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segunda-feira, 27 de julho de 2026

CPR: Teodósio vem confiante para o Rali da Madeira


Nas vésperas do Rali da Madeira, Ricardo Teodósio e o seu navegador, José Teixeira, regressam este fim de semana à competição a bordo do seu Citroen C3 Rally2 com motivação renovada e determinada em dar continuidade à evolução demonstrada ao longo da temporada, procurando alcançar um resultado que reflita o trabalho desenvolvido nos últimos meses.

Conhecido pelas suas classificativas técnicas e extremamente exigentes, o Rali da Madeira representa sempre um enorme desafio para pilotos, navegadores e equipas, onde a margem para o erro é praticamente inexistente. Mas apesar de tudo, Teodósio mostra-se entusiasmado com o regresso à ilha:

“O Rali da Madeira é uma das provas mais especiais do campeonato. É um rali muito técnico, que exige máxima concentração do primeiro ao último quilómetro. Temos vindo a evoluir prova após prova e queremos continuar esse caminho. Sabemos que a concorrência será muito forte, mas vamos dar o nosso melhor para lutar pelos lugares da frente e proporcionar um bom espetáculo a todos os adeptos madeirenses, que vivem o rali de uma forma única.”, afirmou.

Também José Teixeira destaca a importância da preparação para um rali tão exigente: “A Madeira é sempre um grande desafio. A precisão das notas, a gestão do ritmo e a concentração são fundamentais. Estamos preparados para dar o nosso máximo e ajudar a equipa a alcançar um bom resultado.”, disse.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

CPR: Meeke regressa no rali da Madeira


O Rali da Madeira é um dos mais importantes do campeonato, e que acontece em asfalto, à volta da ilha que é chamada de Pérola do Atlântico. E a Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal decidiu encarar este rali com dois carros, um para Pedro Almeida e outro para Kris Meeke, que faz o seu regresso aos ralis portugueses, depois do vice-campeonato em 2025.

O regresso de Meeke e do seu navegador, Stuart Loudon, é igualmente um dos grandes destaques. O piloto britânico, que aos comandos do Toyota GR Yaris Rally2 venceu quatro ralis e 45 classificativas em 2026, regressa a uma prova que já tentou conquistar por diversas ocasiões, mas onde nunca triunfou.

“Sim, estou muito contente por ter a oportunidade de voltar à Madeira, especialmente com a equipa e um carro que conheço bem. Depois de alguns anos em Portugal, é como se fosse uma família. Para mim, a Madeira é um dos ralis de asfalto mais difíceis do mundo, pela natureza das estradas e pela precisão necessária para sequer pensar em fazer o melhor tempo. É óbvio que os pilotos locais conhecem muito bem a ilha e o Diego Ruiloba também já mostrou ser incrivelmente rápido nesta prova. É um rali que adoraria ganhar, mas não subestimo o desafio", começou por afirmar.

E acrescentou: “Um grande obrigado ao povo da Madeira por me receber de volta, à Sports & You e ao Grupo Caetano. É fantástico estar de volta e fazer parte da equipa e estou realmente ansioso por este desafio.”

O Rali da Madeira 2026 será disputado em duas etapas, distribuídas por oito secções e 15 provas especiais de classificação, num total de 202,52 quilómetros cronometrados, integralmente em asfalto.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Youtube Automotive Video: O Mercedes-Benz da RTP Madeira

O Jornal dos Clássicos, na sua página do Youtube, está a colocar videos sobre os clássicos que existem nas garagens da ilha da Madeira. E esta semana decidiu ir à RTP para filmar o Mercedes-Benz L 608D, de 1984, que tem ali e serviu de carro de exteriores desde os anos 80 do século passado. E tem uma particularidade: foi o primeiro carro de exteriores concebido de raiz para a ilha.

A estrutura resultante incluía ar condicionado para proteger a tecnologia analógica e ainda direção assistida, garantindo maior operacionalidade e rapidez entre as reportagens. E claro, ajudou na transmissão de eventos importantes como a visita do Papa João Paulo II à ilha, em maio de 1991, ou as várias edições do Rali da Madeira. 

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Youtube Automotive Video: Os Clássicos do Atlântico, episódio 1

O pessoal do Jornal dos Clássicos começou nesta quinta-feira a publicar a segunda temporada da série "Os Clássicos do Atlântico" que fala dos carros clássicos que existem na ilha da Madeira, e que estão com os seus proprietários. 

No primeiro episódio da nova série, um carro bem interessante - e um dos meus favoritos pessoais: o Lotus Esprit. 

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Youtube Automotive Video: O Facel-Vega HK 500

O Facel Vega foi provavelmente um dos supercarros que a França tentou fazer depois da II Guerra mundial, sem grande sucesso, pois deixou de fazer carros em meados dos anos 60. Este modelo foi um dos GT mais carismáticos da França nessa década, e o seu motor, com uma potência na ordem dos 335 a 360 cavalos, atingia uma velocidade máxima de 237 km/h, um valor de relevo para um quatro lugares de luxo.

