Já se sabia que Filipe Albuquerque não teria vida fácil, pois ao vencer a corrida de ontem, no circuito de Hungaroring, partiria na segunda prova desta jornada dupla da décima posição da grelha.domingo, 15 de julho de 2007
WSR: Segunda corrida
Já se sabia que Filipe Albuquerque não teria vida fácil, pois ao vencer a corrida de ontem, no circuito de Hungaroring, partiria na segunda prova desta jornada dupla da décima posição da grelha.sábado, 14 de julho de 2007
WSR: Grande vitória de Filipe Albuquerque!
Na primeira das duas corridas deste fim de semana das World Series by Renault, no Hungaroring, o português Filipe Albuquerque venceu a sua primeira corrida do ano, batendo o seu compatriota Alvaro Parente (que desistiu com problemas de motor) e o alemão Sebastian Vettel (que foi quinto)
Quanto a Alvaro Parente, foi obrigado a desistir à décima volta com graves problemas no motor do seu monolugar. Uma falha num piston teve como consequência a desistência, numa corrida onde nunca teve motivos para sorrir. Partiu de décimo, depois de ter tido problemas com os pneus na qualificação e chegou a rodar na sétima posição, mas os problemas de motor agudizaram-se, rumou à box, voltou no 17º posto e acabou por desistir pouco depois.O homem do dia - Ken Tyrrell
Ao ler esta biografia escrita pelo forista joancrife, do Blog Quatro Rodinhas, achei por bem fazer uma versão revista e alargada desta grande personagem que a Formula 1 conheceu nos últimos 30 anos deste século que passou. O seu sucesso era paralelo ao de Jackie Stewart, e foi com ele que alcançou os seus títulos como construtor. Depois dele, nunca mais atingiu o mesmo sucesso, mas o seu talento como descobridor de jovens promessas, e o facto de abraçar os projectos mais radicais, só por si mereceu um lugar no Olimpo do automobilismo, que encontro paralelo em outros como Colin Chapman.Robert Kenneth Tyrrell nasceu a 3 de Maio de 1924 em Inglaterra, era filho de uma família humilde. Queria ser piloto da Royal Air Force (RAF), mas como abandonou a escola aos 14 anos, não pode seguir esse sonho. Na II Guerra Mundial serviu na RAF como mecânico, em bombardeiros Halifax e Lancaster, e após o fim do conflito, começou a negociar com madeira, na firma do pai. Nunca se interessou por automóveis até que um dia, foi ver uma prova em Silverstone. Foi amor à primeira vista!
Em 1951 compra um Cooper de 500 cc, de Formula Júnior (futura Formula 3) e começou a correr até 1959, sem resultados de relevo. Em 1960 decide ser chefe de equipa, e criou a Tyrrell Racing Organisation e começou a participar na Formula Júnior com os Cooper-BMC. Em 1964, procurando um novo piloto, Tyrrell descobre um jovem piloto, que era membro da equipa olímpica de tiro aos pratos: Jackie Stewart. O percurso destes dois homens (Ken Tyrrell e Jackie Stewart) está intimamente ligado e cheio de sucessos. Juntos iriam obter vários sucessos, começando pela Formula 3, passando pela Formula 2, até chegarem ao topo: Formula 1.
Mas Stewart vai ser o primeiro a chegar. Estreia-se com a BRM em 1965, e dois anos depois, Ken Tyrrell entra na categoria máxima sendo o chefe da equipa Matra para 1968. Gande amigo de Jean-Luc Largadére, o homem-forte da firma francesa, Tyrrel vai buscar Stewart e motores Cosworth para o ano de 1968. O sucesso é imediato: Stewart torna-se vice-campeão do mundo, com três vitórias no bolso, e no ano seguinte ganha o seu primeiro título na Formula 1. Contudo, no final de 1969, Tyrrell deixa a Matra, pois esta queria desenvolver o seu motor V12, que Stewart achava pouco competitivo. Sendo assim, Tyrrell sai para correr com a sua própria equipa no ano seguinte, levando consigo o novo campeão do mundo.
