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sexta-feira, 1 de julho de 2022

Formula E: Felix da Costa procura um bom resultado em Marrakesh


Com a luta pelo título na Formula E ao rubro - Stoffel Vandoorne é o atual líder do campeonato, com 121 pontos, mais cinco que Jean Eric Vergne, que está no segundo posto, enquanto Edoardo Mortara, da Venturi, está na terceira posição, com 114 - António Félix da Costa , atual décimo classificado da competição, regressa à Fórmula E neste final de semana, depois da sua vitória na classe LMP2 nas 24 Horas de Le Mans, pela Jota. 

Desejoso de repetir a vitória alcançada em 2020, ai mesmo, em Marraquexe, no Circuito Internacional Moulay El Hassan, Marraquexe é, para o piloto de Cascais, uma pista que lhe traz boas memórias: 

"Estou motivado para a corrida de amanhã. Já venci aqui, portanto não temos nada a perder, vamos atacar à procura de voltarmos a ser felizes. A luta do título está acesa, infelizmente este ano estamos ligeiramente atrasados nessa batalha, mas isso deixa-nos também mais libertos e agressivos nas batalhas em pista, portanto a motivação da minha parte e também da equipa é alta!”

Quanto às contas do campeonato, o piloto da DS Techeetah relativiza: "[Estou] pouco interessado com contas. Não estou contente de estar onde estou, mas há sete provas pela frente para mostrarmos o nosso andamento e o capitalizarmos em resultados."

O programa do fim de semana marroquino inicia-se hoje, com uma sessão de treinos livres e amanhã, sábado, terá lugar a segunda sessão de treinos livres, seguida da qualificação, com inicio marcado para as 09:40 da manhã, com transmissão em direto na Eleven 3. Na parte da tarde, a partir das 16:50, e na Eurosport 2, tem lugar a corrida, com duração de 45 minutos acrescida de uma volta.

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Formula E: Marrakech substituirá Vancouver


O circuito de Marrakesh, em Marrocos, substituirá Vancouver no calendário, e será corrido a 2 de julho. Será a quarta vez que acolherá a prova, dois anos depois de a receber pela última vez. Este regresso fará com que o calendário da competição elétrica tenha 16 provas, a mais extensa da sua curta história. 

Marrakesh entra no lugar de Vancouver, que viu a sua estreia adiada para 2023 devido a problemas com as licenças que tinham de arranjar com as autoridades municipais, que não conseguiram a tempo da prova. É que para além da corrida, ainda tinham outros eventos que sustentariam aquilo que chamaram de E-Fest, que incluiriam concertos de música e uma conferência sobre sustentabilidade empresarial.

A Formula E volta à ação neste final de semana com a jornada dupla de Berlim, no circuito de Tempelhof.

sábado, 7 de março de 2020

Youtube Racing: O ePrix de Marrakesh, na íntegra

Uma semana depois da vitoria de António Félix da Costa em Marrakesh, que lhe deu a liderança do campeonato, coloco aqui a corrida na íntegra, desde o duelo com Max Gunther até à distanciamento para com a concorrência, enquanto o piloto alemão da BMW aguentou os ataques de Jean-Eric Vergne para aguentar o segundo posto.

Tem hora e meia e narração em inglês. 

sábado, 29 de fevereiro de 2020

A imagem do dia

É raro ouvir "A Portuguesa" fora do país, em eventos desportivos. Ainda hoje pagamos as décadas de menosprezo que o Estado deu ao desporto, excepto o futebol. Sou de uma geração onde ir a um Europeu ou Mundial de Futebol era um feito, quanto mais vencê-lo. Aos meus amigos estrangeiros: se vos disser que o hino nacional de Portugal só foi tocado por quatro vezes nus Jogos Olímpicos, acreditam? Sim, é verdade o que vos digo.

Logo, no automobilismo, e tirando o facto de termos recebido a Formula 1 e sermos palco de um dos clássicos do Mundial de Ralis, só por uma vez é que um dos nossos subiu ao lugar mais alto do pódio numa prova destas. E foi em casa, num dos mais infames ralis da história do WRC, a edição de 1986, onde os pilotos de fábrica boicotaram a prova após o acidente da Lagoa Azul, deixando o caminho livre para que Joaquim Moutinho chegasse à meta como vencedor. 

Estão a ver o Tiago Monteiro, naquele dia, em Indianápolis? Para nós, isso não nos é "virgem".

Assim sendo, ver António Félix da Costa vencer com categoria uma prova de Formula E e sair de Marrakesh com a liderança do campeonato, com concorrência a sério e sem ser por "default" é algo muito, mas muito raro. Quase único, até. E isso deve ser saboreado. Por muitas razões.

A primeira é que este é um mundial essencialmente com equipas de fábrica, logo, eles querem talento e não dinheiro, como é agora a Formula 1, onde as equipas privadas, para sobreviver, "vendem" lugares à melhor oferta. É uma verdade insofismável.

A segunda é que, tendo ele um carro à sua altura, e numa competição igual, consegue superar o seu companheiro de equipa. E toda a gente sabe que o primeiro oponente é o seu companheiro de equipa. Ainda por cima, quando esse companheiro se chama Jean-Eric Vergne e é o atual bicampeão da competição, e o piloto que ajudou a colocar a Techeetah no lugar onde está, contra o seu maior rival que é a BMW Andretti e a Jaguar. Ironicamente, a BMW Andretti está onde está no campeonato deste ano graças a... António Félix da Costa, que ajudou a desenvolver o carro nas últimas duas épocas, e na temporada passada conseguiu quatro pódios e uma vitória na ronda saudita.

