Mostrar mensagens com a etiqueta CPR. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CPR. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 27 de julho de 2026

CPR: Teodósio vem confiante para o Rali da Madeira


Nas vésperas do Rali da Madeira, Ricardo Teodósio e o seu navegador, José Teixeira, regressam este fim de semana à competição a bordo do seu Citroen C3 Rally2 com motivação renovada e determinada em dar continuidade à evolução demonstrada ao longo da temporada, procurando alcançar um resultado que reflita o trabalho desenvolvido nos últimos meses.

Conhecido pelas suas classificativas técnicas e extremamente exigentes, o Rali da Madeira representa sempre um enorme desafio para pilotos, navegadores e equipas, onde a margem para o erro é praticamente inexistente. Mas apesar de tudo, Teodósio mostra-se entusiasmado com o regresso à ilha:

O Rali da Madeira é uma das provas mais especiais do campeonato. É um rali muito técnico, que exige máxima concentração do primeiro ao último quilómetro. Temos vindo a evoluir prova após prova e queremos continuar esse caminho. Sabemos que a concorrência será muito forte, mas vamos dar o nosso melhor para lutar pelos lugares da frente e proporcionar um bom espetáculo a todos os adeptos madeirenses, que vivem o rali de uma forma única.”, afirmou.

Também José Teixeira destaca a importância da preparação para um rali tão exigente: “A Madeira é sempre um grande desafio. A precisão das notas, a gestão do ritmo e a concentração são fundamentais. Estamos preparados para dar o nosso máximo e ajudar a equipa a alcançar um bom resultado.”, disse.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

CPR: Meeke regressa no rali da Madeira


O Rali da Madeira é um dos mais importantes do campeonato, e que acontece em asfalto, à volta da ilha que é chamada de Pérola do Atlântico. E a Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal decidiu encarar este rali com dois carros, um para Pedro Almeida e outro para Kris Meeke, que faz o seu regresso aos ralis portugueses, depois do vice-campeonato em 2025.

O regresso de Meeke e do seu navegador, Stuart Loudon, é igualmente um dos grandes destaques. O piloto britânico, que aos comandos do Toyota GR Yaris Rally2 venceu quatro ralis e 45 classificativas em 2026, regressa a uma prova que já tentou conquistar por diversas ocasiões, mas onde nunca triunfou.

Sim, estou muito contente por ter a oportunidade de voltar à Madeira, especialmente com a equipa e um carro que conheço bem. Depois de alguns anos em Portugal, é como se fosse uma família. Para mim, a Madeira é um dos ralis de asfalto mais difíceis do mundo, pela natureza das estradas e pela precisão necessária para sequer pensar em fazer o melhor tempo. É óbvio que os pilotos locais conhecem muito bem a ilha e o Diego Ruiloba também já mostrou ser incrivelmente rápido nesta prova. É um rali que adoraria ganhar, mas não subestimo o desafio", começou por afirmar.

E acrescentou: “Um grande obrigado ao povo da Madeira por me receber de volta, à Sports & You e ao Grupo Caetano. É fantástico estar de volta e fazer parte da equipa e estou realmente ansioso por este desafio.

O Rali da Madeira 2026 será disputado em duas etapas, distribuídas por oito secções e 15 provas especiais de classificação, num total de 202,52 quilómetros cronometrados, integralmente em asfalto.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

CPR: 43 carros inscritos para o rali de Castelo Branco


Apesar da organização saber que boa parte dos pilotos iriam deixar para trás o Rali de Castelo Branco, por ter optado por correr no Rali de Lisboa, a organização anunciou esta quinta-feira que 43 carros estarão inscritos na prova organizada pela Escuderia de Castelo Branco. Destes, o nome maior será o atual segundo classificado do campeonato, o açoriano Ruben Rodrigues, a bordo do seu Toyota Yaris Rally2. 

A opção por Castelo Branco por parte de Rodrigues é uma escolha estratégica que o poderá colocar numa posição privilegiada na luta pelo título do CPR.

Para além disso, os Skodas Fabias de Pedro Meireles e João Barros, bem como Ricardo Sousa, a bordo de um Citroen C3 Rally2, naquela que será o seu segundo rali no CPR.

Mas o rali não conta só para o CPR, também servirá para outras provas, como o FPAK Júnior Team, o Challenge Clio Rally5, Júnior, Masters, Promo, Promo 2RM e Taça de Clássicos.

Tudo isto num rali que terá 12 especiais de classificação entre sexta e sábado, em asfalto, com um total de 125,21 quilómetros.  

segunda-feira, 1 de junho de 2026

CPR: Ruben Rodrigues queria testar...


... mas depois de descobrir que estava com um bom ritmo, quase venceu.

Sabendo que não iria pontuar para o Campeonato de Portugal de Ralis, pois os pilotos tinham de escolher entre este rali e o de Castelo Branco para a contagem de pontos no campeonato, a participação de Rodrigues, vencedor do Terras D'Aboboreira e do rali de Portugal, logo, era o líder do campeonato, era de ganhar rodagem e perceber como estava em termos da concorrência.

E como este iria ser o primeiro rali em asfalto, ele poderá afirmar que o teste correu... bem.  

Foi um excelente rali e um teste muito conseguido", começou por dizer o piloto açoriano. "Primeiro perceber, depois pressionar, foi aquilo que fizemos, com um segundo dia muito competitivo, com a vitória a fugir apenas por um segundo e o melhor tempo na “Power Stage”. Acho que mostrámos as nossas capacidades e, embora sem pontuar para o CPR, foi um rali muito positivo e sem correr riscos. Se existiam dúvidas, ficou confirmado, tendo contado com um carro impecável, sem qualquer tipo de problemas. Pretendíamos ganhar quilómetros e perceber o que podemos melhorar para o Rali de Castelo Branco”, concluiu.

sábado, 30 de maio de 2026

CPR 2026 - Rali de Lisboa (Final)


O rali de Lisboa foi competitivo, e no final, um segundo exato separou o vencedor, Pedro Almeida, do segundo classificado, Ruben Rodrigues, ambos em Toyota GR Yaris Rally2. Ao fim das dez especiais desta prova, que estreia este ano no CPR, Campeonato de Portugal de Ralis, os dois pilotos deixaram longe o terceiro classificado, o Lancia Ypsilon Rally2 de José Pedro Fontes, a 25,1 segundos. 

