domingo, 17 de fevereiro de 2019

Youtube Formula 1 Preview: O que poderemos esperar dos testes de Barcelona

Na véspera dois testes de pré-temporada em Barcelona, a Autosport britânica falou com dois dos seus jornalistas para saber o que podem esperar destes primeiros testes. A potência do motor Honda, como Charles Leclerc se comportará na Ferrari são dois dos assuntos que foram abordados.

Youtube Supercar Testing: O teste do McLaren Senna no The Grand Tour

Se há bocadinho meti por aqui o teste do Richard Hammond a bordo do Nio, descobri entretanto o teste que o Jeremy Clarkson fez ao McLaren Senna no mesmo programa, mas no primeiro episódio. É claro que é um carro diferente do anterior, mas acho que vale a pena verem o que foi este teste. 

E pode ser que meta um teste com o James May ao volante. Vamos a ver se o carro é suficientemente veloz...

WRC 2019 - Rali da Suécia (Dia 2)

O segundo dia do Rali da Suécia mostra um Ott Tanak sob controlo, depois de ficar com a liderança do rali, acabando com uma vantagem de quase um minuto sobre Anderas Mikkelsen, com Esapekka Lappi e Thierry Neuville a espreitá-los.

Este sábado começava com um líder surpreendente, na figura de Teemu Suninen. O finlandês da Ford tinha um vantagem de quase três segundos sobre Ott Tanak, mas tinha a liderança ameaçada por um Tanak disposto a ser o líder da prova, e claro, do campeonato. 

O dia começou com Jari-Matti Latvala a vencer na primeira passagem por Rammen, mas ele estava muito atrasado, e quem importava era Ott Tanak, que era segundo na especial, 5,2 segundos mais lento que o finlandês, mas na frente de Suninen, o suficiente para ficar com a liderança. E ele manteve essa vantagem na especial seguinte, a primeira passagem por Hagfors, apesar da especial ter sido ganha por Sebastien Ogier. Contudo, aí, Suninen embateu contra um banco de neve e perdeu muito tempo, um minuto e meio. 

"Acabamos de ser sugados para um banco de neve e ficamos presos. Demasiada velocidade e muita neve solta", contou o finlandês da Ford, que caiu para o sexto posto.

Em Vargåsen, palco da 11ª especial, Tanak foi apenas sétimo, perdendo 7,2 segundos para Sebastien Ogier, mas a distância de Tanak para Mikkelsen, o segundo classificado, era grande. Agora, era de 33,7 segundos e ele limitava a controlar a distância e evitar os bancos de neve. Atrás, Thierry Neuville passava Esapekka Lappi e era quarto.

Pela tarde, na segunda passagem por Rammen, Tanak continuava a dominar, 2,1 segundos na frente de Lappi e cinco segundos na frente de Suninen. O estónio voltou a vencer na especial segunte, a segunda passagem por Hagfors, enquanto Ogier vencia na segunda passagem por Vargåsen.

As duas últimas passagens do dia acabaram por ser na super-especial de Karlstad, onde Tanak venceu na primeira passagem, e Neuville na segunda.

No final do dia, depois dos três primeiros, temos Thierry Neuville a espreitar o segundo posto, pois está a meros 2,3 segundos de Mikkelsen. Evans é o quinto, a um minuto, 8,7 segundos, na frente de Kreis Meeke, a 1.36,5 segundos. Sebastien Loeb é o sétimo, mas está mesmo atrás do piloto da ford, e muito distante de Pontus Tidemand, o oitavo, a três minutos e oito segundos. A fechar o "top ten" estão o Volkswagen de Ole Christian Veiby, o melhor dos R5, e o Skoda de Jari Huttunen.

O rali da Suécia termina neste domingo, com a realização das últimas três especiais.

Youtube Supercar Testing: Richard Hammond teste o NIO EP9

Richard Hammond anda ultimamente a testar carros elétricos - e a despistar neles. Desta vez, foi testar o Nio EP9, o supercarro da firma chinesa com o mesmo nome e que está na Formula E, para o The Grand tour... e sobreviveu para contar a história.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Formula E: Di Grassi vence no limite no México

E foi mesmo no último centímetro. Lucas di Grassi foi o vencedor do ePrémio do México, passando os últimos metros o alemão Pascal Wehrlein que ficou sem energia na reta final. António Félix da Costa fica com o segundo posto, na frente de Edoardo Mortara, da Venturi, numa prova onde pouco ou nada se passou durante grande parte da prova, para tudo decidir nos últimos metros, com as baterias a chegar ao limite. E com este final, provavelmente, a corrida foi das mais emocionantes da competição. 

