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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

CPR: Pedro Meireles apresentou o seu carro para 2019

No fim de semana que passou, Pedro Meireles mostrou por fim o seu Volkswagen Polo R5 para o campeonato nacional de ralis, que terá o seu começo nos dias 22 e 23 de fevereiro no rali Serras de Fafe. Em Guimarães, e com o seu navegador Mário Castro, ambos têm altas expectativas sobre a nova máquina que trouxeram a um pelotão cada vez melhor recheado de carros.

"Pelas primeiras impressões que o Polo nos transmitiu, podemos já dizer que é um carro bastante competitivo. É tudo ainda muito novo para nós e sabemos que temos muita margem para evoluir, mas a nossa ambição é sempre ser competitivos, e ser competitivos, para nós, implica lutar pela vitória”, começou por dizer.

Felizmente para todos, o CPR está cada vez mais disputado e a prova inaugural, em Fafe, vai reunir um leque de pilotos fantástico, com praticamente todos os grandes nomes nacionais dos últimos 20 anos e ainda algumas estrelas internacionais. Temos por isso consciência que a concorrência é muito forte e que a tarefa é extremamente difícil, mas o nosso objetivo será sempre lutar pela vitória em todas as provas que disputarmos.”, continuou.

A preparação do carro ficará a cargo da Racing 4 You, uma preparadora de Caldas das Taipas, pertencente ao também piloto Manuel Castro.

Desde que o Pedro nos comunicou a vinda do Polo GTI R5 começamos a tomar medidas por forma a que Racing 4 You proporcione as condições ótimas para este projeto. A estrutura cresceu e hoje contamos com um profissional ex-Volkswagen Motorsport, com experiência neste novo carro, que será unicamente responsável pelo Polo GTI R5.”, concluiu.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Youtube Rally Tesing: Os testes de Pedro Meireles para Fafe

Os dias passam e o Serras de Fafe se aproxima. E o Pedro Figueiredo, que gosta de seguir os testes, filmou a vez do Pedro Meireles andar no seu novo Volkswagen Polo R5 nas estradas dos arredores da cidade com o mesmo nome, mais concretamente, na classificativa do Viso.

Aqui vai.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Youtube Rally Testing: os primeiros quilómetros de Pedro Meireles

Pedro Meireles agitou um pouco os ralis nacionais quando anunciou que tinha adquirido um dos Volkswagwen Polo R5 que está a ser construído e montado nas instalações da marca alemã. O carro estreou-se no último rali da Catalunha e quinze exemplares já foram montados, dos dois quais vieram para paragens portuguesas. 

E entre os que vão ter este carro é Pedro Meireles, que costuma ser um dos candidatos ao título nacional, trocando os Skodas Fabias R5 por este modelo. Um segundo carro está a caminho e é provável que vá parar às mãos do seu irmão Paulo Meireles. Mas por agora, em Fafe, Pedro andou o fim de semana a fazer o "shakedown" e a fazer os primeiros quilómetros com o carro novo, preparando-se para a primeira prova do campeonato, dentro de um mês, naquela mesma zona do norte do país.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

CPR: Meireles vai de Polo R5 em 2019

Vai haver dois Volkswagen Polo R5 na próxima temporada do campeonato português de ralis. O anuncio foi feito ontem através do Facebook de Pedro Meireles, que afirmou ir correr com um desses carros, para o Grupo M. & Costas, com um segundo a chegar em meados da próxima temporada, ainda sem se saber quem o pilotará.

Uma segunda unidade chegará para o mesmo Grupo, no fim do primeiro semestre de 2019. Todo o projeto desportivo, quem o integrará, os parceiros, assim como o destino a dar à segunda unidade será brevemente divulgado”, disse Meireles na sua página do Facebook.

O campeão de 2014 - e vice em 2017 - e que correu durante vários anos com carros da Skoda, o último dos quais um Fabia R5, ficou com aquele que se tornou no chassis numero nove dos quinze que a marca de Wolfsburgo fabricou em 2018. 

Quando ao carro em si, estreou-se no Rali da Catalunha de 2018, às mãos de Petter Solberg e Eric Camili, mostrando-se muito competitivo e provavelmente poderá dar maior competitividade ao Nacional de Ralis, que arrancará em fevereiro com o Rali Serras de Fafe. 

terça-feira, 24 de julho de 2018

CNR: Meireles quer maior promoção dos ralis em Portugal

Pedro Meireles pede mais divulgação dos ralis nacionais nos órgãos de comunicação social. Numa entrevista ao site Golo FM, o piloto de Guimarães, que esta temporada anda de Skoda Fabia R5, revelou que "um campeonato como o nosso, em que estão marcas envolvidas e onde está muito dinheiro envolvido, é obrigatório que no próximo ano haja outra promoção e outra divulgação.

Meireles adiantou que o CPR é "um produto excelente para ser promovido e cabe à federação pôr os 'pés ao caminho' e 'arregaçar as mangas' para que no próximo ano possamos ter um campeonato ainda melhor que este.

Contudo, Meireles reconheceu que a atual direção não pode fazer muita coisa, pois só tomou posse há cerca de um ano, mas aconselhou que deveriam aproveitar a temporada de 2019 para divulgar melhor a modalidade.

"Para [a temporada de] 2019 a federação tem obrigação de fazer um trabalho diferente do que fez agora, e tem obrigação de vender muito melhor o produto que é o Campeonato de Portugal de Ralis", referiu. 

Para além disso, Meireles deu exemplos de modalidades não tão conhecidas como o automobilismo, e que têm melhor divulgação. 

