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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Formula E: Hong Kong cai do calendário

Saiu hoje o calendário oficioso da Formula E, onde em catorze provas da competição, na temporada 2019-20, a grande novidade foi a saída de Hong Kong, devido à agitação politica na cidade-estado controlada pela China. No seu lugar aparecerá Marrakesh, que será realizada a 29 de fevereiro, e será a quinta prova do campeonato. 

Após cuidadosa consideração e após conversas com as principais partes interessadas, a Fórmula E e os organizadores do evento, [eles] concordaram em não competir em Hong Kong na sexta temporada. Todas as partes, incluindo o governo da região autónoma de Hong Kong, continuam comprometidas em continuar competindo na cidade no futuro, garantindo a excelência operacional de nossos eventos.”, afirmou um porta-voz da Formula E.

Para além da saída de Hong Kong, as entradas de Seul, Jakarta e Londres, numa jornada dupla serão as novidades no calendário. A prova de Ad Diryah, na Arábia Saudita, será dupla, no fim de semana de 22 e 23 de novembro e as únicas provas de 2019. E Londres também será uma jornada dupla, no fim de semana de 25 e 26 de julho.

Eis o calendário completo:

22-23 de novembro - Ad Dyriah (Arábia Saudita)
18 de janeiro - Santiago (Chile)
15 de fevereiro - Hermanos Rodriguez (México)
29 de fevereiro - Marrakesh (Marrocos)
21 de março - Sanya (China)
4 de abril - Roma (Itália)
18 de abril - França (Paris)
3 de maio - Seul (Coreia do Sul)
6 de junho - Jakarta (Indonésia)
21 de junho - Berlim (Alemanha)
11 de julho - Nova Iorque (EUA)
25-26 de julho - Londres (Reino Unido)

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Formula E: Hong Kong mantêm-se no calendário para 2020

Afinal de contas, Hong Kong poderá manter-se na Formula E para a próxima temporada. Em dúvida depois da passagem da competição em março, onde se chegou a dizer que seria a última vez que iria acontecer uma corrida por ali, afinal de contas, poderá prolongar-se por mais algum tempo, com um novo desenho e um novo contrato entre mãos.

Segundo conta o e-racing365.com, a organização local poderá ter chegado a um acordo com os promotores da Formula E, para continuar por mais algum tempo. Um novo desenho do atual circuito terá de ser feito, mas existem limites para o alargamento no local, que terá de ter um mínimo de 400 metros em relação ao circuito atual.

Quanto à data, fala-se que a corrida poderá acontecer a 1 de março de 2020, num "double stint" com uma localização algures na China, ou em Sanya, no sul, ou em Xian, no norte, embora esta localização, tão cedo no ano, poderá ser contra-producente em termos de boletim meteorológico. Foi por isso que o ePrix de Seoul, que também se estreará no calendário, irá acontecer em maio.

Um calendário provisório será mostrado esta semana na sede da FIA, antes da sua divulgação geral.   

segunda-feira, 18 de março de 2019

Youtube Electric Racing: O ePrix de Hong Kong na íntegra

Uma semana depois da corrida, e a poucos dias da prova de Sanya, que se estreará no calendário no próximo fim de semana, coloco aqui na íntegra o que foi o ePrix de Hong Kong, que provavelmente poderá rter sido a última vez que foi realizado, já que se fala da sua substituição pela prova de Seul, a capital sul-coreana, que se estreará na Formula E em 2020.

A corrida foi vencida inicialmente por Sam Bird, depois de um duelo com André Lotterer, mas uma ultrapassagem controversa na penúltima volta da corrida, pois causou um furo no Techeetah do piloto alemão. Com isso, foi penalizado em cinco segundos e isso fez com que caisse ao colo do Venturi de Edoardo Mortara, numa dupla estreia do piloto italo-suíço e da equipa com sede no Mónaco.

domingo, 10 de março de 2019

Formula E: Bird venceu mais foi penalizado, Mortara herda vitória

A corrida numero 50 da história da Formula E foi um duelo entre Sam Bird e Andre Lotterer cujo climax foi alcançado na volta final, e onde acabou... mal. O piloto da Virgin acabou como vencedor, com o alemão da Techeetah a arrastar-se com um furo, e por causa disso, o britânico foi penalizado em cinco segundos, perdendo a vitória para o Venturi do italo-suíço Edoardo Mortara, que assim se tornou no primeiro vencedor da equipa monegasca. 

Quanto a António Félix da Costa, apesar de ter partido do fundo da grelha, recuperou o suficiente para chegar ao décimo lugar, o último pontuável, numa corrida onde se minoraram os prejuízos.

Depois de Stoffel Vandoorne ter surpreendido todos ao ser o "poleman", a corrida prometia ser interessante, num asfalto que tinha secado na sua maioria, e não haver chuva prevista para os 45 minutos que iria durar a corrida.

No momento da largada, Oliver Rowland superou o HWA de Stoffel Vandoorne, enquanto Sam Bird, que arrancou de sétimo, chegou rapidamente a segundo, para depois alcançar o comando depois do britanico da Nissan ter pressionado acidentalmente o botão de Full Course Yellow, começando a rodar lentamente. 

