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domingo, 23 de junho de 2019

CNR 2019 - Rali de Castelo Branco (Dia 1)

Armindo Araújo acabava o primeiro dia do Rali de Castelo Branco no comando, com uma vantagem 2,3 segundos sobre Ricardo Teodósio, no seu Skoda Fabia R5. de  depois de uma luta com Ricardo Teodósio. Ambos tinham ainda José Pedro Fontes à espreita, a 12,5 segundos, tudo isto depois de quatro etapas na prova albicastrense.

Chegados ao meio do campeonato, e passadas as provas em terra, chegou a segunda parte, com as provas em asfalto, onde Ricardo Teodósio iria tentar manter a liderança perante a concorrência de pilotos como os Hyundais de Armindo Araújo e Bruno Magalhães, numa prova onde Pedro Meireles iria ficar ausente por causa do seu Polo R5 ter ardido em Rali de Portugal.

Logo na tarde de sábado, o rali começava com a primeira passagem por Vilas Ruivas, com Armindo Araújo a ser o melhor... empatado com Ricardo Teodósio e ambos com uma vantagem de 4,8 segundos sobre Miguel Barbosa. José Pedro Fontes foi quarto, a 7,7 segundos.

Araújo foi o melhor na Foz do Cobrão, desempatando com Teodósio em 2,6 segundos, enquanto José Pedro Fontes era o terceiro, a 6,4. Na segunda passagem por Vilas Ruivas, Teodósio respondeu, mas apenas ganhou 0,7 segundos ao piloto de Santo Tirso, enquanto o terceiro era Miguel Barbosa, a 5,1. 

No final do dia, nas duas passagens pela Super Especial da Reconquista, Fontes e Barbosa empatavam na primeira passagem, enquanto na segunda, José Pedro Fontes foi o melhor, um segundo na frente de Armindo Araújo.

Com metade da prova, depois dos três primeiros, Miguel Barbosa era o quarto, a 25,9 segundos, na frente de Bruno Magalhães, quinto a 34 segundos, já distantes de Pedro Almeida, sexto a 59,4. Manuel Castro é o sétimo, a 1.46,4 minutos, na frente do carro da espanhola Emma Falcon, a 1.51,3, e a fechar o "top ten" estão os carros de Daniel Nunes (Peugeot 208 VTI R2) e de Gil Antunes (Renault Clio R.S R3T)

O Rali de Castelo Branco terminava no dia seguinte com a realização das restantes seis etapas.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

CPR: Miguel Barbosa vai lutar pelo título

Ontem à tarde, no Porto, Miguel Barbosa apresentou o seu projeto para a temporada de 2019 do campeonato nacional de ralis. A poucos dias do Serras de Fafe, Barbosa mantêm a sua aposta no Skoda Fabia R5, numa temporada em que vai ter dois navegadores - Paulo Babo na fase de terra do campeonato, no asfalto será Jet Carvalho - afirma que este ano, a qualidade do pelotão aumentou em termos de quantidade e qualidade, mas isso não é impeditivo de lutar pelo título, como fez nos anos anteriores, especialmente em 2018.

As perspectivas mantêm-se, lutar pelo título, conscientes da quantidade e qualidade dos nossos adversários. Este campeonato não para de crescer, mas as nossas ambições mantêm-se. Estamos a trabalhar bem, confiantes, conscientes das nossas qualidades e capacidades e das armas que temos ao nosso dispor. Estamos muito bem servidos e portanto temos todas as condições para fazer um bom campeonato. O ano passado fizemos um campeonato com alguns erros, sobretudo na Madeira, e sem esse erro penso que as coisas poderiam ter sido diferentes. Podíamos ter estado a lutar pelo campeonato na última prova”, afirmou.

Com 59 inscritos, o rali Serras de Fafe, prova de abertura do campeonato, que acontecerá no final da semana, promete ser competitivo, e um pontapé de saída bem interessante para o campeonato que aí vêm.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Youtube Rally Testing: Três candidatos a testarem em Fafe

A quatro semanas do inicio do campeonato nacional de ralis, no meio do nevoeiro invernal de Fafe, José Pedro Fontes, Armindo Araújo e Miguel Barbosa andaram a testar as suas máquinas preparando-se para o Rali Serras de Fafe, que certamente será bem mais competitivo que nos anos anteriores. 

E as filmagens são do Pedro Figueiredo, que nesse dia, não levou a Galinha Matilde...

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

CNR: Barbosa contente com a temporada

Sem hipóteses de título nacional, Miguel Barbosa tem ainda motivos para sorrir. As suas performances melhoraram em relação à temporada anterior, pois este ano lutou por triunfos, algo do qual sempre fez quando competia no Todo o Terreno. Agora nas estradas algarvias, e ao lado do seu navegador, Hugo Magalhães, o piloto do Skoda Fabia R5, ele deseja andar entre os da frente para um bom resultado. 

É a última corrida de uma temporada onde sinto que crescemos bastante. Parto como sempre apostado em lutar pela vitória. Seria excelente terminar um ano no qual toda a minha equipa e eu trabalhámos muito para evoluir e estar sempre entre os mais rápidos. É uma prova que apenas disputei uma vez na minha primeira temporada nos ralis, mas que preparámos muito bem com o objetivo de conseguir o triunfo”, salienta Miguel Barbosa.