E a terceira porque repõe uma injustiça. Ele deveria ter ganho a corrida de 2019 se não tivesse cometido um erro que desperdiçou 25 pontos para o campeonato, numa altura em que ele liderava depois da vitória na Arábia Saudita. Uma segunda vitória ou um segundo pódio seguido poderia ter dado melhores armas para encarar esse campeonato. Hoje, essa injustiça foi resposta, irónicamente, contra um carro da BMW.

É ótimo chegar às cinco corridas do campeonato e vê-lo na liderança. Mas ainda nem chegamos a meio. Cinco vencedores diferentes em cinco corridas mostra todo este equilíbrio - chamem-o artificial, chamem o que quiser - e a última ronda é como a primeira: uma jornada dupla, são 50 pontos em jogo. E um mau fim de semana é o suficiente para dar um tombo no campeonato. Logo, a consistência é a chave. Tem carro, inteligência e sobretudo, sangue-frio. Não é ele o pressionado, agora ele é o pressionador. E se fizer tudo bem, conseguirá algo raro e merecedor na sua carreira: ser campeão. 

E se conseguir, poderá escrever uma página de ouro no automobilismo português. E esta tarde, ouvir "A Portuguesa" fez-me arrancar um sorriso e pensar que fazemos parte da civilização.

Felix da Costa: "Que grande vitória!"

António Félix da Costa era uma pessoa feliz no final do ePrix de Marrakesh, quinta prova do campeonato da Formula E. O piloto da Techeetah conseguiu superar Max Gunther, numa corrida onde foi essencialmente um duelo a dois até à segunda metade da corrida. A partir dali, o alemão da BMW ficou par trás e passou a ser atacado por Jean-Eric Vergne, que tentou e tudo para o passar e dar uma dobradinha para a equipa sino-francesa, mas a defesa do alemão causou, paradoxalmente, o afastamento do piloto português rumo à vitória - terminou com 11,4 segundos de avanço sobre Gunther - a sua primeira nesta temporada e tornando-se no quinto vencedor diferente em 2019-20. 

A caminho do pódio, com todas as emoções ainda à flor da pele, comentou:

"Que grande dia, grande vitória num dia que mostrámos toda a nossa raça, tanto em rapidez como em gestão de energia e estratégia de corrida. Senti-me sempre muito confortável e quando cai para 2º sabia que podia vencer, pois com isso ganhei energia ao Max [Gunther] e depois quando o passei, consegui ir embora e vencer. Um dia muito bom para toda a equipa, que está de parabéns, todos têm trabalhado intensamente na fábrica em Paris e esta vitória é o resultado disso.", começou por dizer.

"Que grande vitória, passei para a liderança do campeonato e estamos no caminho certo, vamos continuar a trabalhar na máxima força para as próximas corridas!", concluiu.

No campeonato, não só Félix da Costa lidera com 67, contra os 56 de Mitch Evans, como a Techeetah sai de Marrakesh com a liderança no campeonato de Construtores, com 98 pontos, mais oito que a BMW.

O campeonato prossegue a 4 de abril, nas ruas de Roma, a primeira prova em solo europeu.

Formula E: Félix da Costa triunfa em Marrakesh e sai como líder do campeonato

Quinta prova, quinto vencedor diferente, e neste sábado, as cores portuguesas estiveram no lugar mais alto do pódio. Depois de ter feito a pole-position, António Félix da Costa terminou a corrida como vencedor, depois de ter andado boa parte da prova em duelo com Maxmilian Gunther. Mas ao contrário do que aconteceu em Santiago do Chile, onde teve de ceder ao alemão da BMW Andretti, desta vez foi o piloto de Cascais que levou a melhor, com Gunther na segunda posição e pressionado por Jean-Eric Vergne, que ficou com o lugar mais baixo do pódio, na frente de Sebastien Beumi, da Nissan. Mitch Evans, da Jaguar, protagonizou a recuperação mais sensacional da corrida, vindo de último na grelha para acabar na sexta posição!  

Com o céu azul e a temperatura amena, o ambiente na pista estava expectante para saber se a competição iria sair de paragens marroquinas com novo líder, agora que António Félix da Costa estava a meros cinco pontos da primeira posição. Ainda por cima quando Mitch Evans, o lider, partia do último lugar, e o segundo classificado, Stoffel Vandoorne, era meramente 17º, tudp parecia estar a favor do piloto de Cascais.

Na partida, sem incidentes de maior, com o piloto português a tentar distanciar-se de Gunther. Ambos abriam uma margem para o terceiro colocado, o Mercedes de Nyck de Vries. Atrás, Vergne subia posições e no inicio da terceira volta, era oitavo, passando o Jaguar de James Calado. Pouco depois, o Attack Mode estava ativado.

Com o passar das voltas, os pilotos consolidavam as suas posições, aguardando pelo momento de passar pela primeira vez no Attack Mode. Com a passagem do primeiro carro por essa zona, o Mahindra de Jerome D'Ambrosio, a organização anunciou que De Vries tinha de passar pelas boxes para cumprir um "drive thrgough" devido à... excessiva regeneração do seu sistema. Vergne era agora séxto, depois de passar o Nissan de Oliver Rowland.

Aos 15 minutos de corrida, e na volta dez, os dois primeiros foram para o Attack Mode, e também Vergne, que aproveitou para passar Buemi e ser quinto. Mortara também foi, mas uma volta depois. Os Techeetah eram os melhores, batendo cada um dos seus pilotos a volta mais rápida. E isso compensou para o francês, que passou o Porsche de Lotterer - que tinha ido ao Attack Mode - para ser terceiro. Quando a energia extra acabou, o alemão ainda estava debaixo de energia a mais e recuperou o terceiro posto. 

Entretanto, Gunther atacou Felix da Costa e conseguiu passá-lo, ficando com a liderança. Mas o piloto português não o largava, tentando gerir a energia atrás do piloto da BMW. Lotterer era terceiro, pressionado por Vergne, e ambos aproximavam-se dos dos primeiros.