Atrás, a primeira situação de bandeiras vermelhas quando Felipe Nasr falhou a travagem para uma das curvas, arrastando os Mahindra de Pascal Wehrlein e Jerome D'Ambrosio. Todos acabaram por abandonar e o pelotão recolheu-se às boxes, enquanto se limpava a pista. No regresso à corrida, Lotterer atacou Bird para ficar com o primeiro posto, mas assim que o ultrapassou, o britânico assediou o alemão da Techeetah no sentido de recuperar o lugar.

Atrás, havia pilotos que ficavam pelo caminho devido a acidentes ou a problemas, com Sebastien Buemi ou Alexander Sims, da BMW. Este último devido a uma batida no muro de proteção, suficiente para uma das três entradas do Safety Car na prova.

Na parte final da prova, Bird tinha mais 4 por cento de energia que Lotterer, e o britânico andou ao ataque, até que no inicio da última volta, ambos tocaram, com o piloto alemão a sofrer um furo, e o britânico da Virgin a ficar com a liderança. No final, ele cortou a meta no primeiro posto, mas de imediato a manobra foi investigada pelos comissários, que acabaram por penalizar o piloto britânico com mais cinco segundos, que o fez cair para a sexta posição.

No final, Mortara deu à Venturi e a ele mesmo a sua primeira vitória na Formula E, com Di Grassi em segundo e o holandês Robin Frijns em terceiro, no seu Virgin. Daniel Abt foi quarto, na frente de Felipe Massa, também em Venturi.

Com este resultado, e apesar da penalização, Bird lidera o campeonato com 54 pontos, mais um que Jerome D'Ambrosio e mais dois que Lucas di Grassi e Edoardo Mortara. A Formula E prossegue dentro de duas semanas, na estância chinesa de Sanya. 

Formula E: Vandoorne foi o poleman em Hong Kong

Estreante este ano, a HWA conseguiu a sua primeira pole-position da carreira graças ao belga Stoffel Vandroorne. Ele conseguiu ser melhor que o Nissan de Oliver Rowland, numa qualificação marcada pelas difíceis condições atmosféricas. António Félix da Costa nunca conseguiu adaptar-se às condições de Hong Kong e partiu da penultima linnha da grelha de partida, na 20ª posição.

Esta era a corrida numero 50 da história da Formula E, e muitos estavam convencidos que esta poderia ser a primeira debaixo de chuva. A pisa estava molhada, apesar de ter parado de chover quando começou a qualificação. Logo no primeiro grupo, os Mahindra e o BMW de António Félix da Costa tiveram dificuldades em colocar a potência no chão e acabaram com os piores tempos, todos na casa do 1.14. En contraste, Lucas di Grassi e Sam Bird deram-se bem e fizeram respectivamente, 1.12,321 e 1.12,539. 

No grupo 2, houve mais evaporação, e os carros começaram a andar melhor. Com André Lotterer, Robin Frijns, Jean-Éric Vergne, Mitch Evans e Edoardo Mortara nesse grupo, o suíço da Venturi foi o primeiro a fazer um bom tempo, com 1.12,156. Todos os outros rodaram melhor, mesmo Vergne, que bateu no muro depois de completar a sua volta, o que obrigou à amostragem da bandeira vermelha, para limpar a pista de destroços.

Depois de limpa a pista, apareceu o Grupo 3, com Daniel Abt, Alexander Sims, Sébastien Buemi, Oliver Rowland, Oliver Turvey e Felipe Massa. O brasileiro da Venturi foi o primeiro a entrar, conseguindo um tempo que acabou por ficar com o sétimo melhor. Rowland foi agressivo na sua volta e obteve 1.12,140, suficiente para entrar na SuperPole. Sebstien Buemi, em contraste, ficou com o sexto melhor tempo e não passou para a fase final.

No quarto grupo, com José María López, Nelsinho Piquet, Tom Dillmann, Gary Paffett, Stoffel Vandoorne e Felipe Nasr, os HWA vieram para marcar posição... e conseguiram. Primeiro Paffett, depois Vandoorne, ambos conseguiram tempos para entrar na SuperPole. Ninguém mais conseguiu tempo para ameaçar os da frente, e quem passou para a parte final foram Vandoorne, Paffett, Rowland, Mortara, Lotterer e Di Grassi.

Na SuperPole, que se atrasou em cinco minutos devido à chuva, os carros sairam com dificuldade em se agarrar na pista. Di Grassi quase bateu no muro, mas conseguiu evitar o pior. Isso foi aproveitado pelo belga para marcar 1.11,580, e fazer a sua primeira pole da sua carreira na Formula E, com Rowland a seu lado. Edoardo Mortara, no seu Venturi, fez o terceiro melhor tempo, mas acabou por ser penalizado por ter acelerado debaixo de bandeira vermelha, caindo da terceira para a sexta posição da grelha de partida.

A corrida decorrerá mais tarde em Hong Kong, às oito da manhã, hora de Lisboa.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Formula E: Felix da Costa quer continuar com os bons resultados em Hong Kong

Em fim de semana da quinta etapa da Formula E, e a primeira em terras asiáticas, em Hong Kong, para aquela que vai ser a 50ª corrida da história da competição elétrica, António Félix da Costa está apostado em continuar a onda de bons resultados, ao volante do monolugar da BMW I Andretti Motorsport. O piloto de Cascais, atual segundo classificado da competição, pretende continuar a marcar bons pontos, pois a regularidade é sem dúvida a chave deste campeonato bem competitivo.

