terça-feira, 23 de abril de 2019

Youtube Formula E: A corrida de Roma, na íntegra

Na semana em que acontece o ePrémio de Paris, é bom recordar a corrida anterior, o ePrémio de Roma. A corrida inaugural da fase europeia do campeonato, providenciou o sétimo vencedor diferente da temporada, fazendo com que a competição esteja mais equilibrado que nunca.

Eis o video da prova, com mais de duas horas de competição. Vale a pena.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Youtube Rally Presentation: A antevisão do Rali da Aegentina

O rali da Argentina vai acontecer no final da semana, e o WRC decidiu fazer um video de antevisão da quinta prova do campeonato do mundo, e o primeiro de dois seguidos em paragens sul-americanas.

Youtube Racing Classic: Graham e Damon em Brands Hatch, 1975

Em junho de 1975, quatro meses antes do seu acidente fatal, Graham Hill e o seu filho Damon Hill estiveram no programa "Jimmy'ill Fix It", da BBC, apresentado pelo infame Jimmy Saville, onde todos estiveram no circuito de Brands Hatch. 

O descontraído Graham, que estava na transição entre ser piloto e proprietário de equipa, e o tímido Damon, que começaa a dar os seus primeiros passos no automobilismo, estava a ver potenciais candidatos numa corrida de Fords no circuito britânico. O video voltou a ser transmitido vinte anos depois, com Damon, que depois evoluiu para ser piloto da Williams e mais tarde, ser campeão do mundo em 1996.

De uma certa forma, este deve ter sido a única vez que ambos estiveram juntos num programa de televisão.

domingo, 21 de abril de 2019

Youtube IndyCar Classic: As 500 Milhas de Indianápoplis de 1966


Em 1966, as 500 Milhas ainda eram a preto e branco, masa corrida foi interessante de se seguir. Numa corrida de autêntico "Demolition Derby", com Mário Andretti como "poleman", na frente de Jim Clark, apenas sete carros chegaram ao fim, e onde o vencedor, Graham Hill, tornou-se no úlrimo "rookie" a vencer nos 34 anos seguintes.

Neste video, poderemos ver um resumo feito pela ABC, com os momentos mais interessantes desta prova. A começar pela carambola nos primeiros metros da corrida.

sábado, 20 de abril de 2019

WRC: Os estónios vão se associar

Ott Tanak é o mais conhecido estónio no WRC. E quem conhece a história dos ralis sabe que antes dele ainda houve Marko Martin, piloto da Ford no inicio do século e que pendurou o capacete em 2005. Contudo, o que não se sabe é que ambos têm estruturas nos ralis para ajudar os pilotos locais: Martin têm o MM Motorsport, que ajuda a Toyota Gazoo Racing para os jovens pilotos, enquanto Tanak têm o OT Racing, para o campeonato local.

Assim sendo, ambos decidiram associar-se para montar uma estrutura mais forte. 

"Trabalhar em conjunto com o Markko é mais eficiente que fazer as coisas à parte, é a forma correcta de o fazer. Trabalhamos juntos desde que o conheço. Estive neste desporto toda a minha vida e quero continuar a trabalhar quando deixar de competir. Quando abandonar este será o passo seguinte," referiu Tanak, de 31 anos, ao site oficial do WRC.

Por outro lado, Martin, de 43, pretende com isto assegurar o futuro da estrutura. "Não me parece que vá estar por aqui tanto tanto como o Malcolm [Wilson, o homem do forte da M-Sport].", começou por dizer. 

O estónio pretende alargar a actividade da MM Motorsport. "Seria bom desenvolver carro para além de os colocar a correr. Será bom para o Ott, quando ele parar terá o negócio a rolar e pronto para ele o assumir.", concluiu.

O WRC volta à ação na próxima semana, com o Rali da Argentina.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

A imagem do dia

A imagem apareceu ontem, e é simbólica. Trata-se da decoração que Marco Andretti irá usar nas 500 Milhas de Indianápolis de 2019, precisamente meio século depois da vitória do seu avô. Aliás, o carro de Marco andará pela Andretti Racing, mas com a colaboração da Curb-Agajanian.

