Mostrar mensagens com a etiqueta Chadwick. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Chadwick. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Noticias: Chadwick correrá na Indy Lights com a Andretti


A britânica Jamie Chadwick, tricampeã da W Series, será piloto da Andretti Autosport para a temporada de 2023 da Indy NXT, a nova designação da Indy Lights.  A piloto, de 24 anos, continuará, contudo, a ter tarefas como piloto de desenvolvimento na Williams, enquanto estiver nos Estados Unidos, competindo para conseguir um lugar na categoria principal e participar as 500 Milhas de Indianápolis, por exemplo.

Estou muito animada por me juntar à Andretti Autosport para a temporada 2023 Indy NXT com a DHL”, começou por dizer, no comunicado oficial da equipa. "Meu objetivo é sempre me desafiar e continuar minha progressão como piloto e isso representa não apenas um grande passo, mas também um grande passo em direção ao meu objetivo de competir nas categorias mais altas de monolugares. A posição da Andretti Autosport no desporto é incomparável e espero trazer mais sucesso para uma equipa tão prestigiada. Mal posso esperar para começar.

A britânica testou recentemente com a equipa Andretti em Sebring e impressionou os presentes.

A Andretti Autosport tem orgulho de apoiar Jamie ao lado da DHL para a temporada 2023 do Indy NXT”, disse Michael Andretti. “A carreira de sucesso de Jamie fala por si, mas Indy NXT dará a ela a oportunidade de continuar o seu desenvolvimento num novo tipo de corrida. A DHL é um parceiro de longa data; estamos felizes em recebê-los na série Indy NXT e empolgados em receber Jamie na equipa. Conquistamos cinco campeões do Indy NXT ao longo dos anos e esperamos continuar nosso papel no desenvolvimento de novos talentos”.

A Indy NXT terá 14 rondas em 2023, que começarão em St. Petersburg, na Florida. 

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

Noticias: Andretti irá providenciar um teste a Chadwick


A Andretti Autosport anunciou que irá providenciar um teste a Jamie Chadwick, a piloto da W series que está a dominar o campeonato deste ano, a caminho do seu tricampeonato. Piloto de testes da Williams, a piloto andará num chassis da Indy Lights em setembro em Sebring, na Florida, para poder ser avaliada nas suas capacidades. 

Ela estará testando em Sebring a 21 de setembro”, disse o COO da Andretti, Rob Edwards, à publicação americana racer.com.Estamos empolgados em dar a ela uma oportunidade. Ela é claramente a piloto dominante na W Series e, em nossa opinião, merece uma chance de traduzir isso para o próximo passo em sua carreira.”, continuou.

Chadwick, de 24 anos, domina a W Series desde a sua constituição, em 2019, e tem sido a recordista da competição em termos de vitórias - tem onze - bem como pole-positions, com dez, 18 pódios e seis voltas mais rápidas. Em 2022, lidera a competição com 143 pontos, 45 na frente de Beitske Visser e Alice Powell.

sábado, 30 de julho de 2022

W Series: Powell bate Chadwick e vence em Budapeste


Pela primeira vez no campeonato, Jamie Chadwick não ganhou uma corrida. Esta tarde, no Hungaroring, a britânica Alice Powell levou a melhor sobre a líder do campeonato, com a neerlandesa Beitske Visser no lugar mais baixo do pódio. 

Depois de na véspera ter sido a "polewomen", e Chadwick não ter conseguido mais do que o quinto lugar na grelha, no dia de hoje, com a pista a secar depois de uma chuvada de manhã, durante o treino livre da Formula 1, Alice Powell largou na frente da corrida, que tinha começado atrás do Safety Car. Chadwick passou para quarta, aproveitando alguma confusão no pelotão, no qual Nerea Marti tinha sido a mais prejudicada, caindo para o fundo do pelotão. 

Dez minutos na corrida, Chadwick estava na traseira de Marta Garcia, tentando-a passar, o que aconteceu pouco depois. Agora tinha na frente Beitske Visser, a terceira, enquanto atrás, Abbie Eaton tinha saltado de sétima para quarta. Mas quando a filipina Bianca Bustamante bateu no muro, e pouco depois, ficara parada na entrada das boxes, o Safety Car foi acionado e as pilotos ficaram próximas umas das outras. Por esta altura, Chadwick tinha passado Visser e era segunda, na traseira de Powell. 

