Mostrar mensagens com a etiqueta Bird. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bird. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Formula E: Virgin manterá dupla para 2019-20

A Virgin irá manter o britânico Sam Bird e o holandês Robin Frijns para a próxima temporada da Formula E. O anuncio foi feito pelo seu diretor geral, Sylain Filipi, a pouco mais de uma semana do ePrix de Berna, a antepenúltima prova do campeonato.

"É ótimo não ter que se preocupar com drivers para a próxima temporada”, começou por dizer Filipi ao e-racing365.com. "Com Robin, temos um contrato de vários anos, então ele estará aqui na próxima temporada", acrescentou Filippi. Com o programa DTM deste ano não houve problema. As datas são boas, sem confrontos e o DTM não tem ABS, então na verdade não é diferente da Fórmula E nesse sentido. Estamos felizes, Robin está feliz, então mantemos a continuidade desta forma”, concluiu.

A Virgin conseguiu este ano dois triunfos, uma para cada piloto: Bird em Santiago do Chile, Frijns em Paris. A equipa é atualmente terceira classificada no Mundial de Construtores, com 137 pontos, enquanto Frijns é o melhor no de pilotos, sendo quinto, com 81 pontos.  

segunda-feira, 18 de março de 2019

Youtube Electric Racing: O ePrix de Hong Kong na íntegra

Uma semana depois da corrida, e a poucos dias da prova de Sanya, que se estreará no calendário no próximo fim de semana, coloco aqui na íntegra o que foi o ePrix de Hong Kong, que provavelmente poderá rter sido a última vez que foi realizado, já que se fala da sua substituição pela prova de Seul, a capital sul-coreana, que se estreará na Formula E em 2020.

A corrida foi vencida inicialmente por Sam Bird, depois de um duelo com André Lotterer, mas uma ultrapassagem controversa na penúltima volta da corrida, pois causou um furo no Techeetah do piloto alemão. Com isso, foi penalizado em cinco segundos e isso fez com que caisse ao colo do Venturi de Edoardo Mortara, numa dupla estreia do piloto italo-suíço e da equipa com sede no Mónaco.

domingo, 10 de março de 2019

Formula E: Bird venceu mais foi penalizado, Mortara herda vitória

A corrida numero 50 da história da Formula E foi um duelo entre Sam Bird e Andre Lotterer cujo climax foi alcançado na volta final, e onde acabou... mal. O piloto da Virgin acabou como vencedor, com o alemão da Techeetah a arrastar-se com um furo, e por causa disso, o britânico foi penalizado em cinco segundos, perdendo a vitória para o Venturi do italo-suíço Edoardo Mortara, que assim se tornou no primeiro vencedor da equipa monegasca. 

Quanto a António Félix da Costa, apesar de ter partido do fundo da grelha, recuperou o suficiente para chegar ao décimo lugar, o último pontuável, numa corrida onde se minoraram os prejuízos.

Depois de Stoffel Vandoorne ter surpreendido todos ao ser o "poleman", a corrida prometia ser interessante, num asfalto que tinha secado na sua maioria, e não haver chuva prevista para os 45 minutos que iria durar a corrida.

No momento da largada, Oliver Rowland superou o HWA de Stoffel Vandoorne, enquanto Sam Bird, que arrancou de sétimo, chegou rapidamente a segundo, para depois alcançar o comando depois do britanico da Nissan ter pressionado acidentalmente o botão de Full Course Yellow, começando a rodar lentamente. 

Atrás, a primeira situação de bandeiras vermelhas quando Felipe Nasr falhou a travagem para uma das curvas, arrastando os Mahindra de Pascal Wehrlein e Jerome D'Ambrosio. Todos acabaram por abandonar e o pelotão recolheu-se às boxes, enquanto se limpava a pista. No regresso à corrida, Lotterer atacou Bird para ficar com o primeiro posto, mas assim que o ultrapassou, o britânico assediou o alemão da Techeetah no sentido de recuperar o lugar.

Atrás, havia pilotos que ficavam pelo caminho devido a acidentes ou a problemas, com Sebastien Buemi ou Alexander Sims, da BMW. Este último devido a uma batida no muro de proteção, suficiente para uma das três entradas do Safety Car na prova.

Na parte final da prova, Bird tinha mais 4 por cento de energia que Lotterer, e o britânico andou ao ataque, até que no inicio da última volta, ambos tocaram, com o piloto alemão a sofrer um furo, e o britânico da Virgin a ficar com a liderança. No final, ele cortou a meta no primeiro posto, mas de imediato a manobra foi investigada pelos comissários, que acabaram por penalizar o piloto britânico com mais cinco segundos, que o fez cair para a sexta posição.

No final, Mortara deu à Venturi e a ele mesmo a sua primeira vitória na Formula E, com Di Grassi em segundo e o holandês Robin Frijns em terceiro, no seu Virgin. Daniel Abt foi quarto, na frente de Felipe Massa, também em Venturi.

Com este resultado, e apesar da penalização, Bird lidera o campeonato com 54 pontos, mais um que Jerome D'Ambrosio e mais dois que Lucas di Grassi e Edoardo Mortara. A Formula E prossegue dentro de duas semanas, na estância chinesa de Sanya. 

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Youtube Motorsport Race: O ePrémio de Santiago, na íntegra

Uma semana depois de acontecer, a Formula E disponibilizou no seu canal de Youtube a corrida de Santiago do Chile, terceira prova do campeonato, que deu o terceiro vencedor diferente do campeonato, o britânico Sam Bird, a bordo do seu Virgin. Foi uma corrida disputada debaixo de imenso calor e com muitas desistências, algumas por causa da falta de aderência do cimento e do asfalto, que chegou a quebrar em algumas partes.

Assim sendo, eis a corrida na sua íntegra, narrado em inglês por Bob Varsha e Dário Franchitti.

sábado, 26 de janeiro de 2019

Formula E: Bird foi o vencedor em Santiago

Terceira corrida, terceiro vencedor diferente. Sam Bird foi o vencedor do ePrémio do Santiago do Chile, na frente de Pascal Wehrlein e de Daniel Abt, numa prova conturbada e marcada pelo calor. Jerome D'Ambrosio conseguiu apenas dois pontos, e António Félix da Costa foi mais um dos pilotos da frente que não chegou ao fim, vitima de despiste. Apenas treze carros ficaram na mesma volta que o vencedor.

Ainda antes de começar a corrida, houve penalizações: Lucas Di Grassi perdeu a pole-position, vendo o seu tempo anulado e partir do último posto da grelha de partida, enquanto a mesma coisa acontecia com Stoffel Vandoorne, que se atrasou na volta e perdeu "apenas" duas posições.

Na largada, Buemi ficou a frente de Wehlrein, enquanto Bird passou Abt no final da primeira volta. Contudo, na segunda volta, Tom Dillmann ficou parado no meio da pista e perdeu uma volta. Nas voltas seguintes, Buemi era pressionado por Wehrlein e o suíço foi o primeiro a meter-se na zona do Attack Mode, na quinta volta, para tentar escapar do alemão da Mahindra.

Pouco depois, Jean-Eric Vergne foi tocado por trás por Félix da Costa, que por sua vez tinha sido tocado por Lotterer. O francês prosseguiu, perdendo tempo, mas o português sofreu danos que o fizeram ir às boxes e cair para o final do pelotão. Na frente, Bird passou Wehrlein e ficou com o segundo posto.

Passados quinze minutos, boa parte do pelotão estava am Attack Mode, e os carros andavam bem velozes. Mas havia confusões: Massa e Gunther ficaram parados, bem como Sims, que tocou na traseira de Mortara e o obrigou a fazer um pião. Pouco depois, Jose Maria Lopez levou um toque de Lucas di Grassi e fez um pião, perdendo tempo. E a confusão era tal que pouco depois, a organização decidiu usar o Full Course Yellow.

