quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Noticias: Toyota vai correr com dois bólidos em Fuji

A Toyota confirmou esta segunda-feira que irá correr com dois carros nas Seis Horas de Mont Fuji, prova a contar para o World Endurance Championship, a acontecer no próximo dia 20 de outubro. O carro numero 7, guiado pela tripla Alexander Wurz, Nicolas Lapierre e Kazuki Nakajima, irá voltar às pistas, depois de terem dito que não tinham intenções de o colocar após as 24 horas de Le Mans, que aconteceram em junho.

Um porta-voz da marca avançou que “é a nossa corrida caseira e um circuito propriedade da Toyota, junto às nossas instalações de pesquisa e desenvolvimento que trabalha nos nossos sistemas híbridos e no motor para o TS030”. O facto da Toyota ser uma empresa nipónica reforça a importância de “darmos um bom espetáculo aos nossos adeptos japoneses e ter um bom resultado, que poderá ser também importante para o futuro do programa”, explicou.

Contudo, isto é um "one-off", pois não há noticias de que a marca queira colocar o seu segundo carro nas rondas de Xangai e Bahrein, as duas provas que faltam para o fim do calendário de Endurance para 2013.

O Mundial de Endurance volta a acção no próximo fim de semana, no circuito americano de Austin.

A capa do Autosport desta semana

A capa do Autosport desta semana comemora na parte de cima os 36 anos de vida deste semanário automobilistico, enquanto que em destaque mostra a grande vitória de António Félix da Costa em Hungaroring (depois de ter desistido na corrida anterior) com um "Venha a Formula 1" como título.

Na parte de baixo pequenas referências à DTM no circuito de Oscherschleben ("Filipe Albuquerque em quarto"), numa corrida ganha pelo brasileiro Augusto Farfus; aos Clássicos em Braga ("Quente e Frio"), o WRC, na Austrália ("Título Adiado para Ogier") e sobre a contratação de Kimi Raikkonen pela Scuderia ("Dream Team na Ferrari")

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Youtube Motorsport Soundtrack: "Fame", David Bowie, "Rush"


No domingo coloquei a musica do The Spencer Davies Group, porque fazia parte da banda sonora do filme "Rush", e avisei que haveria mais algumas musicas cantadas. Uma delas é "Fame". Não o "Fame" que conhecemos dos anos 80, mas sim uma que David Bowie cantava em 1975, e que fazia parte do álbum "Young Americans".

Detalhe interessante: a musica foi gravada durante uma "jam session" com John Lennon em janeiro de 1975, em Nova Iorque, com Bowie a fazer uma letra na hora graças ao "riff" do guitarrista porto-riquenho Carlos Alomar, que trabalhava com Lennon. Já agora, o ex-Beatle é um dos elementos que canta no coro.

No álbum de "Rush", "Fame" é a 22ª (antepenúltima) musica do álbum.

Youtube Rally Driving: a curva feita por Jari-Matti Latvala na Austrália


Esta imagem de Jari-Matti Latvala a entrar numa curva numa das classificativas do Rali da Austrália, que aconteceu neste fim de semana, talvez explique a razão pelo qual ele acabe muitas vezes no fundo de uma vala... 

Rumor do dia: Ross Brawn a caminho da Williams?

Ross Brawn pode estar a caminho da Williams. Quem fala disso hoje é a Autosport portugesa, que refere que esse era um dos rumores que circulavam no paddock de Monza, no fim de semana do Grande Prémio. A ideia de um regresso de Brawn à equipa de Grove (onde começou a sua carreira como mecânico no já distante ano de... 1978) teria como base a participação de 15 por cento que agora pertencem a Christian "Toto" Wolff e um "alivio" no preço dos motores Mercedes, que a marca irá ter a partir de 2014.

