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domingo, 20 de setembro de 2015

A imagem do dia

O belga Jacky Ickx, dentro do seu Ferrari, a caminho da vitória no GP do Canadá, em Mont-Tremblant, no Quebec. 

Há precisamente 45 anos, a Formula 1 vivia um período de luto. O austriaco Jochen Rindt, o homem que tinha dominado aquele verão ao volante do Lotus 72, tinha morrido há duas semanas, em Itália. E de um campeonato onde todos sabiam quem era o campeão, tudo estava alterado. Sem Rindt, morto, todos tinham uma chance, especialmente numa Ferrari que estava a mostrar a sua forma desde a corrida austriaca, onde o belga tinha ganho, graças ao abandono do piloto da Lotus.

A Lotus não estava por lá. Estava em Hethel, a lamber as feridas. Para piorar as coisas, John Miles, que nunca tinha sido fã dos métodos de Colin Chapman, decidira que era tempo de abandonar a equipa, receando que ele poderia ser a seguir. E do nada, sobrou o brasileiro Emerson Fittipaldi, que tinha apenas três corridas no seu palmarés - mas com muito potencial - e ele iria comandar a equipa, apenas com 23 anos de idade. E outro piloto ficaria no lugar de Miles.

A corrida foi dura: dos vinte pilotos inscritos, apenas oito chegaram ao fim. E foi uma corrida onde uma equipa se estreou: a Tyrrell. Bom, na realidade, eles já existiam, o que se estreou foi o projeto secreto que Ken Tyrrell, Jackie Stewart e Frank Gardner decidiram criar na garagem deste último, e baseado no March 701 onde tinham estado a correr ao longo de 1970. E se qualquer dúvida que eles tivessem em relação ao projeto foram dissipadas nos treinos, quando Stewart fez a pole-position. Logo na primeira corrida! Infelizmente, o eixo do carro não aguentou e desistiu na volta 31.

No final, como em Zeltweg, a Ferrari fez dobradinha com Chris Amon a ser o terceiro. Mas a dureza do circuito de Mont-Tremblant (a mesma coisa tinha acontecido em 1968, quando apenas seis carros acabaram a corrida!) fez com que esta fosse a última vez que a Formula 1 visitasse esse local.

Ickx tinha-se colocado na luta, mas faltavam ainda duas corridas. E para ser campeão, tinha de as ganhar, sem falhas...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Grand Prix (numero 90, tempos agitados)

Watkins Glen, 1º de Outubro de 1970

Estavam agitados, os tempos. Os dias na Formula 1 andavam agitados, especialmente com a possibilidade de um inédito campeão póstumo, e parecia que as coisas no mundo fora do automobilismo andavam também fora de controlo. Alguns dias depois de Pierre de Beaufort, os jornais falavam da morte em Londres de Jimi Hendrix, o virtuoso da guitarra, vitima de aparentemene ovderdose de alcool e barbituricos.

Durante aquele mês de Setembro, também, as coisas andavam agitadas no Mundo. Já não bastavam as coisas no Vietname, com a guerra sem fim e as ramificações no resto do Sudoeste Asiático, as coisas no Médio Oriente também decidiam explodir. Não contra Israel, mas ao lado, na Jordânia. Uma tentativa mal sucedida para derrubar e matar o rei, desencadeou uma espécie de guerra civil, que implicou até desvio de aviões comerciais no meio do deserto. Naquele mesmo fim de semana em que Beaufort tinha passado da vida para a História, três aviões de três companhias aéreas diferentes tinham sido desviadas pela Organização de Libertação da Palestina. No final, libertaram os passageiros e fizeram explodir os aviões.

Por essa altura, toda a gente estava en França para assistir ao funeral de Beaufort, onde mais de 40 mil pessoas tinham ido á sua cidade natal para lhe prestar a sua última homenagem. A cidadezinha do vale do Loire tinha ficado demasiado pequena para todos aqueles que tinham ido para prestar as suas últimas homenagens ao campeão do mundo de 1969 e eventual campeão de 1970, e muitos não evitaram derramar uma lágrima.