A 17 minutos do fim, Félix da Costa foi ao Fanboost e passou o alemão da BMW, com Lotterer e Vergne em cima deles. O português tentou afastar-se antes que Gunther fosse ao Attack Mode e evitar que ele fosse embora. Ao mesmo tempo, Vergne passava Lotterer e era terceiro. Na frente, o português estava com alguma distância sobre o alemão, e Vergne já tinha quase quatro segundos de atraso. Mas foi nessa altura que foi ao Attack Mode, com Mortara atrás dele, a ameaçar o terceiro posto, depois do suíço ter passado Lotterer. Vergne afastou-se, enquanto o suíço da Venturi era de novo passado pelo alemão da Porsche.

A oito minutos do fim, Vergne consegue alcançar Gunther e passar para segundo, depois de passar a volta mais rápida da corrida até então. O alemão da BMW foi ao contra-ataque, mas o francês da Techeetah defendia-se. E no meio disto tudo, o piloto português já tinha cinco segundos de avanço.

No final, Gunther pressionou imenso o francês e o passou, mas na frente, Félix da Costa venceu pela primeira vez este ano e conseguindo a sua terceira vitória da carreira. Buemi é quarto e Mictch Evans, de último, terminou em sexto!

No campeonato, após a ronda marroquina, Félix da costa têm agora 67 pontos, seguido por Evans, com 56 e Sims, com 46. A próxima prova acontecerá dentro de cinco semanas, a 4 de abril, em Roma.

Formula E: Félix da Costa é pole em Marrakesh

António Félix da Costa mostrou esta manhã em Marrakesh que tem um carro vencedor nas mãos, ao fazer a pole-position diante do BMW Andretti de Max Gunther e o Porsche de André Lotterer, numa qualificação marcada pelos maus resultados dos seus mais diretos rivais. Se Jean-Eric Vergne não conseguiu mais do que um 11º posto, já Mitch Evans fez pior, ao não marcar tempo e partir de último na grelha.

Com os treinos livres a darem boas indicações para a Techeetah e sobretudo, para Félix da Costa, a qualificação deixava expectativas no ar, apesar de ele estar no Grupo 1 com alguns dos seus rivais: Mitch Evans, Alexander Sims, Stoffel Vandoorne, Lucas Di Grassi e Sam Bird. Sims foi o primeiro a marcar tempo, 1.17,830, mas o piloto de Cascais fez 1.17,640 e ficou com a dianteira. Todos os outros fizeram pior, mas o cúmulo aconteceu com Evans, quando... ficou sem tempo para marcar qualquer volta. Todos ficaram espantados: o líder da competição iria largar... de último!

No Grupo 2, que tinha incluídos Oliver Rowland, Maximilian Günther, Edoardo Mortara, André Lotterer, Nyck de Vries e Jean-Éric Vergne, começou com Gunther a ser o primeiro a ir à pista, marcando 1.17,562, ficando no topo da tabela de tempos. André Lotterer andou com um tempo semelhante, mas mais lento, enquanto Edoardo Mortara fez um pouco mais abaixo, com 1.17,6, ficando com os três melhores tempos. De Vries tocou no muro e o seu tempo ressentiu-se, e Vergne não conseguiu melhor.

Para o Grupo 3, que tinha Sébastien Buemi, Pascal Wehrlein, Robin Frijns, James Calado, Daniel Abt e Jérôme D'Ambrosio, Calado era o primeiro a sair para a pista para tentar marcar um tempo. Contudo, foi modesto, e iria ficar fora do "top 6", conseguindo apenas o décimo tempo provisório. Wehrlein e Frijns faziam pior, com o holandês a tocar no muro e a comprometer o seu tempo. Spenas Buemi conseguiu um tempo suficiente para passar.

Para o fim ficaram Felipe Massa, Brendon Hartley, Oliver Turvey, Nico Müller, Neel Jani e Ma Qing Hua. Contudo, esses pilotos não foram competitivos e não houve alterações.

Assim sendo, entraram na SuperPole Mortara, Buemi, Félix da Costa, Lotterer, Gunther e De Vries.

O piloto suíço foi o primeiro a entrar na pista, mas o tempo que fez, 1.17,811, não era suficiente para fazer alguma coisa em relação aos lugares da frente. Seguiu-se De Vries, que melhorou o resultado, passando provisóriamente para a frente, mas foi Félix da Costa que marcou o ritmo, quando fez a sua volta lançada em 1.17,158. Mortara fez o seu melhor, e não chegou, bem como Lotterer, tentando repetir a pole no México, mas foi Gunther que assustou o português da Techeetah, quando fez 1.17,227, e a meio dessa volta, parecia que iria tirá-lo do primeiro lugar, mas uma travagem mais forte retirou-lhe ímpeto e centésimos preciosos.

Assim sendo, pela primeira nesta temporada, António Félix da Costa partia da pole-position e estava numa posição ideal para vencer e quem sabe, atacar a liderança do campeonato.

A corrida acontece pelas 14 horas de Lisboa e será transmitida pela Eurosport.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Formula E: Felix da Costa quer novo pódio em Marrakesh

Depois de ter ido a Austin e garantir um pódio para a sua equipa na classe LMP2 nas Seis Horas, António Félix da Costa está de volta à Formula E, juntando-se à Techeetah e voltando a almejar o pódio, e quem sabe, atacar a liderança do campeonato, caso a ocasião permitir. Numa pista com 2970 metros de extensão, o piloto português, que tem memórias agridoces dela, espera continuar o bom momento.  

