Agora que voltaremos à Formula 1, este fim de semana, quero colocar aqui esta bela montagem ao Hamilton pela cagada que fez no Canadá. Apesar dele não ter atropelado nenhuma marmota, era como se fosse...terça-feira, 17 de junho de 2008
A vingança das marmotas, numa homenagem ao Nuvolari...
Agora que voltaremos à Formula 1, este fim de semana, quero colocar aqui esta bela montagem ao Hamilton pela cagada que fez no Canadá. Apesar dele não ter atropelado nenhuma marmota, era como se fosse...Faz hoje 30 anos...
Hoje faz 30 anos que a Formula 1 assitiu à demonstração de um dos mais impressionantes chassis da sua história: o Brabham BT46 "Ventoínha". No Circuito de Anderstorp, na Suécia, o austriaco Niki Lauda ganhava com o maior "à vontade" possivel sobre o então dominador Lotus 79 de Mario Andretti. Também foi a corrida onde se viu a primeira demonstração de classe do Arrows FA1 de Riccardo Patrese, levando-o ao seu primeiro pódio da sua carreira...Sobre a corrida, já escrevi sobre ele no passado. Podem lê-lo aqui.
E já agora, mais links sobre a corrida e sobre o carro:
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Noticias: Ecclestone declara guerra a Mosley
Max Mosley e Bernie Ecclestone estão definitivamente de costas voltadas. Em entrevista publicada na edição de hoje do jornal britânico "The Times", Ecclestone acusa Mosley de não querer acordar um novo Pacto de Concórdia, para ter mais poder de decisão, e ameaça com uma cisão na Formula 1.
Ecclestone afirmou também que pouca gente tem consciência do que está em jogo, mandando um recado a Max Mosley: "Se você comanda uma grande organização, não toma decisões em todos os sentidos. Eu sou responsável pelos nossos acionistas, equipas e fabricantes, que investem imenso dinheiro na Formula 1. Já Max (Mosley) não tem nada investido, só ganha. Se a FIA perder a Formula 1, ficará em sérios problemas."Perguntei ao Luis Vasconcelos o seguinte:
P - Poderá haver uma cisão entre a FIA e o grupo que detêm os direitos comerciais, e estes organizarem a Formula 1?
A tese de Mosley é de que o Acordo de Concórdia não é necessário, o Mundial é da FIA, e esta faz o que bem entender dos regulamentos. Ora, como o inglês tem tido um enorme numero de "ideias peregrinas" nos últimos dez anos, as equipas não querem que Mosley fique com o controlo dos regulamentos, pois muda de ieias frequentemente, o que tem custado milhões de euros a toda a gente. Nesta altura erstamos na fase do extremar de posições, mas mais cedo ou mais tarde, vão todos chegar a um acordo, pois só em conjunto é que a FIA e a Formula 1 são mais fortes.Bolides Memoraveis - Honda RA 300/01/02 (1967-68)
Quando a Honda apareceu na formula 1, em 1964, a marca japonesa tinha lançado o seu primeiro automóvel comercial apenas um ano antes. Anteriormente, a marca fundada por Soichiro Honda (1906-91) em 1946, após a II Guerra Mundial, tinha alcançado o sucesso graças à sua produção de motociclos, e no inicio da década de 60, tinha-se arriscado na competição, com excelentes resultados.
Em 1965, contrataram o americano Richie Ginther, e construiram o modelo RA272, que lhes deu optimos resultados, culminando com a vitória de Ginther no GP do México, a última vitória na categoria de 1.5 Litros. Em 1966, uma nova categoria se estreava, e a Honda afastou-se das pistas por algum tempo, no sentido de se preparar para a nova formula de 3 litros. O modelo RA273, contudo, falha em termos de chassis, e os resultados são modestos, conseguindo apenas cinco pontos.
O Honda RA300 tinha como base um chassis desenhado pela Lola para as 500 Milhas de Indianápolis, o que lhes permitiu que fosse mais leve e melhor manejável, em relação ao 273, mais difícil de guiar. Surtees ficou impressionado com o carro, e os responsáveis decidiram estreá-lo num circuito onde a velociade é o rei: o Autódromo de Monza.