No regresso da bandeira verde, Buemi foi atacado por Bird, mas o suíço aguentou. E pouco depois, Stoffel Vandoorne bateu no muro e andou lento para as boxes. Novo Full Course Yellow na pista, numa altura em que o asfalto começava a estalar em certas partes da pista: quase 50 graus Celsius, com a atmosfera a 37ºC.

Na frente, Buemi era atacado por Bird e Wehrlein, mas aguentava esses ataques. Nas a 15 minutos do fim, na chicane, ele bateu forte no muro e acabou a corrida por ali. Bird era o novo líder, com Wehrlein a ser segundo e Sims em terceiro. Ao mesmo tempo, Jean-Eric Vergne também desistia, o sexto na prova, e António Félix da Costa fazia a mesma coisa. Em pouco tempo, três candidatos ao título encostaram às boxes. 

Na parte final, Wehrlein usou de novo o attack mode e foi atrás de Bird para ficar com o primeiro posto. Aproximou-se, ambos ficaram colados, mas não passaram enquanto teve o Attack Mode. Logo depois, nas duas voltas finais da prova, o alemão não desistiu e partiu para o ataque. Mas depois, os travões cederam e deixou Bird ir embora, para a vitória. 

No final, Bird é o novo líder do campeonato, 43 pontos com Simsa ser terceiro, mas a perder cinco lugares de penalização por ter causado uma colisão com Edoardo Mortara. Di Grassi também foi penalizado, caindo fora dos pontos e Jerome D'Ambrosio ficou com o nono posto, conseguindo dois pontos para o piloto belga e era segundo, um ponto atrás do britânico da Virgin. Felix da Costa, Frijns e Vergne estão no terceiro posto, com 28 pontos cada um.

A Formula E vai agora para o Autódromo Hermanos Rodriguez, onde a 16 de fevereiro acontecerá a quarta prova do campeonato.  

sábado, 12 de janeiro de 2019

Formula E: Bird na pole em Marrakesh, Félix da Costa é terceiro

O britânico Sam Bird fez a pole-position no ePrémio de Marrocos, no circuito de Marrakesh, na manhã deste sábado. O piloto da Virgin conseguiu ser bem mais veloz que o Techeetah de Jean-Eric Vergne e o BMW de António Félix da Costa. E o mais sensacional da pole do piloto britânico é que andou boa parte da qualificação com um dano no seu difusor.

Com sol e frio nas ruas da cidade marroquina, máquinas e pilotos prepararam-se para a segunda ronda do campeonato. Depois das sessões de treinos livres, foi a vez da qualificação, e os cinco primeiros da última corrida iriam entrar logo em ação no primeiro grupo. Primeiro, o piloto português, e fez 1.17,950, marcando o passo em relação à concorrência. Tanto que apenas Jean-Eric Vergne se aproximou, fazendo 1.18,0, e o resto ficou um pouco mais distante.

No segundo grupo, que tinha Nelson Piquet Jr, Lucas Di Grassi, Sébastien Buemi, Daniel Abt e Oliver Rowland, o piloto brasileiro da Audi tinha problemas com a bomba de água, que o impediu de dar algumas voltas no circuito. Apenas conseguiu o 11º tempo, enquanto Piquet Jr fizera o quarto melhor tempo e intrometia-se na luta pela superpole.

No Grupo 3, com Robin Frijns, Sam Bird, Oliver Turvey, Tom Dillmann, Max Günther e Stoffel Vandoorne, o britânico foi bem veloz, fazendo 1.17,851 e ficou com a dianteira na tabela de tempos. Robin Frijns fez o sexto melhor tempo, com 1.18,200. Tom Dillmann roçou com o carro no muro e ficou prejudicado, enquanto Max Gunther e Stoffel Vandoorne ficaram parados na pista, com problemas nos seus carros.

No Grupo 4, com Felipe Massa, José María López, Gary Paffett, Pascal Wehrlein, Edoardo Mortara e Alexander Sims, o único que deu-se bem foi o companheiro de equipa de Félix da Costa, conseguindo o terceiro posto da geral, depois de tirar da superpole outro estreante, o alemão Pascal Wehrlein, no seu Mahindra.

Para a superpole foram Bird, Sims, Félix da Costa, Buemi, Vergne e Evans.

O primeiro a sair para a pista foi o piloto da Jaguar, mas o neozelandês não fez uma grande volta, acabando apenas com 1.29,379, por causa de uma travagem que foi para além da medida. Seguiu-se Jean-Eric Vergne, que conseguiu 1.17,535, que praticamente colocou a concorrência em sentido.

Seguiu-se Antonio Félix da Costa, com o seu BMW, que conseguiu fazer uma boa volta, mas não conseguiu bater o piloto francês, fazendo 1.17,626. Seguiu-se Alexader Sims, o companheiro de equipa do piloto português na BMW, mas não foi mais além de 1.18,400, muito abaixo dos dois primeiros.

Sebastien Buemi saiu no seu Nissan, para tentar fazer um tempo que o colocasse na primeira fila, mas no final, o 1.17,738 foi apenas o suficiente para ser terceiro na grelha, atrás de Vergne e Félix da Costa. Sam Bird foi o último a sair... e ele fez uma volta-canhão, suficiente para dar a pole-position à Virgin, a primeira do ano para o piloto britânico.

A corrida acontece mais tarde, pelas 15 horas locais, e será transmitida pela Eurosport.

sábado, 14 de julho de 2018

Formula E: Di Grassi o melhor, Vergne já é campeão

Jean-Eric Vergne tornou-se esta noite no novo campeão do mundo ao terminar a primeira corrida de Nova Iorque no quinto posto, numa prova vencida por Lucas di Grassi. No dia nacional de França, o piloto da Techeetah aproveitou bem o facto de largar no fundo da grelha para fazer uma prova de recuperação, conseguindo passar o seu maior rival, Sam Bird, que foi apenas nono classificado. 

Já António Félix da Costa ficou à beira dos pontos, tendo acabado na 11ª posição. Contudo, esta corrida ficou marcada pelo acidente de Alex Lynn, que causou a entrada do Safety Car, encurtando a corrida em duas voltas.

A partida começou com Buemi a largar bem, mas Evans, que estava a seu lado, não avançou mais que alguns metros para depois parar de vez. Atrás, Jerome D'Ambrosio sofreu um toque com José Maria Lopez, o seu companheiro de equipa, e quebrou a sua asa dianteira. Atrás, Lotterer e Bird passavam alguns pilotos para subir na classificação, enquanto Buemi mantinha a liderança com Abt e Piquet atrás. E Vergne mantinha-se no último posto.

Com o passar das voltas, os Audi eram os carros mais eficientes, passando alguns carros. No final da sexta volta, Di Grassi era sexto, e não estava longe de Prost. E quase ao mesmo tempo, Daniel Abt conseguiu passar Buemi para ficar com a liderança da corrida. Na volta seguinte, Tom Dillman passou Nelson Piquet Jr para ser terceiro e na volta dez, André Lotterer chegava aos pontos, depois de passar os Virgin de Bird e Lynn.

Nessa altura, Lotterer começou a fazer a sua parte, de bloquear os Virgin para permitir a aproximação de Vergne, que era já 12º - depois de passar Rosenqvist e Félix da Costa - mas queria ficar mais perto da concorrência para os poder ultrapassar.

Por esta altura, Di Grassi aproximava-se do Venturi de Tom Dillmann para ver se conseguia chegar ao pódio, e já na volta 14, Vergne passava Bird, apesar de ambos ainda não estarem a pontuar. Duas voltas depois, o brasileiro ficou com o terceiro posto, ao mesmo tempo que Bird passava Vergne e o deixava de fora dos pontos. Di Grassi foi atrás de Buemi para ver se ficava com o segundo posto, mas já havia alguma vantagem.