"Apesar do excelente resultado na corrida do México, a equipa identificou algumas áreas a trabalhar e nesse sentido acredito que vamos estar mais coesos ainda aqui em Hong Kong. Temos como sempre a lição bem estudada, agora é garantir que não cometemos erros e estou certo que temos as armas para ser bem sucedidos este fim-de-semana aqui em Hong Kong. Quero sobretudo marcar bons pontos, já se percebeu que a regularidade é a chave deste campeonato, portanto como fiz no México, sem correr riscos e maximizar ao máximo o resultado para trazer bons pontos para casa e continuarmos nos lugares da frente do campeonato.", comentou.

Um circuito pequeno, com 1860 metros e dez curvas, conta como pano de fundo local sítios como o International Finance Centre, o Hong Kong Observation Wheel e o Hong Kong City Hall, edificios importantes na paisagem da cidade-estado asiática, às portas da China Continental.

Ao contrário do normal, a corrida será disputada Domingo pelas oito da manhã, com os habituais 45 minutos mais uma volta de duração.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Formula E: Futuro da corrida de Hong Kong em díúvida

Se as corridas da Formula E na Ásia até estão a ser populares, com a noticia de uma prova em Seul a partir do ano que vêm, noutros locais, a presença dessa competição poderá estar em dúvida. A organização está a negociar com os promotores do ePrémio de Hong Kong o prolongamento do contrato que acaba nesta temporada, mas estas negociações parecem não estar a correr como previsto, devido à viabilidade do negócio.

"Nosso promotor local na China, que é Enova, agora propriedade da Yungfeng, decide onde as corridas acontecem dentro de certos parâmetros no território chinês", começou por dizer o presidente da Fórmula E, Alejandro Agag, ao e-racing365.

"Temos Sanya nesta temporada e também estamos procurando outra corrida no continente. Eles [Enova] gostam de Hong Kong e nós também gostamos, mas é muito caro estar lá. Então, há outras opções e também chances de ficar em Hong Kong. Estamos no meio das discussões, então é muito cedo para dizer.", concluiu o promotor.

A Enova recebeu um investimento significativo da Yungfeng Capital em dezembro de 2017 e continua a ser o promotor regional e parceiro da Fórmula E na Ásia. Quanto à prova em si, este ano terá menos uma bancada, cortando em seis mil os lugares disponíveis. Contudo, a organização espera que estes estejam cheios no fim de semana da corrida. 

O ePrémio de Hong Kong, que é realizado desde 2016, vai acontecer a 10 de março, duas semanas antes da caravana da Formula E viajar para a estância balnear de Sanya, a 23 de março, estrando-se nas ruas da urbe chinesa.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Youtube Motosport Demonstration: Roborace, ano dois

As máquinas da Roborace continuam a ser desenvolvidas, à medida que se aproxima da sua primeira corrida. E ontem, eles colocaram um video sobre um duelo entre homem e máquina. Neste caso... entre mulher e máquina. Nikki Shields é jornalista e entusiasta da Formula E e foi desafiada a fazer algumas voltas a bordo do DevBot, para ver se é mais veloz do que o "software" que vai ser instalado no carro para fazer as voltas.

O resultado final? Vejam só.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Formula E: Audi decidiu não recorrer da decisão

A Audi decidiu não recorrer da decisão da desclassificação de Daniel Abt na segunda corrida de Hong Kong. Apesar de tudo, a marca alemã reitera que não ganhou vantagem com o erro e que todas as peças estavam de acordo com o regulamento. 

No comunicado para a imprensa, a equipa afirmou que voltou atrás com a decisão, baseando-se nos regulamentos: "Nós tiramos um tempo para rever cuidadosamente todos os documentos e processos”, começou por dizer Allan McNish, o chefe da equipa. “Nós não ganhamos nenhuma vantagem como resultado do erro administrativo e todas as peças cumpriam totalmente a homologação e o regulamento técnico vigente”, continuou.

Ainda assim, aceitamos a decisão da FIA e apoiamos totalmente os regulamentos do passaporte técnico. A nossa equipa cometeu um pequeno erro com grandes consequências e isso, infelizmente, privou Daniel de sua muito merecida vitória, pelo que só podemos nos desculpar. Tenho certeza de que o veremos no pódio outra vez em breve”, concluiu.

Recorde-se que o carro de Abt foi desclassificado depois de a inspeção técnica feita após a prova ter apontado que o Audi do piloto alemão estava com um código de barras inválido no inversor e no motor de recuperação de energia - ou seja, o material que estava no carro do piloto alemão não correspondia ao que foi apresentado na inspeção da FIA. Por causa disso, Abt foi desclassificado, tendo a vitória sido atribuída ao sueco Felix Rosenqvist, da Mahindra. 

domingo, 3 de dezembro de 2017

Formula E: Félix da Costa queixa-se de problemas informáticos

O fim de semana de António Félix da Costa foi relativamente bom, mas ele lamentou não ter conseguido melhores resultados devido aos problemas que teve nas boxes. Se na primeira corrida, até conseguiu um digno sexto lugar, na segunda, as suas chances de pódio terminaram quando teve problemas graves com o outro carro, que o fizeram perder dez lugares, caindo de quarto para o 14º posto, acabando por subir até ao 11º lugar, ficando de fora da zona de pontos. 