Na parte final, foi mostrada a bandeira verde e ali, Chadwick pressionou Powell pela liderança, numa luta entre britânicas, mas no final ela aguentou as investidas da líder. E pela primeira vez nesta temporada, uma piloto que não Chadwick subia ao lugar mais alto do pódio. Marta Garcia é quarta classificada, enquanto a japonesa Juju Noda conseguiu os seus primeiros pontos, ao ser nona classificada, na frente da brasileira Bruna Tomaselli.

No campeonato, Chadwick continuava a liderar, com 143 pontos, contra os 68 de Powell, que subiu ao segundo posto, empatado com Visser. Abbi Pulling era a quarta, com 65 pontos.

Agora, a W Series voltaria à ação a 2 de outubro, em Singapura.

sábado, 23 de julho de 2022

W Series: Chadwick triunfa em Paul Ricard


Cinco corridas, cinco vitórias. Jamie Chadwick largou de terceiro, por causa de uma penalização por ter feito o tempo que lhe deu a pole passando dos limites da pista, e aproveitou o embalo na partida para passar Marta Garcia e Beitske Visser e triunfar novamente nesta tarde na W Series, a competição dedicada exclusivamente às garotas, que aconteceu esta tarde em Paul Ricard. 

Na partida, Martí largou lenta, suficiente para ser passada por Chadwick e ficar atrás da neerlandesa, mas mais atrás, havia confusão, com Marta Garcia e Belén Garcia - sem relação de parentesco - se envolviam num toque que sobrara para Abbie Eaton, que acabou no ar, e provocou a entrada do Safety Car. A corrida recomeçou depois de seis minutos de neutralização. 

No recomeço, Visser continuava na frente, com Chadwick a pressionar, mas pouco tempo depois, o Safety Car entrava em ação quando os carros de Chloe Chambers e Emily de Heus tocaram-se, com a americana a sofrer danos fatais para a sua corrida. De Heus acabou por ir às boxes para cumprir uma penalização de 10 segundos. 

Novo recomeço, a 13 minutos do final, e Visser aguentou o que pode o ataque de Chadwick, mas foi inútil: a britânica passou-a e ficou com o comando, enquanto a neerlandesa começou a ser pressionada pelas espanholas. Chadwick afastou-se do pelotão, fazendo a volta mais rápida pelo caminho.

No final, Chadwick teve a companhia das espanholas Belén Garcia e Nerea Martí, com Visser a cair para quarta, depois de ter saído de pista na curva 11, perdendo o seu lugar no pódio. Kimilainen ficou fora dos pontos, na 12ª posição. 

Na geral, Chadwick tem agora 125 pontos, contra os 55 de Abbi Pulling, a segunda classificada, e os 53 de Beitske Visser, a terceira. A W Series continua na semana que vêm, em Budapeste, na Hungria.  

sábado, 2 de julho de 2022

W Series: Chadwick voltou a dominar


Quatro corridas, quatro vitórias. Jamie Chadwick vai a caminho do tricampeonato na W Series, depois de ter dominado na corrida desta tarde em Silerstone, não dando hipóteses à concorrência. Abbie Pulling foi segunda, na frente de Emma Kimilainen.   

Depois de ter conseguido a pole-position, numa qualificação onde deixou a concorrência a milhas, a corrida de hoje era para saber se estes teriam a chance de a apanhar e minorar o seu domínio na terceira temporada da competição, onde tinha vencido em todas as provas até agora disputadas. 

Na realidade... não. Chadwick saiu na frente quando o semáforo apagou, e só voltaram a vê-la na meta, com ela no lugar mais alto do pódio. Com ela a distanciar-se da concorrência, o grande motivo de interesse tinha a ver com a luta pela segunda posição, entre a britânica Abbie Pulling e a finlandesa Emma Kimilainen.

Contudo, esse motivo de interesse só aconteceu a cinco minutos do final, quando a britânica se aproximou da finlandesa na luta pelo segundo lugar, e pelo caminho, conseguiu a volta mais rápida da corrida. A duas curvas do final, depois da curva Stowe, Pulling tentou a sua sorte, mas acabou por bater na traseira de Kimilainen, fazendo-a rodar. Ela prosseguiu para o segundo posto, com a finlandesa a ficar com o lugar mais baixo do pódio, ambas na frente da piloto do Lichtenstein, Fabienne Wohlwend

No campeonato, Chadwick está perfeita, com 100 pontos, mais 47 que Abbi Pulling e mais 59 que Beitske Visser, que foi quinta nesta corrida. A W Series regressa dentro de três semanas, em Paul Ricard.  

sábado, 21 de maio de 2022

W Series: Chadwick triunfa em Barcelona


Jamie Chadwick prossegue a sua senda dominante na temporada da W Series, ao ganhar pela terceira bex consecutiva, esta tarde, em Barcelona. Com isso abriu uma enorme vantagem sobre a concorrência e é a candidata numero um para o tricampeonato. 

