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sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Formula E: D'Ambrosio sai da Venturi


O ex-piloto belga Jerome D'Ambrosio irá sair da Venturi, que agora mudou de nome e acolherá a Maserati para 2023. Depois de Susie Wolff, a dirigente da marca, que saiu no final da temporada passada, agora foi a altura do agora diretor desportivo, que afirma ir buscar novos desafios no automobilismo.

Depois de duas temporadas incríveis, minha jornada com a equipe chega ao fim”, começou por dizer d'Ambrosio no comunicado oficial, anunciando a sua saída.

À medida que prossigo em busca de novas oportunidades, gostaria de agradecer a todos na equipa pelo trabalho e dedicação que nos levaram à nossa campanha mais competitiva até o momento na temporada passada. Gostaria também de agradecer a Susie, Scott e José por terem me confiado a liderança da organização como chefe de equipa. Foi um privilégio e eu não poderia desejar um ambiente melhor para evoluir após a transição da minha carreira de piloto de corrida."

Desejo a todos o melhor, pois eles estarão entrando numa nova era do campeonato.

Ex-piloto na Fórmula 1 entre 2011 e 2013, com passagens pela Marussia e Lotus, como piloto titular, foi um dos "originais" na Formula E, competindo entre 2014 e 2020, em equipas como a Dragon e a Mahindra, acabando com três vitórias e como melhor resultado em quarto lugar na temporada 2014-15. 

Pendurado o capacete, tornou-se diretor desportivo da Venturi, que com Edorado Mortara e Lucas di Grassi, conseguiu o seu melhor resultado de sempre na última temporada, sendo segundo classificado no Mundial de Construtores, com 295 pontos, batido apenas pela Mercedes. E com o piloto suíço, este foi terceiro na geral, enquanto o brasileiro foi quinto, conseguindo ao todo cinco vitórias no campeonato.

quarta-feira, 17 de agosto de 2022

Formula E: Susie Wolff abandona a Venturi


Susie Wolff anunciou hoje que abandona a Venturi, onde foi a sua diretora. Poucos dias após acabar a temporada, em Seul, a ex-piloto escocesa, de 40 anos, e mulher de Toto Wolff, tomou o passo lógico depois da parceria que a equipa sediada no Mónaco fez com a Maserati, que irá entrar na Formula E a partir de 2023 como fornecedora de unidades motrizes.

Tudo isto depois de uma grande temporada onde Edoardo Mortara e Lucas di Grassi terem feito grandes feitos, lutando até quase ao final do campeonato pelo título mundial da competição elétrica. 

Nas redes sociais, Wolff escreveu, em jeito de despedida: 

Como a temporada mais bem-sucedida da história da Venturi Formula E chega ao fim, o mesmo acontece com a minha viagem pessoal com a equipa e com a Fórmula E. Parto com imenso orgulho dos sólidos alicerces que construímos juntos, à medida que a equipa começa um novo capítulo com a Maserati”. 

A última temporada de Wolff na Venturi acabou por ser a mais bem-sucedida, com a equipa a alcançar o segundo lugar no campeonato de Construtores, com cinco vitórias - quatro para Mortara, um para Di Grassi - enquanto em termos de pilotos, o suíço acabou na terceira posição do Mundial, com 169 pontos.

sábado, 14 de maio de 2022

Formula E: Mortara triunfa na primeira corrida de Berlim


O suíço Edoardo Mortara foi o melhor na primeira corrida da Formula E em Berlim, triunfando sobre Stoffel Vandoorne e Jean-Eric Vergne. O piloto de Venturi conseguiu manter a liderança do principio até ao fim, depois de partir da pole-position. Quanto a António Félix da Costa, apesar de partir de terceiro na grelha, acabou hoje na oitava posição.

Partindo bem do primeiro lugar, teve atrás de si logo no inicio o Mahindra de Alex Sims e o DS Techeetah de Félix da Costa. Atrás ainda, André Lotterer conseguiu ser melhor que Jean-Eric Vergne e era quarto. O francês perdia mais posições nas voltas seguintes, na mesma altura em que Felix da Costa passava Sims e era segundo, no inicio da quarta volta. 

As coisas ficaram assim até as primeiras passagens pelo Attack Mode. Pascal Wehrlein foi o primeiro, no seu Porsche, mas não perdeu a sua posição. Quando foi a vez de Vergne, ele aproveitou a ida de mais alguns concorrentes para subir ao terceiro posto, para depois perder para Wehrlein. Este trocou com Lotterer para o terceiro posto, por ordens de equipa, e também para tentar abrandar os DS, mas Vergne e Felix da Costa o passaram. O português perdeu duas posições para Sims e Vandoorne, que aproveitou para ir ao Attack Mode pela segunda vez. 

A 15 minutos do fim, os quatro primeiros eram Mortara, Lotterer, Vandoorne e AFC. 

A parte final foi bem movimentada. Mortara foi ao Attack Mode pela segunda vez, perdendo o comando para Vandoorne. Lotterer era terceiro, seguido pelos DS Techeetah, com Vergne na frente de Felix da Costa. O francês subiu para segundo e atacou Mortara para o comando, mas o suíço aguentou a alcançou a vitória. Quanto a Felix da Costa, teve de levantar o pé para chegar ao fim, caindo para o oitavo posto. 