Perto da troca de carros, Buemi já tinha sido passado por Di Grassi, Vergne já estava na frente de Bird e nos pontos, no sétimo posto, e Lotterer era já sexto. Nesta altura, Vergne já tinha os pontos suficientes para comemorar já o campeonato. Bird só chegou aos pontos na volta 22.

Na volta 23, todos entraram nas boxes para trocar de carros. Os três primeiros mantiveram as posições, com o Mahindra de Rosenqvist e o Jaguar de Piquet parados durante algum tempo na saída das boxes. O piloto brasileiro andou alguns metros até parar de vez. Os Techeetah aproveitaram bem para voltarem à pista no quinto e sexto posto, enquanto Bird era nono. Uma volta depois, Di Grassi passou Abt e era o novo líder da corrida, consolidando os dois primeiros lugares aos carros da Audi. 

Na volta 30, Vergne passou Lotterer e era quinto. Com Bird ainda a ser nono e longe de apanhar concorrência, isto fazia com que o piloto francês era cada vez mais campeão. Tudo andava normalmente até à volta 35, quando Alex Lynn perdeu o controlo do seu carro e bateu de traseira, acabando por destruir o carro. O Safety Car acabou por ser inevitável e todos os pilotos se juntaram.

Contudo, com a quantidade de destroços a serem limpos, e com o tempo a chegar ao seu limite, a corrida voltou a três minutos do tempo limite. Ali, Di Grassi foi-se embora e apesar das tentativas de ultrapassagem de muitos pilotos, não houve grandes mudanças na geral. 

No campeonato, Vergne já era campeão e Bird tem agora uma vantagem de 15 pontos sobre Lucas di Grassi, logo, o segundo lugar também está em jogo para o piloto inglês da Virgin. Amanhã é a última corrida da temporada da Formula E.

Formula E: Buemi faz a pole em Nova Iorque

Sebastien Buemi foi o melhor na qualificação para a primeira das duas corridas que vai acontecer este fim de semana em Nova Iorque e que vai servir de encerramento para a temporada 2017-18 da competição. A qualificação desta tarde ficou também marcada pela desqualificação dos Techeetah de Jean Eric Vergne e André Lotterer, que tinham-se qualificado para a SuperPole, mas acabariam por partir da última fila da grelha, com vantagem para Sam Bird, que partiria de 14º na grelha.  

Com calor, asfalto aquecido - mais de 42 graus no asfalto - e pista suja - as condições estavam prontas para a sessão de qualificação em Nova Iorque. Os pilotos tinham queixas sobre as condições de pista, mas iriam fazer o melhor para conseguir um bom tempo e não serem tão prejudicados.

No primeiro grupo, com Jean-Eric Vergne, Lucas di Grassi, Sebastien Buemi, Sam Bird e Felix Rosenqvist, o francês da Techeetah conseguiu ser o melhor, mas não tinha a certeza se o seu tempo seria suficiente para a SuperPole. Contudo, conseguia ficar na frente de Sam Bird - que fazia um tempo muito modesto - e do resto da concorrência no seu grupo, o que lhe dava uma vantagem na luta pelo título mundial. Mas pouco depois, o seu tempo estava a ser investigado por causa de suspeitas sobre o uso de energia no seu carro durante essa volta rápida.

No segundo grupo, constituído por Mitch Evans, Nelson Piquet Jr, Daniel Abt, André Lotterer e Oliver Turvey, Lotterer, companheiro de equipa do piloto francês, conseguiu um bom tempo, mas ficou a 37 centésimos de Vergne, o que ajudava a abrir mais espaço entre ele e Bird.

Pouco tempo depois, foi a vez do Grupo 3, com o Venturi de Maro Engel, o Andretti de António Félix da Costa, o Dragon de Jerome D'Ambrosio, Alex Lynn, no seu NIO e o Mahindra de Nick Heidfeld. D'Ambrosio fez o quarto tempo provisório, e os outros não conseguiram desalojar. Ainda por cima, António Félix da Costa chegou a tocar no muro para ser apenas o 11º na grelha provisória.

No último grupo estavam o Dragon de José Maria Lopez, o Andretti de Stephane Sarrazin, Tom Dillmann - que substitui de novo Edoardo Mortara e Nicolas Prost. Sarrazin chega a tocar no muro por duas vezes, mas consegue sair do lugar onde tinha batido sem prejudicar ninguém. Mas logo a seguir Nicolas Prost coloca o seu carro no quinto posto, sendo candidato à SuperPole. Por esta altura, a organização decidiu desqualificar os Techeetah, por acharem que a equipa usou demasiada energia nos seus carros.

Assim sendo, Daniel Abt, Nicolas Prost, Sam Bird, Mitch Evans e Jerome D'Ambrosio iriam fazer a SuperPole. Esta começou com Prost na pista, fazendo 1.14,921, mais marcando um tempo que outra coisa. Sebastien Buemi foi para a pista logo a seguir e tirou mais de um segundo no tempo de Prost, fazendo 1.13,911 e tornando-se favorito para a pole. Felix Rosenqvist fez o seu tempo, mas o melhor que conseguiu foi ficar entre os pilotos da Renault. Mitch Evans foi a seguir, indo aos limites mas conseguindo um tempo meio segundo mais lento que Buemi. E depois de Daniel Abt fazer a sua volta, o suíço comemorou a sua primeira pole no fim de semana novaiorquino.

A primeira corrida do fim de semana noaiorquino acontece pelas 20 horas de Lisboa.

sábado, 28 de abril de 2018

Forumla E: Vergne é o vencedor no ePrix parisiense

Jean-Eric Vergne foi o vencedor no ePrix de Paris, oitava prova do campeonato de Formula E. O piloto da  conseguiu ser o melhor que o seu companheiro de equipa, André Lotterer, que fica sem energia nas curvas finais, deixando escapar o segundo lugar para Lucas di Grassi. Quanto a António Félix da Costa, acabou por abandonar com problemas no seu carro.

Com Jean-Eric Vergne a liderar o campeonato e com mais três pontos pela conquista da pole-position, colocando os Techeetah na ribalta - André Lotterer vai largar de terceiro - o piloto francês corrida em casa mais preocupado com Sam Bird, que largava ao seu lado. Lucas di Grassi era o sexto da grelha, atrás de António Félix da Costa, e o brasileiro da Audi estava numa fase de recuperação depois do péssimo inicio de temporada. 

Mas pior estavam os Jaguar, que monopolizavam a última fila da grelha, com Piquet a nãso sair das boxes por causa de problemas no seu carro, enquanto Mitch Evans foi 14º e teve de trocar de caixa de velocidades e largaria de último.

Tudo isto numa prova de 49 voltas às voltas ao Les Invalides, debaixo de frio primaveril.

Na partida, Vergne aguentou os ataques de Bird, especialmente de Lotterer, enquanto Di Grassi estava na quinta posição, depois de ter passado Félix da Costa. Atrás, Ma Qinhua ficava parado na pista, depois de ter problemas no seu carro, fazendo a organização colocar o Full Course Yellow. Nas boxes estava Tom Blomqvist, a mudar de nariz por causa de danos causados pela colisão com Nicolas Prost e Mitch Evans.

A corrida recomeçou na volta dois, com Vergne a ir embora, deixando Bird e Lotterer para trás, enquanto Félix da Costa falhava a travagem, caindo para o fundo do pelotão. Acabaria por abandonar a prova. 

Havia lutas por posições, mas nenhuma ultrapassagem de relevo. Na sétima volta, Daniel Abt conseguiu passar Felix Rosenqvist para ser décimo. Di Grassi bem tentava apanhar Maro Engel, mas não conseguia apanhar o carro da Venturi. Atrásm na volta 14, Prost acabou por ir à boxes para trocar de asa, danificada por causa dos eventos da primeira volta.