Desejoso de iniciar o fim-de-semana aqui em Marrocos, uma pista onde sempre me bem dei bem e gosto particularmente, aliás aqui no ano passado perdi a vitória devido a um toque já perto do final. Penso que vamos voltar a ter um bom carro em termos de ritmo de corrida e gestão de energia, agora em qualificação temos trabalhado para darmos um salto. Por ser agora terceiro no campeonato estou integrado no grupo 1 da qualificação, onde normalmente a pista se encontra mais lenta, de qualquer forma encaro o fim-de-semana com otimismo e muita vontade de lutar por um pódio e sobretudo trazer para casa bons pontos para o campeonato”, referiu.

Em Marrocos, o programa vai se dividir em dois dias, com a sexta-feira dedicada à primeira sessão de treinos livres. O sábado começará com a segunda sessão de treinos livres, seguida da qualificação às dez da manhã. A partir das 14 horas de Lisboa - com transmissão na Eurosport - terá então lugar a corrida com quarenta e cinco minutos acrescida de uma volta.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Formula E: Albuquerque será piloto de desenvolvimento da Techeetah

Vai haver um segundo piloto português na Formula E. Filipe Albuquerque estará em Marrakesh para o teste coletivo da marca, a bordo de um dos carros da Techeetah, depois da corrida, a 1 de março. O trabalho como piloto de testes na Techeetah é acumulado com as corridas no FIA WEC, o Campeonato do Mundo de Resistência, o ELMS, o European Le Mans Series, e a Taça Morte-Americana de Resistência.

"Estou muito contente pelo convite da DS Techeetah para testar e ajudar os seus pilotos, nomeadamente o António. Mal posso esperar por guiar!", disse o piloto de Coimbra na sua página do Facebook.

Mais tarde, em declarações à Autosport portuguesa, Albuquerque afirmou: “Fiquei muito satisfeito pelo convite que me foi dirigido. O reconhecimento profissional é sempre muito bom. Estamos a falar de uma realidade que desconheço por completo, mas para a qual estou muito empenhado e focado”, começou por referir.

Poder ajudar o António Félix da Costa, a quem devo agradecer parte deste convite, e o Jean-Éric Vergne a ganhar corridas será uma missão que poderá contar com toda a minha dedicação”, concluiu.

O campeonato de Formula E continua no próximo dia 29 de fevereiro com o ePrix de Marrakesh, em Marrocos.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Formula E: Organização prepara novo calendário

A Formula E pode estar à beira de mudar o calendário de alto a baixo para a próxima temporada. Segundo conta o e-racing365.com, a data reservada para a segunda corrida.- e que em principio iria para Marrakesh, em Marrocos - vai ser deitada fora a favor de uma prova nas ruas de Jakarta, a capital da Indonésia, em meados de maio de 2020.

As alterações ao calendário surgem depois de reclamações por parte de alguns pilotos sobre o facto das treze provas da Formula E, tres delas colidirem com provas do Mundial de Endurance (WEC), e fizeram com que abdicassem de correr a tempo inteiro no WEC a favor da competição elétrica. A prova marroquina, que seria a 14 de dezembro, iria colidir com as Seis Horas do Bahrein, e agora essa data fica liberta. A FIA e a ACO tinham feito antes antecipar as Seis Horas de Spa-Francochamps para 25 de abril, para evitar a colisão com o ePrix de Paris, e deixava uma data por resolver, que era o das 12 Horas de Sebring, que vai acontecer a 20 de março, um dia antes do e-Prix de Sanya, na China. 

Contudo, os eventos politicos em Hong Kong, caso se arrastem no tempo, poderão mexer no calendário, e permitir novas mudanças. Por agora, ambas as datas serão mantidas, mas a FIA e a organização sabe que em caso de alteração, será aqui e não no Mundial de Endurance.

Quanto à prova indonésia, o facto de quererem que se corra em maio, para aproiveitar a passagem da competição por Seoul, onde inaugurará a passagem da Formula E por paragens coreanas, poderá fazer com que a prova alemã se corra mais tarde em junho. Contudo, a aprovação da corrida estará dependente do orçamento que as autoridades locais terão de providenciar. E segundo Anies Baswedan, o governador de Jakarta, precisam de 24,1 milhões de dólares para poder organizar a corrida nas ruas da metrópole. Só depois disso é que a corrida terá luz verde e ser inscrita.

O calendário está a ser ultimado e será apresentado na próxima reunião do Conselho Mundial da FIA, a 4 de outubro.

Eis o novo calendário:

22-23 de novembro 2019: Ad Diryah (Arábia Saudita)
18 e janeiro 2020: Santiago (Chile)
15 de fevereiro: Cidade do México (México)
1 de março: Hong Kong
21 de março: Sanya (China)
4 de abril: Roma (Itália)
18 de abril: Paris (França)
3 de maio: Seul (Coreia do Sul)
6 de junho: Jakarta (Indonésia)
20 de junho: Berlim (Alemanha)
11 de julho: Nova Iorque (Estados Unidos)
25-26 de julho: Londres (Reino Unido)

domingo, 7 de abril de 2019

WTCR - Ronda 1, Marrocos (Corridas 2 e 3)

Depois de ontem o argentino Esteban Guerrieri ter vencido ontem em Marrakesh, hoje, Gabriele Tarquini e Thed Bjork foram os vencedores das corridas de hoje na pista marroquina. Na primeira corrida, os Hyundai dominaram, e poderiam ter ficado com uma dobradinha se não fossem os problemas de travões de Nicky Catsburg. Na segunda, a mesma coisa iria acontecer aos Lynk, mas os problemas de motor de Yvan Muller impediram isso.

Quanto a Tiago Monteiro, foi oitavo na primeira corrida e não acabou a segunda, depois de uma colisão com o carro de Yann Erlacher.  

