sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

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Hoje seria os 69 anos de um dos pilotos mais espectaculares da história do automobilismo. Infelizmente, só viveu 32, e teve apenas seis temporadas na categoria máxima do automobilismo. Mas os seus feitos ficaram para a eternidade. Salut, Gilles!

Youtube Rally Testing (II): O teste de Marcus Gronholm na Suécia

Marcus Gronholm vai estar de volta ao WRC para competir no Rali da Suécia. Aos 51 anos de idade, vai pegar num Toyota Yaris WRC e irá matar saudades da competição com Timo Rautiainen como navegador.

E aqui está um video desta semana desses testes debaixo de neve, com ele a matar saudades. 

Youtube Rally Testing: O teste de Sebastien Ogier para Monte Carlo

Já não falta muito para o Rali de Monte Carlo, e Sebastien Ogier prepara-se para a sua primeira prova desde o regresso à marca do "double chevron". Eis os mais recentes testes do piloto francês nas estradas alpinas à volta do Principado.

Youtube Motorsport Challenge: Faísca McQueen contra The Stig

Já têm uns meses, e foi feito pelo Top Gear par homenagear o "Cars" e os Legos. E é engraçado saber que o "Faísca" veio à Grã-Bretanha, não para ver a Rainha e o Palácio de Buckingham, mas sim para ver a pista de testes do Top Gear e o The Stig...

Dakar 2019 - Etapa final (Pisco - Lima)

Acabou esta quinta-feira o Dakar em terras peruanas, e Nasser Al Attiyah foi o grande vencedor, no seu Toyota, enquanto nas motos, a coroa de louros foi para Toby Price, que no último dia de competição, conseguiu superar Pablo Quintanilla e Mathias Walkner.

Estes onze dias nas areias do deserto peruano mostraram o melhor e o pior dos pilotos, e ganhou quem foi o mais regular e o mais eficaz. Foi o que aconteceu ao piloto qatari, mais habituado às areias do deserto, que conseguiu nunca perder de vista os primeiros lugares. E ainda por cima, ele conseguiu dar à Toyota a sua primeira vitória no rali-raid mais importante do mundo, algo do qual ambicionavam há algum tempo. 

E claro, ele estava radiante: “Esta foi uma das minhas melhores vitórias. Não cometemos um erro, e este foi um Dakar muito difícil. Assumimos a liderança no terceiro dia, e desde aí viemos a consolidar regularmente a nossa liderança. Estou feliz por oferecer à Toyota a sua primeira vitória no Dakar. Todos querem ganhar este rali e eu respeito muito os nossos adversários. Se eles cometeram erros, foi porque tinham que atacar, e às vezes isso não funciona bem nesta prova. Era um rali 100% peruano, com areia e dunas, e eu sempre disse que queria fazer algo de bom aqui”, disse o piloto qatari na meta, em Lima.

No caso de Nani Roma, o segundo lugar foi o melhor que conseguiu com o seu Mini. O piloto espanhol deu o seu melhor e por algumas vezes, chegou à liderança, mas os maus dias que teve nas dunas deitaram isso a perder a favor do piloto da Toyota. No final, em Lima, ele reconheceu a superioridade do seu adversário, e o facto do percurso ter sido desenhado à medida dele.

"O Nasser fez uma corrida perfeita, não cometeu erros, e merece inteiramente a sua vitória, inegavelmente, parabéns para ele. Mas esta edição, com muitas dunas, areia e fora de pista, foi feita à sua medida…”, comentou.

Já Sebastien Loeb, o lugar mais baixo do pódio a bordo do seu Peugeot 3008 DKR foi uma espécie de prémio de consolação num rali cheio de altos e baixos para ele e para o seu fiel navegador, Daniel Elena. É o segundo pódio para o piloto francês, e ele disse que apesar dos problemas, foi o pódio possivel.