Por enquanto nada foi desmentido, mas é mais do que sabido que os dias de Ross Brawn na Mercedes estão contados, depois de que a marca de Estugarda anunciou a contratação de Paddy Lowe. Para além disso, a Williams anunciou agora a contratação de Pat Symmonds, outro veterano da Formula 1, no sentido de reavivar uma equipa que este ano está a ter um péssimo campeonato, conseguindo até agora apenas um ponto, com Pastor Maldonado, no GP da Hungria.

E a Williams poderá ser o destino de Felipe Massa, que esta semana anunciou a contratação de Rob Smedley, precisamente... o engenheiro de pista do piloto brasileiro, atualmente na Ferrari.

Extra-Campeonato: Sobre o (novo) fecho da Playboy Portugal

Esta segunda-feira fui confrontado com um rumor interessante: a Playboy Portugal estaria prestes a fechar as suas portas. Eu sei que a edição de setembro já deveria estar nas bancas há algum tempo, mas já estamos a meio do mês e até agora... nada, nem sequer uma ideia do que vai ser este mês. E das duas uma: ou agora vão sair de forma bimestral (ou seja, uma vez a cada dois meses), ou então, estão a preparar-se para irem embora de vez. Pela segunda vez.

Esta segunda-feira, o site "Dinheiro Vivo" fala que o diretor, Marco Reis, abandonou a revista no final de agosto, em conjunto com Luís Merca, o consultor editorial e antigo diretor da Maxmen; Bruno Lobo, o editor e Alexandra Li Ching, a diretora comercial. Marco Reis fala que a razão da saída tem a ver com "visão divergente da administração". Marco Pimentel, o diretor da Media Page, o grupo que detêm os direitos da revista, ainda não respondeu sobre estes eventos, nem sobre quem vai ser o substituto do diretor.

Estes últimos acontecimentos só vêm carregar ainda mais a reputação da revista, já de si agitada. Como sabem, ela começou da primeira vez em maio de 2009 por uma empresa chamada Frestacom, que terminou em agosto do ano seguinte, depois de uma capa polémica, com Jesus Cristo e algumas modelos nuas, no sentido de homenagear o escritor José Saramago. Na realidade, esse encerramento aconteceu depois das várias irregularidades cometidas por essa empresa, que foram desde salários em atraso até ao não-pagamento às modelos que posaram para a revista.

Desaparecida durante quase dois anos, regressou em maio de 2012, mas com uma falsa partida: a capa com a atriz Rita Pereira foi tudo... menos aquilo que se desejaria, pois a expectativa era que existisse um "full frontal", algo que não aconteceu. Com o passar do tempo, o tiro foi corrigido, mas o estrago estava feito: segundo a Associação Portuguesa para o Controlo da Tiragem e Circulação (APCT), a média de exemplares vendidos nos últimos tempos é de 12 mil, atrás de Men's Health, Maxim e GQ.

Vou ser honesto: quem lê as páginas da Playboy, quer na revista, quer uma rápida visita à sua página do Facebook, nota-se (eu pelo menos noto) um desperdício de nome. Digo isto porque, basicamente, o que se vê ali são promoções de filmes uns atrás dos outros, mostrando a toda a gente que o objetivo do pessoal que comprou o "franchising" foi de fazer publicidade a filmes e mais nada. Outro exemplo que posso dar é a sua conta no Twitter: durante quase um ano, só mandaram um "tweet", para anunciar a criação da conta, mais nada. Mas essas minhas criticas não são de agora: falei disso no ano passado.

Em suma, não se deram ao trabalho de conhecer, nem de se divulgarem nas redes sociais, como faz, por exemplo, a Playboy Brasil. Apenas publicidade e pouco mais. Parece que estão a fazer aquilo como se fosse um frete. Enfim...

Chega-se à conclusão de que a Playboy é algo que não serve a este país. Não no sentido de ter um publico hostil à publicação, bem pelo contrário, mas sim pelo facto de ser feito por pessoas que não sabem fazer ou divulgar uma revista. Quer no primeiro caso, quer no segundo, parece ser um aproveitamento de um nome para outros fins que não o desenvolvimento de uma revista. Em suma, a passagem da Playboy em Portugal está a ser um desperdicio. O que é uma grande pena.

