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quinta-feira, 1 de junho de 2017

IndyCar: Gutierrez no lugar de Bourdais na Dale Coyne

A Dale Coyne anunciou esta tarde que o mexicano Esteban Gutierrez será seu piloto da ronda de Detroit, em substituição de Sebastien Bourdais. O antigo piloto da Haas, e que este ano corre pela Techeetah na Formula E, vai ter a sua estreia noutra categoria, neste caso, na IndyCar.

"Estou muito agradecido à Dale Coyne Racing, que é uma equipa altamente competitiva", começou por dizer Gutiérrez, no comunicado oficial. "Quando a Dale Coyne me ligou, não tinha dúvidas de que seria uma ótima oportunidade para obter experiência na Verizon IndyCar Series. O meu objetivo é de aprender o mais rápidamente possível. A Indycar é uma série muito desafiadora para os pilotos, mas eu me sinto pronto para aproveitar esta chance", continuou.

"Estou entusiasmado com a minha corrida de estréia em Detroit e não posso esperar para começar a trabalhar com a equipa, engenheiros e a Honda, além de dirigir um carro de novo. Eu tenho lembranças muito boas das minhas temporadas bem sucedidas na GP3 e GP2 Series com os carros da Dallara e trabalhei muito bem com eles na equipa Haas F1. Vou fazer o meu melhor para Dale Coyne Racing, Honda e todos os fãs mexicanos", concluiu.

Do lado da Dale Coyne, eles dão as boas vindas ao piloto mexicano, embora não digam até quando ele ficará na equipa, se só será neste fim de semana ou noutras corridas, até que Bourdais esteja apto para regressar a um cockpit.

"Nós vamos sentir falta de Sebastien no carro número 18, mas estamos muito felizes com a escolha de um substituto para ele neste fim de semana", disse Dale Coyne. "Esteban tem um ótimo curriculo em monolugares, especialmente na Fórmula 1 e na GP2. Eu acho que ele vai fazer bem num carro da Indy e todos esperamos ver o que ele vai fazer neste fim de semana em Detroit", concluiu.

A ronda de Detroit será das poucas que acontecerá em dupla, com corridas no sábado e domingo, nas ruas de Belle Isle.

terça-feira, 30 de maio de 2017

O verdadeiro "Rookie do Ano"

Fernando Alonso, apesar de não ter chegado ao fim, saiu vencedor de Indianápolis. Saiu com 305 mil dólares no bolso - nada de especial, considerando o que ganha por mês na McLaren - e sobretudo, saiu com o prémio de "Rookie do Ano" na corrida, apesar de, como já disse, não ter chegado ao fim. E essa é a parte do qual poucos aceitaram, ontem à noite, quando foram dados os prémios por parte da organização da Indianápolis Motor Speedway. É que ao dar o prémio ao piloto espanhol, não deram a um bom piloto inglês com raízes no Dubai: Ed Jones (na foto).

Jones, de 22 anos, terminou a corrida no lugar mais baixo do pódio, ao serviço da Dale Coyne, que agora está um pouco orfã de referência com o acidente de Sebastien Bourdais. Ele chegou este ano à IndyCar Series depois de ter sido o campeão da Indy Lights em 2016, ao serviço da Carlin. E já teve algum palmarés nas competições de acesso, nomeadamente a vitória na European Formula 3 Open, em 2012, ao serviço da Team West-Tec F3. Este ano, Jones está a mostrar que é um bom piloto numa competição como é esta, e parece que tem futuro. Mas o facto de ter sido visto de lado parece ser mais porque queriam dar algo a Alonso do que deixá-lo de lado por algum preconceito que haja por aí. Jones andou bem ao longo das semanas de preparação das 500 Milhas, não entrando por pouco no "fast nine", sendo 11º na grelha, e evitando as armadilhas ao longo do caminho. Logo, o "Rookie do Ano" parecia ser algo natural. Mas não foi.

Mas colocando as coisas desta forma, Jones tem uma vantagem do qual Alonso não tinha: experiência. É que os pilotos da Indy Lights andam também nas 500 Milhas (há a Freedom 100, que acontece no dia anterior à corrida) e ele já tinha a experiência de duas temporadas, onde, como sabem, foi o campeão de 2016. E ter alguma experiência já é melhor do que nenhuma experiência, como tinha Alonso. E claro, o espanhol classificou-se melhor do que o anglo-árabe, como todos sabem. Mas as pessoas vêm resultados e acham estranho esta atribuição.

Contudo, as reações das pessoas no Twitter a esta escolha mostram que eles sabem reconhecer um talento quando vêm um. E Jones têm-o. Creio até que, mesmo que não tenha ganho aqui, deverá ser o candidato natural a ser o "Rookie do Ano" nesta temporada. Agora que a Dale Coyne precisa de talento na sua equipa, com Bourdais fora de cena no resto da temporada, é provável que ele tenha mais chances de brilhar nas pistas urbanas e nas ovais. E com praticamente poucos estreantes no pelotão - é o único que está a fazer toda a temporada - é altamente provável que o prémio seja dele. Agora, seria engraçado se para além desse prémio, ele pudesse conseguir algum pódio ou algo mais. Teria a sua graça.

domingo, 21 de maio de 2017

IndyCar: Davison substitui Bourdais

O australiano James Davison será o substituto de Sebastien Bourdais nas 500 Milhas de Indianápolis - e provavelmente, do resto da temporada - da IndyCar. O anuncio foi feito esta manhã pela Dale Coyne, poucas horas depois do acidente do piloto francês, que causou fraturas na bacia e na anca.