Não existem muitos carros em Portugal, e na ilha da Madeira, é um caso único. Logo, encontrar um e conservá-lo é um achado. E filmá-lo em ação é algo único, que é o que o pessoal do Jornal dos Clássicos fez e colocou em video, na segunda temporada dos Clássicos da Madeira, que agora está no seu canal do Youtube. 

terça-feira, 5 de agosto de 2025

CPR: Meeke satisfeito com o resultado na Madeira


Kris Meeke foi o quarto no rali da Madeira, o que não parece muito, mas em termos de CPR, o Campeonato de Portugal de Ralis, o resultado do piloto da Toyota é excelente, porque garantiu mais uma vitória no campeonato, o quarto triunfo da temporada em seis provas disputadas. E claro, mais um bom resultado a caminho do bicampeonato. 

Mesmo quando a dupla britânica foi surpreendida por um furo na segunda passagem pelo troço de Palheiro Ferreiro, que os fez cair da luta pelo pódio para a sexta posição, redefiniram o seu foco para o objetivo principal: vencer entre os concorrentes do CPR.

Com consistência e rapidez, alcançaram o objetivo e mantiveram a liderança na tabela do campeonato nacional.

"O Rali da Madeira é realmente único, quase como um Grande Prémio – cada especial parece uma qualificação, tal é a velocidade. Gostei imenso, mas estávamos focados principalmente no Campeonato de Portugal.", começou por afirmar.

"Os quatro pilotos que terminaram à minha frente não estão inscritos no campeonato, por isso, apesar de tudo, aproveitámos bem o rali. No primeiro loop estávamos bem na luta pela geral, mas os outros conseguiram manter um ritmo um pouco superior ao meu. Depois tivemos um furo, o que afetou bastante a nossa motivação – perder 30 segundos num rali como este torna impossível lutar pela vitória geral. Mesmo assim, estou super satisfeito por ter conseguido o máximo de pontos para o campeonato nacional, que é o nosso grande objetivo.", continuou.

"Nas últimas especiais tive um bom ritmo, até fizemos dois recordes de troço, mas mesmo assim só fui o terceiro e quarto mais rápido – o que mostra bem o nível incrível dos pilotos aqui na Madeira. Ganhar este rali continua a ser uma ambição minha, mas neste momento o foco está no campeonato português. Estou muito contente com a performance da equipa, o carro esteve incrível, apesar de ainda haver pequenos ajustes a fazer na afinação, já que este rali é tão específico. No geral, saímos daqui com o que viemos buscar – os pontos máximos – e isso coloca-nos numa boa posição para o campeonato. Agora é seguir para a próxima!”, concluiu.

sábado, 2 de agosto de 2025

CPR 2025 - Rali da Madeira (Final)


O espanhol Diego Ruiloba acabou por ser o grande vencedor do rali da Madeira, mas não sem antes ter andado à luta com um piloto local, João Silva, que a bordo do seu Toyota GR Yaris Rally2, conseguiu ser segundo, a meros 4,4 segundos do lugar mais alto do pódio. O italiano Simone Campedelli foi o terceiro, a 12,4 segundos, com Miguel Nunes, no seu Skoda Fabia RS Rally2, não muito atrás, a 13,6.

Kris Meeke foi quinto, a 48,6, e foi o melhor dos carros da CPR, o Campeonato de Portugal de Ralis, na frente de Armindo Araújo, a 1.05,5, enquanto Dani Sordo foi apenas oitavo, a 2.02,7. 

“Estou muito feliz. A verdade é que já necessitava de lutar por uma vitória este ano. Está a ser um ano difícil no WRC e precisava muito deste momento”, declarou Diego Ruiloba, visivelmente emocionado, por causa da temporada complicada que está a ter, especialmente no WRC2. “É uma grande descarga de adrenalina, uma descarga de moral”, afirmou, antes de dedicar a vitória à sua equipa, que o tem apoiado nos “bons e maus momentos”, continuou, ele que ganhou o rali em 2024.

Para além disso, rendeu homenagem à destreza de João Silva nas especiais, do qual o piloto local conhece profundamente. “É muito difícil batê-lo, mas estou contente por ter gerido bem o rali e, acima de tudo, porque precisava muito desta vitória”, concluiu.


Do lado do segundo classificado, João Silva, ele estava feliz com o resultado, o seu melhor de sempre, e a respectiva exibição: 

“Foi o meu melhor resultado de sempre no Rali Vinho da Madeira — já tinha conseguido um terceiro lugar, agora fui segundo. No ano passado já tínhamos andamento para lutar pelo pódio, mas não conseguimos. Este ano cometemos um ou outro erro, nada de grave, e os 4.4 segundos de diferença refletem algumas decisões menos acertadas. Mas faz tudo parte do processo de aprendizagem.", começou por afirmar. 

