O letão Martins Sesks está de regresso ao WRC ao volante de um Ford Puma Rally1 com o objetivo de conseguir um “regresso impactante” após um arranque de temporada discreto na Suécia, onde terminou no 35º lugar da geral. O rali de Portugal será um teste exigente, mas também como uma oportunidade para recuperar afirmação no WRC.
“O Rali de Portugal do ano passado foi um exame bastante duro, porque foi um rali longo e complicado. Houve muitas coisas que não fizemos bem”, afirmou Sesks, numa antevisão em que sublinhou as dificuldades e a exigência da prova. O piloto admitiu que o Rally de Portugal é uma das provas de que mais gosta no calendário, razão pela qual considera essencial “fazer as coisas bem” desde o início.
“Será interessante ver como nos sairemos este ano”, disse, antecipando “uma semana bastante longa, uma das mais longas da temporada”.
Do lado da M-Sport, Richard Millener, diretor da equipa, sublinhou a relevância da mudança de superfície e o valor simbólico da prova portuguesa. “Estou ansioso por regressar à terra, e o Rali de Portugal é um dos eventos mais icónicos que disputamos no WRC”, afirmou. Para além disso, a chegada de Sesks, que competirá ao lado dos irlandeses Jon Armstrong e Josh McErlean, poderá apresentar “uma dinâmica muito boa” e mostra-se esperançado com o que poderá alcançar em Portugal.
O rali de Portugal começa nesta quinta-feira e terá 23 especiais de classificação, todas em terra.
O rali de Portugal começa nesta quinta-feira e terá 23 especiais de classificação, todas em terra.

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