Para além disso, financiou a carreira do luxemburguês Gregoire Munster, que pilotou para a Ford entre 2023 e 2025, com ele a conseguir 92 pontos e duas vitórias em classificativas, conseguindo como melhor resultado cinco quintos lugares.
Numa entrevista ao site Le Mag Sport Auto, questionado sobre o WRC e a atualidade dos novos regulamentos para 2027, foi demolidor:
"A minha constatação hoje é desoladora: neste momento não há nenhum novo construtor. Pior ainda, perdemos a Hyundai, a M-Sport ainda não construiu o seu carro com as especificações WRC2027 mas está previsto para meados de 2028. A Lancia e a Škoda continuam nos Rally2," começou por afirmar.
"No máximo temos duas iniciativas privadas, como a da RallyOne belga, que poderá entrar na luta com a Toyota com recursos cem vezes inferiores, mas com uma grande dose de audácia. Isto deixa os adeptos perplexos, com Toyotas — talvez até dois modelos, com versões profissionais e para clientes — com as novas especificações, Rally2 adaptados quando o velho Fiesta, que já não é produzido há seis anos.... e Rally2. Ninguém percebe nada.", continuou.
Serderidis lamenta que não haja orçamento para pagar pilotos profissionais como no passado, e afirma que a única justificação para tudo isto é a atual situação da industria automóvel, que está num período de transição.
"Pilotos como Thierry Neuville ou Adrien Fourmaux nem sequer têm a certeza de poder disputar todas as provas do campeonato em 2027!", desabafou. "Lamento, mas não posso compactuar com esta situação e esta governação. A única desculpa que consigo encontrar é a mudança fundamental que está a ocorrer atualmente na indústria automóvel. Mas é preciso visão e paixão. E é preciso agir rapidamente. Na minha opinião, fizeram tudo menos isso!", concluiu.
Serderidis competiu este ano no rali da Grécia, a bordo de um Ford Puma Rally1, acabando na 32ª posição da geral.

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