Depois disso, o pelotão rumava à América, mais concretamente à estância canadiana de Mont-Tremblant, no Quebec, para correr ali o GP do Canadá. Tal como acontecia em alguns Grandes Prémios europeus, a corrida era feita entre este circuito e Mosport, no vizinho estado do Ontário. A 20 de Setembro, apenas dois dias depois da morte de Hendrix, decorria a corrida canadiana. Sem a Matra por perto, pois ainda cumpria luto pela morte de Beaufort, bem como o resto do pelotão, a Ferrari levou na mesma os seus três carros, com Guarini a correr com o seu carro vermelho com dois riscos azuis, simbolo da NART, North American Racing Team, fundada e ainda liderada pelo veterano ex-piloto e dono de equipa, Luigi Chinetti.

A Apollo, como prometido, foi buscar mais uma vez o sul-africano Philipp de Villiers, e desta vez já vinha com o título de campeão nacional, estando agora pronto para o assalto ao resto do mundo, com o lugar para 1971 mais do que garantido, ao lado de Alexandre de Monforte, enquanto que Teddy Solana iria para a BRM. Mas por agora, a Apollo corria com três carros, e iria ser assim até ao GP do México.

E era assim também na Jordan, com Pieter Reinhardt, Antti Kalhola e Pedro Medeiros. A McLaren também tinha três carros, para Peter Revson, John Hogarth, mas não para Manfred Linzmayer. Na semana a seguir a Monza, o austriaco participava numa prova de montanha nos Alpes franceses quando perdeu o controle do seu carro e bateu forte, ficando ferido nas pernas e braços, e ficaria fora de combate, provavelmente para o resto do ano. Assim, Teddy Mayer pediu a Dan Gurney para que arranjasse um bom piloto para o seu lugar e ele apresentou um compatriota seu chamado John Crawford, que aos 25 anos, começava a dar cartas na USAC. Já tinha ganho em alguns sitios, como Riverside, e nas Américas consideravam-no como um excelente candidato a vencer as 500 Milhas de Indianápolis. Aliás, era esse o seu sonho, e ele dizia que só depois disso é que partia ao ataque da Europa.

A Temple-Jordan estava por ali, com os carros para Bob Bedford e Brian Hocking, e a BRM corria, para além de Anders Gustafsson, Bob Turner. Havia pilotos locais, como por exemplo Stefan Levesque, o dono de um concessionário Ford que era piloto ocasional na USAC e que tinha comprado no ano anterior um chassis Jordan... de 1968. Para além desses todos, havia o espanhol Cervantes, que ainda não tinha desistido de correr com o seu Jordan privado, só que agora já não tinha o apoio oficial.

A corrida durava 80 voltas, mas fora devastadora para as máquinas. Apenas os Ferrari pareciam estar incólumes, pois os três carros chegaram ao fim. Os três da Scuderia num pelotão de nove sobreviventes significava um terço do pelotão, e isso começava a preocupar os adversários e a criar esperanças nas hostes de Maranello. E claro, a Scuderia conseguiua a sua terceira vitória consecutiva, a segunda do ano para Patrick Van Diemen, à frente de Toino Bernardini, com Alexandre de Monforte a evitar o monopólio da cada de Maranello, mas apenas porque Guarini teve um furo e caira para o quarto posto, a duas voltas de Van Diemen. E atrás dele, restavam os sul-africanos de Villers e Hocking, com os sobreviventes Cervantes, Levesque e Reinhardt, que apesar de ter desistido na volta 82, quando era um confortável terceiro classificado, na mesma volta que os Ferrari, ainda fora classificado com oito voltas de atraso sobre o vencedor.

E assim, com máquinas e pilotos a prepararem-se para a corrida de Watkins Glen, Patrick Van Diemen tinha conseguido recuperar grande parte do atraso, obtendo 21 pontos em apenas três corridas. Philippe de Beaufort, o ilustre morto, ainda era o lider, mas a matemática ainda permitia que Van Diemen lutasse pelo título, e era isso que o belga estava a fazer naquele momento, com toda a máquina Ferrari atrás de si. E Watkins Glen, agora, aparentava ser o local onde o campeonato de 1970 iria ser decidido, para o bem e para o mal.