Mas também pode ser dos tempos que vivemos. O jornalismo em papel está a ser uma coisa quase em vias de extinção, devido ao surgimento do digital. Aos poucos, surgem novas experiências "online" e o facto das pessoas passarem mais tempo nos seus telemóveis, portáteis e "tablets" do que gastar dinheiro em comprar edições de papel levam a que, inevitavelmente, as vendas desçam e as margens de lucro diminuam, praticamente até à falência. É certo que projetos no digital, em que as pessoas paguem para ler, vão demorar o seu tempo, mas até lá, o estrago estará feito.

Mas francamente, creio que a história irá registar a experiência portuguesa no mundo da Playboy como um mero desperdício. É essa a minha impressão.

Automobilismo em Cartoons: O regresso de Montoya à IndyCar (GP Toons)

O regresso de Juan Pablo Montoya aos monolugares, nomeadamente na equipa Penske de IndyCar, não passou despercebido ao Hector Garcia, do Grand Prix Toons, que decidiu colocar este cartoon ao lado de o que parece ser um piloto com o fato da Toro Rosso. Será o Jaime Alguersuari?

Enfim é como ele diz em inglês: "The Return of the King. Burger King".

P.S: Tinha-me esquecido que era o enorme rabo do Daniel Ricciardo. É do adiantado da hora...

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Youtube Motorsport Onboard: Uma corrida no Autódromo de Luanda


Em Angola não se corre somente nas ruas, mas também há circuitos permanentes. Apesar do asfalto ainda ser do tempo colonial, a nova federação de desportos motorizados, a FADM, está a fazer o seu melhor para recuperar as infraestruturas referentes ao Autódromo de Luanda, por exemplo. E no passado dia 15 de agosto, com alguns convidados internacionais - entre os quais, alguns portugueses como Pedro Salvador - fez aquilo que querem que seja a corrida mais importante do ano: o Grande Premio "Zé Du", para comemorar o aniversário do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos.

Apesar do "asfalto colonial", e das infraestruturas mínimas (não há guard-rails, por exemplo!), o mais impressionante foi ver a tribuna principal cheia de gente, o que demonstra que as pessoas gostam de automobilismo. E um dos pilotos, o Daniel Vidal, coloca sempre uma câmara para nos mostrar como é que são as pistas e o ambiente naquele país africano. 

E já agora, ele venceu uma das mangas, enquanto que na segunda, de cujo video eu coloco aqui, teve problemas com o consumo da gasolina, mas mesmo assim, terminou na segunda posição.

Youtube Motrorsport Soundtrack: Nurburgring e Inferno, "Rush"


Algumas das musicas da banda sonora de "Rush" têm como título nomes de circuitos que foram essenciais ao Mundial de 1976. E "Nurburgring" é um deles, especialmente quando sabes que foi o local onde Niki Lauda teve o acidente que quase o matou.


Esta é a 17ª da banda sonora, e provavelmente será colocado antes do acidente do austríaco, porque a seguir na banda sonora, teremos... "Inferno". E para ser diferente nesta sequência de posts sobre a banda sonora, decidi colocar os dois neste post, para que vocês possam ouvi-los um a seguir ao outro, em sequência. De uma certa maneira, é arrepiante.

Amanhã coloco mais. Provavelmente, outra das "cantadas" do filme. 

Noticias: Mário Andretti defende "equipas-cliente" na Formula 1

As noticias desta segunda estão a ser marcadas pelas declarações de Mário Andretti, o italo-americano campeão do mundo de Formula 1 em 1978, que em declarações ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung, defendeu a ideia de que a categoria deveria permitir o regresso de chassis-cliente, pois assim poderiam atrair novas equipas à Formula 1.

