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quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Noticias: Chadwick correrá na Indy Lights com a Andretti


A britânica Jamie Chadwick, tricampeã da W Series, será piloto da Andretti Autosport para a temporada de 2023 da Indy NXT, a nova designação da Indy Lights.  A piloto, de 24 anos, continuará, contudo, a ter tarefas como piloto de desenvolvimento na Williams, enquanto estiver nos Estados Unidos, competindo para conseguir um lugar na categoria principal e participar as 500 Milhas de Indianápolis, por exemplo.

Estou muito animada por me juntar à Andretti Autosport para a temporada 2023 Indy NXT com a DHL”, começou por dizer, no comunicado oficial da equipa. "Meu objetivo é sempre me desafiar e continuar minha progressão como piloto e isso representa não apenas um grande passo, mas também um grande passo em direção ao meu objetivo de competir nas categorias mais altas de monolugares. A posição da Andretti Autosport no desporto é incomparável e espero trazer mais sucesso para uma equipa tão prestigiada. Mal posso esperar para começar.

A britânica testou recentemente com a equipa Andretti em Sebring e impressionou os presentes.

A Andretti Autosport tem orgulho de apoiar Jamie ao lado da DHL para a temporada 2023 do Indy NXT”, disse Michael Andretti. “A carreira de sucesso de Jamie fala por si, mas Indy NXT dará a ela a oportunidade de continuar o seu desenvolvimento num novo tipo de corrida. A DHL é um parceiro de longa data; estamos felizes em recebê-los na série Indy NXT e empolgados em receber Jamie na equipa. Conquistamos cinco campeões do Indy NXT ao longo dos anos e esperamos continuar nosso papel no desenvolvimento de novos talentos”.

A Indy NXT terá 14 rondas em 2023, que começarão em St. Petersburg, na Florida. 

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Noticias: Andretti irá providenciar um teste a Chadwick


A Andretti Autosport anunciou que irá providenciar um teste a Jamie Chadwick, a piloto da W series que está a dominar o campeonato deste ano, a caminho do seu tricampeonato. Piloto de testes da Williams, a piloto andará num chassis da Indy Lights em setembro em Sebring, na Florida, para poder ser avaliada nas suas capacidades. 

Ela estará testando em Sebring a 21 de setembro”, disse o COO da Andretti, Rob Edwards, à publicação americana racer.com.Estamos empolgados em dar a ela uma oportunidade. Ela é claramente a piloto dominante na W Series e, em nossa opinião, merece uma chance de traduzir isso para o próximo passo em sua carreira.”, continuou.

Chadwick, de 24 anos, domina a W Series desde a sua constituição, em 2019, e tem sido a recordista da competição em termos de vitórias - tem onze - bem como pole-positions, com dez, 18 pódios e seis voltas mais rápidas. Em 2022, lidera a competição com 143 pontos, 45 na frente de Beitske Visser e Alice Powell.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Youtube Racing Finish: O final emocionante na Indy Lights

As corridas da Indy Lights em Indianápolis são sempre emocionantes - e por vezes são uma amostra do que acontecerá na corrida maior, no domingo. Foi o que aconteceu esta tarde, quando os britânicos Dean Stoneman e Ed Jones lutaram na última volta pela vitória. E acabaram por pouco mais de... dois milésimos de segundo entre eles. Com vantagem para Stoneman.

domingo, 19 de julho de 2015

A foto do dia

Quis o destino que Max Chilton estivesse a correr no Iowa no dia em que foi anunciada a morte de Jules Bianchi. O seu antigo companheiro de equipa nos tempos da Marussia, em 2013 e 2014, decidiu este ano tentar a sua sorte na Indy Lights, antes de passar para a categoria seguinte, com a Carlin. E a memória do piloto francês certamente o inspirou para que conseguisse um fim de semana de sonho, ao fazer a pole-position e vencer a corrida deste sábado. E foi uma dobradinha, pois Ed Jones, seu companheiro de equipa, foi o segundo classificado.

