quinta-feira, 21 de março de 2019

ERC: Lukyanuk primeiro líder nos Açores

O russo Alexey Lukyanuk é o primeiro líder do Rali dos Açores, depois da realização das três primeiras especiais da prova de estreia do Europeu de ralis. O piloto russo têm uma vantagem de 3,1 segundos sobre o francês Pierre Loubet, e oito segundos sobre o local Ricardo Moura. 

As classificativas de hoje formaram um aperitivo ao que irão acontecer sexta e sábado, na ilha de São Miguel. Com boa parte dos pilotos que costumam lutar pelo título europeu presentes - com as novidades de Lukyanuk andar num Citroen C3 R5 e o alemão Marjan Griebel a ter um Volkswagen Polo R5, máquinas e pilotos prepararam-se para o primeiro rali do ano. E o primeiro a dar nas istas foi Pierre-Louis Loubet, que é filho de Yves Loubet, um dos grandes pilotos franceses de ralis dos anos 80 do século XX, onde foi o melhor no "shakedown", na frente de Lukyanuk.

Mas logo na primeira especial, o russo ficou com a liderança e de lá não mais saiu. Na  Coroa da Mata, Lukyanuk foi 1,9 segundos mais elo que Loubet e 2,3 sobre Griebel. Ricardo Moura foi quato, a 4,4, um segundo na frente de Chris Ingram. No final, Loubet queixou-se de um toque com a roda traseira direita no muro, e mesma coisa se queixou o britânico Ingram.

Lukyanuk continuou na frente em Mediana Remédios, 0,1 segundos na frente de Loubet, com Lukasz Habaj a ser o terceiro, superando Ricardo Moura por 0,8 segundos. Griebel sofreu um furo e perdeu 6,3 segundos, caindo para sexto.

No final do dia, na especial espectáculo do Grupo Marques, o russo fez ainda melhor e voltou a bater Loubet por 1,1 segundos, com Griebel no lugar mais baixo do pódio, a 1,8 segundos, empatado com o algarvio Ricardo Teodósio.

Depois dos três primeiros, Ingtram é quarto, a 9,9 segundos, com Griebel a recuperar uma posição, trocando com o polaco Habaj. Bruno Magalhães é sétimo, a 22,5 segundos, no seu Hyundai, na frente de Ricardo Teodósio. Luis Rego é nono, no seu Skoda Fábia, a 26 segundos, e a fechar o "top ten" está o húngaro Norbert Herczig, no seu Volkswagen Polo R5.

O rali dos Açores continua amanhã, com a realização de mais sete especiais.

A imagem do dia

Ayrton Senna em Jacarépaguá, durante o GP do Brasil de 1984, numa foto tirada por Paul-Henri Cahier. No dia do seu 59º aniversário, 35 anos depois da sua estreia e 25 anos depois da sua morte, recorda-se o piloto brasileiro nos seus primeiros tempos numa Toleman que tinha as sementes daquilo que foi mais tarde a Benetton, que tempos depois se tornou na sua "pedra no sapato" nos seus tempos finais.

A foto que coloco aqui assinala o final de um caminho que começou dois anos e meio antes, pouco depois do piloto brasileiro se ter estreado em monolugares, na Grã-Bretanha (Senna nunca correu em qualquer prova de monolugares no Brasil).

Desde 1981 que Senna estava nos monolugares, primeiro na Formula Ford 1600, depois na Formula Ford 2000, mas foi no final de 1982 que o mundo da Formula 1 começou a notar no piloto brasileiro. Na Formula 3 britânica, ao serviço da West Surrey Racing, entrou em duelo com Martin Brundle, da Eddie Jordan Racing, vencendo na maior parte das vezes. E no meio disto tudo, a Formula 1 observava-os, convidava-o para testes. Primeiro, a Williams. Depois, a McLaren. E depois disso, a Brabham.

A Toleman foi a quarta equipa que Senna testou. Em Silverstone, Senna experimentou o TG183 e no final, decidiu que seria melhor ficar numa equipa do meio da tabela. Parecia não ter muita lógica ir para ali, mas havia duas boas razões: primeiro, ali ele seria primeiro piloto - algo que não aconteceria se fosse para a Williams ou Brabham, por exemplo - e a Toleman estava em alta. 