Contudo, isso foi apenas "um" momento de uma corrida que foi emocionante no principio e no fim, porque no meio... mais mais de tensão do que de ultrapassagens. 

Tudo começa no momento da partida, quando Wehrlein dispara e ganha um segundo logo nos primeiros metros. Felipe Massa é surpreendido por Lucas di Grassi e cai um lugar, enquanto António Félix da Costa mantêm o quinto posto, apesar de ter sido superado por Sebastien Buemi. As coisas andam bem até à terceira volta quando houve confusões na zona da Peraltada, acabando com Alexander Sims, Jean-Eric Vergne e Nelson Piquet Jr acabarem a embater na chicane. O francês da Techeetah e o Jaguar do brasileiro embatem, com Piquet Jr a voar para o muro e ainda tocar em Sims. O britânico acaba por trocar de bico, e os estragos do Jaguar são de tal forma que acaba com bandeira vermelha.

Com os pilotos fora do carro, o tempo, contudo, não parava. Pensava-se que iriam sair muito em cima da hora, e os pilotos teriam metade dos pontos, mas na realidade, o tempo acabaria por sofrer um "reset" e iriam ficar com todos os pontos. Saíram todos atrás do Safety Car, com provavelmente 41 voltas para serem cumpridas, e depois de duas voltas, a corrida recomeçou, com Wehrlein na frente dos dois Nissan.

Nas voltas seguintes, a maior parte do pessoal andou com Attack Mode, mas não houve mudanças nas posições da liderança, apesar dos fechamentos musculados de Buemi sobre Félix da Costa para ser quarto.

A partir dali, os três primeiros andavam juntos mas sem atacar. Wehrlein na frente de Rowland e de Di Grassi, com Buemi e Felix da Costa um pouco mais distantes. O brasileiro da Audi tentou apanhar Rowland, e andou mesmo em cima do piloto da Nissan, mas sem tentar atacar. Só que com isso, Buemi e Félix da Costa aproximaram-se e passou a ser uma luta a cinco.

Felix da Costa acabou por ser o primeiro dos cinco a ir para o segundo attack mode, mas não conseguiu passar Buemi, apesar de ter atacado. Pouco depois, Rowland foi passar pelo attack mode, mas cometeu um erro e perdeu o segundo posto para Di Grassi. O brasileiro atacou Wehrlein e com ambos em attack mode, tudo ficou mantido.

E foi tudo decidido no final. Com as baterias no limite, os primeiros a ceder foram os da Nissan, que tiverem de ceder para Félix da Costa e Edoardo Mortara, da Venturi, que veio de trás para os apanhar. Wehrlein aguentou tudo até à reta da meta, quando o alemão da Mahindra ficou sem energia. Di Grassi reagiu e passou antes da banderia de xadrez, pouco mais de um carro de diferença. Félix da Costa foi terceiro, na frente de Mortara, mas depois a organização decidiu penalizar Wehrlein em cinco segundos por ter cortado a chicane, fazendo-o cair para o sexto lugar da geral.

Com isto, Jerome D'Ambrosio - que foi quarto na corrida - manteve o comando com 53 pontos, seguido por Félix da Costa, com 46. A Formula E continua dentro de três semanas, nas ruas de Hong Kong.

Formula E: Wehrlein o melhor na qualificação mexicana

Pascal Wehrlein foi o melhor na qualificação mexicana, que aconteceu no final desta tarde no Autódromo Hermanos Rodriguez. O piloto da Mahindra foi melhor do que Lucas di Grassi e FElipe Massa na SuperPole, enquanto António Félix da Costa meteu o carro na Superpole e ficou com o terceiro posto na grelha.

Debaixo de calor no Autódromo Hermanos Rodriguez, máquinas e pilotos preparavam-se para uma qualificação debaixo de condições ideais para a corrida.

