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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

IndyCar: Wickens está paraplégico

Afinal, não vai voltar a andar. O canadiano Robert Wickens anunciou ontem à noite na sua conta do Instagram que as suas lesões durante a corrida de Pocono, em agosto, foram fortes suficientes para perder a mobilidade da cintura para baixo. 

"Meu peito está cada vez mais forte e espero fazer dentro em breve [os movimentos] sem assistência. Ando a colocar videos de pequenos movimentos nas pernas, mas na realidade é que estou longe de caminhar por mim mesmo. Algumas pessoas estão confusas sobre a severidade das minhas lesões, então decidi esclarecer a minha condição. Nunca trabalhei tanto e tão duro como agora, e estou a dar tudo para despertar os movimentos nas minhas pernas", afirmou.

Recorde-se que o piloto canadiano sofreu fraturas em nove sítios do seu corpo, incluindo a espinal medula, a coluna toráxica, pescoço, tíbia e fíbula, tornozelos em ambas as pernas e em ambos os pulsos, para além de uma contusão pulmonar.

Wickens, de 29 anos, corria na Schmidt Peterson Motorsports no seu ano de estreia, acabando por ser o "Rookie do Ano", depois de uma "pole-position" em St. Petersburg e quatro pódios, numa temporada interrompida - agora sabemos de vez - em Pocono.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

IndyCar: Wickens sofreu várias fraturas na coluna

Depois de uma semana sem noticias sobre Robert Wickens, altura em que foi transferido para o Hospital Metodista de Indianápolis, a Schmidt Peterson Motorsports divulgou esta noite um comunicado sobre a situação do piloto canadiano. E é grave: ele sofreu nove fraturas, uma delas no pescoço no seu acidente de há duas semanas e meia em Pocono, após um toque no carro de Ryan Hunter Reay. E os especialistas dizem que pode levar semanas, senão meses, até saber da extensão da gravidade das suas lesões.

Ao todo, o piloto de 29 anos sofreu uma fratura na coluna vertebral torácica, lesões na espinal medula, no pescoço, na tíbia e fíbula em ambas as pernas, fraturas em ambas as mãos, no antebraço direito, no cotovelo, para além de quatro costelas fraturadas e uma contusão pulmonar. Já passou por pelo menos quatro cirurgias e já foram colocados protetores de titânio nas suas costas.

Contudo, a equipa deseja por um milagre no caso do seu piloto: "Enquanto Robert se recupera, queremos deixar claro que o carro numero 6 é dele e só dele. Não importa o tempo que demore essa recuperação, vamos guardar a vaga dele. Carlos Muñoz está a fazer um ótimo trabalho conosco, mantendo o numero 6 na disputa e estamos satisfeitos com ele. O caminho até a recuperação total de Robert será duro, mas esperamos que ele volte melhor, mais forte e mais rápido", afirmou no comunicado oficial.

Tudo isto acontece na semana em que a IndyCar o nomeou "Rookie do Ano", depois de ter conseguido quatro pódios e seguia na sexta posição do campeonato antes da prova de Pocono.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Sam Schmidt deseja melhores barreiras para proteger de acidentes

No rescaldo do acidente de há dez dias com Robert Wickens em Pocono, Sam Schmidt, o proprietário da equipa onde guiava o piloto canadiano, acha que é altura de mexer nas barreiras de proteção no sentido de proteger melhor os pilotos em caso de acidente.

"Temos que fazer alguma coisa”, ele começou por comentar numa entrevista à motorsport.com.Eu venho dizendo isso desde que Dan [Wheldon] morreu em 2011. Eu odeio reclamar sobre algo ou pedir mudanças quando não tenho uma solução. Eu não sou a pessoa que tem as respostas. Mas o que ando a pedir desde então é que nas curvas onde não tem bancadas, onde nenhuma linha de visão do espectador é afetada, eu acho que eles deveriam ter barreira SAFER mais alta", continuou.

"Talvez isso seja apenas uma correção a curto prazo, mas a barreira SAFER é testado e não leva os carros de volta à pista, como algumas pessoas se preocupam com a solução do 'plexiglass'".

Se você assistisse de novo ao acidente do Mikhail [Aleshin, em Fontana 2015], ao acidente de Robbie e a outros - incluindo a NASCAR - mais uma barreira SAFER mais alta teria contido o carro dentro da pista sem esse efeito 'ralador de queijo' que as redes tem. Não sei se isso é uma correção de longo prazo, não sei [qual] o nível de investimento necessário, mas, certamente, nos turnos em que a visualização do espectador não é um problema, as faixas ovais precisam fazer algo assim.

