sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Noticias: Latvala quer fazer cinco ralis em 2020

Depois de ter sido dispensado pela Toyota, Jari-Matti Latvala poderá fazer uma temporada parcial em 2020 a bordo de um Yaris WRC, não deixando de estar desligado da marca nipónica. Latvala aceitou isso após um incentivo de Akio Toyoda, o presidente da marca, e em principio, correrá em cinco provas, podendo alargar a participação para oito, caso tenha patrocinadores para tal.

“O rali da Suécia e da Finlândia já estão confirmados. Agora, eu estou a trabalhar para arranjar patrocinadores para o rali da Sardenha, de Portugal e da Grã-Bretanha”, começou por dizer. “Se dependesse só de mim, também gostaria de ir à Nova Zelândia. Infelizmente é demasiado caro. Mas é muito importante continuar a pilotar em 2020.”, concluiu.

Quem irá fazer pelo menos nove ralis com um Toyota Yaris WRC será Takamoto Katsuta, que fará todas as provas europeias mais o Rali do Japão, a sua prova "caseira". 

Aos 34 anos, e no WRC desde 2002, Latvala tem dezoito vitórias no seu palmarés, correndo com carros como Ford Volkswagen e Toyota, sendo vice-campeão do mundo em 2010, 2014 e 2015. Contudo, a sua última vitória foi no Rali da Austrália de 2018.

 

WRC: Catalunha não contempla regresso em 2020

Saído do calendário para a próxima temporada, o Rali da Catalunha não tem qualquer intenção de entrar no lugar da prova do Chile, cancelado ontem devido aos protestos que tem assolado o país desde há quase mês e meio. Aliás, os organizadores acreditam até que essa prova nem será substituída no calendário, fazendo do WRC uma prova com 13 ralis.

Segundo conta Amam Barfull, membro da organização do rali catalão ao jornal espanhol AS, explicou primeiro que não há orçamento para fazer a prova em 2020, e estão mais concentrados em fazer da prova um rali a conta para o campeonato espanhol. "É praticamente impossível para o nosso rali cobrir essa lacuna. Em primeiro lugar, não há orçamento. Os patrocinadores já alocaram os seus recursos para outras coisas e agora não há tempo para redirecioná-lo. Por outro lado, a data. É muito próximo.", contou.


Quanto a possíveis substitutos, Barfull diz não acreditar nisso porque para as marcas, quanto menos ralis, melhor para o orçamento. 

"As marcas preferem que exista uma corrida a menos. Com a entrada do Safari, no Quénia, Japão e a Nova Zelândia, os orçamentos das equipas dispararam e uma redução de calendário será muito bem recebida por todos.", contou.


Contudo, apesar do cepticismo de Barfull, fala-se que a Volta a Córsega poderá ocupar o lugar do rali chileno.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

WRC: Organização cancela rali do Chile


As coisas correm velozes. Enquanto fazia o tecto sobre os perigos da relização do rali do Chile por causa da agitação social que grassa no país por estes dias, a organização tinha decidido cancelar a prova. 

A decisão foi tomada pelos organizadores a pedido do governo regional do estado de BioBio, cuja capital é Concepcion. Segundo fonte da organização, o cancelamento da prova não é uma despedida do evento do país, estando previsto que o Chile possa receber as provas de 2021 e 2022: 


“O fato de ter sido agora cancelado não significa que não possa ser realizado. Corremos para 2021, e temos agora ainda mais vontade de melhorar o que fizemos este ano”, disse Mauricio Melo, presidente da Federação Chilena de Automóveis.

O rali Chile entrou no calendário em 2019, e foi vencido por Ott Tanak, então no seu Toyota. Mo calendário de 2020, deveria acontecer entre os dias 16 e 19 de abril.

Youtube Formula One Documentary: Clive James em Las Vegas


A temporada de 1981 teve o seu fecho... num parque de estacionamento. Claro, se for no parque de estacionamento de um casino em Las Vegas, é algo interessante de se ver. Mas o mais interessante disto tudo é o documentário que foi feito pelo jornalista australiano Clive James, morto este domingo aos 80 anos, e ávido fã de automobilismo.

É um documentário único de um tempo que não volta mais - o circuito não existe, e ainda bem - mas de uma certa maneira, este documentário mostra um misto de decadência da civilização ocidental com o risco que foi atrair os americanos para ver carros de Formula 1 no seu quintal, a obsessão que Bernie Ecclestone teve durante anos a fio.

São 48 minutos do qual vale a pena ver. 

