sábado, 19 de outubro de 2013

WSR: Magnussen vence e é campeão, Félix da Costa em quarto

O dinamarquês Kevin Magnussen sagrou-se esta tarde o campeão de 2013 da World Series by Renault, ao vencer a primeira corrida da jornada dupla de Barcelona, a última do campeonato. O filho de Jan Magnussen e apoiado pela McLaren, levou a melhor sobre o britânico Will Stevens, o belga Stoffel Vandoorne e o português António Félix da Costa, que se classificaram nesta ordem.

Apesar do dominio do piloto dinamarquês, que conseguiu aqui a sua quarta vitória na época, a corrida foi tudo menos calma. Um acidente no seu inicio eliminou seis pilotos, incluindo o holandês Nigel Melker, o dinamarquês Marco Sorensen e o francês Norman Nato, e por causa disso, obrigou a uma intervenção do Safety Car, que ficou na pista durante cerca de um quarto de hora. Quando esta recomeçou, Magnussen "foi-se embora" e aparte um erro na travagem para a curva La Caixa, não foi incomodado por Stevens.

Atrás do dinamarquês estava William Buller, que no reinicio da corrida, perdeu o terceiro posto para Vandoorne, e na parte final começou a ser pressionado por Félix da Costa que, partindo do décimo posto, foi o grande beneficiado pelo acidente no inicio da corrida. Na parte final, o português conseguiu passar numa manobra bem feita, assegurando o quarto lugar na corrida. Apesar de tudo, ele têm o terceiro lugar final assegurado e ainda pode lutar pelo segundo posto com Vandoorne.

No campeonato, Magnissen foi coroado com 249 pontos, contra os 196 de Stoffel Vandoorne, e os 182 de António Félix da Costa, o terceiro classificado. O piloto de Cascais tâm agora 50 pontos de vantagem sobre Will Stevens, agora o quarto classificado.

Amanhã será a última corrida da temporada.


Os problemas e as alternativas da Williams

A semana que passou foi agitada em Grove, sede da equipa Williams. Desde que foi anunciado por Eddie Jordan, no final do GP do Japão, de que Pastor Maldonado iria sair da equipa, que Claire Williams e Mike O'Driscoll, os altos representantes da equipa estão em Caracas para falar com a cúpula da petrolífera para um assunto: arranjar uma forma de manter o "gordo" patrocínio da marca - cerca de 50 milhões de dólares por ano - sem ter de cumprir a cláusula do contrato que obriga a permanência de um piloto venezuelano como titular.

Se as pessoas querem associar isto aos eventos de ontem, esqueçam: quem trata dos dinheiros de Maldonado é a PDVSA, a petrolífera do Estado, logo, não há perigo algum. A história é outra: a relação entre o piloto e a equipa já não existe. E ele está até disposto a parar por um ano, pois não quer mais correr por lá, queixando-se do mau carro que têm. Claro, do lado da equipa, pode-se dizer que a rapidez de Maldonado não é acompanhada pelo respectivo cérebro, em termos de sapiência...

Pelo que leio hoje do blog do Joe Saward, Maldonado depende da PDVSA para continuar. E as clausulas do contrato entre ambas as partes são suficientemente claras e concisas para que seja difícil quebrar ou modificar o contrato de forma a que os venezuelanos fiquem na Williams sem que tenham de colocar um piloto do país de Bolivar. E por outro lado, Maldonado quer ir para a Lotus, mas precisa do contrato da PDVSA para continuar. Mas isso é complicado por vários motivos: a marca têm a presença da francesa Total, que poderá reforçar o seu peso, para manter Romain Grosjean, e Eric Boullier deseja Nico Hulkenberg, que poderá ser facilitado se o acordo com a Infinity for concretizado.

Caso o acordo Williams-PDVSA terminar, há alternativas. A mais forte é uma que já tinha pensado logo no dia em que ouvi a saída de Maldonado: Felipe Massa. O piloto brasileiro procura um lugar, e apesar de ser falado para a Force India, a Williams é o que têm potencial para ser concretizado. Há umas semanas se soube que o seu engenheiro iria para lá em 2014, e com a história dos motores Mercedes, há a ideia de que a equipa poderá conhecer um salto de qualidade, e também Massa poderia trazer consigo um patrocinador importante: a Petrobrás. Só que o apoio seria pequeno, comparado com o dos venezuelanos: 10 milhões de dólares.

Numa entrevista ao jornal "Estado de São Paulo", o empresário de Massa, Nicolas Todt, confirmou que a Williams seria uma boa alternativa: “A equipa de Grove emprega 550 pessoas, é organizada e possui uma boa estrutura. Eu acho que seria um ponto positivo para Massa, pois a nova máquina não deve ter os mesmos erros da atual”, explicou.