Neste momento, Wickens continua a recuperar das feridas do seu acidente em Pocono, e foi operado por três vezes à coluna, aos tornozelos e ao braço, e Schmidt fez um relato sobre os momentos após o acidente que sofreu com Ryan Hunter-Reay na sexta volta da corrida.

"Tenho certeza de que mais análises serão feitas pela IndyCar, mas pelo que posso dizer, [o chassis] fez absolutamente o que deveria fazer. Quero dizer, não sobrou nada. Há peças de arrebentação entrelaçadas em todo o chassis. É apenas uma grande pilha de lixo sem partes utilizáveis - mas é assim que deve ser, para dissipar energia durante um acidente como esse. Ajudou a proteger o elemento que deveria proteger - o piloto", começou por dizer.

Ver o Robbie de olhos abertos no centro de atendimento foi excelente, porque 40 minutos de silêncio foi longo demais. Parabéns para Dallara, o pessoal técnico da IndyCar, a equipa de segurança e todas as pessoas que contribuíram com os procedimentos e o protocolo que foram incorporados ao sistema da IndyCar para cobrir essas situações"

Você sabe - voltando para a equipa de segurança por um momento - eu só tenho que agradecer a Deus por aqueles 15 ou 20 homens e mulheres que viajam para todas as nossas corridas e têm a mesma paixão por corridas como nós. Eles salvam vidas e cuidam dos feridos - seja James, seja Robbie, seja Mikhail... sem [aquela] equipa de segurança, perderíamos mais pilotos”, concluiu.

domingo, 26 de agosto de 2018

IndyCar: Wickens já respira sem aparelhos

A Schmidt Peterson divulgou esta noite um novo boletim clinico... e são boas noticias. Robert Wickens, o canadiano de 29 anos da equipa, já respira sem a ajuda de aparelhos e está a conversar com a familia nas instalações médicas onde está internado neste momento. 

Wickens, que sofreu um grave acidente na semana passada durante a prova de Pocono, teve lesões na espinal medula, no braço direito e em ambos os tornozelos, tendo sido operado ao longo da semana ás várias lesões que sofreu. 

A equipa afirmou que está contente por ele e é uma boa noticia para ser dada antes da prova desta noite na oval de Gateway, em St. Louis, a antepenúltima prova do campeonato IndyCar.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Noticias: Wickens foi novamente operado

Robert Wickens foi operado esta sexta-feira de madrugada ao braço direito e aos tornozelos, três dias depois da sua operação à coluna vertebral. De acordo com um comunicado da IndyCar, as operações aconteceram sem grandes problemas, mas continuam a afirmar que "a lesão na medula espinal de Wickens segue com gravidade indeterminada".

Disseram também que foram feitos testes de precaução e não foram detectadas novas lesões nessa zona. 

Por agora, nada ainda foi indicado sobre as possibilidades de recuperação e reabilitação do piloto de 29 anos, que estava a fazer a sua temporada de estreia na IndyCar Racing pela Sam Schmidt. No passado domingo, durante as 500 Milhas de Pocono, o canadiano sofreu um forte contato com Ryan Hunter-Reay, que o espremeu para o muro, rebentou a grade de proteção e voltou em seguida para a pista. 

O acidente envolveu maus seis pilotos, entre eles James Hintchcliffe e Pietro Fittipaldi, mas nenhum deles necessitou de tratamento hospitalar.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Indycar: Schmidt esperançoso por Wickens

Sam Schmidt, o patrão da equipa com o mesmo nome, elogia o socorro que tem vindo a ser prestado pelos médicos da IndyCar pelo auxilio prestado ao canadiano Robert Wickens, que sofreu um grave acidente na oval de Pocono. O canadiano de 30 anos sofreu lesões nos tornozelos e braço direitos, bem como lesões na coluna do qual foi já operado. Schmidt, que sofreu um grave acidente em 1999 na Florida, que o deixou paralisado do pescoço para baixo, à semelhança de Frank Williams, espera que ele possa recuperar totalmente das suas lesões e volte a competir, embora não diga ainda se o vai substituir até ao final da temporada. 

"Todos os especialistas estão a participar, todos os protocolos que a IndyCar faz - não posso deixar de elogiar a equipa de segurança da IndyCar e como eles trabalham com os hospitais e cirurgiões locais - e todos fizeram um trabalho fantástico", começou por dizer Schmidt à motorsport.com.