"[Há modalidades que] não envolvem o dinheiro que o automobilismo envolve, não envolvem o número de adeptos que o automobilismo envolve, mas têm outra notoriedade na comunicação social, nos jornais diários e na televisão. Acho que isto não é aceitável, alguém tem que pegar neste produto, trabalhá-lo e vendê-lo. Nós temos aqui um bi-campeão do mundo que é o Armindo Araújo. Não são muitas as modalidades que têm pilotos com estes títulos a correr."

domingo, 18 de fevereiro de 2018

CNR: Meireles e Barbosa penalizados

O Rali Serras de Fafe terminou hoje, mas os resultados só forma confirmados... na secretaria. É que a organização decidiu hoje que Miguel Barbosa e Pedro Meireles foram penalizados em dez segundos por queimarem a partida no Fafe Street Stage... ontem à noite. Isso fez com que existissem alterações na classificação final, já que Meireles perdeu o terceiro posto a favor de José Pedro Fontes, no seu Citroen.

Assim sendo, a diferença de Ricardo Moura e Miguel Barbosa alargou-se para 11,7 segundos, não se alterando a classificação final entre os dois primeiros.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

CNR 2018 - Rali Serras de Fafe (Dia 1)

Miguel Barbosa lidera o primeiro dia do Rali Serras de Fafe, após a realização das cinco primeiras especiais de classificação. O piloto do Skoda Fabia R5, conseguiu superar Ricardo Moura por 1,6 segundos, depois de um duelo entre eles que deixou o resto da concorrência muito longe: Pedro Meireles, com o seu Skoda Fábia R5, tem já... 50,3 segundos de desvantagem.

Com 21 carros R5 presentes no Rali Serras de Fafe, parecia que iria ser um rali onde as trocas de liderança iriam ser constantes e o resultado a ser incerto. Contudo, logo na primeira especial do dia marcou a diferença entre os mais velozes. Em Lameirinha, Moura foi melhor do que Miguel Barbosa por 1,1 segundos. Ambos deixaram Pedro Meireles por 9,5 segundos, e isso indicava que logo ali, iria haver uma separação entre os melhores. 

Mas outros tiveram problemas: Carlos Vieira, por exemplo, teve um problema com a pressão do combustível e teve que descer para o Confurco com o carro desligado, acabando por perder 28,6 segundos.

Na segunda especial, a de Luílhas, Barbosa foi mais veloz e passou para a frente do Rali. O piloto do Skoda foi 4,8 segundos mais veloz do que Moura e conseguiu um avanço de 3,7 segundos sobre o piloto do Ford Fiesta. Meireles foi terceiro, noutro Skoda, enquanto que Carlos Vieira ia de mal a pior quando capotou, perdendo 29,4 segundos e a ficar com quase um minuto de atraso. A classificativa ainda ficou marcada pelo acidente de Ricardo Teodósio, que bloqueou o seu Skoda Fabia R5 na estrada e obrigou à neutralização da especial.

Moura voltou à liderança na terceira especial, batendo Barbosa por 7,1 segundos, e tinha agora uma vantagem de 3,4 segundos sobre o piloto da Skoda, enquanto que Pedro Meireles era o terceiro, mas já tinha perdido quase 31 segundos para os da frente. E na quarta especial, a segunda passagem por Luílhas, Moura ampliava a vantagem para 7,5 segundos, ganhando mais 4,1 sobre Miguel Barbosa. Atrás, José Pedro Fontes subia para quarto, passando João Barros, enquanto que Armindo Araújo tinha problemas no motor Hyundai, perdendo 40,3 segundos para Moura.

No final do dia, o piloto açoriano estava feliz, mas sabia que ainda estava a começar: "O rali ainda vai no seu início, nos últimos anos acabamos o primeiro dia sempre na frente, quero ver para crer", começou por dizer. "Está a ser um rali duro, nem quero ver como é que vai ser [a superficie do terreno quando] passarmos por Luílhas por quatro vezes, vai ser muito duro mesmo", continuou.

"A noite vai fazer a diferença. Todos os anos, a noite sempre me foi favorável", concluiu.

Já Miguel Barbosa andava satisfeito com o seu ritmo neste primeiro dia em Fafe. "Entramos forte, estamos satisfeitos como ritmo que andamos a impor, confiantes com o carro. Amanhã vamos ao ataque.", afirmou.

Quanto a Pedro Meireles, queixava-se do seu carro: "Não estávamos no ritmo que queríamos, o carro não está com as especificações que queria. Agora é mais defender o terceiro lugar do que olhar para a frente porque a diferença já é grande", afirmou o piloto de Guimarães. 

Pela noite, havia duas passagens pela Fafe Street Stage para os espectadores poderem apreciar. Na primeira passagem, Miguel Barbosa foi o melhor, ganhando 4,8 segundos sobre Carlos Vieira, e 7,4 sobre Ricardo Moura, fazendo com que a diferença entra ambos se reduzisse ao mínimo: 0,1 segundos. Na segunda passagem, Barbosa voltou a ganhar, com 1,7 segundos de vantagem sobre Moura, que foi apenas quarto, passando para a frente do rali.

José Pedro Fontes é o quarto classificado, a mais de um minuto da liderança, no seu Citroen DS3 R5, mas perto de Meireles. João Barros é o quinto, a um minuto e 16 segundos, na frente de Armindo Araujo, o melhor dos Hyundai, a um minuto e 43 segundos, um pouco na frente do espanhol Alexander Villanueva, a um minuto e 46 segundos. Carlos Vieira é o oitavo, a dois minutos e um segundo, e a fechar o "top ten" estão Joaquim Alves, no seu Ford Fiesta R5, e Paulo Meireles, no Hyundai i20 R5, este a dois minutos e 38 segundos da liderança.