Watkins Glen, naquele ano, era um curcuito em obras. A parte nova ainda não estava completada, mas sabia-se que aquele seria o último ano com aquele traçado, tanto mais que a volta começava a ser feito numa média de 60 segundos, logo, teria de se acrescentar mais quase dois mil metros ao traçado actual, que prometia ser tão selectivo como o traçado existente. E era naquele estaleiro que a decisão sobre o título mundioal de 1970 iria ser tomada.

(continua)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

GP Memória - Canadá 1970

Quando máquinas e pilotos chegam a Mont-Tremblant, um circuito na provincia canadiana do Quebec, Jochen Rindt estava morto há duas semanas e a Lotus primava-se pela ausência na primeira das três corridas no continente americano. Vendo as coisas desta forma, a Ferrari tinha uma grande chance, muito dificil de alcançar, mas possivel no papel: o belga Jacky Ickx tinha de ganhar todas as três corridas para que pudesse alcançar o austriaco e conquistar o título com apenas um ponto de diferença.

Sem a Lotus oficiais (Graham Hill estava presente com o chassis 72 inscrito pela Rob Walker Racing) e com a Ferrari no auge da potência, iria surgir outra equipa no horizonte. Ken Tyrrell e Jackie Stewart tinham planeado ao longo da temporada de 1970, em conjunto com o projectista Derek Gardner, um chassis próprio com base no March 701. O Tyrrell 001 estava pronto em Setembro, mas Ken hesitava colocar no terreno, apesar dos pedidos de Stewart. A decisão final aconteceu numa partida de golfe: o vencedor da partida colocaria o seu chassis em Mont-Tremblant, e Stewart venceu o seu patrão por apenas uma pancada.

Não havia entradas novas na lista de inscritos. A Ferrari tinha Ickx e Clay Regazzoni, a BRM tinha Pedro Rodriguez, Jackie Oliver e George Eaton, Jack Brabham estava presente com a sua equipa, juntamento com o alemão Rolf Stommelen, a Matra tinha Henri Pescarolo e Jean-Pierre Beltoise, a McLaren tinha Peter Gethin, Dennis Hulme e Andrea de Adamich, este último com o motor Alfa Romeo, e a Merch tinha Jo Siffert e Chris Amon a nivel oficial, e os privados guiados por Francois Cevért e Ronnie Peterson. Para além do Lotus de Hill, Tim Schencken estava presente com o De Tomaso inscrito por Frank Williams, enquanto que John Surtees tinha trazido a sua própria criação.

Nos treinos, Stewart mostrou que o chassis Tyrrell tinha nascido bem e fez a pole-position, seguido pelo Ferrari de Ickx. Regazzoni foi o terceiro, com o March de Cevért no quarto posto, à frente do carro de Surtees. Amon é sexto, à frente do BRM de Pedro Rodriguez, enquanto que Pescarolo é o melhor dos Matra, no oitavo posto da grelha. A fechar o "top ten" estão os BRM de Eaton e Oliver.

Na partida, Stewart manteve o primeiro lugar, à frente de Ickx, Rodriguez, Surtees, Cevért e Regazzoni. à medida que as voltas avançavam, Stewart construia uma sólida vantagem sobre o Ferrari do belga, e parecia que o escocês poderia dar à Tyrrell a sua primeira vitória no seu próprio chassis. Mas na 32ª volta, o eixo traseiro avaria-se e a corrida de Stewart acaba ali. Ickx herda a liderança, algo que não vai largar até ao final da corrida.

Mais atrás, Regazzoni tinha conseguido passar Rodriguez e Cevért para ficar com o segundo posto, e começar a distanciar-se dos demais, começando a fazer uma corrida a seu bel-prazer, algo que o seu companheiro já fazia desde então. Entretanto, Surtees teve de ir às boxes para resolver um problema de motor, que tinha provocado um principio de incêndio, mas tinha regressado à corrida. Mais atrás, Cevért estava calmamente nos pontos até que um problema no eixo traseiro o fez parar nas boxes e o fez perder muito tempo. No final, terminou no oitavo lugar, a cinco voltas do vencedor.