Com ela a ficar na pole-position, Chadwick largou, mantendo-se na liderança, mas com Alice Powell e Abbi Pulling atrás de si, tentando desalojá-la. Pulling passou Powell e começou a ir atrás de Chadwick, tentando desalojá-la do comando. Ao longo da corrida, Pulling tentou passá-la, mas defendeu-se sempre, indo assim até à meta.

Pelo meio, Chadwick conseguiu a bolta mais rápida, enquanto Alice Powell ficou com o lugar mais baixo do pódio, na frente da finlandesa Emma Kimilainen e da neerlandesa Beitske Visser. As espanholas Marta García, Belén García e Nerea Martí, a piloto do Lichtenstein Fabienne Wohlwend e a britânica Sarah Moore completaram o "top ten".

No campeonato, Chadwick tem agora 75 pontos, contra os 38 de Abbi Pulling e os 35 de Alice Powell. A W Series continuará a 3 de julho, em Silberstone. 


domingo, 8 de maio de 2022

W Series: Chadwick repete a vitória em Miami


Segunda corrida, segunda vitória. Jamie Chadwick triunfou de novo nesta tarde em Miami, ficando na frente da espanhola Nerea Marti e a britânica Alice Powell, e é a líder destacada do campeonato, parecendo que é a favorita para o tricampeonato da W Series.

E se na primeira vez, aguentou todo o um pelotão que queria o seu posto, depois de uma excelente largada onde conseguiu superar Nerea Marti, hoje foi diferente, ao partir de primeira e ir embora da concorrência. Atrás de si, Nerea Marti era segunda, e apesar de todo o esforço para a apanhar, a diferença ficou-se pelos três segundos. Atrás, Emma Kimilainen lutava com Alice Powell pelo terceiro posto ao longo da corrida, e quando conseguiu, tentou ir atrás de Marti, com ambas a trocarem posições ao longo da corrida.  

Na parte final, Powell sofreu um toque da finlandesa, quebrando a asa, enquanto Kimilainen desceu para quinto. Abbi Pulling, apesar de ser sexta, conseguiu a volta mais rápida.  

Nos restantes lugares pontuáveis, a americana Chloe Chambers foi a melhor das estreantes, conseguindo um décimo posto, na frente de Fabienne Wohelwend, que recebera uma penalização por causa de um incidente na primeira prova. Ela acabou na 11ª posição, fora dos pontos.  

No campeonato, Chadwick lidera destacado com 50 pontos, pouco menos do dobro de pontos que tem Nerea Marti, que tem 26, e a neerlandesa Beitske Visser, com 21 pontos.

A W Series prossegue dentro de duas semanas, em Barcelona.   

W Series: Chadwick foi a melhor na primeira corrida de Miami


A britânica Jamie Chadwick foi a vencedora da primeira corrida da W Series, este sábado, em Miami. Numa corrida complicada, com amostragens de bandeiras vermelhas, a bicampeã da competição começou bem a nova temporada, tornando-se na primeira mulher a triunfar em três temporadas consecutivas. A espanhola Marta Garcia e a britânica Jessica Hawkins acompanharam-na no pódio.

Na primeira de duas corridas do final de semana na pista americana, que se estreia na Formula 1, a corrida de Chadwick começou bem quando conseguiu superar Nerea Marti, que teve uma má largada. Pior ficou Alice Powell e Belén Garcia, que ficaram paradas na grelha e largaram do fundo. Por causa disso, o Safety Car entrou na pista para poderem tirar esses carros. 

Contudo, a demorar em tirar um dos carros foi o suficiente para que a organização colocasse a bandeira vermelha, com os carros a irem às boxes e esperando que a pista ficasse livre.

Dez minutos depois, o carro foi retirado, e os restantes bólidos regressaram à pista para alinharem de novo. 

No recomeço, Chadwick manteve a liderança, mas atrás de si estava Emma Kimilainen, Marta Garcia, que por sua vez era assediada por Fabienne Wohlwend, que mais tarde a conseguiu passar. Mas pouco depois, a piloto do Lichtenstein exagerou na travagem para a curva 11 e perdeu o posto para Garcia.