O rali do Algarve, que vai acontecer neste final de semana, terá onze especiais de classificação e contará também para o TER - Troféu Europeu de Ralis. 

sábado, 22 de setembro de 2018

CNR 2018 - O relato do Rali Amarante Baião

Foi duro, mas no final, José Pedro Fontes foi o vencedor do Rali Amarante Baião e conseguiu bater João Barros num duelo a dois. O líder do campeonato, Armindo Araújo, ficou com o lugar mais baixo do pódio e deu um avanço de 23,2 segundos sobre Ricardo Teodósio e vai para o Algarve mais descansado em relação à luta pelo título nacional.

"Foi muito bom, depois de tudo o que passamos. Há um ano, estava de muletas e de colete. Queria dedicar esta vitória à Inês [Inês Ponte, sua navegadora em 2017] e a toda a equipa, a toda a gente que nos tem ajudado a ultrapassar a fase mais difícil que tive. E dar os parabéns ao João [Barros] e ao António [Costa, seu navegador], que fizeram um rali fantástico e qualquer um dos dois era um justo vencedor", disse Fontes, no final da prova.

Do lado dos derrotados, João Barros afirmou que sonhou com a vitória: "No rali não [alcancei] as minhas expectativas. Este fim de semana ganhei o direito de sonhar em ganhar o rali, andei a liderar até quase ao final, e o Zé Pedro conseguiu mostrar-se mais forte nestes últimos troços, eu penso que ele encaixou melhor estes troços que eu e nada tinha a fazer. O carro estava muito bom e mostrei que tinha andamento, só que o Zé Pedro nestes últimos dois troços mostrou que tinha uma palavra a dizer e conseguiu surpreender no final. Dou os parabéns pela vitória e pela excelente recuperação", disse.

Prova de estreia no campeonato nacional, o Rali Amarante Baião tornou-se num dos decisivos para o campeonato por causa dos pilotos que lutavam pelo título. Armindo Araújo e Ricardo Teodósio eram os dois primeiros à entrada desta prova, mas José Pedro Fontes, depois da vitória na Madeira, tinha uma palavra a dizer, enquanto Miguel Barbosa e Pedro Meireles queriam baralhar as contas e João Barros estreava a sua nova montada, um Skoda Fabia R5, trocando o Ford Fiesta R5 que já tinha há quatro anos e já acusava a falta de competição.

E Barros mostrou que queria vencer. Logo na especial de abertura, na sexta-feira, ele foi o mais veloz na primeira passagem pelo troço do Marão, batendo Ricardo Teodósio por 4,8 segundos, e Armindo Araújo a 5,8. José Pedro Fontes era quarto na especial, a 6,2, na frente de Miguel Barbosa, quinto, a 11,6.

Barros venceu de novo na segunda especial, a segunda passagem por Marão, desta vez com um avanço de 1,1 segundos sobre Fontes e dois sobre Teodósio. Armindo Araújo era quarto, a 3,4.

O final do dia de sexta-feira acabava com a super-especial no centro de Amarante, onde Fontes conseguiu ser melhor que Miguel Barbosa, por 0,7 segundos, comn António Dias a ser terceiro, a 1,9 segundos. Teodósio foi quarto, na frente de Armindo e João Barros, sexto a 5,6 segundos do vencedor.

No final do primeiro dia, João Barros tinha um avanço de 5,2 segundos sobre José Pedro Fontes e 6,7 sobre Ricardo Teodósio. Armindo Araújo era quarto, a 9,1, na frente de Miguel Barbosa, a 17,2, e de Pedro Meireles, a 36,9. Diogo Gago, convidado a andar no Hyundai de Carlos Vieira, era sétimo, a 40 segundos.

O dia de sábado começava com a quarta especial, a primeira passagem por Baião, onde Barros foi melhor que fontes pela margem mínima, deixando Armindo a 4,1 segundos, mas o piloto de Santo Tirso estava satisfeito, pois o seu rival, Ricardo Teodósio, estava 0,8 segundos atrás de si.

Na quinta especial, Fontes atacou e venceu, e também pela margem mínima, com Armindo a ser terceiro, perdendo cinco segundos para os primeiros. E a luta continuou na sexta especial, com Barros a ganhar, com um segundo de vantagem sobre Fontes, enquanto Teodósio era terceiro, a 1,7 segundos, a Armindo o quarto, a 4,8.

A meio do rali, existiam dois duelos importantes: a da liderança (Barros vs Fontes), e a do lugar mais baixo do pódio, que também era a luta pelo comando do campeonato (Teodósio vs Armindo).

"O rali está a correr maravilhosamente bem, estamos com andamento muito bom, acho que é um andamento correto para o nosso ritmo", começou por dizer Barros.

"Estamos aqui a ter uma disputa acesa com um piloto, que é o José Pedro Fontes, que está a ser bastante interessante. Nós em quatro troços conseguimos ganhar uma décima e a diferença entre nós nunca conseguiu ser mais do que um segundo, o que é fantástico, e para vocês verem o ritmo que estamos a andar. E estamos a fazer tudo certo", continuou.

"Ainda falta a parte da tarde, vão ser quatro troços que vão decidir o vencedor, e penso que vai ser entre mim e o Zé Pedro Fontes. Temos de tentar melhorar o carro, vamos a ver.", concluiu.

Do lado do piloto da Citroen, a fome de vitória era a mesma:

"Ele está a fazer um rali fantástico, estamos a tentar acompanhar. Está tudo em aberto para a parte da tarde. Nós temos feito o que sabemos, eles tem sido muito competentes. Nós agora à tarde vamos a ver se conseguimos ser mais competentes que eles", comentou o piloto do Citroen C3 R5.

