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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

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Assistir a uma coisa destas é o equivalente à chegada do circo à cidade. Há as atrações que todos conhecem, mas muitos desejam ver as novas. Para mim, este ano, atraiu-me duas coisas: sentar-me num simulador de corrida e ver as atrações internacionais, tanto quanto os carros que desfilaram no circuito desenhado no parque de estacionamento do estádio. E claro, o desfile que encerra o Leiria Sobre Rodas, no domingo.

Ao contrário dos anos anteriores, este ano esteve muito calor. Não direi que não é habitual para setembro, mas como já sofri em outubro, começo a habituar-me. Logo na primeira noite, aproveitei para passear com o progenitor e aproveitar o simulador que estava no stand da Toyota. As voltas que dei ao volante de um monolugar, em Monza - depois de carregar no pedal errado na minha primeira tentativa... - fizeram com que estivesse mesmo no meio de um carro, a mais de 280 por hora, no circuito dos arredores de Milão, de tão realista que era. E ainda por cima, com um capacete virtual, sente-se que é piloto. Gostei.

No sábado, entre o contraste do calor e do céu carregado de nuvens, dei por mim na sala onde estavam os convidados deste ano: Massimo Biasion e Markku Alen, o senhor "Maximum Attack!", que foram a certa altura companheiros de equipa da Lancia, especialmente em 1986, quando guiavam o mítico Delta S4, que tinha turbocompressor e supercompressor. Tirei fotos com eles - guardo-os para mim - e pedi-lhes uns autógrafos - que os esqueci, para erem que não tenho mesmo espírito para os pedir... - mas o que me impressionou foi o pessoal que trouxe modelos de 1:18 dos Deltas para que eles assinassem, bem como os livros sobre os Lancias que guiaram. Se para os livros, até entendo, os carros é um pouco mais complicado, mas entendo a paixão. E entendo como é que conseguiam guiar entre as multidões loucas dos anos 80, fosse em Sanremo, em Sintra, Fafe ou Monte Carlo. É como dizia o Alen: sem espectadores, não há rali. E é verdade. Acho que hoje em dia, atingiu-se esse equilíbrio, e qualquer excesso é passaporte para um cancelamento da etapa.

Chegados a domingo, no desfile, de novo debaixo de calor - mesmo com o sol posto - o mais engraçado foi ver as motos a circularem pela cidade, como se a decidissem tomar conta dela, quais mongóis prontos a conquistá-la. Depois, as buzinas, os fumos dos escapes, os cheiros da gasolina, todos comprimidos naquele centro da cidade, fizeram o resto, despedindo-se de nós e dizer que daqui a um ano estarão de volta para mais voltinhas, mais demonstrações e mais um ou outro herói do passado do qual o fã trará os livros e os modelos que têm em casa e os pede para assinar. Porque é assim que estas coisas são feitas. Para recordar o passado, alimentar o vicio e ter histórias para contar aos amigos ou aos netos.

domingo, 9 de dezembro de 2018

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Calhou-me ir ver uma exposição, acabei por ver outra, de forma completamente inesperada, quando regressava a casa. Ambas eram de graça, e estavam fluídas de gente, mas valeu a pena visitá-las. A primeira, na agência do Banco de Portugal daqui da cidade, tinha uma mistura de comboios elétricos com os Legos, que já nos habituaram. Imensos Legos da Guerra das Estrelas, de automóveis, de monumentos - havia um enorme do Taj Mahal, mas adorei particularmente a da Ópera de Sydney - de uma certa forma, coisas do qual já habituei esperar por ali.

O segundo foi totalmente inesperado. Passamos pelo teatro local, outrora palco de cinema, mas agora é só para concertos. E na entrada, um lugar onde estavam motos expostas, que nos chamou a atenção. Depois vimos o resto: uma exposição de modelismo, também de graça. E ali tínhamos carros e cartazes, desde modelos icónicos - Range Rover, Kombi, Mini, carros de ralis e Endurance, Ferraris... mas nenhum Formula 1. Havia alguns, mas nas paredes, de corridas antigas. E cartazes de marcas de automóveis, como o Saab que achei fantástico.

No final, regressava a casa com o nevoeiro a assentar-se na cidade. São coisas engraçadas, raras de se ver na minha cidade, mas nesta altura do ano, vale sempre a pena.  

sábado, 7 de julho de 2018

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Não vou dizer "o circo chegou à minha cidade", mas não anda longe. Este fim de semana acontece na minha cidade o Encontro Nacional de Carros Elétricos, um lugar onde todos os carros elétricos se juntam para se expor e mostrar a todos os curiosos.

Não é novidade saber que eles vêm aí. A cada semana que passa, ouve-se noticias de que aparecerão mais modelos, melhores baterias, mais marcas aderirão à electricidade, haverá uma rede de carregamento elétrico, entre outras coisas. E claro, a aceleração e o barulho, que não existe.

