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terça-feira, 16 de abril de 2019

Motociclismo: Venturi quer bater um recorde eletrico

A Venturi não anda só a construir carros, mas também ajuda noutros meios de transporte, neste caso em particular, para ver se bate um recorde de velocidade. Em duas rodas.

A Voxan, a marca do grupo Venturi, construiu um protótipo que pretende usar para um recorde de velocidade que vão tentar em 2020 no Salar de Uyuni, na Bolivia, com o italiano Max Biaggi ao volante. O objetivo é alcançar os 330 km/hora, e a acontecer, seria um novo recorde de velocidade em motos elétricas.

"Eu sempre adorei um desafio", começou por dizer Biaggi no e-racing365.com. “Quando meu amigo Gildo Pastor veio até mim com seu plano para o recorde mundial de velocidade terrestre e o Voxan Wattman, obviamente iria dizer sim. Gildo é especialista e pioneiro no campo da mobilidade elétrica. Sob seu ímpeto, a Venturi Automobiles estabeleceu vários recordes e marcou uma série de novidades no mundo.Estou orgulhoso de dar esse novo passo na minha carreira sob as cores do Voxan e do Venturi, com quem já comecei a trabalhar", continuou.

Os engenheiros e designers do departamento de pesquisa e desenvolvimento são movidos por um senso de determinação extremamente motivador. Pasando a marca de 330 km/hora com esta máquina "made in Monaco", irá fornecer ainda mais evidências da experiência do grupo neste campo", concluiu.

Conheço Max há 15 anos e compartilhamos os mesmos valores e paixões”, começou por comentar o presidente da Venturi, Gildo Pastor. “Hoje nos vemos reunidos em um projeto próximo a ambos os nossos corações, e um que nos aproxima um pouco mais. É uma honra confiar o Voxan Wattman a um piloto que deixou a sua marca na história das corridas de motos.Para participar dessa aventura ambiciosa e, talvez, escrever os nomes de Venturi e Voxan nos anais da história, era preciso ser Max!", continuou.

Alcançar 330 km/hora representa um enorme desafio para uma motocicleta nesta categoria, mas estou muito confiante. Minha fé na eletromobilidade de alto desempenho não diminuiu em 20 anos!”, concluiu.

domingo, 10 de março de 2019

Formula E: Bird venceu mais foi penalizado, Mortara herda vitória

A corrida numero 50 da história da Formula E foi um duelo entre Sam Bird e Andre Lotterer cujo climax foi alcançado na volta final, e onde acabou... mal. O piloto da Virgin acabou como vencedor, com o alemão da Techeetah a arrastar-se com um furo, e por causa disso, o britânico foi penalizado em cinco segundos, perdendo a vitória para o Venturi do italo-suíço Edoardo Mortara, que assim se tornou no primeiro vencedor da equipa monegasca. 

Quanto a António Félix da Costa, apesar de ter partido do fundo da grelha, recuperou o suficiente para chegar ao décimo lugar, o último pontuável, numa corrida onde se minoraram os prejuízos.

Depois de Stoffel Vandoorne ter surpreendido todos ao ser o "poleman", a corrida prometia ser interessante, num asfalto que tinha secado na sua maioria, e não haver chuva prevista para os 45 minutos que iria durar a corrida.

No momento da largada, Oliver Rowland superou o HWA de Stoffel Vandoorne, enquanto Sam Bird, que arrancou de sétimo, chegou rapidamente a segundo, para depois alcançar o comando depois do britanico da Nissan ter pressionado acidentalmente o botão de Full Course Yellow, começando a rodar lentamente. 

Atrás, a primeira situação de bandeiras vermelhas quando Felipe Nasr falhou a travagem para uma das curvas, arrastando os Mahindra de Pascal Wehrlein e Jerome D'Ambrosio. Todos acabaram por abandonar e o pelotão recolheu-se às boxes, enquanto se limpava a pista. No regresso à corrida, Lotterer atacou Bird para ficar com o primeiro posto, mas assim que o ultrapassou, o britânico assediou o alemão da Techeetah no sentido de recuperar o lugar.

Atrás, havia pilotos que ficavam pelo caminho devido a acidentes ou a problemas, com Sebastien Buemi ou Alexander Sims, da BMW. Este último devido a uma batida no muro de proteção, suficiente para uma das três entradas do Safety Car na prova.

Na parte final da prova, Bird tinha mais 4 por cento de energia que Lotterer, e o britânico andou ao ataque, até que no inicio da última volta, ambos tocaram, com o piloto alemão a sofrer um furo, e o britânico da Virgin a ficar com a liderança. No final, ele cortou a meta no primeiro posto, mas de imediato a manobra foi investigada pelos comissários, que acabaram por penalizar o piloto britânico com mais cinco segundos, que o fez cair para a sexta posição.

No final, Mortara deu à Venturi e a ele mesmo a sua primeira vitória na Formula E, com Di Grassi em segundo e o holandês Robin Frijns em terceiro, no seu Virgin. Daniel Abt foi quarto, na frente de Felipe Massa, também em Venturi.

Com este resultado, e apesar da penalização, Bird lidera o campeonato com 54 pontos, mais um que Jerome D'Ambrosio e mais dois que Lucas di Grassi e Edoardo Mortara. A Formula E prossegue dentro de duas semanas, na estância chinesa de Sanya. 