Chegado à categoria máxima do automobilismo em 1981, depois de ter vencido a Formula 2, com Derek Warwick, a equipa penou nas duas temporadas seguintes, com o italiano Teo Fabi. Mas tinham feito uma escolha crucial pelo meio, ao pedir a Brian Hart para construir um motor Turbo. Em 1983, com Warwick e outro italiano, Bruno Giacomelli, o britânico conseguiu dois quartos lugares e pontuou nas últimas quatro corridas da temporada, mostrando a evolução do TG183, desenhado pelo sul-africano Rory Bryne. A temporada de 1983 acabou com dez pontos para a equipa, a sua melhor temporada até então.

Com isso tudo, e com a chance de ter a equipa à sua volta - o venezuelano Johnny Cecotto pouco ou nada contava - a escolha de Senna pela Toleman parecia justificar-se. Poderia crescer ao seu ritmo e não seria "queimado", como correria o risco se fizesse isso numa equipa de ponta. E como todos sabem, todos cresceram em 1984: o piloto, a equipa e o projetista, que fez o TG184 e lhe deu pódios... e corridas memoráveis.

Formula E: Felix da Costa cauteloso para Sanya

Depois de Hong Kong, onde o piloto da BMW apenas conseguiu um ponto, num fim de semana para esquecer dos carros americano-alemães, António Félix da Costa está um pouco mais cauteloso em relação à etapa seguinte, o ePrix de Sanya, a sexta prova do campeonato. 

Quinto classificado na competição, mas não muito longe do líder, Sam Bird - sete pontos - o piloto de Cascais mantém a moderação no discurso, apostando fortemente na regularidade para se manter na luta pelos lugares cimeiros do campeonato.

"A estratégia é uma, continuar a marcar bons pontos, sem correr riscos desmedidos e garantir que maximizámos o potencial do nosso carro. Há circuitos onde estaremos em condições de ganhar, outros nem por isso, portanto o fundamental é marcar sempre o maior número de pontos em cada corrida. Para Sanya pelas simulações que fizemos acredito que poderemos voltar a lutar por um pódio, mas na Formula E nada é certo, pelo que vamos entrar em pista focados em dar o nosso melhor", disse o piloto oficial da BMW.

O circuito de Sanya, estância balnear situada na ilha de Hainan, no sul da China, estreia-se na competição, tem 2260 metros e onze curvas, e a organização espera casa cheia para a corrida, que vai acontecer este sábado, a partir das sete da manhã, horário de Lisboa.

Endurance: Mazda quer voltar a Le Mans depois de vencer no IMSA

A Mazda está interessada em regressar a Le Mans, mas coloca como condição fundamental a vitória  na IMSA. Até lá, as atenções estão concentradas na competição americana, onde está oficialmente, numa parceria com a Team Joest.

Numa entrevista recente à publicação The Drive, Masahiro Moro, o CEO da Mazda North America, afirmou que conversa frequentemente com Pierre Fillon, o presidente da ACO, e Jean Todt, da FIA, sobre a situação da Endurance para um eventual regresso a Le Mans. "Nós estamos em contato com o ACO e tenho-me encontrado pessoalmente com o Pierre Fillon e o Jean Todt para discutir. É importante para nós [Mazda] estarmos atualizados", começou por afirmar.

"Precisamos de uma grande equipa [Mazda Team Joest] e um ótimo carro, uma ótima gestão de corrida - e, é claro, recursos", continuou Moro-San. "O Team Joest venceu as 24 Horas [de Le Mans] 15 ou 16 vezes, por isso há definitivamente muita capacidade para gerir esse lado também. Acho que estamos ansiosos para [ver] qual será o nosso futuro, com o passar do tempo [para decidir] competir nas 24 Horas. Neste momento o nosso grande objetivo é, acima de tudo, conseguir um campeonato aqui [na IMSA]. O sr. Joest é uma pessoa muito forte e definitivamente está exigindo um título - depois disso, vamos pensar no próximo passo.

Moro afirma que o WEC teria a ganhar se adoptasse os DPi na competição, pois assim, a Endurance ganharia um regulamento unversal e competições como as 24 Horas de Daytona e as 12 Horas de Sebring seriam tão importantes como as 24 Horas de Le Mans ou as Seis Horas de Spa-Francochamps ou Fuji, permitindo que as marcas colocassem os seus chassis em todas essas proas, em todas as competições, fossem a IMSA ou o WEC.