"Realmente, queria ganhar esta corrida. Não há muito mais a dizer. Sempre estive atrás dele (Bianchi) nos últimos dois amos e aprendi muito com ele", afirmou no final da corrida.

Pelo menos, a homenagem está feita. Acho que ele teria ficado contente.

sábado, 13 de junho de 2015

Youtube Racing Crash: o acidente de Nelson Piquet Jr. e RC Enerson em Toronto

A primeira prova da IndyCar em Toronto acabou mal para Nelson Piquet Jr. e RC Enerson quando ambos os pilotos tocaram-se na travagem para a curva. O piloto americano voou com o seu carro e bateu nas redes de proteção e de pneus, num acidente arrepiante, a lembrar Jeff Krosnoff 19 anos antes.

Contudo, ao contrário de Krosnoff, que teve um desfecho fatal, Enerson safou-se sem grandes ferimentos, tal como Piquet Jr, que infelizmente sofreu danos na suspensão e não terminou a corrida. O grande vencedor foi outro piloto americano, Spencer Pigot

segunda-feira, 8 de junho de 2015

O ecletismo de Nelson Piquet Jr.

Este ano, Nelson Piquet Jr já andou de Formula E e nos carros da GRC Global (uma espécie de rallycross americano), e esta segunda-feira, soube-se que ele iria correr pela Carlin na ronda de Toronto da Indy Lights. O anuncio foi feito esta tarde na conta oficial da equipa no Twitter.

"Estou muito empolgado em estrear na Indy Lights com a Carlin. Em mais de 20 anos de carreira, tive a oportunidade de guiar os mais diferentes carros de corrida e esta será uma experiência nova para mim. Gosto muito de pilotar monopostos, mas ainda não tinha acontecido em uma série da América do Norte, então Toronto vai ser muito bacana. Mal posso esperar para sentar no carro e ver o que podemos fazer", afirmou Piquet Jr no comunicado oficial da equipa.

"Na ausência do Max, nossa meta era outro piloto forte para empurrar a equipa para frente", frisou Trevor Carlin. "Sabemos que, a despeito de não ter experiência na Indy Lights, Nelson vai forçar o máximo desde o início, e é isso que buscamos no fim de semana. Conhecemos o Nelson como adversário desde 2004, quando conquistou a F3 Britânica. Ele mostrou na Fórmula E que é um mestre de circuitos de rua, então estou ansioso para ver o que Nelson e Ed podem fazer juntos em Toronto.", concluiu.

Piquet Jr, que este sábado venceu a corrida de Moscovo da Formula E, vai substituir o britânico Max Chilton, que no próximo fim de semana estará nas 24 Horas de Le Mans ao serviço da Nissan. Com ele na luta pelo título na categoria elétrica, que terminará no final do mês, a disponibilidade do filho de Nelson Piquet é grande, pelo menos até ao inicio da nova temporada da Formula E, que deverá começar por alturas do final do verão.  

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A foto do dia (II)

Cinquenta anos de vida é o que Pedro Matos Chaves comemora hoje. Se muitos se lembram da sua passagem pela Formula 1 ao serviço da Coloni, em 1991, eu sei que ele depois foi para os Estados Unidos e andou uns anos na Indy Lights, onde o seu melhor resultado foi em 1995, quando venceu a corrida de Vancouver. Tudo isso num ano em que o grande favorito era um jovem local chamado Greg Moore. que era de... Vancouver!

Chaves conhecia-o desde os seus 16 anos e nesse ano, tinha por fim tudo a dar certo: os cigarros Players, uma equipa de topo e vitórias em todos os circuitos até a aquele circuito de rua, no final de agosto de 1995.