No campeonato, Stoffel Vandoorne é o líder, com 96 pontos, seguido por Jean-Eric Vergne, com 93, e Mitch Evans, com 82. Amanhã, haverá a segunda corrida no circuito de Tempelhof. 

domingo, 28 de novembro de 2021

Motorsport Competition Video: Formula E Unplugged, episódio 7

No sétimo episódio do Formula E Unplugged, a competição vai correr nas ruas do Mónaco, e as câmaras se concentram na Venturi, cuja sede é exatamente no Mónaco, e é liderada por uma mulher, Susie Wolff, a mulher de Toto Wolff, que tenta levar a equipa para os lugares da frente.

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Formula e: Di Grassi vai correr na Venturi

Lucas di Grassi não ficou muito tempo sem lugar depois da saída da Audi. Na próxima temporada da Formula E, o piloto brasileiro correrá pela Venturi, ao lado do suíço Edoardo Mortara, numa competição que começará em janeiro em terras sauditas. O anuncio foi feito esta quarta-feira no Mónaco e o piloto de 37 anos substituirá o francês Norman Nato.

Todos que me conhecem sabem o quanto sou competitivo. Guiar por uma equipa que sei que pode lutar na frente e realmente desafiar pelo campeonato é essencial para mim. A Venturi foi simplesmente a melhor escolha e estou realmente feliz em fazer parte da equipa”, começou por afirmar na sua apresentação à equipa.

Acompanhei a Venturi desde a primeira temporada e sei que eles têm uma história forte no Mónaco. A equipa teve uma performance muito, muito boa na temporada passada. Dá para ver que progrediu muito nos últimos anos, o momento está lá e eles mostraram uma melhora clara em todas as áreas”, continuou.

Edo [Edoardo Mortara, o outro piloto] teve uma temporada fantástica, realmente forte, lutando pelo título até o final. Tiveram muitas vezes ao longo da temporada em que eu corri contra os dois carros da Venturi e pude ver o quanto eles eram competitivos. Mas não é apenas uma questão de equipa, estou realmente feliz em guiar ao lado de Edo. Nos conhecemos já muito tempo, fizemos parte do programa da Audi, o respeito como piloto e ser humano. Ele é muito talentoso e um grande personagem, acho que vamos trabalhar muito bem juntos”, concluiu.

Campeão da Formula E na temporaqda 2016-17, Di Grassi é um dos "originais", ao ter disputado todos os ePrixs desde a sua fundação, em 2014. Conseguiu 12 triunfos e três pole-positions, para além de 36 pódios, sempre ao serviço da Audi, primeiro como Audi Abt, e depois, na equipa oficial. 

domingo, 15 de agosto de 2021

Formula E: Nato vence, De Vries é campeão


Norman Nato foi o vencedor da segunda corrida de Berlim e o neerlandês Nyck de Vries conseguiu o suficiente para ser declarado campeão de 2021. Um corre de Venturi, que tem uma unidade de energia da Mercedes, e o outro é piloto oficial... da Mercedes. Tudo ficou em casa... e em família, pois a Venturi pertence à mulher de Toto Wolff. Quando a António Félix da costa, nunca conseguiu estar na luta pelo título, e para piorar as coisas, foi atirado para a parede por Lucas di Grassi. 

Depois de Stoffel Vandoorne ter liderado a qualificação desta manhã, a corrida tinha em vista mais de uma dúzia de candidatos ao título, numa prova que era corrida no sentido contrário dos ponteiros do relógio. Mas logo no primeiro metro, o Jaguar de Mitch Evans ficou parado na grelha e instantes depois, levou em cheio do Venturo de Edoardo Mortara, causando primeiro o Safety Car, depois a bandeira vermelha, para tirar os carros da pista e limpar os destroços que ficaram espalhados no chão.  


A segunda partida começa depois de todos ficarem atrás do Safety Car, e mal regressou para as boxes, nova bandeira amarela por causa de Jake Dennis, piloto da BMW que ao tentar não bater na traseira de Sebastien Buemi, acabou no muro, fazendo com que aparecesse a situação de Full Course Yellow. 

Cerca de dez minutos dentro da corrida, Vandoorne continuava na liderança, com Nyck de Vries no nono posto, fazendo dele campeão virtual na temporada. Mas o belga era pressionado por Oliver Rowland e Alexander Sims. Norman Nato foi o primeiro no Attack Mode, quando faltavam 32 minutos para o seu final. Sims também lá foi na volta seguinte, a seguir, os carros da DS Techeetah.

Com isto, Vandoorne tentou ir para o Attack Mode, mas sem conseguir. Com isso perdeu lugares para Nato, Rowland e Sims, com o francês na frente. Acabado o tempo no primeiro Attack Mode, Nato continuava na frente, com Sims logo a seguir fazer a sua segunda ativação do Attack Mode, para ver se conseguia ficar o mais na frente possivel. Atrás, Félix da Costa não conseguia chegar aos pontos. 

Com cerca de 24 minutos para o final, Sims atacava Rowland para ver se ficava com o segundo lugar, mas nada feito. Quem aproveitava bem era Norman Nato, que se afastava na liderança. Neste momento, De Vries era sexto e o campeonato era cada vez mais dele. 

Pouco depois, gente como Vergne, Felix da Costa, Sam Bird e Max Gunther recorriam ao segundo Attack Mode, sem grandes resultados. E a 15 minutos do final, novo candidato de fora: Félix da Costa no muro, empurrado por Lucas di Grassi quando este o tentou passar. Safety Car na pista por alguns minutos, a direção a penalizar o piloto da Audi pela sua manobra, e quando voltou, Norman Nato descobriu que estava a ser pressionado pelo resto do pelotão.