Youtube NASCAR Classic: A história da primeira corrida em Talladega

Pessoalmente, a NASCAR para mim é mais uma curiosidade do que algo do qual seja seguidor. Claro, sei de Daytona 500, por exemplo, e da cultura sulista que está por trás de muitas das pistas e muitos dos pilotos que participaram na história da competição. Contudo, desconhecia a história que vem a seguir e que é contada neste video, sobre as origens de Talladega, no Alabama, e que a sua primeira corrida é considerada como uma das piores da história da competição.

Achei interessante e recomendo a sua visualização. Quem sabe, não farão a mesma coisa para com a IndyCar. 

Formula E: Gunther corre em Paris no lugar de Nasr

A Dragon decidiu que o alemão Maximilian Gunther será piloto da equipa no ePrix de Paris, no lugar do brasileiro Felipe Nasr. A prova, que vai acontecer na semana que vêm, terá o piloto alemão pela segunda corrida seguida, em parte devido ao conflito do brasileiro em relação ao campeonato de Endurance americano, noutra por causa do bom resultado de Gunther em Roma, onde andou no "top ten" durante a corrida, apesar de depois ter levado duas penalizações.

"Estou muito feliz em confirmar que vou correr em Paris com a Dragon na próxima semana. Vamos em busca dos pontos novamente”, escreveu Guther no seu Twitter.

Num breve comunicado, a equipe descreveu o regresso de Gunther como “uma corrida adicional ao limitado programa”, com Nasr a não participar na prova francesa “com o objetivo em se focar nas preparações para a próxima etapa do IMSA para tentar reforçar sua liderança na classificação”.

À partida, Nasr deverá voltar para a etapa seguinte da competição, a 11 de maio, no Mónaco, mas esta noticia não é muito boa para ele, já que nas três corridas em que participou, não conseguiu mais que um 19º posto na primeira prova em que participou, na Cidade do México. 

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Formula E: Hartley disponível para correr pela Porsche

Como todos sabem, a Porsche vai para a Formula E na próxima temporada. Com Neel Jani confirmado como piloto, há uma segunda vaga para preencher, e parece que o neozelandês Brendon Hartley é o favorito para o lugar. E ele não coibe de dizer isso. Em Calafat, onde está a testar o Porsche para a próxima temporada, ele afirma estar disponível para o lugar.

"Eu adorava estar envolvido na fase de desenvolvimento do 919 Hybrid quase tanto quanto eu gostava das corridas", começou por dizer Hartley ao site e-racing365. "É algo no qual eu me orgulho, em termos de desenvolvimento e compreensão das tecnologias, e estou realmente feliz por fazer parte deste projeto de Fórmula E, começando do zero e fazendo parte do processo de desenvolvimento", continuou.

"Igualmente, adoraria estar envolvido nas corridas. No momento estou apenas no desenvolvimento, mas eu definitivamente tenho a minha mão para correr na Fórmula E também. Tive [no passado] uma experiência muito curta no Gen 1 e definitivamente houve um grande desenvolvimento, particularmente com a transmissão e o sistema brake-by-wire”, concluiu.

Hartley, de 29 anos, foi piloto da Porsche durante a sua presença na Endurance, acabando por vencer dois campeonatos, em 2015 e 2017, para além de ter vencido as 24 horas de Le Mans em 2017. No final do ano, foi para a Toro Rosso, para fazer 25 Grandes Prémios, conseguindo quatro pontos em 2018.

Rumor do Dia: Rali da Nova Zelândia pode voltar em breve

O Rali da Nova Zelândia poderá regressar ao WRC no inicio da próxima década. Segundo conta o Rallysport Magazine, a FIA não está feliz com os organizadores do Rali da Austrália, e acha que será melhor servida noutro lado, algo do qual os neozelandeses aproveitaram para redobrar os esforços para terem algo que já não têm desde 2012.

Isto acontece por causa da localização do rali australiano, do qual o promotor local pretende mudar de lugar para atrair mais público. É que ele está situado em Coffs Harbour, na Nova Gales do Sul, uma cidade com cerca de 70 mil habitantes, mas não tem atraído os fãs australianos do WRC. Eles pretendem mudar de lugar, mas temem perder o importante apoio do governo do estado da Nova Gales do Sul. Alternativas podem ser Sydney e Newcastle, mas os troços locais não têm a mesma qualidade de Coff Harbour e estão demasiado distantes para fazer destas cidades os seus centros nevralgicos do rali.