O primeiro grupo alinhava os primeiros da geral, e Felix da Costa, que tinha andado a fazer bons tempos nos treinos livres, ficou na frente deste grupo, pouco mais de quatro milésimos sobre Jean-Eric Vergne, da DS Techeetah. E as coisas ficaram na mesma no segundo grupo, até que no terceiro, Pascal Wehrlein, que tinha sido segundo em Santiago, conseguiu um tempo quatro décimos melhor que o piloto português.

Depois, no terceiro grupo, os carros começaram a ser mais velozes. Como os Nissan de Oliver Rowland e o de Sebastien Buemi, que conseguiram ser mais velozes, especialmente Rowland, que passou para o topo da tabela de tempos. Já Lucas di Grassi foi também melhor, conseguindo o terceiro melhor tempo, suficiente para deixar de fora Jean-Eric Vergne.

Para o quarto e último grupo, com a pista cada vez mais rápida, o primeiro a entrar foi Felipe Massa, que conseguiu o terceiro tempo provisório, mas a partir dali, nem Nelson Piquet Jr ou o Dragon de Felipe Nasr conseguiram melhorar os seus tempos. Aliás, o brasileiro da Jaguar cometeu um excesso que deitou tudo a perder para a Superpole.

E assim, Rowland, Wehrlein, Massa, Di Grassi, "Pechito" Lopez e Felix da Costa iam para a Superpole. Sam Bird não fez qualquer volta e acabou por largar no último posto.

O primeiro a largar foi o português da BMW, que escorrega um pouco na segunda curva, e faz 59,819, comprometendo a sua chance de conseguir a pole-position. Sebastien Buemi faz um pouco pior, com o suíço a fazer 130 centésimos pior que o português. Depois, Lucas Di Grassi conseguiu ser melhor com o seu Audi, 166 centésimos melhor. 

Depois, foi a vez de Felipe Massa que conseguiu ser 42 centésimos pior que o seu compatriota, ficando com o segundo lugar provisório. Mas Pascal Wehrlein faz 59,347 e fica com o primeiro posto. Oliver owland foi o último e cosneguiu o terceiro posto, entre Massa e Felix da Costa.

No final, quarto "poleman" em quatro provas diferentes, a mostrar o equilíbrio existente nesta competição nesta temporada. A corrida vai acontecer pelas dez da noite, horário de Lisboa.

WRC 2019 - Rali da Suécia (Dia 1)

O primeiro dia do Rali da Suécia está a ser emocionante, especialmente quando os sete primeiros andaram perto uns dos outros e viu, entre outros, Sebastien Ogier e Jari-Matti Latvala fora da pista e sem chances de recuperação. No final das oito primeiras especiais, É o Ford de Teemu Suninen que lidera a prova, dois segundos na frente do Toyota de Ott Tanak. anderas Mikkelsen é o terceiro, a 17,8 segundos

Nas as coisas começaram ontem à noite, com a super-especial de Karlstad, onde o melhor foi Thierry Neuville, no seu Hyundai. O piloto belga conseguiu uma vantagem de 0,8 segundos sobre Sebastien Ogier, no seu Citroen, e tornou-se no primeiro líder do rali. Mas logo de manhã, na especial de Hof-Finnskog, de 26,21 quilómetros, Ott Tanak simplesmente deu cabo da concorrência, vencendo a especial e ficando com a liderança, 3,8 segundos na frente do Ford do finlandês Teemu Suninen. Jeri-Matti Latvala era o terceiro, a quatro segundos, enquanto Neuville perdera 5,7 e caia para o terceiro posto da geral, a 3,8 segundos da liderança.

Na terceira especial, a primeira passagem por Svullrya, era a vez de Suninen vencer, 1,1 segundos na frente de Ott Tanak e 1,5 na frente de Neuville. A vitória na especial fez com que o finlandês da Ford subisse para o segundo posto, agora a 3,5 segundos de Tanak. Na especial, Kalle Rovanpera e Marcus Gronholm atrasaram-se à custa de despistes, que os colocaram contra bancos de neve. 

Tanak venceu na quarta especial, a última da manhã, e a primeira passagem por Röjden, Tanak voltou a ganhar, com uma vantagem de 0,2 segundos sobre Jari-Matti Latvala e 1,1 segundos sobre Teemu Suninen. No final dessa especial, 5,5 segundos separavam Tanak e Suninen, com Latvala imediatamente atrás, depois de ter passado Thierry Neuville. A especial ficou marcada pela paragem do veterano Gronholm, com problemas no seu Toyota.