A corrida tinha sido extenuante, e no final das oitenta voltas a Mont-Tramblant, Ickx e Regazzoni davam uma dobradinha à Ferrari. Chris Amon, no seu March, fechava o pódio e nos restantes lugares pontuáveis ficavam o BRM de Rodriguez, o carro de Surtees, que conseguia aqui os seus primeiros pontos como construtor, e o McLaren de Gethin. No final, Ickx conseguira vencer na primeira de três etapas. Agora, tudo dependia do que iria acontecer nas corridas de Watkins Glen e Cidade do México, onde a Lotus iria voltar para garantir os pontos que faltavam para ambos os títulos em jogo.

Fontes:

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

GP Memória - Canadá 1968

Depois de Monza, as três últimas etapas do campeonato do Mundo de 1968 aconteceriam todas nas Américas, para poupar tempo e dinheiro nas viagens. O Canadá era uma etapa nova no calendário, pois tinha acontecido no ano anterior a sua primeira edição, e este foi um sucesso. Em 1968, decidiram organizá-lo de novo, mas num novo circuito perto da cidade de Quebec: Mont-Tremblant.


O campeonato estava ao rubro: Graham Hill era o líder, com 30 pontos, mais três do que o segundo classificado, o belga Jacky Ickx, no seu Ferrari. Com 26 pontos ia Jackie Stewart, e com 24 estava Dennis Hulme, no seu McLaren. Nesta altura estavam 27 pontos em jogo, portanto, todas as hipóteses para o campeonato eram possíveis, num dos mais equilibrados até então.


A Lotus levava três carros para Mont-Tremblant: um para Hill, outro para Jackie Oliver e um terceiro para o piloto local Bill Brack. Havia um quarto Lotus, mas era inscrito pela Rob Walker Racing Team, para o suiço Jo Siffert. Na Ferrari, dois carros estavam presentes, para Ickx e o neozelandês Chris Amon. Para a BRM, apenas um carro oficial, para Pedro Rodriguez, ia correr nas corridas americanas, embora existisse outro, mas privado, para o inglês Piers Courage.


Na Honda, só havia um carro inscrito, para John Surtees, enquanto que na McLaren, para além de Bruce McLaren e Denny Hulme, um terceiro carro foi inscrito para o americano Dan Gurney, que por esta altura tinha largado de vez o projecto Eagle, pelo menos na Europa, pois este se desenvolveria nos Estados Unidos com enorme sucesso. Contudo, o nome Eagle ainda apareceria na grelha desta corrida, pois um piloto local, Al Pease, tinha um privado, pintado com as cores do Canadá, e tinha-o inscrito só para esta corrida.


Na Matra, quatro carros iam participar, dois deles com motores Cosworth, e outros dois com motor próprio. Stewart e Johnny Servoz-Gavin ficavam com os carros com Cosworth, enquanto que os com motores próprios eram para o francês Jean-Pierre Beltoise e para um jovem compatriota, campeão de Formula 3 no seu país no ano anterior, que começaria aqui uma carreira na Formula 1 que se revelaria modesta, mas noutras categorias se tornaria numa lenda. Era Henri Pescarolo.


Finalmente, a Cooper e a Brabham levavam dois carros cada. Na primeira equipa, Vic Elford e o belga Lucien Bianchi levavam os carros ingleses, enquanto que Jack Brabham tinha a companhia do jovem austríaco Jochen Rindt.


E na qualificação, foi um Brabham que levou a melhor, por intermédio de Rindt, que conseguia aqui a sua segunda pole-position da sua carreira, seguido por Chris Amon, no seu Ferrari, e Jo Siffert, no seu Lotus 49 privado, ficando melhor do que os oficiais, pois Graham Hill fora quinto, e Jackie Oliver o nono na grelha. Dan Gurney partia do quarto posto, e logo depois de Hill, estava o seu companheiro Denny Hulme. Jackie Stewart era apenas um péssimo 11º na grelha, atrás de Jack Brabham.


