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quinta-feira, 14 de julho de 2016

A imagem do dia

Jeff Krosnoff, durante o fim de semana da corrida de Toronto, prova a contar para o campeonato CART. Há precisamente vinte anos, durante a corrida canadiana, Krosnoff teve o seu acidente mortal, após uma colisão com o carro de Stefan Johansson que o fez bater contra o muro de proteção e um poste, matando também um comissário de pista, Gary Arvin de seu nome. Krosnoff tinha 31 anos.

Nascido a 24 de setembro de 1964, sempre quis ser piloto profissional, mesmo enquanto estudava Administração no UCLA californiano. Em 1989, ele foi para o Japão, para correr na Formula 3000, junto de uma legião estrangeira constituida por pilotos como Heinz-Harald Frentzen, Eddie Irvine, Mika Salo, e o austríaco Roland Ratzenberger. E para além disso, correu em pelo menos quatro edições das 24 Horas de Le Mans, tendo sido segundo classificado em 1994, ao lado de Eddie Irvine e Mauro Martini, num Toyota da equipa SARD.

Em 1996, Krosnoff foi para a CART, pela Arciero. A equipa tinha um Reynard com motor Toyota, mas o piloto lutava contra um carro pouco competitivo. E foi no fundo do pelotão que ele estava a três voltas do fim, quando tocou no carro de Johansson. Era a primeira morte na CART desde o filipino Jovy Marcello, nas 500 Milhas de Indianápolis de 1992.

A corrida foi imediatamente interrompida, e a vitória tinha sido atribuida ao mexicano Adrian Fernandez, que tinha ganho a sua primeira corrida na CART. Uma maneira triste de comemorar um evento destes.

sábado, 13 de junho de 2015

Youtube Racing Crash: o acidente de Nelson Piquet Jr. e RC Enerson em Toronto

A primeira prova da IndyCar em Toronto acabou mal para Nelson Piquet Jr. e RC Enerson quando ambos os pilotos tocaram-se na travagem para a curva. O piloto americano voou com o seu carro e bateu nas redes de proteção e de pneus, num acidente arrepiante, a lembrar Jeff Krosnoff 19 anos antes.

Contudo, ao contrário de Krosnoff, que teve um desfecho fatal, Enerson safou-se sem grandes ferimentos, tal como Piquet Jr, que infelizmente sofreu danos na suspensão e não terminou a corrida. O grande vencedor foi outro piloto americano, Spencer Pigot

segunda-feira, 8 de junho de 2015

O ecletismo de Nelson Piquet Jr.

Este ano, Nelson Piquet Jr já andou de Formula E e nos carros da GRC Global (uma espécie de rallycross americano), e esta segunda-feira, soube-se que ele iria correr pela Carlin na ronda de Toronto da Indy Lights. O anuncio foi feito esta tarde na conta oficial da equipa no Twitter.

"Estou muito empolgado em estrear na Indy Lights com a Carlin. Em mais de 20 anos de carreira, tive a oportunidade de guiar os mais diferentes carros de corrida e esta será uma experiência nova para mim. Gosto muito de pilotar monopostos, mas ainda não tinha acontecido em uma série da América do Norte, então Toronto vai ser muito bacana. Mal posso esperar para sentar no carro e ver o que podemos fazer", afirmou Piquet Jr no comunicado oficial da equipa.

"Na ausência do Max, nossa meta era outro piloto forte para empurrar a equipa para frente", frisou Trevor Carlin. "Sabemos que, a despeito de não ter experiência na Indy Lights, Nelson vai forçar o máximo desde o início, e é isso que buscamos no fim de semana. Conhecemos o Nelson como adversário desde 2004, quando conquistou a F3 Britânica. Ele mostrou na Fórmula E que é um mestre de circuitos de rua, então estou ansioso para ver o que Nelson e Ed podem fazer juntos em Toronto.", concluiu.

Piquet Jr, que este sábado venceu a corrida de Moscovo da Formula E, vai substituir o britânico Max Chilton, que no próximo fim de semana estará nas 24 Horas de Le Mans ao serviço da Nissan. Com ele na luta pelo título na categoria elétrica, que terminará no final do mês, a disponibilidade do filho de Nelson Piquet é grande, pelo menos até ao inicio da nova temporada da Formula E, que deverá começar por alturas do final do verão.  

domingo, 20 de julho de 2014

Youtube Racing Crash: o acidente de Montoya e Aleshin em Toronto


O fim de semana da IndyCar em Toronto está a ser dos mais complicados da história recente da categoria. Com uma tempestade que fez adiar a primeira corrida para domingo (e até fez despistar o Pace Car!), as corridas de hoje foram tudo menos calmas, devido às ameaças de chuva. E numa dessas situações, Juan Pablo Montoya bateu no muro de pneus, mas para piorar as coisas, o russo Mikhail Aleshin teve o seu carro enfiado... por baixo do carro do colombiano.

Foi assustador, de facto, mas Aleshin nao sofreu ferimentos. Mas mostrou as marcas da borracha na sua viseira, o que é arrepiante. 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Youtube Animal Collision: O sangue-frio do piloto perante a gaivota...