Nos treinos, ele tinha sido o terceiro, apenas superado por Moore e Robbie Buhl, e na partida, parecia que iria ser o mesmo filme, com ele o vencedor, e Chaves no segundo lugar. Contudo, na volta 30, um acidente coloca o Pace Car na pista e todos ficam juntos. A seguir, ele conta isto, numa historieta que contou em 2013 à Autosport portuguesa:

"No recomeço, eu sabia que era mais rápido que ele com as pressões de pneus que tinha (diferentes das dele), pelo que tinha que o passar nas duas primeiras voltas já que depois disso ele voltaria a ser mais rápido e ia-se embora. Foi então que nessa segunda volta, depois do recomeço, planei tudo para passá-lo no único sítio onde sabia que conseguiria, num gancho antecedido por uma ligeira curva (tipo a da reta interior do Estoril). Mas ele surpreendeu-me! Não fez aquela ligeira curva a fundo e eu bati-lhe na traseira a 270 km/h, acertando-lhe na caixa de velocidades! Isso fez com que no gancho, 200 metros depois, onde era preciso reduzir de 6ª para 2ª, o Greg fosse em frente e eu ficasse à frente nas 17 voltas seguintes e acabasse por ganhar.

No final, o público, furioso, só me fazia aquele gesto obsceno com um dedo e eu todo satisfeito, dentro do monolugar, a pensar que me estavam a apoiar e a dizer que eu era o primeiro! Devido a um diferendo que Portugal tinha na altura com a quota de pescas com o Canadá, no mar dos Açores, o título num dos jornais do dia seguinte foi até “Portugal não é apenas maldoso nas pescas!”, mas, de facto, só toquei mesmo no Greg porque ele não fez a curva a fundo, provavelmente porque ainda não tinha a pressão dos pneus na temperatura ideal. Nunca mais esqueci a corrida, ainda mais depois de ele falecer no terrível acidente de 1999, em Fontana, na CART."

A carreira de Chaves foi extensa e rica. Não só venceu corridas em pistas e na Endurance como venceu dois campeonatos nacionais... de ralis, a bordo de um Toyota Corolla WRC, em 1999 e 2000. Muitos anos antes de Robert Kubica, o que prova que os pilotos de pista até se adaptam bem aos ralis, apesar da estreita margem de erro.

Mas o que interessa é dar os parabéns a esta lenda.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Youtube Motrosport Crash: O acidente de Chase Austin na Freedom 100


A corrida da Indy Lights Freedom 100, que aconteceu esta tarde no "Brickyard", teve uma chegada ao milimetro, como aconteceu no ano passado, mas também teve um acidente bem feio, com o americano Chase Austin a ter um impacto bem feio contra o muro interno, do qual só saiu com um pulso magoado.

O carro desfez-se completamente, mas ele saiu praticamente incólume. Mais uma prova da segurança que estes carros têm...

Youtube Motorsport Racing: A chegada milimétrica da Freedom 100

Tal como aconteceu no ano passado, a chegada da corrida da Freedom 100, a corrida da Indy Lights que serve de abertura ao fim de semana automobilístico na Indianáppolis Motor Speedway, foi ao milimetro. Gabriel Chaves, que no ano passado foi um dos derrotados - por milimetros - de uma corrida vencida por Carlos Muñoz, este ano levou a melhor - por milimetros, também - sobre o "rookie" Matthew Brabham, filho de Geoff Brabham e claro, neto de Jack Brabham.

Eis o video da chegada ao milimetro. Boa maneira de começar o fim de semana automobilístico...

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Youtube IndyCar Demonstration: O circuito de estrada de Indianápolis

Pela primeira vez na sua história, o mês dedicado às 500 Milhas de Indianápolis terá uma corrida a 10 de maio na pista que foi construída dentro da oval existente na Indianápolis Motor Speedway. Como sabem, essa pista foi feita no inicio do século para acolher a Formula 1, que lá passou por ali entre 2000 e 2008, mas teve modificações posteriormente para a Moto GP.