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Formula E: Wehrlein o melhor na qualificação mexicana

Pascal Wehrlein foi o melhor na qualificação mexicana, que aconteceu no final desta tarde no Autódromo Hermanos Rodriguez. O piloto da Mahindra foi melhor do que Lucas di Grassi e FElipe Massa na SuperPole, enquanto António Félix da Costa meteu o carro na Superpole e ficou com o terceiro posto na grelha.

Debaixo de calor no Autódromo Hermanos Rodriguez, máquinas e pilotos preparavam-se para uma qualificação debaixo de condições ideais para a corrida.

O primeiro grupo alinhava os primeiros da geral, e Felix da Costa, que tinha andado a fazer bons tempos nos treinos livres, ficou na frente deste grupo, pouco mais de quatro milésimos sobre Jean-Eric Vergne, da DS Techeetah. E as coisas ficaram na mesma no segundo grupo, até que no terceiro, Pascal Wehrlein, que tinha sido segundo em Santiago, conseguiu um tempo quatro décimos melhor que o piloto português.

Depois, no terceiro grupo, os carros começaram a ser mais velozes. Como os Nissan de Oliver Rowland e o de Sebastien Buemi, que conseguiram ser mais velozes, especialmente Rowland, que passou para o topo da tabela de tempos. Já Lucas di Grassi foi também melhor, conseguindo o terceiro melhor tempo, suficiente para deixar de fora Jean-Eric Vergne.

Para o quarto e último grupo, com a pista cada vez mais rápida, o primeiro a entrar foi Felipe Massa, que conseguiu o terceiro tempo provisório, mas a partir dali, nem Nelson Piquet Jr ou o Dragon de Felipe Nasr conseguiram melhorar os seus tempos. Aliás, o brasileiro da Jaguar cometeu um excesso que deitou tudo a perder para a Superpole.

E assim, Rowland, Wehrlein, Massa, Di Grassi, "Pechito" Lopez e Felix da Costa iam para a Superpole. Sam Bird não fez qualquer volta e acabou por largar no último posto.

O primeiro a largar foi o português da BMW, que escorrega um pouco na segunda curva, e faz 59,819, comprometendo a sua chance de conseguir a pole-position. Sebastien Buemi faz um pouco pior, com o suíço a fazer 130 centésimos pior que o português. Depois, Lucas Di Grassi conseguiu ser melhor com o seu Audi, 166 centésimos melhor. 

Depois, foi a vez de Felipe Massa que conseguiu ser 42 centésimos pior que o seu compatriota, ficando com o segundo lugar provisório. Mas Pascal Wehrlein faz 59,347 e fica com o primeiro posto. Oliver owland foi o último e cosneguiu o terceiro posto, entre Massa e Felix da Costa.

No final, quarto "poleman" em quatro provas diferentes, a mostrar o equilíbrio existente nesta competição nesta temporada. A corrida vai acontecer pelas dez da noite, horário de Lisboa.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Formula E: Massa ainda se adapta à competição

Duas corridas na nova temporada e Felipe Massa ainda não pontuou na Formula E. O piloto brasileiro da Venturi afirmou que a adaptação ao novo carro está a ser mais complicada que pensava ser. O melhor que conseguiu foi um 14º posto em Riyadh, na primeira prova do campeonato, e acredita que a adaptação está a ser mais demorada que o habitual por causa do carro e dos circuitos de rua.

Não é fácil. Há tantas coisas que você precisa mudar, especialmente quando você está acostumado a pilotar na Fórmula 1. Fiz alguns testes, acho que passo a passo estou entendendo como é o procedimento na Fórmula E", começou por dizer.

Há tantas áreas diferentes, especialmente, que nas corridas você precisa ter uma mente, mas na qualificação outra, pois só vai com mais potência por uma volta. Então, novamente, você tem tantas coisas diferentes. A pista, pistas de rua, muito estreita, baixa aderência, há muita coisa para aprender, mas espero que eu possa fazer as coisas da maneira certa”, concluiu.

A Formula E volta à ação no final do mês, em Santiago do Chile.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Formula E: Silvestro elogia carro da Gen2

A suíça Simona de Silvestro voltou a correr num carro da Formula E, e elogiou bastante a sua performance. A piloto suíça, que correu pela Andretti em 2015-16, e agora é piloto de desenvolvimento da Venturi, afirou que o carro da Gen2 "é um verdadeiro carro de corrida", depois de o experimentar nos testes da competição em Al Dihyrah, na Arábia Saudita, depois da primeira corrida da nova temporada da competição.

"A diferença é realmente muito grande", começou por dizer de Silvestro ao site e-racing365.

Eu pilotei na segunda temporada, que foi há três anos e para ver o quanto ela se desenvolveu neste tempo todo, é incrível. O carro parece muito semelhante a um carro de corrida real, enquanto que antes era muito difícil tentar entender como guiá-lo."

De Silvestro identificou as características de travagem, nomeadamente o "brake by wire" como as principais mudanças no novo hardware.

Acho que as maiores mudanças são nas travagens”, explicou. “Como o sistema é este ano é muito bom. É um bom passo na direção certa. Só ter mais poder ajuda, isso só deixa você mais entusiasmado quando você está por aí. Além disso, quando você faz uma boa volta e coisas assim é um pouco mais suave, parece um pouco mais normal”, concluiu.