A parte da tarde, Fontes partiu ao ataque, batendo Armindo por 0,4 segundos, mas sobretudo, batiam Barros por 2,9 segundos, fazendo encurtar a diferença entre ambos. Teodósio era quarto, a 6,5 segundos. Agora, a diferença entre os dois primeiros tinha-se encurtado para 2,4 segundos... e ainda faltavam três especiais.

Mas na nona especial, quem venceu... foi Armindo Araújo. Com essa vitória, ele afastava-se em quase dez segundos sobre Ricardo Teodósio, garantido assim o terceiro posto, e entre os dois primeiros, Fontes ganhava mais 1,1 segundos sobre Barros, diminuindo ainda mais a diferença.

Foi na décima especial que se decidiu tudo. Fontes foi mais veloz em um segundo e maio sobre Barros e passou-o por meio segundo, e depois confirmou-o na última especial, acabando a vencer com uma vantagem de cinco segundos. No final, foram 4,5 segundos a diferença entre os dois primeiros, com Armindo a ser terceiro, na frente de Ricardo Teodósio. Miguel Barbosa foi quinto, na frente do Hyundai de Diogo Gago, a dois minutos e 32 segundos. O Ford Fiesta R5 de Pedro Almeida foi sétimo, a dois minutos e 39,2 segundos, na frente do Skoda de Pedro Meireles, a dois minutos 46,8 segundos, e a fechar o "top ten", o Hyundai de Paulo Meireles e o Skoda Fabia R5 de Joaquim Alves.

Agora, o Nacional de Ralis segue para o Algarve, onde encerrará as suas atividades para esta temporada.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

CNR: Miguel Barbosa deseja vencer

Miguel Barbosa deseja vencer o Rali Amarante Baião, penúltima prova do Nacional de Ralis. Na companhia de Hugo Magalhães, o piloto do BP Ultimate Vodafone Skoda Team vai lutar pela vitória numa corrida que irá juntar dezena e meia de R5 e com pilotos como Armindo Araújo, Ricardo Teodósio, João Barros, José Pedro Fontes, Pedro Meireles, entre outros, para alcançar o topo de classificação geral e baralhar um pouco as contas do campeonato, que depois disto terá apenas o Rali do Algarve para encerrar a temporada.

"Esta é uma prova nova em termos de campeonato e que apresenta uma excelente lista de inscritos. Queremos naturalmente lutar pela vitória, mas vamos ter muitos adversários com o mesmo objetivo. Temos vindo a preparar a corrida com o rigor que a competição exige e estamos preparados para dar o nosso melhor e tentar conseguir o triunfo que nos tem escapado ao longo desta temporada" explica Miguel Barbosa.

Com onze especiais de classificação, o Amarante Baião, que faz a sua estreia no Nacional de Ralis, acontecerá este fim de semana.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

CPR: Miguel Barbosa quer voltar a vencer

Miguel Barbosa quer voltar a triunfar na Madeira. O piloto do Skoda Fabia R5 tem esse objetivo em mente na véspera do rali a contar para o campeonato nacional. Acompanhado como habitualmente pelo experiente Hugo Magalhães, Barbosa, atual terceiro classificado no campeonato, tem como objetivo voltar a vencer o rali, como fez em 2017, embora reconheça que a concorrência vai ser dura e complicada, pois tem os mesmos objetivos que ele.

O Rali Vinho da Madeira é uma competição muito especial que atrai muitas equipas internacionais e tem sempre uma enorme moldura humana a acompanhar todas as especiais. É um rali com uma enorme tradição e para mim passou a ter ainda um sabor muito especial quando no ano passado aí alcancei a minha primeira vitória para o Campeonato de Portugal. Muito gostaria de poder repetir esse triunfo e estamos a trabalhar afincadamente para que isso possa acontecer”, falou o piloto do Skoda Fabia R5.

O rali da Madeira, organizado pelo Club Sports local, terá 19 provas especiais de classificação, todas em asfalto, num total de 204,92 quilómetros, e acontecerá entre os dias 3 e 5 de agosto.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

CNR: Miguel Barbosa quer vencer

Um dos candidatos ao título nacional, Miguel Barbosa deseja vencer em Castelo Branco, numa forma de alcançar algo do qual tem escapado desde o inicio da temporada, a bordo do seu Skoda Fabia R5. 

Nas vésperas do rali, disse quais eram os seus objetivos para esta prova, confessando ainda as suas limitações em termos próprios e do carro: 

"Temos ao longo desta temporada vindo a fazer boas corridas. Melhorámos de forma significativa em relação aos dois anos anteriores e temos estado muito perto de vencer. As provas em asfalto exigem mais de mim, mas tenho trabalhado para melhorar esse handicap. Vamos continuar a dar o nosso melhor, sabendo que a nossa concorrência é fortíssima. A equipa tem feito um excelente trabalho e partimos para este rali muito motivados", salientou Miguel Barbosa.

O Rali de Castelo Branco, que vai acontecer neste fim de semana, terá dez especiais, e será a segunda prova em asfalto no Nacional de ralis.

sábado, 9 de junho de 2018

CNR 2018 - Rali Vidreiro (Final)

Armindo Araújo foi o grande vencedor no Rali Vidreiro, marcado pelo acidente de Carlos Vieira. O piloto de Santo Tirso bateu Ricardo Teodósio por 27 segundos, com Pedro Meieles no lugar mais baixo do pódio, a um minuto e 22,9 segundos, batendo José Pedro Fontes, quarto classificado com o seu Citroen DS3 R5 (a um minuto, 43,2) e Adruzilo Lopes, quinto no seu Porsche GT, a dois minutos e 45,2 segundos.