Assim sendo, os neozelandeses decidiram avançar, desconhecendo-se qual é a base que vão usar para convencer o WRC a apostar no seu regresso. O Rali Otago, na ilha do norte, pode ser o candidato principal para uma base, mas por agora não há pormenores sobre este possível rali.

O que se sabe é que o WRC está a preparar um calendário para 2020 e há muitas expectativas. A FIA quer meter o Safari e o Japão, mas para isso terá de tirar duas provas europeias, e tirando Monte Carlo, Finlândia e Gales, o resto das provas europeias anda um pouco um perigo.

A imagem do dia

Em 1982, depois de passagens por Shadow e ter sido um dos fundadores - e primeiro piloto - da Arrows, com quatro pódios, Riccardo Patrese tornou-se piloto da Brabham, para sr companheiro de equipa de Nelson Piquet, que tinha sido campeão no ano anterior. Ele sabia que seria segundo piloto, mas naquele ano, eles tinha, abraçado os motores BMW Turbo, que eram potentes e velozes... mas pouco fiáveis.

Depois do GP sul-africano, em janeiro, onde ambos desistiram, Bernie Ecclestone decidiu tomar algumas medidas radicais. Uma delas era que iria voltar aos BT49 Cosworth. Contudo, os alemães revoltaram-se e ameaçaram terminar o contrato se fizessem tal coisa. Assim, chegou-se a um compromisso: Piquet andava com o BMW, Patrese com o Cosworth. E foi com ele que conseguiu os seus primeiros pontos, com um terceiro lugar em Long Beach.

O GP do Mónaco aconteceu no rescaldo dos eventos em Zolder, onde Gilles Villeneuve teve o seu acidente fatal. Patrese foi segundo na grelha, com Piquet a ser apenas 13º. A corrida foi dominada pelos Renault até à volta 75. Primeiro. Arnoux, depois Prost, dominaram a corrida, com Patrese a segui-lo, esperando ter um bom resultado, um pódio, pelo menos. Mas nessa volta, à entrada da Tabac, caía uma chuva miudinha e o francês perdeu o controle do seu Renault, batendo forte no guard-rail, acabando ali a sua corrida.

Quase ao mesmo tempo, Derek Daly quebrava a sua caixa de velocidades e deitava óleo pela pista, incluindo pelo gancho do hotel Loews. Prosseguia lentamente, tentando desesperadamente chegar à meta antes do final da corrida no seu Williams. Por essa altura, Didier Pironi liderava, mas ficara sem gasolina à entrada da última volta, dando o comando a Patrese. Ao passar no gancho pela última vez, escorregou no óleo de Daly e fez um pião, deixando ir abaixo o carro. Desesperado, queria colocar o carro a andar, e como aquilo era a descer, lá conseguiu.

O que ele não sabia era o pandemónio que se seguia, ao ponto de ninguém saber quem liderava e quem cortaria a meta no primeiro lugar. Quando ele por fim conseguiu andar, e cortar a meta, a sua primeira impressão era de frustração. Estava convencido que Didier Pironi tinha ganho. Contudo, quando chegou à entrada do Túnel, ele gesticulava. Aparentemente, tinha dito que vencera. Mas não acreditava. E não acreditou, mesmo depois de sair do carro e caminhar para o pódio, para receber os louros de uma vitória tão improvável que ninguém sabia quem teria vencido. 

Esta história só pode ser contada com calma e veracidade desde há uns anos para cá, graças à revista Motorsport. Em 2012, no 30º aniversário da corrida, descobriu-se o autor da mancha de óleo espalhada pela pista, e foi assim que Petrese obteve uma resposta sobre o causador da mancha que o fez despistar. Uns anos depois, o pessoal do site oficial que cuida da carreira do Ricciardo Patrese decidiu responder a perguntas vindos dos fãs. Mandei algumas e por incrível que pareça, obtive resposta. E uma delas tinha sido essa história que vos conto aqui.

Nesta quarta-feira, Ricciardo Patrese completou 65 anos. Comemorou na sua Itália natal, num kartódromo, e num video estava ao lado de Luca Badoer, preparando karts para o seu filho Lorenzo Patrese. Tanti Auguri a te, Ricciardo! 