A equipa espera que ele possa entrar dentro do carro na segunda-feira, dentro de um dos carros de reserva, onde possa marcar um tempo para poder participar nas 500 Milhas de Indianápolis. E ele vai poder dispensar algumas das passagens anteriores, pois se torna uma emergência. Davison correu pela última vez em 2015, onde terminou na 27ª posição.

"Nós certamente faremos o melhor que pudermos com o tempo e o equipamento que temos", começou por dizer Davison. "Nós só temos o carro de estrada para construir, então vamos começar pela última vez e o Dale tem os melhores mecânicos e tripulantes aqui, então eu estarei pronto para ir [à pista] assim que eles me digam que é hora", concluiu.

Davison esteve a correr no Pirelli World Challenge na categoria GT, a bordo de um Nissan GT-R GT3. 

sábado, 20 de maio de 2017

Youtube IndyCar Crash: O acidente de Sebastien Bourdais na qualificação das 500 Milhas


Foi bem feio o acidente que o francês Sebastien Bourdais sofreu nas 500 Milhas de Indianapolis, este sábado, mas o piloto da Dale Coyne está bem. A qualificação de hoje foi atrasada por causa da chuva, mas já está a decorrer.

EM ATUALIZAÇÃO: O boletim médico sobre a situação de Bourdais revela que teve multiplas fraturas na sua pelvis, bem como na sua anca. Vai ser operado do Hospital Metodista, em Indianápolis, para reduzir as suas fraturas e acelerar o seu tempo de recuperação.

domingo, 12 de abril de 2015

Youtube IndyCar Crash: O acidente de Pagenaud, Bourdais e Hunter-Reay

A segunda prova da IndyCar de 2015 foi tudo menos chata. Aliás, foi um fim de semana atribulado por causa da chuva que se abateu sobre o complexo NOLA, nos arredores de Nova Orleães. A qualificação foi cancelada por causa da imensa chuva que se abateu sobre o circuito, e a partida foi antecipada em quinze minutos para evitar que a próxima bátega de água caisse enquanto a corrida decorresse. Mas isso não impediu que esta acontecesse sem incidentes. Das 75 voltas previstas, apenas aconteceram 47, e dessas, 26 aconteceram debaixo de bandeiras amarelas.

E as bandeiras aconteceram graças a inumeros incidentes na pista, por causa dos pilotos terem pisado fora da trajetória ideal, causando acidentes. como este que colocou logo de fora Ryan Hunter-Reay, Simon Pagenaud e Sebastien Bourdais. Felizmente, ninguém ficou ferido.

No final, o canadiano James Hintchcliffe foi o melhor, numa prova em que logo a seguir veio Hélio Castro Neves, com James Jakes a ser o terceiro, na frente da suiça Simona de Silvestro. Juan Pablo Montoya foi o quinto, mas é continua a ser o lider do campeonato. 

Semana que vêm, eles estarão em Long Beach.

domingo, 22 de março de 2015

A foto do dia

João Barbosa fez no passado dia 11 de março 40 anos de idade. A sua carreira foi feita essencialmente la fora, especialente nos Estados Unidos. Escolheu a Endurance em detrimento da IndyCar ou da NASCAR, e deu-se muito bem. Tanto que nessa sua carreira por lá, conseguiu duas vitórias em Daytona e em 2014, a vitória no campeonato da United Sports Car Championship, ao lado do brasileiro Christian Fittipaldi.

Ambos fazem uma dupla dinâmica, do qual se junta por vezes o francês Sebastien Bourdais. Este último, quando não corre na IndyCar, faz algo que já vêm de família, pois ele nasceu em Le Mans e é filho de Patrick Bourdais. Esta tripla dinâmica consegue, ao serviço da Action Express, os melhores resultados da Endurance nos últimos tempos: vitórias em Daytona em 2010 e 2014, e este ano, para além de terem sido segundos classificados em Daytona, conseguiram agora esta vitória nas 12 Horas de Sebring, onde dezenas de lendas do automobilismo lá triunfaram. Curiosamente, esta tripla venceu pela primeira vez as 12 Horas de Sebring. 

Muitos se queixam de que aqui em Portugal, ninguém conhece João Barbosa, ou falam com algum sarcasmo de que se ele fosse jogador de futebol, esta corrida abriria telejornais. Temos de ser honestos: primeiro, o automobilismo é uma elite, vista somente por apaixonados e que as transmissões televisivas estão a ir para um canto do qual temos de pagar para ver. E o futebol é o desporto das massas, do qual somos obrigados a ver que roupa veste Cristiano Ronaldo ou se o clube A ou B enche estádios.