Nesse campo, só poderia lamentar a sua sorte: "De facto as coisas na box este fim-de-semana não correram bem, ontem perdi oito segundos e na corrida de hoje foram cerca de vinte, devido a um problema eléctrico que não me permitiu sair da box", começou por afirmar. "Se queremos lutar por pódios e pelos lugares da frente não podemos cometer este tipo de erros", lamentou. 

"Hoje perdi uma excelente oportunidade de lutar por um pódio, e se por um lado estou decepcionado com isso por outro saio de Hong Kong contente com a nossa performance em pista, mostrámos que todo o trabalho de preparação deu frutos e mesmo sabendo que não temos o melhor carro da grelha, sabemos que temos um carro equilibrado, que nos permite olhar com optimismo para as próximas corridas", referiu.

Com este resultado, Félix da Costa sai de Hong Kong com oito pontos e o nono posto do campeonato, com a competição a voltar à ação no próximo dia 13 de janeiro em Marrakesh, em Marrocos, para a terceira prova do campeonato, e a primeira em jornada única.

Formula E: Abt desclassificado, Rosenqvist vencedor

A segunda corrida da Formula E em Hong Kong terminou em polémica. Na pista, Daniel Abt terminou como vencedor da segunda corrida em Hong Kong, mas nas verificações técnicas, os comissários técnicos afirmam que houve mexidas no seu carro em área proibida e logo, foi desclassificado. Com isso, o sueco Felix Rosenqvist, da Mahindra, acabou declarado como o vencedor, com Edoardo Mortara, da Venturi, e Mitch Evans, da Jaguar, a acompanhá-lo no pódio.

António Félix da Costa teve uma paragem nas boxes para esquecer, quando ia a caminho de um eventual pódio. A troca de carros foi um desastre e acabou fora dos pontos, no 11ª posto.

A corrida começou atrás do Safety Car na primeira volta, para depois ter recolhido para que este pudesse começar. Rosenqvist ficou na frente até à travagem para a primeira curva... onde perdeu o controle do seu carro e despistou-se, perdendo a liderança para Mortara. Ainda bateu no carro de Nelson Piquet para voltar à pista, no sétimo posto. O sueco começou a recuperar posições, passando Fillipi de forma musculada para ser sexto.

Na sua frente, Félix da Costa passou Alex Lynn para ser quarto classificado no final da volta quatro, enquanto que Mortara tentava afastar-se de Abt. As coisas andaram assim calmas na frente até à altura em que trocaram de carros. Ali, as coisas correram bem aos da frente... excepto Félix da Costa, cuja paragm tinha sido um desastre, caindo de quarto para 14º. Nessa altura, Di Grassi ficava parado no meio da pista por causa de problemas com o seu carro.

No regresso, Mortara estava a ser pressionado por Rosenqvist, que tinha feito uma boa paragem e já era segundo. Abt era o terceiro, mas o alemão conseguiu passá-lo para segundo, e quando o fez, o italiano já tinha uma vantagem considerável. Ele pensava que seria o vencedor, mas a três voltas do fim, perdeu o controle da sua traseira e entregou a vitória de bandeja para Abt, que assim iria para a sua primeira vitória na Formula E, que iria alcançar depois de 35 Grandes Prémios de Formula E.

Contudo, apesar de comemorar a vitória ao lado de Rosenqvist e Mortara, depois, nas verificações técnicas, descobriu-se que as partes seladas pela FIA tinham sido removidas (dizendo melhor, teriam diferentes códigos de barras) e os comissários acabaram por desqualificá-lo. Contudo, a Audi decidiu apelar da decisão, logo, este resultado está suspenso. 

Na geral, Bird é o líder do campeonato, com 35 pontos, seguido por Vergne, com 33 e Rosenqvist, com 29. A Formula E volta à competição no mês que vêm, a 13 de janeiro, em paragens marroquinas.

Formula E: Rosenqvist faz a pole para a segunda corrida em Hong Kong

O sueco Felix Rosenqvist, da Mahindra, foi o piloto mais veloz na sessão de qualificação da segunda corrida de Hong Kong, superando o neozelandês Mitch Evans, da Jaguar, e o italiano Edoardo Mortara, da Venturi. Quanto a António Félix da Costa, o piloto português da Andretti mostrou consistência e terminou no sétimo posto da grelha de partida, que será sexto com a penalização de Sam Bird em dez posições devido aos eventos da corrida anterior, aquando do incidente nas boxes.

No Grupo 1, Com André Lotterer, Oliver Turvey, Lucas di Grassi, Jerome D'Ambrosio e Neel Jani, o primeiro tempo foi marcado por Jani, mas depois, Turvey faz 1.03,092, com Di Grassi a seguir, com 1.03,346. Lotterer era o terceiro, com 1.03,845.

A seguir, veio o grupo constituido por Sebastien Buemi, o Jaguar de Mitch Evans, o Venturi de Maro Engel, o Mahindra de Felix Rosenqvist e o Andretti de Kamui Kobayashi. Rosenqvist fez um tempo que atormentou toda a gente, baicando do um minuto e três segundos (1.02,878), antes de Mitch Evans fazer melhor, com 1.02,577, praticamente deixando todos do grupo anterior sem hipóteses para a Superpole. Buemi tentou fazer um tempo decente, mas não conseguiu, ficando a mais 2,6 segundos do melhor tempo. E quando tentou de novo... tocou no muro. E claro, também ficou de fora da luta pela Superpole.