Depois de ontem o rali ter sido marcado pelo acidente de Carlos Vieira na primeira especial, que levou ao seu anulamento - está em estado grave, colocado em coma induzido e foi operado em Coimbra para recuperar das suas fraturas na perna e nas costelas - Armindo partiu para as classificativas de hoje determinado a aumentar a sua liderança. E foi assim que na quarta especial, a primeira no Pinhal do Rei, venceu o primeiro troço do dia, batendo Ricardo Teodósio por três segundos exatos. 

Miguel Barbosa foi terceiro e cedeu mais 6,2 segundos para o piloto da Hyundai, enquanto Pedro Meireles foi quarto a 8,9. Vítor Pascoal colocou o seu Porsche 997 GT3 na frente de Adruzilo Lopes, também num Porsche.

Depois disto, foram para a zona de Pombal, onde fizeram as duplas passagens por Mata Mourisca e Assanhas da Paz. E logo na primeira passagem... houve problemas. Se Armindo voltou a vencer, batedo Teodósio por 3,1 segundos, já Miguel Barbosa teve dois furos no seu Skoda, perdeu 50 segundos e caiu para o quinto lugar. Para piorar as coisas, um acidente nessa especial, causada pelo Citroen DS3 R3T de Paulo Neto - sem consequências físicas para a dupla de pilotos - levou a nova neutralização e todos os que deveriam passar depois do Hyundai de Manuel Castro.

Mas isso não impediu a caminhada triunfal de Armindo. Venceu na sexta especial, com um avanço de 3,3 sobre Teodósio, com José Pedro Fontes a ser terceiro, a 8,3 segundos. Miguel Barbosa fez o quarto melhor tempo, a 8,6 segundos e na frente de Pedro Meireles, que cedeu 9,8 segundos para o piloto da Hyundai.

Nesta altura, o avanço de Armindo era já de 15,9 sobre Teodósio e 32,1 para Meireles, com Fontes em quarto, com 55,6 segundos de atraso e Miguel Barbosa em quinto, a um minuto e 5,7 segundos sobre a liderança. Por esta altura, já Vitor Pascoal, um dos pilotos que andava de Porsche no Vidreiro, já tinha abandonado o rali.

Na parte da tarde, Armindo prosseguiu a sua caminha triunfal, apesar de ter perdido para Ricardo Teodósio (por 0,5 segundos) na segunda passagem por Pinhal do Rei. Já na segunda passagem por Mata Mourisca e Assanhas da Paz, ele foi o melhor, batendo Miguel Barbosa por seis segundos e aumentando a sua vantagem sobre Ricardo Teodósio para 31 segundos. O rali ficou marcado por novo despiste, desta vez a Miguel Correia, que causou interrupção em ambas as especiais.

Na última especial, Adruzilo Lopes foi o melhor, batendo Teodósio por 1,6 segundos, e Miguel Barbosa por 2,6.

No final do rali, depois dos cinco primeiros, Miguel Barbosa foi o sexto, prejudicado pelos seus furos,acabando a dois minutos, 51,2, na frente de Pedro Almeida, sétimo no seu Ford Fiesta, um bom resultado, dada a sua provecta idade e o facto de estar a fazer a sua primeira temporada completa. Manuel Castro foi o oitavo no seu Hyundai i20, a quatro minutos, 50,9 segundos e a fechar o "top ten" ficaram Pedro Antunes, no seu Peugeot 208 R2 e o Skoda Fabia R5 de António Dias, a quase seis minutos do vencedor.

Agora, o CNR continua no final do mês nas estradas de Castelo Branco.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

CNR: Barbosa deseja vencer no Vidreiro

Miguel Barbosa deseja vencer no Rali Vidreiro, mas tem a consciência que não se preparou devidamente para esta prova. Ciente das suas possibilidades, o piloto afirma que há de contar com adversários de grande valor e extremamente motivados, como ele, não só na luta pela vitória neste rali, mas também na luta pelo título nacional, nas provas de asfalto, que irão acontecer até ao final da temporada. 

"Vamos entrar num novo ciclo do campeonato para o qual, infelizmente, não nos foi possível preparar da forma que desejaríamos. O problema que nos afetou no derradeiro troço do Rali de Portugal implicou uma reparação mecânica mais prolongada e só agora vamos poder fazer os primeiros testes em asfalto, onde já não disputo uma prova há cerca de oito meses. Isso não impede, contudo, de nos mantermos muito motivados e focados no objetivo da luta pelo título e naturalmente também da vitória nesta prova", salienta Miguel Barbosa.

O Rali Vidreiro começa amanhã e termina no sábado, com a realização de nove especiais de classificação.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

CNR: Barbosa na frente em Águeda

Miguel Barbosa lidera o Rali de Mortágua depois de duas passagens pelo Agueda Street Stage. O piloto do Skoda Fabia R5 tem um avanço de 2,2 segundos sobre Ricardo Teodósio e 4,6 segundos sobre o Hyundai i20 R5 de Armindo Araújo. Carlos Vieira, o atual campeão nacional, é o quarto, a 5,8 segundos do líder.

Em relação aos estrangeiros, o japonês Hiroki Arai é o sexto, a 6,1 segundos, enquanto Katsuta Takamoto é o nono. Já José Pedro Fontes fez o 11º tempo e está a 15,3 segundos do primeiro, mas perfeitamente recuperável para o rali.