Em 1970, Ken Tyrrell compra um chassis de uma marca nova: a March. Os resultados são medianos: uma vitória em Espanha, e um mau chassis. No final do ano, Tyrrell e Stewart decidem construir o seu próprio chassis: o Tyrrell 001, com a ajuda de Derek Gardner, que vai correr nas últimas três provas do campeonato desse ano, sem resultados de relevo, apesar das boas performances.
Em 1971, já com um carro concebido pela equipa, o 002 (e mais tarde o 003) a Tyrrell consegue a sua primeira vitória na F1. Jackie Stewart volta a ser campeão do mundo e a equipa Tyrrell ganha o troféu de construtores. A dedicação da equipa na pesquisa era enorme. Um exemplo: no início do ano, Stewart e Tyrrell convenceram a Goodyear a disponibilizar 400 jogos de pneus para testes no circuito de Kyalami, na Africa do Sul. Quatrocentos jogos de pneus eram uma enormidade na altura!
Em 1972 a Tyrrell e Jackie Stewart ficam-se pelos vice campeonatos, dominados pelo Lotus 72 de Emerson Fittipaldi, apesar de terem ganho quatro provas nesse ano. Em 1973, com os chassis 005 e 006, Stewart ganha o seu terceiro titulo mundial, apesar dos esforços da Lotus para batê-lo. Mas a disputa interna de Chapman entre Fittipaldi e Peterson, foi o seu tiro no pé, que Tyrrell aproveitou. O título mundial, contudo encerrava outra decisão. Jackie Stewart iria abandonar a competição em Watkins Glen, e o seu sucessor seria o francês Francois Cevért. Contudo, o francês morre nos treinos de Sábado, e a equipa retira-se. Em termos de construtores, e equipa é vice-campeã. Contudo, com a saída de Stewart, terminava uma das mais produtivas relações que a Formula 1 jamais conheceu.
Depois de Stewart, houve bons momentos para a Tyrrell mas nunca mais se atingiu o mesmo sucesso. Só obteve mais 7 vitórias até 1998. Mas não se pense que Ken Tyrrell não fosse arrojado, pois houve projectos que são prova do contrário, como por exemplo: o Tyrrell P34 de seis rodas (1976-77), o Tyrrell 019 (1990), desenhado por Harvey Poselwaithe, que lançou a moda na Formula 1 da frente levantada dos monolugares.
Apesar de viver quase sempre com dificuldades financeiras, foi uma equipa que deu a conhecer e lançou na Formula 1 muitos e bons pilotos. Por exemplo, Francois Cevert (francês), Patrick Depailler (francês), Didier Pironi (francês), Michele Alboreto (italiano), Stefan Bellof (alemão) e Jean Alesi (francês), foram pilotos que iniciaram a sua carreira na Formula 1 pela mão de Ken Tyrrell. Outros grandes pilotos, não tendo lá iniciado, passaram pela equipa Tyrrell. Para além de Stewart, passaram por lá talentos como Ronnie Peterson (sueco) e Jody Scheckter (sul africano), Martin Brundle (inglês) e Andrea de Cesaris (italiano). Mas também passaram pela equipa belas manchas, como Ricardo Zunino (argentino), Julian Bailey (inglês), Slim Borgudd (sueco), Tora Takagi (japonês) ou Olivier Grouillard (francês). Só para verem a necessidade que Tyrrell teve de dineiro, buscando pilotos cujo talento era pouco ou nenhum...