Tivemos um rali muito positivo. Logo desde o início entrámos fortes, na segunda classificativa passámos para a liderança e mantivemo-la até ao fim. Não há segredos: todo o trabalho tem sido feito. Desde o primeiro quilómetro do teste senti muita confiança no carro e a velocidade foi natural.”, disse Almeida, no final da prova. 

"Foi um grande rali para a nossa equipa. Apostamos numa estratégia que resultou na perfeição. Penso que mostrámos aqui a nossa velocidade — se havia dúvidas, ficaram aqui bem esclarecidas. Tivemos um carro impecável sem qualquer tipo de problemas.“, comentou Rodrigues, também no final do rali.

No sábado, os pilotos tinham pela frente mais cinco especiais, e na primeira, Ruben Rodrigues acabou por ser o melhor, 0,6 segundos adiante de Pedro Almeida, 3,7 sobre Gonçalo Henriques e 4,6 sobre José Pedro Fontes. Teodósio, que fora quinto na especial anterior, reagiu, ganhando a seguinte, com uma vantagem de 0,1 segundos sobre Pedro Almeida, 1,1 sobre Gonçalo Henriques, 1,6 sobre Ruben Rodrigues e dois segundos sobre Hugo Lopes. 

Na segunda passagem por Vila Franca de Xira, Ruben Rodrigues atacou e ganhou a especial, 0,2 segundos adiante de Gonçalo Henriques, 1,3 segundos sobre Pedro Almeida e 1,9 sobre José Pedro Fontes e Ricardo Teodósio. Na geral, Almeida liderava, com 5,6 segundos sobre Rodrigues.

Rodrigues continuou ao ataque, triunfando na segunda passagem por Alenquer, com 0,3 segundos de vantagem sobre José Pedro Fontes, 1,9 sobre Rafael Rêgo, e sobretudo, três segundos sobre Pedro Almeida, o quarto na especial. Com isso, a diferença diminuiu para 2,6 segundos, importante para gerir, ou conseguir passar, na Powerstage de Sintra.

Ali, Rodrigues triunfa na sua terceira especial seguida, 0,4 segundos na frente de José Pedro Fontes, 1,1 sobre Hugo Lopes e 1,5 sobre Pedro Almeida. Não tinha dado para o apanhar, e no final, Rodrigues falava dessa abordagem pragmática que lhe custou o rali:

"Viemos aqui com o intuito de ganhar quilómetros nesta fase de asfalto do campeonato. À tarde percebi que tínhamos aqui uma hipótese e forcei. Quando o fiz as coisas apareceram. Ganhámos as classificativas, mas não foi suficiente. Dou os parabéns ao Pedro e a todos que andaram muito bem.”, disse o piloto açoriano.

Eu já entrei para ganhar o campeonato. Temos de ser humildes — vimos aqui o Rúben com um andamento incrível, está de parabéns. Mas vamos continuar a lutar. Agora é preparar muito bem a Madeira e tentar entrar forte outra vez.”, concluiu Almeida.


Nada está decidido, nada está ganho. Temos de continuar focados, perceber o que podemos melhorar — e ainda há muito a melhorar. O caminho é longo, mas estamos no caminho certo.”, afirmou Rodrigues, agora mais confiante para as provas seguintes. 

Depois dos três primeiros, quarto foi o Citroen C3 Rally2 de Ricardo Teodósio, a 28,4, na frente de Gonçalo Henriques, no seu Hyundai, a 29,5. Sexto foi Armindo Araújo, a 33,1, deixando longe Rafael Rêgo, sétimo a 1.03,1. Oitavo foi Diogo Marujo, no seu Skoda Fabia RS Rally2, a 1.34,1, na frente dos veteranos João Barros (a 1.41,1) e de Rui Madeira (a 2.04,8), que fecharam o "top ten".

sexta-feira, 29 de maio de 2026

CPR 2026 - Rali de Lisboa (Dia 1)


Pedro Almeida lidera o Rali de Lisboa, que se estreia neste ano no CPR. O piloto do Toyota GR Yaris Rally2 tem uma vantagem de 4,7 segundos sobre Gonçalo Henriques, no seu Hyundai i20 Rally2, seis segundos sobre Ruben Rodrigues, também num Toyota GR Yaris Rally2 e 7,5 segundos sobre o Skoda Fabia Rally2 de Armindo Araújo.

Com cinco especiais a serem realizadas nesta sexta-feira, com as primeiras passagens por Mafra, Vila Franca de Xira, Alenquer e Sobral de Monte Agraço, terminando com uma super-especial noturna em Mafra, a prova começou com Armindo ao ataque, ganhando 0,4 segundos sobre Almeida e Henriques, e 3,3 sobre José Pedro Fontes, no seu Lancia Ypsilon Rally2. Pedro Almeida reagiu em Sobral de Monte Agraço, ganhando 0,2 segundos sobre Gonçalo Henriques, um segundo sobre Ricardo Teodósio, no seu Citroen C3 Rally2, e 1,3 segundos sobre Hugo Lopes. 

Ruben Rodrigues foi o vencedor na primeira passagem por Vila Franca de Xira, ganhando 0,2 segundos sobre Pedro Almeida, 0,4 sobre Gonçalo Henriques e 1,4 sobre Armindo Araújo. Na quarta especial, sobre Alenquer, o melhor foi Pedro Almeida, 0,7 segundos mais rápido que Ruben Rodrigues, 4,3 sobre Armindo Araújo e 5,8 sobre Gonçalo Henriques. 