A dez minutos do fim, Wowlwend exagerou novamente a bateu no carro de Abbie Eaton, causando nova entrada do Safety Car. Ambas saíram de pista, para não mais voltar, e o reagrupamento demorou o tempo suficiente para que tentassem uma última chance na parte final da corrida.     

E foi o que aconteceu: a corrida arrancou para uma última volta, onde Kimilainen e Garcia atacaram Chawick, mas travaram tarde e foram pela escapatória, com Chadwick a aproveitar bem e manter a liderança até à bandeira de xadrez. Depois das três primeiras, Abbi Pulling foi a quarta e a brasileira Bruna Tomaselli a quinta. Entre as estreantes, a filipina Bianca Bustamante foi a melhor, sendo nona.

A segunda corrida da W Sweris acontece neste domingo. 

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

W Series: Chadwick fica uma terceira temporada


A W Series anunciou esta terça-feira que Jamie Chadwick irá ficar uma terceira temporada, depois de ter conquistado os títulos de 2019 e 2021. Ela será piloto da Janner Racing, uma equipa formada pela americana Caytlin Jenner, e a mudança, que à partida poderia dar mais protagonismo á competição... arrisca mais a ser um embaraço.

Por agora, a reação de felicidade pela entrada de Chadwick na série e a chance de ser tri-campeã, algo que seria mesmo inédito. “Estou realmente entusiasmada por regressar à W Series para defender o meu título”, afirmou, citada pela Sky Sports. “Não pensei duas vezes quando fui convidada pela Jenner Racing. Estamos concentradas em fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para ganhar o título número três. Falei com a Caitlyn Jenner e a sua visão para a equipa é espantosa. Tenho zero dúvidas de que ela poderá ajudar a levar a minha carreira ao próximo nível e abrir-me portas a nível internacional”, continuou.

Este é um grande ano de desenvolvimento para mim. Tenho planos para fazer um programa de corridas de apoio e não escondi o meu desejo de competir em Formula 3 e Formula 2. Mas o timing é tudo e a oportunidade que a W Series me dá de ter mais experiência competitiva em circuitos de classe mundial é um passo fundamental na minha jornada em direção a competir na Formula 1”, concluiu.

Para a CEO da competição, Catherine Bond Miur, a permanência de Chadwick na competição é uma enorme mais-valia. 


"Jamie é um talento excecional que elevou o talento e o perfil da W Series e inspirar a próxima geração de pilotos graças às suas performances em pista - que a consagrou como bicampeã da competição - e fora dela articulou a nossa missão de forma apaixonada, como a nossa competição merece. Estamos gratos por ela ter decidido ficar e defender o título e estamos ansioso por vê-la correr de novo em circuitos icónicos, incluídos no calendário da Formula 1, com a Jenner Team", afirmou.

Apesar de toda esta apreciação com a permanência de Chadwick na W Series, há um problema, que toda a gente começou a notar. Depois de 2021, se esperava que ela subisse na categoria, mas pelos vistos, isto poderá ser sinal de que o seu talento não foi suficiente para abrir um lugar numa Formula 2, por exemplo. Isto, se o seu objetivo for a Formula 1, do qual parece que começa a não ter muito tempo e poucos pontos - tem 23 anos e nem pontos suficientes para uma sessão de treinos livres ao serviço da Williams.

Logo, regressar a uma competição do qual não tem nada a provar - tem seis vitórias - demonstra que a essência da competição, que é levar as mulheres a outros patamares no desporto motorizado, para já, não está a acontecer. 

Para piorar as coisas, a alemã Sophia Florsch, sempre critica da competição, veio ao Twitter para criticar fortemente a criação da equipa Jenner, não entendendo os critérios de uma competição com máquinas iguais que vai acolher uma equipa... diferente.  

"A Jenner Racing é uma equipa? A W Series poderia explicar como definem [as suas] "equipas"? Todos os setups, os carros, as trocas de motores, são determinados centralmente pela organização. O organizador decide tudo. Então equipa significa apenas "autocolantes" no carro? Apenas marketing. Segregação.", comentou na sua conta no Twitter. 

Portanto, a chegada de Chadwick pode ter sido ao mesmo tempo, uma mais-valia... e uma maldição. 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Youtube Motorsport Video: Será que Jamie Chadwick tem estofo para a Formula 1?