WRC: Rali do Chile sob ameaça

Os problemas internos no Chile estão a ameaçar a realização do seu rali em 2020. Rumores de que a organização poderá cancelar a prova nos próximos dias tem estado a circular fortemente, apesar de a prova ser apenas em abril. Ainda antes disso, haverá o ePrix de Santiago do Chile, a 10 de janeiro, e também está-se atento ao que se passa para se saber se a prova irá ou não em diante.


O país encontra-se em agitação social desde o dia 14 de outubro, quando foi anunciado um aumento no preço dos bilhetes de metro de Santiago do Chile, a capital. Contudo, foi mais o pretexto para um protesto geral contra o aumento do custo de vida de uma das economias mais prósperas da América do Sul, que custaram até agora 26 mortos e centenas de feridos, depois do governo ter começado a tratar dos manifestantes como "agitadores". Agora as coisas estão mais calmas, mas as manifestações continuam, porque pretendem entre outros, a demissão do presidente Sebastian Piñera e a convocação de uma Assembleia Constituinte. 

Em boa parte do país, foi declarado o estado de emergência e instaurado o recolher obrigatório. Daí que todos os eventos desportivos internacionais que o país está a acolher estão sob forte escrutínio, como o ePrix de Santiago, que acolhem desde 2018, e o rali do Chile, que entrou no calendário em 2019, com a vitória de Ott Tanak.

Caso o rali seja cancelado, é provável que o seu substituto seja o Rali da Catalunha. 

Noticias: Nicholas Latifi é piloto da Williams

O canadiano Nicholas Latifi será piloto da Williams na temporada de 2020. A confirmação foi dada esta quinta-feira em Abu Dhabi, e ais 24 anos de idade, ele será o único estreante na grelha de partida na próxima temporada.

“Estou ansioso pela jornada que temos pela frente, e estou entusiasmado por fazer a minha estreia na Fórmula 1 no Grande Prémio da Austrália em 2020”, afirmou.

Latifi disputa este ano a Fórmula 2, estando neste momento no segundo lugar, mas com chances de título, já que discute o primeiro lugar com o italiano Luca Ghiotto. Ambos estarão neste fim-de-semana em Abu Dhabi.

Nascido a 29 de junho de 1995, em Montreal, andava na Formula 1 desde 2016, como piloto de testes da Renault, para depois ter a mesma tarefa na Racing Point, em 2018, e este ano na Williams. Tudo isto enquanto corria na DAMS na Formula 2, entre 2017 e 2019, onde venceu quatro corridas. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

O video do dia

Antes de começar a temporada de 1997, a ITV britânica fez um programa único para comemorar o facto que tinha os direitos das transmissões televisivas da Formula 1, depois de anos passados na BBC. Arranjou Murray Walker e o ex-piloto Martin Brundle, mas antes disso, decidiu fazer este programa, apresentado pelo jornalista australiano Clive James.

Um ávido apreciador, era amigo pessoal de Bernie Ecclestone e a seu convite, fez a revista das temporadas de 1982, 84 e 86, sempre num estilo humoristicamente seco. E alguns entraram mesmo na história, não se sabe pelas melhores ou piores razões, mas entraram.

Mas Clive James não foi só isso. Nascido em 1939 em Sydney, na Austrália, foi para o Reino Unidos em 1962, para escrever em jornais, e logo se tornou famoso pelas suas observações sarcásticas da sociedade e por encontrar coisas inverosímeis do qual mais tarde foram adoptadas pela cultura ocidental, como os "reality shows".

Autor prolífico, conseguia gozar com tudo, incluindo com a sua própria morte. Noticias sobe o seu desaparecimento físico surgiram em 2011, e ele leu avidamente - e com carinho, disse ele - todos os seus elogios fúnebres, depois de anunciar ao mundo que afinal, estava vivo. Doente - tinha tido um efisema e leucemia - mas ainda iria resistir por mais algum tempo. Afinal de contas, as noticias da sua morte tinham sido exageradas... e fez disso coluna no The Daily Telegraph.

Clive James morreu este domingo aos 80 anos, vítima de leucemia. O mundo ficou um pouco mais carrancudo, é verdade, mas deixou o suficiente para nos fazer rir, sempre que quisermos. Ars lunga, vita brevis.

Noticias: Anunciada a tripla da Toyota em 2020

A Toyota anunciou os seus pilotos para a temporada de 2020, e é tudo totalmente novo. Se Sebastian Ogier era alguém do qual se esperava desde há algum tempo, e Kalle Rovanpera tinha sido o primeiro piloto a ser confirmado desde há algums tempo, dada a sua velocidade e precocidade, o galês Elfyn Evans, vindo da Ford, foi uma completa surpresa. 