Francamente, pergunto-me se precisamos que o automobilismo precisa de ser visto pelas massas. Na minha opinião, não. Eu sei que é polémico dizer isso, mas creio que ele está feliz por conseguir o que consegue, por ele mesmo, sem "lobbies". O que interessa nesta altura é que tenha a devida cobertura por parte da imprensa especializada e ser aplaudida e lembrada pela multidão que ama o automobilismo. E nessa parte, que é uma grande minoria, ele têm o carinho que merece. E acho que isso já chega.

Dito isto, parabéns os três, todos eles lendas do automobilismo por eles mesmos. E ontem escreveram mais uma página nessa história.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Youtube IndyCar Demonstration: O circuito de estrada de Indianápolis

Pela primeira vez na sua história, o mês dedicado às 500 Milhas de Indianápolis terá uma corrida a 10 de maio na pista que foi construída dentro da oval existente na Indianápolis Motor Speedway. Como sabem, essa pista foi feita no inicio do século para acolher a Formula 1, que lá passou por ali entre 2000 e 2008, mas teve modificações posteriormente para a Moto GP.

Contudo, este ano, esta sofreu mais modificações para acolher esta corrida inédita, e que se espera que sirva para enriquecer mais o calendário de uma das catedrais do automobilismo americano.

Aproveitem e vejam o vídeo, captado do carro guiado por Sebastien Bourdais.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Noticias: Formula E nomeia mais pilotos para a competição

A organização da Formula E anunciou esta segunda-feira que mais oito pilotos irão fazer parte do pelotão na temporada inicial da competição, marcada para setembro deste ano. Entre os anunciados estão ex-pilotos de Formula 1 como Bruno Senna, Sebastien Bourdais e pilotos com experiência na IndyCar, como J.R. Hildebrand e Oriol Serviá.

“Estou muito animado em fazer parte do clube de pilotos da Formula E. Os carros elétricos são o caminho para as corridas e para um futuro melhor”, comentou Bruno Senna, que entre 2010 e 2012 passou por Hispania, Lotus e Williams.

Para além destes três pilotos, a organização confirmou o holandês Christian Albers (que passou pela Spyker entre 2006 e 2007) o alemão Daniel Abt, o indiano Narain Kathikeyan (que passou por Jordan e Hispania), o francês Franck Montagny (que passou pela Super Agruri em 2006) e o americano J.R. Hildebrand. 

Todos eles se juntam a outros oito pilotos anunciados inicialmente: o brasileiro Lucas di Grassi, o japonês Takuma Sato, o suiço Sebastien Buemi, o indiano Karun Chandhok, o italiano Vitantonio Liuzzi, o chinês Ma Qinghua e o francês Adrian Tambay, filho do ex-piloto de Formula 1, Patrick Tambay. 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Noticias: Lotus abandona a IndyCar

A noticia já era mais do que esperada: a Lotus vai deixar de fornecer motores para as equipas da IndyCar Series em 2013. A decisão foi comunicada esta manhã pela organização e pela marca, na voz de Aslam Farikullah, chefe de operações da Lotus.

“Não foi uma decisão fácil e a Lotus não descarta voltar ao campeonato no futuro. Por enquanto, vamos focar em atividades de negócio do núcleo como um dos principais fabricantes de carros esportivos e consultoria mundo de engenharia”, disse.

Do lado da IndyCar, Brian Barnhart, presidente de operações e de estratégia da IndyCar, afirmou que entende a decisão da empresa. “A Lotus tomou uma decisão de negócio em não voltar em 2013 e pediu para ser liberada. Desejamos tudo de bom para eles e vamos recebê-los bem uma nova participação deles no futuro”, declarou.

A história da participação da Lotus na Indy foi curta e atribulada: anunciada no final de 2011, preparada pela Judd, a sua falta de potência cedo afugentou a maior parte das equipas interessadas, fazendo com que apenas a Dragon Racing e a HVM tenham ficado com esses motores, após inicialmente ter ficado com a Bryan Herta Automotive e com a Dreyer & Reinbold. Com esses dois, a participação da D&R acabou ainda antes das 500 Milhas de Indianápolis, com Sebastien Bourdais a conseguir a melhor posição, de sempre, um nono posto, na pista de Barber.

Assim ficu apenas com a HVM, de Simona de Silvestro ao volante, mas 500 Milhas de Indianápolis, alinhou com um carro para Jean Alesi. Contudo, ambos os carros foram obrigados a parar nas primeiras voltas por serem... demasiado lentos. Após isso, apenas com Silvestro a guiar esse motor, conseguiu em 13º posto em Detroit.

Assim sendo, em 2013, apenas Chevrolet e Honda irão fornecer motores à IndyCar.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Na minha 5ª Coluna desta semana...