No final do dia, na super-especial de Mafra, Henriques foi o melhor, 1,3 segundos na frente de Ruben Rodrigues, 1,5 sobre Armindo Araújo e Pedro Almeida e 2,1 sobre João Barros e Ricardo Teodósio.


Depois dos quatro primeiros, Ricardo Teodósio era o quinto, a 16,4 segundos, seguido por José Pedro Fontes, no seu Lancia Ypsilon Rally2, a 20 segundos exatos. Rafael Rego era o sétimo, no seu Toyota GR Yaris Rally2, a 30,5 segundos seguido pelo Skoda Fabia RS Rally2 de Diogo Marujo. A fechar o "top ten" estão o Hyundai i20 Rally2 do veterano Rui Madeira, a 45,2, e o Skoda Fabia RS Rally2 de João Barros, a 56,2.

O rali de Lisboa termina no sábado, com a realização das restantes cinco especiais. 

quarta-feira, 6 de maio de 2026

CPR: Ruben Rodrigues consciente do desafio pela sua frente


Ruben Rodrigues irá encarar o rali de Portugal, que começa nesta quarta-feira com o "shakedown", ciente da exigência do que é o Rali de Portugal, onde os melhores do mundo se juntam aos melhores de Portugal. O piloto da ARC Sport, vencedor do recente rali Terras D'Aboboreira a bordo do seu Toyota GR Yaris Rally2, defende uma abordagem inteligente, com atenção à meteorologia, que poderá pregar partidas, porque se prevê mau tempo:

“Este é sem dúvida um rali difícil onde vamos tentar fazer o melhor. Os troços são muito exigentes, estreitos e sinuosos, onde é preciso ter sorte para não ter furos. O carro tem um set-up diferente que exige adaptação, por isso, vamos ter de estar muito concentrados. Temos de ser muito inteligentes durante a prova e ter atenção às condições meteorológicas. Para mim é um rali novo, com pneus novos, mas vamos trabalhar para fazer uma boa prova”, disse Rúben Rodrigues, no seu comunicado oficial.

Depois do primeiro sucesso no CPR, Rúben Rodrigues pretende manter o nível, num rali que é o grande desafio do ano, e que vai exigir tudo da dupla do GR Yaris Rally2. 

O rali começará esta quinta-feira, com a realização de 23 especiais de classificação. 

terça-feira, 5 de maio de 2026

CPR (II): Fontes tem ambições para o rali de Portugal


O veterano José Pedro Fontes não esconde a sua ambição e o seu entusiasmo pelo rali de Portugal. Depois de um quarto posto no Terras D'Aboboreira, na estreia do carro no CPR, a dupla Fontes e a sua navegadora, Inês Ponte, preparam-se para percorrer alguns dos troços mais míticos da história do rali, perante o sempre entusiasta público português, que dá uma cor única aos troços da prova que percorre o centro e norte do país.

Nas vésperas do rali, a dupla vai encontrar o seu primeiro grande desafio com o Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale, com a fiabilidade a ser colocada à prova como nunca, sendo esta a estreia desta unidade no Campeonato do Mundo de Ralis em pisos de terra.

"O Rally de Portugal é sempre especial. É a nossa prova, aquela em que sentimos o calor dos adeptos em cada troço e onde a exigência é levada ao extremo. Temos feito uma evolução consistente desde o início do ano. Cada prova ensinou-nos algo novo sobre o carro e sobre nós próprios.", começou por afirmar.

"Chegamos ao Rally de Portugal mais preparados, mais confiantes e com a certeza de que o Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale tem condições para lutar na frente. Temos noção também que há ainda muito trabalho para descobrirmos todo o potencial do carro e que ainda temos poucos quilómetros feitos. Mas o que já conhecemos dá-nos um grau de otimismo indisfarçável.", continuou.

"Os duros troços que vamos enfrentar são um teste de fogo a um carro ainda jovem e com muito a evoluir. Temos, porém, plena confiança nas capacidades da máquina. Queremos fazer uma grande prova, brindar o fantástico público português com o nosso melhor. É um dos pontos altos da temporada e queremos aproveitar ao máximo toda esta envolvência”, concluiu.

CPR: Gonçalo Henriques quer fazer uma boa prova


Gonçalo Henriques está a encarar encara o rali de Portugal como uma prova do qual, sendo especial, é exigente, e do qual pretende terminar numa boa posição. Depois de não ter tido um bom rali no Terras D'Aboboreira, por causa de um pião e problemas no seu carro, o piloto da Hyundai Team Portugal espera que este rali mude um pouco as suas perspectivas no campeonato, especialmente se conseguir um bom resultado. 

Para além disso, ele realça a particularidade do rali por passar por Vila Nova de Poiares, sua terra natal e da navegadora Inês Veiga:

"O Rally de Portugal é muito especial para mim e para a Inês por passar na nossa zona. Todos os meus amigos, a minha família e todas as pessoas que me conhecem desde sempre vão estar a apoiar-me à beira da estrada e isso representa sempre uma motivação extra. Para além disso, é um orgulho enorme estar à partida da prova.

O piloto antecipa, no entanto, um desafio exigente, a começar logo pelos pneus que têm de utilizar que são diferentes dos usados no CPR.

Vai ser um rali muito duro. O teste de preparação correu bem e conseguimos adaptar-nos aos pneus que vamos utilizar. O carro está muito bem afinado para as condições que vamos encontrar, mas vamos ter de fazer um rali com muita cabeça. Os pisos vão estar, presumivelmente, bastante degradados quando for a nossa vez de passar, por isso teremos de ser inteligentes e encontrar um ritmo rápido, mas controlado. Evitar furos e impactos nas pedras será fundamental, porque sabemos que é algo muito fácil de acontecer neste rali. Se conseguirmos fazer uma prova limpa, sem problemas, acredito que podemos lutar por uma boa posição.”, concluiu.

