José Pedro Fontes e a sua navegadora, Inês Ponte, terminaram o Rali Terras D'Aboboreira na quarta posição da geral, a 40,1 segundos do vencedor geral e a 31,9 de Ruben Rodrigues, o melhor português, na prova de estreia do CPR. Para o piloto, que estreava o Lancia Ypsilon Integrale Rally2, o objetivo de mostrar o potencial da máquina foi alcançado, apesar de alguns precalços, como uma penalização e problemas com a caixa de velocidades ao longo do percurso.
Mesmo assim, afirmou a sua satisfação, em termos gerais: “O balanço é altamente positivo. Gostei do carro, andámos sempre junto aos mais rápidos. Já não acontecia isso há muito tempo na terra. O carro ainda tem muito pouco desenvolvimento em terra, muito menos com Pirelli. Tenho andado com pneus da Hankook por causa do WRC2, portanto, tem uma margem de progressão muito grande.”, começou por afirmar.
O piloto acrescentou: “Acho que se ontem não tivéssemos tido o problema que tivemos, que nos obrigou a trocar a caixa de velocidades e a penalizar, estávamos muito perto da frente do CPR, isso para o primeiro rali leva-nos a pensar que em provas de terra, vamos estar noutro nível que não estávamos no passado. Andámos a discutir os troços, acho que o Ruben (Rodrigues) fez um rali cinco estrelas, mas andámos a discutir os troços com os Toyota, Skoda. E se estamos assim na terra, e pelo feedback que temos no asfalto do carro, acho que vamos ter uma palavra a dizer, mas acho que vai ser um campeonato muito renhido, penso que vai haver cinco, seis, sete pilotos que vão ganhar troços, se calhar até ralis.”

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