Amanhã acaba o ali Serras de Fafe, com a realização das restantes seis especiais.

sábado, 18 de novembro de 2017

CNR 2017 - Rali do Algarve (Final)

Carlos Vieira foi o grande vencedor do Rali do Algarve, e com isso, tornou-se campeão nacional de ralis. O piloto do Citroen DS3 R5 conseguiu ser superior a Pedro Meireles e Carlos Martins para conseguir todo o que queria, acabando com um avanço de um minuto e 44 segundos sobre o segundo classificado, o turco Yagiz Avci, e três minutos e 36 segundos sobre Pedro Meireles, o segundo melhor português e quarto da geral.

O segundo dia começou com um golpe de teatro, quando Carlos Martins teve uma saída de estrada e acabou por desistir. Com isso, as contas do campeonato eram entregues aos dois primeiros classificados do rali e da classificação, e neste momento, Meireles era ainda o virtual campeão. Contudo, Vieira sabia que, se continuasse a ganhar as especiais, tudo poderia mudar. Assim sendo, Vieira cavalgou, tentando vencer o maior número de especiais possivel para ter uma chance de vitória.

Na sétima especial, ele foi o vencedor, aumentando para 32,6 segundos a sua vantagem para Pedro Meireles. Este via os turcos Orhan Avcioglu e Yagiz Avci a aproximarem-se do segundo lugar, estando a 10,4 e a 13,9 segundos de sua distância, respetivamente. Até ao final da manhã, Meireles venceu os troços todos, acabando no final da nona especial, a segunda passagem por Chilrão, com uma vantagem de 55,5 segundos sobre Meireles, que tinha agora apenas Yagiz Avci atrás de si, depois da desistência de Avcigolu devido a problemas no seu carro.

Na décima especial, a primeira passagem por Nave Redonda, Meireles sofreu um despiste, furou e perdeu quase dois minutos, acabando por cair para o quinto posto e complicando ainda mais as suas contas para o título nacional. O piloto do Skoda tentou reagir, mas Vieira foi o melhor, ainda vendo Ricardo Teodósio a vencer na classificativa final, a segunda passagem por Foia, no seu Lancer!

Assim sendo, depois de Meireles ter sido o segundo melhor português, no quarto posto, o terceiro melhor foi Ricrdo Teodósio, um feito no seu Lancer EVO X de Grupo N, conseguindo também ser o sétimo na geral, na frente do Peugeot 208 R2 de Diogo Gago, também o melhor das duas rodas motrizes.

A fechar o "top ten" ficou outro português, Pedro Paixão, num Renault Clio R3T, e o irlandês Patrick Duffy, no seu Fiesta R5. 

Agora que acabou o CNR de 2017, espera-se mais e melhor em 2018.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

CNR: Dezoito carros inscritos em Mortágua

Dezoito carros estão inscritos para o Rali de Mortágua, nove dos quais são R5, e dois deles são Hyundais i20 R5, um para Paulo Meireles e outro para Manuel Castro. O rali, que vai acontecer neste fim de semana, ainda poderá ter algumas alterações, pois por exemplo, o açoriano Ricardo Moura, que embora não surja na lista ainda pode ir a Mortágua, disse que poderia ir ao continente, para a penúltima prova do campeonato nacional.

Entre os inscritos, com Craig Breen como cabeça de cartaz, Meireles andará num dos novos carros da marca coreana, inscrito pela da equipa espanhola RMC, e vai estreá-lo em troços de terra. Algo do qual ele está expectante: "Esta prova serve para podermos experimentar mais um R5, sendo de uma marca que o Grupo M. & Costas representa", começou por dizer. 

Em ter,os desportivos, Paulo Meireles considera que “será muito difícil intrometer-me nos lugares cimeiros devido à minha falta de ritmo e da grande qualidade que este rali vai apresentar a nível de carros e pilotos. O desconhecimento que tenho do Hyundai e o facto de, apenas realizar um breve teste na quinta-feira antes do rali, serão também fatores limitadores para as nossas aspirações a um bom resultado final. Pelos reconhecimentos que fiz, as classificativas são bastante técnicas e exigentes o que poderá limitar a nossa performance, devido à nossa falta de ritmo. Adicionalmente teremos de encontrar o mais rápido possível o melhor set-up para o Hyundai20 R5 para as classificativas de Mortágua. Será um rali muito difícil para nós, mas que iremos encarar da forma mais rigorosa e tentar fazer um bom resultado” concluiu.

Quanto a Castro, parece que os seus problemas que teve com o carro na primavera foram resolvidos, e agora está de volta para o campeonato, e de novo em troços de terra.

Em relação aos postulantes ao título, com Carlos Vieira a trocar de carro - deixa o Citroen DS3 R5 para trás e vai de Skoda - também estarão presentes Pedro Meireles, no seu Skoda Fabia (e irmão de Paulo), João Barros (na foto) no seu Ford Fiesta R5, e Miguel Barbosa, também num Skoda Fabia R5. O madeirense Miguel Nunes também participará num rali do continente, algo relativamente raro entre os pilotos da Pérola do Atlântico.

O rali de Mortágua, todo em terra, terá oito especiais, no total de 104,25 quilómetros, 72,42 quilómetros dos quais em troços cronomrtrados.

sábado, 10 de junho de 2017

CNR 2017: Meireles venceu no Vidreiro

Pedro Meireles venceu no Rali do Vidreiro e ampliou ainda mais a sua liderança no campeonato nacional de ralis. A sua vitória sobre João Barros - 23,2 segundos de diferença - faz com que a sua vitória pareça ter sido incontestada, mas na realidade, disputou a vitória ao segundo a Carlos Vieira, mas um despiste do piloto do Citroen DS3 R5 faz com que ele ficasse afastado da luta pela vitória. 