Sentei-me em alguns dos modelos expostos. Não há diferenças, excepto na maneira como iremos abastecer. Podemos fazer em casa, por exemplo, e usar a rede elétrica apenas como uma emergência. E de uma certa forma, estive a observar o futuro, em muitos aspectos. O carro em si, o transporte em si, como iremos encarar tudo isto nos próximos dez anos. A paisagem será muito, mas muito diferente, todos os que vieram isto sabem. E claro, já falei disso aqui mais que uma vez.

Amanhã volto ao mesmo local, com mais fotos.   

quinta-feira, 13 de abril de 2017

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A Lamborghini tem uma pequena história na Formula 1, e hoje anda a contá-la no seu museu em Sant'Agata Bolognese. Mas neste verão - isto vai até ao final do ano - tem uma exposição permanente sobre Ayrton Senna, onde estarão todos os carros que o piloto brasileiro guiou ao longo da sua carreira. Incluindo este: o McLaren MP4-8 modificado para lá caber o motor V12 que o piloto testou no Estoril, em outubro de 1993.

E no dia da inauguração da exposição, estiveram muitos dos nomes desse tempo. Atrás de Stefano Domanicalli estão nomes como Ricciardo Patrese e Pierluigi Martini; Mauro Forgheri e Daniele Audetto, entre outros.

Toda a gente sabe mais ou menos como foi a Lamborghini nos anos 80 e 90, onde os motores V12, construídos por Forgheri, tiveram resultados modestos em equipas como Ligier, Lotus, Minardi, Larrousse e a Lambo-Modena, onde ficaram entre 1989 e 1993. Só conseguiram um pódio, com Aguri Suzuki, no GP do Japão de 1990, em meados de 93, tentaram a sua sorte com a McLaren, com o famoso teste do Estoril.

Depois de Senna ter elogiado e incentivado a Lamborghini a fazer melhorias no seu V12, houve conversações sérias entre ambas as partes para 1994, mas no final, Ron Dennis decidiu-se pela Peugeot. E claro, a Lamborghini, que na altura pertencia ao grupo Chrysler, decidiu abandonar de vez a Formula 1. E ver esse "one-off" num museu importante para o automobilismo, é único.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

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Eu confesso que isto foi inesperado. A história conta-se rapidamente: fui a pedido de um amigo meu ao concessionário da Volkswagen, que fica ao lado, porque ele ia levar o carro para revisão - e é um Skoda, diga-se de passagem - e ele vinha acompanhado pelas filhas dele. Alguém sugeriu que fossem ao concessionário da Skoda, e lá fomos todos nós, e de facto havia surpresas para todos nós, sem excepção. Para elas, uns balões. Para mim, dois R5 que andaram no Campeonato Nacional de Ralis, guiados por Miguel Barbosa e Pedro Meireles, ambos preparados pela Sports & You, o mesmo que preparou o Citroen DS3 R5 do José Pedro Fontes, que acabou por vencer o campeonato.

É óbvio que ver estes carros "ao vivo e a cores" é outra coisa. Estão parados, mostrando-se perante tudo e todos, depois de uma temporada onde andaram por estradas de terra e asfalto, dando o melhor, a cada segundo, fazendo as curvas da melhor maneira que sabiam fazer, para ganhar tempo aos adversários. Aliás, Meireles venceu um rali neste ano, na Mortágua (creio eu).

Não faço ideia até quando aqueles carros ficarão ali naquele concessionário. Mas já me fez não só o dia como o Natal, pois foi bem inesperado.

domingo, 25 de setembro de 2016

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Terminou hoje o Leiria sobre Rodas, e eles, como sempre, fazem um desfile pelas ruas da cidade para mostrar as máquinas perante a população. A grande novidade estava aí em baixo: um Alfa Romeo 159 que deu os títulos mudiais a Nino Farina e a Juan Manuel Fangio, em 1950-51.

De resto, houve um pouco de tudo: carros de bombeiros, carros do exército, da policia, um desfile de Vespas... de tudo um pouco.

E em 2017, tenho a certeza que haverá mais!

sábado, 24 de setembro de 2016

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Este fim de semana acontece na minha cidade o "Leiria Sob Rodas", onde centenas de automóveis estão expostos perante a visão de milhares de pessoas. Carros de diversas marcas, de diversas proveniências, carros que marcaram uma época - e mais antigo é um Hotchkiss de 1909 - estiveram presentes, para deleite de garotos e adultos.

Eis aqui uma pequena amostra do que anda por ali até amanhã, no Estádio Municipal Magalhães Pessoa.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

As pinturas de Ricardo D'Assis Cordeiro






No meio de todos os eventos do fim de semana do Algarve Classic Festival, o pintor Ricardo D'Assis Cordeiro vai estar presente com os seus quadros na boxe da Racing School, no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, entre esta sexta-feira e domingo.

E coloco aqui alguns dos quadros que ele tem feito nos últimos tempos. E valem a pena!