No inicio da tarde, o Ford de Elfyn Evans foi o melhor, mas quem aproveitou foi Jari-Matti Latvala, que apesar de ter sido segundo classificado, a 3,7 segundos, ficou com a liderança, 1,8 segundos na frente de Teemu Suninen. Ott Tanak era terceiro, a 3,7 segundos. Atrás, Thierry Neuville fez dois piões, perdendo 36,6 segundos para o mais veloz, e com isto caiu duas posições na classificação geral, sendo agora sexto, atrás de Andreas Mikkelsen.

Suninen venceu em Svullrya 2, 5,8 segundos na frente de Sebastien Loeb e 5,9 sobre Andreas Mikkelsen. Isso foi suficiente para que Suninen passasse para o comando da prova, 5,7 segundos na frente de Jari-Matti Latvala. Na segunda passagem por Röjden, Evans foi o melhor, batendo Latvala por 4,4 segundos.

Nas na última especial do dia, houve golpe de teatro quando Latvala fica enterrado no banco de neve, perdendo dez minutos e todas as chances de vitória no rali. Logo agora que ele se tornava no piloto que mais provas fazia na história do WRC, pois partia do seu 196º rali de uma carreira que tinha começado em 2002.

Depois dos três primeiros, Elfyn Evans é o quarto, a 28,6 segundos, no seu Ford, na frente de Esapekka Lappi, a 42 segundos. Sebbastien Loeb é o sexto e o melhor dos Hyundai, a 48 segundos, na frente de Thierry Neuville, a 52,7 segundos, e Kris Meeke, a 53,1 no seu Toyota. E a fechar o "top ten" ficaram o ford de Pontus Tidemand e o Volkswagen do norueguês Ole Christian Veiby, o melhor dos R5.

O Rali da Suécia prossegue este sábado, com a realização de mais oito especiais.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Formula 1 2019 - (IX) - O Ferrari SF 90

E a semana vai acabar com a apresentação do Ferrari SF90, o carro da Scuderia para a temporada de 2019. O carro da marca de Maranello não apresenta grandes modificações, exceptuando a asa dianteira, que agora tem de ser padrão em relação a todos os carros do atual pelotão. SF90 serve para comemorar os 90 anos da fundação da Scuderia, que apareceu em 1929 com Enzo Ferrari, e corria com chassis da Alfa Romeo.

Na apresentação do chassis, Mattia Binotto, que nesta temporada substitui Maurizio Arrivabene, afirmou que o objetivo para esta temporada é o de serem campeões. “Queremos ser campeões em 2019 e temos uma ‘dream team’. Não consigo imaginar ninguém melhor para estar a pilotar os nossos monolugares”, começou por afirmar, referindo aos seus pilotos, o alemão Sebastian Vettel e o monegasco Charcles Leclerc.

Em 2018, conseguimos boas conquistas, e este carro é um desenvolvimento do carro do ano passado. Não é uma revolução. Nós simplesmente tentámos dar o máximo novamente para subir um degrau, subir de nível e tentar ser o mais rápido que pudermos. Há algumas mudanças que são simples, como a asa dianteira que é para satisfazer os regulamentos técnicos que mudaram desde o último ano. Mas se olharmos para todos os detalhes, certamente tentamos esforçar-nos muito, sendo inovadores. A parte de trás está muito mais compacta, graças a todo o trabalho feito na instalação do motor e de todos os sistemas de energia. Muito esforço foi feito e acho que a forma final é o resultado de todo este esforço”, continuou Binotto.

O carro incorpora o mais recente estado da arte da tecnologia, reflete os novos regulamentos para a temporada que vem e é o fruto do enorme trabalho e talento de todos na Scuderia. Depois da melhor temporada dos últimos dez anos, não estamos satisfeitos e queremos mais, porque não conseguimos o nosso objetivo”, disse Louis Camilleri, CEO da Scuderia.

'Essere Ferrari' – o mote da Scuderia para 2019, que, em português, quer dizer Ser Ferrari – significa ser parte de uma história sem igual. Uma história que começou há 90 anos com a tenacidade de nosso fundador Enzo Ferrari, com a sua paixão por corridas… e ganhar! Uma história que, todos os dias, continua a viver”, disse o Presidente da Ferrari, John Elkann.