Bird tentava aproximar-se de Vergne para ver se conseguia passar o piloto francês, mas era complicado, os três andaram assim até à paragem obrigatória nas boxes. Os três entraram ao mesmo tempo e o francês conseguiu ficar na frente, com Bird atrás e Lotterer a fazer uma paragem pior, ficando mais atrás dos dois primeiros. Atrás, Di Grassi conseguiu passar Engel na saída das boxes, mas o alemão da Venturi tentou recuperar a posição, sem sucesso.

No regresso à pista, Vergne tinha um avanço de 2,3 segundos sobre Bird, ficando mais confortável, enquanto Lotterer tentava apanhar o piloto da Virgin. Na quinta posição, Engel aguentava os ataques de Buemi e Abt.

Na volta 36, Lotterer atreveu-se e conseguiu passar Bird. Ambos os pilotos tocaram-se mas continuaram, tudo isto aproveitado por Di Grassi para se aproximar e passar Bird, ficando com o terceiro posto. No meio disto tudo, Vergne afastava-se e tinha agora mais de três segundos de vantagem sobre, agora, o seu companheiro de equipa.

Na volta 44, Buemi cede o seu sexto posto a favor de Abt, numa travagem ousada. Depois, apanhou Engel para tentar ficar com o quarto posto, ao mesmo tempo que Di Grassi atacava Lotterer, mas o alemão defendeu-se bem, com momentos musculados. O brasileiro voltou de novo a atacar, com toques, mas o alemão aguentou até à ultima curva, quando passou para o segundo lugar, e Lotterer leva com um toque de Sam Bird, mas são terceiro e quinto classificados, com Maro Engel a ser quarto.

Mas no final, Vergne vencia, dominando a corrida do principio até ao fim, sem ser fortemente incomodado. Uma corrida perfeita, num ambiente perfeito.

Com isto, a vantagem de Vergne sobre para 31 pontos sobre Sam Bird, 147 contra 116. A próxima prova acontece dentro de duas semanas, nas ruas de Berlim.

Formula E: Vergne é pole em Paris

Jean-Eric Vergne conseguiu ser o poleman pela quarta vez nesta temporada a bordo do seu Techeetah. O piloto francês conseguiu a melhor posição da grelha de partida na sua corrida caseira, fazendo 1.01,144, batendo Sam Bird e Andre Lotterer. Quanto a António Félix da Costa, vai largar de quinto, atrás do Venturi de Maro Engel, e depois de ter chegado à SuperPole pela segunda vez nesta temporada. Tudo isto numa qualificação relativamente atribulada, com alguns encontros com os muros.

Duas semanas depois de terem corrido em Roma, a Formula E estava a correr à volta dos Les Invalides, no centro da Cidade Luz, para a oitava prova do campeonato dos carros elétricos. Numa qualificação debaixo de céu nublado e temperatura baixa, esperava-se para saber quem seria o melhor.

Com os líderes agrupados no primeiro bando - Jean-Éric Vergne, Sam Bird, Felix Rosenqvist, Sébastien Buemi e Daniel Abt - aqui, a qualificação foi dramática, de uma certa forma. Bird e Vergne passaram sem problemas, com o francês a fazer 1.01,508, mas o inglês veio a seguir, com 1.01,7.

O grupo 2 começava "coxo", com Nelsoin Piquet Jr a nem sequer sair das boxes por causa dos problemas sofridos nos treinos livres, onde bateu por duas vezes. Isso não incomodou nem André Lotterer, nem Lucas do Grassi, que foram para a pista e colocaram tempos. O alemão, com 1.01,818, e o brasileiro da Audi, um pouco atrás, provavelmente com o seu lugar na SuperPole em perigo.

No Grupo 3, que tinha Nick Heidfeld (Mahindra), Edoardo Mortara (Venturi), José María López (Dragon), Alex Lynn (DS Virgin) e António Félix da Costa (Andretti), foi o piloto português que tirou um coelho da cartola e fez um tempo que colocou a 0,05 segundos do piloto francês e com passagem garantida para a SuperPole, graças ao segundo melhor tempo até então. 

No Grupo 4, já com Maro Engel, Jérôme D'Ambrosio, Nicolas Prost, Tom Blomqvist e o chinês Ma Qing Hua - que substituia Luca Filippi - o belga D'Ambrosio conseguiu marcar o equivalente ao sexto tempo na grelha, mas foi Maro Engel que conseguiu fazer o melhor tempo do grupo e entrar na SuprPole, com 1.01,756.

Assim, a SuperPole teria Vergne, Bird, Lotterer, Felix da Costa e Engel.

O primeiro a sair foi Lotterer, que até começou bem, mas não marcou um grande tempo: 1.01,487. Sam Bird veio a seguir, e fez melhor, com 1.01,421. O terceiro foi Engel, mas sendo correto, teve um tempo mais modesto, e pior fez Félix da Costa que tev e uma parte final péssima quando poderia estar a caminho de um bom tempo. E no final, foi Vergne que ficou com o melhor tempo, 1.01.144, ficando com a pole-position pela quarta vez na temporada.

A corrida acontecerá pelas 15 horas de Lisboa.

sábado, 14 de abril de 2018

Formula E: Bird vence em Roma

Sam Bird aguentou as investidas finais de Lucas di Grassi para ser o vencedor do ePrémio de Roma, com André Lotterer ter conseguido mais um pódio para a Techeetah, batendo o seu companheiro de equipa, Jean-Eric Vergne, que foi o quinto classificado, alargando a sua liderança, já que  o poleman, Felix Rosenqvist, não terminou a corrida. Já António Félix da costa, depois de uma recuperação sensacional do último posto, acabou à porta dos pontos, no 11º lugar... pela terceira vez na temporada.

Na primeira corrida em solo europeu deste campeonato da Formula E - e a primeira da segunda parte do campeonato - a concorrência tentava diminuir a vantagem que Jean-Eric Vergne já tinha, trinta pontos sobre o segundo classificado, e algumas marcas tentavam também deter a hegemonia que a Techeetah começava a ter sobre as restantes equipas.

Diante de 45 mil espectadores (e outros tantos "portoghese" = borlistas), Felix Rosenqvist tentava partir bem da grelha, pois sabia que Vergne iria partir apenas da oitava posição. Contudo, esta pista "travada" nas ruas da zona EUR de Roma, tudo poderia ser possível mas 33 voltas que iriam acontecer na pista italiana.

Na partida, Rosenqvist aguentou Bird, enquanto que Vergne perdia um lugar para Di Grassi. Atrás, Félix da costa passava Lopez e D'Ambrosio e deixava de ser último. No final da primeira volta, passava Mortara e era 16º. Ao mesmo tempo, Alex Lynn tinha o bico quebrado e arrastava-se até à terceira volta, quando foi às boxes.

Na frente, Rosenqvist mantinha a distância sobre Bird, com Evans a ser o terceiro no seu Jaguar. Os cinco primeiros andavam juntos mas não ameaçavam uns aos outros, enquanto que pilotos como Félix da Costa e José Maria Lopez tentavam recuperar lugares. Na nona volta, o português da Andretti estava na frente neste duelo, sendo 11º, depois de passar Nelson Piquet Jr. e Maro Engel.

A partir daqui, as coisas acalmaram - exceptuando Buemi que passou Turvey para ser quinto na volta 14 - até à troca de carros, por alturas da 16ª volta. Aí, o primeiro a parar foi Felix da Costa, seguido pelo resto do pelotão, precisamente numa altura de uma carambola entre pilotos como Nick Heidfeld, Luca Filippi. As bandeiras amarelas foram mostradas na zona, enquanto que os pilotos trocavam de carro. E nem todos tiveram uma boa troca: Nelson Piquet Jr ficou parado nas boxes.