De facto, o piloto brasileiro seria uma boa alternativa em termos de talento, mas o dinheiro continuaria a ser um problema, para além das colisões que haveria entre petroliferas. Daí que provavelmente se deverá olhar com outros olhos as noticias sobre uma possivel transferência de propriedade entre Christian "Toto" Wolff  e o sogro de Giedo Van der Garde, Michel Boekhoorn. Caso as negociações chegarem a bom porto, é possível que haja mais dinheiro vindo da Holanda e um piloto para o lugar... mas neste caso em particular, uma coisa não significa outra.

Como em tudo na vida, as semanas que aí virão serão importantes para a marca.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Noticias: Viso reage a noticias sobre fraude cambial

A fraude cambial que foi denunciada hoje pelo governo venezuelano, onde aparentemente houve abusos nas autorizações de alguns pilotos para conseguir autorização para levantar mais dólares do que o previsto, já mereceu a reação de pelo menos um piloto: Ernesto Viso, que corre na IndyCar. Numa entrevista ao jornal local "El Nacional", Viso, que já disse que não participará na prova final da IndyCar, em Fontana, afirmou que espera um investigação séria e que os que cometeram as fraudes sejam encontrados para a situação ser normalizada.

“Creio que esse tema é controverso no ministério, pois quando perguntamos o que está acontecendo com os pagamentos que não recebemos, não temos explicação alguma. Mas é frustrante saber que há oportunistas que buscam se aproveitar do momento desportivo tão bom que vive a Venezuela para tirar benefícios pessoais. No final, os verdadeiros prejudicados somos nós, os atletas que têm números e resultados que comprovam o bom trabalho que fazemos.” começou por comentar.

“Acho bom que façam uma investigação séria a este respeito porque isso é algo muito delicado, mas é necessário que o ministério coloque em dia os pagamos porque a minha situação é cada vais mais insustentável porque tenho muitas contas a pagar”, concluiu.

Recorde-se que o esquema de fraude cambial apareceu quando as autoridades de Caracas denunciaram a falsificação de assinaturas da Ministra do Desporto, Alejandra Benitez, para que esses pilotos pudessem usar as permissões especiais, que são passadas pelo governo, para levar muito mais dólares do que o permitido.

Com os venezuelanos limitados a levantar três mil dólares por ano, as pessoas com essas autorizações especiais poderiam levantar muitos mais, e os dólares que sobravam nesse esquema eram muitas vezes canalizados para o mercado negro (onde a diferença entre o câmbio oficial chega a ser seis vezes superior), para conseguir ainda mais lucros do que teriam inicialmente. E num desses casos, denunciada pela ministra, fala que houve aprovações no valor de 66 milhões de dólares.

Noticias: Venezuela investiga pilotos por fraude cambial

Descobri isto via Leandro Kojima, o verdadeiro Bandeira Verde. E apesar de ser perturbador, no minimo, é o sinal de como são feitas as coisas na Venezuela, o país de Simon Bolivar, das misses e de Hugo Chavez. Segundo a Reuters, a justiça venezuelana está a investigar um esquema de fraude envolvendo as estrelas do desporto automóvel com o câmbio de bolivares por dólares.

Aparentemente, esses pilotos estão a usar as permissões especiais, passadas pelo governo, para levar muito mais dólares do que o permitido. É que os venezuelanos estão limitados a levantar três mil dólares por ano, e eles poderiam levantar muitos mais. E a diferença entre o câmbio oficial e o mercado negro é de seis vezes. Os dólares que sobravam nesse esquema eram muitas vezes canalizados para o mercado negro, para conseguir ainda mais lucros do que teriam.

O esquema foi denunciado pela Ministra do Desporto, Alejandra Benitez, que numa entrevista feita ontem, denunciou que a sua assinatura tinha sido falsificada em cerca de 60 documentos, para permitir o câmbio de moeda. "Existe um caso em particular de um corredor que, em ano e meio, conseguiu aprovações [de câmbio de moeda] no valor de 66 milhões de dólares.", disse Benitez, uma antiga atleta olimpica. "Apenas as requisições de dois desses atletas seriam o suficiente para levar uma delegação de 600 atletas [para um determinado evento desportivo]", concluiu.

Questionado a dar nomes, Benitez declinou, afirmando que "o caso está nas mãos das forças de segurança. E se houver algum funcionário [do ministério] estiver envolvido, vai ter de pagar o preço", concluiu.