“Já falei com o Bernie Ecclestone sobre isso. Seria também uma forma para as novas equipas serem parte da Formula 1, mesmo sem fábricas próprias”. Andretti, atualmente com 73 anos, revelou de seguida que “o meu filho Michael poderia ser um dos primeiros a comprar um monolugar a um dos principais construtores”. A Andretti Autosport, recorda-se, vai colocar uma equipa na Formula E, a competição elétrica da FIA, a partir de 2014.

A ideia de comprar chassis não é nova: aliás, desde os primórdios do automobilismo que se faz. E na Formula 1, tal coisa acontecia até meados dos anos 80. A última vez que uma equipa desses se inscreveu com outro chassis foi em 1990, quando a Larrousse andou com chassis desenhados pela Lola.

Contudo, a ideia têm os seus detratores. O jornalista britânico Joe Saward afirmou no seu blogue que não acha que seja uma boa ideia e justificou: "Formula 1 têm a ver com excelência, têm a ver com ser dos melhores do mundo, contra os melhores do mundo. Se alguém conseguir comprar o melhor carro do mundo, a competição é desvalorizada - logo, perde o interesse do público. Para ser o melhor, é preciso merecer esse estatuto, e se permitirem às novas equipas terem acesso a chassis e bater equipas que batalharam por décadas para serem ben sucedidas é simplesmente injusto, mesmo que ajude em termos de marketing."

E continua: "IndyCar já seguiu por esse caminho e fracassou. Nos anos 70 e 80, tinham vários chassis: Chaparral, Penske, Longhorn, Wildcat, Coyote, McLaren, Eagle, March e Lola. Em poucos anos de competição "aberta", as coisas acabaram por ficar reduzidas a dois chassis porque as firmas mais pequenas  não conseguiam competir contra as grandes e no final, a categoria acabou por ser uma competição monomarca."

IndyCar: Juan Pablo Montoya volta à IndyCar em 2014 pela Penske

Algumas semanas depois de ter sido dispensado pela Chip Ganassi, na NASCAR, e depois de se saber que via com bons olhos o regresso aos monolugares, Juan Pablo Montoya foi esta tarde anunciado como piloto oficial da Penske para a temporada de 2014 da IndyCar. O anuncio foi feito esta tarde no site oficial da equipa.

"Estou realmente excitado por me juntar a esta lendária equipa a partir da próxima temporada", começou por dizer o piloto colombiano. "Tive a oportunidade de guiar com algumas das melhores equipas do mundo e sempre admirei Roger Penske pela sua organização. Considero uma honra que que me foi oferecida uma oportunidade de guiar para eles", concluiu. 

"Juan é um vencedor mais do que provado em todos os niveis desportivos", disse Roger Penske no seu comunicado oficial. "Venceu uma série de corridas e campeonatos e tem uma multidão de fãs apaixonados atrás de si. Estamos ansiosos por construir uma relação de sucesso e acreditamos que vai ser uma mais valia para a Penske", concluiu.

Montoya, que fará 38 anos dentro de quatro dias, têm uma carreira longa e eclética na CART, Formula 1 e NASCAR, para além da Grand-Am, onde conseguiu vencer, entre outros, o título da CART em 1999, as 500 Milhas de Indianápolis em 2000, sete vitórias na Formula 1, incluindo uma vitória no GP do Mónaco de 2003, e duas vitórias na Sprint Cup Series, a divisão principal da NASCAR. Para além disso, venceu as 24 Horas de Daytona por três vezes, em 2007, 2008 e 2013. 

domingo, 15 de setembro de 2013

Noticias: Domingos Piedade considera regresso de Raikkonen "um erro"

O regresso de Kimi Raikkonen à Ferrari a partir de 2014 continua a causar variadas reações juntos das pessoas mais entendidas sobre o assunto, e em Portugal, um dos que entende melhor o automobilismo e a formula 1, devido ao muito que passou, é Domingos Piedade, que em entrevista este sábado ao podcast 16 Valvulas, comentou sobre o assunto, afirmando que a escolha de Luca di Montezemolo foi "erradissima". 