Está agora a fazer 30 anos que a Formula 1 viu uma mulher pela última vez. Giovanna Amati preencheu um lugar numa Brabham que estava nas últimas, tentou por três vezes e não conseguiu no seu BT60. Ela tornou-se na quinta piloto a tentar qualificar-se para um Grande Prémio. E desde então, não houve nada, apesar de terem aparecido gente decente como Katherine Legge, Simona de Silvestro, Tatiana Calderon, Sophia Florsch e outras.

Hoje, o Josh Revell fala de Jamie Chadwick, a bicampeã da W Series, e que anda nas competições de formação para tentar conseguir os pontos suficientes para ir à formula 1, sendo agora piloto de desenvolvimento da Williams. Mas apesar do palmarés e da velocidade, terá qualidade para lá chegar? 

É isso que trata esse video.

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Noticias: Chadwick não fará W Series em 2022


A bicampeã da W Series, a britânica Jamie Chadwick, não regressará à competição em 2022. A piloto de 23 anos expressou a sua intenção e subir a ladeira da formação, com o objetivo de alcançar a Formula 1. Numa entrevista à Autosport britânica, a atual piloto de desenvolvimento da Williams disse que gostaria de fazer algumas corridas no Mundial de Endurance na próxima temporada. 

"O meu plano não é voltar à W Séries, preciso olhar para outra coisa", disse Chadwick à Autosport. "Já fiz isso por dois anos e ganhei duas vezes, e acho que preciso mostrar isso como uma vantagem e uma plataforma para novas oportunidades. Não acho que faria sentido retornar à W Séries.", continuou.

Questionado sobre se o próximo passo seria uma temporada na Formula 3, afirmou que essa seria uma boa hipótese, mas as questões financeiras contam na decisão. “É algo que estou avaliando enquanto tento descobrir qual é o melhor caminho, mas é muito dinheiro. Obviamente, o prêmio da W Séries é significativo [meio milhão de libras, ndr], mas não te leva assim tão longe. Preciso ver quanto apoio posso conseguir e que assentos estão disponíveis."

Para além disso, Chadwick afirmou que a sua experiência no LMP2 no Bahrein abriu o apetite para uma temporada na Endurance. 

"Foi divertido, muito diferente do que estou acostumado, e me deixou querendo mais", começou por explicar Chadwick. "As corridas de endurance são algo que me interessa e as 24 Horas de Le Mans estão na minha lista de desejos. É definitivamente algo que pretendo para a próxima temporada; na maior parte dos anos desde que comecei a correr, fiz mais do que um programa.", concluiu.

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Endurance: Chadwick e Powell convidadas para o Rookie Test


As britânicas Jamie Chadwick e Alice Powell foram convidadas para participarem no Rookie Test do Mundial de Endurance, marcado para o dia 7 de novembro no circuito de Shakir, no Bahrein. Ambas as pilotos, que foram as duas primeiras classificadas da W Series em 2021, andarão no carro da Richard Mille Racing Team, um Oreca de LMP2, o mesmo carro onde andam Tatiana Calderon, Beitske Visser e Sophia Florsch no Mundial de Endurance.

Este teste, que regressa depois de um ano de ausência, será uma maneira para recompensar as duas primeiras classificadas da competição feminina, e também abrir horizontes a ambas as pilotos - Chadwick tem 23 anos, Powell 28 - tentarem a sua sorte na Endurance, agora que está a abrir portas para as classes Hypercar e LMDh. 

O Rookie Test, como é sabido também terá a presença de Sebastien Ogier, sete vezes campeão do mundo do WRC, que guiará no Toyota GR010 Hypercar para se acostumar a uma possivel presença nas 24 Horas de Le Mans de 2022 ou 2023. 

sábado, 4 de setembro de 2021

W Series: Powell triunfa em Zandvoort


Alice Powell triunfou esta tarde em Zandvoort e passou para a frente do campeonato, batendo Jamie Chadwick e Emma Kimilainen, numa corrida sem grande história.

A corrida começou sem novidades na frente, com Kimilainen na frente de Powell e Chadwick, e as três começaram a afastar-se do resto do pelotão. Contudo, as três ficavam juntas, com Powell e fazer uma série de voltas mais rápidas, chegando-se à finlandesa. A 22 minutos do fim, em uma volta, primeiro Powell, depois Chadwick, passaram Kimilainen e esta caiu para o terceiro posto. 