(...) Se alguém falar que Vettel, apenas com 101 Grande Prémios no seu currículo, anda a caminho de bater todos os recordes e de ser um dos melhores pilotos de todos os tempos, a par de Juan Manuel Fangio, Jim Clark, Ayrton Senna e Michael Schumacher, muitos contestarão essa afirmação. Alguns porque dizem que é muito cedo para se dizer isso, outros dirão que querem ver o piloto noutra equipa, e outros também dirão que querem ver como Vettel se comportará com um carro inferior. Sobre esse último capítulo, posso dar uma simples resposta: ele é superior à média. E como posso dizer isso? Simples: recorro às estatísticas. Mais concretamente, à sua passagem pela Toro Rosso, em 2007 e 2008. (...)

Sei que existem pessoas que ainda não querem acreditar que Sebastian Vettel é um piloto superior à média. Ainda acham que a melhor prova é ele andar a saltar de equipa para equipa, como faz Fernando Alonso ou agora, Lewis Hamilton, e que eles têm tirar o melhor que os carros têm. É certo que o piloto espanhol fez uma grande temporada, semelhante a que Ayrton Senna fez em 1993 com o seu McLaren-Cosworth, por exemplo. Mas ao contrário de Alain Prost, Sebastian Vettel não fez uma temporada burocrática, bem pelo contrário: veio de trás e teve uma excelente parte final, vencendo quatro corridas seguidas e recuperou a desvantagem de quase duas corridas - e aproveitando o acidente de Fernando Alonso no Japão - para ser campeão do mundo pela terceira vez consecutiva.

Mas esta semana, na minha 5ª Coluna, decidi recorrer às estatísticas e lembrar ao resto do mundo que a sua passagem pela Toro Rosso foi algo inigualável, quer antes, quer depois dele. Não foi só aquela vitória em Monza que o colocou nos píncaros: contra um piloto mais experimentado, esmagou a concorrência interna e colocou números que até agora, nenhum dos pilotos que já passou conseguiu sequer aproximar. E não falo do pódio ou da vitória, falo de coisas mais pequenas, por exemplo.

Enfim, cliquem no link e vão lá ler do que estou a falar.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Youtube Grand-Am Video: as Seis Horas de Watkins Glen


Passou despercebido por estas bandas, claro. Aliás, João Barbosa é mais conhecido no estrangeiro do que em Portugal, e quem o lembra por aqui são os "petrolheads". A temporada de Barbosa na Grand-Am está a ser... bem, grande. Depois de ter vencido em Detroit, Barbosa conseguiu vencer este domingo uma prova importante do calendário, que são as Seis Horas de Watkins Glen, depois de uma luta - e uma ultrapassagem fabulosa - a Alex Gurney, o filho do mítico Dan Gurney.

Aliás, os três primeiros estavam separados por pouco, dado que Sebastien Bourdais sempre esteve à espreita dos dois, esperando que ambos se espatifassem e ele pudesse herdar a vitória. Mas tal não aconteceu, e o francês mais "nerd" teve de se contentar com o lugar mais baixo do pódio.

Os momentos altos desta corrida podem ser vistos neste video, cortesia do Leonardo Gomes. Espero que gostem! E vamos ser sinceros: isto, mais a vitória da Dulce Félix nos dez mil metros, nos Europeus de atletismo, em Helsinquia, deram tanta ou mais piada do que a Seleção.

domingo, 12 de junho de 2011

O final emocionante das 24 Horas de Le Mans de 2011

Por momentos, o final fez lembrar os eventos da edição de 1969. Ou então o filme de 1970, feito pelo Steve McQueen, muito parco em termos de diálogo, mas verídico em termos de emoção. O que se pode dizer no final desta corrida que... basta à Audi ter um carro a andar que eles ganham. Porque a Peugeot conseguiu levar todos os seus carros ao fim e lutou pela vitória até aos últimos metros, mas não conseguiu bater a Audi, que este ano viu os seus outros dois carros a serem eliminados de forma espectacular.

E no meio daqueles festejos, ver as caras de Olivier Quesnel, a chorar de tristeza por ter estado tão perto e ter perdido, e o olhar perdido de Sebastien Bourdais, por ter ficado mais uma vez "no primeiro lugar dos últimos" e ser cada vez mais um Bob Wollek (um dos melhores pilotos franceses de resistência, morto em 2001 em Sebring) faz-me ter pena deles e da Peugeot, que nesta década que passa está a ficar com a reputação de ser "a equipa que perde para a Audi em Le Mans". É como se fosse a "Leader" dos livros do Michel Vaillant. E claro, o Pedro Lamy repete este ano o seu melhor lugar de sempre, um segundo lugar.

E no lado dos vencedores, ver a cara de contentamento mais "expansivo" do dr. Wolfgang Ulrich justifica-se: primeiro porque é um novo carro, o modelo R18 de cabine fechada, segundo porque tinham perdido em toda a linha na prova anterior, nos 1000 km de Spa-Francochamps e por último, os eventos das últimas horas, primeiro com o Alan McNish e depois com Mike Rockenfeller. Herr Doktor dedica esta vitória à resistência do carro aos piores acidentes que se pode ter, e claro, todos queriam dedicar isto a "Rocky", que está no hospital a recuperar do susto.