O rali de Mortágua prossegue amanhã, com a realização de oito especiais.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Youtube Rally Video: O Rali Serras de Fafe

O Rali Serras de Fafe já acabou, com a vitória do açoriano Ricardo Moura, que levou a melhor sobre Miguel Barbosa e José Pedro Fontes. Foi essencialmente um duelo entre Moura e Barbosa, que deram "calendários" à concorrência, já que o terceiro classificado ficou a mais de um minuto e vinte segundos do vencedor.

Aqui coloca-se um video dos melhores momentos deste rali a contar para o campeonato nacional, que colocou vinte carros da categoria R5... e apenas dois eram estrangeiros! 

domingo, 18 de fevereiro de 2018

CNR: Meireles e Barbosa penalizados

O Rali Serras de Fafe terminou hoje, mas os resultados só forma confirmados... na secretaria. É que a organização decidiu hoje que Miguel Barbosa e Pedro Meireles foram penalizados em dez segundos por queimarem a partida no Fafe Street Stage... ontem à noite. Isso fez com que existissem alterações na classificação final, já que Meireles perdeu o terceiro posto a favor de José Pedro Fontes, no seu Citroen.

Assim sendo, a diferença de Ricardo Moura e Miguel Barbosa alargou-se para 11,7 segundos, não se alterando a classificação final entre os dois primeiros.

CNR: Moura foi o vencedor em Fafe

Ricardo Moura foi o grande vencedor em Fafe, na prova de abertura do Nacional de ralis. Sacudindo os azares das últimas duas temporadas, o piloto açoriano conseguiu bater Miguel Barbosa por meros 1,7 segundos. E o duelo foi de tal forma que o terceiro classificado, Pedro Meireles, ficou a mais de um minuto e 42 segundos. 

Porém, o campeão de 2014 ficou na frente de José Pedro Fontes, que no seu regresso aos ralis, depois de meio ano a recuperar do seu acidente no Rali de Portugal, foi o quarto classificado. Armindo Araújo, também de regresso aos ralis após cinco anos de ausência, foi o quinto no seu Hyundai i20 R5.

No final, Moura não escondia a sua satisfação: "Foi um ali muito disputado, sem dúvida. O Miguel está de parabéns, foi uma prova extremamente competitiva, estou muito feliz por dar à nossa equipa, a ARC, esta vitória", começou por dizer em declarações captadas pelo 16 Valvulas. "Foi um rali duríssimo, disputado ao segundo, é ótimo para os Açores estarem aqui representados em primeiro lugar numa prova do Nacional de ralis", concluiu.

Com as restantes seis especiais pela frente, máquinas e pilotos tinham de encarar passagens duplas por Montim, Confurco e Gontim. Na primeira especial do dia, Moura passou ao ataque, tentando recuperar a liderança a Barbosa, e o que conseguiu foi vencer por meros 0,2 segundos, enquanto que Pedro Meireles perdia 5,6 segundos, Armindo Araujo 7,2 segundos e Carlos Vieira 7,3. O piloto do Skoda ficava na frente, mas apenas com uma vantagem de 1,4 segundos.

Moura continuou ao ataque na especial seguinte, no Confurco, ganhando mais três segundos a Carlos Vieira, com Miguel Barbosa a perder 3,5 segundos. Com isso, Moura conseguia passar à liderança, agora com 2,1 segundos sobre o piloto da Skoda. Barbosa reagiu em Gontim, e conseguiu tirar 4,9 segundos a Moura, voltando à liderança com 2,8 segundos de vantagem.

"Estamos os dois ao ataque, está tudo em aberto. Estamos com diferenças mínimas, pensei que tinha furado na segunda especial e decidimos atacar forte para recuperar aquilo que tinamos perdido. Correu bem, agora está tudo em aberto", disse Barbosa à chegada a Fafe.

Na segunda passagem por Montim, Moura atacou e venceu, mas apenas conseguiu recuperar 0,2 segundos a Barbosa, enquanto que Ricardo Teodósio era o terceiro na especial, a 2,7 segundos, na frente de Armindo Araújo, a 5,7 segundos. Atrás, Carlos Vieira foi quarto na especial e aproveitou o facto de João Barros ser apenas oitavo, a 9,9 segundos do primeiro, para ascender ao sexto posto da geral, trocando com Barros.

Moura atacou decisivamente na segunda passagem pelo Confurco, ganhando a especial e conseguindo tirar 4,3 segundos a Miguel Barbosa, que foi apenas quinto na especial, atrás de dos Hyundais de Araújo e Vieira, e o Skoda de Teodósio. Moura passou à frente por 1,7 segundos, e foi aí que ganhou o rali, pois na última especial, ambos fizeram o mesmo tempo!

Com os três primeiros definidos, José Pedro Fontes foi o quarto, a um minuto e 50,6 segundos, enquanto que Armindo Araújo foi o quinto, a dois minutos e 12 segundos, no seu Hyundai. Carlos Vieira ficou a seguir, a doze segundos de Armindo, mas a dois minutos e 24 do vencedor. João Barros foi o sétimo, a dois minutos e 48 segundos, no seu Ford, na frente do espanhol Alexander Villanueva, do Hyundai de Paulo Meireles e do Citroen DS3 R5 do britânico Harry Hunt.