A seguir, Alex Lynn bateu forte no final da curva e a organização não teve outra alternativa senão colocar o "Full Course Yellow". Na frente, Rosenqvist tinha 2,6 segundos de vantagem sobre Sam Bird, e o pelotão estava muito distante, com Félix da Costa a entrar nos pontos, no décimo posto. 

A corrida retomou à vigésima volta com o sueco da Mahindra ainda na frente, assediado por Bird, enquanto Buemi era terceiro, passando Evans, com este a ser assediado por Di Grassi. Contudo, o neozelandês respondeu e voltou ao terceiro posto no seu Jaguar.

E na volta 23, o golpe de teatro: Rosenqvist fica parado na pista, devido a um toque, deixando Bird na liderança. Atrás, Buemi e Di Grassi lutavam pelo lugar mais baixo do pódio, com o brasileiro a colocar o seu carro ao lado do Renault do suíço, sem passar. Na volta 25, Di Grassi conseguiu passá-lo, e Buemi era assediado por Lotterer. Mas tudo isto ficou congelado por uma volta por causa do segundo Full Course Yellow, para poderem tirar o carro de Rosenqvist.

Na frente, Evans tentava apanhar Bird para ver se ficava na liderança, enquanto Vergne era sétimo, mas colado... ao quarto classificado. Buemi começava a perder posição para Lotterer e defendeu-se dos ataques de Vergne. E quem perdia posições era Félix da Costa, que caia para fora dos pontos. 

Na volta 29, Evans, Bird e Di Grassi estavam juntos na luta pela liderança, com Lotterer um pouco atrás. O britânico defendia-se dos ataques, e conseguia afastar-se dos seus perseguidores, que competiam entre si. E foi mais do que suficiente para garantir a vitória. Atrás, na volta 31, Di Grassi passou Evans e Lotterer tentou fazer o mesmo, enquanto atrás, José Maria Lopez batia no muro e ficava na berma.

No final, Evans perdia lugares para Lotterer e Abt para ser quinto... e o neozelandês arrastava-se, sem energia, para a meta, acabando no nono posto. O alemão da Techeetah ficava com o lugar mais baixo do pódio, e Vergne, o líder, acabou na quinta posição, conseguindo mais alguns pontos na liderança do campeonato.

No campeonato, Vergne tem 119, 18 pontos de avanço sobre o novo segundo classificado, Sam Bird, com 101. Felix Rosenqvist a cair para o terceiro lugar, agora com 85 pontos. A próxima prova do campeonato será em Paris, dentro de duas semanas.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Formula E: Buemi é pole em Marrocos

O suíço Sebastien Buemi fez a pole-position no circuito de Marrakesh, em Marrocos, conseguindo bater Sam Bird e Lucas di Grassi na SuperPole para o ePrix de Marrocos, a terceira corrida da temporada. O piloto suíço fez 1.20,355, e fez a nona pole da sua carreira, melhorando o seu recorde.

A qualificação ficou marcada pelos problemas de Edoardo Mortara e as batidas de Nick Heidfeld e António Félix da Costa, que por causa disso, acabaram por largar no fundo da grelha.

O sábado em terras marroquinas começou com frio e névoa, que condicionaram um pouco as voltas dos pilotos no circuito de Marrakech devido à dificuldade de aquecer os pneus dos seus carros, aliado ao vento, que trazia as areias do Sahara para a pista. Mas por alturas da qualificação, a neblina tinha já levantado e os pilotos estavam prontos para fazer as voltas quer iriam definir a grelha de partida.

No grupo 1, com Andre Lotterer, José Maria Lopez, Lucas Di Grassi, Jérôme D'Ambrosio e Tom Blomqvist. o piloto alemão da Techeetah tentou mostrar-se, mas foi o argentino da Dragon que foi o melhor de todos, marcando um tempo que o catapultou entre os melhores da qualificação.

Contudo, na parte final, Lucas di Grassi marcou 1.20,314 e liderou o grupo, maranco um tempo suficiente para tentar a sua sorte na SuperPole.

Poucos minutos depois, no Grupo 2, com Sébastien Buemi, Alex Lynn, Luca Filippi, Maro Engel e Nicolas Prost, foram os pilotos da Renault e.dams a marcar o ritmo, com Buemi a conseguir o (até então) terceiro melhor tempo, deixando para trás boa parte da concorrência.

No Grupo 3, Felix Rosenqvist foi veloz, fazendo 1.20,115 e acabou por ser o melhor até então. Jean-Eric Verrgne tentou, mas foi apenas nono, não conseguindo ir à SuperPole, antes de Mortara ter ficado parado na pista devido a problemas de potência. E quando voltou a qualificação à normalidade, esta foi por pouco tempo: Nick Heidfeld deu um forte toque no muro, danificando o seu Mahindra e terminando a sua qualificação por ali.

No grupo 4, com o Jaguar de Piquet, o NIO de Turvey, o Andretti de Félix da Costa e o Audi de Abt, o brasileiro começou a marcar tempos, sendo sétimo, até que mostraram bandeiras vermelhas da pista, por causa do forte embate do piloto português na curva 7, depois de falhar a travagem. Quando a sessão recomeçou, Abt e Turvey tentaram marcara tempos, mas ficaram atrás de Piquet, não conseguindo entrar no "top five" da SuperPole. 

Assim sendo, o Renault de Buemi, o Dragon de Lopez, o Virgin de Bird, o Mahindra de Rosenqvist e o Audi de Di Grassi.

Na Superpole, Sam Bird foi o primeiro a sair da pista e marcou um tempo de 1.20,615, mais alto do que tinha feito anteriormente. Depois, Sebastien Buemi tentou a sua sorte e melhorou bastante, marcando 1.20,355 e desafiando também a concorrência. José Maria Lopez tentou a sua sorte, mas conseguiu um tempo 1,1 segundos mais lento, e quando foi a vez de Lucas di Grassi, não conseguiu bater o seu rival, contentando-se com o quarto tempo desta sessão de qualificação.

Com isto, Buemi tornou-se no favorito nesta terceira corrida do campeonato. Mais logo, a corrida. 

sábado, 2 de dezembro de 2017

Formula E: Bird vence primeira corrida em Hong Kong

Sam Bird foi o primeiro vencedor da nova temporada da Formula E, que acontece neste fim de semana em Hong Kong. O piloto britânico da DS Virgin, contudo, teve uma corrida atribulada por causa de um incidente que o fez penalizar, mas que recuperou o suficiente para alcançar o lugar mais alto do pódio. Lucas di Grassi e Sebastien Buemi, os dois primeiros classificados, tiveram problemas e ficaram fora dos pontos, enquanto que António Félix da Costa foi sexto classificado, dando os primeiros pontos do ano para a Andretti Autosport.

A corrida começou com Vergne a aguentar a liderança, apesar das investidas de Felix Rosenqvist para o passar na primeira curva. Oliver Turvey, que partia de sétimo, conseguiu subir até ao terceiro posto, graças a um bom arranque. Mas na segunda chicane, um incidente colocou André Lotterer contra a parede e bloqueou o fundo do pelotão, obrigando à amostragem das bandeiras vermelhas para tirar os carros dali.

Depois de desbloqueada a pista, a corrida regressou na volta três, com mais tensão entre os dois candidatos ao título, que se "esfregaram" um no outro no gancho. Pouco depois, Di Grassi levou outro toque, mas de Daniel Abt, e acabou por trocar de carro mais cedo do que pensava. 