Perdemos muito tempo três vezes. Os dois pilotos que ficaram à nossa frente, são precisamente os que não tiveram quaisquer problemas durante toda a corrida. No geral, sempre fomos os mais rápidos no terreno, o que é encorajador, é simpático, fizemos grandes etapas. Não foi uma vitória, mas um pódio, com todas as preocupações que tivemos, é um bom resultado. Estávamos num terreno que não nos era favorável, e com um carro privado a lutar contra grandes equipas oficiais. Não é mau, mas poderíamos ter feito melhor...”, comentou.

Nas motos, Pablo Quitanilla esteve perto da vitória, mas uma queda fez entregar o triunfo a Toby Price e à KTM. O homem da Husqvarna não evitou uma queda à passagem do quilómetro dez, incidente que deixou o chileno com um pé magoado. Apesar de tudo, Quintanilla já retomou a corrida, onde agora o objetivo é chegar ao fim sem percalços de modo a garantir o segundo posto. Mas nem isso conseguiu, pois Walkner conseguiu o segundo posto, dando uma dobradinha para a KTM. 

Quanto a Price, só precisou de levar a moto até ao fim em segurança para selar a conquista do seu segundo título no Dakar, depois do conquistado em 2016.

O australiano realizou uma corrida muito regular e sem erros de relevo para levar de vencida a muita areia que marcou o percurso do exercício organizado pela Amaury Sport Organisation. Uma vitória muito saborosa, pois Price realizou toda a corrida magoado do pulso direito, numa lesão que contraiu um mês antes do arranque do evento. E para fechar com chave de ouro, o ‘aussie’ venceu a tirada de hoje, tendo imprimido um ritmo diabólico mesmo sabendo que só tinha de cumprir calendário, após o sucedido com Pablo Quintanilla.

Acabou o Dakar de 2019, agora vem aí o de 2020.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Youtube Rally Testing: Os testes de Bruno Magalhães em Fafe

Falta pouco mais de um mês para o primeiro rali do campeonato português, e num dia de nevoeiro em Fafe, Bruno Magalhães faz os primeiros testes a bordo de um Hyundai i20 R5. As filmagens foram feitas pelo Pedro Figueiredo... e valem a pena.

Noticias: Estudada a viabilidade de um GP da Finlândia

A Finlândia têm três campeões do mundo de Formula 1 na sua história - Keke Rosberg, Mika Hakkinen e Kimi Raikkonen - com outros pilotos de renome como Mika Salo, J.J. Letho e Valtteri Bottas. E nem falamos dos "finlandeses voadores" nos ralis e na Endurance, graças a Leo Kinnunen.

Contudo, a Finlândia nunca acolheu a Formula 1. Aliás, houve mais corridas de motos em lugares como Imatra do que corridas de automóveis. Mas isso poderá mudar dentro em breve. O país está a construir um circuito permanente a cerca de cem quilómetros de Helsínquia, o Kymi Ring, com vista a ser inaugurado este ano, para receber a MotoGP em 2020. E a pista poderá também servir para receber a Formula 1. Segundo conta hoje a Autosport britânica, a AKK Motorsport, o organismo que regula o automobilismo no país, decidiu lançar um estudo de viabilidade nesse sentido.

O seu presidente, Tatu Lahmuskaillo, afirmou: "A Finlândia tem um excelente e único legado no automobilismo. Não só os pilotos de rali da Fórmula 1 finlandeses acumularam mais pontos do campeonato mundial nas últimas temporadas do que pilotos de qualquer outro país, mas também temos experiência reconhecida internacionalmente na organização de eventos automobilísticos modernos, confiáveis, sustentáveis e, acima de tudo, empolgantes para fãs, parceiros e atletas".

"O estudo nos fornecerá conhecimento detalhado sobre o que a competição de automobilismo ao mais alto nível realmente exige e que nos ajudará tremendamente ao realizar outros eventos de corrida também.", concluiu.

Caso o estudo aponte para a sua viabilidade, não acontecerá antes de 2021, porque só será em 2020 que acontecerá o MotoGP, e também tem de se saber qual vai ser o grau de homologação do cicruito. Caso aconteça a corrida, será a primeira vez desde 1978 que haverá um GP na Escandinávia. A última vez que aconteceu foi na Suécia, que acolheu o seu Grande Prémio entre 1973 e 1978, no circuito de Anderstorp.