Depois da sua última vitória na Formula 1 em 1983, no GP dos Estados Unidos, em Detroit, através de Michele Alboreto, a Tyrrell deixou de ser uma equipa competitiva, à excepção de 1990, com o Tyrrell 019 e com Jean Alesi no volante. Viveu em dificuldades financeiras até 1997, quando a equipa foi vendida à British American Tobacco. Ken Tyrrell na altura vivia com enormes dificuldades e não tinha um sucessor capaz de segurar a sua equipa. Portanto, a venda era inevitável, sob risco de fechar a equipa de vez. Em 1998, ainda sob a orientação de Ken Tyrrell, e com Jos Verstappen e Tora Takagi como pilotos, termina o campeonato sem conquistar qualquer ponto.Noticias: Ralf Schumacher negoceia vaga para 2008...
Olhem só o desplante... Ralf "Half" Schumacher o mano mais novo do clã, afirmou ontem que tem lugar garantido na Formula 1... para 2008! O contrato de Ralf com a escuderia japonesa expira no final desta temporada.sexta-feira, 13 de julho de 2007
Noticias: Será Klien o escolhido?
O austriaco Christian Klien testou ontem e hoje o Spyker nos testes que a Formula 1 andou a fazer no renovado circuito de Spa-Francochamps. Apesar dos responsáveis terem ficado satisfeitos com o resultado, já que o austriaco andou a somente 2,4 segundos mais lento do que o melhor tempo, feito pelo Ferrari de Kimi Raikonnen.
Caso a Spyker queira os serviços de Klien, as negociações serão complicadas, já que ele é piloto de testes da Honda, logo, a vontade do construtor japonês em libertá-lo ou não é soberana. Mas também subsiste a dúvida sobre se ele traria algum dinheiro com ele, algo que a precisa como do pão para a boca...E agora... um pouco de cultura
Hoje vou um fugir um pouco ao assunto, para falar de um assunto do qual fui fazer um trabalho na semana passada, e a razão pelo qual faço isto é que achei tão engraçado e tão invulgar que merece um post aqui.
Esse livro retrata as intrincadas relações humanas existentes, das solidões, desilusões e derrotas que a vida proporciona, através da personagem principal, uma matriarca de seu nome Jesuina. B-B confessou que estava céptico do sucesso do seu livro, pois afirmou que aquilo que foi publicado corresponde a apenas um terço daquilo que escreveu. “Cortei muito, muito”. Só se apercebeu do contrário quando, depois de ter enviado alguns exemplares a amigos como Eduardo Lourenço e Francisco José Viegas, lhe terem dito que adoravam a obra. Este último disse até que finalmente, Baptista-Bastos tinha criado uma personagem feminina, a Jesuína, que iria ser o motor da história. Uma mulher que, segundo ele, se inspirou na sua avó e nas suas tias, que o criaram desde novo, após a morte da sua mãe.
Mais tarde, numa sessão de perguntas e respostas que teve tanto de divertido como tenso, B-B insurgiu-se contra os “epifenómenos” da actualidade, como Miguel Sousa Tavares e o seu “Equador”: “Não li, não leio e nunca lerei o livro”, ou Margarida Rebelo Pinto e José Rodrigues dos Santos, que nem sabia dizer correctamente os seus nomes!Vamos aos anuncios - Christian Albers
Eu sei, eu sei... tamos fartos de bater no ceguinho, mas este é especial. E porquê? Pois ele fez um anuncio na Holanda para o jornal "Ad Sportwereld", em que afirmava que "correr é aminha vida", entre outras coisas. Pois bem, não é o anuncio em si que aqui coloco, mas uma versão... er... especial.quinta-feira, 12 de julho de 2007
Noticias: Indianápolis sai do calendário
Tony George, o proprietário do Ciorcuito de indianápolis, anunciou aquilo que já se esperava desde há algum tempo: que não iria mais acolher a Formula 1 no Circuito de Indianápolis. A medida tem efeitos imediatos, ou seja, a corrida deste ano foi a última no mítico circuito americano.O piloto do dia - Guy Ligier
Eis a história de um homem versátil, que fez de tudo um pouco, e é mais conhecido pela sua faceta de construtor. Mas sabiam que ele foi piloto de Formula 1, a bordo de carros privados, e também foi jogador internacional de Rugby? Pois é, eis a história de uma home que calhou nascer no mesmo dia do que eu: Guy Ligier.