A Formula E volta à ação na segunda semana de janeiro em Marrakesh.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Formula E: Massa e o desafio do falcão-peregrino

Que a Formula E gosta de se mostrar lado a lado com animais velozes, não é novidade. Se no ano passado, Jean-Eric Vergne esteve ao lado de uma chita na África do Sul para verm quem é o mais veloz, este ano, nas vésperas da primeira corrida da Formula E na Arábia Saudita, Felipe Massa decidiu levar o seu carro da Gen2 para as estradas sauditas para saber se é mais veloz que um falcão-peregrino, o mais veloz do planeta, voando a 320 km/hora.

Para que a coisa funcionasse, recorreu-se a algo infalível: uma isca no monolugar. 

Foi uma experiência incrível correr contra um dos animais mais rápidos do reino animal – não é algo que eu vou esquecer tão cedo. Eu gosto do fato de que essa ideia veio dos fãs, e a Formula E ouviu e aceitou esse desafio. A filmagem é muito especial e foi um privilégio participar. Estou ansioso para voltar a Ad Diriyah e começar a correr. Será a minha primeira corrida na Fórmula E e estou ansioso para voltar ao volante. Senti falta de corridas e esta série mostrou ser uma das mais competitivas do mercado”, disse Felipe Massa, no final da experiência e aproveitando para lançar a corrida deste final de semana.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Formula E: Simona de Silvestro piloto de testes da Venturi

Dois anos depois de ter passado pela Formula E, a suíça Simona de Silvestro está de volta à categoria, mas como piloto de testes da Venturi. A piloto suíça de 30 anos, que neste ano está na Supercar australiana, já andou a testar por várias vezes no simulador da marca, no Mónaco.

Apesar deste trabalho, a piloto descarta por agora o regresso à competição.

Eu sou muito grata a Susie [Wolff] e Gildo [Pastor, presidente da Venturi] por esta oportunidade de ser piloto de testes e é muito bom fazer parte da Fórmula E de novo. Estarei envolvida o máximo possível no trabalho de simulador e ajudando a equipa ao longo do ano, mas [neste monento] estou comprometida com a Supercar australiana”, comentou ao e365-recing.com

De Silvestro, com pssagens pela IndyCar, esteve na Formula E em duas temporadas pela Andretti Autosport. A sua melhor classificação foram dois nonos lugares em Long Beach e Berlim, em 2015-16.

terça-feira, 31 de julho de 2018

A situação atual da Formula E

A temporada da Formula E terminou há duas semanas, nas ruas de Nova Iorque, e só em dezembro, em paragens sauditas é que veremos em ação os novos carros, em mais uma nova temporada da competição. A temporada de 2018-19 terá mais uma nova equipa, a HWA, que na DTM alemã serve de equipa de fábrica da Mercedes, com a garantia que a Porsche poderá aparecer na temporada de 2019-20.

Primeiro que tudo, as certezas. Tudo indica que a Audi, Jaguar e a Techeetah irão manter a dupla de pilotos que encerrou a temporada passada. A equipa alemã terá Lucas di Grassi e Daniel Abt como dupla de pilotos, enquanto na Jaguar, Nelson Piquet Jr e o neozelandês Mitch Evans ficam por lá mais uma temporada e na equipa campeã do mundo de pilotos, Jean-Eric Vergne ficará a defender o título mundial ao lado de Andre Lotterer.

Quanto às incertezas, comecemos pela Venturi. Já se sabe que terá nova estrutura acionista, com a entrada de Susie Wolff, mulher de Toto Wolff, na equipa, e terá Felipe Massa como piloto. Isso faz com que haja uma segunda vaga que poderá ser disputada entre alguns dos pilotos que andam a rondar. A começar por Tom Dillmann, que correu em três provas, no lugar de Edoardo Mortara, por causa dos seus compromissos com o DTM, passando pelo próprio Mortara, e provavelmente algum dos experimentados da competição, como Stephane Sarrazin, por exemplo. E também o alemão Maro Engel pode estar nessas considerações.

A Renault vai ser subsistida pela Nissan na próxima temporada - na realidade, como fazem parte do mesmo grupo, tudo fica na mesma - e Sebastien Buemi irá manter-se na equipa. Mas não Nicolas Prost, que depois do seu pai ter "migrado" para a Formula 1, ficou um pouco orfão. Aliado a isso, a sua fraca campanha na competição fizeram com que saísse no final desta temporada. Mas ele procura por lugar, afirmando a sua experiência e veterania ao longo destes anos. Quanto ao lugar vago, nada se saber quem irá ficar com ele, mas se a Nissan tiver a oportunidade de ter Jean-Eric Vergne nos seus carros, seguramente não a vai desperdiçar.

Quem quer um piloto de primeira linha é a BMW. Depois de ter andado a aprender com a Andretti, agora vai ser a tempo inteiro, e anda a investir fundo em ter uma máquina preparada para competir com os melhores. Contudo, queriam um piloto forte para elevar a concorrência dentro da equipa, pois têm o português António Félix da Costa. Tentaram a sua sorte com Sam Bird, mas a Virgin largou a DS e vai ter os motores da Audi para a próxima temporada. E o inglês, terceiro classificado na temporada passada, quer tentar a sua sorte com estes motores porque acredita que tem uma chance para o título, algo do qual com a BMW, ainda não tem qualquer certeza, pois é tecnologia por testar.