Agora, o Nacional prossegue dentro de um mês, nos Açores, uma prova que também conta para o Europeu de Ralis. 

sábado, 17 de fevereiro de 2018

CNR 2018 - Rali Serras de Fafe (Dia 1)

Miguel Barbosa lidera o primeiro dia do Rali Serras de Fafe, após a realização das cinco primeiras especiais de classificação. O piloto do Skoda Fabia R5, conseguiu superar Ricardo Moura por 1,6 segundos, depois de um duelo entre eles que deixou o resto da concorrência muito longe: Pedro Meireles, com o seu Skoda Fábia R5, tem já... 50,3 segundos de desvantagem.

Com 21 carros R5 presentes no Rali Serras de Fafe, parecia que iria ser um rali onde as trocas de liderança iriam ser constantes e o resultado a ser incerto. Contudo, logo na primeira especial do dia marcou a diferença entre os mais velozes. Em Lameirinha, Moura foi melhor do que Miguel Barbosa por 1,1 segundos. Ambos deixaram Pedro Meireles por 9,5 segundos, e isso indicava que logo ali, iria haver uma separação entre os melhores. 

Mas outros tiveram problemas: Carlos Vieira, por exemplo, teve um problema com a pressão do combustível e teve que descer para o Confurco com o carro desligado, acabando por perder 28,6 segundos.

Na segunda especial, a de Luílhas, Barbosa foi mais veloz e passou para a frente do Rali. O piloto do Skoda foi 4,8 segundos mais veloz do que Moura e conseguiu um avanço de 3,7 segundos sobre o piloto do Ford Fiesta. Meireles foi terceiro, noutro Skoda, enquanto que Carlos Vieira ia de mal a pior quando capotou, perdendo 29,4 segundos e a ficar com quase um minuto de atraso. A classificativa ainda ficou marcada pelo acidente de Ricardo Teodósio, que bloqueou o seu Skoda Fabia R5 na estrada e obrigou à neutralização da especial.

Moura voltou à liderança na terceira especial, batendo Barbosa por 7,1 segundos, e tinha agora uma vantagem de 3,4 segundos sobre o piloto da Skoda, enquanto que Pedro Meireles era o terceiro, mas já tinha perdido quase 31 segundos para os da frente. E na quarta especial, a segunda passagem por Luílhas, Moura ampliava a vantagem para 7,5 segundos, ganhando mais 4,1 sobre Miguel Barbosa. Atrás, José Pedro Fontes subia para quarto, passando João Barros, enquanto que Armindo Araújo tinha problemas no motor Hyundai, perdendo 40,3 segundos para Moura.

No final do dia, o piloto açoriano estava feliz, mas sabia que ainda estava a começar: "O rali ainda vai no seu início, nos últimos anos acabamos o primeiro dia sempre na frente, quero ver para crer", começou por dizer. "Está a ser um rali duro, nem quero ver como é que vai ser [a superficie do terreno quando] passarmos por Luílhas por quatro vezes, vai ser muito duro mesmo", continuou.

"A noite vai fazer a diferença. Todos os anos, a noite sempre me foi favorável", concluiu.

Já Miguel Barbosa andava satisfeito com o seu ritmo neste primeiro dia em Fafe. "Entramos forte, estamos satisfeitos como ritmo que andamos a impor, confiantes com o carro. Amanhã vamos ao ataque.", afirmou.

Quanto a Pedro Meireles, queixava-se do seu carro: "Não estávamos no ritmo que queríamos, o carro não está com as especificações que queria. Agora é mais defender o terceiro lugar do que olhar para a frente porque a diferença já é grande", afirmou o piloto de Guimarães. 

Pela noite, havia duas passagens pela Fafe Street Stage para os espectadores poderem apreciar. Na primeira passagem, Miguel Barbosa foi o melhor, ganhando 4,8 segundos sobre Carlos Vieira, e 7,4 sobre Ricardo Moura, fazendo com que a diferença entra ambos se reduzisse ao mínimo: 0,1 segundos. Na segunda passagem, Barbosa voltou a ganhar, com 1,7 segundos de vantagem sobre Moura, que foi apenas quarto, passando para a frente do rali.

José Pedro Fontes é o quarto classificado, a mais de um minuto da liderança, no seu Citroen DS3 R5, mas perto de Meireles. João Barros é o quinto, a um minuto e 16 segundos, na frente de Armindo Araujo, o melhor dos Hyundai, a um minuto e 43 segundos, um pouco na frente do espanhol Alexander Villanueva, a um minuto e 46 segundos. Carlos Vieira é o oitavo, a dois minutos e um segundo, e a fechar o "top ten" estão Joaquim Alves, no seu Ford Fiesta R5, e Paulo Meireles, no Hyundai i20 R5, este a dois minutos e 38 segundos da liderança.

Amanhã acaba o ali Serras de Fafe, com a realização das restantes seis especiais.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Youtube Motorsport Testing: Os testes de Barbosa e Fontes em Fafe


Este video é interessante, pois captam as passagens de Miguel Barbosa (Skoda Fabia R5) e José Pedro Fontes (Citroen DS3 R5) que andam por terras de Fafe e preparar-se para a primeira prova do campeonato nacional de ralis. 

Falta uma semana para a proiva, e os pilotos testam a toda a velocidade. Eis o video.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

CNR: Miguel Barbosa quer ser campeão

Miguel Barbosa entrou na sua terceira temporada nos ralis e encara 2018 como aquela temporada onde pretende ser campeão nacional com o seu Skoda Fabia R5 preparado pela Sports & You. Ao lado de Hugo Magalhães, e a uma semana e meia da primeira prova do ano, em Fafe, Barbosa assume que agora está preparado para o assalto ao título.