"Nos últimos anos, a ACO, com o WEC, e a IMSA cruzaram eventos e equipas como nas 12 Horas de Sebring, portanto acho que quando se trata do Balanço de Performance (BOP) nos EUA, acho que é bom agora", falou o dirigente do construtor baseado em Hiroshima. "Do meu ponto de vista, o formato DPi é muito económico para as equipas, então isso é bom. Isso significa que mais equipas podem entrar e participar, o que é importante para a série.

"Espero que este ano a FIA pense como podem trazer mais equipas para o campeonato e nós [Mazda] esperamos que os regulamentos [entre as séries] se tornem muito mais próximos. Espero que haja uma regulamentação universal - acho que seria uma boa fórmula para corridas globais - mas isso também é uma coisa muito política. Seria ótimo não só para mim, mas também para os fãs da Mazda que constantemente nos apoiam”, concluiu.

Youtube Formula One Racing: Os rádios de Melbourne

A temporada começa com uma bela quantidade de onboards dos pilotos, mas os que tem mais piada são as comunicações por rádio. E a primeira corrida do ano até foi boa em termos de comunicações radiofónicas, especialmente a do vencedor que foi... um desabafo pelo final da seca. Compreende-se.

quarta-feira, 20 de março de 2019

CPR: Só Bruno Magalhães pela Hyundai Portugal nos Açores

Depois dos três carros em Fafe, a Hyundai Portugal apenas terá a participação de Bruno Magalhães no Rali dos Açores. Armindo Araújo aproveita esta prova, a primeira do Europeu de Ralis para se ausentar da competição e concentrar-se no resto das provas do Campeonato Português de Ralis.

Para Magalhães, vice-campeão europeu em 2017, o Rali dos Açores é um lugar onde conhece bem e onde foi feliz. Três vezes vencedor nesta competição, o piloto parte este ano com o objetivo de fazer o melhor possivel para o campeonato, no qual está este ano concentrado.

Os Açores são um sítio especial para mim e uma prova que qualquer piloto ambiciona ganhar, pela importância do rali, pela beleza dos troços e pela atmosfera de todo o evento. Este ano estamos focados no Campeonato de Portugal de Ralis e o nosso grande objetivo é recolher o máximo de pontos possível para o campeonato. A equipa tem trabalhado muito para termos o melhor set up no Hyundai i20 R5 e acredito que vamos estar mais fortes nos Açores”, afirmou o tricampeão nacional, que conta com a experiência do navegador Hugo Magalhães ao seu lado. 

O rali dos Açores, segunda prova do campeonato português de ralis e a primeira do europeu da modalidade, acontecerá nos dias 22 e 23 de março, e irá ter um total de quinze especiais, todas disputadas em terra, perfazendo 223,93 quilómetros cronometrados. 

W Series: Reveladas as pinturas dos carros de 2019

A W Series, a competição exclusivamente desenhada para as mulheres-piloto, revelou hoje as cores que irá usar nos chassis Tatuus T-318. As cores reveladas - amarela, branca azul, preta e rosa - levarão os nomes e a bandeira do país de origem das pilotos, bem como um número de corrida escolhido posteriormente por elas.

A competição está agora a entrar na sua seleção final, onde escolherão as 18 pilotos que participarão na primeira edição. Os nomes serão revelados a 28 de março, depois de uma sessão de testes em Málaga.

Será uma seleção muito mais focada em corridas do que antes”, disse o diretor de corrida da W Series, Dave Ryan.

Obviamente, estaremos cronometrando tempos de volta, e o ritmo das pilotos será importante, mas também estaremos analisando a taxa de melhoria durante o teste e a capacidade de cada piloto em trabalhar técnica e produtivamente com os engenheiros, mecânicos, além de sua resistência e consistência em corridas longas.”, concluiu.

Entre as pilotos escolhidas nesta fase final encontram-se a italiana Vicky Piria, a holandesa Beitske Visse, as britânicas Jamie Chadwick e Alice Powell, e a espanhola Marta Garcia

Youtube Motorsport Testing: O primeiro teste do Porsche de Formula E

Enquanto segue o campeonato de Formula E de 2018-19, a Porsche prepara-se para a próxima temporada, que será a da sua entrada na competição elétrica. Com Neel Jani ao volante, o carro entrou em ação na pista de testes de Weissach, na Alemanha, e os engenheiros da marca pretendem desenvolver o máximo até ao final do ano, altura da nova temporada da competição elétrica.