As coisas andavam calmas até à volta 20, quando Bird conseguiu efetuar uma manobra para passar Vergne na travagem para uma das curvas, ficando com a liderança da corrida. Bird continuou assim até à altura em que foi às boxes para trocar de carro... e falhar a entrada, chegando até a atropelar um dos mecânicos. No final, a organização acabou por penalizar Bird com uma passagem pelas boxes. Nessa altura, tinha mais de sete segundos de vantagem sobre Vergne, e quando voltou... ainda era o líder da corrida, só que desta vez, com Vergne a respirar na sua traseira. E atrás deles estava o Mahindra de Nick Heidfeld.

Na volta 31, Vergne falhou a travagem para a segunda chicane, e Hedifeld tentou passá-lo, sem sucesso. Mas isso fez com que Bird conseguisse uma vantagem maior, mais decisiva, sobre os seus perseguidores. E foi assim até à meta, com Vergne e Heidfeld a acompanhá-lo no pódio. Nelson Piquet Jr foi o quarto, na frente de Daniel Abt e António Félix da Costa, que passou Felix Rosenqvist na parte final da corrida. Maro Engel, o piloto da Venturi, tinha acabado em quarto, mas foi penalizado, acabando fora dos pontos.

Na geral, Bird lidera com 25 pontos contra os 21 de Vergne e os 15 de Heidfeld. A segunda corrida do fim de semana de Hong Kong acontece na manhã deste domingo.

domingo, 16 de julho de 2017

Formula E: Bird vence de novo, Di Grassi quinto

Sam Bird foi o grande vencedor neste fim de semana, pois depois de ter  vencido a corrida de ontem, venceu esta tarde na segunda corrida nas ruas de Nova Iorque, conseguindo bater os Mahindra de Felix Rosenqvist e Nick Heidfeld. Pierre Gasly foi o quarto, na frente de Lucas di Grassi e mais uma vez, António Félix da Costa andou nos pontos, mas ficou de fora por causa de uma penalização, depois de um toque com o Dragon de Loic Duval.

Com mais três voltas do que na corrida de ontem, o grande desafio dos pilotos era de manter a energia nos seus carros o tempo suficiente para chegar ao fim. Depois de Bird ter feito a pole-position, na partida, Felix Rosenqvist pulou para a frente, ficando com o comando, enquanto que atrás, o Techeetah de Jean-Eric Vergne e o carro de Maro Engel sofreram um toque e atrasaram-se. Mitch Evans teve problemas com a bateria e acabaria por encostar o seu Jaguar de vez. Outro que teve problemas foi Daniel Abt, que também encostou de vez.

Nas voltas seguintes, Bird foi atrás de Rosenqvist, e na sexta volta, o piloto da Virgin conseguiu passar para a frente da corrida. Depois disto, o inglês foi-se embora e começou a ganhar vantagem, ficando a dois segundos do sueco, pouco antes da troca de carros. Atrás, Di Grassi tentava subir no pelotão e por alturas da volta 15, já era quinto classificado. 

Na volta 20, o carro de Alex Lynn parou na pista, o suficiente para que a organização decidir por um "full course yellow", e isso foi aproveitado para que os pilotos trocassem de carro. Os Mahindra tentaram antecipar Bird na chegada às boxes, mas não conseguiram. Nas voltas seguintes, trocaram-se os carros, e quando voltou à bandeira verde, as coisas ficaram mais calmas, porque os carros tiveram de se preservar para ver se chegavam ao fim. Tanto que Rosenqvist e Heidfeld trocaram de lugar no sentido de preservar o carro.

Atrás, havia luta entre os carros da Dragon Racing e o Andretti de Félix da Costa, com os pilotos a pressionarem para ficar com o oitavo posto. Lá conseguiram passar, depois de na travagem para o gancho, o piloto português fez um pião. Contudo, o duelo continuou, e a duas voltas do fim, quando D'Ambrosio passou Duval no mesmo sitio, o francês escorregou e o piloto português colou-se ao piloto da Dragon. Contudo, a ultrapassagem foi "musculada" e os comissários decidiram penalizá-lo com um "drive through".

No final, Pierre Gasly foi ao ataque e tentou passar os Mahindra na última curva, mas os calculos correram mal e bateu no muro. Contudo, ainda se classificou na quarta posição, depois de Bird, Rosenqvist e Heidfeld, com Di Grassi na quinta posição, conseguindo mais dez pontos, mas não o suficiente para apanhar Buemi, que como era sabido, ausentou-se neste fim de semana devido a compromissos com a Toyota no WEC. A diferença é agora de dez pontos (157 contra 147) com Rosenqvist a ser terceiro no campeonato, com 104 pontos.

A Formula E vai agora para Montreal, para a prova final da temporada, no fim de semana de 29 e 30 de julho. 

sábado, 15 de julho de 2017

Formula E: Bird venceu a primeira corrida em Nova Iorque

Sam Bird foi o vencedor da primeira corrida em paragens nova-iorquinas. O britânico deu à Virgin a sua primeira vitória do ano, batendo os Techeetahs de Jean-Eric Vergne e Stephane Sarrazin. Lucas di Grassi foi o quarto classificado, conseguindo 12 pontos importantes na tentativa de recuperação da liderança a Sebasatien Buemi, que está ausente nesta fim de semana devido a compromissos na Endurance. Quanto a António Félix da Costa, as limitações no carro da Andretti fizeram com que não fosse mais longe do que a 12ª posição da geral, ficando fora dos pontos.

Com Manhattan e a Estátua da Liberdade como pano de fundo, a partida para a primeira corrida deste fim de semana americano começou com Daniel Abt a conseguir passar Lynn no gancho, enquanto que os pequenos toques no meio do pelotão fizeram com que Mitch Evans tenha terminado prematuramente a sua corrida porque a sua suspensão tinha-se quebrado. O alemão da Audi-Abt abriu algum tempo para o britânico da Virgin - qusse um segundo - para ver se escapava das confusões do meio da grelha. Sam Bird era o terceiro, seguido por Jean-Eric Vergne.

Com o passar das voltas, Abt liderava, mas não conseguia distanciar-se, enquanto que havia uma troca entre Virgin, com Bird a ficar com a segunda posição, deixando Lynn no terceira posição. O inglês colou-se ao alemão e na travagem para o segundo gancho, na volta 16, o piloto da Virgin conseguiu passar Abt e ficou com a liderança.

Atrás, ao mesmo tempo, Nick Heidfeld conseguiu passar Alex Lynn e ficou com o terceiro posto, e partindo ao ataque a Abt para ver se ficava com o segundo posto. E na volta 18, Adam Carrol tentava defender-se dos ataques de António Félix da Costa, acabando com danos no carro da Andretti, e o piloto português caiu da 13ª para a 17ª posição, indo antecipadamente para as boxes. Duas voltas depois, Lynn perdia mais uma posição para Stephane Sarrazin.

Na volta 21, Lynn é o primeiro a parar nas boxes para trocar de carro, a o resto do pelotão fez a mesma manobra nas voltas seguintes. No regresso à pista, Bird estava na frente, com Vergne em segundo e Abt o terceiro. Três voltas depois, o Virgin de Lynn teve problemas e encostou de vez na pista, causando o terceiro abandono na corrida. 

A partir deste momento, as atenções ficaram concentradas em Di Grassi, que atacava Rosenqvist para o quinto posto. apesar de usar o "Fan Boost", ele não conseguia apanhar o piloto sueco da Mahindra. Ao mesmo tempo, o outro Mahindra de Nick Heidfeld chegava-se ao piloto brasileiro e este se sentia ensanduichado... tudo ficou resolvido na volta 34, quando o sueco fez um pião e bateu, deixando Di Grassi e Heidfeld livres para lutar. 

Rosenqvist trocou a asa traseira, mas caiu para o fundo do pelotão. Heldfeld tentou pressionar o piloto brasileiro, mas na volta 38, Heidfeld parou na pista de vez devido a uma quebra de suspensão e os comissários mostrarem a bandeira amarela. O lugar onde ele parou foi mais do que suficiente para que o Safery Car entrasse na pista.