Da tensão para a festa. E aos nossos olhos vimos acontecer, sem nos aprecebemos totalmente, que esta é uma edição que vai ficar na nossa memória por muito tempo. E contaremos à nossa próxima geração, que faziamos e que idade tinhamos quando vimos em 2011, num espaço de quinze dias, um piloto a perder a prova a cem metros do fim - em Indianápolis - e uma prova de resistência a ser decidida por quinze segundos. E aos que viram a prova de 1969 ser decidida em 120 metros, poderemos dizer em resposta - nós, os que não estavam nascidos nesse ano - que o de 2011 não foi tão chata assim...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A diversão antes da corrida

Faltam menos de 24 horas para o inicio das 24 Horas de Le Mans de 2011 e hoje foi dia de parada para que o público pudesse ver os seus ídolos e as máquinas que tripulam. É uma festa, onde todos andam descontraídos. Tão descontraídos que se dão ao luxo de fazeram aquilo que descobri hoje através das fotos tiradas por John Dagys: mandar esguichos de água uns aos outros, com as suas pistolas.

Segundo o que o fotógrafo andou a contar na sua conta do Twitter, foi inesperado e divertido: os pilotos da Peugeot divertindo-se uns aos outros, com Sebastien Bourdais até chegou a mandar água para um grupo de rapazes que provocatóriamente gritavam "Go Audi!" na sua direção. E houve muito mais...

É por estas pequenas coisas que gosto de eventos como as 24 Horas de Le Mans ou as 500 Milhas de Indianápolis e que a Formula 1 há muito perdeu: a espontaineidade. Amanhã, a partir das 15 horas, horário central europeu, máquinas e pilotos se lançarão para a mais famosa corrida de endurance deste Planeta Terra.

quinta-feira, 17 de março de 2011

5ª Coluna: Quem gostariam de ver correr em Las Vegas?

Cinco milhões de dólares é um valor que dá a volta a qualquer um, é mais do que certo. É mais do que Indianápolis oferece neste momento, e é talvez seja meia temporada de um dos pilotos mais bem pagos na Formula 1, e certamente vale mais do que uma temporada no WRC. Mas é isso que a Indy Car Series está a dar para a sua prova de encerramento da temporada, que se realizará no próximo dia 16 de Outubro.

Contudo, esse prémio não é para qualquer piloto. É para os "wild cards" que consigam bater o pelotão local, aqueles que pensam que são melhores do que um Scott Dixon, um Helio Castro Neves, uma Danica Patrick ou um Marco Andretti. A ideia é atrair outras categorias, como a NASCAR, a American Le Mans Series ou até outras categorias. Até poderá fazer sair da retirada algumas das lendas do automobilismo. A ideia é essa, e a organização vai escolher cinco pilotos vindos de outras categorias, fornecerá os chassis e dará uma hipótese na oval do estado do Nevada.

Então, esta semana decidi fazer este belo exercício sobre quem é que gostaria de ver entregues esses cinco "wild card" que a organização irá dar aos "outsiders" que baterem o pelotão da Indy Car Series. Entre reformados e pilotos de outras categorias, eis os pilotos que gostaria de ver correr:

1 - Jacques Villeneuve

Poderia ter metido aqui outros reformados como Nigel Mansell ou Mário Andretti. Aliás, o velho Andretti, mesmo do alto dos seus 71 anos, já se mostrou disponivel para correr na oval americana, pois ainda se sente com vontade de correr. Pudera, isso vindo de alguém cuja última temporada competitiva na CART foi em 1994, quando tinha 54 anos e ainda teve um susto em 2003 num teste em Indianápolis com o carro da equipa do seu filho...

Mas ver o errático Jacques numa prova destas, dezasseis anos depois da sua última temporada completa na Indy, onde venceu o campeonato e as 500 Milhas de Indianápolis, não seria mau de todo. O nome, quem sabe, poderia trazer o que resta de fãs do canadiano e quem sabe, poderia dar um impulso à sua carreira que, após a sua saída da Formula 1, é tudo menos gloriosa. Estou certo que os organizadores irão endereçar um convite ao filho de Gilles Villeneuve...

2 - Sebastien Bourdais

Depois da passagem discreta pela Formula 1, ao serviço da Toro Rosso, onde foi copiosamente batido por Sebastien Vettel, Bourdais anda a correr de vez em quando pela equipa oficial da Peugeot na Le Mans Series. Mas sabe-se que o piloto francês, o último campeão da CART - venceu quatro vezes - está interessado num regresso à América, ao volante de um carro da IndyCar Series. Contudo, desconhece-se se tal coisa vai por adiante Se for, é carta fora do baralho.

Mas caso se mantenha pelos Sport-Protótipos em 2011, seria um excelente piloto a ser considerado nesta corrida dos cinco milhões e mostrar aos americanos que, aos 31 anos, continua vivo e rápido. Mas isso irá depender como é que se definirá a temporada. Caso corra em algumas provas da IndyCar, não creio que seja contemplado com os cinco milhões, em caso de vitória...