Depois veio a vez do Grupo 3, com o segundo Andretti de António Félix da Costa, o outro Venturi de Edoardo Mortara, o DS Virgin de Alex Lynn, o e.dams de Nicolas Prost e Luca Filippi, da NIO. Prost é o primeiro a marcar um tempo relevante, com 1.03,418, o que lhe dava o sexto tempo provisório, mas Fillipi e Lynn fizeram melhor, com o piloto da DS Virgin a fazer 1.02,929, terceiro tempo provisório. Félix da Costa ficou logo atrás, com 1.02,979. Nos instantes finais, Mortara conseguiu 1.02,870, para ser segundo classificado em termos provisórios.

No último grupo da primeira fase da qualificação, estavam Sam Bird, o vencedor da primeira corrida, o Techhtah de Jean-Eric Vergne, o Mahindra de Nick Heidfeld, o Jaguar de Nelson Piquet Jr e Daniel Abt, no seu Audi. Os cinco primeiros da corrida anterior.

Sendo o grupo teoricamente mais forte, era provável que ficassem com os lugares da frente. Abt faz 1.02,703 para ser o segundo, enquanto que Bird fazia 1.02,897, para ser o quinto, e ainda entrar na Superpole, ao lado do já citado Abt, de Mortara, Evans e Rosenqvist.

Com os pilotos prontos para a Superpole, a ordem de saída era decrescente em relação aos tempos feitos na primeira parte da qualificação. Bird foi o primeiro a partir para a pista, seguido por Rosenqvist. O inglês fez 1.03,109, e o sueco marcou depois 1.02,836. Mortara conseguiu apenas 1.03,108, um milésimo de segundo na frente de Bird, e Abt fez pior: 1.03,715.E Evans andou perto, mas não foi o suficiente, quando fez 1.02,890. Mas dez o suficiente para o largar ao lado de Rosenqvist na grelha de partida para a segunda corrida do fim de semana em terras asiáticas.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Formula E: Felix da Costa feliz pelo resultado em Hong Kong

António Félix da Costa começou bem o fim de semana dupla em Hong Kong. O piloto da Andretti Autosport conseguiu um meritório sexto posto no final da primeira corrida nas ruas da cidade asiática, depois de partir do oitavo posto da grelha de partida, numa prestação que poderia ter sido melhor, se não fosse um problema nas boxes que o impediu de chegar ao quarto lugar.

Depois de ter feito uma boa qualificação, ficando em oitavo, à frente de Sebastien Buemi, por exemplo, a sua corrida começou com ele a ganhar uma posição, para depois a perder para o piloto suíço da e.dams. Depois andou a corrida a gerir a energia das suas baterias, e parecia que poderia sair bem na troca de carros nas boxes, quando cometeu um erro que o fez perder oito segundos, caindo para o oitavo lugar.

Contudo, a gestão da energia do seu carro correu melhor e na parte final, aumentou o ritmo, passando Felix Rosenqvist para ser sétimo, e depois, beneficiando da penalização de Maro Engel para ficar com o sexto posto final. Uma prestação bastante superior a do seu companheiro de equipa, Kamui Kobayashi, que foi apenas 15º, fora dos pontos.

No final, Félix da Costa comemorou o resultado, pois considerou que o dia foi “muito positivo, principalmente tendo em conta que nesta fase não dispomos de um carro ao nível dos mais fortes", começou por comemorar, numa mensagem que deixou nas redes sociais. 

"Obviamente ambicionámos sempre estar nos lugares da frente, mas honestamente terminar nos pontos era o nosso objectivo realista e fizemos muito mais que isso, não só em qualificação como em corrida. Penso que a estratégia de parar tarde na corrida foi boa, mas essa paragem nas boxes não foi perfeita e perdemos uns segundos preciosos, caso contrário poderíamos até ter lutado pelo quarto lugar. De qualquer forma é um inicio motivador e amanhã quero manter este nível e trazer mais pontos para casa”, disse. 

A segunda corrida vai acontecer na próxima madrugada.

Formula E: Bird vence primeira corrida em Hong Kong

Sam Bird foi o primeiro vencedor da nova temporada da Formula E, que acontece neste fim de semana em Hong Kong. O piloto britânico da DS Virgin, contudo, teve uma corrida atribulada por causa de um incidente que o fez penalizar, mas que recuperou o suficiente para alcançar o lugar mais alto do pódio. Lucas di Grassi e Sebastien Buemi, os dois primeiros classificados, tiveram problemas e ficaram fora dos pontos, enquanto que António Félix da Costa foi sexto classificado, dando os primeiros pontos do ano para a Andretti Autosport.

A corrida começou com Vergne a aguentar a liderança, apesar das investidas de Felix Rosenqvist para o passar na primeira curva. Oliver Turvey, que partia de sétimo, conseguiu subir até ao terceiro posto, graças a um bom arranque. Mas na segunda chicane, um incidente colocou André Lotterer contra a parede e bloqueou o fundo do pelotão, obrigando à amostragem das bandeiras vermelhas para tirar os carros dali.

Depois de desbloqueada a pista, a corrida regressou na volta três, com mais tensão entre os dois candidatos ao título, que se "esfregaram" um no outro no gancho. Pouco depois, Di Grassi levou outro toque, mas de Daniel Abt, e acabou por trocar de carro mais cedo do que pensava. 