Depois dos dois primeiros estarem separados por meros 0,2 segundos - e os quatro primeiros por seis segundos - as classificativas de sábado prometiam, com duas passagens por duas novas classificativas na zona de Pombal - Fago/Mata Mourisca e Assanhas da Paz - e São Pedro. 

O dia arrancou com Carlos Vieira a ser o mais veloz na primeira passagem por Fago/Mata Mourisca, conseguindo cinco segundos de vantagem sobre Pedro Meireles, enquanto que João Barros foi o terceiro mais rápido, perdendo mais de 14 segundos para Veira. Miguel Barbosa perdeu mais de 28 segundos e agora era o quarto da ‘geral’, a 24 segundos de Meireles. 

Em Assanhas da Paz, Vieira voltava a vencer, com 1,3 segundos de vantagem sobre Pedro Meireles e agora liderava o rali, com uma vantagem de 0,3 segundos sobre o piloto de Guimarães. Miguel Barbosa realizou o terceiro tempo, mas perdia mais de sete segundos para Carlos Vieira. João Barros era o quarto da especial, mas o terceiro da geral, com mais de vinte segundos de desvantagem.

No final da manhã, na primeira passagem por São Pedro, Vieira voltava a ganhar, conseguindo 6,3 segundos de avanço sobre João Barros, enquanto que Pedro Meireles perdia mais 6.6 segundos, vendo aumentar a diferença para o piloto da Skoda em 6,9 segundos, com João Barros a 27,9 da liderança.

A tarde começava pela segunda passagem pelas classificativas da manhã, e Pedro Meireles atacou, conseguindo vencer a segunda passagem por Mata Mourisca, tirando 7,1 segundos a Vieira, colocando a luta pela liderança ao rubro, porque a diferença entre ambos tinha se reduzido para 0,2 segundos... a favor de Meireles.

E foi em Assanha da Paz que aconteceu o momento do rali. Vieira sai de estrada e perde mais de 13 minutos, ficando de fora da luta pela vitória, e deixando Meireles à vontade, porque o segundo classificado, João Barros, estava a 36,1 segundos. Por fim, João Barros foi o vencedor na segunda passagem por São Pedro, na frente de Miguel Barbosa (a 0,3 segundos) e de Adruzilo Lopes, a 4,4 segundos. Meireles levantou o pé e foi quinto, a 12,9 segundos.

Depois do pódio, Joaquin Alves conseguiu levar o seu Ford Fiesta R5 no quarto posto, a um minuto e 53 segundos, na frente do Porsche de Adruzilo Lopes (a quase três minutos), do Mitsubishi Lancer de Carlos Martins, o melhor do Grupo N, do outro Porsche de Vitor Pascoal, a quatro minutos e cinco segundos, do Mitsubishi Lancer de Ricardo Teodósio, a quatro minutos e 45 segundos, e a fechar o "top ten", o Citroen DS3 R3 de Paulo Neto e o Peugeot 208 R2 de Pedro Antunes, este a cinco minutos e 34 segundos do vencedor.

Agora, o Nacional de ralis volta em agosto, com o Rali Vinho da Madeira. 

sexta-feira, 9 de junho de 2017

CNR 2017 - Rali Vidreiro (Dia 1)

Pedro Meireles lidera o Rali Vidreiro, feitas as primeiras três especiais de classificação, nesta sexta-feira à noite. O piloto do Skoda Fabia R5 tem uma vantagem de 0,2 segundos sobre Miguel Barbosa, neste primeiro dia. João Barros é o terceiro, a 3,2 segundos, tudo à espera de um segundo dia que promete bastante nas estradas da zona da Marinha Grande, Leiria e Pombal.

O rali começou no final da tarde, em São Pedro de Muel, com as duas passagens pela classificativa do Farol. Ali, Meireles conseguiu ser mais veloz do que João Barros, vencendo a especial por 3,2 segundos. Miguel Barbosa era o terceiro, a 3,9 segundos, enquanto que Carlos Vieira foi o quarto, a 4,3. Adruzilo Lopes era o quinto, no seu Porsche, enquanto que Carlos Martins era o melhor dos Grupo N, sendo sétimo na especial.

Na segunda passagem pelo Farol, Barbosa respondeu, vencendo a especial com 3,1 segundos de vantagem sobre Meireles e 4,4 sobre João Barros. Carlos Vieira era o quarto, a 5,7 segundos. Isso fez com que Barbosa se aproximasse de Meireles, reduzindo a diferença para 0,8 segundos, com João Barros a ser terceiro, a 4,5.

Ao cair da noite, máquinas e pilotos estavam no centro da Marinha Grande para fazer a especial, onde o melhor foi João Barros, que conseguiu ser 0,4 segundos mais veloz do que Carlos Vieira, com Miguel Barbosa a ser terceiro, a 0,7. Pedro Meireles foi o quarto, a 1,3 segundos, e via a sua liderança na geral diminuída para quase o mínimo. 

Depois dos três primeiros, Carlos Vieira é o quarto, a seis segundos, mais de vinte na frente de Adruzilo Lopes, a 26,2. Joaquim Alves é o sexto, a 29,2, enquanto que Vitor Pascoal é o sétimo, a 52,3 segundos. Carlos Martins é o oitavo, a 57 segundos e a fechar o "top ten" estão Ricardo Teodósio, noutro Mitsubishi Lancer Evo X, e Paulo Neto, num Citroen DS3 R3.

Amanhã, o rali Vidreiro continua, com a realização das restantes seis especiais de classificação. 

sábado, 22 de abril de 2017

CNR: João Barros é o primeiro líder no Rali Casino de Espinho

O piloto João Barros é o primeiro líder do Rali Casino de Espinho, realizadas estão as três primeiras especiais deste dia. O piloto do Ford Fiesta R5 conseguiu bater Carlos Vieira por apenas... um décimo de segundo, depois das passagens pela especial de Santa Maria da Feira.

