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domingo, 29 de março de 2026

As ambições de Portimão


Já se sabe que a Formula 1 regressará a Portugal para as edições de 2027 e 2028, mas as ambições de Portimão são o de estar no calendário por mais anos. Quem o afirmou foi Jaime Costa, o CEO do Autódromo Internacional do Algarve, que esta tarde, durante o evento do Mundial de Superbikes, falou sobre os planos futuros, e onde desejaria ter o Grande Prémio. “Espero que não [seja apenas por 2 anos]. A nossa intenção é, até ao verão, começar a tratar de conseguir estender o contrato mas não depende só de nós.”, começou por falar, em entrevista a DAZN Portugal.

Apesar de não se saber quando será a corrida, ele deu indicações que poderá ser ou no inicio, ou no final da temporada europeia - abril ou setembro.

Sabemos que não será nos meses mais altos de verão. É uma das coisas que está negociada com a Fórmula 1, porque o impacto seria muito menor na região. No fundo, será antes do verão ou logo a seguir ao pico do verão. Penso que entre um e dois meses será publicado o calendário e poderemos saber.”, comentou.

Isso poderá querer afirmar que, caso a corrida portuguesa seja "en tadem" com alguma das corridas espanholas, será ou antes, ou depois da corrida de Barcelona - caso seja em abril ou maio - ou durante o fim de semana de Madrid, ou seja, para o meio ou o final de setembro, depois de Monza, palco do GP de Itália. Se essa for a data escolhida, voltaria a tradição de ter o GP português em meados de setembro, como aconteceu entre 1986 e 1996. Caso seja a prova de abertura da temporada europeia, imitará a corrida em 1985, que aconteceu debaixo de chuva, e que resultou na vitória de Ayrton Senna.

De qualquer forma, o objetivo dos elementos do Autódromo Internacional do Algarve seria alcançado: uma corrida fora da época alta, num local turístico como o Algarve.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Youtube Motorsport Video: As corridas de Portimão da Formula 4 Winter Series

Falei por estes dias da Formula 4 espanhola, nomeadamente da Winter Seriews, que aconteceu neste fim de semana no Autódromo de Portimão, e claro, da prestação do Noah Monteiro, que conseguiu fazer uma corrida de recuperação no seu carro da Griffin Core, que de último, acabou à beira do pódio, numa corrida digna de registo. 

Assim sendo, descobri que o pessoal da Spanish Winter Championship (SWC) tem um canal do Youtube e colocaram aqui os videos dessas corridas do fim de semana que passou. E eis a corrida de recuperação do Noah do fundo para os lugares da frente. Deve ser bom para tirar uma meia hora para assistir. E se calhar, pensar que o garoto até tem talento...   

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Noticias: Formula 1 regressa a Portugal em 2027


O governo português anunciou esta terça-feira que o GP de Portugal de Formula 1 regressará em 2027 no Autódromo do Algarve, num contrato que durará, por agora duas temporadas. O anuncio foi feito pelo ministro Manuel Castro Almeida, meses depois do primeiro-ministro, Luis Montenegro, ter anunciado que o governo estaria a trabalhar para o seu regresso, depois de ter recebido pela última vez, em 2021. A corrida será o substituto direto do circuito de Zandvoort, que terminará o seu contrato depois da edição de 2026.

Na conferência de imprensa de apresentação, e perante o CEO da Formula 1, Stefano Domenicalli, o ministro anunciou: 

Portugal está de volta ao mapa da Fórmula 1. O Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 terá um impacto direto na atividade económica, gerando oportunidades ao longo de toda a cadeia de valor — do turismo ao comércio, dos serviços às PME [Pequenas e Médias Empresas] — projetando o país como um destino competitivo e fiável. A realização do Grande Prémio no Algarve reforça a nossa estratégia de desenvolvimento regional, valorizando os territórios e criando oportunidades para as economias locais. Será um evento que, para além do prestígio que traz ao país, reforçará a imagem de Portugal a nível mundial.”, começou por afirmar.

"Esta prova pode trazer a Portugal 200 mil visitantes em cada um dos anos. Entre 150 mil espectadores, mais de metade internacionais, e mais de 50 mil profissionais. Espera-se um impacto económico não inferior a 140 milhões de euros. O custo estimado para o Estado será inferior à receita estimada de impostos associada a estas corridas. Esperam-se 920 milhões de seguidores em cada um dos grandes prémios, ao longo de mais de quatro mil horas de transmissão televisiva", concluiu o ministro da Economia.


Do lado da Formula 1, o seu presidente e CEO, Stefano Domenicali, manifestou grande satisfação com o regresso de Portugal ao calendário: “Estou encantado por ver Portimão regressar à Fórmula 1 e por continuar a acender a paixão dos incríveis fãs portugueses. O circuito proporciona emoção desde a primeira curva até à bandeira de xadrez.”, começou por comentar.