A corrida foi impressionante, e marcada pelo excelente desempenho de Jim Clark, que perdera uma volta devido a um furo, mas que depois desdobrou os concorrentes que estavam à sua frente e voltou à liderança, até que a falta de gasolina na última volta lhe impediu uma vitória certa. E Surtees conseguiu ganhar ao seu adversário, Jack Brabham, por 0,2 segundos! Melhor estreia não poderia ter conseguido...
Contudo, o carro tinha um problema: era difícil de guiar e o chassis não era confiável. Surtees tinha o testado, e não gostou do seu comportamento, recusando-o a guiar em Rouen, palco do GP de França. Sendo assim, pediram ao veterano francês Jo Schlesser para o guiar na corrida. O francês teve dificuldades em o guiar, largou no último lugar, e durou apenas uma volta e meia: despistou-se fortemente, o carro pegou fogo e Schlesser teve morte imediata. Quanto a Surtees, levou o velho 301 ao segundo posto.
Isto chocou os responsáveis japoneses, que decidiram então retirar-se de cena no final daquela temporada. Mas antes, o 302 voltou à carga em Itália, onde foi tripulado pelo inglês David Hobbs, onde se verrificou que continuava com os mesmos problemas de instabilidade, e foi deixado de lado. Hobbs correu com o velho 301. Até ao final do ano, Surtees consegue novo pódio, um terceiro lugar no Canadá, e no México, o veterano piloto sueco Jo Bonnier corre com um 301 pela sua equipa privada, onde consegue o quinto posto final.Projectistas: Eric Boradley, John Surtees, Yoshio Nakamura, Shoichi Sano
domingo, 15 de junho de 2008
Mais um bom resultado para o Formiga
A terceira jornada dupla da Formula Renault 2.0 NEC (North European Competition), que decorreu no circuito finlandês de Alastaro, deu a António Felix da Costa, o "Formiga", mais um pódio na sua temporada de estreia nos monolugares.
Na segunda corrida, largou melhor, e assumiu a liderança, passando o actual lider do campeonato, o finlandês Valteri Bottas. Mantecve-se no comando durante algum tempo, mas um problema na pressão dos pneus fez com que perdesse a liderança, terminando no segundo posto final.A capa do Autosport desta semana
A capa desta semana refere duas coisas: as 24 Horas de Le Mans e a Formula 1. No primeiro caso, acho que o título é feliz, pois se virem bem, a Audi aproveitou a chuva para ganhar a corrida, pois tudo estava a favor da Peugeot, e no final, a marca francesa ficou a perder, e o carro do Lamy foi o mais azarado...Extra-Campeonato: Era a feijões...
Os portugueses foram jogar com a Suiça, com tudo decidido e com as segundas escolhas, contra uma Suiça, co-anfitriã, e irremediavelmente eliminada da competição. Resultado? Perderam 2-0, com um bis de Hakan Yakin.
E certo que houve algum azar pelo meio: uma bola à barra e outra ao posto, quando tudo indicava que era golo. Depois, adormeceram, e deixaram que a Suiça (que jogava pela honra e glória, em casa) marcasse os seus golos. E no final, merecemos perder. Ficou-se com a ideia de que estavam a pensar já na quinta-feira, contra sabe se lá quem... Venha o Diabo e escolha?Mas no final do jogo, tirei a seguinte conclusão: sem as primeiras escolhas, estamos perdidos.
À mesma hora, mas em Genebra, tinhamos duas selecções que jogavam o tudo por tudo neste jogo: Turquia e Republica Checa. Até a 15 minutos do fim, todos se tinham convencido que os checos passavam e os turcos rumavam para casa. Mas eles deram a volta, com três golos, dois deles marcados por Nihat, e mereceram uma sofrida passagem para os quartos de final. A esta hora é festa rija em Istambul!Ultima Hora: Acidente em rali italiano mata navegador
O rali Vale Ossone, prova a contar para o campeonato italiano de ralies, ficou esta tarde marcado pela tragédia, quando um Clio S1600, guiado pelo piloto local Davide Reidmann, despistou-se, ferindo-o gravemente e matando o seu navegador, Omar Pedrazzoli. O acidente ocorreu na sétima especial do dia, e a prova foi imediatamente suspensa.