Miguel Barbosa, no seu Skoda Fabia R5, foi o terceiro, a cinco décimos de segundo, com Pedro Meireles a ser quarto, já a 2,1 segundos do líder. Ricardo Teodósio foi um surpreendente quinto, a 3,4 segundos, na frente de José Pedro Fontes, que foi mais prudente e fez apenas o sexto tempo, a 4,2 segundos. Joaquim Alves foi o sétimo, noutro Ford Fiesta R5.

O resto do rali acontecerá ao longo deste dia de sábado, com o rumor de que as duas passagens por Gaia, numa Special Stage no centro da cidade poderão ter de ser canceladas, diminuindo as classificativas para nove.

sábado, 11 de março de 2017

CNR 2017: Rali de Castelo Branco (Dia 1)

José Pedro Fontes é o líder do Rali de Castelo Branco após a realização das etapas de hoje. O piloto da Sports & You, que anda de Citroen DS3 R5, tem uma vantagem de 2,9 segundos sobre o segundo classificado, João Barros, num rali já marcado pela desistência de Pedro Meireles, o vencedor no Serras de Fafe, a primeira prova do ano. Qualquer que seja o resultado alcançado por Fontes, caso chegue ao fim, ele sairá de Castelo Branco como o líder do campeonato. 

O primeiro rali em asfalto da temporada começou com Carlos Vieira a ser o primeiro líder, depois de ter vencido a primeira especial, o de Sarzedas, batendo João Barros por 3,3 segundos, e José Pedro Fontes, que ficou a 1,8 segundos so segundo classificado, e a 5,1 segundos de Vieira, também em Citroen DS3 R5. A especial ficou marcada pelo toque de Pedro Meireles contra um muro, fazendo perder cerca de um minuto e nove segundos. Apesar de ter chegado ao final do troço, os estragos eram tão grandes que foi obrigado a desistir.

Com isto, Miguel Barbosa ficou com o quarto posto, mas tinha perdido 10,9 segundos para os líderes, enquanto que Ricardo Teodósio terminou a especial no quinto posto, e a ser o melhor no Grupo N.

Na segunda especial, a do Vidigal, Fontes passou ao ataque e apanhou Vieira, vencendo a especial com 10,4 segundos de diferença, passando então para a liderança do rali, com 5,3 segundos de vantagem. João Barros foi o terceiro na especial, a 11,2 segundos de Fontes, e a consolidar o terceiro lugar, a 9,4 segundos do piloto da Sports & You.

Miguel Barbosa já tinha uma desvantagem de 43 segundos no seu Skoda, mas era o quarto classificado, na frente de Hugo Mesquita, a um minuto e dois segundos, e de Ricardo Teodósio, a um minuto e 20 segundos, no seu Lancer de Grupo N.

Passadas as classificativas iniciais, procedeu-se à super-especial noturna nas ruas de Castelo Branco, onde João Barros foi o melhor, com 3,4 segundos de vantagem sobre Miguel Barbosa, e 5,8 sobre Carlos Vieira. José Pedro Fontes foi o quarto, a 6,5 segundos, mas manteve a liderança no rali, no final deste primeiro dia.

Contudo, houve polémica com o próprio Fontes, pois  falhou uma travagem na super-especial e bateu nas proteções que delimitam as chicanes artificiais do troço, seguindo em frente. Com isso 6,5 segundos no total... mas pode ser o principio. Ao não fazer a chicane, poderá ser penalizado até 15 segundos, pois o regulamento prevê isso nestas circunstâncias. Contudo, resta saber se foi não deliberado...

Independentemente da polémica, com Fontes e Barros separado por uma margem pouco mais do que mínima, Carlos Vieira segue em terceiro, a 4,6 segundos, já com Miguel Barbosa bem distante no quarto lugar, a 39,9 segundos. Hugo Mesquita é quinto no seu Skoda, a um minuto e 15 segundos, na frente de Ricardo Teodósio, o melhor dos Grupo N (1.23 minutos), e Elias Barros, a um minuto e 28 segundos. Os espanhóis Francisco Cima e Javier Bouza são oitavo e nono classificado, respectivamente, e Carlos Martins fecha o "Top Ten", sendo o segundo no Grupo N.

O Rali de Castelo Branco termina amanhã, com a realização das restantes seis especiais.

domingo, 5 de março de 2017

CNR: Rali de Castelo Branco terá 35 inscritos

A uma semana da segunda jornada do campeonato nacional de ralis, saiu a lista provisória de inscritos do Rali de Castelo Branco. com algumas ausências e outras tantas surpresas, este rali - o primeiro em asfalto - será uma nova demonstração de luta entre os pilotos consagrados, nomeadamente Pedro Meireles e José Pedro Fontes, com Miguel Barbosa e João Barros à espreita.

Provisoriamente, estão inscritos sete R5 e um S2000: para além de José Pedro Fontes, João Barros, Elias Barros, Pedro Meireles e Miguel Barbosa, também estão inscritos Carlos Vieira e Gil Freitas, ambos num Citroen DS3 R5. O piloto madeirense é a grande surpresa, pois faz uma rara incursão num rali continental. Já Hugo Mesquita anda num Skoda Fabia S2000, como já foi dito anteriormente.

Nas duas rodas motrizes, irão estar presentes pilotos como Pedro Antunes (Peugeot 208 R2), Daniel Nunes (Peugeot 208 R2), Gil Antunes (Renault Clio R3T) e Paulo Neto (Citroen DS3 R3T Max), entre outros. Já no Grupo N, aparecerão Carlos Martins e Ricardo Teodósio, ambos em Mistubishi Lancer Evo X, esperando uma luta entre ambos até ao final.