O rali de Portugal começará nesta quinta-feira à tarde, e terá 23 especiais de classificação. 

segunda-feira, 4 de maio de 2026

CPR: Teodósio prepara-se para o rali de Portugal


Na semana do rali de Portugal, que irá também contar como a segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralis, Ricardo Teodósio refere ter ambições nesta competição, embora tenha consciência de que as classificativas são bem mais duras que nos outros ralis do campeonato.

O piloto, que nesta temporada se estreou num Citroen C3 Rally2, declarou que fará apenas as especiais que farão parte do CPR, e o seu objetivo é ser consistente.   

É sempre especial estar à partida do Rali de Portugal. É uma prova única, com um ambiente incrível e um enorme apoio do público. Vamos dar o nosso melhor, conscientes das dificuldades, mas com o objetivo de fazer uma prova consistente e competitiva dentro daquilo que é o nosso campeonato”, referiu Ricardo Teodósio.

Depois de um início de temporada marcado com um sexto lugar no rali Terras D'Aboboreira, a dupla chega a esta prova determinada em evoluir e lutar por um resultado sólido frente a uma forte concorrência nacional.

Temos vindo a trabalhar bastante para melhorar e este rali será mais um passo importante no nosso crescimento. Queremos aproveitar ao máximo cada quilómetro”, acrescentou o piloto.

Do lado direito do navegador, José Teixeira mostra-se igualmente focado no objetivo traçado. 

O Rali de Portugal é sempre uma prova muito exigente, tanto a nível físico como mental. No nosso caso, estamos totalmente concentrados na parte que conta para o CPR, onde queremos ser competitivos e consistentes ao longo de toda a prova. O apoio dos fãs ao longo das especiais dá-nos uma motivação extra e queremos retribuir com uma boa prestação.”, declarou.

O rali de Portugal começará nesta quinta-feira. 

segunda-feira, 20 de abril de 2026

CPR: Rali de Lisboa com presença forte


Mal acabou o rali Terras D'Aboboreira, já se fala do rali a seguir ao de Portugal: o rali de Lisboa, que se estreia nesta temporada, entre os dias 29 e 30 de maio, e a primeira em classificativas de asfalto. Com os novos regulamentos a obrigarem os pilotos a escolherem entre este e o rali de Castelo Branco, o rali de Lisboa, que percorre os lugares onde há mais de 30 anos corriam o Rali das Camélias, conseguiu atrair pelo menos dez duplas do CPR.

As duplas inscritas - logo, que pontuarão neste rali - são estas: Armindo Araújo (Skoda Fabia RS Rally2), José Pedro Fontes (Lancia Ypsilon HF Integrale Rally2), Ricardo Teodósio (Citroen C3 Rally2), Gonçalo Henriques (Hyundai i20 N Rally2), Hugo Lopes (Hyundai i20 N Rally2), Pedro Almeida (Toyota GR Yaris Rally2), Rafael Rêgo (Toyota GR Yaris Rally2), Guilherme Meireles (Skoda Fabia Evo Rally2), Paulo Neto (Skoda Fabia RS Rally2) e Paulo Caldeira (Skoda Fabia Evo Rally2).

Há também outras que também já confirmaram a sua participação, como são os casos de Rúben Rodrigues (Toyota GR Yaris Rally2), o piloto da Auto Açoreana Racing e recente vencedor do rali de abertura da época, de Henrique Moniz (Skoda Fabia Evo Rally2) e de Diogo Marujo (Skoda Fabia Evo Rally2), que embora tenham decidido não pontuar para CPR, participarão na mesma.

De resto, também Rui Madeira (Hyundai i20N Rally2) e André Cabeças (Citroen C3 Rally2) já assinalaram a sua presença, mas o número de carros Rally2 ainda deverá aumentar até ao encerramento das inscrições, daqui a cerca de três semanas.

Um evento organizado pelo CPKA, para além de estar no CPR, contará também para o International Iberian Rally Trophy (IRT), no Campeonato de Portugal de Ralis 2RM, no Campeonato de Portugal de Masters, no Campeonato de Portugal Promo, no FPAK Júnior Team, na Peugeot Rally Cup Portugal e no Challenge Clio Rally5. 

CPR, Terras D'Aboboreira: Meireles feliz com a sua prova


Pedro Meireles
e o seu navegador, Mário Castro, terminaram o rali Terras D’Aboboreira com um bom quinto lugar, depois de uma luta intensa pela quarta posição, com o Lancia Ypsilon Rally2 de José Pedro Fontes, que lhes escapou por dois segundos.

No final do rali, o piloto do Škoda Fabia RS Rally2, em declarações ao AutoSport, fez um balanço positivo da prova, apesar de algumas escolhas menos conseguidas que impediram um resultado mais vistoso. Ainda assim, fica o entusiasmo pelo ritmo demonstrado.

Acho que foi uma boa prova da minha parte. Começamos bem, depois, fruto da estratégia que tínhamos delineado, mudamos o carro para o troço grande e não resultou. Hoje [sábado] voltamos a pôr o carro mais ou menos como estava e as coisas já funcionaram. Estamos sempre a aprender.", começou por afirmar.

"Acho que o importante aqui é que demonstramos um bom ritmo. Com a luta na frente ao rubro, fizemos tempos muito bons, ao nível dos pilotos mais rápidos. Portanto, estamos satisfeitos. Perdemos o quarto lugar por 2 segundos, a meio do troço ainda vínhamos a ganhar, mas pronto, é o que é. Estou muito satisfeito com a minha prova e agora é encarar o próximo rally, o Rally de Portugal”.

