quinta-feira, 25 de junho de 2015
Noticias: Auto GP suspensa indefinidamente
domingo, 3 de maio de 2015
Youtube Video Racing: A primeira corrida da Auto GP em Hungaroring
terça-feira, 17 de abril de 2012
Youtube Motorsport Duel: Quaife-Hobbs vs Campana, Marrakech, Auto GP
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Os numeros também fazem parte da competição
Creio que li sobre isso ontem ou anteontem, não me recordo. Mas ao ler hoje o último post do Blog do Ico, não só refresquei a memória, como me fez refletir sobre o assunto.Primeiro que tudo, a noticia: a algo obscura Auto GP, que anteriormente se chamou de Formula 3000 Euroseries, decidiu este ano, à excepção do numero um, dar liberdade de escolha às equipas e respectivos pilotos para terem os seus números perferidos, tal como acontece actualmente com a Moto GP e a Indy Car Series. Ou seja, eles viram que ver o 46 do Valentino Rossi na TV é um chamariz tão grande como a categoria em si. Se a ideia resulta, provavelmente é outra história, mas podemos dizer que a ideia é boa.
A Formula 1 nunca teve isso dos numeros personalizados. Até 1973 os numeros eram dados pela organização dos Grandes Prémios, e era por isso frequente ver os campeões do mundo com outros numeros que não o numero um. Isso só foi regulado pela FIA em 1974, dando uma hierarquia que não foi grandemente modificada até 1996. Foi daí que vimos durante muito tempo a Tyrrell com os numeros 3 e 4, os Williams, primeiro com os 27 e 28, e depois com os 5 e 6, que anteriormente tinham pertencido à Brabham e à Lotus. E os 11 e 12, primeiro da Ferrari e depois cairam nas mãos da Lotus, para não falar dos numeros 27 e 28, que durante toda a década de 80 e e até meados de 90 pertenceram à Scuderia Ferrari, e que foram mais associados a eles do que aos proprietários anteriores.Em 1996, Bernie Ecclestone e Max Mosley decidiram que os números seria mudados a cada ano, cujo critério seria a classificação dos construtores. Ou seja, o 1 e 2 iriam para o campeão, o 3 e 4 para o segundo, o 5 e 6 para o terceiro, e assim por diante. Isso fez com que os candidatos ao titulo ficassem com os números mais baixos, mas aumentou ainda mais a impessoalidade dos números e das equipas. Quase ao mesmo tempo, estes desapareceram dos chassis, hoje em dia é muito difícil encontrá-las, pois devido aos bicos elevados ou à sua pequenez, estes são relegados a um canto cada vez mais pequeno.
Esta história fez despertar-me para a importância que os números têm para a "psique" geral. Na Moto GP, toda a gente sabe que estes pertencem ao piloto e que vão com ele, independentemente de vencer títulos ou não. É como no futebol, onde o jogador tal fica identificado com o numero tal, algo que vem desde os tempos em que Pelé se imortalizou com a camisola dez. E depois Diego Armando Maradona ajudou a solificar a lenda. Toda a gente sabe que até ao final da sua carreira motociclistica, Valentino Rossi irá ser para sempre o homem do 46, "Il Dottore". E que Casey Stoner será sempre o rapaz com o numero 69. E até Ken Block está a trazer isso para os ralis, quando toma posse do seu numero da sorte, o 43, no Monster Team. E isso ajuda a trazer mais adeptos e a identificar mais facilmente a modalidade, tal como se faz nos Estados Unidos, na NASCAR ou Indy Car Series.Em suma, há certas coisas em que a Formula 1 pode ser boa, mas poderia ser muito melhor se estivesse atenta aos pormenores. E os números são uma parcela importante na equação. Dar às equipas ou aos pilotos a liberdade de os escolher não seria uma má ideia e até renderia mais dinheiro.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Noticias: Adrian Campos vai competir na Auto GP
A Auto GP, que começou por ser a Formula 3000 italiana, parece que se está a tornar aos poucos numa espécie de alternativa mais barata à GP2, para pilotos e equipas. Chefiada por Enzo Coloni, nas últimas semanas anda a conseguir acordos importantes visando uma cada vez maior visibilidade. Primeiro, um acordo com o WTCC para fazer parte da sua estrutura, com um calendário europeu a seguir em paralelo, e depois a atracção de mais equipas, algumas delas da GP2, como a Durango, Supernova e DAMS.Esta tarde deu mais um passo rumo ao alargamento do pelotão com o anuncio de que a espanhola Campos Racing - que tentou no ano passado montar a sua equipa de Formula 1, sem sucesso - se vai juntar à competição que usa antigos chassis Lola-Zytek, construidos em 2005 e que correram anteriormente na agora extinta A1GP.
"Acredito que Auto GP seja o único campeonato que, graças ao seu acordo com a Eurosport, me pode oferecer uma competição de alto nível para os pilotos que têm a capacidade e a experiência para competir como profissionais mas que não conseguem, de uma forma ou outra, encontrar um lugar na Formula 1. Seu sistema de prémios, os seus carros com cerca de 600 cv e, sobretudo, a sua promoção assegurada por um canal como a Eurosport, faz-me acreditar que eles conseguirão organizar um campeonato extraordinário", começou por dizer Adrian Campos no sitio oficial da Auto GP."Sinto orgulhoso de fazer parte deste projeto e voltar a trabalhar com eles. Eu vou falar com os pilotos que tenho na minha mente e para montar o mais rapidamente possível a minha equipa para enfrentar este novo desafio", concluiu.
Já Enzo Coloni declarou sobre a entrada de uma estrutura como a Campos: "Conheço Adrian há muitos anos, quando a sua equipa começou a competir e ganhar na Fórmula Nissan, com um carro projetado e construído pela Coloni Motorsport. Agora já passaram mais de dez anos e estou muito contente por recebê-lo na Auto GP. A qualidade das equipas tem sido uma das chaves para o sucesso desta competição e adicionando Campos Racing para o nosso campo é outro passo nessa direção. Adrian e sua equipa têm bastante experiência nos monolugares e por isso tenho certeza que eles serão competitivos desde o inicio", afirmou.
A temporada da Auto GP de 2011 terá sete provas, seis das quais em conjunto com o WTCC, e começará a 15 de Maio em Monza para terminar a 4 de Setembro no Circuito Ricardo Tormo, em Valencia.
domingo, 23 de maio de 2010
A carambola da Auto GP em Imola
Imola não nos sairá da memória desta geração, pelo menos. Mas desde que a pista passou por várias modificações em 2005 que desapareceu do mapa da Formula 1, mas não das outras categorias. Este Domingo foi a vez da Auto GP, que é a descendente da Formula 3000 Euroseries e que usa chassis antigos da agora extinta A1GP, e algumas das equipas que estão ou estiveram na GP2, como a Durango e a Super Nova.
Esta tarde, o cicruito italiano foi palco de uma forte batida na partida da segunda corrida do fim de semana italiano. O monegasco Stefano Coletti, os italianos Edoardo Piscopo e Luca Filippi, o austriaco Walter Grumbmuller e o britânico Jonathan Reid estiveram envolvidos nesta carambola na largada, que até teve carros a voarem.
Pode ter sido espectacular, mas naquele circuito, faz-nos despertar alguns dos nossos maus pesadelos...
