa confusão ao tocar em Sam Bird. O britânico prosseguiu sem problemas, mas o francês fez um pião, prejudicando Sebastien Buemi e beneficiando os BMW de Alexander Sims e António Félix da Costa. O britânico da BMW foi ao ataque ao piloto da Virgin, com Félix da Costa atento ao que se passaria na frente.

Nas voltas seguintes, Félix da Costa passou Alex Sims para ser segundo, enquanto Stoffel Vandoorne, Pascal Wehrlein e Gary Paffet tornaram-se nos primeiros abandonos da corrida.

Félix da Costa andava perto de Bird e tentava colar-se para o poder passar, mas tinha atrás de si todos os carros até ao sexto posto. Veloz nas curvas, contudo, o britânico aguentava o assédio dos BMW. Contudo, à décima volta, Félix da Costa conseguiu passar Bird para ficar com a liderança, e Sims também o fez, mais adiante. Com isto, o piloto da Virgin caia para terceiro. Atrás, Jerome D'Ambrosio passava Lucas di Grassi e era sexto.

Com o passar das voltas, Di Grassi subia no pelotão, usando o "attack mode" e subia para o quinto posto, passando Bird e atacando Frijns, para o passar logo a seguir. Bird respondeu usando o attack mode", depois de ter caído para sétimo, passado por José Maria Lopez. Pouco depois, os dois BMW e Robin Frijns responderam indo para o "attack mode" para tentarem escapar do resto do pelotão.

Na frente, os BMW afastavam-se do pelotão, lutando entre si pela vitória. E ainda por cima, o piloto português tinha o "fanboost" como trunfo para a parte final da prova. Atrás, Di Grassi era passado por Frijns, caindo para sexto. A seguir perdia mais um posto para Vergne.

E a dez minutos do fim, os BMW deitam a corrida fora. Alexander Sims estava a ultrapassar Félix da Costa, e na travagem, ambos os pilotos a sairem da pista. Sims caia para quarto e Félix da Costa abandonava. Resultado final: o Safety Car entrava na pista, e Jerome D'Ambrosio liderava a corrida.

Contudo, quando o Safety Car ficou na pista, o tempo acabava. Somente saiu para a volta final, com Jerome D'Ambrosio a aguentar os ataques do pelotão, com Robin Frijns na segunda posição e Sam Bird com o lugar mais baixo do pódio. Alexander Sims e Jeran-Eric Vergne ficaram logo a seguir.  

No final, D'Ambrosio sai de Marrocos com a liderança do campeonato, com 40 pontos, com Vergne e Félix da Costa empatados com 28. A competição regressa em paragens chilenas, dentro de duas semanas, a 26 de janeiro.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Formula E: Sirotkin vai testar pela Mahindra em Marrakesh

O russo Serguei Sirotkin irá testar pela Mahindra no teste que a Formula E vai fazer depois do ePrémio de Marrakesh, no próximo dia 12. Sirotkin, que estevae na temporada passada a correr pela Williams, voltará a andar num monolugar depois de não ter conseguido um lugar para continuar em 2019 na equipa de Grove.

Será a seguda vez que irá guiar um carro, depois de um teste em 2016, com o bólido da geração anterior. Neste teste, vai estar acompanhado por Sam Dejonghe, piloto de desenvolvimento da equipa indiana.

"A Fórmula E [tornou-se] agora num dos campeonatos de desenvolvimento mais veloz”, começou por dizer. “A competição aqui está num nível muito alto. [Cada vez] mais fabricantes estão a entrar na série, já que estão confiantes de que os carros elétricos têm um forte potencial. Mais soluções técnicas aparecem nesses carros e eles estão a progredir rapidamente", prosseguiu.

Eu dirigi um carro de Fórmula E em 2016, mas agora a geração de carros mudou, será interessante experimentar a diferença. Estou ansioso por esta grande experiência com a Mahindra Racing”, concluiu.

O ePrix de Marrocos, segunda prova da temporada, acontecerá no próximo dia 12, em Marrakesh.