CPR: Pedro Almeida espera bom desempenho nos Açores

Na semana em que o Campeonato de Portugal de Ralis ai voltar à estrada com o Rali dos Açores, que também é a prova inaugural do Europeu de Ralis, Pedro Almeida quer continuar a explorar o seu Skoda Fabia R5, e ver até que ponto está em relação à concorrência. Ele, que em Fafe foi décimo classificado, espera um resultado tão bom ou melhor, com uma concorrência mais eclética. 

Foi nos Açores que fizemos em 2018 a estreia ao volante de um carro R5 e por isso a prova em S.Miguel é-nos especial. Passado um ano percebemos que evoluímos bastante e temos a expectativa de melhorar a nossa performance nesta edição de 2019”, começou por dizer o piloto de Famalicão.

Com Nuno Almeida ao seu lado como navegador, Pedro Almeida espera que este rali abra possibilidades de mais participações no Europeu de ralis num futuro relativamente próximo. “É a primeira prova destes dois campeonatos e queremos deixar em aberto outras possibilidades de participação no europeu, que é um campeonato competitivo e nos pode trazer aprendizagem importante para o futuro”, começou por dizer. 

Contudo, Almeida realçou que a sua primeira prioridade é o CPR. “Em Fafe somamos pontos e fizemos um rali muito regular, uma prestação que queremos repetir e se possível melhorar, porque é no CPR que está o nosso foco”. 

Quanto ao seu carro, preparado pela ARC Sports, ficou contente pela sua performance. “Deu-nos bons indicadores, que queremos explorar agora nos Açores. As especiais são mais longas, o que nos vai permitir tomar melhor conhecimento de algumas das características do Skoda Fabia R5, que tem sido exemplarmente preparado pela ARC”, contou.

O Rali dos Açores acontece entre os dias 22 e 24 de março.

terça-feira, 19 de março de 2019

Endurance: Neel Jani muda-se para a Formula E no final da temporada

Neel Jani é um dos pilotos de fábrica da Porsche, logo, com imenso palmarés na Endurance. Vencedor das 24 Horas de Le Mans em 2016 e campeão do mundo da modalidade no mesmo ano, Jani esta agora na Rebellion Racing, enquanto prepara o carro de Formula E da Porsche para a sua entrada na competição, no final deste ano. Contudo, a indecisão na Endurance fez com que este se tenha tornado algo secundário nas suas prioridades. E depois das 24 Horas de Le Mans, em junho, vai largar o WEC. 

Depois de Le Mans, paro. O meu foco muda para a Fórmula E. Eu tenho que definir minhas prioridades. Quando uma marca como a Porsche dá a oportunidade de pilotar os seus carros, temos que ter um compromisso total", começou por dizer Jani, de 35 anos.

Aqui [no WEC] não temos hipótese”, disse Jani. “Estamos aqui apenas para que os outros [Toyota] não vençam sozinhos. Esse não é meu objectivo para as corridas. Eu gosto do campeonato, gosto das corridas, gosto do paddock. Não é uma decisão fácil. Mas é assim que acontece às vezes. Isso não significa que eu nunca mais vou voltar. Eu não estou feliz com isso, mas também não estou infeliz. Com certeza não é a mesma emoção que eu tive nos últimos quatro anos [com a Porsche nos LMP1]“

Jani entendeu a decisão de André Lotterer, que é piloto da Techeetah, da Porsche e da Rebellion nos seus tempos da Endurance, de não participar em Sebring:

André tem que definir as suas prioridades e, olhando para o futuro a longo prazo, eu concordo com ele. Foi a decisão correta para ele. E ele não perdeu nada, porque tivemos um problema na caixa depois de oito minutos”, concluiu.

Youtube Movie Trailer: O docu-drama sobre John DeLorean

A personalidade de John Z. DeLorean merece um filme por parte de Hollywood. Tanto que há cerca de dois anos que se ouve falar de um, chamado "Driven", que ainda não chegou às salas de cinema. Agora, aparece outro, que é um híbrido entre documentário e filme - um docu-drama - protagonizado por Alec Baldwin no papel de DeLorean.

O filme, de seu nome "Framing John DeLorean" (Tramando John DeLorean) e é realizado por Don Argott e Sheena M. Joyce, vai estrear-se a 7 de junho, e o seu produtor, Tamir Ardon, afirma ter estado a trabalhar nele nos últimos quinze anos. E espera ser o mais fiel à história de DeLorean, do seu sonho de fazer o seu próprio carro, e do seu colapso.

Pelo que se vê do trailer, deve ser interessante. 