O francês aguentava os ataques, mas depois começou a afastar-se, ganhando terreno e ficando com a vitória. Atrás. Alex Sims aguentava uma grande quantidade de pilotos, no seu quarto posto, lutava com Lotterer pelo último lugar do pódio. Algumas peças voaram, mas as posições não mudaram. 

No final, Nato dava a vitória à Venturi, De Vries era oitavo e tornava-se campeão do mundo.       

domingo, 28 de fevereiro de 2021

Formula E: Mercedes revelou a causa do acidente de Mortara


A Mercedes anunciou a causa dos problemas que os seus carros tiveram no sábado de manhã, nos treinos livres da segunda prova de Ad Diriyah, da Formula E, que resultaram na sua não participação na qualificação e na consequente ausência de Edoardo Mortara mais tarde, na corrida. Tudo teve a ver com uma falha na eletrónica do sistema de travagem traseiro que levou a que o piloto suíço batesse forte e fosse levado para o hospital, para avaliar o seu estado de saúde.

"Devido a uma falha de travões no final do terceiro treino livre, um modelo do Mercedes-EQ Silver Arrow 02 sofreu um acidente significativo." começou por dizer a FIA no comunicado oficial.

"O sistema de travões perdeu a pressão do freio dianteiro e o sensor de pressão estava em zero. Ambos os sensores de curso do pedal do travão indicaram que o pedal foi totalmente pressionado pelo piloto."

A Mercedes resolveu fazer ajustes no software, do qual foi avaliado pela FIA, que visto terem sido feitas as devidas correções, deu luz verde para a participação de ambos os carros na prova.

"Foi um problema de software, posso confirmar isso agora. Com relação à correção, estamos confiantes de que podemos fazer um ajuste nesse software para alterar o parâmetro de forma eficaz e garantir que os carros estejam absolutamente seguros.", disse o seu diretor técnico.

Os carros acabaram por participar, mas no fundo da grelha, porque o problema só foi resolvido depois da qualificação e tiveram de esperar pela luz verde da FIA. Nyck De Vries conseguiu subir até ao nono posto, aproveitando os acidentes e as penalizaçoes para voltar a pontuar e sair de Ad Diriyah com o comando do campeonato, com 32 pontos. 

terça-feira, 16 de abril de 2019

Motociclismo: Venturi quer bater um recorde eletrico

A Venturi não anda só a construir carros, mas também ajuda noutros meios de transporte, neste caso em particular, para ver se bate um recorde de velocidade. Em duas rodas.

A Voxan, a marca do grupo Venturi, construiu um protótipo que pretende usar para um recorde de velocidade que vão tentar em 2020 no Salar de Uyuni, na Bolivia, com o italiano Max Biaggi ao volante. O objetivo é alcançar os 330 km/hora, e a acontecer, seria um novo recorde de velocidade em motos elétricas.

"Eu sempre adorei um desafio", começou por dizer Biaggi no e-racing365.com. “Quando meu amigo Gildo Pastor veio até mim com seu plano para o recorde mundial de velocidade terrestre e o Voxan Wattman, obviamente iria dizer sim. Gildo é especialista e pioneiro no campo da mobilidade elétrica. Sob seu ímpeto, a Venturi Automobiles estabeleceu vários recordes e marcou uma série de novidades no mundo.Estou orgulhoso de dar esse novo passo na minha carreira sob as cores do Voxan e do Venturi, com quem já comecei a trabalhar", continuou.

Os engenheiros e designers do departamento de pesquisa e desenvolvimento são movidos por um senso de determinação extremamente motivador. Pasando a marca de 330 km/hora com esta máquina "made in Monaco", irá fornecer ainda mais evidências da experiência do grupo neste campo", concluiu.

Conheço Max há 15 anos e compartilhamos os mesmos valores e paixões”, começou por comentar o presidente da Venturi, Gildo Pastor. “Hoje nos vemos reunidos em um projeto próximo a ambos os nossos corações, e um que nos aproxima um pouco mais. É uma honra confiar o Voxan Wattman a um piloto que deixou a sua marca na história das corridas de motos.Para participar dessa aventura ambiciosa e, talvez, escrever os nomes de Venturi e Voxan nos anais da história, era preciso ser Max!", continuou.

Alcançar 330 km/hora representa um enorme desafio para uma motocicleta nesta categoria, mas estou muito confiante. Minha fé na eletromobilidade de alto desempenho não diminuiu em 20 anos!”, concluiu.

domingo, 10 de março de 2019

Formula E: Bird venceu mais foi penalizado, Mortara herda vitória

A corrida numero 50 da história da Formula E foi um duelo entre Sam Bird e Andre Lotterer cujo climax foi alcançado na volta final, e onde acabou... mal. O piloto da Virgin acabou como vencedor, com o alemão da Techeetah a arrastar-se com um furo, e por causa disso, o britânico foi penalizado em cinco segundos, perdendo a vitória para o Venturi do italo-suíço Edoardo Mortara, que assim se tornou no primeiro vencedor da equipa monegasca. 

Quanto a António Félix da Costa, apesar de ter partido do fundo da grelha, recuperou o suficiente para chegar ao décimo lugar, o último pontuável, numa corrida onde se minoraram os prejuízos.

Depois de Stoffel Vandoorne ter surpreendido todos ao ser o "poleman", a corrida prometia ser interessante, num asfalto que tinha secado na sua maioria, e não haver chuva prevista para os 45 minutos que iria durar a corrida.