"O interesse e a procura para acolher um Grande Prémio de Fórmula 1 são hoje maiores do que nunca, pelo que gostaria de agradecer ao Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, ao Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, ao Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, ao Presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade, ao Presidente da Região de Turismo do Algarve, André Gomes, e ao Presidente e CEO do Autódromo Internacional do Algarve, Jaime Costa, pelo apoio em trazer a Fórmula 1 de volta a Portugal. Aguardo com expectativa voltar a trabalhar em conjunto para garantir que Portimão regresse ao calendário de forma marcante.”, concluiu.

Jaime Costa, CEO e Chairman do Autódromo Internacional do Algarve, falou num momento de orgulho para o circuito e para a região. O responsável sublinhou ainda que este regresso só foi possível graças ao apoio contínuo do Governo português e garantiu um espetáculo à altura das expectativas.

Estamos entusiasmados por receber novamente a Fórmula 1 em Portugal. O Grande Prémio irá mostrar a excelência do nosso circuito e a paixão dos nossos fãs, dando um forte impulso ao turismo, à região e à comunidade. Este feito só foi possível graças ao apoio contínuo — desde o início — do Governo Português.”, comentou.

"O traçado único em ‘montanha-russa’ de Portimão irá desafiar os melhores pilotos do mundo e criar um espetáculo que os fãs irão adorar. Estamos ansiosos por criar momentos inesquecíveis e estabelecer novos padrões de excelência dentro e fora da pista.”, concluiu.


O regresso da Formula 1 ao Algarve acontece depois de já ter sido garantida a continuidade da MotoGP para 2025 e 2026.

Será a quarta passagem da competição a Portugal, que tem uma história prestigiante, tendo acolhido Grandes Prémios em pistas como o da Boavista, no Porto, em Monsanto e Estoril, ambos em Lisboa, ao longo dos 75 anos da modalidade. A primeira edição foi em 1958, na Boavista, numa corrida ganha por Stirling Moss, e acabou em 1960, numa corrida onde Jack Brabham saiu como vencedor. A competição regressou 24 anos depois, como prova de encerramento do campeonato de 1984, onde Alain Prost saiu vencedor e Niki Lauda terminou como campeão pela a minima das margens: meio ponto. 

A competição continuou no Autódromo do Estoril de forma permanente até 1996, onde pilotos como Ayrton Senna (1985), Alain Prost (1987 e 1988) Nigel Mansell (1986 e 1990), Michael Schumacher (1993), Damon Hill (1994) e Jacques Villeneuve (1996) acabaram vencedores. 


Depois disto, apenas a Covid-19 é que fez baralhar o calendário e dar uma oportunidade da Formula 1 correr no Autódromo de Portimão, em 2020 e 2021, corridas ganhas por Lewis Hamilton, então a correr pela Mercedes. E foi nessa pista que, em 2020, bateu o recorde de vitórias que pertencia a Michael Schumacher. E não foi a primeira vez que aconteceu tal coisa: em 1987, foi no Estoril que Alain Prost bateu o recorde de vitórias que pertencia desde 1973 a Jackie Stewart

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Noticias: Domenicali reconhece contactos, mas as chances são reduzidas


Stefano Domenicalli reconhece que o governo português andou a contactar a FOM para receber a Formula 1, mas as chances podem ser reduzidas. Em Monza, o CEO da FOM  afirma que cenário não é favorável a Portugal, dada a concorrência - cerca de uma dezena de nações - e as exigências para que um país possa ter um evento de Fórmula 1.

Em 2026 Zandvoort vai organizar o seu último Grande Prémio, por isso estamos a discutir novas adições, incluindo a possibilidade de eventos alternados. Mas não serão muitas: um ou dois, não mais. Barcelona está interessada numa alternância. Há Portugal, Turquia e, recentemente, Hockenheim – que tem novos proprietários – a mostrar interesse. O mais importante é que os potenciais candidatos entendam que há pouquíssimos lugares disponíveis, por isso quem se senta à mesa precisa de força financeira”, começou por explicar o dirigente italiano. 

Hoje a situação é diferente de há alguns anos, não só pelo que é necessário para entrar na Fórmula 1, mas também pelo que tem de ser investido. Não nos podemos esquecer de que estamos a trabalhar intensamente na sustentabilidade: todos os promotores devem estar preparados para cumprir os padrões de neutralidade carbónica em 2030. Eventos que recebem 450 a 500 mil pessoas terão desafios em matéria de energia, gestão geral e tudo o que os rodeia. Estamos a trabalhar seriamente nestas questões e os promotores têm de alinhar. Quem não estiver pronto não poderá organizar o evento”, reforçou.