Em 1963, cxompra um Porsche para correr no Europeu de Montanha. Dois anos depois, compra um Cooper de Formula 2 para correr no Europeu da categoria e no ano seguinte, arranja outro, mas de Formula 1 para correr no Mundial. Estreia-se no GP do Mónaco, mas o melhor que consegue é um nono lugar, aontes de sofrer um horrendo acidente em Nurburgring, onde fica gravemente ferido (mais de 40 fracturas!). Chegou-se a considerar a amputação uma das pernas, mas Ligier recusou.
No ano seguinte, já recuparado, continua com um Cooper-Maserati, mas a meio da época adquire um Brabham, onde alcança o seu melhor resultado de sempre: um sexto lugar na Alemanha, no mesmo sítio onde uma ano antes quase tinha morrido. Termina o campeonato no 19º lugar, com um ponto.
O carro, o JS1 (as iniciais são uma homenagem a Schlesser) torna-se num sucesso, o que leva a que em 1974, compre a Matra Sports e embarque na aventura da Formula 1 dois anos mais tarde. Desde então e até 1996, a Ligier, considerada a "Ecurie de France", conquistando nove vitórias, nove pole-positions e onze voltas mais rápidas. Tiveram o seu auge nos fins da década de setenta e inicios da década de 80, apoiada pelas firmas francesas, muitas das vezes com apoio presidencial, principalmente nos anos Mitterrand...GP Memória - Grã-Bretanha 1987
Escolhi este Grande Prémio em especial porque faz hoje 20 anos que aconteceu. Tive sempre a sorte de ver alguns Grandes Prémios no dia do meu aniversário, e este não foi excepção. Ainda por cima, foi uma corrida excitante, pois emoção não faltou nesse dia, e muitos ainda recordam da ultrapassagem de antologia que o "Red Five" Nigel Mansell fez a Nelson Piquet…Depois dos eventos do ano anterior, em Brands Hatch, terem mostrado que aquele circuito começava a demonstrar não ter a capacidade de albergar a competição que é a Formula 1, o Grande Prémio decidiu ficar de modo permanente em Silverstone, quebrando a alternância que existia desde há mais de 30 anos.

Assim sendo, sem alterações no pelotão, esperava-se que, dada a velocidade alcançada naquele circuito, os carros com motores Honda fossem os favoritos à pole-position. E assim foi: na qualificação, os Williams monopolizavam a primeira fila da grelha, mas com a surpresa de Nelson Piquet ter conseguido superar Nigel Mansell. Ayrton Senna era o terceiro, ao lado do McLaren-TAG Porsche de Alain Prost. Thierry Boutsen e Teo Fabi eram respectivamente o quinto e o sexto na grelha, ambos nos seus Benetton, com Riccardo Patrese no sétimo posto, no seu Brabham-BMW. Gerhard Berger era o oitavo, e a fechar o "top ten" estavam o segundo Brabham-BMW de Andrea de Cesaris e o segundo McLaren TAG-Porsche de Stefan Johansson.
Polémica houve entre a Ligier e os comissários de pista britânicos, quando decidiram excluir o carro de Piercarlo Ghinzani devido à equipa ter infringindo os regulamentos. Primeiro, por ter feito voltas extra depois da primeira sessão de qualificação, e depois, de ter sido reabastecido na pista e ter sido empurrado pelos mecânicos para que voltasse a andar. As penalizações foram demasiadas para que os comissários pudessem suportar e o italiano ficou impedido de correr naquele final de semana.