Depois da apresentação, o carro segue para Barcelona, participando nos primeiros testes coletivos da temporada. 

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Formula E: Félix da Costa quer voltar aos triunfos no México

A Formula E está de volta este fim de semana no Autódromo Hermanos Rodriguez - pelo menos, uma parte dele - num dos dois circuitos que é usado em simultâneo pela Formula 1. A competição, quarta do campeonato, têm agora Sam Bird como líder, a bordo do seu Virgin, num pelotão muito competitivo e verá a estreia de Felipe Nasr na competição, tripulando no lugar de Maximilian Guenther na Dragon Racing.

Quanto a António Félix da Costa, terceiro classificado no campeonato, com 28 pontos, os mesmos que Jean-Eric Vergne, o piloto da BMW Andretti quer deixar para trás os azares e as más corridas em Marrakesh e Santiago para poder mostrar toda a potencialidade do carro que têm entre mãos e o colocou no lugar mais alto do pódio na primeira corrida do ano, em terras sauditas.

"Sabemos que temos potencial e já o fizemos, portanto queremos voltar a estar em posição de lutar pelos lugares do pódio. Desenvolvemos a nossa estratégia no simulador e acredito que temos a lição bem estudada, resta-nos não cometer erros e sei que poderemos estar em posição de lutar. Esperemos apenas que o grupo 1 não tenha tanta desvantagem na qualificação, mas visto se tratar de um Autódromo acredito que não haverá diferença de pista tão grandes com no Chile.", referiu o piloto português.

A corrida vai acontecer este sábado, pelas 22 horas de Lisboa.

Apresentações 2019 (VIII) - O McLaren MCL34 Renault

Hoje foi o dia de, em Woking, mostrar o novo McLaren MCL34 ao mundo. Com mais azul num carro com muito laranja, e uma nova dupla de pilotos constituida pelo espanhol Carlos Sainz Jr. e o britânico Lando Norris, estreante nestas andanças, espera-se que este chassis marque o inicio da recuperação da equipa para os lugares da frente, eles que não tem um pódio desde 2014.

No auditório do McLaren Technology Center, Zak Brown afirmou que está entusiasmado e agradeceu a todos os que participam na construção deste projeto e espera dar aos fãs as alegrias que têm estado arredadas desde há algum tempo. 

O MCL34 é resultado de muito trabalho e dedicação de toda nossa equipa”, disse Brown. “Todos nós estamos comprometidos, motivados e unidos na nossa ambição de devolver a competitividade à McLaren, e o MCL34 é só o início deste processo”, continuou o executivo norte-americano.

Temos uma nova dupla de pilotos, que representam juntos uma nova geração de talentos na F1 e que são parte integral da equipa e do nosso esforço coletivo para avançar a McLaren. A família McLaren não é só o nosso pessoal e os pilotos, mas também nossos excelentes parceiros e maravilhosos fãs. Temos uma comunidade forte de parceiros que continua a crescer, e é uma incrível base de fãs, que permaneceram leais e apoiaram nossos altos e baixos, e eu gostaria de agradecê-los enquanto caminhamos para a temporada 2019. Como sempre, nós avançamos sem medo”, concluiu.

Já Carlos Sainz Jr, que se estreia na McLaren, afirma estar agradavelmente surpreendido com o motor Renault, do qual espera que traga importantes benefícios para a equipa. "Todos parecem estar a falar muito bem sobre esse motor", disse Sainz durante a cerimónia de lançamento. "Eu realmente espero que seja sobre o que eles estão falando, que tenhamos uma boa surpresa nos testes e tenhamos essa potência", continou.

"No ano passado, como piloto da Renault, precisávamos daqueles cavalos para bater a Haas com mais regularidade. Espero que isso aconteça, porque já seria um grande passo para a McLaren. Seria um passo nos colocaria em um lugar muito mais confortável", concluiu.

Quanto a Lando Norris, o britânico de 19 anos estreia-se na Formula 1 com vontade de mostrar ao mundo a razão pelo qual é considerado como um dos prodígios do automobilismo.

Mal posso esperar para entrar no carro e testar. Tenho trabalhado duro durante o inverno para meu passo na Formula 1. Passei muito tempo com a equipa na fábrica também, aprendendo o máximo possível para chegar pronto para a temporada de 2019”, começou por afirmar.