Os médicos estão a fazer tudo o que podem, tudo o que precisa fazer por alguém depois de um acidente tão violento quando as circunstâncias levam o carro e o corpo humano até ao limite absoluto. Depois que as outras lesões [nas extremidades inferiores e nos braços] forem resolvidas, podemos esperar que Robbie se mude para Indy [o Hospital Metodista de Indianápolis para reabilitação] - isso seria o ideal.

Perguntado se, caso todas as cirurgias e reabilitação forem bem-sucedidas, ele acredita que Wickens possa voltar para a IndyCar Series, Schmidt disse: “Espero que sim. Eu só conheço o Robbie há cerca de um ano, mas ele é o tipo de pessoa para quem o automobilismo é a sua vida, ele está realmente a gostar da IndyCar, ele gosta da atmosfera e da qualidade da competição. Parecia-se adequar a ele tão bem."

Então, se ele acha que ainda pode ser competitivo, não tenho dúvidas de que ele voltaria. Ele é o tipo de pessoa comprometida e motivada que pode superar grandes contratempos”, concluiu.

Schmidt falou emocionalmente sobre os acidentes do passado, desde 2011, quando sofreu o acidente fatal de Dan Wheldon, em Las Vegas, passando pelo acidente de Mikhail Aleshin três anos depois, em Fontana, e depois o acidente de James Hintchcliffe em 2016, nos treinos para as 500 Milhas de Indianápolis, onde o canadiano sofreu uma ruptura numa veia nas pernas que quase lhe custou a vida.

"Ninguém na nossa equipa está nesse nisto pelo cheque: eles têm uma paixão que os deixa aturar tanto tempo na estrada e aprendem a conviver uns com os outros. Nós temos esse vínculo porque somos corredores e queremos vencer todo o tempo, e correr bem, no fim de semana, nos finais de semana, só aumenta essa intensidade.E Robbie já se tornou uma parte tão intrínseca disso, apesar de ser um novato na IndyCar", continuou Schmidt, descrevendo seu último craque que não apenas marcou uma pole em sua estreia no IndyCar, mas também quatro pódios.

Ele é um piloto tão talentoso que faz com que todos os membros da equipe aumentem a fasquia, mais alto do que nunca, e você o vê nas paragens nas boxes, no desenvolvimento do chassis e assim por diante. Ele testa as pessoas, mas também os inspira e isso também aproxima os membros da equipa.E é [por isso] que torna esse tipo de situação muito pior", suspirou.

"Todos nós reconhecemos seus talentos e não sabemos se ele poderia ter conseguido o terceiro ou quarto lugar no campeonato este ano, mas ele teria dado uma grande chance. Esse é apenas um desempenho fantástico de um novato, por mais que ele tivesse experiência em outras séries”, concluiu.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Noticias: Wickens submetido a uma operação à coluna

O canadiano Robert Wickens foi esta manhã submetido a uma operação à coluna no Lehigh Valley Hospital – Cedar Crest para estabilizar uma lesão espinal ao nível toráxico. Segundo os médicos, a operação correu bem, mas nas próximas semanas, o canadiano de 30 anos passará por outras cirurgias para minorar as feridas sofridas nos tornozelos.

Hastes e parafusos de titânio foram colocados com sucesso na coluna de Wickens durante a intervenção cirurgica, que foi realizada sem complicações. A gravidade da lesão medular é neste momento, indeterminada", começou por dizer o comunicado oficial do hospital.

Wickens deverá passar por novas cirurgias para tratar fraturas em suas extremidades inferiores e no antebraço direito. Ele permanece em condição estável. Outras atualizações serão fornecidas quando disponíveis", concluiu o comunicado.

Recorde-se que Wickens sofreu uma colisão com Ryan Hunter-Reay durante a sétima volta da corrida que aconteceu na oval de Pocono, onde bateu com o seu carro nas redes de proteção, causando uma carambola onde foram envolvidos mais pilotos, entre os quais James Hintchcliffe e Pietro Fittipaldi, nenhum deles sofrendo ferimentos graves.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

A situação de Robert Wickens

O canadiano Robert Wickens ficou gravemente ferido ontem à tarde durante as primeiras voltas da prova de Pocono, no estado da Pensilvânia, a contar para a IndyCar Series. O piloto de 29 anos sofreu fraturas nos dois tornozelos, no braço direito, tem uma lesão na coluna vertebral e uma contusão pulmonar, segundo conta a equipa Schmidt Peterson no seu comunicado oficial.