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Rumor do Dia: São Paulo poderá ter ePrémio em 2020

Depois de uma falsa partida em 2018, a cidade de São Paulo poderá ter um ePrix em 2020. Segundo conta hoje o site e-racing365.com, existem conversações adiantadas entre ambas as partes, e estes aconteceram em duas ocasiões: em janeiro, quando a Formula E esteve em Santiago do Chile, e agora, quando esteve em Roma. Em ambas as ocasiões, um dos elementos foi Lucas di Grassi.

"Eu tenho trabalhado muito e, se eles fazem isso em São Paulo, é o projeto [da pista] é da minha autoria, mais ou menos", disse di Grassi ao e-racing365 em Roma.

Eu dei a eles o layout e disse que esse circuito será viável, é seguro e não incomoda muita gente. Depois fui falar com o presidente da câmara e alguns investidores em potencial para a corrida e, sim, ela está muito boa.

Desconhece-se onde será a pista, se vai ser na zona do Ahembi, onde houve uma corrida da IndyCar entre 2009 e 2011, ou será outra parte da metrópole paulista.

No entanto, o piloto da Audi Sport ABT Schaeffler afirmou que um acordo não estava concluído e ainda havia algumas negativas significativas por vir. Caso o resultado seja positivo, uma provável data será no final de janeiro, inicio de fevereiro, em dupla com Santiago do Chile.

"No momento nada está feito e há questões comerciais que precisam ser classificadas, as datas precisam ser classificadas, mas [tudo] parece promissor e espero que siga na direção certa", concluiu di Grassi.

Fala-se desde há algum tempo a esta parte que a próxima temporada poderá ter até 16 corridas, entre dezembro de 2019 e julho de 2020, com rondas duplas na Arábia Saudita e em Londres, a primeira e última corrida da temporada. Novidades serão Seul, na Coreia do Sul, para além do regresso de Londres. Por outro lado há dúvidas sobre o regresso de Hong Kong ao calendário, depois de três anos de presença.

O Apocalipse da Gasolina

Estamos na semana pascal, e Portugal, este pacífico país à beira-mar plantado, está com a respiração suspensa. A razão é simples: os motoristas das matérias perigosas decidiram na segunda-feira iniciar uma greve por tempo indeterminado para reivindicar melhores condições de trabalho, desde aumentos salariais até seguros para proteger os motoristas de... azares. Como são eles que guiam os camiões-cisterna para abastecer... tudo - depósitos de gasolina, mas também os aeroportos, os hospitais, os bombeiros - em três dias, o país ficou à mercê deles. E como é a semana da Páscoa, as pessoas entraram em pânico e entupiram os postos de abastecimento para encher os depósitos, fazendo com que em muitos deles se colocasse o aviso de "ESGOTADO".

Em suma, no terceiro dia de greve, já estamos a roçar o equivalente ao "apocalipse zumbi". Admirado? Não, era de esperar. E o governo já accionou a requisição civil - por agora só em Lisboa e Porto, mas em breve deve ser no interior do país - mas por agora não passam de paliativos. É claro, muitos abasteceram agora para ter gasolina para "ir à terra" nestes dias pascais, mas se o assunto não estiver resolvido na segunda-feira, a agonia será maior.

E esta é daquelas greves que apanha toda a gente com as calças na mão. É das poucas no qual todos são afetados. São tocados por muitas coisas. A primeira é porque 90 por cento dos carros que circulam são a gasolina ou Diesel. Há alguns a gás de petróleo liquefeito e outros elétricos, mas nem chegam a dez por cento. Claro, essa gente anda por estes dias na rua com um sorriso nos lábios, vendo a aflição dos outros, porque não precisam de ir aos postos de reabastecimento, podem fazê-lo em casa. E também sei que, provavelmente, pode ser uma das últimas greves onde eles poderão ter impacto porque... se daqui a dez anos, tivermos algo parecido com a Noruega, para quê reabastecer?

Mas isso é futuro condicional. Estamos agora, esta situação embaraçosa.

O que pretendem? As coisas do costume: melhores salários, melhores condições de trabalho. Contudo, aparentemente, eles tinham alguns privilégios, um deles era ter um terço do salário livre de impostos. Pelo menos foi o que entendi ontem, num debate que ouvi num dos canais de televisão da nossa praça. O outro lado nega, dizia que recebem cerca de 700 euros, o que é pouco mais que o salário mínimo, e acho que isso é pouco mais que escravatura. Salários dignos, numa profissão de risco, é o que merecem. Mas claro, não são trabalhadores do estado. Isso tem de ser combinado com as gasolineiras e as empresas de transportes. No final, o que desejam é ter subsídios, condições especiais. Não é viver como nababos, mas sim um trabalho digno. E nesse campo, eu concordo.