Quanto ao arranque do CPR, Pedro Meireles enalteceu a competitividade e o equilíbrio:

Acho que foi muito bom. Os jovens já mostraram ao que vieram e ainda bem, não tinha a mínima dúvida que isso iria acontecer, mais tarde ou mais cedo. Acho que vai ser um campeonato muito equilibrado. Toda a gente fica a ganhar com isso, nós, o público e o campeonato. Esperemos que assim seja, são provas destas que animam o campeonato e que o tornam muito mais interessante”.

domingo, 19 de abril de 2026

CPR, Terras D'Aboboreira (II): Almeida contente com o resultado


Pedro Almeida e o seu navegador, António Costa, tiveram um excelente arranque de temporada no rali Terras D'Aboboreira. No primeiro rali ao serviço da Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal, Almeida conquistou um pódio no CPR. Primeiros pontos, primeiro champanhe derramado e primeiras impressões muito positivas.

"Só podemos estar satisfeitos com o resultado que trazemos”, começou por afirmar Almeida, em declarações à AutoSport.pt “Conseguimos ser competitivos, andamos nos lugares da frente, a competir com pilotos com muita experiência, já com experiência nos seus carros. Por isso, o balanço é positivo.", continuou.

"Por outro lado, olhando para trás, devia ter talvez feito um rali regional, para preparar e entrar já com outro tipo de ritmo. Mas, não fizemos isso e está tudo bem. Temos o Rally de Portugal daqui a pouco, terça-feira já vamos testar. Então, é positivo porque vamos andar agora muito tempo dentro do carro.", continuou,

"É um bom arranque. Acima de tudo, porque normalmente os meus arranques de campeonato eram pautados por desistências, por isso acho que fazer um terceiro lugar e dois pontos na Power Stage é positivo. Vamos continuar daqui para a frente a ver se chegamos ao fim do ano numa boa situação”, concluiu.

CPR, Terras D'Aboboreira: Fontes satisfeito com a sua estreia no Lancia


José Pedro Fontes
e a sua navegadora, Inês Ponte, terminaram o Rali Terras D'Aboboreira na quarta posição da geral, a 40,1 segundos do vencedor geral e a 31,9 de Ruben Rodrigues, o melhor português, na prova de estreia do CPR. Para o piloto, que estreava o Lancia Ypsilon Integrale Rally2, o objetivo de mostrar o potencial da máquina foi alcançado, apesar de alguns precalços, como uma penalização e problemas com a caixa de velocidades ao longo do percurso. 

Mesmo assim, afirmou a sua satisfação, em termos gerais: “O balanço é altamente positivo. Gostei do carro, andámos sempre junto aos mais rápidos. Já não acontecia isso há muito tempo na terra. O carro ainda tem muito pouco desenvolvimento em terra, muito menos com Pirelli. Tenho andado com pneus da Hankook por causa do WRC2, portanto, tem uma margem de progressão muito grande.”, começou por afirmar.

O piloto acrescentou: “Acho que se ontem não tivéssemos tido o problema que tivemos, que nos obrigou a trocar a caixa de velocidades e a penalizar, estávamos muito perto da frente do CPR, isso para o primeiro rali leva-nos a pensar que em provas de terra, vamos estar noutro nível que não estávamos no passado. Andámos a discutir os troços, acho que o Ruben (Rodrigues) fez um rali cinco estrelas, mas andámos a discutir os troços com os Toyota, Skoda. E se estamos assim na terra, e pelo feedback que temos no asfalto do carro, acho que vamos ter uma palavra a dizer, mas acho que vai ser um campeonato muito renhido, penso que vai haver cinco, seis, sete pilotos que vão ganhar troços, se calhar até ralis.

Para além disso, Fontes mostrou-se agradado com o equilíbrio entre os concorrentes, na mistura entre os consagrados e os jovens:

Isso cria também outra motivação. Eu como vocês todos sabem que fui um grande defensor, de trazer os estrangeiros. Precisávamos deles na altura para animar o campeonato, não havia jovens à altura preparados para para esses desafios das marcas. Foi feito esse caminho, de dar oportunidade aos jovens e agora vai ser agora difícil para nós, porque eles vão ter muita velocidade, e nós vamos tentar com a experiência equilibrar. É assim a vida e nós temos que aceitar e ficar contente que haja esta renovação. Por isso, parabéns à Hyundai, parabéns à Toyota pela aposta, e acho que vai ser um campeonato renhido até ao final porque eu acho que vai haver muita incerteza de quem vai ganhar, pelo que já referi, muita gente a ganhar troços e a lutar na frente pelos ralis.”, concluiu.

sábado, 18 de abril de 2026

CPR, Terras D'Aboboreira: Armindo Araújo satisfeito com o resultado


Armindo Araújo terminou o Rali Terras d’Aboboreira na segunda posição no campeonato CPR, o resultado possivel depois de um início prometedor, que não teve continuidade no sábado, que obrigaram o piloto a redefinir os objetivos, ficando a 5.6 segundos do Toyota vencedor de Ruben Rodrigues. No final, em declarações à AutoSport portuguesa, o piloto de Santo Tirso mostrou-se resignado com o rumo da prova, mas satisfeito com os pontos conquistados:

O resultado é positivo. Não foi o que ambicionámos, pois viemos declaradamente lutar pela vitória. Contudo, acho que minimizámos os estragos, nunca baixámos os braços e lutámos até ao último metro. Saímos daqui com o segundo lugar e com a vitória na Power Stage, que acaba por ser bom em termos de resultados desportivos.", começou por afirmar.

"Contudo, reconhecemos que não tivemos uma afinação correta para esta prova. Talvez devido aos nossos testes terem tido alguma lama e humidade, nestas condições mais secas sofremos um bocadinho. Fomos lentos a reagir e demorámos a aplicar mudanças que devíamos ter feito. Pagámos um bocadinho por essa lentidão, mas faz parte das corridas. Faz parte também ter paciência para não cometermos erros quando as coisas não estão a correr bem.", continuou.