"Ninguém esperava que este carro tivesse logo andamento para lutar na frente, e eu, especialmente, foquei-me ao máximo. Quando comecei a sentir que as coisas estavam a fluir, adaptei-me, esforcei-me bastante. Não consegui transferir nada do que tinha aprendido no Skoda — tive de me readaptar em tudo: condução, referências… Este carro é espetacular, mas também um cavalo bravo. Muito difícil de explorar e domar, mas quando se encontra o equilíbrio, é realmente rápido. É isso que temos de continuar a otimizar."

Com seis especiais para cumprir neste último dia, passagens duplas por Ponta do Sol, Calheta e Rosário, o dia começou com Campedelli ao ataque, ganhando a especial, 3,7 segundos na frente de Miguel Nunes. João Silva era terceiro, a 5,6, seguido por Armindo Araújo, a 5,8. 

João Silva ganha na especial seguinte, na Calheta, conseguindo uma vantagem de 1,3 sobre Ruiloba, 2,4 sobre Campedelli, 3,2 sobre Miguel Nunes e 3,7 sobre Kris Meeke, mas a seguir, na primeira passagem sobre Rosário, o melhor acabou por ser Miguel Nunes, com João Silva atrás, a 1,1. Ruiloba era o terceiro, a 2,8, na frente de Campedelli, quarto, a 4,2. Meeke era o quinto melhor, a 5,6, na frente de Armindo Araújo, a 7,5.

A parte da tarde começou com Campedelli a ser mais veloz na segunda passagem por Ponta do Sol, 2,8 segundos na frente de Diego Ruiloba, 4,8 sobre Miguel Nunes e 4,9 sobre Armindo Araújo, na frente de João Silva, quinto a 6,7. A especial acabou por ser suspensa depois do acidente de Ernesto Cunha, sem consequências de maior. 

Rioloba ganha na segunda passagem por Calheta, 0,4 segundos na frente de Kris Meeke, 1,3 sobre Miguel Nunes, 1,4 sobre João Silva e 3,6 sobre Campedelli. Por esta altura, Ruiloba era o líder, a 7,2 de Joáo Silva, e 13,3 sobre Simone Campedelli, numa luta intensa pela liderança deste rali.

E era isto antes da Power Stage, a segunda passagem por Rosário. 

Ali, o melhor acabou por ser... Miguel Nunes, que foi 2,3 segundos mais rápido que João Silva. Kris Meeke foi o terceiro, a 3.1, com Simone Campedelli quarto, a 4,2 e Diego Ruiloba quinto, a 5,1. Apesar da diferença ter descido para 4,4, o piloto espanhol acabou por ganhar o rali da Madeira.

Depois dos seis primeiros, o sétimo foi José Pedro Fontes, a 2.01,2, no seu Citroen, na frente de Sordo, oitavo, a 2.02,7. Nono foi outro madeirense, Alexandre Camacho, a 2.06,5 e a fechar o "top ten" ficou Miguel Caires, a 2.27,3.

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

CPR 2025 - Rali da Madeira (Dia 1)


O espanhol Diego Ruiloba é o melhor, concluídas que estão as sete primeiras especiais do Rali da Madeira. O piloto do Citroen C3 Rally2 tem 6,6 segundos de vantagem sobre o local João Silva, no seu Toyota GR Yaris Rally2, e 17,3 segundos sobre o italiano Simone Campedelli, no seu Skoda Fabia RS Rally2. Kris Meeke tem um atraso de 43,1 segundos e é quarto, no seu Toyota GR Yaris Rally2, por causa de um furo lento, que o atrasou na classificação geral, mas pior está Dani Sordo, décimo, com 1.16 minutos de atraso em relação à liderança. 

Com passagens duplas sobre Campo de Golfe, Palheiro Ferreiro e Santana, a ação começara no final do dia anterior na Avenida do Mar, no Funchal, onde Campedelli foi o melhor, 0,2 segundos adiante de Armindo Araújo, 0,6 sobre Meeke e 0,7 sobre Ruiloba. 

Na sexta-feira, a manhã começou com a primeira passagem por Campo de Golfe, com João Silva ao ataque, ganhando a especial, com 1,8 segundos na frente de Diego Rubiloba, 2,1 sobre Kris Meeke, 3,9 sobre Simone Campedelli, 7,1 sobree miguel Nunes e 8,8 sobre Armindo Araújo. Rubiloba reagiu, triunfando na prineira passagem por Palheiro Ferreiro, e ganhou 1,3 segundos sobre Silva, que foi terceiro, com Meeke entre eles, a 0,9 segundos do piloto espanhol. Nesta altura, os três primeiros estavam separados por 1,1 segundos, e Campedelli, o quarto, estava a 3,8.