Contudo, este ano, esta sofreu mais modificações para acolher esta corrida inédita, e que se espera que sirva para enriquecer mais o calendário de uma das catedrais do automobilismo americano.

Aproveitem e vejam o vídeo, captado do carro guiado por Sebastien Bourdais.

domingo, 13 de abril de 2014

Youtube Indy Light Crash: A sorte de Lloyd Read

Para o piloto britânico Lloyd Read, um segundo é a diferença entre a sorte e o azar. E ele teve hoje toda a sorte do mundo... aconteceu na ronda de St. Petersburg da Indy Lights, há duas semanas.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Youtube Motorsport Classic: A corrida da vida de Pedro Chaves

A Autosport portuguesa perguntou ao Pedro Matos Chaves, lendário piloto português dos anos 80 e 90, qual foi a corrida da sua vida. E se ele não falou da Formula Ford ou da Formula 3000 - e esqueçamos a Formula 1! - ele afirmou que foi uma corrida do Canadá, nos tempos da Indy Lights.

A razão é simples: foi em 1995, e nessa temporada, Greg Moore ganhava tudo, e o facto de Chaves ter ganho em Vancouver, que era a "corrida caseira" do lendário piloto canadiano, teve um sabor de vingança, especialmente pela "recepção" dos canadianos, quer na volta de desaceleração, quer depois no pódio.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Dailymotion Indy Lights Race: Veja a chegada da Freedom 100


2013 Indy Lights Freedom 100 Incredible 4-Wide... por Mattzel89
No mesmo dia do GP do Mónaco, iremos ver as 500 Milhas de Indianápolis. Mas esta sexta-feira aconteceu a corrida de Indy Lights, a Freedom 100. Num pelotão absolutamente encolhido - apenas onze carros à partida - o final foi absolutamente incrivel. Quatro carros separados por 0,0026 segundos cruzaram a meta, com o melhor a ser o irlandês Peter Dempsey. Ele veio de fora, do quarto lugar, e conseguiu surpreender os colombianos Carlos Muñoz e Gabby Chaves, e o americano Sage Karam.

Só mesmo no Brickyard, com aqueles carros. A Formula 1 não terá mais chegadas deste género... mas no domingo, quando os graúdos correrem, a história vai ser outra mais interessante.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Historieta do automobilismo: a unica vitória de Pedro Chaves nas Américas

Para quem lê isto no Brasil, posso dizer que o piloto português Pedro Matos Chaves tem longa e variada carreira, absolutamente versátil. Correu em monolugares, GT's, tentou qualificar-se em 13 corridas de formula 1 com o péssimo chassis da Coloni, mas também andou nas 24 horas de Le Mans, em corridas nos Estados Unidos e tornou-se... bi-campeão nacional de ralis! Entre muitas outras coisas.

Aos 48 anos, completados há poucos dias (27 de fevereiro), Chaves conta uma pequena história dos seus tempos em que correu na Indy Lights, mais concretamente em 1995, quando fez o seu melhor campeonato, vencendo uma corrida. Ironia das ironias, essa corrida foi alcançada na cidade canadiana de Vancouver, a terra natal do piloto que iria dominar o campeonato, um jovem de 20 anos chamado Greg Moore.

A vitória não foi sem alguma polémica, pois ele tocou na traseira do seu carro, e os estragos foram mais do que suficientes para que o canadiano seguisse em frente no final de uma reta e o português subisse ao lugar mais alto do pódio. 

Para que se perceba porque escolhi esta corrida entre tantas outras, é melhor contextualizá-la. Estávamos em 1995 e nesse ano participava na Indylights com a equipa Leading Edge num Lola-Buick. O grande favorito à vitória no campeonato era o Greg Moore, que já conhecia desde os meus 28 anos (quando cheguei ao EUA) e dos 16 dele, quando ele aceitou fazer um pacto comigo por não ter ainda carta: eu levava-o para todo o lado e ele indicava-me o caminho e apresentava-me às pessoas importantes! 