"Acho que temos um campeonato extremamente interessante em termos mediáticos. Com muita vontade de ver os novos valores, com várias marcas aqui envolvidas, vários pilotos de várias faixas etárias, com diferentes tipos de experiência. Portanto, acho que isso acabou por trazer muito público à estrada e muito ambiente à volta da corrida. Acho que este tipo de lutas é que são interessantes para o nosso desporto e até que enfim que se percebeu que este era o caminho certo.”, concluiu.

CPR 2026 - Rali Terras D'Aboboreira (Final)


Se na geral, o melhor foi um japonês, Matsushita Takumi, em termos de "melhor português", esse calhou a Ruben Rodrigues, que conseguiu uma vantagem final de 5,6 segundos sobre Armindo Araújo. No final de oito especiais, foram pequenas as diferenças entre eles, já que o terceiro classificado, Pedro Almeida, ficou a 7,7 segundos, e o quarto, José Pedro Fontes, ficou bem mais distante, a 31,9 segundos do vencedor. Tudo isto em meros cinco especiais, neste sábado.

Com a segunda passagem por Amarante e Marão, depois da primeira passagem na sexta-feira, reservada para a parte da manhã, pela tarde, foram cumpridas as passagens duplas por Aboboreira, uma delas a Power Stage, e a passagem única por Baião. 

E logo de manhã, Vaher acelerou para ser o melhor, ganhando as especiais da manhã, primeiro com uma vantagem de 3,1 sobre Matsushita Takumi, seis segundos sobre Gonçalo Henriques, 9,6 sobre Ruben Rodrigues e dez segundos sobre Matteo Chattilon. Fontes penalizava em dez segundos, mas o pior acontecia com Vaher, que se tinha enganado no percurso e era penalizado em três minutos, perdendo a liderança e caindo para o 19º posto! 

Na especial seguinte, Vaher voltou a ganhar - sem se enganar no percurso e a recuperar quatro posições - com uma vantagem de 1,6 segundos sobre Ruben Rodrigues, 3,5 sobre Matsushita Takumi e 4.4 sobre Pedro Almeida. Hugo Lopes capotou e acabou prematuramente o seu rali.


No final da manhã, havia um empate entre Ruben Rodrigues e Matsushita Takumi, e o piloto açoriano estava encantado com o seu desempenho. “De todos, continuamos a ser os menos experientes, mas até agora tem corrido muito bem. O carro tem trabalhado muito bem, a nossa equipa tem feito um trabalho excelente. Penso que nós temos mostrado a nossa velocidade, a nossa competitividade.", disse, no final da quinta especial.

A tarde começava com Vaher em recuperação, subindo mais dois lugares e ganhando a especial, 3,8 sobre Matsushita, quatro segundos sobre Pedro Almeida e 6.9 sobre Armindo Araújo. Ruben Rodrigues perdia 8,5 segundos, caindo para segundo, com Armindo Araújo não muito longe. 

Pedro Almeida triunfou em Baião, 1,1 segundos sobre Vaher, 2,2 sobre Gonçalo Henriques, 2,4 sobre Pedro Meireles e 3,5 sobre Armindo Araújo, com Ruben Rodrigues a ser sexto, a 4,4, mas a ganhar sobre Matsushita, que foi sétimo, a 5,1. Matteo Chattilon desistia na especial.

Na Powerstage, Vaher acabou por levar a melhor, 5,8 sobre Armindo Araújo, 7,9 sobre Pedro Almeida, e 10.9 sobre Matsushita Takumi. Ruben Rodrigues foi oitavo, a 14.5, mas ele saía de Amarante com a vitória no primeiro rali do ano, 5,6 segundos na frente de Armindo Araújo, na classificação do CPR, e 7,7 sobre Pedro Almeida, o terceiro.


No final do rali, Ruben Rodrigues disse de sua justiça:

"Tinha dito que o ano passado era para conhecer o campeonato e este ano, com o conhecimento quer das classificativas, quer do carro, teríamos uma palavra a dizer. Estou bastante feliz, tanto com o carro, como com a minha equipa que tem feito um trabalho incrível. O carro é fenomenal, tem um chassis incrível e estamos cada vez mais à vontade. É muito competitivo e nós também temos acompanhado com a nossa evolução.”, começou por afirmar.

"A Auto Açoreana Racing, em conjunto com a ARC, fez um trabalho fenomenal. O carro esteve sempre num nível muito bom, muito fácil de conduzir. Fomos seguindo o plano e esse foi concluído com sucesso. Foi uma grande vitória para nós. Mostrámos aquilo que podemos fazer no CPR.", continuou.

"Este campeonato vai ser muito disputado. Vamos ver diferenças mínimas. Em condições normais podemos ter aqui três, quatro pilotos sempre na luta pela vitória em todas as provas. Temos aqui um campeonato muito interessante e competitivo. Podemos estar todos contentes com o que se viu: muito equilíbrio, muita gente diferente a ganhar troços. Quem cometer menos erros vai ganhar. Todos já conhecem bem os troços e temos máquinas idênticas. Será uma luta intensa ao longo do ano.”, concluiu.

Agora, tudo preparado para o inicio de maio, altura do Rali de Portugal, que será a segunda prova do campeonato.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

CPR 2026 - Rali Terras D'Aboboreira (Dia 1)


O estónio Jaspar Vaher é o melhor no rali Terras D'Aboboreira, conseguindo uma vantagem de 18,4 segundos sobre o carro de Ruben Rodrigues, concluídas que estão as três primeiras especiais do dia. Estes dois pilotos já deram um avanço sobre o terceiro classificado, o Skoda de Armindo Araújo, que está a 20,3 segundos. 