"Este projeto foi delineado a três anos. Nos últimos anos ficámos sempre em terceiro. Temos vindo a evoluir. Sabemos que esta vai muito provavelmente ser a temporada mais competitiva dos últimos 10 anos, o que para nós é também uma enorme motivação. Estamos conscientes das dificuldades que temos pela frente e do ano competitivo que nos espera", começou por dizer.

"Os dois primeiros anos foram aquilo que eu esperava. A modalidade é bastante exigente e difícil. O primeiro ano foi de adaptação e descoberta do que são os ralis. O segundo ano foi de altos e baixos, mas com um nível de performance mais elevado. Ao andarmos mais rápidos fomos surpreendidos por situações novas o que é natural. Este ano é tentar juntar as peças todas e o objetivo é lutar pelo campeonato", continuou.

Num campeonato com provas distribuídas por asfalto e terra, Barbosa não esconde que "sou adepto das pistas de terra, mas reconheço que temos de estar preparados para andar nos dois, embora e curiosamente a vitória que conquistei foi em asfalto, no rali da Madeira de 2017. De qualquer modo, gostava que houvesse equilíbrio no campeonato de provas de terra e asfalto o que não acontece de momento", concluiu.

sábado, 6 de janeiro de 2018

CNR: Barbosa quer ser campeão em 2018

Miguel Barbosa deseja evoluir no Campeonato Nacional de Ralis e espera alcançar o título em 2018, a bordo do seu Skoda Fábia R5. Numa entrevista dada ontem ao podcast 16 Valvulas, do Gonçalo Sousa Cabral, Barbosa fez um balanço da temporada passada, afirmando que conseguiu evoluir nos ralis, ele que estava na sua segunda temporada na competição, a bordo de um Skoda Fabia R5. 

2017 foi um pouco como esperava, com alguns altos e baixos, um ano onde acho que a nossa performance foi melhor do que em 2016, mas onde tivemos alguns dissabores, que não tivemos no primeiro ano, também porque no primeiro ano tínhamos uma abordagem mais cuidadosa. Já estava à espera de algumas batidas, que fazem parte desta aprendizagem. Acabámos o ano em terceiro no campeonato e alcançámos a nossa primeira vitória no Nacional de Ralis [Rali da Madeira], o que foi um marco e que me deixou bastante satisfeito. Existiram muitos ‘se’, correu como correu e tivemos o infortúnio de desistir no Rali de Portugal com um problema técnico, que nos tirou uma pontuação importante, mas fomos perdendo pontos ao longo do ano. Foi um ano de altos e baixos, mas no geral acho que foi uma temporada positiva e que me deixa confiante para o que aí vem” começou por dizer o piloto.

Quanto à competição, ele afirma que ainda há pontos a melhorar, e espera fazê-lo em 2018:

Sabemos onde estamos a perder e onde temos que melhorar. Temos que ter consciência que a nossa concorrência é forte, quer em quantidade, quer em qualidade, e, portanto, temos que ter noção que vai ser um campeonato muito competitivo, talvez o campeonato nacional mais competitivo. De qualquer maneira, nunca me preocupei em olhar para o lado, preocupo-me com o meu trabalho e foi sempre assim ao longo da minha carreira. Sei o que tenho que melhorar, estamos todos a trabalhar como um só e estou otimista, acho que o que fizemos até aqui é positivo nesta nossa estreia nos ralis, e estou confiante para o futuro, sabendo as dificuldades que nos esperam”.

Miguel Barbosa afirma que pretende lutar pelo título nacional na nova temporada, mas sabe que vai ser complicado, dada a concorrência dos Hyundais de Armindo Araújo e Carlos Vieira, e o Citroen de José Pedro Fontes, por exemplo. E gosta de correr seu carro.

Em tudo o que entro é para ganhar, mas temos que ter consciência quando é que estamos preparados para o fazer e da concorrência que temos e temos que ter presente que é uma modalidade totalmente nova para nós, também temos consciência de que 2018 será bastante difícil, mas isso motiva-nos. Acho que em 2018 podemos ter condições para lutar pelos lugares cimeiros, mas o título é uma junção de vários fatores ao longo do ano e das muitas provas e muito pode acontecer. Sentimos que estamos cada vez mais preparados, sinto que ainda nos falta algum caminho de preparação e de evolução, mas estamos a trabalhar para isso e acho que 2018 será ainda melhor do que 2017. Ficámos em terceiro e, como tal, faltam dois lugares para o objetivo”, começou por dizer.

Em primeiro lugar, é de salutar a vinda de mais uma marca [Hyundai] para o CPR. Sempre defendi que as marcas são essenciais para o desporto automóvel e é de salutar o regresso da Hyundai e logo com dois carros, é o ponto mais positivo de todos. O Armindo dispensa apresentações e acho que o seu regresso é muito positivo porque vai chamar mais media, mais público, mais tudo, porque é muito conhecido. Acho que vai lutar sempre pela vitória e pelo campeonato e só vejo pontos positivos neste regresso”.

sábado, 22 de abril de 2017

CNR 2017 - Rali Casino de Espinho (Final)

À quarta prova do campeonato nacional de ralis, parece que temos um estreante nos ralis. Carlos Vieira valeu por fim da sua velocidade nos troços de asfalto e conseguiu vencer a José Pedro Fontes, ambos em Citroen. A vitória de Vieira é mais do que justa, já que ele procurou por isto ao longo dos últimos ralis, sem grande sucesso. Contudo, hoje, em Espinho, conseguiu aquilo que queria. João Barros, o primeiro líder deste rali, fechou o pódio, já bem distante dos dois, e o único que ficou a menos de um minuto do vencedor, no final deste rali.