Na Mahindra, ambos os pilotos poderão sair. Nick Heidfeld decidiu abandonar a Formula E, aos 41 anos de idade, e Felix Rosenqvist poderá não iniciar a próxima temporada porque a Chip Ganassi o quer num dos seus carros na IndyCar em 2019, e isso é incompatível com o calendário da Formula E. Assim, caso seja verdadeiro, a Mahindra - que mostrou ter um bom carro - torna-se num lugar apetecível para todos os aspirantes a correr na Formula E. E claro, candidatos não faltarão.

Falta ainda saber quem ficarão na Dragon Racing. José Maria Lopez e Jerome D'Ambrosio são dois bons pilotos, e certamente teriam lugar no mercado, mas ainda não existem certezas sobre se continuarão na Formula E. Aliás, o argentino foi chamado à Dragon depois da jornada dupla de Hong Kong, quando suíço Neel Jani saiu da equipa.

O defeso ainda está no inicio, mas são muitas as vagas por preencher, os lugares por confirmar. Nas próximas semanas e meses, ver-se-á como se comporá o pelotão da Formula E numa temporada em que teremos uma máquina nova e as corridas serão diferentes do habitual.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Formula E: Susie Wolff será acionista da Venturi

Susie Wolff foi esta terça-feira anunciada como accionista da Venturi para a Formula E. A ex-piloto de 36 anos vai participar no esforço da equipa para a próxima temporada, que irá ter Felipe Massa como piloto e o novo carro da Gen2. Para a mulher de Toto Wolff, este é um desafio diferente, do qual planeava estar desde há algum tempo.

Quando decidi parar como piloto profissional em 2015, sabia que queria continuar com o desafio das corridas competitivas, mas não atrás do volante. Você não pode simplesmente desligar seus instintos competitivos quando pára de competir e essa determinação e desejo de alcançar ainda queimam intensamente dentro de mim", começou por dizer.

Tomei tempo para decidir cuidadosamente a direção certa para esse desafio e agora encontrei o próximo passo perfeito, com a oportunidade de me tornar acionista e chefe de equipe da equipa na Venturi. Estou ansioso para trabalhar com Gildo [Gildo Pastor, o diretor da marca] que é reconhecido como um pioneiro em automóveis elétricos e que viu o potencial da série desde o início. Ele construiu uma equipa forte que conquistou seu lugar na Fórmula E e conta com muitas pessoas talentosas com quem estou animada para trabalhar.

A Fórmula E é o ambiente perfeito para essa etapa na direção de equiopa: cheia de potencial, quebrando o molde para as séries tradicionais de corrida, e ela está desfrutando de uma fase de expansão muito boa neste momento. Eu não posso esperar para começar este próximo capítulo na minha carreira de corridas e enfrentar todos os desafios à frente”, concluiu.

Do lado da direção, Gildo Pastor, o CEO da marca, está contente por a acolher e espera beneficiar do seu conhecimento para o crescimento da sua equipa na próxima temporada da Formula E.

"Estou muito feliz por dar as boas-vindas a Susie como diretora de equipa e acionista. Sua energia e conhecimento nos ajudarão a crescer fortalecendo a equipa e introduzindo uma nova abordagem à gestão", começou por dizer.

Graças à sua experiência pessoal, Susie tem uma visão estratégica única da equipe, do campeonato e do automobilismo em geral. Ela certamente levará a Venturi Formula E Team ao topo. Seu desejo de se tornar accionista ilustra um compromisso inabalável que aquece meu coração. A Venturi e a equipa de Fórmula E orgulham-se de recebê-la num momento chave da história do grupo”, concluiu.

A Venturi, com base em Monte Carlo, está na Formula E desde o seu inicio, e apenas alcançou três pódios, tendo como melhor resultado um sexto lugar no Mundial de Construtores, na temporada de 2015-16. Esta temporada, tem o alemão Maro Engel e o italiano Edoardo Mortara, com o francês Tom Dilmann como piloto na ronda de Paris, devido aos compromissos do piloto italiano na DTM. 

terça-feira, 15 de maio de 2018

Formula E: Massa assina pela Venturi

Felipe Massa e a Venturi anunciaram esta tarde um acordo de três temporadas para correrem juntos, a partir da próxima temporada. O brasileiro de 37 anos vai para a Formula E, depois de quinze temporadas na Formula 1, e meio ano depois de pendurar o capacete ao serviço da Williams.

"Estou muito feliz por me juntar ao Venturi Formula E Team e ao campeonato da Fórmula E, que se tornou uma competição magnífica em tão pouco tempo", começou por dizer Massa, no anuncio oficial.

"[Desde] há alguns anos, tenho claro interesse por esta disciplina inovadora e voltada para o futuro, que está se desenvolvendo exponencialmente. Eu gosto especialmente do formato das corridas, dos circuitos urbanos e do contato com os fãs", continuou.