Rubiloba voltou a ganhar, conseguindo um avanço de 1.3 segundos sobre João Silva, 1,6 sobre Kris Meeke e 2,1 sobre Miguel Nunes. Simone Campedelli perdia 7,7 segundos e Dani Sordo 17,5, sendo "apenas"... o 12º mais rápido. “Eu não consigo fazer bons tempos com este carro”, queixava-se.

A parte da tarde começou com João Silva apo ataque, ganhando na segunda passagem por Campo de Golfe, mas conseguiu apenas recuperar 0,7 segundos a Rubiloba, que foi segundo, empatado com Campedelli. Quatro foi Kris Meeke, a dois segundos, E Miguel Nunes foi o quinto, a quatro. 

Rubiloba ganha a sexta especial, beneficiando ainda do atraso de João Silva,m que perdeu 6,9 segundos, e ainda mais de Kris Meeke, que teve um furo lento e perdeu 42 segundos, caindo bastante na geral. Campedelli ficou em segundo, a dois segundos, Miguel Nunnes ficou a 5,9, em terceiro, Miguel Caires, o quinto, a 9,2.

No final do dia, João Silva acabou por ser o melhor, 0,9 segundos na frente de miguel Nunes, 1.1 sobre Diego Rubiloba e 2,5 sobre Kris Meeke. 

Na geral, entre Campedelli, terceiro a 17,9, e Meeke, está Miguel Nunes, quatro a 19,9, enquanto na sexta posição, está Armindo Araújo, a 44,5. Sétimo é outro madeirense, Miguel Caires, a 59,3, na frente de José Pedro Fontes, a 1.06,5. Nono é outro madeirense, Alexandre Camacho, a 1.12,7, na frente de Dani Sordo. 

O rali da Madeira acaba amanhã, com a realização das restantes seis especiais.

quinta-feira, 31 de julho de 2025

CPR: Dani Sordo tem um grande desafio na Madeira


Dani Sordo vai focado na vitória no Rali da Madeira, que acontecerá neste final de semana. Ciente de que há pilotos com mais conhecimento de causa, como os pilotos madeirenses, o piloto da Hyundai Portugal terá de se adaptar rapidamente para não perder o comboio do título.

“Bem, é claro que viemos sempre para lutar pela vitória” disse Sordo em declarações à AutoSport portuguesa. “Sabemos que há pilotos com muito mais experiência e há o Kris Meeke, que também já tem muita experiência neste rali e tem um carro que funciona muito bem, creio eu, nestas circunstâncias. Mas também sabemos que os pilotos locais vão ser muito difíceis de bater. Vamos tentar por todos os meios vencê-los”, continuou.

Sordo explicou como se preparou o Rali da Madeira e os desafios que espera encontrar:

“A verdade é que quando enfrentas um rali como este, em que há menos conhecimento, que é muito específico e onde os pilotos locais conhecem as estradas muito bem, talvez tenhas que rever um pouco mais os vídeos, trabalhar um pouco mais nas notas. Eles já têm uma vantagem natural que é o conhecimento das etapas, que no asfalto é muito importante e mais ainda neste tipo de rali que é muito fechado, com vegetação, é muito pouca visibilidade. Então há muitas curvas que tens que ter muito bem anotadas ou conhecer muito bem, porque senão perdes muita velocidade”.

Em relação à concorrência, e de onde virá o maior desafio, o piloto de 42 anos afirma que fazer prognósticos é complicado, salienta a motivação que leva na bagagem para chegar ao topo.

“Vai ser difícil discutir todos os pilotos em geral. É um rali em que os pilotos mencionados e os pilotos locais têm muita experiência, mas, como já disse, vamos tentar lutar por tudo. No entanto, é verdade que não sabemos muito bem onde vamos ficar, então podemos ficar muito à frente ou muito atrás, sem saber”, concluiu.

O Rali da Madeira é uma das rondas mais icónicas e desafiantes do calendário do CPR, com um total de 177,56 km cronometrados, distribuídos por 13 especiais ao longo de duas etapas e seis secções, num traçado técnico e montanhoso que exige precisão, ritmo e resistência.

quarta-feira, 30 de julho de 2025

CPR: José Pedro Fontes quer triunfar de novo na Madeira


José Pedro Fontes participa novamente no Rali da Madeira, prova a contar para o Campeonato de Portugal de ralis (CPR), e o objetivo é o mesmo: vencer. Correndo com o Citroen C3 Rally2, apesar de este ano ser uma das edições mais competitivas de sempre.

O piloto portuense, campeão nacional em 2015 e 2016, assume sem rodeios o objetivo para esta edição da prova: “Quero, uma vez mais, lutar pela vitória absoluta, tanto nesta prova como no campeonato nacional. Esta será, certamente, uma das edições mais disputadas dos últimos anos, com uma excelente lista de inscritos.”, começou por afirmar. “Venho à Madeira sempre com grande motivação. Não é segredo que esta é a minha prova preferida em asfalto”, reforça.