Os treinos foram maus para Jacky Ickx, que sofreu um acidente nos treinos, devido a um acelerador preso. As consequências foram duras para o jovem piloto belga, pois ficara com uma perna fracturada, e as suas chances para o título, aparentemente, tinham sido evaporadas… quem também não conseguira tempo para os treinos foi Bill Brack, pois o motor do seu Eagle tinha ido à vida.


Na partida, Rindt fora surpreendido por Amon e Siffert, e tendo atrás de si o McLaren de Gurney e o Lotus de Hill. Entretanto, na grelha, ficava o McLaren privado de Jo Bonnier, parado devido a uma embraiagem partida. Na décima volta, Surtees desiste, com a caixa de velocidades do seu Honda partida. Quatro voltas mais tarde, Hill consegue passar Gurney para ficar com o quarto posto, e na volta 22, o americano desistirá devido a um radiador furado.


Na frente, Chris Amon era o líder incontestado, especialmente depois da volta 29 altura em que Jo Siffert desistiu, com problemas mecânicos. Quem também já tinha ficado pelo caminho fora Jack Brabham (volta 31, suspensão), Jochen Rindt (volta 39, sobreaquecimento) e o jovem estreante Henri Pescarolo (volta 54, motor). Atrás dele tinha os dois McLaren, depois de uma curta passagem pelo segundo posto para Graham Hill, que se atrasara devido a problemas de vibração no seu carro, tendo caído para a sexta posição, atrás de Rodriguez e Servoz-Gavin. Quanto o francês desistiu, vítima de acidente, ascende ao quinto posto.


Mas na volta 72, as coisas mudam. O Ferrari de Amon tem problemas de transmissão e desiste, quando faltava menos de um quarto da corrida para chegar ao fim. Assim, é dennis Hulme que herda a liderança, com Bruce McLaren logo atrás, mas a cerca de uma volta dele. As coisas marchavam para uma dobradinha para a marca neozelandesa, e quando isso aconteceu, tornou-se na última que a marca iria ter nos próximos quinze anos…


A acompanhar os McLaren no pódio, ficou o mexicano Pedro Rodriguez, seguido por Graham Hill, a quatro voltas, pelo Cooper de Vic Elford e pelo Matra de Jackie Stewart, a… sete voltas do primeiro. Estes foram os únicos pilotos que chegaram ao fim neste desgastante Grande Prémio do Canadá. Com este resultado, o campeonato estava ao rubro: Hulme e Hill estavam empatados nos pontos, ambos com 33 pontos, e Jackie Stewart ainda tinha hipóteses, empatado na terceira posição com Ickx, com 27 pontos. Mas o belga estava com gesso na perna e a sua ausência de Watkins Glen era certa…


Fontes:


http://www.grandprix.com/gpe/rr171.html
http://en.wikipedia.org/wiki/1968_Canadian_Grand_Prix

domingo, 1 de julho de 2007

CART - Ronda 6, Mont-Tremblant

A ChampCar fez este fim de semana a sua primeira incursão para fora dos Estados Unidos. No circuito de Mont-Tremblant, onde a Formula 1 já correu em finais dos anos 60, o holandês Robert Dornboos conseguiu a sua primeira vitória de sempre na categoria.


Numa corrida disputada entre piso seco e molhado, o pioto holandês da Minardi Team USA superou-se á concorrência, nomeadamente, o "poleman" Tristian Gommendy e os favoritos Sebastian Bourdais e Paul Tracy. O francês foi segundo classificado, enquanto que o canadiano desistiu à volta 28, com problemas mecânicos. Bruno Junqueira também não terminou a corrida, logo na volta 5, com problemas no carro.


O australiano Will Power completou o pódio, seguido por Simon Pagenaud e Justin Wilson. A unica mulher na competição, a inglesa Katherine Legge, foi 11ª classificada. A próxima corrida será no Exibition Park de Toronto, no próximo fim de semana.