"Mal posso esperar para participar dos testes no final do mês. [O presidente da Venturi] Gildo [Pastor] sempre esteve um passo à frente quando se trata de veículos elétricos de alto desempenho. A equipe está em uma fase de crescimento e desenvolvimento. Eu farei tudo o que puder para contribuir com o projeto e espero estar entre os primeiros", concluiu.

A chegada de Felipe Massa é o mais recente elo de uma longa cadeia de desenvolvimentos do Venturi, que começou com a colaboração com a HWA AG no final do ano passado. Massa andará a bordo do carro da Gen2 no final do mês, nos primeiros testes da marca.

É uma honra receber Felipe na família Venturi”, começou por dizer Gildo Pastor. “Eu precisava dele, de sua experiência, de sua velocidade e de sua abertura", continuou.

"A Formula E é extremamente complexa para montar e guiar. Ainda mais do que noutras disciplinas, o trabalho em equipa entre o piloto e os engenheiros é uma das chaves para o sucesso. Os 15 anos de experiência de Felipe na Fórmula 1 definitivamente nos darão um impulso. E com sua natureza humilde, eu sei que ele vai ouvir a equipe e dominar a disciplina rapidamente", concluiu.

Massa competiu na Formula 1 por 270 Grandes Prémios, correndo por Sauber, Ferrari e Williams. Ao longo da sua carreira, cujo máximo foi ter sido vice-campeão em 2008, alcançou onze vitórias, 41 pódios, 16 pole-positions e 15 voltas mais rápidas.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Formula E: HWA alia-se à Venturi e entre na próxima temporada

A HWA, equipa aliada à Mercedes, anunciou esta quarta-feira uma aliança com a Venturi para correr na Formula E a prtir da próxima temporada, quando tiverem disponíveis os carros da Gen2. A aliança foi anunciada perante Alejandro Agag, o presidente da Formula E, a poucos dias da ronda de Berlim do campeonato.

"A Fórmula E é uma disciplina totalmente nova no automobilismo, com uma competição extremamente difícil. É um desafio para o qual estamos muito felizes", começou por dizer Ulrich Fritz, CEO da HWA AG.

"A HWA AG é a equipa de maior sucesso na história da DTM. Nosso objetivo é continuar a história de sucesso da empresa na Fórmula E. Ao mesmo tempo, a Fórmula E, com seu conceito único, oferece uma perspectiva completamente nova sobre o futuro do automobilismo. A série é caracterizada pelo seu pioneirismo inovador e pela sua disposição em desenvolver novas formas de interagir com os fãs", continuou.

"As corridas urbanas, no coração de algumas das maiores e mais importantes cidades do mundo abrem muitas oportunidades para atrair um público totalmente novo e atraí-los para as corridas e para as tecnologias sustentáveis do futuro. Em combinação com a competição acirrada na pista, esta é a plataforma perfeita para demonstrar nossas principais competências em um palco global e nos medir contra as melhores equipas.", concluiu.

Já do lado da Formula E, Alejandro Agag saudou a aliança entre ambas as equipas e espera que com os carros da Gen2 e a chegada de marcas como a Mercedes a a Porsche, se eleve a competição. 

"A Fórmula E não só tem um visual novo e uma identidade visual única para a quinta temporada, mas também temos notícias empolgantes com uma nova equipa entrando no campeonato [com a] HWA AG", disse Fórmula. E fundador e CEO, Alejandro Agag.

"É recompensador ver um nome tão sinónimo de corrida se juntar à já impressionante e crescente lista de equipes e fabricantes que competem na Fórmula E. Eles têm um histórico comprovado noutras categorias e, com certeza, vão empurrar para replicar conquistas similares na Fórmula E, à medida que entramos em uma nova era de corridas totalmente elétricas."

"Fico feliz em receber a Ulrich e a HWA AG para a família da Fórmula E. Estou ansioso para vê-los na pista como uma equipe de clientes ainda este ano", concluiu.

Quem também anda feliz com a parceria é Gildo Pastor, o CEO da Venturi, que espera a experiência de ambas as marcas seja essencial para o desenvolvimento dos carros elétricos. 

"Estou muito feliz por contribuir para a chegada da HWA AG como equipa de Fórmula E, fornecendo-lhes nossos carros Gen2 da Venturi para a próxima temporada", começou por dizer Pastor. 

"Nossa parceria durante a atual temporada é uma vitória para ambas as organizações. Não tenho dúvida de que a experiência da Venturi Automobiles em veículos elétricos de alto desempenho será um ativo valioso para a HWA AG, que desejará adicionar um recorde já impressionante".

A HWA (iniciais do seu fundador, Hans-Werner Aufrecht, um dos fundadores da AMG), é uma preparadora que está no DTM com carros que este ano serão pilotados por Daniel Juncadella, Edoardo Mortara, Gary Pafett e Paul di Resta, entre outros. Aliás, um dos seus pilotos, Mortara, é piloto da Venturi nesta temporada de Formula E e será subsituido por Tom Dillmann devido aos seus compromissos com o DTM.

A Formula E continua a sua temporada este fim de semana na pista de Berlim. 

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Formula E: Mercedes e Venturi vão fazer parceria

A poucos dias do começo do campeonato da Formula E, a Venturi confirmou esta semana que estabeleceu uma parceria com a HWA AG, a estrutura tecnológica alemã que gere as operações da Mercedes no DTM. A HWA vai prestar apoio técnico à equipa monegasca a partir da nova época da competição, antecipando em um ano a entrada do construtor germânico no campeonato de carros elétricos.