E ele justificou a razão: "Acho que o Kimi não vai trazer nada de novo à Ferrari. Se procurava alguém para ser segundo piloto ao lado de Fernando Alonso, no sentido de espicaçar o piloto espanhol, nao creio que seja o Kimi, porque não o vai ajudar tecnicamente. É um grande piloto, mas não é um grande acertador. É o sujeito que quando acaba, pega na pasta e vai-se embora, não discute com os engenheiros após a corrida".

E prosseguiu: "Eu se estivesse no lugar de Stefano Domenicalli, teria contratado o Nico Hulkenberg. E o piloto com mais potencial de futuro, daqueles que estão 'livres'. A decisão do Luca [di Montezemolo sobre Kimi Raikkonen] é completamente absurda, a meu ver, porque ele pagou quase 20 milhoes para indemenizar o Kimi Raikkonen [no final de 2009] e a meu ver, não é o piloto indicado para espicaçar o Fernando Alonso".

Para além disso, falou sobre a situação de Felipe Massa e a possibilidade do Brasil ficar sem pilotos na categoria máxima do automobilismo: "E daí, morre a Formula 1? Lembro-me que os italianos chegaram a ter sete pilotos, e agora não têm nenhum, os franceses chegaram a ter oito e ficaram sem nenhum. São ciclos". 

Na entrevista, para além de falar sobre António Félix da Costa, onde afirma que está pressionado pelos resultados (isto foi antes da sua vitória deste domingo), fala também sobre "Rush", o filme de Ron Howard sobre a temporada de 1976. E ele afirma que não têm intenção de ver o filme: "Vivi esse luta pessoalmente, eu vi este filme em 1976 com os atores originais. Tudo o que vier nesta altura é como dizem os chineses: uma 'cópia original'. E não vou ver cópias do original."

E conta mais pormenores sobre essa temporada, falando especialmente depois do acidente de Nurburgring Nordschleiffe: "O Niki, quando têm o acidente no Nurburgring, tinha ganho cinco das nove corridas que tinha acontecido, estava disparado na frente do campeonato. Na noite do acidente, a Ferrari convidou pessoalmente o Emerson Fittipaldi para o vir substituir. Ele não aceitou porque ele é um homem integro, vertical, tinha dado a palavra à Copersucar. 

E especula: "Se o Emerson tivesse aceite, já no Grande Prémio a seguir [na Austria], onde a Ferrari não participou, teria roubado pontos aos James. Definitivamente. E na corrida seguinte [na Holanda] onde correram só com o Clay Regazzoni, ele estaria ali para pontuar. E ali, estaria escrito que não seria o James a ganhar o campeonato do mundo". concluiu. 

WRC 2013 - Rali da Austrália (Final)

Sebastien Ogier pode ter vencido o Rali da Austrália, mas não é hoje que se sagrou campeão do mundo. Isto porque o seu maior rival, o belga Thierry Neuville, terminou a competição no segundo posto, beneficiando de um furo sofrido por Mikko Hirvonen na última classificativa, antes da Power Stage, que o fez atrasar em um minuto. Para piorar os resultados, na Power Stage, Neuville conseguiu o segundo lugar e os pontos correspondentes, acontecendo precisamente a combinação que o piloto francês da Volkswagen não queria!

Assim sendo, Sebastien Ogier vai muito provavelmente comemorar o seu título mundial "em casa", ou seja, no asfalto francês. Hirvonen conseguiu terminar o rali no terceiro lugar, a mais de dois minutos do vencedor e a conseguir o melhor resultado possivel para a Citroen, já que Kris Meeke teve um rali para esquecer. Apesar de ter voltado às classificativas em modo "Rally2", o britânico bateu na Power Stage e acabou com uma das rodas arrastadas no chão, terminando na 12ª posição da geral.