Com o passar das voltas, ambas afastaram-se de Kimilainen e esta começou a ser absorvida pelo pelotão, parecendo ter problemas na velocidade do seu carro. Com Nerea Marti na sua cola, Kimilainen começou por ter problemas em aguentar a piloto espanhola, mas depois, as coisas estabilizaram, e não houve novidades. Na frente, Powell afastava-se de Chadwick para consolidar a liderança.

A única novidade na parte final foi a ultrapassagem de Abby Pulling sobre Belén Garcia para o sétimo posto. Na frente, Powell vencia tranquilamente, com Chadwick e Kimilainen nos lugares seguintes.

No campeonato, Powell e Chadwick tem agora 109 pontos, mas a primeira lidera porque tem mais vitórias, três contra dois. Kimilainen é a terceira, com 75 pontos. O campeonato prossegue dentro de mês e meio, a 23 de outubro, em Austin.

sábado, 28 de agosto de 2021

W Series: Kimilainen bate Chadwick e vence em Spa


A finlandesa Emma Kimilainen venceu esta tarde a corrida belga da W Series, numa prova marcada pela chuva e pelo rescaldo da carambola de ontem. Jamie Chadwick foi segunda e manteve na liderança do campeonato, na frente de Marta Garcia e Alice Powell, numa proa onde Beitske Visser e Ayla Agren não competiram por causa dos seus ferimentos nos eventos de ontem. 

Também antes da prova, soube-se que Irina Sirodkova não iria competir, por ter testado positivo ao CoVid-19, e foi substituída pela polaca Gosia Rdest.

Debaixo de muita chuva, a corrida começou com o Safety Car, e ficou assim por quase metade da corrida, porque o Mercedes vermelho apesar recolheu nas boxes quando faltavam 16 minutos para o final da prova. Jamie Chadwick continuava na frente da corrida, enquanto Alice Powell ficava com o segundo posto. Atrás, Caitlin Wood perdia dois lugares para Emma Kimilainen e Marta Garcia.


Nos minutos seguintes, enquanto Chadwick tentava afastar-se do pelotão, Emma Kimilainen começaa a apanhar os carros que estavam na sua frente. Primeiro, Powell, que cedeu após alguma resistência, depois Chadwick, que a três minutos do fim na zona de Pouhon, foi ultrapassada pela finlandesa e viu-a a ficar com o primeiro lugar.

Com a parte final, Kimilainen afastava-se para mais de três segundos de diferença, enquanto atrás, Marta Garcia passava Alice Powell para ficar com o terceiro posto. E foi assim que chegaram à banderia de xadrez, apesar dos ataques de Powell para tentar ficar com o terceiro posto que Garcia tinha em sua posse. Mas não deu.

No campeonato, Chadwick continua a liderar, agora com 91 pontos, contra os 84 de Alice Powell. Emma Kimilainen subiu para o terceiro posto, agora com 60. A próxima proa será dentro de uma semana, em Zandvoort. 

sábado, 31 de julho de 2021

W Series: Chadwick foi a vencedora em Budapeste


Jamie Chadwick foi a vencedora da etapa húngara da W Series, neste sábado à tarde. A piloto britânica triunfou pela segunda vez nesta temporada, mostrando o seu dominio na competição, nesta temporada, batendo a sua rival, Alice Powell, enquanto a espanhola Nerea Marti ficou com o lugar mais baixo do pódio. 

Depois da pole-position de Jamie Chadwick, na qualificação de ontem, a corrida iria acontecer com calor em terras húngaras, e com um asfalto a escaldar. Na partida, Chadwick largou na frente para garantir a primeira posição, com Powell a seguir e Nerea Marti, na frente de Irina Sidorkova e Beitske Visser. Atrás, Fabienne Wohlwend quebrou o nariz e foi às boxes para trocar de compósito.


Nas voltas seguintes, Chadwick foi-se embora com um ritmo bem superior à concorrência, especialmente Powell, que era segunda e já a mais de três segundos da terceira, a espanhola Nerea Marti. Com quase todos a fazer a sua corrida, ao seu ritmo, o grande duelo era pelo quarto posto, entre Sidorkova e Visser, correndo uma colada a outra, sem que tentassem a sério uma ultrapassagem.

A quatro minutos do fim, o momento mais emocionante aconteceu quando Miki Koyama conseguiu passar a britânica Abbie Eaton para... a 12ª posição, numa ultrapassagem que resultou em alguns toques. Pouco depois, a mesma manobra aconteceu a Emma Kimilainen, quando conseguiu passar Marta Garcia para ser sexta classificada. 