Neste momento, a concorrência é forte: a Arábia Saudita quer ter uma segunda corrida no calendário, ou seja, não quer que Qiddiya e Jeddah se alternem, a FOM quer ir para África, com interesse da parte de Ruanda, África do Sul e Marrocos, e na Ásia, há conversações com a Tailândia no sentido de acolher uma corrida até ao final da década. Ou seja, caso o governo leve a sério, o investimento terá de ser bem forte.., e esperar que seja um evento anual, não uma alternância, como a FOM deseja implementar a partir de 2027, quando acabar o contrato com o GP neerlandês. 

Como é sabido, a Formula 1 recebeu pela última vez a Formula 1 em 2021, no Autódromo do Portimão, aproveitando a altura da pandemia, em 2020, para receber corridas.

sábado, 16 de agosto de 2025

Noticias: Presidente da FPAK entusiasmado com a possibilidade de regresso da Formula 1 a Portugal


O presidente da FPAK (Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting), Ni Amorim, está entusiasmado com a possibilidade de regresso da Formula 1 a Portugal, mais concretamente, ao Autódromo de Portimão, a partir de 2027. Numa entrevista dada esta sexta-feira à agência de notícias Lusa, Amorim afirma estar satisfeito com a vontade do XXIII Governo da República Portuguesa em voltar a receber o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 em Portugal.

"[Está] tudo pronto para se formalizar o regresso da Formula 1 ao Algarve, em 2027. Resta-me ficar satisfeito com a vontade do Governo em voltar a ter a Fórmula 1 em Portugal, que já não vem ao nosso país desde 2021", começou por afirmar. "É um canal que está aberto. Portugal é sempre um país candidato. Haverá Grande Prémio desde que o Governo assim o entenda, pois não pode ser a FPAK a decidi-lo", frisou o ex-piloto de velocidade e ralis. 

Ni Amorim admitiu ter sido contactado pelos responsáveis do Autódromo Internacional do Algarve para uma reunião "a acontecer nos próximos dias. Vamos aguardar serenamente. É um projeto para 2027. A Fórmula 1 tem vários países em lista de espera, mas poderá haver uma janela de oportunidade", disse. "Há uma quota de grandes prémios que têm de ser realizados na Europa. É esse o acordo com as equipas. É aí que está a oportunidade para Portugal entrar", sublinhou.

O presidente da FPAK recorda, no entanto, que "há muitos países em fila de espera" para acolher uma prova de Fórmula 1, pelo que esta candidatura "depende única e exclusivamente do Governo. Cá estaremos para assegurar, agentes do desporto, todas as partes operacionais, como já ficou provado em 2020 e 2021", quando Portugal acolheu duas provas do Mundial em plena pandemia de covid-19, na pista do Algarve. "Estaremos à altura das responsabilidades!", concluiu.

quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Noticias: Formula 1 pode regressar a Portugal em 2027


O primeiro ministro de Portugal, Luis Montenegro, anunciou esta quinta-feira à noite que o seu governo está em conversações avançadas com a Liberty Media para receber o GP de Portugal a partir de 2027, no Autódromo de Portimão. 

No evento da Festa do Pontal, do seu partido, o Social-Democrata, que aconteceu na Quarteira, na região do Algarve, afirmou que a chegada da Formula 1, bem como a manutenção da MotoGP nas temporadas de 2025 e 2026, fazem parte de um plano para estimular a atividade económica no Algarve, mesmo no domínio turístico, o principal setor desta região de Portugal.

Há muitas coisas que dependem da ação dos operadores privados, mas nós também temos de fazer a nossa parte, para promover este território, para promover aquilo que temos para oferecer a quem nos visita. Uma das circunstâncias que mais contribui para a promoção do país e também desta região são os grandes eventos.", começou por falar.

"Asseguramos a realização do MotoGP, a prova mãe do motociclismo a nível mundial para 2025 e 2026. Estou em condições de vos dizer que temos tudo pronto para formalizar o regresso da Fórmula 1 ao Algarve no próximo ano de 2027.", continuou. "Estes eventos implicam alguns esforços financeiro por parte do governo, mas tem um retorno quer financeiro direto, quer indireto de promoção que valem sinceramente a pena”, concluiu.


Do lado do Autódromo do Algarve, Miguel Praia, o atual diretor do Autódromo de Portimão, comentando para a Autosport portuguesa, preferiu não comentar sobre o assunto, mas afirmou que a porta está sempre aberta para a Formula 1. 

Desde o tempo do nosso querido Paulo [Pinheiro, o construtor do autódromo, falecido em 2024] que mantemos a porta da Formula 1 aberta. De momento, não podemos acrescentar mais.”, declarou.