É meu sonho desde garoto, chegar à Formula 1. Acumulei muita experiência no carro durante os treinos livres em 2018 e agora estou muito ansioso para fazer minha corrida de estreia com a McLaren. O MCL34 parece ótimo, e agora só quero tratar de pilotá-lo”, concluiu.

O carro vai começar a rodar em Barcelona, nos primeiros testes coletivos da Formula 1.

Youtube Formula One Shakedown: A primeira saída da Alfa Romeo

E em Fiorano, a Alfa Romeo fez o seu "shakedown" para 2019, agora que a Ferrari comprou o resto da Sauber e deu o nome "da sua mãe". Como o veterano Kimi Raikkonen ao volante, o carro tem uma decoração negra e vermelha, muito provavelmente um "one-off" semelhante ao que têm a Red Bull até ao inicio da temporada.

O carro será mostrado ao mundo na segunda-feira, em Barcelona, e terá Raikkonen e o italiano Antonio Giovinazzi ao volante. 

Youtube Formula One Presentation: A apresentação do McLaren MCL34


Depois de ontem termos visto a apresentação do Racing Point pelo Youtube, hoje haverá mais uma apresentação em "streaming", desta vez a do McLaren MCL34. Vai acontecer por volta do meio-dia em Woking, e mostrará como pilotos Carlos Sainz Jr. e Lando Norris, com motor Rrnault. 

Veremos por aqui como será o novo carro.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Formula 1: Hamilton e Bottas ansiosos pela nova temporada

Depois da apresentação e do "shakewdown" do W10 para a temporada que aí vêm, Lewis Hamilton e Valtteri Bottas estão ansiosos para saber o que o novo chassis lhes irá proporcionar, se manterão o dominio que têm tido desde 2014 e deu ao inglês quatro dos cinco títulos mundiais que já conquistaram até agora. 

Na antevisão, o piloto de 34 anos disse que continua com fome de títulos. “Estou muito ansioso para o próximo passo da nossa jornada juntos com a Mercedes e embarcar naquilo que não foi feito antes”, disse Hamilton. “Este é a minha sétima temporada com a equipa e a energia e a determinação dentro da equipa são realmente inspiradoras”, continuou.

A agitação realmente começa no início do ano, quando você vê o carro tomando forma. E aí você chega ao shakedown e entra no carro, e isso nunca cansa. Parece que é um verdadeiro privilégio, [pois] muitas pessoas trabalharam juntas para criar aquele carro e você sabe o quanto de trabalho duro foi depositado naquilo. Guiar um carro novo é como conhecer alguém pela primeira vez ― você quer conhecê-los da melhor maneira o mais rápido possível conforme embarcam em uma jornada juntos”, continuou.

Lewis contou que aproveitou as férias para se desconectar, mas frisou que já está pronto para uma nova temporada, para “alcançar mais coisas”.

Desliguei-me completamente das corridas por um tempo, tentando focar e me centrar novamente em mim e aí treinar duro para a temporada. 2018 foi um ótimo ano, mas eu sinto que 2019 pode ser ainda melhor. Eu quero alcançar mais coisas, quero continuar buscando. Sinto-me com energia e pronto para atacar”, concluiu.

No caso de Valtteri Bottas, depois de um 2018 que desiludiu, ele pretende que 2019 seja bem melhor com o novo carro. Esteve no defeso a descansar e a participar no Artic Rally, a bordo de um Ford Fiesta WRC.

Tive um inverno muito bom, estou cheio de energia e ansioso para a nova temporada" começou por dizer o piloto de 29 anos. "Comecei meu primeiro treino no começo de janeiro e estou no bom caminho desde então. Fiz a maioria do meu treino na Finlândia, primeiro no sul, perto da minha casa, e então mais ao norte, na Lapónia, porque é onde você tem o inverno propriamente dito. As condições foram extremas, um frio congelante, a neve é garantida, mas foi ótimo poder me exercitar e preparar minha mente e o corpo para a luta que está por vir”, acrescentou.

Estou empolgado com a nova temporada, e todo mundo começa com zero pontos. Todos nós estamos do mesmo lado, e 2019 pode trazer tudo. Vou com tudo neste ano. Houve muita crítica em algumas fases de 2018, mas agora estou otimista sobre mim porque isso me deu um impulso extra”, declarou.