Debaixo de um sol britânico, a partida começa com os dois Williams a não largarem muito bem, o suficiente para que Alain Prost salte de quarto para primeiro, mas antes de chegarem a Stowe, quer Piquet, quer Mansell, já tinham passado o francês. No inicio da segunda volta, Senna supera Prost e passa para o terceiro posto, enquanto que atrás, Alboreto supera Boutsen para ficar com o quinto posto.


Noticias: Verstappen casca em Albers!
Na Holanda, não deve haver muita gente que sinta falta de Christijan Albers. Pelo menos, pelo que se lê de Jos "the Boss" Verstappen, que na sua coluna habitual no diário holandês de grande circulação "De Telegraaf", que aproveita para dizer algumas verdades sobre o ex-piloto da Spyker, sob o título de "CADA UM TEM AQUILO QUE MERECE". Significativo, não?Este post é especial!
Bom, parece que os astros combinaram tudo para hoje. E o porquê entenderão já a seguir. Primeiro que tudo: hoje faço anos. Pois é, este é o dia do meu nascimento, que aconteceu no ano da Graça de 1976 (sim, estou a ficar velho!) Cresci, aprendi coisas interessantes, conheci pessoas magnificas, assisti a coisas maravilhosas e outras menos boas, mas sempre achei que tudo serve para aprendermos mais alguma coisa da vida, certo?quarta-feira, 11 de julho de 2007
IRL - Brigões multados
Já se sabia que a briga do passado Domingo nos boxes de Watkins Glen, entre Tony Kanaan e Sam Hornish Jr. não iria passar em claro por parte dos organizadores da IRL, logo trataram de aplicar multas pesadas quer aos pilotos, quer à equipas.A charge desta semana do Capelli
A graçola do Capelli desta semana é uma "homenagem" à revista MAD, mais especificamente com o "Spy vs Spy". Quem ainda não viu o que é, basicamente é um sketch absolutamente nonsense que envolve dois tipos, vestidos à espiões, que se matam um ao outro.GP Memória - Alemanha 1994
Aquele estava a ser um "annus terribilis" para a Formula 1. Imola já tinha acontecido, e os outros acidentes (Karl Wendlinger, Pedro Lamy, Andrea Montermini) tinham posto o paddock e o mundo da Formula 1 num estado de pânico. Michael Schumacher dominava os acontecimentos, mas na prova anterior, em Silverstone, não tinha obedecido a uma bandeira preta, sinal de desclassificação. Isso só aconteceu 14 voltas depois desta ter sido mostrada, mas só depois do então Director de Corrida, Roland Bruynseraede, ter ido às boxes e informar Flavio Briatore do sucedido.
A partida assistiu a uma das maiores carambolas que a Formula 1 tinha assistido na sua história (Spa-Francochamps ainda estava a quatro anos de distância...) E tudo começou no final do pelotão, quando o Sauber de Andrea de Cesaris colidiu com o Lotus do fogoso Alex Zanardi, que eliminou por arrasto os Minardi de Pierluigi Martini e Michele Alboreto.
Na volta cinco, Katayama desiste, e Hill perde muito tempo nas boxes, fazendo com que atrás de Berger e Schumacher ficassem os dois Ligier, seguido do Benetton do holandês Jos Verstappen. Na volta 15, altura dos primeiros reabastecimentos, o holandês da Benetton ia fazer o seu reabastecimento quando a mangueira de combustível derrama gasolina para cima do carro. O calor do escape fez o resto...
O resto da corrida não tem muita história. No final, Gehrard Berger dava à Ferrari a sua primeira vitória em quase quatro anos (a sua última vitória tinha sido em Jerez, no ano de 1990), e a Ligier tinha o seu primeiro pódio desde Mertin Brundle, no ano anterior. Para Panis e Bernard eram os seus primeiros pódios, mas para este último seria a unica vez que punha os pés num. Os restantes lugares pontuáveis foram para o brasileiro Christian Fittipaldi, o italiano Gianni Morbidelli, ambos em Arrows, e o francês Eric Comas, num Larrousse.