O Rali da Madeira é uma das rondas mais icónicas e desafiantes do calendário do CPR, com um total de 177,56 km cronometrados, distribuídos por 13 especiais ao longo de duas etapas e seis secções, num traçado técnico e montanhoso que exige precisão, ritmo e resistência.

terça-feira, 29 de julho de 2025

CPR (II): Teodósio irá lutar por um bom resultado


Ricardo Teodósio e seu navegador, José Teixeira prepara-se para enfrentar mais um desafio importante na temporada: o Rali da Madeira. O piloto do Toyota Yaris Rally2 mostra-se confiante na boa adaptação ao Toyota GR Yaris Rally2, acreditando que as estradas madeirenses podem ser o palco ideal para voltar aos bons resultados nesta temporada.

“Temos boas expectativas para a Madeira. O asfalto é uma superfície onde nos sentimos confortáveis, e as características técnicas dos troços da ilha são desafiantes, mas bastante entusiasmantes. Temos evoluído bem com o carro, e acredito que, apesar da forte concorrência, temos condições para lutar por um bom resultado. Trabalhámos muito na afinação do carro para este rali e queremos aproveitar ao máximo cada oportunidade”, afirmou o piloto.

Já José Teixeira, seu navegador, sublinha a evolução positiva da equipa ao longo da temporada e reforça o foco neste importante momento da época.

“Estamos cada vez mais próximos do nível a que queremos estar. O ambiente na equipa é muito positivo, sentimos o apoio dos nossos patrocinadores e estamos muito motivados. A Madeira é sempre uma prova especial e vamos dar tudo para estarmos entre os da frente.”

O Rali da Madeira é uma das rondas mais icónicas e desafiantes do calendário, com um total de 177,56 km cronometrados, distribuídos por 13 especiais ao longo de duas etapas e seis secções, num traçado técnico e montanhoso que exige precisão, ritmo e resistência.

CPR: Armindo quer o melhor resultado possível no campeonato


Armindo Araújo regressa ao Rali da Madeira com a ambição de alcançar o melhor resultado possível, tanto na classificação geral como no Campeonato de Portugal de Ralis (CPR). Considerada uma das provas mais desafiantes e espetaculares da temporada, o Rali da Madeira exige uma preparação meticulosa, e o piloto de Santo Tirso, ao volante do seu Skoda Fabia RS Rally2, está determinado a dar o seu máximo para cumprir os seus objetivos desportivos.

Armindo Araújo encara o Rali da Madeira como “uma das provas mais desafiantes e espetaculares da temporada”. O piloto destaca não só as características únicas das especiais, que exigem grande perícia, mas também o “imenso apoio” que a equipa sente por parte dos espetadores, criando um ambiente inigualável.

Araújo sublinha a importância de um teste a realizar no início da semana para “encontrar a melhor afinação” para o seu Skoda Fabia RS Rally2. O objetivo é claro: “Queremos lutar pelo melhor resultado possível, quer na geral como no CPR, e sabemos que teremos de dar sempre o máximo para que isso aconteça. É isso que vamos fazer”, concluiu. 

O Rali da Madeira é uma das rondas mais icónicas e desafiantes do calendário, com um total de 177,56 km cronometrados, distribuídos por 13 especiais ao longo de duas etapas e seis secções, num traçado técnico e montanhoso que exige precisão, ritmo e resistência.

segunda-feira, 28 de julho de 2025

CPR: Meeke andará cauteloso na Madeira


Kris Meeke e a Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal preparam-se agora para enfrentar um dos maiores desafios da temporada: o Rali da Madeira, sexta prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2025 e evento também pontuável para o European Rally Trophy, de 31 de julho a 2 de agosto. Depois de uma exibição dominadora no Rali de Castelo Branco, Meeke chega agora à Madeira com os pés assentes na terra, pois em termos históricos, ela não tem sorrido favoravelmente a ele.

Assim sendo, ele olha para a jornada que se avizinha com cautela e com sentido de responsabilidade, pois ele pretende revalidar o título conquistado em 2024. E é essa a sua atitude para o rali:

“A Madeira não tem sido propriamente um terreno feliz para mim. A primeira vez foi em 2009 e foi complicado. Desde então acumulei mais duas participações em que a sorte não esteve do meu lado. Este ano, trago mais experiência e, acima de tudo, um carro que adoro.”, começou por afirmar.

“O GR Yaris Rally2 foi incrível em Castelo Branco, talvez até melhor em asfalto do que em terra. Claro que sei que os pilotos portugueses conhecem muito bem estes troços, pois fazem esta prova há 20 anos, por isso o desafio será enorme. Mas estou muito contente por voltar à Madeira e dar tudo por um bom resultado”, concluiu.