Recentemente, falou-se na chance de um GP dinamarquês, que iria correr nas ruas de Copenhaga, mas a ideia foi arquivada no final do ano passado.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

A(s) image(ns) do dia (II)





O bronze parece estar na moda neste inicio de 2019. Na semana passada, mostrou-se por aqui de uma escultura de Ayrton Senna a acelerar em Eau Rouge, na Bélgica, e que foi apresentado no Autosport International Show, e que valia dois mil euros por cada exemplar. Hoje, vi no Facebook do Alexander Grunwald um capacete do piloto, mas em bronze. 

Não faço ideia de quanto deverá custar o casco, mas sei quem é o autor: Neimar Duarte, que fez a pedido de um cliente. E a inspiração foi o capacete que Sebastian Vettel usou no GP do Mónaco de 2014. E ainda têm a parte onde se pode colocar a proteção de plexiglass, onde está tão pronto para ser um capacete real. Talvez um pouco mais pesado, mas real...

De uma certa maneira, é o prolongar do mito, ainda por cima quando se aproximam os 25 anos da sua morte, em maio.

Dakar 2019 - Etapa 9 (Pisco-Pisco)

O Dakar está a chegar ao fim, mas nem tudo está decidido, pelo menos à partida da penúltima etapa da prova, em terras peruanas. E Nasser Al Attiyah define-se cada vez mais como o vencedor, graças à sua consistência e os azares da concorrência. Como hoje, quando Sebastien Loeb perdeu tempo ao ficar parado numa das dunas peruanas. O piloto francês de Peugeot perdeu uma hora e 15 minutos para o vencedor do dia, Nasser Al-Attiyah.

No final do dia, o piloto qatari foi o vencedor, com quase cinco minutos de avanço sobre Nani Roma, o segundo classificado, e Giniel de Villiers, noutro Toyota, a ser o terceiro, a sete minutos e 15 segundos.

Agora, somente uma catástrofe tirará Al Attiyah da sua terceira vitória nesta mitica do Todo o Terreno, depois das vitórias de 2011 e 2015. E vai ser o terceiro com três carros diferentes. O primeiro com a Volkswagen e o segundo com o Mini All Racing. O piloto têm um avanço de 51 minutos e 27 segundos sobre Nani Roma, enquanto Sebastien Loeb é o terceiro, agora a uma hora e 15 minutos.

Nas motos, houve uma estreia. Michael Metge venceu pela primeira vez uma tirada do Dakar e ofereceu à Sherco o primeiro triunfo na prova deste ano. O antigo piloto da Honda bateu por dois minutos o colombiano Daniel Nosiglia, em Honda. Quem vai ter um Dakar amargo será  Adrien Van Beveren, que viu o motor da sua Yamaha ceder a 16 quilómetros do final do troço e foi forçado a abandonar. Tinha partido de Pisco no quarto posto da geral, mas pela segunda vez seguida, não irá chegar à meta, em Lima.

Na geral, Toby Price tem um minuto e dois segundos de vantagem sobre Pablo Quintanilla, e seis minutos e 35 segundos sobre Panlo Quintanilla. E ao contrário dos automóveis, o vencedor nas motos está um pouco indefinido.

Amanhã termina o Dakar, com o percurso entre Pisco e Lima, a capital peruana.

A(s) image(ns) do dia










É sempre engraçado ver os orçamentos das equipas de Formula 1 nas duas últimas temporadas e ver o que têm em comum. E o que se vê é que aumentaram - não muito - quer em termos de dinheiro, quer em termos de empregados. E ver quanto dinheiro é que conseguem dos patrocinadores, qual é a percentagem que recebem da Formula One Management (FOM) e no caso dos construtores, qual é a parte que elas têm, quanto é que injetam para completar os orçamentos. No final, tirando a Red Bull, que têm um lucro de cinco milhões de libras, há um "break even", porque eles distribuem os dividendos pelos sócios.