Já não é a primeira vez este ano que um acidente mortal acontece numa prova do campeonato italiano de ralies. Em Abril, na prova de abertura do campeonato, o Mitsubishi Lancer de Andrea Aghini atropelou mortalmente uma espectadora que tinha atravessado a estrada para poder apanhar o seu cão. A prova fora também suspensa.WRC - Rali da Turquia (Final)
E desta vez, a Ford levou a melhor. No Rali da Turquia, Mirko Hirvonnen venceu pela segunda vez este ano, e com este resultado reassumiu a liderança do Mundial de Pilotos, com um avanço de três pontos sobre Sebastien Löeb, que terminou o rali no terceiro lugar da geral.
Se ontem, o facto de terem cedido a liderança ao piloto francês era uma forma dele limpar a pista, para que Hirvonnen e Latvala pudessem acelerar e passar o francês, também servia para que pudessem consolidar a liderança nas etapas de hoje. E assim foi: Hirvonnen e Latvala fizeram a dobradinha na Ford, com 7,9 segundos de diferença entre os dois, enquanto que Löeb era terceiro, a 25,7 segundos do primeiro classificado.Quanto à categoria de Produção, a vitória foi para o austriaco Andreas Aigner, que ganhou a sua terceira prova em quatro possiveis, acentuando a sua liderança no campeonato. Quanto a Armindo Araujo, conseguiu levar o seu Mitsubishi Lancer para o quinto posto final, conseguindo quatro preciosos pontos no campeonato. Quanto a Bernardo Sousa, depois de ter abandonado ontem devido a um acidente envolvendo um espectador, voltou e chegou ao fim na 11ª posição na categoria.
"Se o rali tivesse sido só hoje podia dizer que tinha sido excelente. Como não foi, acho que posso dizer que correu razoavelmente e que mais uma vez cumprimos os nossos objectivos ao terminar a prova", refere o jovem piloto madeirense. "Saio sem dúvida mais forte deste rali", garante.
Para Armindo Araujo, num rali com imensos problemas este quinto lugar final era para o piloto português, o mais positivo:
"Queríamos recuperar lugares, mas logo na fase inicial do troço grande começámos a ter problemas com os amortecedores e tivemos que dosear o andamento. Este é um campeonato cheio de imprevistos e é muito importante terminar as corridas. Desde o momento que percebemos que não tínhamos condições para discutir a vitória, optámos por não cometer erros infantis e conseguimos chegar ao top cinco e somar quatro importantes pontos", afirmou Araujo no final do rali.
Agora, Araujo é quinto no campeonato, após ter cumprido três provas do campeonato, e terá dois meses para se preparar para a etapa seguinte, na Nova Zelândia, onde acalenta grandes esperanças por um bom resultado. "Temos 12 pontos e agora vamos trabalhar durante estes dois meses para chegarmos bem preparados à Nova Zelândia, prova de que gosto bastante e onde no ano passado comandei de forma algo tranquila até perder muito tempo com problemas com um diferencial. Espero este ano poder lutar de novo pela vitória", concluiu.
Le Mans 2008 - Final da corrida
A seis horas do final, os dados alteraram-se: a chuva apareceu, e a Audi conseguiu ultrapassar a Peugeot na liderança, e nunca mais a largou, ganhando aqui mais uma vez, quando tudo indicava que seria a marca do leão a conquistar a sua primeira vitória na mítica corrida, com o seu 908 HDi FAP.