Para o francês de 35 anos, seis vezes campeão do mundo, a ideia é manter-se competitivo e lutar por títulos em 2020, enquanto que para o galês de 30 anos, é a continuação da sua velocidade e consistência em várias das superfícies onde tem corrido até agora ao volante do seu Ford Fiesta WRC. Por fim, Rovanpera, de 19 anos, e filho de Harri Rovanpera, tem a ver com a sua precocidade nos carros, já demonstrada nas últimas duas temporadas no Skoda Fabia R5, que lhe deu o título na classe WRC2 Pro. Em 2020, ele vai ter a sua chance num carro WRC.

Para Tommi Makinen, esta tripla é uma mistura e juventude e experiência que trará benefícios para a equipa.
“Estou muito contente com o alinhamento de pilotos que conseguimos montar para a próxima época. Acredito que este trio dá-nos um grande equilíbrio na nossa equipa, uma vez que temos como meta mais troféus no próximo ano, bem como no futuro. Sabemos como o Sébastien [Ogier] é forte mas já estamos todos ansiosos por trabalhar com ele e com o Julien [Ingrassia]. Penso que, ser capaz de atrair um piloto com o seu currículo diz muito sobre o que alcançámos num espaço de tempo tão curto, com esta equipa”, começou por dizer.

“Elfyn [Evans] é um piloto que tenho observado há algum tempo. Vimos que ele pode ter a velocidade suficiente para vencer em quase qualquer superfície, mas também pode ser muito inteligente quando necessário, e marcar bons pontos”, continou.

“Por fim, conheço Kalle [Rovanpera] desde que ele era muito jovem e sempre ficou claro que ele tem algo especial. Ele ainda tem muito a aprender, mas acredito que está pronto para este passo, agora. Quero agradecer ao Ott [Tanak] e Martin [Jarvejola], Jari-Matti [Latvala] e Miikka [Anttila], e Kris [Meeke] e Seb [Marshall] por tudo o que fizeram pela nossa equipa. Desejo-lhes o melhor para o futuro”, concluiu.

Já Ogier está feliz por ter uma máquina competitiva para aquela que poderá ser a sua última temporada no WRC, e pretende lutar para recuperar o título que perdeu este ano para Ott Tanak. 

“Estou definitivamente muito entusiasmado por me juntar à Toyota", começou por dizer Ogier. "É mais um desafio novo para mim e estou ansioso por ele. Curiosamente, já discutimos isto no final de 2016, e embora não tenhamos conseguido fazê-lo acontecer naquela altura, agora estou motivado para começar a trabalhar com uma marca tão icónica como a Toyota, bem como com o meu ídolo de infância, Tommi Mäkinen.", continuou.

"O plano é ter algum sucesso juntos, e tentar reconquistar o campeonato do mundo. É um line-up interessante: Conheço muito bem o Elfyn [Evans], já trabalhei com ele antes e tenho a certeza de que também pode trazer muito para a equipa, enquanto o Kalle [Rovanpera] já provou muitas coisas nos ralis, por isso tem definitivamente algum talento, e tenho a certeza de que vai melhorar muito rapidamente. Nós três somos novos na equipa, pelo que vai ser um desafio aprender o carro e tudo, mas é claro que faremos o nosso melhor para nos apresentarmos o mais rápido possível."

Já o piloto galês vê esta oportunidade como aquela onde quer provas que as qualidades que mostrou nas duas últimas temporadas valem a pena, especialmente depois e um 2019 onde ficou de fora no último verão por causa de lesões nas costas.

“Juntar-me à Toyota Gazoo Racing é uma grande oportunidade para mim e estou muito entusiasmado com este desfecho. A equipa tem sido muito bem sucedida, desde que entrou no desporto há três anos, e estou ansioso por fazer parte dela. O Tommi [Makinen] foi muito bem sucedido como piloto e sabe o que é preciso para ter um desempenho a este nível.", começou por dizer.

"Foi muito bom lidar com ele até agora, e estou ansioso por conhecer melhor a equipa à medida que nos aproximamos do início da próxima época. 2019 foi uma época mista para nós – faltando a três ralis devido a lesão a ser o ponto baixo – mas houve alguns resultados e desempenhos fortes enquanto competia por vitórias e pódios. Agora quero levar isto mais longe, ganhar ralis mais vezes e ver o que é possível neste novo capítulo. Será bom voltar a trabalhar com o Sébastien e o Julien, também: Com a experiência e o sucesso que teve, é uma grande mais valia para ter na equipa.”