3 - Michael Schumacher

À partida, isto seria um grande desafio para o piloto alemão. É o tipo dos recordes na Formula 1, o piloto que muitos dizer ser "perfeito" e que aos 41 anos foi atraído pela Mercedes para sair da sua reforma e correr de novo na Formula 1, onde muitos achavam que iria manter a estrelinha de campeão e bater os pilotos mais novos. Contudo, a temporada de 2010 foi uma decepção e a incógnita para 2011 é grande, não só sobre si como pelo carro, o Mercedes W02, projetado por Ross Brawn.

Confesso que adoraria ver Schumacher em Las Vegas, a tentar a sua sorte nesta corrida dos cinco milhões. Se estivesse retirado, teria sido interessante o ver nestas circunstâncias. Mas existem três razões para que não aconteça: não está retirado, não o vi a correr noutra categoria automobilística no período em que esteve de fora - só correu em motos - e a corrida de Las Vegas acontece no mesmo dia que o GP da Coreia do Sul.

4 - Valentino Rossi

Porquê um tipo das motas num carro às voltas numa oval? Bom, ele há muito que experimenta carros... de quando em quando o vemos a correr num rali ou a fazer testes com a Ferrari. Portanto, creio que cinco milhões das verdes na "capital do pecado" seriam os suficientes para ver Valentino Rossi a bordo de algo com quatro rodas e um volante. Aos trinta anos, ver Rossi a dsembarcar nas Américas e a tentar a sua sorte num carro seria um belo chamariz para os seus fãs. E certamente seria um espectáculo dentro de outro espectáculo, graças ao carisma acumulado ao longo dos anos...

Contudo, não sei se a Ducati o deixaria arriscar nesta experimentação de retorno duvidoso. E mesmo que o deixasse, o calendário não deixa: é no mesmo dia do GP da Austrália. Portanto, ver Rossi por ali é, tal como muitos outros, mais um exercício de fantasia, do qual a pura realidade se encarrega de desmistificar.

5 - Sebastien Löeb

O heptacampeão do mundo de ralis já experimentou as pistas com algum sucesso. Já subiu ao pódio em Le Mans e já testou por várias vezes num Formula 1 e num carro da GP2, com alguns resultados interessantes. Ver o francês numa pista americana seria uma novidade, mas não sei se lhe apeteceria correr numa oval, do qual ele não sabe quase nada. E também tem outro "handicap": a sua falta de experiência num carro da InyCar Series. Provavelmente teria mais chances se a corrida fosse num circuito de rua...

Contudo, Löeb tem 37 anos e vontade de mudar e ares. Já disse que considera a temporada de 2011 como a sua última no campeonato do mundo. Certamente quererá sair com o octacampeonato na mão e sair também como "o campeão imbatido". Mas vejo-o mais num carro de Endurance, a tentar alcançar a vitória em Le Mans do que propriamente numa carreira na IndyCar, a tentar sobreviver às traiçoeiras ovais. Mas certamente que deverá ser um convite tentador para o piloto da Alsácia...

Como já puderam ler, eram estes os pilotos que adoraria ver em Las Vegas. Mas ao longo do artigo, também leram os vários obstáculos existentes para que a corrida dos cinco milhões fique longe daquilo que os organizadores e os fãs de automobilismo sonhem. Creio mais na vinda de Bourdais e Villeneuve, que não têm neste momento grandes agendas em 2011, e o francês tem aqueles condicionalismos do qual falei. Michael Schumacher estará nessa altura a correr em mais um tilkódromo chato na Coreia do Sul, enquanto que "Il Dottore" Valentino Rossi estará em Philipp Island, tentando dar uma vitória à Ducati. Quanto a Sebastien Löeb, vai ser apertado, pois dali a dois dias teria de estar na Catalunha, para participar no rali. Como é piloto oficial da Peugeot, duvidaria que eles o largassem para esse fim de semana. Mas Kimi Raikonnen e Petter Solberg estão disponíveis e este último já se mostrou interessado em correr na capital do jogo.

Em suma, é como digo no inicio do artigo: cinco milhões de notas verdes dão a volta à cabeça de qualquer um.

domingo, 9 de maio de 2010

1000 km de Spa-Francochamps: vitória dupla das cores portuguesas

Numa corrida atribulada, que envolveu para além do tipico tempo das Ardenas belgas, um apagão generalizado que obrigou à interrupção da corrida, os Peugeot 908 HDi fizeram a dobradinha em Spa-Francochamps, com o carro dirigido pela tripla Pedro Lamy, Sebastien Bourdais e Simon Pagenaud a subirem ao lugar mais alto do pódio. Foram precisos seis horas de corrida para que este fosse o resultado final e ver os carros franceses a baterem inapelavelmente o melhor Audi R15.

Mas não foi só no LMP1 que Portugal esteve bem. Na categoria LMP2, o Zytek de Miguel Pais do Amaral e Olivier Pla conseguiu ser o sexto da geral e o melhor da sua classe.

"Vencer em Spa tem um sabor especial pois é um circuito fantástico e bastante técnico. Foi mais um excelente resultado para mim e para toda a equipa, por pouco não conseguimos colocar os três carros no pódio, o que seria perfeito para este fim-de-semana. Arrecadámos a primeira e segunda posições e um quarto lugar, o que não deixa de ser um brilhante resultado, até porque foi o nosso grande ensaio para La Sarthe", referiu Lamy no final da corrida.