O Rali de Castelo Branco acontecera entre os dias 11 e 12 de março.


domingo, 19 de fevereiro de 2017

Youtube Rally: O último dia do Rali Serras de Fafe


A segunda parte do Rali Serras de Fafe trouxe um "volte-face", onde Ricardo Moura sofreu um problema mecânico e acabou por desistir, entregando a vitória para Pedro Meireles, que conseguiu ser o primeiro vencedor do campeonato nacional de ralis de 2017 com o seu Skoda Fabia R5. José Pedro Fontes, o atual campeão nacional, foi o segundo classificado, no seu Citroen DS3 R5, na frente de João Barros, no seu Ford Fiesta R5. 

Como sempre, o rali Serras de Fafe foi sempre bem disputado e teve os troços cheios de espectadores, como se pode ver neste video. 

CNR 2017: Rali Serras de Fafe (Final)

Parecia que tudo estava encaminhado para que Ricardo Moura fosse o melhor na jornada inaugural do campeonato nacional de ralis, mas na décima especial, uma avaria mecânica o deixou "apeado", e dando de bandeja a vitória a Pedro Meireles, que foi o primeiro vencedor de 2017. O piloto de Guimarães conseguiu uma vantagem de  segundos sobre José Pedro Fontes, num rali que arrisca a ser o mais concorrido da temporada, tirando o Rali de Portugal.

No final do rali, Meireles falou sobre ele, sobre a temporada que aí vêm (do qual está a tentar a conseguir recursos para a completar) e dedicou a vitória a Jorge Amorim, falecido num acidente há alguns dias: “É sempre bom ganhar em Fafe, fizemos o nosso rali, sabia que em condições normais era praticamente impossível chegar ao Ricardo. Procurei neste segundo dia cimentar segundo lugar, era a nossa prioridade, mas o Ricardo Moura, infelizmente teve um azar mecânico, e não pode continuar. Nós também tivemos, mas grande diferença é que o nosso foi resolvido. Os ralis são mesmo assim, esta vitória dedico-a a uma pessoa que todos conhecem, que fez muito pelos ralis e perdeu a vida há dias (ndr, Jorge Amorim). De resto, esta vitória não pode ser tida como algo, pois não tenho a época garantida continuo a tentar encontrar recursos para disputar o CNR”, disse.

Do outro lado, Ricardo Moura não escondeu a sua desilusão por ter perdido o rali a dois troços do fim, e criticou a organização pelo facto de haver assistências de forma tão espaçada, pois é a terceira vez em três anos que tal acontece neste rali: 

É o meu terceiro abandono consecutivo em Fafe, e sempre a liderar o rali. Agora foi mais perto do fim e custa imenso” começou por dizer. “A federação devia repensar este tipo de situações de muitas classificativas sem assistência. Tenho a certeza que com uma assistência a meio da manhã a ARC iria detetar problema na rótulo de suspensão. Se em vez de vir só reabastecer se fosse fazer uma pequena assistência iam detetar o problema. É verdade que os outros R5 são mais frágeis que o Ford Fiesta, mas aconteceu. Não estou a contestar os regulamentos, mas não há necessidade de seis troços sem assistência. Foi uma pena e um rali que tinha a certeza que iria ganhar. Estou muito triste, mas os ralis são assim”, concluiu.

Depois de ontem à noite sabermos que Ricardo Moura tinha o controlo absoluto do rali, com mais de meio minuto de vantagem sobre Pedro Meireles - que tinha tido um problema com o intercooler do seu Skoda Fabia e perdera 28 segundos - o piloto do Ford Fiesta começou o dia ao ataque, vencendo a oitava especial do rali, a de Luílhas, com uma vantagem de 6,2 segundos sobre Pedro Meireles. Miguel Barbosa foi o terceiro, a 13,6, e mais um segundo atrás ficou José Pedro Fontes.

Moura continuou a vencer na especial seguinte, a primeira passagem por Lameirinha, com uma vantagem de 4,8 segundos sobre Pedro Meireles, e 8,2 sobre Paulo Meireles, o irmão de Pedro. José Pedro Fontes ficou em quarto, a 9,9 segundos, enquanto que Miguel Barbosa pedia mais de um minuto, caindo para o sexto posto da geral.

Mas na segunda passagem por Luílhas, acontecia o golpe de teatro: um problema na suspensão do seu Ford Fiesta deitou a perder aquilo que seria uma vitória mais do que certa. Meireles herdou a liderança e venceu a especial, com 1,4 segundos sobre José Pedro Fontes e 4,6 segundos sobre João Barros. Carlos Vieira foi o quarto, no seu Citroen DS3 R5, mas já a oito segundos do vencedor da classificativa.

Por esta altura, o novo líder tinha um avanço de 18,4 segundos sobre José Pedro Fontes, e o piloto da Citroen passou ao ataque, vencendo na 11ª especial, a segunda passagem por Lameirinha. Mas não ganhou mais do que 2,6 segundos e Meireles basicamente decidiu controlar tudo até à meta. João Barros foi o terceiro, a 7,6 segundos do vencedor e Carlos Vieira foi de novo quarto, a 8,4 segundos.

E Na última classificativa, tudo ficou resolvido: na terceira passagem por Luílhas, Meireles vence, com oito segundos de vantagem sobre Miguel Barbosa, e 9,5 segundos sobre João Barros. Paulo Meireles foi o quarto, a 10,6 segundos, e para melhorar as coisas, José Pedro Fontes perde 43 segundos por causa de um furo.

E no fim quando fez o balanço do rali, Fontes não se esqueceu de falar disso: “O resultado foi melhor que a exibição. Não estivemos ao nível do ano passado, reconheço isso, não sei porquê mas foi isso que aconteceu. O carro não deu nenhum problema, a não ser o furo que tivemos na última classificativa. Um problema menor, por isso terminámos em segundo" comentou.