Por fim, Kalle Rovanpera vê este novo passo como uma exigência para que mostre todo o seu potencial nos ralis.

“Estou muito entusiasmado por chegar à Toyota. Penso que o objetivo de qualquer jovem piloto de ralis é ter um lugar num World Rally Car oficial, e agora essa oportunidade chegou para mim", começou por dizer. "Foi fantástico ver como o Tommi já confiava em mim quando testei o carro pela primeira vez há alguns anos, e agora é muito bom fazer parte da sua equipa. Tenho a certeza de que o próximo ano vai ser bastante exigente" continuou.

"Os maiores desafios passam por aprender o novo carro e também os ralis que são novos no calendário. O arranque do Mundial terá tudo a ver com o aprender o carro, a velocidade e tudo o que vem com ele. Acho que o Seb [Ogier] e o Elfyn [Evans] serão muito bons companheiros de equipa para mim, com sua experiência. Eu tenho tanto ainda que posso aprender com eles, pelo que é bom tê-los na equipa”.

Noticias: Gordon Murray pensa o T50 nas pistas

O carro de Gordon Murray ainda pode estar longe da sua produção, mas poderá ser que apareça nas pistas mais cedo do que se esperava. O T50, última criação do engenheiro sul-africano, só aparecerá em 2022, mas ele pensa na ideia de o colocar nas pistas mais cedo, com algumas alterações no peso e em alguns sistemas de apoio aerodinâmico.

A ideia é aparecer em Le Mans, para tentar a mesma coisa que fez com o McLaren GT1, outra criação sua, que venceu em 1995.


“As pessoas que gerem o campeonato estão muito interessadas em nos receber de volta depois de nossa história em Le Mans com o F1 GTR. Falei com a ACO e a FIA em fevereiro deste ano”, começou por dizer Murray ao site motosport.com. “Posteriormente, tivemos alguns clientes que estão muito interessados em competir com o carro. Gostamos de corridas, por isso também estamos muito interessados em voltar às pistas. Está no nosso ADN.", continuou. 

"Estamos prestes a anunciar em breve uma parceria com uma equipa de Formula 1 para o uso de um túnel de vento no desenvolvimento do T.50, por isso já estamos um passo mais perto das corridas. Se o fizermos, será feito por uma equipa separada e paralelamente ao carro de estrada, e já temos uma unidade de operações especiais para fazer os veículos”, concluiu.

A ideia de correr seria na classe de hipercarros, mas Murray também disse que não se importaria de participar numa classe só para caber o seu carro, desde que se mantenha competitivo.


“A versão de corrida do T.50 provavelmente sairia com cerca de 900 kg, portanto, colocar algumas centenas de quilos de lastro não atrai [O peso mínimo dos carros segundo os novos regulamentos é de 1100kg]”, disse ele. “Mas como as novas regras se baseiam no equilíbrio de desempenho, esperamos que haja alguma maneira de corrermos mais leves, mas com menos potência”.

“Se realmente não nos encaixarmos na classe dos hipercarros ou em qualquer outra categoria, temos a opção de uma série única com o nosso carro de pista”, disse ele. “Imagine uma grelha de 20 carros com motores V12, a acelerar às 12.000 rpm – seria divertido”, concluiu.

Youtube Motoring News: Fully Charged News


Eu confesso que gosto de ver o canal Fully Charged, e esta terça-feira, o Robert Llewyn falou sobre os carros do momento: o Ford Mustang, o Tesla Cybertruck, e outras coisas mais.

Mas o que mais gosto neste noticiário é a maneira como ele desmente os mitos e as noticias falsas sobre certas coisas que são usadas na construção das baterias, por exemplo, e como as desmente. O seu ar de zangado é impagável!

WRC: Neuville acha que Ogier na Toyota irá complicar


Ainda não foi confirmado na marca japonesa, mas Sebatien Ogier poderá ser alguém que irá prejudicar a concorrência. Pelo menos é o que diz Thierry Neuville, um dos pilotos oficiais da Hyundai para 2020. "Com Ogier a correr de Toyota vai ficar tudo mais complicado.", afirmou.

O piloto belga de 31 anos disse, numa entrevista à RTBF, realçou o poder dos Toyota Yaris. "A Toyota foi muito competitiva ao longo da temporada, foi frequente ver os três Toyota na liderança no primeiro dia. Ninguém sabia como competir com eles.", começou por falar.