Caso aconteça o regresso do GP de Portugal a Portimão - que acolheu a Formula 1 em 2020 e 2021 -  poderá acontecer em substituição de duas corridas: o de Barcelona, que perdeu o estatuto de GP de Espanha para Madrid, a partir de 2026, e tem a sua continuidade em dúvida, e o GP dos Países Baixos, cujo contrato com o circuito de Zandvoort termina em 2026 e do qual a organização já disse que não pretende renovar com a Liberty Media.  

sábado, 25 de janeiro de 2025

Youtube Automotive Vídeo: O Adamastor Fúria em Portimão

Há umas semanas, no inicio de dezembro, creio eu, falei dos testes que a Adamastor, a firma que anda a construir o primeiro supercarro português, andou a fazer no Autódromo do Algarve com o seu modelo Fúria. 

Pois bem, esta semana, apareceu um vídeo publicitário do carro. Tem apenas um minuto, mas aparenta mostrar a imagem que querem ao mundo. E parece ser muito bom.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Os testes do Adamastor Fúria


O Adamastor Fúria, primeiro supercarro português apresentado na primavera deste ano, continuou com os seus testes de performance com vista à sua comercialização - em principio, em 2026, com um limite de 60 exemplares - e no final de novembro, esteve no Autódromo Internacional do Algarve para fazer os seus primeiros testes em pista, num ambiente controlado. 

A equipa da Adamastor, composta por cerca de 15 técnicos liderados pelo engenheiro Frederico Ribeiro, realizou um dia intenso de trabalho, ao qual afirmam ter tido resultados muito positivos na evolução do seu carro rumo à sua comercialização futura.

Foi uma evolução constante.", começou por afirmar. "Começámos de forma mais ‘soft’ e fomos incrementando o ritmo. Comecei por sentir a dinâmica do carro e logo aí deu para assimilar um pouco da performance que vai permitir atingir. É óbvio que ainda estamos muito longe dos limites da máquina. Estes são os primeiros passos, mas são já muito boas as primeiras impressões”, continuou.

Mesmo numa toada calma dá para perceber tudo: a travagem, a forma como o Fúria responde às solicitações, mostrando-se sempre equilibrado. É curioso o facto de desde o início o Fúria transmitir, de forma vincada, o ‘feeling’ de um carro de corrida, muito reativo. Basta ‘fazer sombra no acelerador’ e o motor sobe imediatamente de rotação. É impressionante! É um carro fácil de conduzir e muito divertido, mas hoje aqui ainda foi um bocadinho exigente, pelo facto de, propositadamente, não termos a direção assistida ligada. Mesmo com uma série de condicionantes, foi um dia muito positivo. Estou muito contente com que conseguimos alcançar aqui hoje”, acrescentou.

As sensações que Diogo Matos, o piloto do carro na pista algarvia, ia recolhendo em pista, eram passadas, de forma imediata, em live chat, para Frederico Ribeiro, engenheiro portuense que, a partir das boxes, viveu intensamente cada metro que o Fúria completava em pista. Foi sobre si que recaiu a responsabilidade de preparar este teste, pelo que são justos os louros que lhe são atribuídos pelo seu sucesso.


Apesar dessa responsabilidade, confessava: “Não estava muito receoso! Tinha a certeza, como se provou hoje, de que estava tudo preparado e que poderíamos realizar em pleno este ensaio."

Depois, continuou: "Nos outros testes que fizemos fomos identificando algumas coisas que estavam menos bem, corrigindo-as. Assim, chegámos aqui a saber que estava tudo pronto para fazer o ‘run plan’ que havíamos delineado e que tinha duas fases distintas: de manhã, muito focado no desenvolvimento e na calibração; de tarde, a explorar um bocadinho a performance do carro e começar a fazer alguns quilómetros, para também comprovar a validade dos componentes, nomeadamente em termos de fiabilidade. Rodar a baixo ritmo não parece ser o seu ‘habitat’".

"A verdade é que fomos aumentando o ritmo e a resposta não tardou. Outra coisa interessante é a estabilidade que se observa do lado de fora. Nada o perturba. Não há um ‘bump’, ou solavanco estranho, o que é muto agradável. Todavia, ainda temos muito trabalho pela frente. Temos que fazer mais quilómetros, avaliar a fadiga dos componentes e explorar os limites, nomeadamente do motor, da suspensão, da travagem, torção, etc…”, concluiu.


O Furia, desenvolvido pela empresa Adamastor, terá um preço de 1,6 milhões de euros antes de impostos, e estará equipado com um motor V6 biturbo de 3,5 litros da Ford Performance, capaz de entregar mais de 650 cavalos. Ele atinge uma velocidade máxima superior a 300 km/hora e vai de 0 a 100 km/hora em 3,5 segundos. Tudo pesando 1100 quilos num chassis monocoque feito em fibra de carbono. O seu design aerodinâmico avançado dispensa grandes ailerons ou asas traseiras. 

O projeto recebeu um investimento de 17 milhões de euros e será produzido em Matosinhos, Portugal. A produção começará em 2025, com capacidade de 25 unidades por ano a partir de 2026.