Com temperatura amena na pista marroquina, os pilotos tinham de ser cautelosos na segunda corrida pois, em caso de acidente, é provável que não teriam carro para a terceira prova, que iria acontecer menos de uma hora mais tarde.

Na primeira corrida, que tinha o Hyundai de Nicky Catsburg como poleman, a partida foi calma, com toques, mas sem alterações de monta, pois todos andavam cautelosos. Atrás, Tiago Monteiro caia dois lugares, para nono, e era pressionado por Frederic Vervisch. Na frente, os Hyundais de Catsburg e Tarquini começavam a escapar da concorrência, liderada pelo Lynk de Yann Erlacher. Tudo isto acontecia enquanto o local Mehdi Bennani desistia pela segunda vez esta semana.

As coisas andavam assim até à décima volta, quando Catsburg falhou a travagem e bateu no muro de proteção, dando a liderança a Tarquini e a entrada do Safety Car. A corrida retomou cinco voltas dpeois, com Tarquini a "fugir" do resto do pelotão, agora liderado por Jean-Karl Vernay, abrindo uma vantagem apreciável. Atrás, Tiago Monteiro era pressionado por Frederic Vervisch pelo oitavo posto, e ambos tinham na frente outro veterano, o Lynk de Yvan Muller. 

Contudo, no final, as posições não se alteraram e o veterano italiano foi o vencedor da primeira corrida da tarde, com Vernay e Erlacher nos restantes lugares do pódio. Monteiro ainda atacou Muller, mas nenhum dos três conseguiu ultrapassar ou ser ultrapassado, portanto, o piloto do Honda foi oitavo, entre o Lynk do francês e o Cupra do belga.

Poucos minutos depois, o pelotão estava de volta à pista para a segunda corrida da tarde. Com Vervisch e Muller na primeira fila e Tiago Monteiro na segunda, a corrida também prometia ser emocionante, porque seria mais longa - teria 21 voltas. Catsburg, devido aos danos que tinha sofrido, não iria largar nesta corrida.

Na partida, os Lynk foram mais velozes, com Muller a ser melhor que Bjork, enquanto Monteiro estava a perder posições. Mais tarde, na mesma volta, e a tentar aguentar a posição de Guerrieri, ele toca no carro de Erlacher e no impacto, ele bate a fica danificado. O Safety Car é acionado, e a corrida de ambos os pilotos terminava por ali.

A corrida voltou na volta seis, com Muller a afastar-se de Bjork, que servia de tampão ao resto do pelotão. Vervisch atacava o segundo posto do carro azul, mas as tentativas não corriam bem, Parecia que o veterano francês iria ter uma corrida tranquila, mas na volta 14, Muller tinha problemas a perdia a liderança para Bjork. Metros depois, descobriu-se que tinha um problema mecânico e acabaria por abandonar. Quase ao mesmo tempo, Augusto Farfus também andava lentamente na pista devido a problemas de caixa. 

Na frente, agora Bjork aguentava os ataques de Vervisch e Azcona, com sucesso. As coisas não mexeram até que na volta 21, os travões do Audi de Vernay falharam e ele bateu nas barreiras de proteção. Com isso, Tarquini subia para o quinto lugar, mas o lugar onde estava o piloto francês era o suficiente para o regresso à pista do Safety Car. Parecia que a corrida acabaria debaixo de bandeiras amarelas, mas não foi. Insuficiente para haver modificações, com Bjork, Vervisch e Azcona no pódio desta terceira corrida.

Com os Lynk a liderar nos Construtores, com 90 pontos, a próxima ronda do WTCR acontecerá nos dias 27 e 28 de abril, na Hungria.

sábado, 6 de abril de 2019

WTCR 2019 - Ronda 1, Marrocos (Corrida 1)

O argentino Esteban Guerrieri foi o vencedor da primeira corrida do WTCR, na pista de Marrakesh, em Marrocos. O piloto da Honda superou-se a Thed Bjork, da Lynk e de outro argentino, Nestor Girolami. Tiago Monteiro foi sexto no seu Honda, no regresso a tempo inteiro no WTCR.

Na pista urbana de uma das principais cidades do reino do Norte de África, o Mundial de Turismos regressava com um novo construtor, a Lynk, que era uma das marcas de chinesa Geeley, que tinha comprado a Volvo, e com ela, a preparadora Polestar. A Honda e a Hyundai também estavam presentes, com vontade de reforçar as suas equipas e atacar o título, bem como a Alfa Romeo, a Audi e a Cupra.

Na partida, Esteban Guerrieri aguentou o ataque dos Lynks de Thed Bjork e Andy Prilaux e manteve a liderança. Monteiro mantinha o sétimo posto no final da primeira volta, colado a Gabriele Tarquini, enquanto Mehdi Bennani e Tom Coronel iam às boxes, devido a uma colisão entre ambos, acabando por ser as primeiras desistências do ano.  

Nas voltas seguintes, as posições mantinham-se na frente, com Tarquini a subir para quinto, passando Prilaux. Os toques no meio do pelotão faziam danos nos carros, por causa da estreiteza da pista, mas o argentino estava relativamente confortável. Atrás, a direção de corrida decidira penalizar Jean-Karl Vernay em cinco segundos por causar uma colisão. O francês, que era terceiro, caiu para sétimo no final da prova.