As coisas andavam calmas até à volta 20, quando Bird conseguiu efetuar uma manobra para passar Vergne na travagem para uma das curvas, ficando com a liderança da corrida. Bird continuou assim até à altura em que foi às boxes para trocar de carro... e falhar a entrada, chegando até a atropelar um dos mecânicos. No final, a organização acabou por penalizar Bird com uma passagem pelas boxes. Nessa altura, tinha mais de sete segundos de vantagem sobre Vergne, e quando voltou... ainda era o líder da corrida, só que desta vez, com Vergne a respirar na sua traseira. E atrás deles estava o Mahindra de Nick Heidfeld.

Na volta 31, Vergne falhou a travagem para a segunda chicane, e Hedifeld tentou passá-lo, sem sucesso. Mas isso fez com que Bird conseguisse uma vantagem maior, mais decisiva, sobre os seus perseguidores. E foi assim até à meta, com Vergne e Heidfeld a acompanhá-lo no pódio. Nelson Piquet Jr foi o quarto, na frente de Daniel Abt e António Félix da Costa, que passou Felix Rosenqvist na parte final da corrida. Maro Engel, o piloto da Venturi, tinha acabado em quarto, mas foi penalizado, acabando fora dos pontos.

Na geral, Bird lidera com 25 pontos contra os 21 de Vergne e os 15 de Heidfeld. A segunda corrida do fim de semana de Hong Kong acontece na manhã deste domingo.

Formula E: Vergne foi o melhor na qualificação

O francês Jean-Eric Vergne, da Techeetah, foi o melhor na primeira qualificação do ePrix de Hong Kong. O piloto da  conseguiu ser o melhor sobre  na SuperPole da primeira corrida do fim de semana na cidade asiática, num tempo que teve... um atribulado final, pois acabou em marcha-atrás. Vergne bateu Sam Bird, no DS Virgin, e Nick Heidfeld, no seu Mahindra. Quando a António Félix da Costa, o piloto português da Andretti irá arrancar do oitavo posto da grelha.

A nova temporada está a mostrar coisas novas em termos de pilotos e carros, que melhoram de um ano para o outro. Com a entrada de novos construores no horizonte, como a Mercedes e a Porsche, a Formula E está a tornar-se numa série apetecível. Depois de duas sessões de treinos livres, de meia hora cada um, logo de manhã, a qualificação apareceu por volta da onze da manhã.

Logo no primeiro grupo, as hostilidades abriam com o Venturi de Edoardo Mortara e Maro Engel, o e.dams de Sebastien Buemi, o Techeetah de André Lotterer, e o DS Virgin de Alex Lynn. Buemi foi rápido em marcar os seus primeiros tempos, fazendo 1.03,966, não muito longe do Techeetah de Lotterer. Pior ficou Mortara, que bateu e fez um tempo que ficou quase nove segundos do melhor, garantindo um lugar... na última fila. 

No Grupo 2 estavam o segundo DS Virgin de Sam Bird, o Jaguar de Mitch Evans, os Andretti de Kamui Kobayashi e António Félix da Costa e o NIO Nexev de Luca Filippi. Félix da Costa fez um tempo decente, mas foi superado nos momentos finais por Sam Bird, que fez 1.03,276, mais seis décimos do que o piloto português. Contudo, este último tinha o segundo melhor tempo, enquanto faltavam mais três grupos para completar a qualificação. Evans também não conseguiu fazer tempo e irá acabar no fundo da grelha.

Para o Grupo 3, tinham sido destacados o segundo Jaguar de Nelson Piquet Jr, o segundo Dragon de Neel Jani, os Mahindra de Felix Rosenqvist e Nick Heidfeld, e o Techeetah de Jean-Eric Vergne. Piquet começou por andar bem e fazer bons tempos, mas Rosenqvist foi melhor, marcando 1.03,466, conseguindo o segundo tempo provisório, antes de Jean-Eric Vergne fazer melhor, com 1.03,403, ficando com o segundo tempo da sessão naquele momento. No final da sessão, foi Nick Heidfeld, no seu Mahindra, que acabou a superar Vergne e Rosenqvist, com 1.03,350.

Para finalizar, no Grupo 4 estavam os Audi de Lucas di Di Grassi, o campeão, mais o seu companheiro de equipa, Daniel Abt, o carro de Jerôme D'Ambrosio, o e-dams de Nicolas Prost e o segundo NIO de Oliver Turvey. Era por aqui que estavam concentrados os nomes mais interessantes para definir o quadro dos que iam para a Superpole... pelo menos, no papel.

Contudo, Nico Prost bate no muro na curva 5 quando tenta uma volta rápida e a sessão acaba por ser interrompida, para retirar os destroços do seu carro. Como seria de esperar, a sua qualificação acaba por ali, e ainda prejudicou o tempo de Jerome D'Ambrosio por causa do cartaz arrancado durante o embate com o muro!

Depois de alguns minutos para limpar a pista, os sobreviventes arrancaram para nova sessão, com três minutos para marcar tempo. No final, os Audi ficaram com o quinto e sexto tempos, mas foi Abt que foi melhor do que Di Grassi! Oliver Turvey ficou logo atrás, no sétimo posto, mas era o alemão da Audi que ficava com o último lugar disponível para a Superpole.