"Os pilotos estiveram soberbos, com o Olivier a impor a sua reconhecida classe e o Miguel Pais do Amaral a superiorizar-se largamente a todos os 'gentlemen drivers' que estiveram em pista", salientou António Simões, o director do Quifel ASM Team. Algo corroborado por um feliz Miguel Pais do Amaral: "Tivemos a pontinha de sorte que nos faltou em Paul Ricard e, acima de tudo, reforçámos a confiança de toda a equipa para as 24 Horas de Le Mans, onde sonhamos fazer boa figura", concluiu.

A corrida começou com um dos Audis R15, o numero oito, a bater em Les Combes e a danificar o seu chassis. Embora tenha continuado, as suas prestações foram comprometidas com este incidente. Mas pouco depois, ao mesmo tempo que o Peugeot conduzido por Lamy ficava atravessado em La Source, o Lola-Judd numero 29, da categoria LMP2 de Filippo Franchioni batia forte no Eau Rouge, causando a primeira interrupção da corrida.

E foi assim ao longo das seis horas da corrida: acidentes e outras atribulações. No final da primeira hora, o primeiro incidente digno de nota, quando o carro numero 2 de Franck Montagny, Nicolas Minassian e Stephane Sarrazin despistou-se, ficando danificado, mas os mecânicos da marca aproveitaram a paragem para reparar os danos e colocar em pista na quarta posição. No final recuperaram até ao segundo posto, conseguindo superar o Audi R15 de Alan McNish, Reinaldo "Dindo" Capello e Tom Kristensen.

Na LMP2, tudo indicava que seria o protótipo da Strakka Racing a dominar a corrida, dado o facto de ter sido o melhor nos treinos. Contudo, a corrida foi um desastre. Uma falha mecânica detectada antes do inicio da corrida fez com que partissem das boxes, e nunca foi devidamente resolvida. Aguentaram-se por três horas e meia até abandonarem.

Quem aproveitou disso tudo foi o Ginetta-Zytek da Quifel ASM Team, tripulado pela dupla Miguel Pais do Amaral e Olivier Pla. Numa corrida sem erros, levaram o carro para a vitória e para o sexto posto da geral, um excelente ensaio para as 24 Horas de Le Mans, que vai acontecer dentro de cinco semanas.

sábado, 8 de maio de 2010

1000 km de Spa-Francochamps: Lamy leva Peugeot à pole-position

Este fim de semana automobilistico não está completo sem que fale sobre os 1000 km de Spa-Francochamps, que neste calendário de 2010 da Le Mans Series, é a última prova antes das 24 Horas de Le Mans, que acontecerão dentro de mês e meio. Aqui, as equipas oficiais da Peugeot e da Audi se confrontam, para saber como estão neste "ensaio geral".

E aqui, a Peugeot levou a melhor, com o 908 HDi oficial de Sebastien Bourdais, Pedro Lamy e Simon Pagenaud a fazer o melhor tempo, 1.57,884 segundos, batendo o Audi R15TDi Plus conduzido por Timo Bernhard, Mike Rockenfeller e Bertrand Dumas.

"A Peugeot está num grande nível aqui em Spa. Apesar das condições meteorológicas serem sempre complicadas, julgo que temos uma excelente equipa e que teremos todas as condições para lutar pela vitória da prova. O Sebastien Bourdais foi o responsável por qualificar o nosso carro enquanto eu fiquei encarregue pelo arranque da prova. Estamos todos bastante motivados e o carro bastante competitivo. Será certamente uma corrida muito interessante de seguir", comentou o piloto português, que amamhã buscará uma vitória no circuito belga.

Atrás do primeiro Audi R15 está o segundo Peugeot 908 HDi constituido pela tripla Nicolas Minassian, Stephane Sarrazin e Franck Montagny, seguido por outro 908 HDi, desta vez da Oreca, com Olivier Panis, Nicolas Lapierre e Löic Duval a dividir o volante, e por fim o segundo Audi R15 TDi de Andre Lotterer, Benoit Treulyer e Marcel Fassler.

Na categoria LMP2, o melhor foi o HPD da Strakka Racing, guiado pelos britânicos Johnny Kane, Danny Watts e Nick Laventis, que bateu o Lola 08 da RML, conduzido pela tripla Mike Newton, Andy Wallace e o brasileiro Tommy Erdos. O Zytek da Quifel ASM, conduzido por Miguel Pais do Amaral e Olivier Pla, foi o quarto da categoria, a quase quatro segundos do melhor tempo. Na Formula Le Mans, uma categoria de escola, o melhor foi o Oreca de Christophe Pillon e Vincent Capillaire.

Na GT1, quem levou a melhor foi o Ford GT da equipa Marc VDS Racing Team, pilotado pelo local Bas Leinders, numa sessão em que um dos outros Ford da equipa Matech foi protagonista pela negativa. A suiça Rachel Fry a despistou-se de forma violenta em Signes, e a violência do acidente obrigou à amostragem da bandeira vermelha. Para piorar as coisas, este é o mesmo carro que em Abu Dhabi foi protagonista de outro violento acidente, causando ferimantos a Natacha Gaschnang e que apenas havia sido recuperado totalmente no início desta semana... será bruxedo?