No final, Guerrieri conseguiu aguentar os ataques do segundo classificado e ser o vencedor da primeira corrida do ano. As próximas duas provas do fim de semana marroquino acontecerão amanhã.

domingo, 20 de janeiro de 2019

Youtube Formula E Racing: o ePrix de Marrakesh na integra

Uma semana depois de Marrakesh, e enquanto esperamos por Santiago - que acontecerá dentro de seis dias - é a vez de recordar a segunda prova do campeonato da Formula E, do qual podem vê-lo - ou revê-lo - na íntegra.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Formula E: Félix da Costa lamenta oportunidade perdida

Depois do erro crasso em Marrakesh, que lhe custou a vitória, António Félix da Costa e Alexander Sims lamentaram-se com a BMW pela oportunidade desperdiçada de sair de Marrocos com a liderança em ambos os campeonatos. No final, ele ficou sem pontos e Jerome D'Ambrosio herdou a vitória, acabando também por sair de terras marroquinas com a liderança do campeonato. 

"Hoje foi um dia que tinha tudo para ser muito produtivo para a BMW, mas ambos quisemos muito ganhar e infelizmente isso acabou por não ser benéfico para nenhum de nós nem para a equipa. Há que aprender com o sucedido e saber que, se queremos lutar pelo campeonato, não podemos de forma alguma repetir o que se passou hoje. Estamos tristes pelo sucedido, mas com a certeza que estamos competitivos, portanto, olhos postos na próxima corrida no Chile e continuar a trabalhar focado com a equipa", afirmou o português. 

A próxima prova da Fórmula E tem lugar em Santiago do Chile, no dia 26 de Janeiro. 

sábado, 12 de janeiro de 2019

Formula E: Jerome D'Ambrosio vence em Marrakesh

Jerome D'Ambrosio venceu a segunda corrida do campeonato de Formula E em Marrakesh, depois de ter aproveitado a "benção" da BMW, que se autodestruiram, quando Alexander Sims deitou fora da pista António Félix da Costa e causou um Safety Car, deitando também fora a chance de uma dobradinha da BMW em paragens marroquinas. 

A corrida tinha começado bem antes, com a penalização de António Félix da Costa. Terceiro na grelha, o organização descobriu que usou excessivamente a energia na sua volta de qualificação e viu o seu esforço anulado, caindo para a sexta posição.

No momento da partida, Jean-Eric Vergne causa confusão ao tocar em Sam Bird. O britânico prosseguiu sem problemas, mas o francês fez um pião, prejudicando Sebastien Buemi e beneficiando os BMW de Alexander Sims e António Félix da Costa. O britânico da BMW foi ao ataque ao piloto da Virgin, com Félix da Costa atento ao que se passaria na frente.

Nas voltas seguintes, Félix da Costa passou Alex Sims para ser segundo, enquanto Stoffel Vandoorne, Pascal Wehrlein e Gary Paffet tornaram-se nos primeiros abandonos da corrida.

Félix da Costa andava perto de Bird e tentava colar-se para o poder passar, mas tinha atrás de si todos os carros até ao sexto posto. Veloz nas curvas, contudo, o britânico aguentava o assédio dos BMW. Contudo, à décima volta, Félix da Costa conseguiu passar Bird para ficar com a liderança, e Sims também o fez, mais adiante. Com isto, o piloto da Virgin caia para terceiro. Atrás, Jerome D'Ambrosio passava Lucas di Grassi e era sexto.

Com o passar das voltas, Di Grassi subia no pelotão, usando o "attack mode" e subia para o quinto posto, passando Bird e atacando Frijns, para o passar logo a seguir. Bird respondeu usando o attack mode", depois de ter caído para sétimo, passado por José Maria Lopez. Pouco depois, os dois BMW e Robin Frijns responderam indo para o "attack mode" para tentarem escapar do resto do pelotão.

Na frente, os BMW afastavam-se do pelotão, lutando entre si pela vitória. E ainda por cima, o piloto português tinha o "fanboost" como trunfo para a parte final da prova. Atrás, Di Grassi era passado por Frijns, caindo para sexto. A seguir perdia mais um posto para Vergne.

E a dez minutos do fim, os BMW deitam a corrida fora. Alexander Sims estava a ultrapassar Félix da Costa, e na travagem, ambos os pilotos a sairem da pista. Sims caia para quarto e Félix da Costa abandonava. Resultado final: o Safety Car entrava na pista, e Jerome D'Ambrosio liderava a corrida.

Contudo, quando o Safety Car ficou na pista, o tempo acabava. Somente saiu para a volta final, com Jerome D'Ambrosio a aguentar os ataques do pelotão, com Robin Frijns na segunda posição e Sam Bird com o lugar mais baixo do pódio. Alexander Sims e Jeran-Eric Vergne ficaram logo a seguir.  

No final, D'Ambrosio sai de Marrocos com a liderança do campeonato, com 40 pontos, com Vergne e Félix da Costa empatados com 28. A competição regressa em paragens chilenas, dentro de duas semanas, a 26 de janeiro.

Formula E: Bird na pole em Marrakesh, Félix da Costa é terceiro

O britânico Sam Bird fez a pole-position no ePrémio de Marrocos, no circuito de Marrakesh, na manhã deste sábado. O piloto da Virgin conseguiu ser bem mais veloz que o Techeetah de Jean-Eric Vergne e o BMW de António Félix da Costa. E o mais sensacional da pole do piloto britânico é que andou boa parte da qualificação com um dano no seu difusor.

Com sol e frio nas ruas da cidade marroquina, máquinas e pilotos prepararam-se para a segunda ronda do campeonato. Depois das sessões de treinos livres, foi a vez da qualificação, e os cinco primeiros da última corrida iriam entrar logo em ação no primeiro grupo. Primeiro, o piloto português, e fez 1.17,950, marcando o passo em relação à concorrência. Tanto que apenas Jean-Eric Vergne se aproximou, fazendo 1.18,0, e o resto ficou um pouco mais distante.

No segundo grupo, que tinha Nelson Piquet Jr, Lucas Di Grassi, Sébastien Buemi, Daniel Abt e Oliver Rowland, o piloto brasileiro da Audi tinha problemas com a bomba de água, que o impediu de dar algumas voltas no circuito. Apenas conseguiu o 11º tempo, enquanto Piquet Jr fizera o quarto melhor tempo e intrometia-se na luta pela superpole.