Mas em 1995 eu não tinha grandes ilusões: ele era a estrela e o favorito. Tinha conseguido o patrocínio da Players (tabaco), rodeara-se das pessoas certas e tinha um talento incrível (principalmente nas ovais) e, por isso, só perdeu duas corridas nesse ano. Desde abril que ganhava tudo e chegou a Vancouver (Canadá), a sua cidade natal, e esperava ganhar naturalmente mais uma vez. Mas não foi isso que aconteceu... 

Nos treinos fez a pole e eu arranquei de terceiro com o Robby Buhl entre nós. Rapidamente consegui passar o Buhl, mas o Moore foi-se embora e, num circuito muito rápido e técnico, à 30ª volta ela já me ‘tinha dado’ 4 segundos e não havia nada a fazer. Eis quando já tinha praticamente desistido da luta quando um acidente obriga à entrada do Safety Car… No recomeço, eu sabia que era mais rápido que ele com as pressões de pneus que tinha (diferentes das dele), pelo que tinha que o passar nas duas primeiras voltas já que depois disso ele voltaria a ser mais rápido e ia-se embora. Foi então que nessa segunda volta, depois do recomeço, planei tudo para passá-lo no único sítio onde sabia que conseguiria, num gancho antecedido por uma ligeira curva (tipo a da reta interior do Estoril). Mas ele surpreendeu-me! Não fez aquela ligeira curva a fundo e eu bati-lhe na traseira a 270 km/h, acertando-lhe na caixa de velocidades! Isso fez com que no gancho, 200 metros depois, onde era preciso reduzir de 6ª para 2ª, o Greg fosse em frente e eu ficasse à frente nas 17 voltas seguintes e acabasse por ganhar. 

No final, o público, furioso, só me fazia aquele gesto obsceno com um dedo e eu todo satisfeito, dentro do monolugar, a pensar que me estavam a apoiar e a dizer que eu era o primeiro! Devido a um diferendo que Portugal tinha na altura com a quota de pescas com o Canadá, no mar dos Açores, o título num dos jornais do dia seguinte foi até “Portugal não é apenas maldoso nas pescas!”, mas, de facto, só toquei mesmo no Greg porque ele não fez a curva a fundo, provavelmente porque ainda não tinha a pressão dos pneus na temperatura ideal. Nunca mais esqueci a corrida, ainda mais depois de ele falecer no terrível acidente de 1999, em Fontana, na CART.

sábado, 10 de março de 2012

Conheçam Carmen Jordá, a segunda mulher na GP3 Series

Três dias depois da Ocean Racing ter anunciado a sua participação na GP3 Series, a equipa de Tiago Monteiro e José Guedes anunciou os seus dois primeiros pilotos para a sua equipa. E são surpreendentes: a catalã Carmen Jordá e o irlandês Robert Cregan. Jordá, de 23 anos e uma carinha mais bonita do que a Victoria Piria, vai ser a segunda mulher a competir na categoria e colorir um pouco mais aquele "jardim zoológico". 

Claro, Jordá está feliz pela oportunidade concedida pela equipa portuguesa: “Estou muito satisfeita por este acordo especialmente por fazer parte de uma equipa tão experiente como a Ocean. Penso que poderemos desenvolver um bom trabalho em conjunto. Tenho a certeza que me vão ajudar a melhorar a minha performance. Estou ansiosa por testar o carro que será muito diferente do Indy Light a que estava habituada. Serei uma estreante na modalidade mas tenho a certeza que vou melhorar corrida a corrida. Não posso deixar de agradecer a todos aqueles que me ajudaram a montar este projecto”, disse a piloto espanhola.