No final, Meireles venceu com quase um minuto de vantagem sobre José Pedro Fontes, enquanto que João Barros fechou o pódio a um minuto e 14 segundos. Paulo Meireles ficou em quarto, a um minuto e 45 segundos, na frente de Ricardo Teodósio, o melhor dos Grupo N, mas a quase cinco minutos do primeiro. Hugo Mesquita foi o sexto, a cinco minutos e 23 segundos, no seu Skoda Fabia S2000, seguido por Miguel Barbosa, a seis minutos e 18 segundos. Diogo Salvi foi o oitavo, a oito minutos e um segundo, enquanto que Vitor Ribeiro e Pedro Antunes fecharam o "top ten".

O Campeonato nacional de ralis prossegue dentro de um mês, com o Rali de Castelo Branco. 

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Youtube Rally: O primeiro dia do Serras de Fafe

O Rali Serras de Fafe é a prova de abertura do campeonato nacional de ralis, e como sempre, é das provas mais concorridas da competição, e uma espécie de "aquecimento" para o Rali de Portugal, pois usa as mesmas classificativas. Ricardo Moura está a dar um avanço superior a meio minuto sobre a concorrência "continental", liderada pelo Skoda Fabia de Pedro Meireles, que consegue ter uma ligeira vantagem sobre o Citroen DS3 R5 de José Pedro Fontes.

Eis um video sobre o que foi este sábado nas classificativas nortenhas. 

CNR 2017: Rali Serras de Fafe (Dia 1)

Ricardo Moura é o líder do Rali Serras de Fafe, após a realização das seis primeiras especiais, mais as duas super-especiais noturnas à volta da mesma cidade que dá o nome ao rali. A vantagem que o piloto açoriano têm sobre o Skoda Fabia R5 de Pedro Meireles é de 31,3 segundos, e salvo algum azar, o piloto do Ford Fiesta R5 poderá ter a vitória nas mãos na prova de abertura do Campeonato Nacional de Ralis. José Pedro Fontes é o terceiro, com o seu Citroen DS3 R5 a 34,8 segundos, e os únicos que estão abaixo do um minuto de diferença, porque João Barros é o quarto, a quase um minuto e dez segundos.

O rali começou com os carros a fazerem a primeira passagem por Montim, onde Ricardo Moura, no seu Ford, conseguiu ser melhor do que Pedro Meireles, no seu Skoda. A diferença entre ambos foi de 3,9 segundos, enquanto que João Barros foi o terceiro melhor, a 4,7 segundos. José Pedro Fontes, o campeão, foi o quarto melhor, a seis segundos, seguido por Miguel Barbosa, a sete.

Logo na primeira especial, aconteceu a primeira baixa: o espanhol Pepe Lopez ficou parado na estrada, ficando de fora demasiadamente cedo.

Na segunda especial, Meireles reagiu e ficou perigosamente perto de Moura, vencendo com 3,8 segundos de vantagem sobre o piloto açoriano, fazendo com que a diferença entre os dois ficasse na margem mínima: 0,1 segundos. José Pedro Fontes foi o terceiro no troço, mas perdeu mais 6,3 segundos para o líder, na frente de Miguel Barbosa, a 8,6 segundos do vencedor. João Barros perdeu 14,1 segundos e caiu para a quinta posição da geral, a mais de 15 segundos. Pior ficou Alexander Villanueva, que teve problemas mecânicos do seu DS3 R5, enquanto que outro espanhol, Gustavo Espiñel, furou e atrasou-se muito.

Moura reagiu e voltou a ganhar na segunda passagem por Montim, desta vez dilatando a vantagem para Pedro Meireles em 1,7 segundos, com Paulo Meireles (o irmão de Pedro) a ser o terceiro, a 5,3 segundos, batendo mesmo José Pedro Fontes, quarto a 5,4 segundos. Miguel Barbosa foi o sétimo na especial, mas manteve o quarto posto da geral, dois segundos à frente de João Barros. O piloto da Ford, por esta altura, já tinha cedido 21,8 segundos para o piloto açoriano.

Contudo, na quarta especial, Meireles tem azar - problemas no intercooler do seu Skoda - e perdeu quase 28 segundos, deixando o piloto da Ford mais à vontade na liderança. Este voltou a vencer, deixando José Pedro Fontes a sete segundos, com este a subir para o segundo lugar, mas a mais de vinte segundos da liderança, em troca com Meireles, que agora estava a 30 segundos da liderança. João Barros tinha o quarto posto, a 35 segundos, e Miguel Barbosa era o quinto, a 43,6.  

Meireles resolve os seus problemas antes da quinta especial e vence, com 4,3 segundos de vantagem sobre José Pedro Fontes e 6,5 segundos sobre Ricardo Moura. Carlos Vieira é quarto, a 11,8 segundos e João Barros fica com o quinto posto, perdendo 13,6 segundos para o piloto de Guimarães. E na sexta especial - ultima antes das Super-Especiais - ele voltou a vencer, mas com Moura a controlar, cedendo apenas 0,3 segundos.

No final do dia, Moura comentou: “O carro está perfeito, simplesmente tivemos um problema com o apoio das luzes de longo alcance do Fiesta e com isso perdemos algum tempo em Montim 2”, revelou.

Pela noite, decorreram as especiais urbanas da cidade de Fafe, e Ricardo Moura levou a melhor nas duas. Miguel Barbosa foi o segundo na primeira parte, João Barros na segunda parte.

No final do dia, Moura era um piloto feliz com a vantagem que tinha: “Correu muito bem esta Fafe Street Stage, foi uma boa maneira de terminar o dia. Preferia não ter feito este troço, mas não tivemos problemas. De resto nem posso considerar que o problema com as luzes tenha sido grande, atendendo ao que aconteceu com o Pedro Meireles”, disse.