No Grupo 3, com Robin Frijns, Sam Bird, Oliver Turvey, Tom Dillmann, Max Günther e Stoffel Vandoorne, o britânico foi bem veloz, fazendo 1.17,851 e ficou com a dianteira na tabela de tempos. Robin Frijns fez o sexto melhor tempo, com 1.18,200. Tom Dillmann roçou com o carro no muro e ficou prejudicado, enquanto Max Gunther e Stoffel Vandoorne ficaram parados na pista, com problemas nos seus carros.

No Grupo 4, com Felipe Massa, José María López, Gary Paffett, Pascal Wehrlein, Edoardo Mortara e Alexander Sims, o único que deu-se bem foi o companheiro de equipa de Félix da Costa, conseguindo o terceiro posto da geral, depois de tirar da superpole outro estreante, o alemão Pascal Wehrlein, no seu Mahindra.

Para a superpole foram Bird, Sims, Félix da Costa, Buemi, Vergne e Evans.

O primeiro a sair para a pista foi o piloto da Jaguar, mas o neozelandês não fez uma grande volta, acabando apenas com 1.29,379, por causa de uma travagem que foi para além da medida. Seguiu-se Jean-Eric Vergne, que conseguiu 1.17,535, que praticamente colocou a concorrência em sentido.

Seguiu-se Antonio Félix da Costa, com o seu BMW, que conseguiu fazer uma boa volta, mas não conseguiu bater o piloto francês, fazendo 1.17,626. Seguiu-se Alexader Sims, o companheiro de equipa do piloto português na BMW, mas não foi mais além de 1.18,400, muito abaixo dos dois primeiros.

Sebastien Buemi saiu no seu Nissan, para tentar fazer um tempo que o colocasse na primeira fila, mas no final, o 1.17,738 foi apenas o suficiente para ser terceiro na grelha, atrás de Vergne e Félix da Costa. Sam Bird foi o último a sair... e ele fez uma volta-canhão, suficiente para dar a pole-position à Virgin, a primeira do ano para o piloto britânico.

A corrida acontece mais tarde, pelas 15 horas locais, e será transmitida pela Eurosport.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Formula E: Felix da Costa atento à concorrência

A Formula E volta à ação neste fim de semana, quatro semanas depois da sua ronda inaugural, na Arábia Saudita, e António Félix da Costa pretende consolidar a sua liderança no campeonato, depois de ter vencido - e feito a pole-position - em paragens sauditas, batendo a forte concorrência da Techeetah.

Apesar desta vitória, e de ser um dos favoritos para o fim de semana marroquino, o piloto de Cascais mostra-se prudente e concentrado neste fim de semana, com o objetivo de obter um bom resultado para ele e para a sua equipa, a BMW Andretti. 

A vitória de Riade foi incrível sem dúvida, mas isso já lá vai e agora o foco é totalmente neste fim-de-semana. Trabalhámos muito em algumas áreas menos fortes do nosso carro, que sentimos necessárias para nos mantermos fortes na luta pelos lugares da frente. Ao contrário de Riade, Marraquexe é um circuito que todas as equipas conhecem, por isso penso que o equilíbrio será ainda maior. O nível das equipas e pilotos está muito alto, portanto nesta fase o importante não são as contas do campeonato, mas sim pensar corrida a corrida e trazer para casa o maior número de pontos, sempre com inteligência e sem cometer erros. É esse o foco!”, referiu.

A prova acontecerá ao longo deste sábado, com a qualificação a acontecer pelas onze da manhã, hora de Lisboa, e a corrida pelas 15 horas, ambas transmitidas pela Eurosport.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Formula E: Mais nomes confirmados para teste em Marrakesh

Arthur Leclerc, Norman Nato, Raffaele Marciello, Harry Thicknell e Pietro Fittipaldi foram confirnados nestes últimos dois dias para o teste de jovens pilotos de Marrakesh, que acontecerá dentro de uma semana, depois do ePrémio de Marrocos. 

Thicknell e Fittipaldi conduzirão os carros da Jaguar neste teste, enquanto Marciello vai testar no carro da HWA, já Nato e Leclerc andarão nos carros da Venturi.

"A Jaguar deu-me as minhas primeiras voltas num carro de Fórmula E e estou muito agradecido por estar testando o novo carro da Gen2 com eles", começou por dizer Tincknell, que também detém um papel de simulador na equipa NIO.

É uma ótima oportunidade para mim e espero usar minha experiência anterior com a Fórmula E para fazer o melhor trabalho possível. Com os testes sendo limitados, durante esta temporada, eu realmente quero maximizar o dia para a equipa e contribuir para o desenvolvimento do Jaguar I-TYPE 3 depois de termos começado a quinta temporada a pontuar com Mitch [Evans] e Nelson [Piquet Jr].", concluiu.

O diretor desportivo da Jaguar, James Barclay, dá as boas vindas a ambos os pilotos, dizendo que os seus conhecimentos serão bem-vindos neste teste.

Pietro fez um ótimo trabalho no ano passado para nós em Marrakesh, então foi uma escolha óbvia”, começou por dizer.

Harry não é estranho para a equipe, pois dirigiu o Jaguar I-TYPE 1 em Donington em agosto de 2016. Temos um programa de testes completo para ambos os pilotos, o que é crucial no desenvolvimento contínuo do Jaguar I-TYPE 3.”, concluiu.

No caso de Arthur Leclerc, irmão mais novo de Charles Leclerc, seria até uma excelente escolha, dado que a Venturi é uma equipa sediada no Mónaco, a naturalidade do piloto. Aos 18 anos de idade, e depois de ter sido quinto classificado no campeonato francês de Formula 4, Arthur vai dar um passo na sua carreira.