Esta aconteceu no inicio do mês no circuito urbano de Toronto, numa corrida da chamada Speed Super Trucks. O piloto em questão, Justin Lofton, estava a liderar a corrida quando de repente, vindo de "sabe se lá onde", uma gaivota que não evita a colisão com o camião. 

Lofton, passado o susto, não perdeu a compostura e deitou fora o animal, que infelizmente, não sobreviveu à colisão. Quanto ao piloto - que liderava a corrida - conseguiu levar o carro até à vitória. Deve-se agradecer ao seu sangue-frio...

Vi isto no Jalopnik.

domingo, 18 de julho de 2010

IndyCar: Will Power vence em Toronto

Foi uma corrida um pouco mais movimentada do que o normal, mas no final, o australiano Will Power conseguiu evitar as armadilhas e venceu a corrida de Toronto, a quarta do ano, e ampliando cada vez mais a liderança do campeonato 2010 da IndyCar Racing.

A corrida foi agitada, teve sete bandeiras amarelas ao longo dela, grande parte delas a acontecerem quase no mesmo local. No começo, Power, que era o segundo na grelha, perdeu esse lugar, caindo para o sétimo lugar, no final da primeira volta. Atrás de Justin Wilson, Helio Castro Neves e Ryan Hunter-Reay esperavam por uma melhor oportunidade, algo que não aconteceu nas primeiras dezasseis voltas, até que o carro de Takuma Sato bateu no muro, causando a primeira situação de bandeiras amarelas.

Por essa altura, todos menos Paul Tracy e Vitor Meira, aproveitaram para ir às boxes fazer o seu primeiro reabastecimento. Quando a corrida recomeçou, esta durou apenas mais alguns metros, pois quando Castro Neves tentou passar o seu compatriota Vitor Meira, tocou na sua roda traseira, bateu no muro e acabou nos pneus. Apesar de sair sem problemas do carro, a sua corrida terminava ali.

Cinco voltas mais tarde, a corrida recomeçou... mas por pouco tempo. O brasileiro Mario Romancini e o britânico Alex Lloyd tocaram-se e foram ao muro, causando nova saída do Pace Car. A partir daqui, e após mais uma nova relargada efémera e consequente nova batida no muro, de novo com Mario Romancini e Mario Moraes, que acabou por abandonar de vez a corrida.

Na largada, formou-se um trio de pilotos constituido por Dario Franchitti, Will Power e Justin Wilson, que se destacaram do pelotão, e com o piloto da Penske a pressionar fortemente o da Chip Ganassi, e foram estes os pilotos que animaram a corrida até ao fim. Na volta 54, Franchitti parou, seguido por Wilson e Power, com o inglês e ficar na frente e a imprimir um riutmo forte, no sentido de se afastar dos outros, abrindo uma vantagem de três segundos.

Contudo, nova situação de bandeiras amarelas, causado pelo toque entre Raphael Matos e Marco Andretti, que acabou por fazer rodar o brasileiro e a ser abalroado pelo venezuelano Ernesto Viso, causando nova amostragem de bandeiras amarelas, a sexta da corrida. Na nova relargada, Power foi agressivo e passou Wilson, que pouco depois se despistou, perdendo algumas posições. Essa manobra foi a decisiva, pois pouco depois, nova batida e a neutralização da corrida até a oito voltas do final.

Na meta, Power comemorava a quarta vitória do ano, acompanhado no pódio por Franchitti e de Hunter-Reay. Tony Kanaan foi o melhor brasileiro, no quarto posto, à frente de Graham Rahal e Danica Patrick, a melhor representeante feminina. Justin Wilson foi sétimo e Simona di Silvestro teve a sua melhor posição do ano, acabando no nono lugar. A IndyCar regressa na próxima semana, quando correr em Edmonton, a segunda pista canadiana do calendário.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

CART - Ronda 7, Toronto

Só sobrevivem os mais capazes. E numa corrida onde houve de tudo, desde o vaivém da chuva a carambolas em catadupa, o vencedor (ou dizendo melhor, o sobrevivente) foi o australiano Will Power, à frente do suiço Neel Jani e do britânico Justin Wilson. Bruno Junqueira foi qunto, numna prova onde somente sete (!) carros cheagaram ao fim. É o que dá ter uma grelha reduzida...

A largada, em pista seca, começou com uma carambola, envolvendo cinco pilotos. O mais conhecido e não menos desastrado deles todos foi Paul Tracy. Tristan Gommendy, Jan Heylen, Katherine Legge e Alex Figge também disseram adeus à prova. Depois, quem tomou o comando foi o catalão Oriol Serviá, que ficou assim até meio da corrida, altura em que começou a chover. Primeiro fraca, o que deixou os pilotos na dúvida, mas depois começou a chover com mais intensidade, complicando a vida aos pilotos. Dan Clarke, Graham Rahal e o líderr, Oriol Serviá, despistaram-se.


Com isso, Will Power assumiu o comando, para não mais o largar. Mas as confusões continuaram, sendo o mais importante o toque entre Sebastian Bourdais e Robert Doornbos. O francês ficou pelo caminho, mas o holandês continuou, terminando na sexta e penútima posição. E essa posição foi importante, pois é devido a ela que comanda isolado o campeonato CART, três pontos a mais do que a dupla Sebastian Bourdais/Will Power.


A próxima prova é em Edmonton, dentro de 15 dias.