Depois de Meireles, Fontes e Barros, Miguel Barbosa é o quinto classificado, a um minuto e dez segundos, nada longe do piloto do Ford Fiesta R5. Paulo Meireles, o irmão de Pedro, é sexto, a um minuto e 29 segundos, também no seu Skoda Fabia R5. Carlos Vieira é sétimo, mas a uns distantes dois minutos e 49 segundos, no seu DS3 R5. Ricardo Teodósio é oitavo e o melhor dos Grupo N, a três minutos e dois segundos da liderança, e a fechar o "top ten" ficaram o Skoda Fabia S2000 de Hugo Mesquita e o Peugeot 208 R2 de Pedro Antunes.

O rali Serras de Fafe termina amanhã, com a realização das últimas cinco especiais.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A(s) image(ns) do dia







Eu confesso que isto foi inesperado. A história conta-se rapidamente: fui a pedido de um amigo meu ao concessionário da Volkswagen, que fica ao lado, porque ele ia levar o carro para revisão - e é um Skoda, diga-se de passagem - e ele vinha acompanhado pelas filhas dele. Alguém sugeriu que fossem ao concessionário da Skoda, e lá fomos todos nós, e de facto havia surpresas para todos nós, sem excepção. Para elas, uns balões. Para mim, dois R5 que andaram no Campeonato Nacional de Ralis, guiados por Miguel Barbosa e Pedro Meireles, ambos preparados pela Sports & You, o mesmo que preparou o Citroen DS3 R5 do José Pedro Fontes, que acabou por vencer o campeonato.

É óbvio que ver estes carros "ao vivo e a cores" é outra coisa. Estão parados, mostrando-se perante tudo e todos, depois de uma temporada onde andaram por estradas de terra e asfalto, dando o melhor, a cada segundo, fazendo as curvas da melhor maneira que sabiam fazer, para ganhar tempo aos adversários. Aliás, Meireles venceu um rali neste ano, na Mortágua (creio eu).

Não faço ideia até quando aqueles carros ficarão ali naquele concessionário. Mas já me fez não só o dia como o Natal, pois foi bem inesperado.

domingo, 13 de novembro de 2016

CNR: Fontes vence o Rali Casinos do Algarve

José Pedro Fontes encerrou a temporada com chave de ouro, ao vencer o rali algarvio, juntando o triunfo individual ao campeonato nacional, ganho no rali anterior, em Espinho. A vitória do piloto da Citroen foi confortável, com mais de um minuto e 21 segundos de diferença sobre João Barros, que andava num duelo com Pedro Meireles até que este último acabou por abandonar, devido a problemas de travões. Carlos Vieira acabou por fechar o pódio, num rali onde onze pilotos chegaram ao fim.

Depois das cinco especiais de sábado, hoje eram realizados os últimos quatro especiais, com duas passagens por Monchique e Fóia. Com os 49 segundos de diferença entre Fontes e Meireles, tudo indicava que o piloto da Citroen iria alargar essa diferença, com Pedro Meireles sempre à espreita de passar o piloto da Ford.

O dia começou com a primeira passagem por Monchique, onde Fontes foi o melhor, conseguindo um avanço de 6,8 segundos sobre João Barros, que conseguia 1,8 segundos de vantagem sobre Pedro Meireles. Carlos Vieira era o quarto, a 10,8 segundos do melhor tempo, enquanto que Miguel Barbosa era apenas o sexto, a 22,5 segundos, tendo sido batido por Diogo Gago. Barros levava a melhor neste momento, mas Meireles não desistia, neste duelo particular.

Na primeira passagem por Fóia, Fontes voltava a ganhar, desta vez conseguindo um avanço de 10.8 segundos sobre Carlos Vieira, e 16,2 sobre João Barros, que via Meireles a atrasar-se bastante. O piloto da Skoda começava a ter os problemas que acabariam por fazer abandonar o rali, pois perdera um minuto e 12 segundos para os da frente. Nesta altura, ele tinha caído para o quarto posto, superado por Carlos Vieira. No final da especial, Meireles encostou à berma e parou de vez.

A partir daqui, Barros limitou-se a controlar os avanços de Vieira, pois estava demasiado longe de Fontes. Este voltou a vencer aqui, com 8,2 segundos de avanço sobre Barros e 8,5 segundos sobre Vieira. Miguel Barbosa era o quarto na especial, a 17 segundos do primeiro. 

Por fim, na segunda passagem por Fóia, João Barros conseguiu vencer uma classificativa, mas por meros... 0,9 segundos sobre Fontes e 3,7 sobre Vieira e 9,7 sobre Barbosa.

No final do rali, Fontes e a sua navegadora, Inês Ponte, comemorava a vitória neste rali, com um minuto e 21 segundos sobre João Barros. Carlos Vieira ficava com o lugar mais baixo do pódio, a um minuto e 45 segundos dos vencedores, deixando Miguel Barbosa e dois minutos e 17 segundos, no seu Skoda. Diago Gago foi o melhor nas duas rodas motrizes, batendo Gil Antunes.

"Foi um rali muito positivo para nós e o carro esteve absolutamente fantástico. Aliás, é sabido que em asfalto temos no nosso R5 uma ferramenta praticamente imbatível e este fim-de-semana isso ficou, uma vez mais, totalmente provado. Estamos todos de parabéns. Vencer esta prova, depois de, em Espinho, termos garantido o campeonato, apenas vem reforçar a competitividade e o sucesso deste projecto“, disse o novo campeão nacional. 

E assim acabou o campeonato nacional de ralis de 2016. Ano que vêm há mais, para ver como vai ser.