E as coisas parecem que já tiveram impacto: Ernesto Viso já anunciou que não vai estar presente em Fontana, alegando "estar doente". O seu substituto será o colombiano Carlos Muñoz. E é bom ficarmos atentos para o que aí vêm nos próximos dias...

Youtube Videoclip: The Family Rain - Feel Better (clip não oficial)

Esta vi no Facebook oficial do James Hunt: um dos novos grupos britânicos, o The Family Rain, decidiu fazer um clip "não oficial" do sua mais recente música, "Feel Better", que sairá nas lojas no próximo dia 21. E como tema desse "clip", nada como... James Hunt! Aparentemente, o filme "Rush" já começa a causar influência junto do pessoal que o viu e (re)descobriu o campeão do mundo de 1976 e a sua personalidade fora do vulgar.

Confesso que gostei da musica. E acho que deveria ser o clip oficial!

A revelação de Vandoorne e a pressão da Red Bull

Stoffel Vandoorne revelou esta sexta-feira uma noticia surpreendente... e inquietante. O piloto belga de 21 anos, revelação na World Series by Renault 3.5 (WSR), afirmou hoje em Barcelona que no passado mês de setembro ele foi contactado pela Red Bull para substituir Daniel Ricciardo na Toro Rosso, só que recusou, porque quer ficar mais tempo na WSR.

“Em setembro, a Red Bull me contatou”, disse o piloto belga em entrevista ao jornal local ‘Le Soir’. “Com Daniel Ricciardo a substituir Mark Webber na Red Bull, eles procuravam um novo piloto para a Toro Rosso”, declarou.

“Eu falei com os meus empresários, que me aconselharam a continuar na McLaren. Além disso, a proposta da Red Bull seria apenas por uma temporada, e buscamos algo a longo prazo. Acredito que a McLaren continua a ser a melhor escolha para a Formula 1”, acrescentou o piloto belga, atual segundo classificado na competição, entre o dinamarquês Kevin Magnussen e o português António Félix da Costa, apoiado pela Red Bull e candidato à vaga de Ricciardo na Toro Rosso em 2014.

Sobre o que vai fazer na próxima temporada, o belga revelou que ainda não têm uma ideia clara do que vai fazer, com a continuidade na WSR em mente e a GP2 como uma boa alternativa. “Depois de Barcelona, nós vamos avaliar tudo. Eu posso continuar na World Series por mais um ano com o objetivo de conquistar o título, e essa deve ser a opção mais provável. Eu posso mudar para a GP2, mas não é muito diferente da World Series, e a McLaren não está muito impressionada com essa categoria. Eu também posso ir para a Formula 1 como piloto reserva, mas vamos ver”, concluiu.

A revelação de Vandoorne, e dadas as circunstâncias temporais, revela várias coisas: primeiro, a Red Bull não é "flor que se cheire", e foi por isso que pilotos como Robin Frijns a recusaram, sabendo da enorme facilidade que eles têm para "despejar" pilotos, e com os casos do passado, já os pilotos que estão em ascensão nas categorias inferiores começam a evitar a "cantera" da Red Bull, dada a enorme volatilidade da equipa liderada por Helmut Marko, que só têm um objetivo: encontrar o próximo Sebastian Vettel, a qualquer custo.

Sabiamos desta volatilidade desde que foi conhecida a noticia da entrada de António Félix da Costa no programa, em junho de 2012. A experiência de Filipe Albuquerque, em 2007-08, permitiu saber como é que eles funcionam, pois a permanência no programa depende de resultados, mas ao contrário de outros, desejam-nos para... ontem. Daí ter dito na altura que isto é um presente envenenado.

Contudo, quando Vandoorne diz que o procuraram em setembro, era numa altura em que Félix da Costa estava numa "mó de baixo" e isto deve ter servido como forma de pressão ao piloto português. E se isto foi antes da jornada dupla de Hungaroring, pode-se dizer que resultou: em quatro corridas, subiu ao pódio por três vezes, duas delas como vitória. Resta saber como se comportará neste fim de semana na jornada de encerramento da categoria, em Barcelona. Se for algo semelhante a Paul Ricard, com uma vitória à mistura, poderá significar que o lugar na Toro Rosso é dele. Isto, se a lógica imperar... 

WRC: Malcom Wilson tentou trazer Löeb para a Ford

Com Sebastien Löeb agora a fazer uma segunda carreira nos GT's (mas em mudança para o WTCC em 2014), chegou a altura das revelações. E uma delas veio da boca do próprio Malcom Wilson, patrão da M-Sport, que prepara os carros da Ford, que disse esta semana que Löeb, nove vezes campeão do mundo do WRC, esteve para assinar em 2005 pela Ford, depois de ter experimentado um modelo Focus no verão desse ano em paragens britânicas.