"O piloto da Schmidt Peterson Robert Wickens está sendo tratado por lesões nas pernas, no braço direito e na coluna vertebral depois do acidente nas 500 Milhas de Pocono. O piloto também sofreu uma contusão pulmonar e vai passar exames de imagem e provavelmente por cirurgia no Hospital Lehigh Valley Medical", comunicou.

Paul Tracy, ex-piloto e agora comentarista, contou na sua conta do Twitter os pormenores referidos no primeiro parágrafo, afirmando também que espera por mais exames antes de ser operado.

Dos outros envolvidos no acidente, James Hintchcliffe e Pietro Fittipaldi também sofriam algumas dores, o primeiro no braço esquerdo, e o neto de Emerson Fittipaldi num dos tornozelos que fraturou durante os treinos das Seis Horas de Spa-Francochamps, em maio, mas ambos não apresentaram mais cuidados.

Para Wickens, era a sua temporada de estreia na IndyCar depois de vários anos na Europa, os últimos cinco da DTM (na foto, em 2016), onde venceu por cinco vezes e teve como melhor resultado um quarto lugar na temporada de 2016. Antes disso, passou na Formula 2, onde foi vice-campeão em 2010 e na GP3, onde foi vice-campeão em 2011. Em 2013, esteve na Formula 3.5, onde acabou como campeão.

Na sua temporada de estreia na IndyCar, subiu ao pódio por quatro vezes e fez a pole-position em St. Petersburg, sendo dos poucos "rookies" a fazer a pole-position na sua corrida de estreia. Seguia no sexto lugar no campeonato e era candidato principal a "Rookie do Ano".

terça-feira, 25 de agosto de 2015

The End: Justin Wilson (1978-2015)

O britânico Justin Wilson morreu na madrugada desta terça-feira no Leligh Valley Health Network, em Allentown, na Pennsilvânia, após ter sofrido um grave acidente no dia anterior durante a corrida na oval de Pocono, penultima prova da IndyCar deste ano. O piloto britânico de 37 anos sofreu um impacto com o destroço de uma asa na sua cabeça, proveniente do carro de Sage Karam, que se tinha acidentado momentos antes numa das curvas da pista. Transportado de imediato para o hospital, nunca mais conseguiu recuperar a consciência. O piloto deixa viúva e duas filhas. 

Justin Boyd Wilson nasceu a 31 de julho de 1978 em Sheffield, na Grã-Bretanha. Irmão mais velho de Stephan Wilson (ambos tem uma diferença de dez anos de idade), a sua carreira começou nos karts em 1987, antes de passar para a Formula Vauxhall num dos carros inscritos pela Paul Stewart Racing, até chegar à Formula Palmer Audi em 1998, sendo o primeiro campeão da categoria. Isso fez com que passasse logo para a Formula 3000 internacional, e após uma adaptação por parte da Astromega e da Nordic Racing, onde se sagrou campeão em 2001, com três vitórias e sete pódios.

Parecia que a Formula 1 seria o passo seguinte, mas a altura de Wilson era um obstáculo: tinha 1.93 metros! Assim sendo, correu na World Series by Nissan (a antecessora da World Series by Renault), onde venceu em duas corridas, em Valencia e Interlagos. E foi também piloto de testes da Minardi.

No ano seguinte, teve a sua estreia na Formula 1, pela Minardi, sem resultados de relevo, até que a meio da temporada, foi chamado para substituir o brasileiro António Pizzonia, para as cinco corridas finais dessa temporada. Isso deu resultado, pois entrou nos pontos na corrida de Indianápolis, no oitavo lugar. Contudo, o seu lugar foi ocupado pelo austriaco Christian Klien, pois a Jaguar ter dito que queria um piloto pago para a sua equipa em 2004.

Assim sendo, passou para a CART, onde foi correr para a Conquest Racing, onde após uma primeira temporada de adaptação, passou para a RUSport, onde venceu duas corridas e terminou no terceiro lugar do campeonato. Em 2006 venceu mais uma corrida e seis pódios, terminando no segundo lugar, repetindo o feito em 2007, sempre atrás do francês Sebastien Bourdais.

Com a união entre a CART e a IRL, Wilson foi em 2008 para a Newman-Haas, vencendo uma corrida em Detroit e acabando na 11ª posição do campeonato, com mais um pódio, em Edmonton. No ano seguinte, passou para a Dale Coyne Racing, onde venceu em Watkins Glen, conseguindo também mais um pódio, acabando a temporada no nono lugar.