O Rali da Madeira é uma das rondas mais icónicas e desafiantes do calendário, com um total de 177,56 km cronometrados, distribuídos por 13 especiais ao longo de duas etapas e seis secções, num traçado técnico e montanhoso que exige precisão, ritmo e resistência.

terça-feira, 21 de julho de 2020

CPR: Organização do Rali da Madeira apela ao bom senso dos espectadores

A organização do Rali Vinho da Madeira, cuja edição acontecerá dentro de duas semanas, apelou à contenção dos espectadores, depois de algumas complicações relacionadas com o mesmo no Rali da Calheta, prova a contar para o regional e que contou com alguns concorrentes vindos do CPR, como Armindo Araújo e Ricardo Teodósio, para se prepararam para a prova maior da "Pérola do Atlântico".

Aparentemente, após a prova, surgiu uma foto nas redes sociais que deixava passar a ideia que não tinha havido qualquer distanciamento social, gerando imensa repercussão prejudicial à organização. Esta veio a público desmentir a foto e a apelar, mais uma vez, ao bom comportamento. 

"Apesar de circular nas redes sociais uma fotografia, também, posteriormente publicada nos jornais diários, e onde, existe uma grande concentração de pessoas, aparentemente e ilusoriamente, sem respeito pelo distanciamento social, verificamos que a muito badalada imagem, foi tirada numa perspectiva que não representa a realidade. No local os espetadores estavam dispersos, em patamares e degraus, em varandas a diferentes cotas, respeitando, o distanciamento entre grupos e famílias e grande parte, usando proteção facial.", começa a dizer o comunicado oficial.

"Não vamos afirmar que estava tudo bem, mas há um claro aproveitamento mediático dum local onde se concentrou muito público – em anos anteriores de não pandemia, seria uma excelente imagem, não só pelo número de pessoas, como pelo exemplo da sua colocação – para fazer insinuações de descontrolo das regras sanitárias e daí para comparações, indevidas e inoportunas, de forma a sustentar outro tipo de interesses comerciais.", continuou.

No final do comunicado, ficou o apelo a que os espectadores se comportem de modo cívico para a prova principal.

"Queremos que o Rali Vinho da Madeira seja mais um momento marcante nesta fase de desconfinamento na Região Autónoma da Madeira. Contamos com todos vós, para que numa atitude responsável e de alto sentido cívico, sejamos agentes de saúde publica, contribuindo para debelar esta pandemia do COVID-19 e não colocarmos em causa a realização do Rali Vinho da Madeira 2020.", concluiu.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Youtube Rally: O resumo do Rali da Madeira

A FPAK apresentou esta semana no seu canal de Youtube o video sobre o que foi o ali da Madeira, onde os locais dominaram perante os continentais. Vale a pena ver.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Ralis: Team Vespas quer sair da ilha

A Team Vespas, que assiste o caro de Alexandre Camacho, vencedor do Rali da Madeira, já pensa em mais altos vôos. Depois da sua vitória do rali mais importante da ilha, eles acham que já é a altura de dar o salto para o continente ou ir mais longe. Pelo menos foi o que Emmanuel Rebelo, o diretor desportivo, disse à RTP Madeira.

"[a ideia já foi pensada muitas vezes mas] agora as coisas estão um pouco diferentes, a seu tempo veremos o que podemos alcançar e o que poderemos fazer." Questionado sobre isso implicaria participar no Nacional de Ralis, Rebelo afirmou que havia ambição de mais do que isso, afirmando que "a Madeira justificava uma presença nossa, nem que fosse no mercado continental, porque isso seria importante para o comércio local." 

E nesse campo, Rebelo "pisca o olho" às entidades regionais nesse projeto necional ou europeu. "'O Discovery Madeira' é um bom nome para a promoção da Madeira e pode passar pelo desporto automóvel que tem milhares e milhares de adeptos. Para fazer uma coisa como deve ser obviamente o investimento é maior e passa por uma propaganda à volta da Madeira e a todas as coisas que temos para. Mas existem ideias para isso, vamos desenvolvê-las e ver onde chegamos," concluiu.


segunda-feira, 6 de agosto de 2018

CNR: Fontes queria mais na Madeira

José Pedro Fontes foi o melhor dos continentais no Rali da Madeira, mas o melhor deu-lhe apenas o lugar mais baixo do pódio. O piloto do Citroen C3 R5 confessava que esperava mais neste rali, mas não esperava que os pilotos locais estivessem tão bem em termos de performance.

"Foi uma prova dura, que disputamos de forma empenhada e sempre na tentativa de alcançar melhores resultados em cada especial" começou por dizer o piloto, agora navegado por Paulo Babo.

Neste segundo rali com o C3 R5, Fontes disse que este carro tem uma enorme margem de progressão e espera aproveitar este rali para ver onde pode melhorar, para poder alcançar o lugar mais alto do pódio. "Nesta última etapa promovemos algumas mudanças importantes em termos de suspensão, sendo que este é um trabalho que vai ter seguimento, já que estamos permanente focados no desenvolvimento do carro que, como é sabido, é novo e tem ainda muito para afinar", começou por dizer.