No momento da largada, Oliver Rowland superou o HWA de Stoffel Vandoorne, enquanto Sam Bird, que arrancou de sétimo, chegou rapidamente a segundo, para depois alcançar o comando depois do britanico da Nissan ter pressionado acidentalmente o botão de Full Course Yellow, começando a rodar lentamente. 

Atrás, a primeira situação de bandeiras vermelhas quando Felipe Nasr falhou a travagem para uma das curvas, arrastando os Mahindra de Pascal Wehrlein e Jerome D'Ambrosio. Todos acabaram por abandonar e o pelotão recolheu-se às boxes, enquanto se limpava a pista. No regresso à corrida, Lotterer atacou Bird para ficar com o primeiro posto, mas assim que o ultrapassou, o britânico assediou o alemão da Techeetah no sentido de recuperar o lugar.

Atrás, havia pilotos que ficavam pelo caminho devido a acidentes ou a problemas, com Sebastien Buemi ou Alexander Sims, da BMW. Este último devido a uma batida no muro de proteção, suficiente para uma das três entradas do Safety Car na prova.

Na parte final da prova, Bird tinha mais 4 por cento de energia que Lotterer, e o britânico andou ao ataque, até que no inicio da última volta, ambos tocaram, com o piloto alemão a sofrer um furo, e o britânico da Virgin a ficar com a liderança. No final, ele cortou a meta no primeiro posto, mas de imediato a manobra foi investigada pelos comissários, que acabaram por penalizar o piloto britânico com mais cinco segundos, que o fez cair para a sexta posição.

No final, Mortara deu à Venturi e a ele mesmo a sua primeira vitória na Formula E, com Di Grassi em segundo e o holandês Robin Frijns em terceiro, no seu Virgin. Daniel Abt foi quarto, na frente de Felipe Massa, também em Venturi.

Com este resultado, e apesar da penalização, Bird lidera o campeonato com 54 pontos, mais um que Jerome D'Ambrosio e mais dois que Lucas di Grassi e Edoardo Mortara. A Formula E prossegue dentro de duas semanas, na estância chinesa de Sanya. 

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Formula E: Wehrlein o melhor na qualificação mexicana

Pascal Wehrlein foi o melhor na qualificação mexicana, que aconteceu no final desta tarde no Autódromo Hermanos Rodriguez. O piloto da Mahindra foi melhor do que Lucas di Grassi e FElipe Massa na SuperPole, enquanto António Félix da Costa meteu o carro na Superpole e ficou com o terceiro posto na grelha.

Debaixo de calor no Autódromo Hermanos Rodriguez, máquinas e pilotos preparavam-se para uma qualificação debaixo de condições ideais para a corrida.

O primeiro grupo alinhava os primeiros da geral, e Felix da Costa, que tinha andado a fazer bons tempos nos treinos livres, ficou na frente deste grupo, pouco mais de quatro milésimos sobre Jean-Eric Vergne, da DS Techeetah. E as coisas ficaram na mesma no segundo grupo, até que no terceiro, Pascal Wehrlein, que tinha sido segundo em Santiago, conseguiu um tempo quatro décimos melhor que o piloto português.

Depois, no terceiro grupo, os carros começaram a ser mais velozes. Como os Nissan de Oliver Rowland e o de Sebastien Buemi, que conseguiram ser mais velozes, especialmente Rowland, que passou para o topo da tabela de tempos. Já Lucas di Grassi foi também melhor, conseguindo o terceiro melhor tempo, suficiente para deixar de fora Jean-Eric Vergne.

Para o quarto e último grupo, com a pista cada vez mais rápida, o primeiro a entrar foi Felipe Massa, que conseguiu o terceiro tempo provisório, mas a partir dali, nem Nelson Piquet Jr ou o Dragon de Felipe Nasr conseguiram melhorar os seus tempos. Aliás, o brasileiro da Jaguar cometeu um excesso que deitou tudo a perder para a Superpole.

E assim, Rowland, Wehrlein, Massa, Di Grassi, "Pechito" Lopez e Felix da Costa iam para a Superpole. Sam Bird não fez qualquer volta e acabou por largar no último posto.

O primeiro a largar foi o português da BMW, que escorrega um pouco na segunda curva, e faz 59,819, comprometendo a sua chance de conseguir a pole-position. Sebastien Buemi faz um pouco pior, com o suíço a fazer 130 centésimos pior que o português. Depois, Lucas Di Grassi conseguiu ser melhor com o seu Audi, 166 centésimos melhor. 

Depois, foi a vez de Felipe Massa que conseguiu ser 42 centésimos pior que o seu compatriota, ficando com o segundo lugar provisório. Mas Pascal Wehrlein faz 59,347 e fica com o primeiro posto. Oliver owland foi o último e cosneguiu o terceiro posto, entre Massa e Felix da Costa.

No final, quarto "poleman" em quatro provas diferentes, a mostrar o equilíbrio existente nesta competição nesta temporada. A corrida vai acontecer pelas dez da noite, horário de Lisboa.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Formula E: Massa ainda se adapta à competição

Duas corridas na nova temporada e Felipe Massa ainda não pontuou na Formula E. O piloto brasileiro da Venturi afirmou que a adaptação ao novo carro está a ser mais complicada que pensava ser. O melhor que conseguiu foi um 14º posto em Riyadh, na primeira prova do campeonato, e acredita que a adaptação está a ser mais demorada que o habitual por causa do carro e dos circuitos de rua.