O presidente da Venturi, Gildo Pallanca Pastor, falou assim da nova parceria ao sitio oficial da Formula E: "As minhas equipas no Mónaco, mais fortes do que nunca, estão a trabalhar de mãos dadas com a HWA".

Um dos pilotos da Venturi é o alemão Maro Engel, também ele ligado à Mercedes, que se mostrou optimista para a nova temporada.

"O monolugar está com melhores prestações do que no ano passado. Se conseguirmos evitar problemas de fiabilidade, esperamos ser capazes de pontuar em todas as corridas. Um pódio seria óptimo mas a equipa mereceria finalmente ter a sua primeira vitória", começou por dizer.

"Algumas pessoas-chave se juntaram à equipe, tendo Jacky Eeckeleart [como engenheiro chefe] é um forte impulso. A experiência das pessoas que se juntaram está mostrar na forma de como iremos encarar as corridas. Espero que isso se traduza muito rapidamente em resultados", concluiu.

Já o seu companheiro de equipa, o italiano Edoardo Mortara, espera que esta parceria faça evoluir a Venturi do sítio onde está, ele que correu para a marca no DTM.

"A HWA é uma grande empresa, com engenheiros muito bons e muita experiência", começou por dizer Mortara à Autosport. "Ter sua ajuda é algo muito bom. Eu posso ver que na Fórmula E, o nível é bastante alto, então, mais ajuda você pode obter melhores resultados. [O pessoal da HWA] está bastante envolvido no DTM e no GT, eu quase conheço todos eles. É claramente mais fácil quando você já conhece as pessoas", continuou.

A Venturi não teve uma grande temporada em 2016-17, quando não conseguiu mais do que 39 pontos e o nono posto no campeonato de Construtores, com um quinto lugar no Mónaco como melhor resultado, às mãos de Engel. Este ano, o alemão terá o italiano Edoardo Mortara como seu companheiro de equipa.

Quanto à Formula E, esta começa este fim de semana com a jornada dupla de Hong Kong.

sábado, 3 de junho de 2017

Formula E: Sarrazin na Techeetah, Dillmann na Venturi

A uma semana da ronda dupla de Berlim da Formula E, a competição sofreu alterações profundas no seu alinhamento. Por causa de Sebastien Bourdais, que sofreu um acidente nas 500 Milhas de Indianápolis e vai ficar fora da competição para o resto da temporada, Esteban Gutierrez será piloto da Dale Coyne durante o tempo de ausência do piloto francês. E na Techeetah, equipa onde alinhava o mexicano, ex-Haas, houve mudanças: Stéphane Sarrazin vai rumar à equipa nas seis corridas que faltam nesta temporada de Fórmula E, enquanto que para o seu lugar, irá outro francês, Tom Dillmann.

Para Gildo Pallanca Pastor, chefe de equipa da Venturi, a solução encontrada é a ideal: "É uma solução positiva para todos os envolvidos. Com a sua experiência, o Stéphane envolve-se com a Techeetah e, ao mesmo tempo, o Tom terá a oportunidade de ganhar mais experiência com a Venturi".

Dillmann, de 28 anos (nasceu a 6 de abril de 1989), foi o campeão da Formula V8 3.5 litros de 2016, e este ano tinha corrido na Extreme Motorsports, no Mundial de Endurance, num Ligier de LMP2. Na corrida de Paris, Dillmann deu-se bem, terminando na oitava posição.

Já Sarrazin, mais velho (nasceu a 2 de novembro de 1975), é - para além de correr na Toyota Gazoo Racing, do Mundial de Endurance, também um veterano na Formula E. Já conseguiu uma pole-position em Londres, em 2015, e tem como mehor resultado um segundo lugar na ronda de Long Beach, em 2016, sempre pela Venturi. E foi em 2016 que alcançou a sua melhor classificação, um sexto lugar, com 70 pontos. Esta temporada, tem apenas dois pontos, resultantes de dois décimos lugares, em Hong Kong e Paris.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Formula E: Venturi assina com Maro Engel

A Venturi anunciou esta segunda feira que o alemão Maro Engel será o seu piloto para a temporada de 2016-17. A noticia vem com alguma surpresa pois o piloto de 30 anos, que corre nos GT's, não se senta num monolugar desde... 2007, quando foi vice-campeão britânico de Formula 3. Engel correrá no lugar de Mike Conway. Ele vai correr ao lado do francês Stephane Sarrazin, que se manterá para a nova temporada.

De acordo com a Motorsport.com, a assinatura de Engel, piloto da Mercedes, poderá ter a ver com um eventual futuro da marca alemã nesta competição, e a própria Venturi anda à procura desde há algum tempo para uma parceria com um construtor europeu.

"Estou espantado, pois é que há muito tempo [que não corre num monolugar], mas o regresso para um carro de fórmula era algo muito natural e eu realmente não pensei muito [em relação à adaptação]", começou por dizer Engel na entrevista ao site. "Tenho boas lembranças da minha carreira de monolugares e a coisa boa é todas as corridas na Fórmula E acontecem em circuitos de rua, que eu adoro. É um tipo de corrida puro para mim e o desafio é muito alto. Sempre gostei muito e acho que isso mostra no sucesso que tive [nas corridas] em Macau", continuou.