"Neste plano há algo que não posso deixar de sublinhar e que passa pelo facto de o carro revelar uma capacidade enormíssima, sendo inquestionável a enorme margem de progressão que revela. Estamos muito satisfeito com o trabalho realizado, com o resultado da prova e agora há pouco tempo de descanso, porque dentro de pouco mais de um mês estaremos de novo em competição", concluiu.

O Campeonato de Portugal de Ralis entra agora de férias para regressar daqui a mês e meio, a 21 e 22 de Setembro, com o Rali Amarante/Baião, organizado pelo Clube Automóvel de Amarante.

domingo, 5 de agosto de 2018

CNR: Camacho foi o vencedor na Madeira

Dominou e cumpriu: Alexandre Camacho foi o vencedor do Rali da Madeira, batendo Miguel Nunes e o melhor dos continentais, José Pedro Fontes. A diferença entre o primeiro e o segundo classificado foi de 39,1 segundos, enquanto Fontes ficou a dois minutos e 10 segundos do vencedor.

No final, Camacho mostrava-se aliviado por este rali ter acabado, elogiando a concorrência: "Foi um rali duro, a concorrência foi muito forte e as condições climatéricas assim o fizeram. Mas estivemos à altura disso tudo e soubemos responder ao desafio com uma vitória. Estamos muito satisfeitos", dise o vencedor à chegada ao Funchal.

Depois de ter dominado o dia de ontem em duelos com Miguel Nunes e João Silva, até este se despistar e bater contra um muro, Camacho voltou à estrada fazendo a mesma coisa: vencer. Começou na primeira passagem por Câmara de Lobos, batendo Miguel Nunes por um segundo e Miguel Barbosa por 4,9. A mesma coisa aconteceu na primeira passagem por Ponta do Sol, batendo Nunes por 1,8 e João Barros por 6,2. Na primeira passagem por Ponta do Pargo, abriu mais 2,3 sobre Nunes e deu 6,9 sobre Rui Pinto, e por fim, na primeira passagem por Rosário, deu 5,3 segundos sobre Miguel Nunes e 7,7 sobre José Pedro Fontes.  

No final da manhã, Camacho estava satisfeito com o ritmo imprimido no seu Skoda Fabia R5.

"Imprimimos um ritmo forte e com segurança esta manhã para vermos até que ponto o Miguel nos podia atacar. O carro está muito bom, está-me a dar prazer em conduzir, vamos encarar as próximas quatro [especiais] da mesma maneira", disse.

Camacho voltou a atacar na parte da tarde, vencendo na segunda passagem por Câmara de Lobos, batendo Fontes por 5,8 segundos e Miguel Nunes por 6,5. Fez a mesma coisa na segunda passagem pela Ponta do Sol, com Nunes a 3,9 e Fontes a 4,7, antes de abrandar e deixar que Nunes vencesse na segunda passagem pela Ponta do Pargo, 4,1 segundos na frente de Rui Pinto e 5,6 segundos sobre José Pedro Fontes. Na última especial, Camacho confirmou o seu domínio, com 5,8 segundos sobre Fontes e 6,5 sobre Miguel Nunes.

Depois dos três primeiros na geral, Rui Pinto foi o quarto, a três minutos e 23 segundos, superando Ricardo Teodósio, a três minutos e 30, sendo ele o segundo melhor entre os continentais. João Barros foi o sexto, a três minutos e 53 segundos, na frente de Armindo Araújo, sétimo a seis minutos e 2 segundos. Vasco Silva foi o oitavo, a oito minutos e quatro décimos, na frente do belga Joachim Wagrmans e de outro continental, Pedro Almeida, no seu Ford Fiesta R5.

sábado, 4 de agosto de 2018

CNR: Madeirenses dominam na Madeira

Alexandre Camacho é o líder do Rali Vinho da Madeira, dominando perante a concorrência local e nacional. O piloto do Skoda Fabia R5 tem uma vantagem de 31,5 segundos para Miguel Nunes, depois de ver outro rival, João Silva, bater forte contra um muro de betão e ver o seu navegador, Victor Calado, ir para o hospital em observação devido a uma suspeita de fissura numa das costelas. José Pedro Fontes é o melhor dos continentais, terceiro na geral, a um minuto e 23 da liderança.

"O objetivo era de andar forte para tentar diminuir a distância que tínhamos, recuperar o que tínhamos perdido ontem. Conseguimos andar forte e estamos na liderança com alguma vantagem, o que é muito bom. Temos andado rápido e com segurança, vamos manter isto", disse Camacho no final do dia.

Depois de ontem à noite, os pilotos terem andado a fundo na classificativa da Avenida do Mar, no centro do Funchal, o dia de hoje começou na primeira passagem por Campo de Golfe, onde Camacho foi o mais veloz, batendo João Silva por 4,2 segundos e Miguel Nunes por 4,3 segundos, num trio madeirense que não deu hipóteses a qualquer representante do continente. Giandomenico Basso, que corria num Hyundai no lugar de Carlos Vieira, deu um ligeiro toque com a roda dianteira direita, acabando por abandonar.