“[Estou] ansioso para guiar o novo carro pela primeira vez. O carro mudou um pouco porque o regulamento aerodinâmico mudou, então vai ser interessante ter uma ideia de como o carro se comporta. Você nunca sabe o que esperar, então isso é empolgante, subir no carro e descobrir isso, tentar ter uma impressão do equilíbrio do carro e seu comportamento. Nós já estamos acelerando o carro no shakedown para sentir isso”, concluiu.

O W10 começará a rodar em Barcelona a partir de segunda-feira, nos testes coletivos da Formula 1.

A imagem do dia

No meio das apresentações e demais eventos que aí vêm, como o Rali da Suécia e o ePrix do Méxcico, quase ia esquecendo que esta semana, este canto faz anos. Doze, para ser mais exato. Haver tempo para fazer um post de comemoração desta data, e de como longe é que isto já foi até agora, ainda é algo do qual ainda não tenho consciência de ter feito. Mas fiz.

São poucos os que vivem até aqui, produzindo informação todos os dias, de forma regular. Tem dias em que cansa, mas no dia seguinte, senta-se aqui, de baterias carregadas e com vontade de mais. Pensa-se no que fazer, que matérias valem a pena serem feitas, para além dos que todos lêem num site qualquer. É um canto interessante, que tenta ser original e variado. E acho que faço bem o meu trabalho. Especialmente quando tudo isto é o esforço de uma pessoa só.

Pode haver mudanças importantes no futuro. A seu tempo, saberão. Caso se confirmem, poderão até ser um principio de algo maior num futuro a médio prazo. Espero que seja, até seria o concretizar de uma velha aspiração, até de reforçar a minha segunda vida, de escritor, que tenho vindo a fazer desde há algum tempo e do qual pretendo, no futuro, abraçar com mais força. Mas sem largar esta parte, claro.

Para finalizar, ao olhar para trás, não deixo de pensar no grupo de amigos e admiradores que isto criou. A eles, vai uma saudação, e que tragam um amigo com eles, no sentido de alargar cada vez mais este grupo de fãs.

Um muito obrigado a todos, e vamos para o ano numero treze da existência do Continental Circus, um sitio que tem como lema "Automobilismo no seu Todo". E até calha bem este aniversário, em plena semana de lançamentos de carros de Formula 1.

Formula 1 2019 (VII) - O Racing Point- Mercedes

Em Toronto, e ao vivo para todo o mundo, a Racing Point mostrou o seu chassis para 2019, numa temporada em que vai assumir completamente uma nova vida, depois de dez anos como Force India. Com Lance Stroll e Sergio Perez como pilotos, e a manutenção de boa parte dos patrocinadores - e a aparição de mais alguns, como a SportPesa, empresa de apostas desportivas, e a JCB, a empresa de máquinas industriais, vinda da Williams.

No lançamento do carro, Otmar Szafnauer explicou que se pensou em reavivar nomes como a Lola e a Brabham, mas no final decidiu-se que Racing Point seria o ideal. "Pensamos que era um nome apropriado, vamos torná-lo maravilhoso e vamos pegar esse nome e dar um pouco de história e tempo e um pouco de herança", começou por dizer.

"O Racing Point foi o que conseguimos. Acho que é apropriado e, graças ao nosso novo parceiro de título Sportpesa, também fazem parte do nome.", continuou.

O diretor técnico, Andy Green, explicou que a Racing Point planeia atualizações quer na abertura da temporada, na Austrália, quer para a quinta ronda, em Espanha - "algo que não conseguimos fazer anteriormente", começou por afirmar.

Depois, prosseguiu: "Esperamos que um carro 'simples' comece a produzir o que acreditamos ser um carro capaz de oferecer o que precisamos para chegar em Barcelona - trabalhando na fiabilidade e entendendo os pneus. Nós fizemos o possível para levar o carro no lançamento, mas no fundo sempre trabalhamos no carro para a primeira corrida, tentando encontrar o máximo de desempenho possível para Melbourne."

"Estamos planeando atualizar o carro para a primeira corrida e, provavelmente, nas duas ou três corridas depois disso. Eles serão mudanças bastante significativas antes de mais um grande passo em frente em Barcelona, na quinta corrida. Espero que, quando chegarmos à Europa, tenhamos uma plataforma decente para trabalhar e desenvolver.", concluiu Green.

O carro começará a rodar na semana que vêm, em Barcelona.