Aos 30 anos de idade (nasceu a 27 de agosto de 1985), Engel começou a correr em monolugares em 2003, correndo na Formula 3, primeiro na Euroseries, depois na Formula 3 britânica, em 2006 e 2007, onde foi segundo classificado no campeonato.

A partir de 2008, Engel correu no DTM, onde ficou nas quatro temporadas seguintes, conseguindo um sexto lugar como melhor resultado, em 2009 na primeira corrida de Hockenheim. A partir daí, passou para os GT e em 2013, foi para os V8 Australianos, correndo num Mercedes da Erebrus Racing, conseguindo o 28º posto, com 936 pontos.

Em 2015 e 2016, Engel voltou aos GT's, a bordo do Mercedes SLS AMG GT3, correndo quer no Mundial, quer no VLN, enquanto que corre na Starworks Motorsport na IMSA, nas principais corridas desse campeonato.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Formula E: Jacques Villeneuve comenta a sua saída da Venturi

A aventura de Jacques Villeneuve na Venturi e na Formula E durou apenas três corridas. O piloto canadiano resolveu sair esta semana da equipa, depois de divergências com o patrão da Venturi sobre o rumo a tomar, isto quando faltam duas semanas para a ronda de Buenos Aires. O seu substituto vai ser Mike Conway, que é atualmente piloto da Toyota mo Mundial de Enduance.

"Como se pode ler na imprensa, não houve acordo sobre a direcção a tomar no futuro", começou por dizer o filho de Gilles Villeneuve ao Journal de Montréal. "Não vou comentar sobre o conteúdo das discussões que levaram a essa decisão. No entanto, é uma pena não ter tido a oportunidade de me expressar", continuou. 

Sobre as provas que disputou, Villeneuve afirmou que "Enfrentamos uma série de problemas no início da temporada, o que fez a minha aprendizagem muito difícil. Eu não conhecia Fórmula E, excepto pelo facto de que ter visto algumas corridas na TV". Apesar de tudo, Jacques ainda afirma dizer "não ter ainda terminado ainda a carreira de piloto", embora este ano volte a ser comentador na francesa Canal +. 

Nas três provas que disputou na Formula E, Villeneuve não conseguiu melhor do que um 11º posto na prova de Putrajaya, não marcando qualquer ponto pela Venturi.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Formula E: Conway corre no lugar de Villeneuve na Venturi

A Venturi anunciou esta sexta-feira que Mike Conway vai ser o seu piloto oficial a partir da corrida de Buenos Aires. O britânico, com experiência na IndyCar e na Endurance, vai para o lugar do canadiano Jacques Villeneuve, que abandona a competição após três corridas modestas na Formula E.

“A Venturi é um equipa de top na Fórmula E, por isso é ótimo juntar-me a ela. As corridas são inovadoras e completamente únicas. Estão num rápido momento de crescimento e são um atrativo para muitos construtores para mostrarem as seus tecnologias, por isso é entusiasmante fazer parte
destas corridas”, comentou o piloto britânico.

Conway, de 32 anos (nasceu a 19 de agosto de 1983 em Bromley, nos arredores de Londres), andou por três anos na GP2, onde venceu uma corrida em 2008, ao serviço da Trident Racing, antes de mudar de ares e tentar a sua sorte do outro lado do Atlântico. Chegou à IndyCar em 2009, ficando lá até 2014, conseguindo quatro vitórias, mas não conseguindo mais do que o 17º posto em 2009 e 2011. Também ficou conhecido por ter sofrido um forte acidente nas 500 Milhas de Indianápolis de 2011, que o deixou fora de combate para o resto da temporada e dizendo que não queria andar mais em ovais.

Em 2014, passou para a Toyota Racing, onde participou no Mundial WEC e nas 24 Horas dee Le Mans, onde conseguiu ser sexto classificado na edição de 2015 da clássica de La Sarthe.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Formula E: Villeneuve vibra no regresso aos monolugares

Jacques Villeneuve está de volta aos monolugares, quase dez anos após a sua passagem pela Formula 1, e depois de passagens pontuais nas 500 Milhas de Indianápolis, em 2013. Mas no final dos dois dias de testes, em Donington Park, o piloto canadiano de 44 anos afirmou que, apesar dos tempos modestos, o que interessa é estar em forma para disputar por vitórias.

"Parece muito com as minhas origens. Comecei minha carreira nos monolugares e é ótimo regressar aos carros deste tipo. Mas no geral, é ótimo estar a competir de novo a nível internacional. Estou ansioso para fazer uma temporada completa, e não apenas uma corrida aleatória", começou por afirmar o canadiano da Venturi.

"Adoro correr em circuitos de rua. Eles são complexos, turbulentos e sempre difíceis, o que torna divertido. Parece animado, e ao assistir às corridas, deu para ver imediatamente que isto era profissional", continuou.