João Pedro Fontes era o melhor continental, sendo quarto, a 8,5 segundos, enquanto Armindo Araujo perdia 9,3 e era quinto na especial.

Camacho aumentou a vantagem na especial seguinte, sendo 6,7 segundos mais rápido do que Miguel Nunes, com a diferença entre os dois a aumentar para nove segundos. Armindo Araújo foi o terceiro mais rápido e subiu a igual posição à geral, agora a 18,5 segundos de Camacho.

Camacho voltou a vencer na quarta especial, a segunda passagem pelo Campo de Golfe, com Miguel Nunes a ser segundo e João Silva terceiro, ocupando os três pilotos as mesmas posições à geral. José Pedro Fontes fazia o quarto melhor tempo e estava agora a 2,7 segundos de Araújo.

Na quinta especial, a segunda passagem por Palheiro Ferreiro, ficou marcada pela sua neutralização, após o acidente de João Silva. Até aquele momento, Alexandre Camacho tinha feito o tempo mais rápido, ganho 12,7 segundos a Ricardo Teodósio e 16,4 a Miguel Barbosa.

"Infelizmente não conseguimos evitar um toque na PEC Palheiro Ferreiro 2. Apesar de não ter muito sido muito aparatoso, causou-nos algumas dores. Neste momento estamos no hospital a fazer alguns exames por precaução. O Victor apresenta algumas queixas nas costelas, esperemos que sejam apenas dores do impacto e sem nenhuma fractura", explicou o piloto na sua página do Facebook.

Armindo Araújo furou e perdeu mais de dois minutos, o que o obrigou a deixar a posição de melhor piloto continental.

A sexta especial viu Miguel Nunes ser o mais veloz, quebrando a série de vitórias de Camacho. Ele bateu-o por 1,7 segundos, com José Pedro Fontes a ser o terceiro mais rápido. A especial ficou marcada pela saída de estrada de Pedro Meireles, que acabou por desistir.

A seguir, Camacho voltou às vitórias, batendo Miguel Nunes por apenas 0,2 segundos. O piloto madeirense aumentou a sua vantagem para 23,9 segundos. José Pedro Fontes voltou a ser o mais rápido entre os continentais, aumentando a sua vantagem para Ricardo Teodósio para 17,2 segundos. A mesma coisa aconteceu na oitava especial, a segunda passagem por Terreiro da Luta (Nunes a 0,9 segundos, Fontes a 8,5) e na nona especial, a segunda passagem por Cidade de Santana, Camacho voltou a vencer, 0,6 segundos da frente de Miguel Nunes, e 4,8 sobre José Pedro Fontes.

As duas últimas especiais do dia, a segunda passagem por Ribeiro Frio e a terceira por Terreiro da Luta, deu tudo no mesmo: Camacho bateu Nunes por 2,4 segundos e Fontes por 7,3, enquanto na 11ª especial, Camacho venceu com 3,7 segundos sobre Miguel Nunes e seis segundos sobre José Pedro Fontes.

No final do dia, depois dos três primeiros, Miguel Barbosa é quarto, a um minuto e 52 segundos, 9,5 na frente de Ricardo Teodósio. Rui Pinto está atrás, a dois minutos e quatro segundos, e Pedro Paixão vem logo a seguir, a dois minutos 5,8. João Barros é o oitavo, no seu Ford, e a fechar o "top ten" estavam Armindo Araújo, a quatro minutos e 49 segundos, e o carro de Vasco Silva, a quatro minutos e 58 segundos.

O rali a Madeira termina amanhã, com a realização das restantes oito especiais.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

CNR: Adruzilo Lopes quer da espectáculo na Madeira

O veterano Adruzilo Lopes dá sempre espectáculo a bordo do seu Porsche 997 GT3, e na Madeira promete não ser excepção. De volta ao rali depois de quatro anos de ausência, o piloto, navegado por Paulo Silva, aposta em dar espectáculo na sua 14ª participação no Rali Vinho da Madeira. 

"Os nossos objectivos estão um bocado restringidos a acabar o rali, porque nos dois últimos ralis somei duas desistências consecutivas e agora há que pensar no campeonato", começou por afirmar o piloto de Vizela em declarações à RTP Madeira. 

"Vou tentar dar o maior espectáculo que possa para este fantástico público madeirense. São verdadeiros apaixonados pelos ralis e tenho aqui muitos fãs, sendo este um rali do qual gosto muito. Mas pretendo fazer isso sempre com o objectivo de chegar ao final do rali, porque neste momento os pontos para o campeonato fazem muita falta", concluiu. 

O rali Vinho da Madeira começa amanhã à tarde com a classificativa da Avenida do Mar, no Funchal, e terá 19 especiais de classificação, terminando no domingo.