Esta voltou para as boxes a duas voltas do fim, e Bird manteve na liderança até à banderia de xadrez, na frente de Vergne, com Sarrazin a ser terceiro, depois de um erro de Abt o ter atirado para o fundo do pelotão. Lucas Di Grassi foi o quarto, conseguindo doze pontos importantes para a luta pelo campeonato. Duval acabou em quinto, Turvey, Gasly, Nico Prost, Robin Frijns e Adam Carrol fecharam os pontos.

Buemi continua a liderar, com 157 pontos, mais vinte do que Lucas Di Grasi, enquanto que Feliz Rosenqvist é o terceiro, com 86. Amanhã haverá segunda corrida em paragens nova-iorquinas. 

sábado, 23 de abril de 2016

Formula E: Bird é o "poleman" em Paris, AFC no "top ten"

O britânico Sam Bird foi o melhor na qualificação desta tarde nas ruas de Paris. Numa qualificação algo atribulada, o piloto da DS Virgin conseguiu bater o brasileiro Lucas di Grassi por 0,3 segundos, e também deixou para trás três franceses: Nicolas Prost (e.dams), Jean-Eric Vergne (DS Virgin) e Stephane Sarrazin (Venturi). Já António Félix da Costa ficou-se na décima posição na grelha, ficando a meio da tabela, numa qualificação onde Mike Conway e Nick Hedifeld bateram, acabando ambos na última fila da grelha.

Debaixo de céu nublado e com o piso algo escorregadio, que só dificultava as coisas para os pilotos, a qualificação começou com essas dificuldades a serem observadas. Logo no primeiro grupo, o francês Loic Duval seguiu em frente quando fazia a sua volta de classificação, numa zona de travagem. Sebastien Buemi marcou as hostilidades com 1.02,661 e esperava pela concorrência. Nick Heidfeld tentou depois a sua sorte, mas bateu forte e a qualificação ficou interrompida com bandeira vermelha.

Limpos os destroços, a qualificação prosseguiu, com Stphane Sarrazin a fazer 1.02,148 e colocava-se na frente da tabela de tempos.

No grupo 2, que tinha Lucas di Grassi, Jean-Eric Vergne, Nelson Piquet Jr e Robin Frijns, o brasileiro da Abt e o holandês da Andretti até se portaram bem, mas o francês da DS Virgin "voou" em casa e fez um tempo canhão de 1.01,770, ficando no topo da tabela de tempos.

No Grupo 3, Nicolas Prost foi o melhor entre eles, que contava com Bruno Senna, Simona de Silvestro e Jerôme D'Ambrosio. O brasileiro e o belga desiludiram, fazendo com que todos os olhos estivessem no grupo final, que tinha Bird e os Aguri de António Félix da Costa e o chinês Ma Qinghua. Bird fez um tempo fantástico, enquanto que o português desiludiu e ficou apenas com o décimo tempo, ficando de fora da "Superpole".

Assim, para o grupo final ficaram Bird, Prost, Di Grassi, Vergne e Sarrazin. Aqui, Di Grassi conseguiu fazer um tempo abaixo de 1.02 minutos, enquanto que Nicolas Prost mostrava que os e.dams estavam piores do que tinham já mostrado no inicio da temporada. Sam Bird voou para a pole, com um tempo de 1.01,616, conseguindo aqui a sua terceira pole-position na sua temporada.

A corrida será esta tarde.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Formula E: Jaguar procura pilotos para a próxima temporada

Mais de dois meses após a sua apresentação, a Jaguar trabalha a todo o vapor para ter pronto o seu carro para a temporada 2016-17 da Formula E. Com a ajuda da Williams Advanced Engeneering, como parceiro técnico, eles pretendem assinar com um piloto de renome para a sua equipa. E segundo conta o site motorsport.com, as hipóteses estão reduzidas a três: o brasileiro Nelson Piquet Jr, atual campeão da categoria, o britânico Sam Bird, piloto da Virgin e vencedor na última corrida, em Buenos Aires e o português António Félix da Costa.

O piloto português está muito bem visto pelo pessoal da Williams Advanced Engeneering, pelo facto de ser um dos melhores pilotos a gerir os consumos do seu carro durante a corrida, a par de Piquet Jr, mas o piloto brasileiro tem um contrato com a NEXTEV para a próxima temporada, apesar de este não ser uma grande temporada para ele, pois tem apenas quatro pontos em quatro corridas. Bird está na mesma situação do que Piquet, pois está sob contrato da Virgin, que este ano é gerido pela Citroen, através da marca DS.

Contudo, fala-se que, caso a Jaguar deseje um britânico nas suas fileiras, poderá pensar em Adam Carrol ou Oliver Turvey, e mesmo o veterano Anthony Davidson poderá estar na calha para alinhar na equipa. 

Uma coisa é certa: independentemente de quem for o escolhido, a unidade de força tem de estar pronta até maio para poder ser aprovado pela FIA e começar a ser testado antes da nova temporada.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Formula E: Bird venceu sobre Buemi em Buenos Aires

Sam Bird foi o grande vencedor esta tarde em Buenos Aires, na quarta prova do campeonato da Formula E. O britânico da Virgin conseguiu manter a liderança do principio ao fim, depois de fazer a pole-position algumas horas antes. Sebastien Buemi foi o segundo, recuperando do último posto da grelha, enquanto que Lucas di Grassi ficou com o lugar mais baixo do pódio. António Félix da Costa chegou a andar na segunda posição, mas um problema de "software" o impediu de chegar ao fim.

A partida começou sem grandes novidades, excepto por Jerome D'Ambrosio, que sofreu um toque e caiu para o último posto por causa de danos do seu bólido. Atrás, Sebastien Buemi ganhava posições atrás de posições, passando Bruno Senna no final da terceira volta, para ficar com a 13ª posição. Nelson Piquet Jr., que largava no nono posto, perdia posições atrás de posições, caindo para o 14º posto na quinta volta. 

Tudo isto acontecia enquanto que na frente Bird aguentava os ataques de Nicolas Prost e António Félix da Costa, e os três distanciados de Stephane Sarrazin, que era assediado por Lucas di Grassi. O brasileiro da Abt conseguia passar o francês da Venturi na nona volta para ficar com o quarto posto.

Na volta dez, Buemi estava nos pontos, na nona posição, enquanto que Di Grassi aproximava-se da traseira de Félix da Costa para ver se conseguia chegar aos lugares do pódio, enquanto espreitava por uma oportunidade para passar Nicolas Prost. O português da Aguri conseguiu passar o francês da e.dams na volta 13.

Contudo, foi sol de pouca dura. Na volta 18, quando era para trazer o carro para as boxes, o carro do piloto português ficou parado na pista - a equipa afirma que foi por causa do software do carro - e na confusão das boxes, a organização decidiu colocar o Safety Car na pista, que lá ficou até à volta 24. Quanto voltou, Buemi conseguiu passar Stephane Sarrazin para ficar com a terceira posição, atrás de Lucas di Grassi.

A partir dali, Sam Bird e Lucas di Grassi lutavam pela liderança, com Sebastien Buemi a aproximar-se. O britânico aguentava os ataques do brasileiro e do suiço, os dois primeiros do campeonato, mas Buemi passou Di Grassi na volta 28 para chegar ao segundo posto. O suiço passou a assediar Bird, mas este resistiu - para além da bateria ter chegado perto do fim - e ficou com a vitória, sendo o terceiro vencedor nesta temporada, em quatro corridas. 

No campeonato, Buemi continua na frente, com 89 pontos, seguido por Di Grassi, com 76 pontos. Sam Bird foi o terceiro, com 58 pontos. A Formula E volta à ação a 12 de março, no Autódromo Hermanos Rodriguez.  