“Foi fantástico vê-lo no carro”, começou por dizer Wilson, mas lamentou não ter ficado com o piloto francês, pois “sabíamos que iríamos encontrar o dinheiro para o conseguir. Contudo, ele acabou por querer permanecer na Citroen”. O responsável explicou que “que na altura ele sabia que 2006 ia ser um ano provisório e fez um acordo de longo prazo para o novo carro de 2007”.

Malcolm Wilsom está certo que, caso o francês tivesse optado por ingressar na Ford em 2006, o êxito seria igual: “Ele teria feito o mesmo trabalho no nosso carro. Nada seria diferente”, referiu.

Para contextualizar as coisas, em 2004, Löeb corria com a Kronos Racing, com um modelo Xsara, pois a Citroen preparava um novo modelo, que resultou no C4 WRC, no qual correu até 2010, altura em que trocaram pelo DS3. Certamente que o piloto francês manteve-se fiel à marca que o ajudou na sua carreira, e em troca lhes deu nove títulos consecutivos nos ralis, um domínio sem igual. 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Youtube Onboard: A apresentadora que não quis gritar

Não sei se foi por orgulho ou se foi por outra coisa, mas a pensar que a senhora não gritou enquanto que era guiada num circuito algures na Alemanha, é algo invulgar...

Já agora, o piloto em questão é a lenda dos ralis, Walter Rohrl (campeão do mundo em 1980 e 1982) e a senhora é uma das apresentadoras da Auto Bild, Barbara Schöneberger.

Youtube Motorsport Onboard: Nuno Matos e Filipe Serra, Baja Portalegre 2011


Nuno Matos e Filipe Serra são respectivamente, piloto e navegador e em 2011 participaram na mais importante competição de Todo o Terreno em Portugal: a Baja Portalegre 1000. As imagens são do Prólogo, que normalmente acontece nos arredores da cidade que dá o nome e nos cinco minutos e meio seguintes, podemos ouvir a voz do navegador a dar o seu melhor para que o piloto possa fazer a classificativa sem problemas.

A piada é ouvir o que ele têm a dizer, especialmente no minuto 4:46, quando o piloto começa a queixar dos travões... 

Noticias: Sogro de Van der Garde pode comprar parte da Williams

O holandês Giedo Van der Garde poderá estar a negociar a sua ida para a Williams em 2014... graças ao seu futuro sogro. Marcel Boekhoorn, fundador e dono da marca de roupas McGregor, está a conversar com Christian "Toto" Wolff para ficar com os 15 por cento que têm na Williams, para poder colocar o seu futuro genro no lugar que poderá vagar em 2014 com a saída de Pastor Maldonado, e numa altura em que irá receber os motores Mercedes. 

“Marcel só consideraria tal passo de uma perspectiva empresarial responsável”, afirmou Jan Paul Hoopen, empresário de Van der Garde, que confirmou a existência de conversações entre ambos. Questionado se o acordo poderia abrir caminho para a entrada de Van der Garde para a Williams, respondeu: “Basicamente, comprar ações e conseguir uma vaga são coisas distintas”. 

Mas não descarta a possibilidade: “Giedo gostaria de pilotar por uma equipa de prestigio e acho que a Williams sabe o que faz”, completou.

Mark Webber na Lotus... e nenhum de nós sabia disso!

O site oficial da Renault Portugal têm desde esta segunda-feira esta particularidade de colocar Mark Webber... na Lotus-Renault! Interessante "scoop" por parte da Renault Portugal. Será que eles sabem algo que nós saibamos? Ou é apenas a preguiça de um estagiário qualquer que toma conta do site? Acredito mais neste último...

Quem mandou esta foi o Diogo Sérgio, para o Formula 1 Portugal. Para verem a "cagada", vão à página dois do site.

Formula 1 em Cartoons - O cartão de aniversário de Kimi Raikkonen

Eu nunca contei isto a ninguém, mas o meu irmão mais novo faz anos exatamente um dia depois do Kimi Raikkonen. E quando digo "exatamente", é quando digo que ele amanhã também fará... 34 anos. 

E é por isso que compreendo bem o finlandês: a atitude dele tem muitos paralelismos com o meu irmão. Para muitas coisas na vida, ele está a "marimbar-se"...

Vi este belo cartão no Facebook da Juliane Cerasoli.