Depois de João Barros ter vencido a especial de abertura e em consequência, ficar com a liderança do rali pela menor das margens sobre Carlos Vieira, José Pedro Fontes atacou logo no inicio da manhã, vencendo a segunda especial. Contudo, Vieira ficou em segundo e com a liderança, conseguindo uma vantagem de 3,4 segundos sobre Barros. Mas quem venceu nessa especial tinha sido José Pedro Fontes, que obteve uma vantagem de 0,4 segundos, insuficiente para conseguir apanhar quer o piloto da Citroen, quer o próprio Barros. Mas aproximava-se de ambos, que era algo que interessava.

Quem se penalizava era Ricardo Teodósio, que perdeu a chance de fazer algo bom neste rali, perdendo 27,1 segundos e a liderança do Grupo N para Carlos Martins.

Vieira ganhou na terceira especial, a primeira passagem por Arestal, batendo Fontes por 0,6 segundos, enquanto que João Barros distanciava-se dos dois primeiros, sendo terceiro, a 8,5 segundos, e perdendo o segundo posto para Fontes. O total acumulado já era de 11,5 segundos para o piloto da Ford. Pedro Meireles era o quarto na especial, a 14,6 segundos do vencedor, com Miguel Barbosa em quinto na especial, com o piloto da Skoda a perder 21,8 segundos para os primeiros.

E na quarta especial... Vieira conseguia de novo! O piloto era o melhor na primeira passagem pelo Rio Caima, batendo Fontes por 2,8 segundos e Barros por 6,2. Pedro Meireles era o quarto, a 12 segundos, e Miguel Barbosa o quinto, a 21,2 segundos. A mesma coisa aconteceu na quinta especial, na primeira passagem por Ferreira de Castro, e parecia que Vieira iria imparável rumo à vitória. Por esta altura - e apesar de ter conseguido apenas cinco décimos nesta especial - a vantagem entre ele e Fontes já era de 7,6 segundos, com João Barros a ser o terceiro, a uns "distantes" 24 segundos. Pedro Meireles era o quarto, a 48,7 segundos, e Miguel Barbosa já tinha um minuto e dois segundos de diferença para o primeiro.

Com as especiais de Gaia canceladas, a parte da tarde foi um dielo entre Fontes e Vieira. O campeão nacional atacou, vencendo na segunda passagem por Burgães, mas tirou apenas oito décimos sobre Vieira, insuficiente para se aproximar de forma a ficar com a liderança. João Barros ficava a 3,4 segundos, e consolidava o terceiro posto, cada vez mais distante de Pedro Meireles, quarto na geral e na etapa, perdendo mais 8,7 segundos.

Fontes continuou ao ataque, tirando mais 1,3 segundos na segunda passagem por Arestal, com Barros a ser terceiro... a 11,5 segundos. Por esta altura, a diferença tinha ficado pelos 5,5 segundos e parecia que iria haver duelo até ao fim, mas Fontes não tirou mais do que 0,5 segundos na segunda passagem pelo Rio Caima, e parecia que Vieira tinha tudo controlado. É verdade que cinco segundos não parecem ser muito, mas parecia que Vieira tinha tudo controlado.

E assim foi: Fontes venceu na última classificativa, a segunda passagem por Ferreira de Castro, mas tirou apenas um segundo, com Joaquim Alves a ser o terceiro na especial, a 8,4 segundos. Mas tudo estava decidido, e Vieira foi para Espinho comemorar uma inédita vitória no CNR. E ambos deixaram João Barros muito distante, a 55 segundos, o que mostra o elevado grau de competividade entre os dois primeiros.

Miguel Barbosa foi o quarto, a já uns distantes dois minutos e 17 segundos, mas conseguiu ser mais regular do que alguns dos seus concorrentes mais diretos. Joaquim Alves foi o quinto, a dois minutos e 28 segundos, na frente de Elias Barros, a quase quarto minutos do vencedor. Carlos Martins foi o melhor dos Grupo N, mas ficou a pouco mais de dez segundos de Ricardo Teodósio. Paulo Neto e Gil Antunes fecharam o "top ten" neste rali.

Agora, máquinas e pilotos preparam-se para o Rali de Portugal, em meados do mês que vêm.

terça-feira, 7 de março de 2017

CNR: Miguel Barbosa espera por um bom resultado

Miguel Barbosa espera que o Rali de Castelo Branco seja a primeira oportunidade para demonstrar que anda a evoluir com o seu Skoda Fabia R5, nesta segunda temporada a tempo inteiro nos ralis. Depois de um sétimo lugar no Serras de Fafe, onde o piloto se queixou da superfície não lhe ter sido muito favorável à sua condução, espera que este rali seja bem melhor.

Sentimos que evoluímos bastante desde o ano passado e continuamos com vontade de fazer mais e melhor. Somos ambiciosos. Sabemos que temos de fazer muitos quilómetros sem cometer erros, mas estamos confiantes. No ano passado correu bem, ficamos em sexto lugar, e este ano não há razão para não ser ainda melhor uma vez que já conhecemos o percurso e já estamos mais adaptados ao piso”, disse o piloto da Skoda.

O rali de Castelo Branco, primeira prova em asfalto do Campeonato Nacional de Ralis, decorrerá no fim de semana de 11 e 12 de março, com nove especiais, uma delas disputada no centro da cidade.