Mas o mais engraçado é quanto gastaram para obter cada um dos pontos que conseguiram. Desde os 630 mil libras da Mercedes até aos 21,5 milhões da Williams, passando pelos 720 mil libras da Ferrari e os 1,08 milhões de libras da Force India, agora Racing Point. Esta última foi até agora uma das equipas que sabia usar melhor o dinheiro no pelotão da Formula 1 - desceu cinco milhões de libras em 2018, de 125 milhões para 120 milhões - apesar dos problemas de finanças que sofreu na temporada passada, e que levou à sua aquisição por Lawrence Sroll, o pai de Lance Stroll.

E todas elas - excepto a Force India - tiveram algo em comum: aumentaram os seus empregados em 2018. Desde os 950 da Ferrari - mais 50 que em 2017 - igual a da Mercedes, mais cem que no ano anterior. Mesmo a mais pequena de todas, a Sauber, teve 400 empregados em 2018, mais 40 que na temporada anterior, com um aumento de orçamento em dez milhões de libras.

Em suma, esta peça, montada pela Racefans.net, vale a pena ser vista. Então, depois de lerem as explicações, podem ver os gráficos. 

WRC: Marcus Gronholm vai ao Rali da Suécia

Aos 51 anos de idade, e dez anos depois do seu último rali, Marcus Gronholm vai fazer o Rali da Suécia a bordo de um Toyota Yaris WRC. Apesar de ser apoiado pela Gazoo, a equipa oficial da marca, a inscrição será privada. De uma certa forma, esta incursão é a concretização de um velho sonho do piloto finlandês, campeão do mundo em 2000 e 2002, e que se retirou do WRC a tempo inteiro em 2007.

"Trata-se de eu aproveitar meu presente de aniversário nas grandes estradas do Rally da Suécia", disse Gronholm, que completou 51 anos na semana anterior ao seu regresso ao WRC. Gronholm vai de novo ser navegado por Timo Rautiainen, que também é seu cunhado.

"Tenho muitas lembranças inesquecíveis do evento e [foi aqui que] consegui a minha primeira vitória no WRC em 2000. Agora, vou fazer o rally mais uma vez. Estou um pouco velhote como piloto de rally, então eu vou estar dirigindo de acordo [com a idade]. Mas apesar do meu ponto de partida estar  bem atrás dos outros, acho que ainda podemos pensar em algo...", concluiu.

Tommi Makinen, o diretor desportivo da Toyota Gazoo Racing, acredita que ele ainda pode ser competitivo, mesmo com a idade e o tempo afastado das estradas. 

"Ele pode ser muito rápido, especialmente em algum lugar como a Suécia, que é um dos lugares que ele ama", disse Makinen. "Com alguns testes, ele poderia ser bom e seria brilhante vê-lo de volta àquele rally depois de vencê-lo tantas vezes.", concluiu.

O rali da Suécia acontecerá entre os dias 12 e 14 de fevereiro, nas estradas à volta de Karlstad, no centro do país.

WRC: Lappi explicou porque foi para a Citroen

Esapekka Lappi vai começar 2019 ao serviço da Citroen, depois de duas temporadas na Toyota, com uma vitória e quatro pódios durante este tempo. Numa entrevista à Motorsport News, e nas vésperas do Rali de Monte Carlo, ele explicou as razões pelos quais fez esta mudança para correr ao lado de Sebastien Ogier na temporada que vai começar.

"Decidi vir [para a Citroen] depois [do Rali da] Finlândia do ano passado. No início da temporada discutimos isso com Pierre Budar e senti que ele me desejava na equipa, acabando por me convencer", começou por dizer Lappi, que amanhã fará 28 anos.

Ele referiu que ficou "impressionado com o esforço que fizeram para me trazer," além de que "numa equipa com tanta história e tantas conquistas acreditei que teria a ferramentas necessárias para ter sucesso."