Noticias: Marussia confirma conversas com Magnussen

António Félix da Costa pode não ser o único piloto que poderá transitar da World Series by Renault para a Formula 1 em 2014. O dinamarquês Kevin Magnussen, (a meio nesta imagem) atual líder do campeonato e filho de Jan Magnussen, está à procura de um lugar na categoria máxima do automobilismo. Apoiado pela McLaren, eles o querem colocar numa equipa em 2014 no sentido de ganhar experiência para mais alto voos em 2015, ano em que a equipa de Woking passará por ter motores Honda Turbo à sua disposição. E a Marussia pode ser uma boa hipótese, onde iria correr com o francês Jules Bianchi, que é apoiado... pela Ferrari. 

"Como qualquer equipa que ainda não confirmou seus pilotos, nós temos uma série de possibilidades", começou por afirmar Graeme Lowdon, o diretor-esportivo da equipa anglo-russa em declarações à agência 'AP'. "Kevin impressionou nos testes que fez e, como uma equipe que já trouxe outros jovens à Formula 1, posso dizer que ele está na luta. Mas há, provavelmente, três ou quatro pilotos com um bom potencial e que procuram um lugar na Formula 1. E nós estamos falando com alguns deles, assim como outras equipas". declarou. 

E sobre isso, Lowdon afirma que manter Max Chilton por mais uma temporada é uma hipótese plausível: "Max definitivamente é uma opção, porque ele está fazendo um bom trabalho neste ano. Temos visto um progresso real em uma série de áreas e ele faz parte disso tudo. Estamos realmente ansiosos para ter uma continuidade no próximo ano por conta, especialmente, das mudanças do regulamento técnico", continuou. 

"Se decidirmos manter a atual dupla, então, pela primeira vez, teremos uma nova temporada com dois pilotos com a mesma experiência. No momento, entretanto, não há pressa para definir isso. Nós estamos apenas passando por todas as conversas normais deste período", concluiu.

Formula 1 em Cartoons: Feliz Aniversário, Kimi!

Kimi Raikkonen comemora hoje o seu 34º aniversário, e como ele e Fernando Alonso vão ser companheiros de equipa na Ferrari a partir de 2014, eis o que "Cire Box" desenhou em relação aos dois pilotos para esta data especifica...

Vi este desenho no Facebook do Humberto Corradi. 

Youtube Formula 1 Classic: A Geração Perdida (Tom Pryce)


Ao longo da existência deste blog lembrei profusamente destes três pilotos: Tom Pryce, Tony Brise e Roger Williamson. Do talento destes três pilotos, das expectativas que existiam sobre eles e das suas prematuras mortes, ao longo dos anos 70, em acidentes altamente mediáticos: Williamson, no GP da Holanda de 1973 e Pryce, no GP da África do Sul de 1977. Pelo meio, o acidente aéreo que matou Brise, a 29 de novembro de 1975, no avião pilotado por Graham Hill. 

O título "Lost Generation" (Geração Perdida) vêm de um livro escrito pelo jornalista britânico David Tremayne em 2006, onde se fala profusamente desses três talentos desaparecidos precocemente, e que poderiam ter abrilhantado ainda mais os anos 70 e 80 na Formula 1 para as cores britânicas. Este é o terceiro video, que fala sobre o galês Tom Pryce.

Ao contrário de Williamson e Brise, Pryce teve tempo para conseguir um palmarés: em quatro temporadas, venceu a Race of Champions de 1975, em Brands Hatch, - uma corrida extra-campeonato - conseguiu uma "pole-position" no GP da Grã-Bretanha de 1975 e mais dois terceiros lugares como melhores resultados, os outros dois pouco ou nada conseguiram, pura e simplesmente porque não tiveram tempo. Tirando uma corrida com a Token, em 1974, todas as outras corridas foram ao serviço da Shadow. Muitos dizem que Pryce era ótimo à chuva, e a sua pole em Silverstone foi nessas circunstâncias.

Em 1977, a Shadow parecia ter um carro capaz e Pryce era definitivamente o primeiro piloto, contra um Renzo Zorzi claramente inferior. Ironicamente, o único ponto que a equipa tinha conseguido até ao GP da África do Sul daquele ano, a terceira prova da temporada, fora conseguido pelo italiano. E as circunstâncias do seu acidente mortal aconteceram - dupla ironia - por causa de Zorzi. O seu carro tinha parado e deitava fumo do motor. Dois jovens comissários de pista, um deles chamado Jansen Van Vuueren, de 19 anos, atravessaram a pista num local de baixa visibilidade e Pryce não teve tempo de se desviar dele, que trazia um extintor. Ambos tiveram morte imediata.