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Noticias: Portimão acolhe MotoGP até 2026


A MotoGP anunciou esta quarta-feira que o GP de Portugal continuará a acontecer até 2026 no Autódromo de Portimão. O anuncio foi feito depois de algumas semanas de negociações,  onde chegaram a colocar dúvidas sobre a continuidade do circuito português no calendário. Isso, aliado à assinatura de Miguel Oliveira na equipa oficial da Yamaha nas próximas duas temporadas, trará boas noticias para os amantes da competição, que poderão assistir "em casa".

Apesar de ainda não se saber o calendário completo para 2025 - em principio, poderá ser esta quinta-feira - já se sabe que a prova de abertura será a 2 de março, na pista de Buniram, na Tailândia. Segundo o presidente da Parkalgar, Jaime Costa, a corrida poderá ser uma das rondas de encerramento do campeonato.

Vamos ter MotoGP em 2025 e 2026. Amanhã [quinta-feira] será anunciada a data definitiva, mas será no final do calendário. A prova terá esse elã especial de poder decidir aqui o campeonato”, começou por afirmar, na conferência de imprensa que anunciou a continuidade da corrida no calendário.

Pela primeira vez temos um cenário de dois anos para podermos trabalhar. A primeira prova será daqui a um ano, portanto, não há desculpas para que o trabalho não seja bem feito por nós e pelas entidades ligadas ao turismo, que podem potenciar muito esta vinda do MotoGP mais uma vez a Portugal e ao Algarve”, continuou.


Jaime Costa pediu também que os agentes políticos olhem para o Autódromo como um agente económico para a região, que gera riqueza para o Algarve. 

Desde 2022, [o AIA] gerou na região 650 mil ‘room nights’ [diárias], 40 milhões de euros (ME) de compras a empresas portuguesas, especialmente localizadas no Algarve, 35 ME de exportações, 16 ME de valor acrescentado bruto para a economia, 343 ME de impacto económico total direto e indireto e por aqui passaram, em três anos, no autódromo, no kartódromo e no hotel, dois milhões de visitantes”, especificou.

Para o próximo ano, revelou Jaime Costa, o autódromo já tem “280 dias de pista, de atividades, de catering, de alojamento, vendidos”.

quarta-feira, 10 de julho de 2024

A imagem do dia


Quando falamos de circuitos, pistas feitas para que carros e motos acelerem, o nome que wem à memória é o de Hermann Tilke, que está por trás de muitas das pistas do calendário da Formula 1. Se for um pouco atrás, mais antigo, lembraria de gente como Ayrton Cornelsen, que desenhou Estoril e Jacarépaguá, ou de John Hugenholtz, que desenhou circuitos como Suzuka, Jarama ou Zolder - mas não Zandvoort, ao contrário de que muitos pensam.

Contudo, gente como Paulo Pinheiro, confesso não conhecer. A ideia de alguém ter sonhado, desenhado, construído e gerido uma pista do principio até ao fim, como é Portimão. E quem conhece a história, sabe disso.

O projeto tem quase um quarto de século. De inicio, Paulo Pinheiro, um engenheiro de formação, parecia ter um sonho com poucas pernas para andar, apesar de Portimão estar no Algarve, a área turística por excelência, acabou por arrancar, graças a um projeto bem montado, bem feito. Porque não foi só o circuito e o kartódromo: na área de Mexilhoeira Grande, havia terreno para construir hotéis, complexos residenciais, e um parque industrial. Ao todo, custou cerca de 160 milhões de euros, e o financiamento era fundamentalmente irlandês, numa altura em que era fácil emprestar aos bancos, por causa do crédito fácil, digamos assim.

Para além disso, as facilidades do governo português de então, que o colocaram com projeto prioritário, fizeram com que, aquilo que era uma utopia se tornasse possível. E claro, a ideia de um segundo autódromo de Grau 1 da FIA em solo português começava a ser realidade. A ideia era construir uma pista para acolher a Superbike, mas as outras competições poderiam ser possíveis. Formula 1, MotoGP, etc... aliás, a ideia inicial era ser o centro dos testes de pré-temporada da Formula 1, no lugar de Barcelona.

A pista ficou pronta no outono de 2008, com a Superbike e uma demonstração de Formula 1 com o Toro Rosso de Sebastien Buemi. Mas a inauguração acontecia na pior altura possível. A bolha imobiliária explodiu, o mundo mergulhou numa enorme crise, e parecia que todo aquele projeto imobiliário se tornaria num "elefante branco". O projeto entrou em insolvência, para restruturação da dívida aos credores. 

Mas o homem que sonhou e construiu a pista decidiu não desistir. Fez bem. Afinal, era o projeto da sua vida. com o passar dos anos, construiu o seu plano: conseguiu atrair as diversas marcas para fazer os seus testes, as revistas como o "Top Gear" para testar os seus supercarros - quer o Top Gear, quer o The Grand Tour fizeram muitos episódios em Portimão, e aos poucos, a máquina engrenava. O elefante branco se tornava na história de sucesso. Discreto, mas era.