Não é fácil. Há tantas coisas que você precisa mudar, especialmente quando você está acostumado a pilotar na Fórmula 1. Fiz alguns testes, acho que passo a passo estou entendendo como é o procedimento na Fórmula E", começou por dizer.

Há tantas áreas diferentes, especialmente, que nas corridas você precisa ter uma mente, mas na qualificação outra, pois só vai com mais potência por uma volta. Então, novamente, você tem tantas coisas diferentes. A pista, pistas de rua, muito estreita, baixa aderência, há muita coisa para aprender, mas espero que eu possa fazer as coisas da maneira certa”, concluiu.

A Formula E volta à ação no final do mês, em Santiago do Chile.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Formula E: Silvestro elogia carro da Gen2

A suíça Simona de Silvestro voltou a correr num carro da Formula E, e elogiou bastante a sua performance. A piloto suíça, que correu pela Andretti em 2015-16, e agora é piloto de desenvolvimento da Venturi, afirou que o carro da Gen2 "é um verdadeiro carro de corrida", depois de o experimentar nos testes da competição em Al Dihyrah, na Arábia Saudita, depois da primeira corrida da nova temporada da competição.

"A diferença é realmente muito grande", começou por dizer de Silvestro ao site e-racing365.

Eu pilotei na segunda temporada, que foi há três anos e para ver o quanto ela se desenvolveu neste tempo todo, é incrível. O carro parece muito semelhante a um carro de corrida real, enquanto que antes era muito difícil tentar entender como guiá-lo."

De Silvestro identificou as características de travagem, nomeadamente o "brake by wire" como as principais mudanças no novo hardware.

Acho que as maiores mudanças são nas travagens”, explicou. “Como o sistema é este ano é muito bom. É um bom passo na direção certa. Só ter mais poder ajuda, isso só deixa você mais entusiasmado quando você está por aí. Além disso, quando você faz uma boa volta e coisas assim é um pouco mais suave, parece um pouco mais normal”, concluiu.

A Formula E volta à ação na segunda semana de janeiro em Marrakesh.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Formula E: Massa e o desafio do falcão-peregrino

Que a Formula E gosta de se mostrar lado a lado com animais velozes, não é novidade. Se no ano passado, Jean-Eric Vergne esteve ao lado de uma chita na África do Sul para verm quem é o mais veloz, este ano, nas vésperas da primeira corrida da Formula E na Arábia Saudita, Felipe Massa decidiu levar o seu carro da Gen2 para as estradas sauditas para saber se é mais veloz que um falcão-peregrino, o mais veloz do planeta, voando a 320 km/hora.

Para que a coisa funcionasse, recorreu-se a algo infalível: uma isca no monolugar. 

Foi uma experiência incrível correr contra um dos animais mais rápidos do reino animal – não é algo que eu vou esquecer tão cedo. Eu gosto do fato de que essa ideia veio dos fãs, e a Formula E ouviu e aceitou esse desafio. A filmagem é muito especial e foi um privilégio participar. Estou ansioso para voltar a Ad Diriyah e começar a correr. Será a minha primeira corrida na Fórmula E e estou ansioso para voltar ao volante. Senti falta de corridas e esta série mostrou ser uma das mais competitivas do mercado”, disse Felipe Massa, no final da experiência e aproveitando para lançar a corrida deste final de semana.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Formula E: Simona de Silvestro piloto de testes da Venturi

Dois anos depois de ter passado pela Formula E, a suíça Simona de Silvestro está de volta à categoria, mas como piloto de testes da Venturi. A piloto suíça de 30 anos, que neste ano está na Supercar australiana, já andou a testar por várias vezes no simulador da marca, no Mónaco.

Apesar deste trabalho, a piloto descarta por agora o regresso à competição.

Eu sou muito grata a Susie [Wolff] e Gildo [Pastor, presidente da Venturi] por esta oportunidade de ser piloto de testes e é muito bom fazer parte da Fórmula E de novo. Estarei envolvida o máximo possível no trabalho de simulador e ajudando a equipa ao longo do ano, mas [neste monento] estou comprometida com a Supercar australiana”, comentou ao e365-recing.com

De Silvestro, com pssagens pela IndyCar, esteve na Formula E em duas temporadas pela Andretti Autosport. A sua melhor classificação foram dois nonos lugares em Long Beach e Berlim, em 2015-16.

terça-feira, 31 de julho de 2018

A situação atual da Formula E

A temporada da Formula E terminou há duas semanas, nas ruas de Nova Iorque, e só em dezembro, em paragens sauditas é que veremos em ação os novos carros, em mais uma nova temporada da competição. A temporada de 2018-19 terá mais uma nova equipa, a HWA, que na DTM alemã serve de equipa de fábrica da Mercedes, com a garantia que a Porsche poderá aparecer na temporada de 2019-20.

Primeiro que tudo, as certezas. Tudo indica que a Audi, Jaguar e a Techeetah irão manter a dupla de pilotos que encerrou a temporada passada. A equipa alemã terá Lucas di Grassi e Daniel Abt como dupla de pilotos, enquanto na Jaguar, Nelson Piquet Jr e o neozelandês Mitch Evans ficam por lá mais uma temporada e na equipa campeã do mundo de pilotos, Jean-Eric Vergne ficará a defender o título mundial ao lado de Andre Lotterer.