Jari-Matti Latvala teve um rali discreto e terminou no quarto posto, a dois minutos e 57 segundos do seu companheiro Ogier, não muito longe do norueguês Mads Ostberg, que conseguiu superar o Volkswagen do seu compatriota Anders Mikkelsen. Evgueny Novikov terminou no sétimo posto, na frente de Nathan Quinn, no seu Mini, o arabe Khalid Al-Qassimi e o qatari Abdulaziz Al-Kuwari. Este último venceu na categoria WRC2, e ascendu à liderança da categoria, em troca com o polaco Robert Kubica, que neste fim de semana está na sua terra natal a disputar o Rali da Polónia.

O WRC regressa no fim de semana de 4 a 6 de outubro, com o Rali de França.

Youtube Motorsport Soundtrack: Gimme Some Lovin, The Spencer Davis Group, "Rush"


Como tinha prometido ontem, eu queria colocar hoje uma das musicas "cantadas" de "Rush". E hoje escolhi "Gimmie Some Lovin'" do Spencer Davies Group, uma musica que foi lançada originalmente em 1966, e que no filme é cantado por Steve Winwood, o vocalista. No álbum, é a musica numero oito.

Como não são musicas feitas originalmente para o filme, decidi ir à procura de outras versões desta musica, e descobri esta, que até gosto, porque mostra como era no original. Mas esta não é a unica deste tipo: têm musicas de Thin Lizzy e David Bowie, entre outros. Com o tempo, eu os colocarei por aqui.

WSR: Félix da Costa é o melhor na segunda corrida do Hungaroring

Depois de ter acabado sem pontos na primeira corrida, ontem, no circuito húngaro, esta manhã foi exatamente o contrário: António Félix da Costa conseguiu a vitória, a segunda do campeonato, conseguindo bater de forma convincente o dinamarquês Kevin Magnussen e o belga Stoffel Vandoorne, que o acompanharam no pódio. Para além disso, obteve a volta mais rápida da corrida.

A corrida não começou bem para Félix da Costa, que partindo do segundo lugar da grelha, foi superado por Arthur Pic, mas teve depois a sorte do seu lado, quando aproveitou uma situação de Safety Car - devido ao acidente do britânico Will Stevens - para andar junto de Stoffel Vandoorne e Kevin Magnussen. Na troca de pneus, o piloto português decidiu ficar mais algumas voltas e aumentar o ritmo, e quando foi a sua vez, saiu imediatamente à frente do dinamarquês, ficando com o comando da corrida.

Nas voltas seguintes, o piloto de Cascais aumentou o ritmo e se distanciou dos adversários, acabando com uma vantagem final de sete segundos sobre o filho de Jan Magnussen e com Vandoorne a ocupar o lugar mais baixo do pódio. O holandês Nigel Melker foi o quarto e o suiço Nico Muller, vencedor da primeira corrida, acabou na quinta posição.

No final, o piloto português estava exultante: "Depois do mau dia de ontem, hoje mostrámos uma força mental muito forte e demos a volta a uma situação complicada. Mais do que os 25 pontos desta vitória, foi bom ter vencido em luta directa com o Magnussen e o Vandoorne. Ataquei ao máximo nas duas voltas que tive pista livre e quando regressei depois da paragem, estava na frente e depois fui ganhando tempo a eles os dois. A equipa fez um óptimo trabalho e isto mostra que quando tudo corre bem, somos candidatos às vitórias.", afirmou na sua página de Facebook.

No campeonato, Kevin Magnussen caminha para o título, pois têm agora 199 pontos, seguindo de Stoffel Vandoorne, com 163 pontos. Félix da Costa subiu agora para o terceiro posto, com 120, empatado com Nigel Melker, enquanto que Nico Muller têm agora 112 pontos. A World Series by Renault prossegue no fim de semana de 28 e 29 de setembro, no circuito francês de Paul Ricard.