Prova de abertura do Campeonato de Portugal de ralis, nesta sexta-feira, tinha três especiais de classificação, com passagens por Amarante e Marão, antes de uma especial noturna em Baião. debaixo de nevoeiro no final da tarde desta sexta-feira, na Serra do Marão, Vaher começou bem, ao ganhar a primeira especial, conseguindo 16,9 segundos de vantagem sobre Armindo Araújo, 17,5 sobre Ruben Rodrigues e 22,6 sobre Matsushita Takumi. Rafael Rego perdeu uma roda e acabou por desistir.

Hugo Lopes ganhou na especial seguinte, 0,1 segundos na frente de Matsushita, 1,8 sobre Ruben Rodrigues e 4,1 sobre Vaher. Este acabou por ganhar no final do dia, 0,2 segundos na frente de Matteo Chattilon, 1,3 sobre José Pedro Fontes e Três segundos sobre Hugo Lopes.

Depois dos três primeiros, o quarto na geral é o Toyota GR Yaris de Matsushita Takumi, a 23 segundos, na frente de Hugo Lopes, a 23,2, noutro Toyota GR Yaris. Sexto é José Pedro Fontes, no seu Lancia Ypsilon Integrale Rally2, a 27,1, a seguir vem Pedro Meireles, a 33,9, no seu Skoda Fabia Rally2, e Pedro Almeida, no seu Toyota GR Yaris Rally2, a 34.9. A fechar o "top ten", está o francês Matteo Chattilon, no seu Skoda Fabia Rally2, a 37,1, e o Toyota GR Yaris Rally2 de Goto Shotaro, a 40 segundos exatos. 

O rali Terras D'Aboboreira conclui neste sábado, com a realização das restantes cinco especiais. 

quinta-feira, 16 de abril de 2026

O que vêm aí para o CPR 2026


Depois de um adiamento de um mês, o Campeonato de Portugal de ralis de 2026 começa neste final de semana com o rali Terras D'Aboboreira, que acontecerá entre Baião, Marco de Canavezes e Amarante. E este campeonato de Portugal de Ralis parece ser um em que, depois dos estrangeiros, teremos a luta entre gerações.

E porquê? Pois bem, nas estradas um pouco por todo o Portugal, iremos ter gente consagrada como Armindo Araújo, José Pedro Fontes e Ricardo Teodósio, em projetos privados, contra as equipas oficiais da Hyundai e da Toyota onde, depois de apostarem em pilotos veteranos, como Dani Sordo e Kris Meeke, decidiram que o melhor seria dar uma chance à juventude. E é por isso que temos gente como Gonçalo Henriques e Hugo Lopes, na Hyundai, mais Rafael Rego e Pedro Almeida, na Toyota Caetano Portugal. 

Claro que alguns poderiam pensar que a saída dos estrangeiros (Sordo, por exemplo, regressou à equipa oficial da Hyundai, e regressará a um Rally1 para as provas das Canárias e Portugal, para começar) poderia ter empobrecido o panorama dos ralis, mas é provável que tenha dado o efeito contrário, devido à tal aposta falada mais acima. 


E se podemos pensar que os "velhos consagrados" tem apostado nas "máquinas" que não se mexem, como Armindo e o seu fiel Skoda Fabia RS Rally2, já José Pedro Fontes decidiu apostar numa máquina nova, deixando de lado o Citroen C3 Rally2 para ser o primeiro a andar num Lancia Ypsilon Integrale Rally2, claro, preparado pela Sports & You. Curiosamente, Ricardo Teodósio também trocou a sua máquina, passando de um Toyota GR Yaris Rally2 para um Citroen C3 Rally2, mas mesmo assim, ele aposta para o pódio, quer para as provas, quer para o campeonato, apostando que os mais jovens cometam alguns excessos dos quais ele possa aproveitar. E claro, a mesma coisa pensa gente como Armindo ou José Pedro Fontes.

Uma coisa é certa, a expectativa dos jovens é de competir, e tem sede de vitória. Se conseguirem, tanto melhor.

"As expectativas são altas. Sentimo-nos muito confortáveis no Hyundai i20 N Rally2 após dois dias de testes muito positivos, onde experimentámos várias soluções. O carro está muito divertido e fácil de guiar, o que nos deixa confiantes, até por serem esperados pisos secos", começou por afirmar Gonçalo Henriques, na Hyundai Portugal. "As nossas metas são claras: lutar por vitórias e, no final, pelo título. Queremos fazer o nosso caminho degrau a degrau, sem pressão, mas com a ambição de sermos campeões e dar ao Team Hyundai Portugal o quarto título consecutivo", concluiu.


"Estamos muito contentes e orgulhosos por competir a tempo inteiro no campeonato com o Team Hyundai Portugal. Depois de mais de um ano sem andarmos em pisos de terra, o Hyundai i20 N Rally2 transmitiu-nos ótimas sensações nos testes e sentimos que estamos preparados. Não temos dúvidas de que o campeonato vai ser muito competitivo, com uma mistura interessante de gerações, mas queremos afirmar-nos como uma das principais figuras em todas as provas, e lutar por vitórias e pelo título", falou Hugo Lopes, também da Hyundai Portugal, antes deste rali Terras D'Aboboreira.

"Claro que somos competitivos e queremos estar o mais próximos possível dos primeiros lugares, mas sabemos que o campeonato é muito exigente e há pilotos muito fortes.", disse Pedro Almeida, da Toyota Caetano Portugal, antes deste rali.

E as declarações dele mostram algo que não está muito evidente. Se poderemos imaginar seis, sete ou oito candidatos à vitória, quer individualmente, quer na geral, a realidade mostra que, pelo menos na Toyota Caetano Portugal, a aposta é no médio prazo: preparar estes jovens com potencial para triunfarem nos anos seguintes. Especialmente Rafael Rego, que começa este ano num Rally2. 

E se calhar é isso que os consagrados estão à espera: reconhecem o potencial, mas esperam que a sua experiência possa levar a melhor na estrada, seja em alcatrão, seja em terra.