"Vou me dedicar completamente à equipe em sua busca para otimizar o Venturi VFE-05", disse Leclerc. “Será a minha maneira de agradecer a Susie, [Wolff] Gildo [Pastor] e a todos os funcionários por me darem a oportunidade de dirigir esse carro de destaque novamente. A Fórmula E é um campeonato pioneiro, inventivo e jovem, e na qual eu estava ansioso para desempenhar um papel ativo. Tenho a sorte de estar envolvido nisso tão cedo na minha carreira.

O presidente da Venturi, Gildo Pastor, disse que ficou impressionado com o progresso de seu colega monegasco na academia Venturi Next Gen.

"Olhando para as performances de Arthur na F4 e no karting, fica claro que ele tem talento. Além disso, minhas equipes tiveram muitas coisas boas a dizer sobre ele. Nas sessões de trabalho, ele estava calmo, humilde, pronto para ouvir e trabalhar duro, qualidades sem as quais o talento não é nada. Ao confiar nosso carro a ele novamente, estamos renovando nossa fé nele" começou por dizer.

Eu sou monegasco no coração, então dar a Arthur a oportunidade de se desenvolver é uma honra. Como todos os monegascos, somos movidos pelo desejo de ver voar a bandeira do Principado.”, concluiu.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Formula E: Chadwick e Calderon vão ter novo teste em Marrakesh

A britânica Jamie Chadwick e a colombiana Tatiana Calderon irão voltar a testar um Formula E depois do ePrix de Marrocos, na semana que vêm. A primeira voltará a andar dentro de um NIO e a segunda andará a bordo de um DS Techeetah. Ambas fieram isso em Al Dhyriah, na Arábia Saudita, após a primeira prova do ano.

"Adorei cada minuto do [meu] primeiro teste em Riyadh e agora que estou acostumada com o carro, estou confiante de que podemos ter um teste bem-sucedido", disse ela. “Mais uma vez, um enorme obrigado a Gerry [Gerry Hughes, o diretor despottivo] e à equipa por me darem esta oportunidade. Eu não posso esperar.". concluiu.

Gerry Hughes afirmou que esta segunda oportunidade também teve a ver com os problemas que teve no primeiro teste, que não deram a ela o gosto de andar num carro deste tipo, e espera que desta vez, ela possa apreciar devidamente a chance e dar o feedback que desejam.

"Depois de um teste um pouco reduzido na Arábia Saudita devido a uma questão técnica além do nosso controle, estou obviamente muito feliz em estender a oportunidade para que Jamie teste de novo entre nós", começou por dizer.

Este é obviamente um caso de 'mesmo carro, ambiente de teste diferente', mas que eu sei que ela vai gostar e será muito interessante testemunhar seu progresso ao longo do dia.

No caso de Calderon, o segundo teste com a DS Techeetah tem a ver com o facto dos responsáveis da equipa terem ficado satisfeitos com o seu "feedback" e quererem de novo no cockpit do carro para ajudar no seu desenvolvimento. James Rossiter também estará nesse teste em Marrakesh.

"Acho que fiz um bom trabalho e agora consegui mostrar que posso me adaptar e me apresentar como eles pedem", disse Calderon ao site e-racing365 após o primeiro teste em Al Dhyriah.

Eu adoraria fazer parte de outro teste e também passar mais tempo com a equipa, isso é um objetivo. Eu quero aprender mais sobre a Fórmula E, porque como campeonato mundial, está a ficar cada vez mais forte", concluiu.

"Estamos muito animados por termos ampliado nosso trabalho com Tatiana Calderon, que conduzirá no 'rookie test' de domingo, juntamente com nosso piloto de desenvolvimento, James Rossiter", começou por comentar o diretor da equipa, Mark Preston.

Tatiana realmente nos impressionou no teste Ad Diriyah, apesar das poucas voltas que deu devido a algumas bandeiras vermelhas. Então queríamos dar a ela outra chance no DS E-Tense FE19 para ver o que ela pode extrair do carro e ganhar mais feedback".

James tem sido inestimável para nós durante o período de desenvolvimento e continuou a nos ajudar com as sessões de simulação no período que antecedeu a temporada. É o segundo "rookie test" onde vai estar e então será muito bom vê-lo de volta no carro.", concluiu.

Formula E: Sirotkin vai testar pela Mahindra em Marrakesh

O russo Serguei Sirotkin irá testar pela Mahindra no teste que a Formula E vai fazer depois do ePrémio de Marrakesh, no próximo dia 12. Sirotkin, que estevae na temporada passada a correr pela Williams, voltará a andar num monolugar depois de não ter conseguido um lugar para continuar em 2019 na equipa de Grove.

Será a seguda vez que irá guiar um carro, depois de um teste em 2016, com o bólido da geração anterior. Neste teste, vai estar acompanhado por Sam Dejonghe, piloto de desenvolvimento da equipa indiana.

"A Fórmula E [tornou-se] agora num dos campeonatos de desenvolvimento mais veloz”, começou por dizer. “A competição aqui está num nível muito alto. [Cada vez] mais fabricantes estão a entrar na série, já que estão confiantes de que os carros elétricos têm um forte potencial. Mais soluções técnicas aparecem nesses carros e eles estão a progredir rapidamente", prosseguiu.

Eu dirigi um carro de Fórmula E em 2016, mas agora a geração de carros mudou, será interessante experimentar a diferença. Estou ansioso por esta grande experiência com a Mahindra Racing”, concluiu.

O ePrix de Marrocos, segunda prova da temporada, acontecerá no próximo dia 12, em Marrakesh.