A corrida começa amanhã a partir das 11:30 da manhã, hora local.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Noticias: Lamy continua a correr em Le Mans pela Peugeot

A Peugeot confirmou esta tarde os seus pilotos para as 24 Horas de Le Mans em 2010, naquele que provavelmente será o último ano com o modelo 908. Para a corrida mais importante do ano, alinhará com dois carros, um para a tripla Pedro Lamy, Sebastien Bourdais e Simon Pagenaud, e outro para os dois vencedores de 2009, Alex Wurz e Marc Gené, acompanhados pelo britânico Anthony Davidson. Neste alinhamento não se confirmaram os rumores que davam conta da participação de Sebastien Löeb na mais importante prova da Endurance, que luta este ano por mais um título do WRC, ao serviço da Citroen.

Outro facto importante: Jacques Villeneuve e Christian Klien também não foram confirmados na equipa do leão, o que significa que estão a investir fortemente numa reentrada na Formula 1, pois as 24 Horas de Le Mans calham na mesma altura que o GP do Canadá.

Quanto ao programa de 2009 da Peugeot na Endurance, já se conhecia há muito: participações nas 12 Horas de Sebring com um carro, e nos 1000 km de Spa-Francochamps, numa participação mais reduzida do que o normal, embora um dos carros oficias seja cedido à francesa ORECA, que alinhará com Olivier Panis e Nicolas Lapierre.

Estes alinhamentos pontuais são um espelho do momento actual da Endurance. Para além da crise mundial, esta vive também um momento de transição, já que a partir de 2011, a classe passa a ter um alcance mundial, algo que já merece há muito.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Superleague Formula: Bourdais de volta à competição

A competição onde misturam automobilismo com futebol vai ter a sua jornada dupla este fim de semana na Autódromo do Estoril. E na Superleague Formula, para além de estar Alvaro Parente, Giorgio Pantano e Jacques Villeneuve, irá também estar o francês Sebastien Bourdais, recém-desempregado da Formula 1. O piloto francês de 30 anos, trtracampeão da CART e ex-piloto da Toro Rosso, irá tripular um carro com as cores do Sevilha, nesta sua estreia na competição.


"Para um piloto, a Superleague Fórmula é a melhor alternativa à Formula 1. É a única competição na Europa que oferece a oportunidade de guiar um monolugar de alto nível ", referiu.


Para além dele, outros pilotos famosos irão tripular carros de clubes. O canadiano Villeneuve, campeão do mundo de Formula 1 em 1997, vai tripular um carro com as cores do AS Roma, enquanto que Parente tripulará o carro do F.C. Porto, substituindo o francês Tristian Gommendy, que se encontra lesionado. Quanto a Giorgio Pantano, trupulará o carro do A.C. Milan. Afinal de contas, parece que esta ronda da SL vai ser interessante...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Formula 1 em Cartoons - Bonecos do Bruno (Alemanha)

O "Boneco" é obra do açoriano Bruno Rafael, e certamente que o "cartoon" deve ter sido feito na segunda feira, pois os senhores em questão foram muito referidos depois da corrida do dia anterior. Acho piada saber que eles já se consideravam como "desempregados" e a pedir boleia para casa...




Já agora, quem estiver mais atento, hão de reparar naquilo que os Red Bull tem nos seus dorsos. Já vem desde Inglaterra!

Já é oficial: sai Bourdais, entra Alguesuari na Toro Rosso

A Toro Rosso confirmou oficialmente aquilo que se vinha a ser falado desde o fim de semana alemão: Sebastien Bourdais foi dispensado de correr na Toro Rosso para o resto da temporada, e será substituido pelo jovem (19 anos!) espanhol Jaime Alguesuari, campeão da Formula 3 britânica em 2008 e actualmente na World Series by Renault.


"No segundo ano do Sébastien connosco, a parceria não foi ao encontro das nossas expectativas e, como tal, decidimos substitui-lo com efeito a partir do próximo Grande Prémio de Formula 1", afirmou Franz Tost, director da equipa, no seu comunicado oficial.


Ainda que o nome do piloto que irá substituir Bourdais na equipa de Faenza não tenha sido dito, a verdade é que Alguersuari será o escolhido, sabendo-se, no entanto, que a Toro Rosso deverá esperar até ao final deste fim-de-semana, após a sua participação nas provas da World Series by Renault. O outro piloto da equipa, Sebastien Buemi, afirmou que a equipa tem marcado um teste em pista com Alguesuari, para que este se adapte o mais depressa possivel à potência e às reacções de um carro de Formula 1.

Bourdais, de 30 anos e tetracampeão da CART, nos Estados Unidos, viu interrompida após 27 participações, tendo conseguido como melhor resultado dois sétimos lugares, na Austrália e na Belgica 2008. Ao todo, conseguiu seis pontos nas suas duas temporadas na categoria máxima.