Assim sendo, na parte final da qualificação estavam os dois Mahindra de Rosenqvist e Heidfeld, o Audi de Abt, o Virgin de Bird e o Techeetah de Vergne. E todos teriam direito a uma volta rápida, de cada vez. E piloto da Audi foi o primeiro a marcar tempo, com 1.03,724, para a seguir, Rosenqvist conseguir algo quase um segundo mais lento do que o piloto alemão. Tudo isso depois de travar demasiado e falhar a curva.

Quando foi a vez de Vergne, este fez 1.03,540 e ficou com o melhor tempo... para depois bater no muro! Isso deixou para Heidfeld tentar bater esse tempo e tentar a sua sorte na luta pela pole-position. O alemão falha essa parte por 29 centésimos de segundo, e Bird bate-o, mas insuficiente para deslojar Vergne de ser o primeiro poleman da temporada, em Hong Kong, e dando o primeiro lugar da grelha para a Techeetah... apesar do atribulado final.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

A minha participação no Fim do Grid

De vez em quando, lá sou convidado para participar em podcasts sobre automobilismo. E pela segunda vez, fui convidado pelo podcast "Fim do Grid", lá do Japão (!), onde comentei sobre a corrida de Formula E em Hong Kong.

É o programa numer 72, dura pouco mais de uma hora, mas podem ouvir as minhas impressões sobre a corrida, a competição, e o futuro do carro elétrico.

Para ouvir tudo, basta clicar aqui

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Youtube Motorsport Racing: A corrida da Formula E em Hong Kong

A Formula E começou este domingo a sua terceira temporada, nas ruas de Hong Kong. A vitóiria pertenceu a Sebastien Buemi, que começou esta temporada a vencer, fazendo subir o seu recorde de vitórias na competição para sete, divididas nas três temporadas em que já participou. A seguir, ficou o seu rival, Lucas di Grassi, e o alemão Nick Heidfeld, com António Félix da Costa a ser quinto classificado.

Fica aqui, na integra, a corrida de Hong Kong. Se acharem esquisita a língua que estão a falar... sim, parece chinês, mas é cantonês, porque o canal de TV é de Hong Kong. Mas o que interessa é ver a corrida para os que não viram em direto.  

domingo, 9 de outubro de 2016

Formula E: Buemi vence na prova de abertura em Hong Kong

A corrida inaugural da Formula E, em Hong Kong, deu a Sebastien Buemi o seu melhor arranque possivel na sua defesa do título, ao vencer a corrida, com Lucas di Grassi e Nick Heidfeld a completarem o pódio. O português António Félix da Costa fez uma corrida de recuperação e terminou na quinta posição, na frente do seu companheiro de equipa, o holandês Robin Frijns.

Depois de nos treinos, os NextEV terem conseguido a primeira fila da grelha, com Nelson Piquet Jr a ser melhor do que Oliver Turvey, numa qualificação cheia de acidentes, esperava-se que a corrida fosse movimentada, pois muitos dos pilotos que tinham maior potencial tinham ficado prejudicados pelas muitas bandeiras vermelhas que foram mostrados ao longo do treino, que chegou a fazer cancelar a SuperPole por causa da falta de tempo. Buemi acabou em quinto na grelha, Nicolas Prost era décimo e Félix da Costa o 13º, outro dos prejudicados por causa dos incidentes. 

A corrida começou com Piquet a ir embora do resto do pelotão, enquanto que atrás, o carro de Daniel Abt foi prejudicado pelos vários toques, que danificaram a sua asa traseira, enquanto que Ma Qinghua também foi prejudicado, mas com danos na asa dianteira, que fez com que o Safety Car entrasse na pista. Lucas Di Grassi também teve problemas na asa dianteira devido a toques, mas somente na oitava volta e que trocou de asa caindo para décimo-oitavo.

Por esta altura, Sam Bird estava em cima de Nelson Piquet Jr, para ver se o passava, enquanto que José Maria Lopez caia para o fim do pelotão a custa de outros toques. Quanto a Felix da Costa, este já estava nos pontos, sendo o nono classificado no final da quinta volta, com Jean-Eric Vergne na sua frente.

Na volta 14, Rosenqvist perdeu o controle do seu Mahindra e bateu no muro, danificando a sua asa traseira, numa altura em que Vergne foi as boxes para trocar de carro, pois este tinha problemas de motor. E três voltas depois, Piquet Jr. despistou-se ao ver José Maria Lopez no muro, bateu nele e continuou, com danos mínimos, mas a perder dois lugares. O Safety Car entrou em acção e os pilotos aproveitaram para ir as boxes para trocar de carro.

A corrida voltou na volta 23, e houve outros que aproveitaram para ficar o maior numero de voltas possível, como Sam Bird e António Félix da Costa, mas na sa]ida das boxes, Bird tinha problemas em engrenar velocidades no seu novo carro e atrasou-se. Com isto, Buemi era o novo lider da corrida, e Di Grassi estava agora na segunda posicao.

O suíço ficou na frente, com Di Grassi no segundo posto, mas atrás, Félix da Costa recuperava posições, passando D'Ambrosio e Turvey para ficar com o quinto posto final, na frente de Robin Frijns. Nick Heidfeld ficou com o lugar mais baixo do pódio, com Prost em quarto, Maro Engel e Stephane Sarrazin a fechar os lugares pontuáveis.

No final, Buemi admitiu que teve de poupar o seu carro devido }as altas temperaturas que o seu carro atingia, mas que teve sorte, porque "não tinha a certeza se iria aguentar mais uma volta". 