E um dia, apareceu uma pandemia, que decidiu colocar tudo de pernas para o ar. Já havia a chance da MotoGP regressar ali, mas em 2020, parecia que o mundo automobilístico começou a olhar para este lugar no sul da Europa, que tinha o Grau 1 da FIA. E em julho, a noticia: a Formula 1 vinha a Portugal, 24 anos depois da última vez. Em outubro, cerca de 40 mil pessoas - não veio mais porque não deixaram - forma ver Lewis Hamilton ganhar a corrida. E alguns meses depois, regressava para mais um Grande Prémio. A moral da história é esta: com uma pandemia, e se as condições lá estão, o dinheiro é secundário. 

E nessa altura, a MotoGP também corria ali, para alguns meses depois, o mesmo acontecer com o Mundial de Endurance, a entrar numa era de ouro, no inicio dos Hypercar. E nos últimos tempos, Paulo Pinheiro, ao lado de Pedro Marreiros, ajudou a montar aquilo que é o atual campeonato de Portugal de velocidade, o CPV, depois do colapso do regulamento dos TCR, no final da década passada.   

Em suma, o Autódromo do Algarve é um projeto de sucesso. Discreto, mas sim: um sucesso. Como muitos em Portugal, mas este é dos maiores. 

Paulo Pinheiro morreu hoje, aos 52 anos. Estava doente há algum tempo, e em coma no último mês, tempos depois de ter sofrido um colapso quando assistia à corrida da ELMS em Paul Ricard. Ficamos órfãos de alguém que teve uma visão como esta, mas fica o legado: um dos maiores complexos do seu género na Europa, e acolheu todas as grandes competições possíveis, até aqueles que julgamos impossível.   

terça-feira, 26 de dezembro de 2023

A imagem do dia


Soube da história na véspera de Natal, mas coloco agora. E conta-se em duas penadas:

Max Verstappen esteve na semana passada em Portimão para dar algumas voltas num carro de GT, mas aparentemente, quando decidiu alugar um carro em Faro, um Mercedes, a firma de aluguer de automóveis... negou o pedido. E o que alegou? Que tinha menos de 30 anos, afirmando que não teria capacidade de lidar com um carro com muitos cavalos.

A sério?! Sabem que ele é piloto de Formula 1, certo? Que tem de lidar com motores de mil cavalos. E ainda por cima, foi nas últimas três temporadas o campeão do mundo! 

"Quando chegou ao aeroporto ficou chocado quando lhe disseram que não podia conduzir o Mercedes que queria", disse uma fonte ao jornal britânico 'The Sun' (enfim...).

"É um piloto experiente na Fórmula 1, que está habituado a lidar com carros potentes, por isso é algo inacreditável pensar que não o deixaram conduzir esse. Mas eram essas as regras e nós acabámos por obedecer a elas."

Contactada pelo jornal britânico, a empresa Sixt esclareceu: "Os funcionários da Sixt em Portugal apenas seguiram as regras que estão criadas por questões de seguradoras.", começou por afirmar.

"De forma a ser encontrada uma solução no momento, providenciámos ao Sr. Verstappen outro veículo de topo. Contudo, há situações especiais que podem justificar um desvio às regras. Este era um desses casos. Pedimos desculpa ao Sr. Verstappen. Ele pode alugar o carro que quiser em qualquer altura. Não temos qualquer dúvida quanto à sua capacidade e experiência para conduzir carros destes." concluiu.

Um presente de Natal desagradável, sem duvida. Querem ver que o diretor da firma é o Toto Wolff?! 

sexta-feira, 11 de agosto de 2023

Endurance: Peugeot andou a testar em Portimão


A Peugeot divulgou nesta quinta-feira que andou recentemente a testar o seu 9X8 no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão. A ideia foi de testar novas soluções para as próximas provas do campeonato, agora que faltam duas corridas para o final da temporada de Endurance. 

O carro foi conduzido pelos dois dos pilotos habituais, o americano Gustavo Menezes e o escocês Paul Di Resta. Para além disso, o piloto dinamarquês Malthe Jakobsen - um júnior do programa Hypercar - também esteve presente em Portugal para ajudar nos testes.

Antes do teste, Olivier Jansonnie, Diretor Técnico da Peugeot Sport, tinha dito que a marca francesa tem objetivos presente até ao final da temporada: "Do ponto de vista desportivo, ainda temos duas posições a ganhar e temos duas corridas para o conseguir, pelo que este é o nosso novo objetivo para o final da época."

Segue-se agora algumas semanas de férias, antes da realização da sexta ronda do FIA WEC, a 8 de setembro, no circuito japonês de Fuji.

domingo, 11 de junho de 2023

WEC: Portimão é reserva para 2024


Apesar de na sexta-feira, o calendário da Endurance para 2024 ter sido revelado e a pista de Portimão não estar lá presente, o seu diretor, Paulo Pinheiro, falou que o Autódromo Internacional do Algarve (AIA) é prova de reserva, caso alguma das pistas no calendário não puder se realizar, num ano em que eles terão oito corridas, um recorde desde o regresso do Mundial de Endurance, em 2014.