Quanto às incertezas, comecemos pela Venturi. Já se sabe que terá nova estrutura acionista, com a entrada de Susie Wolff, mulher de Toto Wolff, na equipa, e terá Felipe Massa como piloto. Isso faz com que haja uma segunda vaga que poderá ser disputada entre alguns dos pilotos que andam a rondar. A começar por Tom Dillmann, que correu em três provas, no lugar de Edoardo Mortara, por causa dos seus compromissos com o DTM, passando pelo próprio Mortara, e provavelmente algum dos experimentados da competição, como Stephane Sarrazin, por exemplo. E também o alemão Maro Engel pode estar nessas considerações.

A Renault vai ser subsistida pela Nissan na próxima temporada - na realidade, como fazem parte do mesmo grupo, tudo fica na mesma - e Sebastien Buemi irá manter-se na equipa. Mas não Nicolas Prost, que depois do seu pai ter "migrado" para a Formula 1, ficou um pouco orfão. Aliado a isso, a sua fraca campanha na competição fizeram com que saísse no final desta temporada. Mas ele procura por lugar, afirmando a sua experiência e veterania ao longo destes anos. Quanto ao lugar vago, nada se saber quem irá ficar com ele, mas se a Nissan tiver a oportunidade de ter Jean-Eric Vergne nos seus carros, seguramente não a vai desperdiçar.

Quem quer um piloto de primeira linha é a BMW. Depois de ter andado a aprender com a Andretti, agora vai ser a tempo inteiro, e anda a investir fundo em ter uma máquina preparada para competir com os melhores. Contudo, queriam um piloto forte para elevar a concorrência dentro da equipa, pois têm o português António Félix da Costa. Tentaram a sua sorte com Sam Bird, mas a Virgin largou a DS e vai ter os motores da Audi para a próxima temporada. E o inglês, terceiro classificado na temporada passada, quer tentar a sua sorte com estes motores porque acredita que tem uma chance para o título, algo do qual com a BMW, ainda não tem qualquer certeza, pois é tecnologia por testar.

Na Mahindra, ambos os pilotos poderão sair. Nick Heidfeld decidiu abandonar a Formula E, aos 41 anos de idade, e Felix Rosenqvist poderá não iniciar a próxima temporada porque a Chip Ganassi o quer num dos seus carros na IndyCar em 2019, e isso é incompatível com o calendário da Formula E. Assim, caso seja verdadeiro, a Mahindra - que mostrou ter um bom carro - torna-se num lugar apetecível para todos os aspirantes a correr na Formula E. E claro, candidatos não faltarão.

Falta ainda saber quem ficarão na Dragon Racing. José Maria Lopez e Jerome D'Ambrosio são dois bons pilotos, e certamente teriam lugar no mercado, mas ainda não existem certezas sobre se continuarão na Formula E. Aliás, o argentino foi chamado à Dragon depois da jornada dupla de Hong Kong, quando suíço Neel Jani saiu da equipa.

O defeso ainda está no inicio, mas são muitas as vagas por preencher, os lugares por confirmar. Nas próximas semanas e meses, ver-se-á como se comporá o pelotão da Formula E numa temporada em que teremos uma máquina nova e as corridas serão diferentes do habitual.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Formula E: Susie Wolff será acionista da Venturi

Susie Wolff foi esta terça-feira anunciada como accionista da Venturi para a Formula E. A ex-piloto de 36 anos vai participar no esforço da equipa para a próxima temporada, que irá ter Felipe Massa como piloto e o novo carro da Gen2. Para a mulher de Toto Wolff, este é um desafio diferente, do qual planeava estar desde há algum tempo.

Quando decidi parar como piloto profissional em 2015, sabia que queria continuar com o desafio das corridas competitivas, mas não atrás do volante. Você não pode simplesmente desligar seus instintos competitivos quando pára de competir e essa determinação e desejo de alcançar ainda queimam intensamente dentro de mim", começou por dizer.

Tomei tempo para decidir cuidadosamente a direção certa para esse desafio e agora encontrei o próximo passo perfeito, com a oportunidade de me tornar acionista e chefe de equipe da equipa na Venturi. Estou ansioso para trabalhar com Gildo [Gildo Pastor, o diretor da marca] que é reconhecido como um pioneiro em automóveis elétricos e que viu o potencial da série desde o início. Ele construiu uma equipa forte que conquistou seu lugar na Fórmula E e conta com muitas pessoas talentosas com quem estou animada para trabalhar.

A Fórmula E é o ambiente perfeito para essa etapa na direção de equiopa: cheia de potencial, quebrando o molde para as séries tradicionais de corrida, e ela está desfrutando de uma fase de expansão muito boa neste momento. Eu não posso esperar para começar este próximo capítulo na minha carreira de corridas e enfrentar todos os desafios à frente”, concluiu.

Do lado da direção, Gildo Pastor, o CEO da marca, está contente por a acolher e espera beneficiar do seu conhecimento para o crescimento da sua equipa na próxima temporada da Formula E.

"Estou muito feliz por dar as boas-vindas a Susie como diretora de equipa e acionista. Sua energia e conhecimento nos ajudarão a crescer fortalecendo a equipa e introduzindo uma nova abordagem à gestão", começou por dizer.

Graças à sua experiência pessoal, Susie tem uma visão estratégica única da equipe, do campeonato e do automobilismo em geral. Ela certamente levará a Venturi Formula E Team ao topo. Seu desejo de se tornar accionista ilustra um compromisso inabalável que aquece meu coração. A Venturi e a equipa de Fórmula E orgulham-se de recebê-la num momento chave da história do grupo”, concluiu.