É verdade: Jordá - que namora ou já namorou com Fonsi Nieto - tem quatro anos de Formula 3 Open, em Espanha, onde conseguiu vários pódios na categoria... secundária, depois de um ponto na categoria principal, graças a um nono lugar em 2009. E em 2010, foi tentar a sorte na Indy Lights, onde em cinco corridas, não conseguiu mais do que um décimo posto. Não sei o que andou a fazer em 2011, mas o fato de ter conseguido arranjar dinheiro para ir para a GP3 em 2012 pela Ocean me deixou algo surpreendido. Mas estes são os tempos, não é?  

Confesso o meu cepticismo em relação à possibilidade de se sobressair no meio dos 30 pilotos daquele zoológico, onde a diferença entre o primeiro e o último é de um mero segundo, mas desejo sorte para ela.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Youtube Motorsport: O acidente de Jorge Gonçalvez em Indianápolis



Não estava a ver a corrida mas li as primeiras impressões no Twitter: um acidente grande, com destroços por todo o lado. Agora que vejo o video, o acidente foi mesmo forte, mas parece que Jorge Gonçalvez não está muito ferido. Este aconteceu na saída da Curva 1, quando ele, o norueguês Anders Krohn e o americano Bryan Clauson disputavam posições. Para evitar o norueguês, o venezuelano tocou no muro, o que deve ter causado alguma quebra da suspensão frente/direita, pois ele for direito ao muro, sem que ele pudesse reagir com o carro.

O impacto foi forte, e o piloto de vinte anos foi para o Hospital Metodista para observação. Aparentemente, foi mais o susto do que outra coisa, mas foi um acidente assustador.

Já agora, o vencedor da corrida foi o argentino Esteban Guerrieri.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Duarte Ferreira, quem é ele?

Andava a ver a classificação da Indy Lights neste domingo quando reparei em algo que me surpreendeu bastante: um angolano na América. Tinha lido o nome no ano passado, na Formula 3 Sul Americana, mas pouco mais, e agora, vendo-o na antecâmara da Indy Car Series, mais curioso fiquei. Portanto, para saber se é outro Ricardo Teixeira, fui pesquisar para saber algo mais sobre ele.

Nascido a 1 de Novembro de 1992 em Luanda, Duarte Ferreira cresceu na Belgica, onde se iniciou no karting, a sua primeira temporada em monolugares foi na Belgica foi aos 14 anos, na Formula Renault 1.6. E é por aí a razão pelo qual esteja a correr pelas cores angolanas: um problema com a FPAK devido à licença de condução, que eles não concediam antes de ele completar os 16 anos fez com que os pais decidissem inscrevê-lo com a licença do pais onde nasceu.

"Minha criação é europeia. Corri com motores 1.6 litros, depois 2 litros, e agora temos a intenção de fazer a F3 Light neste ano, para em 2011 tentar a principal", contou Duarte numa entrevista ao site brasileiro Grande Prêmio em Maio do ano passado. A mudança de continente, segundo ele, foi decidida em conjunto pelos pais. "Decidimos tudo em conjunto. A F3 Sudam é uma Formula 3 prestigiosa, que além de ter criado pilotos que chegaram à Indy e à Formula 1, tem o motor de Formula 3 mais rápido do mundo, então é muito prestigioso estar aqui", disse.

E a mudança de nacionalidade só lhe fez bem a ele. Para além de andar com a camisola e o boné angolanos, tem também atrás de si o patrocinio da petrolifera Sonangol, que o levou não só para a Formula 3 Sul-Americana, onde na categoria Light conseguiu três pódios e duas pole-positions, como também o levou para a Indy Lights na equipa de Bryan Herta, um ex-piloto da categoria. E apesar dos seus tenros 18 anos e da inexperiência nesta categoria, conseguiu um oitavo lugar em St.Petersburg, a primeira corrida do ano.

Se ele tem a ver com Ricardo Teixeira, atualmente piloto reserva da Team Lotus? Ainda no ano passado, respondeu: "O Ricardo tem 29 anos, eu tenho 17. A gente teve escolas muito diferentes: eu tive escola europeia, ele não teve. Somos diferentes".