Quanto às razões pelos quais não conseguiu dar "o salto" em 2018, apesar de ter acabado a temporada na quinta posição da geral, afirmou que foram erros e azares a ditarem o destino.

"Tive muitos erros da minha parte. Tivemos alguns azares do ponto de vista do carro, nada de mais mas pequenas coisas que me afectaram. Não sei se tudo isto foi má preparação ou outra coisa qualquer, mas tivemos muitas questões nas sextas feiras de alguns ralis.", concluiu.

Antes de chegar à Toyota, Lappi correu ao serviço da Skoda, onde foi campeão do Europeu de Ralis em 2014 e do WRC2 em 2016, ambos com um Fabia R5. 

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A(s) image(ns) do dia




E depois de noutro dia termos mostrado as imagens de Spa-Francochamps, hoje é dia de La Sarthe debaixo de um manto branco.

Dakar 2019 - Etapa 8 (San Juan de Marcona - Pisco)

A etapa de hoje entre San Juan de Marcona e Pisco, nas areias peruanas, foi feita debaixo de imenso calor e ficou marcada pelos feitos de Carlos Sainz. Na primeira parte, assumiu a liderança e parecia deslocar-se no pelotão, mas dpeois ficou parado nas areias peruanas e demorou mais de uma hora para sair.

Com isso, quem venceu a etapa foi Sebastien Loeb, que conseguiu 15 minutos e 15 segundos dew avanço sobre o polaco Kuba Przygonski, no seu Mini. Giniel de Villers foi o terceiro, e o melhor dos Toyota, a 15 minutos e 55 segundos.

Mas quem se consolidou na liderança foi Nasser Al Attiyah, com o seu Toyota. Quarto na especial, só com um problema grave é que o qatari perde este Dakar, pois tem um avanço de 46 minutos e 29 segundos de avanço sobre Staphane Peterhansel, que hoje perdeu mais de meia hora e a duas etapas do fim, praticamente atirou a toalha ao chão. Sebastien Loeb é o terceiro da geral, a 46 minutos e 45 segundos, capaz perfeitamente de assaltar o segundo posto.

Nas motos, a grande novidade foi o abandono de Ricky Brabec, que saiu do Dakar com o motor partido. O piloto americano, que tinha recuperado a liderança, não vai chegar ao fim, e entregou o comando agora a Toby Price.

Em termos de etapa, os KTM dominaram. Matthias Walkner foi o melhor, conseguindo superar no final da etapa as motos de Pablo Quintanilla, a 45 segundos do vencedor, e de Toby Price, que provavelmente abrandou para ver se amanhã não abria a etapa. Foi terceiro, a um minuto e 13 segundos.  Adrien Van Beveren, outro candidato ao título, perdeu mais de 11 minutos para a frente da corrida e caiu para o quinto posto.

Amanhã, o Dakar parte para a penultima etapa, à volta de Pisco, no total de 313 quilómetros cronometrados, mais 96 de ligação.

Formula E: Massa ainda se adapta à competição

Duas corridas na nova temporada e Felipe Massa ainda não pontuou na Formula E. O piloto brasileiro da Venturi afirmou que a adaptação ao novo carro está a ser mais complicada que pensava ser. O melhor que conseguiu foi um 14º posto em Riyadh, na primeira prova do campeonato, e acredita que a adaptação está a ser mais demorada que o habitual por causa do carro e dos circuitos de rua.

Não é fácil. Há tantas coisas que você precisa mudar, especialmente quando você está acostumado a pilotar na Fórmula 1. Fiz alguns testes, acho que passo a passo estou entendendo como é o procedimento na Fórmula E", começou por dizer.

Há tantas áreas diferentes, especialmente, que nas corridas você precisa ter uma mente, mas na qualificação outra, pois só vai com mais potência por uma volta. Então, novamente, você tem tantas coisas diferentes. A pista, pistas de rua, muito estreita, baixa aderência, há muita coisa para aprender, mas espero que eu possa fazer as coisas da maneira certa”, concluiu.

A Formula E volta à ação no final do mês, em Santiago do Chile.