CPR: Teodósio pronto para defender a liderança nos Açores

Um mês depois do começo do campeonato, em Fafe, máquinas e pilotos rumam aos Açores para a segunda prova do campeonato, mas também a prova inicial do Europeu de Ralis. Ricardo Teodósio, o melhor português em Fafe, e navegado por José Teixeira, pretende repetir o resultado nas ilhas e aumentar a liderança no campeonato nacional, num Skoda Fabia R5 com novidades.

É sempre um prazer correr nos Açores e, para mim, este é um dos ralis mais bonitos do campeonato", começou por dizer o piloto algarvio. "Segundo o que nos disseram, o rali deste ano tem cerca de 40 por cento do percurso novo, mas acredito que as características dos troços não serão muito diferentes. Estamos motivados pela vitória em Fafe e fizemos agora um upgrade ao nível do diferencial e caixa de velocidades, por isso acredito que conseguiremos um set-up muito próximo daquilo que eu gosto", continuou. 

"Vamos obviamente tentar andar rápido mas sem cometer excessos, até porque tal como aconteceu com o Dani Sordo em Fafe, deveremos ter o (Alexey) Lukyanuk como referência para toda a gente, e depois obviamente o Ricardo Moura. Como sempre, vamos tentar lutar pelos primeiros lugares e dar espetáculo a um público que nos recebe sempre de forma fantástica”.

Para José Teixeira, navegador de Teodósio, o segredo para acumular uma boa pontuação nos Açores irá ser “a consistência de andamento ao longo dos três dias do rali. São 220 quilómetros cronometrados, cerca do dobro de uma prova normal do CPR e por isso teremos de estar muito concentrados para andarmos rápido sem cometer erros. O rali dos Açores é sempre um dos pontos altos da nossa temporada e o objetivo é trazer de lá mais um bom resultado para o campeonato e participar nesta autêntica festa”, concluiu o navegador algarvio.

O Rali dos Açores vai decorrer entre os dias 22 e 23 de março.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Youtube Electric Racing: O ePrix de Hong Kong na íntegra

Uma semana depois da corrida, e a poucos dias da prova de Sanya, que se estreará no calendário no próximo fim de semana, coloco aqui na íntegra o que foi o ePrix de Hong Kong, que provavelmente poderá rter sido a última vez que foi realizado, já que se fala da sua substituição pela prova de Seul, a capital sul-coreana, que se estreará na Formula E em 2020.

A corrida foi vencida inicialmente por Sam Bird, depois de um duelo com André Lotterer, mas uma ultrapassagem controversa na penúltima volta da corrida, pois causou um furo no Techeetah do piloto alemão. Com isso, foi penalizado em cinco segundos e isso fez com que caisse ao colo do Venturi de Edoardo Mortara, numa dupla estreia do piloto italo-suíço e da equipa com sede no Mónaco.

Youtube Racing Documentary: As Aventuras de Janet Guthrie



A Fox Sports realizou em 2005 e 2006 uma série de documentários que deu o nome de "NASCAR Beyond The Wheel", onde apresentou curtos, mas excelentes filmes sobre alguns episódios da história da modalidade, bem como aspectos menos conhecidos da modalidade. Em 2018, esses documentários regressaram, e um deles fala sobre Janet Guthrie, uma das pioneiras do automobilismo americano, que andou na IndyCar e na NASCAR, contra toda uma cultura machista, numa era onde as mulheres queriam ser reconhecidas como iguais.

É um documentário pequeno, mas a história vale a pena ser vista, e apreciar os esforços dessas pioneiras como ela ou Lyn St. James, por exemplo.

Post-Scriptum: E com este belo documentário, comemoro os 15 mil posts escritos neste canto. Muita coisa em 12 anos, é verdade, mas sempre com fome de automobilismo.

Youtube Formula 1 Classic: 1975, Race of Champions


Este domingo, há precisamente 44 anos, acontecia a primeira vitória de um carro da Shadow, e a única vitória do galês Tom Pryce na sua carreira. Num muito frio dia de março, em Brands Hatch, Pryce levou a melhor sobre John Watson, no seu Surtees, e Ronnie Peterson, no seu Lotus, numa corrida onde Pryce herdou a vitória de Jody Scheckter, que teve de ir às boxes a oito voltas do fim, por um problema mecânico.

Eis um video dessa corrida, narrado e a cores, com muita gente interessante no pelotão, incluindo a italiana Lella Lombardi, que não chegou ao fim. E um acidente nos primeiros metros, entre o dinamarquês Tom Belso e o alemão Jochen Mass