Também depois de cortar a meta, Félix da Costa realçou o "excelente trabalho que toda a equipa fez na pré época, que felizmente conseguimos materializar em resultados hoje na corrida com o meu 5º lugar e também o 6º do Robert (Frijns). É sem dúvida um bom inicio para a MS Amlin Andretti, somos ambiciosos e queremos ganhar mas há que não esquecer que a nossa unidade motriz é totalmente nova, assim como a caixa de velocidades, portanto a nossa performance em relação a outras equipas era uma incógnita. Estou contente com o meu dia, é um inicio promissor na minha estreia com a Andretti e também da BMW na Fórmula E", concluiu.

A Formula E prossegue dentro de um mês, em Marrakesh.

sábado, 8 de outubro de 2016

Os sistemas que estarão presentes nas equipas da Formula E

No fim de semana do começo de mais uma temporada da Formula E, desta vez em Hong Kong, surgiu uma matéria sobre como estão os sistemas de propulsão dos carros eléctricos na entrada desta terceira temporada. E o que se pode ver, agora que estes sistemas estão liberalizados - apesar dos chassis serem todos iguais, pois a liberalização acontecerá apenas na próxima temporada - é que a entrada dos construtores de automóveis nesta industria fez com que se desenvolvessem vários tipos de sistemas, que os diferenciam uns dos outros, pelo menos interiormente. E ver qual dos sistemas será o mais indicado para bater a concorrência, e claro, alcançar maior autonomia, pois pelo menos até 2018, estes carros não aguentarão toda uma corrida.

Isto foi hoje tirado da Autosport portuguesa, mas o mais interessante é ver as posições dos motores, o quanto é que isso afeta o peso, a potência, a relação de caixa - todos têm entre uma e três velocidades -  e qual é o sistema mais eficaz. Se quiserem saber, no final, qual vai ser o mais eficaz, depois venham aqui para ver o que vai ser o mais eficaz num futuro próximo. 

Renault e.dams: A equipa campeã usa um motor elétrico colocado em posição transversal atrás de bateria. Isto permite poupar a caixa de forças externas e perdas de potência devido a fricção. Para este ano, a caixa de duas velocidades é trocada por uma única velocidade, reduzindo o peso e o centro de gravidade, e permitindo ao piloto concentrar-se exclusivamente no volante.

ABT Schaeffler Audi: Os principais adversários da Renault refinam o mesmo sistema usado o ano passado, escolhendo manter um motor elétrico em posição longitudinal e uma caixa de três velocidades em posição transversal. Com este sistema, é possível manter o motor a funcionar na rotação ideal.

DS Virgin: A equipa francesa mudou tudo, trocando os dois motores de fluxo axial por um motor elétrico transversal normal. Em vez de uma única relação de caixa, a transmissão tem agora uma caixa de duas velocidades. Basicamente, a DS Virgin está a copiar o sistema que permitiu à Renault ser campeã o ano passado.

Mahindra: A Mahindra preocupou-se bastante em reduzir o peso e tornar o sistema mais compacto. Antes, usavam um motor longitudinal e caixa de três velocidades, mas agora trocaram por um motor transversal (na verdade dois motores de fluxo axial numa única caixa) e uma transmissão de duas velocidades.

Dragon: A equipa de Jay Penske deixa de usar o motor Venturi e adota um sistema quase igual ao da Mahindra, construído com apoio da Magneti Marelli.

Venturi: Mais uma vez, a Venturi continua a evolui o que já tem, com a sua fornecedora McLaren a manter o motor longitudinal, mas adotando um novo inversor e alguns materiais novos na cablagem. A caixa de três velocidades dá lugar a uma caixa de duas velocidades.

Andretti: A equipa americana finalmente conseguiu colocar em pista o motor que não tiveram tempo de desenvolver para a época passada. Com a ajuda da Magnetti Marelli, é um sistema convencional de posição longitudinal com o inversor fora da caixa, que passa a ser de três velocidades.

Jaguar: Com a ajuda da Williams, a marca britânica estreia-se no campeonato com um sistema compacto que agrega o motor elétrico em posição longitudinal e a caixa de duas velocidades na mesma caixa. No entanto, não sobrou espaço para o inversor de potência, pelo que este fica fica montado em cima da bateria.

NextEV: A equipa chinesa teve resultados piores que o esperado o ano passado e partiu de uma folha em branco para o propulsor deste ano, mas o sistema acaba por ser semelhante, com dois motores de fluxo axial, e uma caixa com uma única relação. O sistema é mais leve, mas não o suficente para englobar o inversor, que fica montado em cima da bateria, prejudicando o centro de gravidade.

Techeetah: A ex-Aguri troca o motor original usado na abertura do campeonato pelo mesmo sistema usado pela Renault e.dams.

A primeira corrida da Formula E em Hong Kong vai acontecer na manhã deste domingo, a partir das 8:30 da manhã.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

E agora, algo completamente diferente...



É raro, mas ele também faz. Antti Kalhola, o nosso editor favorito no Youtube, fez um video completamente diferente do automobilismo, demonstrando o seu talento noutras áreas. Desta vez, decidiu fazer um tributo a um filme de acção de Hong Kong, "The Killer", feito por John Woo e que tem como protagonista Chow Yun-Fat.

O video é curto, e acho que é tão bom como os videos de automobilismo. Eu gostei, e acho que de vez em quando escapar aos videos de automobilismo não faz nada mal.