O galês Elfyn Evans, atual líder do campeonato teve um rali difícil nas estradas da Estónia. O piloto da Toyota foi sexto numa prova onde foi obrigado a abrir a estrada na sexta‑feira, enfrentando troços de terra muito secos e com muita terra solta, situação que o penalizou e o atirou para nono no final da primeira etapa.
A partir do segundo dia, com o piloto galês a não abrir as estradas, as suas prestações melhoraram, aproveitando também algum azar dos que corriam na sua frente, e começou a subir paulatinamente na classificação, chegando ao sexto lugar no final do segundo dia, do qual não saiu mais até ao final do rali, com duas passagens consistentes pela classificativa de Kääriku, na manhã de domingo, e ajudado pela chuva.
A partir do segundo dia, com o piloto galês a não abrir as estradas, as suas prestações melhoraram, aproveitando também algum azar dos que corriam na sua frente, e começou a subir paulatinamente na classificação, chegando ao sexto lugar no final do segundo dia, do qual não saiu mais até ao final do rali, com duas passagens consistentes pela classificativa de Kääriku, na manhã de domingo, e ajudado pela chuva.
“Sabíamos que seria um início duro, com as especiais tão secas e o efeito de limpeza tão evidente”, reconheceu o piloto, no final do rali, sublinhando que, nas circunstâncias, o objectivo passou por “recuperar o máximo de posições possível”, a partir de sexta-feira.
“Acabámos com pontos decentes e o sexto lugar foi, realisticamente, o melhor que estava ao nosso alcance”, afirmou. "A especial [de domingo] estava bem acidentada em alguns lugares. Inevitavelmente um fim de semana muito duro. A evolução da estrada torna conseguir posições realmente difícil. É o que é.", concluiu.
Agora, Evans - que beneficiou da desistência da Takamoto Katsuta no primeiro dia do rali - tem uma vantagem de 25 pontos para gerir rumo ao próximo rali, o da Finlândia, que irá acontecer no final deste mês.

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