A Venturi, com base em Monte Carlo, está na Formula E desde o seu inicio, e apenas alcançou três pódios, tendo como melhor resultado um sexto lugar no Mundial de Construtores, na temporada de 2015-16. Esta temporada, tem o alemão Maro Engel e o italiano Edoardo Mortara, com o francês Tom Dilmann como piloto na ronda de Paris, devido aos compromissos do piloto italiano na DTM. 

terça-feira, 15 de maio de 2018

Formula E: Massa assina pela Venturi

Felipe Massa e a Venturi anunciaram esta tarde um acordo de três temporadas para correrem juntos, a partir da próxima temporada. O brasileiro de 37 anos vai para a Formula E, depois de quinze temporadas na Formula 1, e meio ano depois de pendurar o capacete ao serviço da Williams.

"Estou muito feliz por me juntar ao Venturi Formula E Team e ao campeonato da Fórmula E, que se tornou uma competição magnífica em tão pouco tempo", começou por dizer Massa, no anuncio oficial.

"[Desde] há alguns anos, tenho claro interesse por esta disciplina inovadora e voltada para o futuro, que está se desenvolvendo exponencialmente. Eu gosto especialmente do formato das corridas, dos circuitos urbanos e do contato com os fãs", continuou.

"Mal posso esperar para participar dos testes no final do mês. [O presidente da Venturi] Gildo [Pastor] sempre esteve um passo à frente quando se trata de veículos elétricos de alto desempenho. A equipe está em uma fase de crescimento e desenvolvimento. Eu farei tudo o que puder para contribuir com o projeto e espero estar entre os primeiros", concluiu.

A chegada de Felipe Massa é o mais recente elo de uma longa cadeia de desenvolvimentos do Venturi, que começou com a colaboração com a HWA AG no final do ano passado. Massa andará a bordo do carro da Gen2 no final do mês, nos primeiros testes da marca.

É uma honra receber Felipe na família Venturi”, começou por dizer Gildo Pastor. “Eu precisava dele, de sua experiência, de sua velocidade e de sua abertura", continuou.

"A Formula E é extremamente complexa para montar e guiar. Ainda mais do que noutras disciplinas, o trabalho em equipa entre o piloto e os engenheiros é uma das chaves para o sucesso. Os 15 anos de experiência de Felipe na Fórmula 1 definitivamente nos darão um impulso. E com sua natureza humilde, eu sei que ele vai ouvir a equipe e dominar a disciplina rapidamente", concluiu.

Massa competiu na Formula 1 por 270 Grandes Prémios, correndo por Sauber, Ferrari e Williams. Ao longo da sua carreira, cujo máximo foi ter sido vice-campeão em 2008, alcançou onze vitórias, 41 pódios, 16 pole-positions e 15 voltas mais rápidas.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Formula E: HWA alia-se à Venturi e entre na próxima temporada

A HWA, equipa aliada à Mercedes, anunciou esta quarta-feira uma aliança com a Venturi para correr na Formula E a prtir da próxima temporada, quando tiverem disponíveis os carros da Gen2. A aliança foi anunciada perante Alejandro Agag, o presidente da Formula E, a poucos dias da ronda de Berlim do campeonato.

"A Fórmula E é uma disciplina totalmente nova no automobilismo, com uma competição extremamente difícil. É um desafio para o qual estamos muito felizes", começou por dizer Ulrich Fritz, CEO da HWA AG.

"A HWA AG é a equipa de maior sucesso na história da DTM. Nosso objetivo é continuar a história de sucesso da empresa na Fórmula E. Ao mesmo tempo, a Fórmula E, com seu conceito único, oferece uma perspectiva completamente nova sobre o futuro do automobilismo. A série é caracterizada pelo seu pioneirismo inovador e pela sua disposição em desenvolver novas formas de interagir com os fãs", continuou.

"As corridas urbanas, no coração de algumas das maiores e mais importantes cidades do mundo abrem muitas oportunidades para atrair um público totalmente novo e atraí-los para as corridas e para as tecnologias sustentáveis do futuro. Em combinação com a competição acirrada na pista, esta é a plataforma perfeita para demonstrar nossas principais competências em um palco global e nos medir contra as melhores equipas.", concluiu.

Já do lado da Formula E, Alejandro Agag saudou a aliança entre ambas as equipas e espera que com os carros da Gen2 e a chegada de marcas como a Mercedes a a Porsche, se eleve a competição. 

"A Fórmula E não só tem um visual novo e uma identidade visual única para a quinta temporada, mas também temos notícias empolgantes com uma nova equipa entrando no campeonato [com a] HWA AG", disse Fórmula. E fundador e CEO, Alejandro Agag.

"É recompensador ver um nome tão sinónimo de corrida se juntar à já impressionante e crescente lista de equipes e fabricantes que competem na Fórmula E. Eles têm um histórico comprovado noutras categorias e, com certeza, vão empurrar para replicar conquistas similares na Fórmula E, à medida que entramos em uma nova era de corridas totalmente elétricas."

"Fico feliz em receber a Ulrich e a HWA AG para a família da Fórmula E. Estou ansioso para vê-los na pista como uma equipe de clientes ainda este ano", concluiu.

Quem também anda feliz com a parceria é Gildo Pastor, o CEO da Venturi, que espera a experiência de ambas as marcas seja essencial para o desenvolvimento dos carros elétricos. 