Quanto ao convívio com Ott Tanak, revelou que não só não o teme, como acha que é uma mais-valia para a equipa, no seu todo. "Tanak traz um bom background técnico para a Hyundai, iremos tentar retirar vantagem daí. Teremos evoluções e esperamos trabalhar bem durante o Inverno para ficarmos melhores que a Toyota."

Com o Rali de Monte Carlo a pouco mais de dois meses, e com a saída da Citroen dos ralis, resta saber como será a próxima temporada do Mundial.




terça-feira, 26 de novembro de 2019

Vende-se: Ferrari F2002 de Michael Schumacher

O último fim de semana de Formula 1 em 2019, em Abu Dhabi não acontece só na pista. Também acontece nos bastidores, onde existem, entre outras coisas, leilões de bólidos do passado, especialmente aqueles usados em campanhas vitoriosas. E é o que vai acontecer neste final de semana, quando o F2002 de Michael Schumacher vai a leilão através da RM Sothebys.

O carro, chassis numero 219, foi usado no inicio da temporada de 2002, foi guiado pelo piloto alemão para três vitórias: Imola, Zeltweg (o infame final de corrida desse ano) e Magny-Cours. Desconhece-se o valor que poderá alcançar em leilão, mas parte das receitas irão para a fundação Keep Fighting, estabelecida pela familia do piloto alemão.

"Os fãs, os convidados do Paddock Club e os licitantes terão uma oportunidade incrível de se aproximar desses carros icônicos e compartilhar a emoção ao serem leiloados. Estamos orgulhosos de poder apoiar a Fundação Keep Fighting de Michael Schumacher com os lucros da venda.”, disse Kate Beavan, a diretora dos serviços de hospitalidade da Formula 1.

Noticias: Vandoorne louva a Formula E

Stoffel Vandoorne está na Formula E e não tem saudades da Formula 1. O piloto belga da Mercedes, que subiu ao pódio por duas vezes no fim de semana saudita, afirmou que a competição elétrica é mais autêntica que a Formula 1, que a considera muito politica. Numa entrevista ao jornal belga Sport/Voetbalmagazine, deixou algumas criticas à Formula 1. “[A F1] É um mundo um pouco falso no qual todos se dão bem, mas acima de tudo, todos têm os seus próprios interesses a defender”, começou por dizer. 

“Na Fórmula E, Le Mans ou nas corridas de resistência do WEC, é onde podemos encontrar corridas puras. Vimos aqui para correr, não para fazer política. A Fórmula 1 continua a ser o maior campeonato, mas a Fórmula E está logo abaixo. É um dos campeonatos mais competitivos em que participei. Muitos pilotos têm experiência na Fórmula 1, outros têm um histórico com o qual poderiam entrar na Formula 1. É o futuro. É por isso que vemos mais e mais fabricantes de automóveis interessados”.

Vandoorne, de 27 anos, esteve entre 2016 e 2018 na McLaren, onde conseguiu apenas 26 pontos. Pela HWA e Mercedes, já conseguiu três pódios e uma pole-position, totalizando 65 pontos. Para além disso, corre na Endurance pela SMP Racing, onde foi terceiro classificado nas 24 Horas de Le Mans deste ano.

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Youtube Racing Video: Os carros de corrida de Carrol Shelby

"Olá, sou Carrol Shelby e a performance é o meu negócio".

Esta frase entrou nos anais do automobilismo e na lenda do próprio, quando andou a construir e preparar os Cobras, com motor Ford, antes de ficar com os Mustangs GT350 e o GT40 e criar o seu Shelby-American, que levou para Le Mans e derrotou os Ferrari.

Em 1965, a Ford fez um filme sobre ele, mostrando o que todos andavam a fazer nessa altura em que bater a Ferrari era a prioridade numero um, com filmagens em Willow Springs e pilotos como Pete Brock, Ken Miles e Dan Gurney ao volante das suas máquinas. Agora, é um clássico. 

Youtube Video Demonstration: Tesla Cybertruck vs Ford F150

Em inglês, o jogo da corda chama-se "tug of war". Chegou a ser desporto olímpico, mas hoje em dia, serve mais para estas demonstrações. No dia da apresentação do Tesla Cybertruck, Elon Musk apresentou o video onde um dos seus modelos estava frente a frente com um Ford F150, um dos modelos mais populares de "pickups" nos Estados Unidos.

O video mostrou que o Tesla era bem mais potente que o Ford. O torque que tem logo de entrada, quando o condutor pisa no acelerador ajuda muito nisso, mas mesmo assim, impressiona.