Em qualquer greve, todos têm de ceder, para haver paz social. Melhores salários e melhores condições, é o que devem ter, e o outro lado têm de aceitar, porque há consequências. Mas também não convêm haver abusos, caso contrário, desaparece a simpatia que as pessoas possam ter pelos grevistas, mesmo que essa simpatia sirva para outros meios politicos - derrube do atual governo e respectivas eleições antecipadas, etc.

Ao fim e ao cabo, a minha reflexão é mais abrangente. Vivo numa cidade que não é grande, é verdade. Não é bem abastecida de transportes públicos, mas têm, e eu começo a ter mais simpatias pelo carro elétrico do que pelo Diesel ou gasolina. As razões são simples: vejo mais vantagens que desvantagens. Mas isso sou eu. Outras pessoas, noutros lugares, noutras situações, não tem aquilo que tenho. Ir a pé até casa é um bom exercício, evita o sedentarismo, por exemplo. Eu posso fazer isso sem problemas. Mas nem toda a gente pode. E já tive carro. Vendi-o, adaptei-me e sinto-me bem. E até gosto de andar de transportes públicos. Estamos demasiado dependentes de carros, se queremos pensar as coisas desta forma.

Enfim, esta situação será resolvida em breve. Não sei quem vencerá este braço de ferro, mas haverá um acordo, os piquetes serão levantados e os postos de abastecimento voltarão a ter gasolina e Diesel. Mas sei que depois disto, muitos provavelmente repensarão a ideia de serem de novo apanhados numa greve e perderem tempo em filas para abastecer...

terça-feira, 16 de abril de 2019

Youtube Formula 1 Video: Os rádios de Xangai


Cada fim de semana de corrida tem os seus rádios, e o de Xangai, na corrida numero mil, não é excepção.

Motociclismo: Venturi quer bater um recorde eletrico

A Venturi não anda só a construir carros, mas também ajuda noutros meios de transporte, neste caso em particular, para ver se bate um recorde de velocidade. Em duas rodas.

A Voxan, a marca do grupo Venturi, construiu um protótipo que pretende usar para um recorde de velocidade que vão tentar em 2020 no Salar de Uyuni, na Bolivia, com o italiano Max Biaggi ao volante. O objetivo é alcançar os 330 km/hora, e a acontecer, seria um novo recorde de velocidade em motos elétricas.

"Eu sempre adorei um desafio", começou por dizer Biaggi no e-racing365.com. “Quando meu amigo Gildo Pastor veio até mim com seu plano para o recorde mundial de velocidade terrestre e o Voxan Wattman, obviamente iria dizer sim. Gildo é especialista e pioneiro no campo da mobilidade elétrica. Sob seu ímpeto, a Venturi Automobiles estabeleceu vários recordes e marcou uma série de novidades no mundo.Estou orgulhoso de dar esse novo passo na minha carreira sob as cores do Voxan e do Venturi, com quem já comecei a trabalhar", continuou.

Os engenheiros e designers do departamento de pesquisa e desenvolvimento são movidos por um senso de determinação extremamente motivador. Pasando a marca de 330 km/hora com esta máquina "made in Monaco", irá fornecer ainda mais evidências da experiência do grupo neste campo", concluiu.

Conheço Max há 15 anos e compartilhamos os mesmos valores e paixões”, começou por comentar o presidente da Venturi, Gildo Pastor. “Hoje nos vemos reunidos em um projeto próximo a ambos os nossos corações, e um que nos aproxima um pouco mais. É uma honra confiar o Voxan Wattman a um piloto que deixou a sua marca na história das corridas de motos.Para participar dessa aventura ambiciosa e, talvez, escrever os nomes de Venturi e Voxan nos anais da história, era preciso ser Max!", continuou.

Alcançar 330 km/hora representa um enorme desafio para uma motocicleta nesta categoria, mas estou muito confiante. Minha fé na eletromobilidade de alto desempenho não diminuiu em 20 anos!”, concluiu.