Mas na frente, Chadwick dominava a corrida, levando o seu carro até casa e conseguindo mais uma vitória na sua carreira. Powell e Marti completavam o pódio, na frente de Sidorkova e Marti. 

No campeonato, Powell agora comanda com 73 pontos, contra os 72 de Powell, ambas bem distantes da terceira classificada, Nerea Marti, que tem 37. A próxima prova será no final de agosto, em Spa-Francochamps.

 

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Noticias: Chadwick continua na Williams como piloto de desenvolvimento

Campeã na temporada inaugural da W Series, Jamie Chadwick continuará a ser piloto de desenvolvimento da Williams em 2020, concentrado no simulador da marca e acompanhará a equipa em alguns fins de semana da Formula 1, apesar de não ter a Super-Licença.

Contudo, para ela, a Williams é uma oportunidade para poder crescer como piloto e tentar a renoação do título na próxima temporada da competição feminina.

Para ser completamente honesta, a Formula 1 parece mais longe mais longe”, afirmou numa entrevista em Novembro. “Não de uma maneira má, mas de uma maneira realmente refrescante, sinto que sei o que preciso aprender agora nos próximos anos. Eu não vou apressar isso. Preciso de tempo para me desenvolver e, se chegar à Fórmula 1, quero ser a melhor piloto possível para deixar a marca que quero”, concluiu.

Chadwick, de 22 anos, está neste inverno a competir na Formula 3 asiática. Em 2021, irá competir na Extreme E, a competição elétrica de todo o terreno. 

  

domingo, 11 de agosto de 2019

W Series: Powell vence, Chadwick é campeã

Em Brands Hatch, na Grã-Bretanha, as honras foram para as britânicas. Alice Powell foi a vencedora da última corrida da competição totalmente feminina, enquanto Jamie Chadwick, que cortou a meta na quarta posição, acabou por ficar com o título, depois de ver a sua rival, a holandesa Beitske Visser, ser terceira classificada. No final, ambas ficaram separadas por dez pontos de diferença.

Partindo da pole-position, Chadwick tinha um desafio pela frente, pois as suas rivais queriam alcançá-la. Mas na partida, houve problemas quando a sua compatriota Esmee Hawkey ficou parada na grelha de partida, fazendo com que esta fosse repetida e a piloto partisse das boxes.

Na largada, Chadwick foi para a frente, mas a finlandesa Emma Kimilainen e Alice Powell não a deixaram em paz, seguindo-a e assediando-a. A meio da corrida, no Paddock Hill Bend, Powell passou-a e rumou à vitória.

Um pouco mais tarde, o Safety Car teve de entrar na pista para tirar o carro de Miki Koyama, que tinha ficado parado na pista em posição perigosa, Por esta altura, Kimilainen tinha passado Chadwick e já era assediada por Visser.

Quando o Safety Car reentrou, Powell aguentou os ataques da finlandesa, enquanto Visser passava Chadwick, mas não era suficiente para ser campeã, a não ser que algo acontecesse a ela. E até ao final, tudo ficou dessa maneira, com Chadwick a entrar na história por ser a primeira campeã da competição e receber o prémio de 500 mil libras. Alice Powell, triunfadora em Brands, acaba na terceira posição do campeonato, com 76 pontos, mais dez que Marta Garcia, que hoje foi apenas oitava. Fabienne Wolfhend, do Lichtenstein, foi quinta na corrida e quinta no campeonato, com 51 pontos.

Agora resta esperar por novo campeonato, em 2020.  

sábado, 8 de junho de 2019

W Series: Chadwick foi a vencedora em Misano

A britanica Jamie Chadwick foi a vencedora na terceira prova da W Series, que aconteceu este sábado no circuito de Misano. A piloto britânica conseguiu superiorizar-se à holandesa Beitske Visser e Fabienne Wohlwend, do Lichtenstein, que ficou com o lugar mais baixo do pódio. 

Com Wohlwend na pole, a partida foi atribulada. Primeiro, a piloto do Lichtenstein perdeu o primeiro posto para Chadwick, e depois sofreu um toque de Alice Powell, que acabou na gravilha, com danos na suspensão, acabando a corrida por ali. O Safety Car acabou por sair para a pista, no sentido de tirar o carro da britânica da posição perigosa em que estava.