Assim sendo, desde 2000, e exceptuando 2003, altura em que os Bentley ganharam, a Audi foi sempre a equipa vencedora na mítica prova disputada em terras francesas. E se há um homem que pode simbolizar esse dominio, é o dinamarquês Tom Kristensen: até agora, venceu a prova por oito vezes! E este ano, no lugar mais alto do pódio, teve a companhia do italiano Rinaldo Capello e do escocês Alan McNish.
Quanto à Peugeot, a frustração era obvia: dominaram grande parte da corrida, e têm sido os grandes dominadores da temporada europeia da Le Mans Series. Mas primeiro, os problemas do carro numero 7, de Lamy/Sarrazin/Wurz, quintos no final da prova, e depois a mudança nas condições metereológicas e uma melhor estratégia nas boxes, fizeram com que o Audi fosse melhor do que o Peugeot numero 8 de Minassian/Gené/Villeneuve. Por pouco, o Jacques não igualava Graham Hill...
Na categoria LMP2, o Porsche RS Spyder dos holandeses da VM Racing, com Verstappen/Bleekmolen/Van Merkstejin foi o vencedor, com os portugueses da Lola ASM da Quifel, com Amaral/Pla/Smith, a serem os quartos na sua categoria.
Uma nota final para o Dome S102: apesar de ter ficado atrasado no pelotão, a siua performance surpreendeu tudo e todos, e começou-se a falar que isto pode ser a ponta de lança de algo maior: um protótipo hibrido com o apoio oficial da Toyota?WTCC - Brno (Corrida)
Antes que acabasse as 24 Horas de Le Mans, tivemos no circuito de Brno as corridas da rodada checa do WTCC. Esta foi a corrida dos BMW, com Alex Zanardi e Felix Portero a lutarem entre si para ver quem seria o piloto a conseguir a segunda vitória do ano para a BMW. E no final, o feliz contemplado foi o piloto italiano, com Portero em segundo, e o suiço Alain Menu, que levou o seu Chevrolet Lancetti ao terceiro posto.
Quanto a Tiago Monteiro, o azar bateu-lhe à porta: partindo do sexto posto, tentou uma manobra arriscada na primeira curva, passando alguns adversários, mas levou um toque do seu companheiro, o italiano Gabriele Tarquini, provocou uma monumental "atravessadela" do seu Seat Leon TDI, bem no miolo do pelotão.O toque entre os dois pilotos da Seat Sport apenas foi prejudicial para o português, que caiu para o 11º lugar, e onde perdeu ainda mais dois lugares durante a corrida, terminando-a na 13ª posição final.
A segunda corrida foi muito mais emocionante: diversas batalhas pelos primeiros postos, com travagens disputadas ao milimetro, e os inevitáveis toques, fizeram com que os lugares pontuaveis fossem duramente disputados. Gabriele Tarquini liderou toda a prova, mas o pesado Seat teve que conter, no final, os ataques do BMW de Alex Zanardi, que partindo do oitavo posto, e após ter-se livrado do pelotão, ganhava um segundo por volta, até quase ficar lado a lado com o seu compatriota na linha de chegada, mas Tarquini levou a melhor.Le Mans 2008 - A situação após 12 horas de corrida
Estão a ser bem disputadas as 24 Horas de Le Mans de 2008. Após metade da corrida disputada, Audi e Peugeot disputam a vitória, ocupando as seis primeiras posições da classificação geral. Neste momento, quem lidera é o Peugeot numero 7 de Nicolas Minassian, Marc Gené e Jacques Villeneuve, com o canadiano a fazer o seu turno. Apesar de um pião, quando era a vez de Minassian a conduzir, manteve a liderança, com uma vantagem de quase três minutos sobre o Audi numero 2 de Alan McNish, Rinaldo Capello e Tom Kristiensen.
Nas posições seguintes, estão o Peugeot numero 9 de Franck Montagny, Ricardo Zonta e Christian Klien, a uma volta da liderança, e os Audis numeros 3 (Luhr/Premát/Rockenfeller) e 1 (Biela/Pirro/Werner), ambos a 2 voltas do lider. Já o Peugeot numero 8, de Pedro Lamy, Stephane Sarrazin e Nicolas Minassian, conseguiram recuperar até à sexta posição, mas novos problemas fizeram-no perder 15 mintutos, caindo para o sétimo posto, a oito voltas do lider.