"Estou muito feliz por contribuir para a chegada da HWA AG como equipa de Fórmula E, fornecendo-lhes nossos carros Gen2 da Venturi para a próxima temporada", começou por dizer Pastor. 

"Nossa parceria durante a atual temporada é uma vitória para ambas as organizações. Não tenho dúvida de que a experiência da Venturi Automobiles em veículos elétricos de alto desempenho será um ativo valioso para a HWA AG, que desejará adicionar um recorde já impressionante".

A HWA (iniciais do seu fundador, Hans-Werner Aufrecht, um dos fundadores da AMG), é uma preparadora que está no DTM com carros que este ano serão pilotados por Daniel Juncadella, Edoardo Mortara, Gary Pafett e Paul di Resta, entre outros. Aliás, um dos seus pilotos, Mortara, é piloto da Venturi nesta temporada de Formula E e será subsituido por Tom Dillmann devido aos seus compromissos com o DTM.

A Formula E continua a sua temporada este fim de semana na pista de Berlim. 

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Formula E: Mercedes e Venturi vão fazer parceria

A poucos dias do começo do campeonato da Formula E, a Venturi confirmou esta semana que estabeleceu uma parceria com a HWA AG, a estrutura tecnológica alemã que gere as operações da Mercedes no DTM. A HWA vai prestar apoio técnico à equipa monegasca a partir da nova época da competição, antecipando em um ano a entrada do construtor germânico no campeonato de carros elétricos.

O presidente da Venturi, Gildo Pallanca Pastor, falou assim da nova parceria ao sitio oficial da Formula E: "As minhas equipas no Mónaco, mais fortes do que nunca, estão a trabalhar de mãos dadas com a HWA".

Um dos pilotos da Venturi é o alemão Maro Engel, também ele ligado à Mercedes, que se mostrou optimista para a nova temporada.

"O monolugar está com melhores prestações do que no ano passado. Se conseguirmos evitar problemas de fiabilidade, esperamos ser capazes de pontuar em todas as corridas. Um pódio seria óptimo mas a equipa mereceria finalmente ter a sua primeira vitória", começou por dizer.

"Algumas pessoas-chave se juntaram à equipe, tendo Jacky Eeckeleart [como engenheiro chefe] é um forte impulso. A experiência das pessoas que se juntaram está mostrar na forma de como iremos encarar as corridas. Espero que isso se traduza muito rapidamente em resultados", concluiu.

Já o seu companheiro de equipa, o italiano Edoardo Mortara, espera que esta parceria faça evoluir a Venturi do sítio onde está, ele que correu para a marca no DTM.

"A HWA é uma grande empresa, com engenheiros muito bons e muita experiência", começou por dizer Mortara à Autosport. "Ter sua ajuda é algo muito bom. Eu posso ver que na Fórmula E, o nível é bastante alto, então, mais ajuda você pode obter melhores resultados. [O pessoal da HWA] está bastante envolvido no DTM e no GT, eu quase conheço todos eles. É claramente mais fácil quando você já conhece as pessoas", continuou.

A Venturi não teve uma grande temporada em 2016-17, quando não conseguiu mais do que 39 pontos e o nono posto no campeonato de Construtores, com um quinto lugar no Mónaco como melhor resultado, às mãos de Engel. Este ano, o alemão terá o italiano Edoardo Mortara como seu companheiro de equipa.

Quanto à Formula E, esta começa este fim de semana com a jornada dupla de Hong Kong.

sábado, 3 de junho de 2017

Formula E: Sarrazin na Techeetah, Dillmann na Venturi

A uma semana da ronda dupla de Berlim da Formula E, a competição sofreu alterações profundas no seu alinhamento. Por causa de Sebastien Bourdais, que sofreu um acidente nas 500 Milhas de Indianápolis e vai ficar fora da competição para o resto da temporada, Esteban Gutierrez será piloto da Dale Coyne durante o tempo de ausência do piloto francês. E na Techeetah, equipa onde alinhava o mexicano, ex-Haas, houve mudanças: Stéphane Sarrazin vai rumar à equipa nas seis corridas que faltam nesta temporada de Fórmula E, enquanto que para o seu lugar, irá outro francês, Tom Dillmann.

Para Gildo Pallanca Pastor, chefe de equipa da Venturi, a solução encontrada é a ideal: "É uma solução positiva para todos os envolvidos. Com a sua experiência, o Stéphane envolve-se com a Techeetah e, ao mesmo tempo, o Tom terá a oportunidade de ganhar mais experiência com a Venturi".

Dillmann, de 28 anos (nasceu a 6 de abril de 1989), foi o campeão da Formula V8 3.5 litros de 2016, e este ano tinha corrido na Extreme Motorsports, no Mundial de Endurance, num Ligier de LMP2. Na corrida de Paris, Dillmann deu-se bem, terminando na oitava posição.

Já Sarrazin, mais velho (nasceu a 2 de novembro de 1975), é - para além de correr na Toyota Gazoo Racing, do Mundial de Endurance, também um veterano na Formula E. Já conseguiu uma pole-position em Londres, em 2015, e tem como mehor resultado um segundo lugar na ronda de Long Beach, em 2016, sempre pela Venturi. E foi em 2016 que alcançou a sua melhor classificação, um sexto lugar, com 70 pontos. Esta temporada, tem apenas dois pontos, resultantes de dois décimos lugares, em Hong Kong e Paris.