"Todos têm um novo "powertrain" e acreditam que têm uma nova invenção. Mas neste momento, ninguém sabe quem será competitivo. Contudo, a minha meta é estar na frente. Seria legal voltar aos lugares cimeiros - é para isso que estou correndo", concluiu.

sábado, 8 de agosto de 2015

Formula E: Jacques Villeneuve vai correr pela Venturi

O rumor confirmou-se: Jacques Villeneuve vai ser piloto da Venturi na próxima temporada da Formula E, no lugar de Nick Heidfeld. O anuncio foi feito esta sexta-feira no comunicado oficial da marca. O piloto de 44 anos, campeão do mundo de Formula 1 em 1997 e filho de outra lenda do automobilismo, Gilles Villeneuve, voltará aos monolugares, sendo o primeiro campeão a fazer a experiência nos carros elétricos, e ainda por cima na "equipa da casa", pois a Venturi é do Mónaco e Jacques passou muito tempo a viver no Principado.

"Já faz dez anos desde a última vez que guiei em monolugares, mas é como andar de bicicleta, você nunca esquece", começou por dizer Villeneuve no comunicado oficial da Venturi. "Estou muito feliz. Há um excelente ambiente com a Venturi e um dos engenheiros com Venturi é uma pessoa com quem eu trabalhei no início da minha carreira. Isso foi ótimo. Estava muito animado e tudo correu bem. Na última temporada, sempre que eu cruzava com pilotos da Fórmula E, eles diziam que é realmente um campeonato muito interessante", comentou.

"Esta vai ser a primeira vez em muitos anos que vou participar numa temporada completa", acrescentou. "Estou animado porque a atmosfera, enquanto trabalhava ao lado da equipe Venturi é grande e que tem uma influência muito grande. Também conheço bem o Stéphane Sarrazin, vamos confiar muito uns nos outros", concluiu.

"É um verdadeiro prazer dar as boas-vindas ao grande campeão Jacques Villeneuve", começou por dizer Gildo Pastor, CEO da Venturi Automobiles. "Ele é o primeiro piloto campeão de Fórmula 1 a se juntar à Fórmula E. Para além de seu título 1997 e suas inúmeras vitórias na Formula 1, ninguém se esqueceu da sua vitória no Indianapolis 500 ou na IndyCar World Series. Ele cresceu no Mónaco, e nós cruzamos caminhos tantas vezes durante as nossas infâncias, então ele vai estar em casa com Venturi. Estou muito feliz em ter um duo muito experiente e muito talentoso como é Jacques e Stéphane", concluiu.

Piloto durante 163 corridas, entre 1996 e 2006, ao serviço de equipas como Williams, BAR, Renault, Sauber e BMW, Villeneuve venceu onze corridas, conseguiu treze pole-positions, obteve 23 pódios e nove voltas mais rápidas, num total de 235 pontos. Para além disso, venceu as 500 Milhas de Indianápolis em 1995, no mesmo ano em que alcançou o campeonato CART, e em 2008, foi segundo classificado nas 24 Horas de Le Mans, ao lado de Marc Gené e de Nicolas Minassian, no Peugeot 908. 

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Rumor do dia: Jacques Villeneuve na Formula E?

A segunda temporada da Formula E já está a caminho - a primeira corrida será a 17 de outubro, em Pequim - mas poderá haver alguns pilotos relevantes para participar na competição. E um deles é deveras interessante: o canadiano Jacques Villeneuve, que foi campeão do mundo em 1997 e já andou em tudo que é carro. O filho de Gilles Villeneuve, de 44 anos, foi visto por estes dias a testar um carro elétrico da Venturi, em Paul Ricard, e agora poderá estar a negociar um lugar, segundo conta o site Motorsport esta segunda-feira.

A ideia é de ele substituir o alemão Nick Heidfeld e correr ao lado do francês Stephane Sarrazin. O mesmo site fala que o piloto de 38 anos, de Monchengladbach, não continuará para a segunda temporada. A temporada de testes da competição vai acontecer em meados deste mês de Donington Park, e até agora, só a Abt - com Daniel Abt e Lucas di Grassi - e a Trulli - com Jarno Trulli e Vitantonio Liuzzi - é que confirmaram as suas duplas. 

O canadiano esteve esta temporada a correr na prova de abertura da Stock Car Brasil, em Goiânia, ao lado do seu ex-companheiro da BAR, Ricardo Zonta

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Noticias: Heidfeld defende a particularidade da Formula E

Quatro dias depois da primeira corrida do campeonato, e depois de ter disputado até à penultima curva a liderança da corrida com Nicolas Prost, que acabou com uma espetacular colisão, o alemão Nick Heidfeld, de 37 anos, veio a público defender a nova categoria, afirmando que esta não é uma concorrente da Formula 1, como alguns julgavam que iria ser, mas sim um novo conceito de automobilismo que está agora a ser explorado.

A Fórmula E não pode competir atualmente com a Formula 1 e não o quer fazer. É um campeonato justificado quando se considera o desenvolvimento da mobilidade elétrica e o interesse que os construtores têm nisso. Quão bem-sucedida será, veremos”, comentou. 

Em relação ao desempenho dos monolugares, o piloto alemão admite que os Fórmula E não se comparam aos Formula 1, mas considera que “são monolugares normais, que são sempre difíceis de pilotar no limite. Mas outra razão por que escolhi correr foram os adversários – em termos de qualidade dos pilotos, não nos precisamos de esconder da Formula 1”, concluiu.