Duas voltas depois, a corrida voltou à ação, com os três primeiros a manterem-se nas posições que tinham na primeira curva, com a italiana Vicky Piria a ser pressionada pela japonesa Miki Koyama, que tinha passado Marta Garcia na partida.

No meio da corrida, Koyama atacou e ficou com o quarto posto de Piria, e a partir daqui, a corrida ficou remetida por um duelo a três entre Chadwick, Visser e Wohlwend. As três pilotos tinham uma diferença de quase seis segundos sobe a japonesa Miki Koyama, que tinha atrás de si a local Vicky Piria. Até ao final da corrida, a holandesa esteve sempre a pressionar a britânica, mas as chances de vitória sempre estiveram ao lado de Chadwick, que aguentou os ataques de Visser, sob a observação de Wohlwend. No final, tudo ficou na mesma, com Koyama em quarto, Piria em quinto e a espanhola Marta Garcia em sexto.

No campeonato, Chadwick tem agora 68 pontos, contra os 55 de Visser e os 36 da espanhola Marta Garcia.

A próxima prova da W Series acontece dentro de quatro semanas, a 6 de julho, em Norisring, na Alemanha.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

W Series: Chadwick vira piloto de desenvolvimento da Williams

A britânica Jamie Chadwick tornou-se esta segunda-feira piloto de desenvolvimento da Williams. A piloto - que faz hoje 22 anos - e atual líder da W Series, a série feminina criada para criar e desenvolver talento entre mulheres-piloto, estará em Grove para ajudar no simulador e estará presente em três fins de semana de Grande Prémio como piloto de reserva.

Tive o prazer de ver em primeira mão Jamie correr em Hockenheim, onde ela venceu a corrida de abertura da temporada da W Series”, começou por dizer Claire Williams, que esteve na prova inaugural da categoria. “Promover mulheres no automobilismo é extremamente importante e ter uma mulher como parte da nossa Academia de Pilotos vai inspirar jovens meninas a começarem cedo a correr”, continuou.

Nós esperamos mostrar que o automobilismo é inclusivo e empolgante, seja como piloto ou do lado da engenharia. Jamie é um grande talento e estou ansiosa para trabalhar ao lado dela”, completou a diretora-adjunta da Williams.

Já Chadwick, que é líder da W Series com seis pontos de vantagem sobre a holandesa Beitske Visser, e para além disso, é campeã da MRF Challenge na temporada 2018/19, afirmou estar honrada com a chance na Williams.

O tempo no simulador é uma oportunidade fantástica para ajudar no meu desenvolvimento. Estou ansiosa para passar algum tempo na fábrica em Grove, mergulhando na equipe e ajudando no que puder”, afirmou. “Ser parte da Academia de Pilotos é uma plataforma incrível e estou ansiosa para começar”, completou.

Nascida a 20 de maio de 1998, a piloto começou a correr em 2013 na Ginetta Junior Championship, antes de ir para a Brtish GT Championship, onde foi campeã em 2015, passando em 2017 para a Formula 3 britânica, onde venceu uma corrida em 2018. No final do ano passado, foi para o MRF Challenge, onde acabou por ser campeã.

sábado, 18 de maio de 2019

W Series: Visser vence em Zolder

Segunda corrida, segunda vencedora diferente. A holandesa Beitske Visser venceu esta tarde a prova da W Series que aconteceu no circuito belga de Zolder, batendo as britânicas Jamie Chadwick e Alce Powell. Apesar do resultado, Chadwick manteve a liderança do campeonato, graças à vitória em Hockenheim.

Partindo da pole-position, Chadwick foi superada por Visser logo na partida, mas atrás, o carro da belga Sarah Bovy deitava fumo e ficou parada na grelha de partida, suficiente para fazer entrar o Safety Car a meio da primeira volta.

Volta e meia depois, o Safety Car voltou às boxes e a corrida recomeçou com Visser na frente, mas pouco depois, nova entrada do carro de segurança depois de uma colisão entre a húngara Vivien Keszthelyi e a britânica Esmee Hawkey. Ele ficou até perto dos 17 minutos para o final da corrida, quando esta recomeçou, com a holandesa na liderança.

No final, ela aguentou os ataques das britânicas, especialmente Chadwick, para vencer na categoria. A espanhola Marta Garcia foi quarta, à frente da britãnica Sarah Moore e da sul-africana Tasmin Pepper

Na geral, Chadwick ainda lidera, com 43 pontos, contra os 37 de Visser. A próxima prova será em Misano, a 8 de junho.