O melhor carro a gasolina é agora o Pescarolo de Harold Primat, Olivier Tisenau e Bernard Treulyer, que é sexto classificado, enquanto que o outro Pescarolo, da Rollcentre, com a tripla João Barbosa, Stephane Gregoire e a belga Vannina Ickx, está na 12ª posição.GP Memória - Belgica 1958
Depois de um interregno de mais um mês no calendário, onde se correram as 500 Milhas de Indianápolis, disputado apenas pelos americanos, a Formula 1 voltava a acção no longo circuito de Spa-Francochamps, com a Vanwall e a Ferrari a disputarem frenéticamente pelo título de pilotos e de construtores, uma novidade introduzida nesse ano.
Nas outras equipas, a BRM trazia Harry Schell e Jean Behra, a Cooper tinha Roy Salvadori e Jack Brabham e a Lotus tinha Cliff Allison e Graham Hill. Para compôr a grelha, estavam os vários Maserati 250F privados, guiados por pilotos como Maurice Trintignant, Jo Bonnier ou a piloto italiana Maria Teresa de Fillipis. Ela conseguiu não só se qualificar, mas também de acabar a corrida no décimo posto final.
Nos treinos, Mike Hawthorn foi o melhor no seu Ferrari, seguido do seu companheiro Luigi Musso, e surpreendente Maserati do americano Masten Gregory, que corria pelos italianos da Centro-Sud. O melhor Vanwall era Tony Brooks, no quinto posto, atrás de Peter Collins, no terceiro Ferrari. Moss era nono na grelha, atrás de Gendebien, no Ferrari amarelo.
Na corrida, Moss passa para a frente, mas antes de terminar a sua primeira volta, explode o motor quando falha uma marcha. Assim, Brooks herda o primeiro lugar, no qual luta com Peter Collins, trocando entre si até à volta cinco, altura em que o Ferrari do piloto inglês para devido a sobreaquecimento. Assim, Brooks herda o primeiro posto, com Musso e Hawthorn logo atrás. Mas na volta seguinte, o italiano despista-se devido a um pneu rebentado.
A partir dali, Brooks limitou-se a gerir a corrida até ao final, controlando o avanço de Mike Hawthorn, e dando à Vanwall a segunda vitória do ano. Depois destes dois, o terceiro posto ficou nas mãos de outro britânico: Stuart Lewis-Evans, noutro Vanwall. O quarto classificado foi Cliff Allison, que conseguiu dar à Lotus os seus primeiros três pontos, e a acabar nos lugares pontuaveis, ficou o BRM do americano Harry Schell.Noticias: Surtees e Priaulx condecorados
O ex-piloto de Formula 1 John Surtees e o piloto do WTCC Andy Priaulx foram este fim de semana condecorados pela Rainha Isabel II de Inglaterra pelas suas carreiras competitivas.
Surtees, actualmente com 74 anos, é até agora o unico piloto que ganhou títulos quer nas duas, quer nas quatro rodas, foi condecorado com a Ordem do Império Britânico (OBE), 44 anos depois de alcançar o seu unico título mundial na Formula 1, ao serviço da Ferrari. A sua carrira nas quatro rodas durou de 1960 e 1972, passando por equipas como Lotus, Lola, Ferrari, Cooper, Honda e BRM, tendo conseguido ao todo seis vitórias.
Andy Priaulx, de 33 anos, e actual campeão do WTCC, recebeu o título de Membro do Império Britênico (MBE). Nascido na ilha de Gurnesey, no Canal da Mancha, é actualmente tri-campeão do Mundo de carros de Turismo (WTCC) ao serviço da BMW, Para além dos títulos, ganhos nas últimas três épocas, ganhou também outras provas importantes, como a corrida de Macau, na edição passada. A sua fama é tal que recentemente, a sua ilha lançou uma colecção de selos em sua honra.