Formula E: Sam Bird o melhor em Buenos Aires, Félix da Costa terceiro

Sam Bird foi o melhor na qualificação da Formula E que aconteceu esta tarde nas ruas de Buenos Aires, na frente do e-dams de Nicolas Prost e do Aguri de António Félix da Costa. Na primeira qualificação de 2016, esta ficou marcada pelos vários incidentes que colocaram alguns pilotos nos muros de proteção, entre eles Loic Duval, Bruno Senna e Salvador Duran, o novo companheiro de equipa de António Félix da Costa. Sebastien Buemi, o líder do campeonato, não bateu no muro, mas sofreu um pião que o colocou no fim da grelha de partida.

A qualificação teve uma dúvida até momentos antes desta se realizar. O francês Jean-Eric Vergne sofreu uma intoxicação alimentar e andou ausente das sessões livres, mas recuperou a tempo de correr esta qualificação, embora acabasse a fazer um tempo relativamente modesto: 15º na grelha, apenas atrás dos pilotos que não marcaram tempo ou que bateram. 

No primeiro grupo, os Venturi deram conta do recado, com Stephane Sarrazin a conseguir o melhor tempo, com 1.09,236, seguido por San Bird, no seu Virgin. Mike Conway, o novo recruta da equipa, que substitui Jacques Villeneuve, conseguira o terceiro melhor tempo, a pouco menos de quatro centésimos de segundo do seu companheiro de equipa (1.09,602).

No grupo 2, o grande momento aconteceu quando Sebastien Buemi perdeu o controlo do seu carro e fez um pião, perdendo tempo e não conseguindo fazer uma marca que lhe permitiria ir à "superpole". Ali, Nicolas Prost fez o melhor tempo, 

Para o terceiro grupo, constituído por Nelson Piquet Jr, Senna, Duran e Robin Frijns, ficou marcado pelos acidentes do mexicano da Aguri e do brasileiro da Mahindra, que acabaram por fazer com que se mostrassem as bandeiras vermelhas na pista, para poderem retirar os carros dela e fazer as devidas voltas. Foi nessa altura em que Simona de Silvestro foi para as boxes, mas fez mal uma curva e arrancou a asa traseira e a sua roda traseira-esquerda... a baixa velocidade! 

No Grupo 4, com Lucas di Grassi, António Félix da Costa, Oliver Turvey e Jerôme D'Ambrosio, o melhor foi o piloto português da Aguri, que conseguiu um tempo de 1.09,381 segundos, garantindo a sua vaga para a "superpole", ao lado de Nicolas Prost, Mike Conway, Stephane Sarrazin e Sam Bird.

Na fase final da qualificação, Conway foi o primeiro a entrar na pista, mas o tempo não foi bom: 1.12,391. Sam Bird veio logo a seguir, fazendo 1.09,420 e sendo o melhor até então. Depois veio Prost, mas apenas conseguiu 1.09,751 e ficou com o segundo tempo provisório. Quando foi a vez de Félix da Costa sair à pista e fazer o tempo, acabou com 0,01 segundos atrás de Prost, ficando com o terceiro lugar da grelha.

Com isto, Bird conseguiu a sua primeira pole do ano, mas a e-dams não anda longe. Se não há Buemi, há Prost, e o piloto português consegue aqui a sua melhor qualificação da temporada até agora, numa pista que é "fétiche" para ele. A corrida vai acontecer mais logo.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Formula E 2015 - Ronda 4, Buenos Aires (Corrida)

Um mês depois de terem corrido em Punta del Este, máquinas e pilotos atravessaram o Rio da Prata para correr nas ruas de Puerto Madero para a quarta prova da temporada inaugural da Formula E. A grande novidade acontecia na Andretti, onde depois de Franck Montagny ter testado positivo numa análise anti-doping, foi substituído pelo americano Marco Andretti, o filho do proprietário. Na China Racing, Ho-Pin Tung estava de regresso, enquanto que Salvador Duran continuava na Amlin Aguri, em substituição de Katherine Legge.

Nas ruas de Puerto Madero, em Buenos Aires, e uma semana depois da cidade ter recebido a abertura do Rali Dakar, milhares de pessoas acolheram a nova competição, nada de especial para um pais apaixonado por automobilismo como a Argentina. A expectativa era alta, depois de Sebastien Buemi, o vencedro da corrida anterior, em Punta del Este, ter conseguido a pole-position.

Antes da partida, soube-se que Jean-Eric Vergne, Nick Heidfeld e Bruno Senna conseguiram o direito de ter o "fanboost" nos seus carros, o que dada a posição na grelha por parte de Vergne e Senna, até poderia ser um ótimo auxilio para a situação em que se encontravam, com o brasileiro a largar da penúltima fila, depois de bater na qualificação. Já para o alemão, esta poderia ser uma grande chance de lutar pela vitória, já que seria o terceiro classificado, atrás de Buemi e o Virgin de Jaime Alguersuari.

A partida começou com Heidfeld ao ataquem passando Alguersuari e ficar com o segundo posto, enquanto que Bruno Senna começou a fazer nova corrida de recuperação, escalando até ao 14º posto nas primeiras três voltas. A patir dali, o suiço aguentou o pelotão inteiro, com Di Grassi a conseguir subir ao terceiro lugar, depois de passar Alguersuari.

Na volta 14, Di Grassi fez uma boa manobra no hairpin e conseguiu passar Heidfeld, conseguindo o segundo posto, e parecia que o alemão tinha-se distraído, pois logo a seguir foi superado pelos Virgin de Alguersuari e Bird, e o AGuri de Félix da Costa ia pelo mesmo caminho, mas o alemão conseguiu fechar.

Na volta 16, o Mahindra de Karun Chandhok sofreu uma quebra na suspensão e o seu carro ficou parado na pista. O Safety Car demorou a entrar na pista, mas mesmo assim, a coisa foi aproveitada pelos pilotos para fazerem o reabastecimento. E foi aqui que começou algumas confusões, com Sam Bird a sair com as luzes vermelhas na saída das boxes. Durante oito voltas, o Safety Car esteve na pista, numa situação que no minimo era embaraçosa.

Quando voltou, Buemi manteve-se na liderança, agora pressionado por Di Grassi, Heidfeld, Félix da Costa e Bird. Mas logo a seguir, sofre um toque na chicane que danifica a roda frente-direita e é obrigado a retirar-se. Sem Buemi, Di Grassi era o lider, mas atrás, Félix da Costa aguentava os ataques de Bird, conseguindo passar na volta 25. O inglês continuava a atacar Heidfeld, e duas voltas depois, era a vez de Di Grassi desistir no mesmo local quando a suspensão traseira-direita cedeu, dando a liderança a Heidfeld. Mas Bird era penalizado e teve de ir às boxes, entregando o segundo lugar ao piloto português.

Com Heidfeld e Félix da Costa mais ou menos à vontade, a ação passou para o terceiro lugar, com Alguersuari a resistir aos ataques de Vergne e de Prost. Vergne pressionou o espanhol e conseguiu passar na volta 32, depois de um toque no piloto da Virgin. Mas surpreendentemente, na volta 33, a organização penaliza Heidfeld por excesso de velocidade... e oferece a liderança a Félix da Costa! No final, quarto vencedor em quatro corridas, em quatro equipas diferentes.

Na geral, após quatro corridas, Lucas di Grassi, apesar de não ter terminado, manteve a liderança, com 58 pontos, com Sam Bird a a ser o segundo, com 48, e Sebastien Buemi a ser o terceiro, com 43. Félix da Costa têm agora 29 pontos e subiu ao sexto lugar da classificação geral

Depois de Buenos Aires, a próxima corrida acontecerá dentro de dois meses, a 14 de março, nas ruas de Miami, na primeira de duas provas em solo americano.