Olhem o que diz Armindo Araújo, nas vésperas do arranque do campeonato: 

Este campeonato será muito disputado e cheio de novos pilotos com carros de última geração. Sabemos que todos eles chegam com a garra de vencer, assim como os pilotos mais experientes que, tal como eu, temos lutados pelas vitórias nos últimos anos. Vamos dar sempre o nosso melhor e queremos começar a temporada em alta, sempre a pensar no grande objetivo que é a conquista do título absoluto”, declarou.

Em suma, as expectativas estão altas. Há um misto de ansiedade e curiosidade para saber como será este campeonato.

Claro, há mais inscritos, como Pedro Meireles (Skoda Fabia RS Rally2), Paulo Neto (Skoda Fabia Evo Rally2), Ricardo Filipe (Skoda Fabia Rally2), Henrique Moniz (Skoda Fabia Evo Rally2) e Paulo Caldeira (Skoda Fabia Evo Rally2), bem como os jovens Diogo Martins (Skoda Fabia Evo Rally2) e Guilherme Meireles (Skoda Fabia Evo Rally2). Mas eles não estarão em todas as provas do campeonato, que terá, como sempre, o rali de Portugal, e o rali da Madeira, para além do rali de Lisboa, a estreia no calendário, alargando para nove ralis (mas com os sete melhores resultados a contarem para a classificação), com tudo a acabar com o rali do Vidreiro, que era para ser a prova de abertura, mas a tempestade do passado dia 28 de janeiro fez adiar do inicio de março para 28 de novembro.

quarta-feira, 15 de abril de 2026

CPR (II): Armindo Araújo ansioso pelo começo da temporada


Armindo Araújo
e o seu navegador, Luis Ramalho, afirmam-se preparados e motivados para o arranque da temporada 2026 do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), que terá o seu início com a realização do Rali Terras D’Aboboreira, no próximo fim de semana. Apostado em lutar pelas vitórias e pelo título absoluto, contra equipas oficiais como as da Hyundai Portugal e da Toyota Caetano Portugal, Armindo Araújo sente que toda a equipa terá mais trabalho, mas também está ansiosa para que comece a nova temporada.

“[Toda a equipa] está a contar os dias para que comece a nova temporada e com uma forte vontade de começar o ano da melhor forma possível. Fizemos um grande trabalho de preparação nestes meses e estamos todos confiantes que vamos para o Rali Terras D’Aboboreira lutar pela vitória”, começou por afirmar o piloto de Santo Tirso no seu comunicado oficial.

Numa temporada onde há claramente um “confronto de gerações”, o piloto do Skoda Fabia RS Rally 2 preparado pela The Racing Factory, acredita que “este campeonato será muito disputado e cheio de novos pilotos com carros de última geração. Sabemos que todos eles chegam com a garra de vencer, assim como os pilotos mais experientes que, tal como eu, temos lutados pelas vitórias nos últimos anos. Vamos dar sempre o nosso melhor e queremos começar a temporada em alta, sempre a pensar no grande objetivo que é a conquista do título absoluto”, concluiu.

O Terras D'Aboboreira acontecerá entre sexta à noite e sábado, com oito especiais de classificação.

terça-feira, 14 de abril de 2026

CPR (II): Pilotos da Toyota cautelosos nas expectativas para o Terras D'Aboboreira


O Rali Terras D'Aboboreira 2026 irá servir de marco histórico para a TGR Caetano Portugal, porque pela primeira vez a equipa coloca dois GR Yaris Rally2 oficiais em simultâneo numa prova do CPR, para Pedro Almeida e Rafael Rego. Para a Toyota, a entrada um segundo GR Yaris Rally2 no programa oficial representa um reforço da presença da marca nos troços nacionais. Aliado a isso, a associação com a programa FPAK Junior Team, rampa de lançamento de jovens talentos portugueses, enquadrados por uma estrutura experiente e vencedora.

Com isso, chegou Rafael Rego, que alinhará ao lado de Almeida. Se a jovem promessa salta diretamente para o escalão Rally2 ao volante de um carro oficial, já Pedro Almeida chega a Amarante com a motivação de quem regressa aos ralis num carro de topo e com fome de sucesso. A estreia no GR Yaris Rally2 implica adaptação, mas o piloto não esconde a ambição:

"Vamos encarar esta primeira prova com muita motivação. Estrear um carro novo traz sempre um período de adaptação, mas o trabalho feito até aqui dá-nos confiança.", começou por afirmar. "O principal objetivo passa por evoluir ao longo do rali, perceber bem o comportamento do carro em contexto de competição e terminar com um bom resultado. Claro que somos competitivos e queremos estar o mais próximos possível dos primeiros lugares, mas sabemos que o campeonato é muito exigente e há pilotos muito fortes.", continuou. 

"O próprio rali é diferente e mais exigente, com longas especiais, que nos obrigam a uma permanente concentração e exigência. Se conseguirmos entrar na luta pelos lugares cimeiros, será um excelente indicador para o resto da época.", concluiu.

Quanto a Rafael Rego, o piloto, integrado também na FPAK Junior Team, ele reconhece que guiar um carros destes, numa equipa destas, não só é um voto de confiança mas também uma responsabilidade que assume com maturidade.

"Os meus planos para este rally passam por evoluir de forma consistente e gradual ao longo de toda a prova. O principal objetivo é ir ganhando cada vez mais confiança ao volante, melhorando a adaptação ao carro e às condições do percurso.", começou por afirmar. 

"Quero focar-me em conduzir de forma limpa, evitando erros desnecessários, e aproveitar cada especial para aprender mais sobre o comportamento do carro. Com o avançar do rally, a ideia é aumentar o ritmo de forma progressiva, sempre com controlo, para conseguir extrair o melhor desempenho possível.", concluiu.

O Rali Terras D'Aboboreira, prova de abertura do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), terá nove especiais de classificação, entre sexta à noite e sábado.