Nas duas temporadas seguintes - 2010 e 2011 - Wilson foi para a Dreyer & Rehinbold, não foram muito felizes, tendo acabado por não fazer a totalidade da temporada de 2011, após a corrida de Nid-Ohio. Em 2012 regressou à Dale Coyne, onde venceu no Texas, antes de ter a melhor temporada de sempre na IndyCar, sendo sexto classificado, com quatro pódios - sem vitórias - e um quinto lugar nas 500 Milhas de Indianápolis, sua melhor classificação até agora.

Ficando de fora da IndyCar após uma decepcionante temporada de 2014, ele foi para a Andretti Autosport em 2015, correndo em part-time, onde alcançou o segundo lugar em Mid-Ohio, a corrida antes de Pocono. 

Para além disso, Wilson participou em algumas competições de Endurance. Em 2004, participou nas 24 Horas de Le Mans num Dome-Judd da Racing for Holland, ao lado de Ralph Firman e Tom Coronel, onde não chegou ao fim. Em 2006 e 2008 correu as 24 Horas de Daytona, antes de vencer em 2012, ao lado de A.J. Allmendinger e do brasileiro Oswaldo Negri. Para além disso, ainda nesse ano, participou na ronda dupla de Surfers Paradise dos V8 SuperCars. No ano seguinte, terminou no terceiro lugar nas 24 Horas de Daytona, de novo ao lado de Allmendinger e Negri, bem como o austrialiano Marcos Amborse e o americano John Pew.

E em maio deste ano, participou na ronda de Moscovo da Formula E, onde ao serviço da Andretti Autosport, terminou na décima posição. 

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Noticias: Justin Wilson continua em coma

A IndyCar lançou esta tarde um novo boletim médico sobre a sua condição física de Justin Wilson, afirmando que o piloto britânico de 37 anos continua em com e em estado critico, pouco mais de 18 horas após o seu acidente durante a prova de Pocono. O piloto da Andretti Autosport foi atingido por uma peça do automóvel de Sage Karam quando faltavam vinte voltas para o final da corrida, vencida por Ryan Hunter-Reay.

"O piloto Justin Wilson continua hospitalizado em estado de coma no Lehigh Valley Health Network Cedar Hospital em Allentown, Pensilvânia, após ter sofrido um grave traumatismo durante a corrida de domingo no Pocono Raceway. Ele permanente em condição critica", começa por dizer o comunicado oficial da Indycar.

"Quaisquer atualização do estado de saúde do piloto será dado oportunamente", concluiu.

Justin Wilson é o quarto piloto da Andretti Autosport, correndo em part-time nesta temporada, onde conseguiu como melhor resultado um segundo lugar na corrida anterior, em Mid-Ohio.  

domingo, 23 de agosto de 2015

Youtube Motorsport Crash: o acidente de Justin Wilson em Pocono

A corrida de Pocono, penultima prova da IndyCar Series, terminou mal para Justin Wilson, que levou com um pedaço de destroço do carro de Sage Karam, nas voltas finais. Wilson, de 37 anos e com passagem pela Formula 1 em 2003 - ao serviço da Jaguar - levou com o que aparenta ser um pedaço de asa do carro de Karam, após este ter batido na cuva 3 da tri-oval californiana.

Levado para o hospital, nada se sabe ainda do seu estado de saúde, mas pelo impacto que o objeto teve no carro, faz lembrar dos episódios passados em 2009 por Felipe Massa, na Hungria (com uma mola do carro de Rubens Barrichello) e pelo britânico Henry Surtees, em Brands Hatch (com o pneu do piloto Jack Clarke), e que resultou na sua morte.

Karam também foi transportado para o centro médico, com a suspeita de uma fratura num dos seus pés. A corrida foi ganha por Ryan Hunter-Reay, da Andretti, mas Michael Andretti estava mais preocupado com Wilson, que também é seu piloto.

sábado, 22 de agosto de 2015

Youtube Motorsport Crash: o acidente de Charlie Kimball em Pocono


A qualificação para a prova de Pocono, a última oval da temporada na IndyCar acabou por ser marcada pelo forte acidente do americano Charlie Kimball, da Chip Ganassi Racing, teve no muro. Retirado do carro, sofreu algumas escoriações, mas nada de grave.

Em pior estado ficou o carro, e vai ter de recorrer a um de reserva para amanhã.


Quando à qualificação, o melhor foi Hélio Castro Neves, que alcançou a sua 49ª pole-position da sua carreira.