Paulo Pinheiro, responsável pela infraestrutura, explicou na transmissão do Eurosport, neste domingo, os motivos da não vinda do campeonato do mundo de Endurance. Interlagos, por exemplo, vai pagar quatro vezes mais do que pagou Portimão para receber a prova. Mas ele afirma que a AIA boas relações com o ACO, que sabe da existência de uma infraestrutura pronta para receber corridas de topo, caso existirem percalços. 

Contudo, algumas destas pistas anunciadas tem contratos de um ano, como Portimão teve, quando recebeu a corrida em abril. 

Porém, o próprio Paulo Pinheiro disse que "Portugal é um país pequeno, com pouca expressão no mercado automóvel e o AIA não tem apoios suficientes para poder pagar os “fees” exigidos para receber as grandes competições." Logo, nunca será um problema de circuitos e da sua qualidade.

Mas o AIA irá receber no final do ano as duas rondas finais da European Le Mans Series (ELMS), a ser escolhido como palco de substituição de Imola, que em 2024 receberá... o Mundial de Enduance.

quarta-feira, 19 de abril de 2023

Youtube Endurance Vídeo: Os melhores momentos das Seis Horas de Portimão

As Seis Horas de Portimão, corrida que inaugurou o Mundial de Endurance em terras europeias, trouxe mais emoção, apesar dos vitoriosos serem os mesmos: os Toyotas. Mas não existiu dobradinha - os outros lugares do pódio foram ocupados por Ferraris - logo, há mais chances para uma concorrência que se prepara para a grande corrida, as 24 horas de Le Mans. 

Assim sendo, eis os melhores momentos da corrida portuguesa. 

terça-feira, 18 de abril de 2023

WEC: Felix da Costa conformado com o resultado


A corrida de despedida do LMP2 na Jota Sport não foi grande coisa para António Félix da Costa. O piloto português, que corria pela primeira vez em muito tempo em casa, não conseguiu ter a prova desejada e acabou na quinta posição entre a categoria, um resultado aquém das expectativas, antes de passarem para o Porsche da classe Hypercar nas Seis Horas de Spa-Francochamps, marcadas para o final do mês. 

 No final da corrida, Félix da Costa não escondia a sua desilusão, apesar de ter estado mais de três horas ao olante e o ter colocado nos lugares do pódio quando o entregou aos seius companheiros de equipa: 

"Não foi um dia fácil, honestamente pensei que tínhamos boa chances de lutar pela vitória, mas desde o inicio da corrida que senti o carro bastante difícil de guiar, a fugir muito de frente. Foi uma corrida de muito sacrifício, onde lutámos ao máximo para terminar em quinto, e sinto que era mesmo o melhor resultado possível, face ao nosso andamento.", comentou.

"Assim são as corridas, é hora de virar a página e iniciar um novo e desafiante capítulo na categoria Hypercar, sabemos que temos um longo caminho pela frente, mas na Hertz Team JOTA toda a gente está motivada para o que ai vem. Quero agradecer ao público que marcou presença aqui em Portimão em grande número, senti uma grande energia e carinho de todos. Espero que voltemos para o ano aqui ao Algarve, nessa altura para lutar pela vitória à geral!", concluiu o piloto de Cascais.

Agora, o piloto português prepara-se para a jornada dupla da Formula E, que acontecerá neste final de semana em Berlim, no antigo aeroporto de Tempelhof.

domingo, 16 de abril de 2023

A(s) image(ns) do dia









O mais engaçado disto foi o vídeo que um amigo meu me mandou para o meu Facebook: os carros a arrancarem rumo à primeira curva ao som de "Assim Falava Zaratustra", a musica que simboliza o filme "2001: Odisseia no Espaço". E para melhorar as coisas, o tempo também ajudou: um belíssimo dia de primavera, com quase 30 graus a meio de abril.

Apesar de mais uma vitória da Toyota, foi uma corrida bem disputada. Esperamos quase cinco horas até que aparecesse o primeiro Safety Car, quando o bólido guiado pelo Jacques Villeneuve ficou sem travões e bateu na barreira de pneus. De resto, ao observar os problemas que o Toyota número 7 teve a meio da corrida, mostra que ninguém está a salvo. 

Claro que Sebastien Buemi, Brendon Hartley e Ryo Hirakawa foram os beneficiados, mas os Ferrari parecem ser melhor preparados que os Porsche e os Cadillac, por exemplo. Os Peugeot estiveram melhor, mas parece que irão ter de trabalhar mais porque... faltam duas corridas para Le Mans. E quanto à Glickenhaus e o Vanwall... temo que estejam ali para fazer número. 

O que mais me desgosta é que, apesar do belo troféu para coroar o vencedor da edição centenária de Le Mans, é que poderá ser a última vez que a Endurance ir ao Autódromo do Algarve durante algum tempo. Porque mais uma vez, o Médio Oriente quer o seu quinhão, e alguém tem de sair, porque a Spa-Francochamps e Monza... ninguém lhes toca. 

Aliás, a pista belga é o local da próxima corrida, no final do mês. 

Mas sejamos honestos: adorei ver aqueles Hypercars a descer para a primeira curva! 

Youtube Endurance Video: A qualificação das Seis Horas de Portimão

Daqui a umas horas, pelo meio-dia, começam as Seis Horas de Portimão, segunda proba do Mundial de Endurance, o WEC. Eis o vídeo da qualificação, onde os Toyota monopolizaram a primeira fila e levaram a melhor sobre a concorrência nos Hypercar. 

sexta-feira, 14 de abril de 2023

A imagem do dia


"Foi muito bravo, fiquei sem travões no fim da reta, virei praticamente um passageiro.. felizmente não estava ninguém naquela zona da bancada e consegui sair ileso do acidente, graças ao nível de segurança daquele carro."

Estas foram as declarações do piloto Alex Areia, piloto da Porsche Sprint Cup Ibérica, na sua página do Twitter, depois de ter perdido o controlo do seu Porsche 991 GT3, depois de passar o que poderá ter sido o susto da sua carreira automobilística - e da sua vida. Acho que ali é o óbvio: os travões do seu carro falharam no final da reta da meta, perdeu o controlo e a velocidade de impacto foi tal que andou por cima das barreiras de proteção e acabou na bancada. A sorte dele é que aquilo foi numa sexta-feira de manhã e não num domingo à tarde, senão o resultado poderia ter sido outro. 

Ontem choramos a morte de um talentoso piloto de ralis, hoje agradecemos por o piloto ter saído ileso disto e ninguém estar ali no lugar onde o carro aterrou. É mais um exemplo de que apesar de todos os avanços na segurança, o automobilismo continua a ser um lugar perigoso. 

Endurance: Félix da Costa depende-se do seu LMP2 em Portimão


Portimão será a última corrida onde António Félix da Costa e seus companheiros de equipa, o chinês Yifei Ye e o alemão David Beckmann, utilizarão o Oreca 07 da LMP2, antes de passarem para o Porsche 963 da classe Hypercar, que se estreará em Spa-Francochamps, a última prova antes das 24 Horas de Le Mans.

E também as Seis Horas de Portimão será o lugar onde iremos ver correr Felix da Costa em terras lusas, algo que não acontece desde 2021, e nas vésperas da corrida, ele não deixou de afirmar o que significa voltar a correr perante o seu público.   

"Na verdade não podia pedir um melhor lugar para me despedir da categoria LMP2. Passei grandes momentos neste carro no WEC, um deles a vitória aqui em Portimão em 2021, mas na altura infelizmente sem público nas bancadas. Este fim-de-semana a festa será grande e estou ansioso por correr em Portimão e estar com os meus fãs, família, amigos e apoiantes. Tenho dois pilotos jovens ao meu lado, mas que têm potencial e já o mostraram este ano, portanto acredito que poderemos ter uma palavra a dizer na luta pela vitória", comentou.


No total serão 37 os carros inscritos em Portimão, que serão divididos em três categorias. Na classe Hypercar estarão 11 carros, outros 12 carros na classe LMP2 (onde estará Félix da Costa) e 14 carros na classe LMGTE Am. A corrida acontecerá no domingo, a partir do meio-dia, com transmissão em direto na Eurosport 2, das 11h30 até às 13h00 e depois das 14h30 até às 18h30, altura da bandeira de xadrez. 

quarta-feira, 12 de abril de 2023

A(s) image(ns) do dia





Ando a ver desde ontem as imagens que o João Carlos Costa anda a largar nas suas redes sociais dos carros que já estão em Portimão para a corrida das Seis Horas, que acontecerá neste final de semana. E o que me chamou à atenção foram os motorhomes que fazem parte do paddock. A Ferrari, como sempre, mostra-se e mesmo que não seja tão importante na Endurance - estão de volta depois de 50 anos de ausência - o seu vermelho e o escudo significam tudo no automobilismo.

Os motorhomes das outras marcas são mais discretos nas suas cores, mas mesmo assim, são grandes, imponentes suficientes para causar respeito. Mas também mostra que no automobilismo, não é só a Formula 1 que tem excelentes locais de reunião, informação e apresentação de projetos.

O regresso da Endurance à Europa é mais uma etapa no renascimento desta modalidade no automobilismo. E estamos a menos de dois meses da corrida do centenário das 24 Horas de Le Mans.

Amanhã mostro mais imagens, das boxes.