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domingo, 1 de setembro de 2024

Noticias: Magnussen suspenso para a próxima corrida


Kevin Magnussen foi suspenso por uma corrida depois do GP de Itália desta tarde. O piloto dinamarquês da Haas foi penalizado durante a corrida por um toque com Pierre Gasly, e como alcançou o limite dos 12 pontos que poderia ser penalizado em 12 meses na sua Super-Licença, não poderá participar no próximo Grande Prémio do Azerbaijão, que acontecerá dentro de duas semanas, em Baku.

O piloto da Haas, que acabou a corrida na décima posição, depois de  falou à Sky Sports britânica o que se passou e como seria de esperar, não está feliz pela decisão dos comissários.

Eu e o Gasly tivemos um ligeiro contacto”, começou por afirmar sobre o incidente. “Não houve danos em nenhum dos carros, nem consequências na corrida, apenas tivemos um ligeiro contacto e falhámos a curva. E depois? Estávamos a correr. Não sei porque é que precisamos de aplicar penalizações como esta. Nico quase foi atirado contra o muro a 300 km/h por Ricciardo. Não estou a dizer que ele fez de propósito, mas mesmo assim ele recebeu cinco segundos, eu recebi dez. Não faz sentido nenhum.", continuou.

"Apesar de ir falar com eles – já falei com eles muitas vezes, demasiadas vezes – continuo a não perceber quais são as regras. Parece que estão só a brincar, não querem corridas, é o que me parece. Se esta coisa entre mim e o Gasly não pode ser considerada um incidente de corrida, então não sei o que pode. Não faz sentido.”, concluiu, algo desolado.


Com esta suspensão, e apesar de Ayao Komatsu, diretor da equipa Haas, não ter dito quem o irá correr no seu lugar em Baku, o seu provável substituto poderá ser o britânico Oliver Bearman, que será piloto da marca na próxima temporada. Caso aconteça, participará na segunda corrida da temporada, depois de ter corrido pela Ferrari na corrida saudita, em março.

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

Noticias: Haas mantêm dupla para 2024


A Haas confirmou esta quinta-feira que o alemão Nico Hulkenberg e o dinamarquês Kevin Magnussen serão seus pilotos em 2024. O anuncio foi feito na conta do Twitter da equipa, nas vésperas do GP dos Países Baixos. Ambos pilotos experientes, a dupla tem em combinado 346 corridas de Fórmula 1 na carreira e a equipa trata o mais cedo possível um potencial foco de instabilidade.

Gunther Steiner falou sobre ambos, e de uma certa maneira justificou as razões porque ambos ficam na equipa na próxima temporada.

Penso que é seguro dizer que tivemos uma dupla de pilotos extremamente sólida e, em última análise, não havia razão para mudar isso no futuro”, começou por comentar o diretor de equipa. “O Kevin é, obviamente, uma pessoa muito conhecida para nós e estou muito satisfeito por ele regressar para aquela que será a sua sétima época com as cores da Haas. Com 113 corridas só pela nossa equipa, sabemos onde estão os seus pontos fortes e o seu conhecimento e experiência da nossa organização também se conjugam muito bem com isso. Do outro lado da garagem, o Nico foi integrado sem problemas e provou ser um membro valioso da equipa. Ele está a aproximar-se das 200 partidas na Fórmula 1 e estamos muito felizes por sermos os beneficiários dessa experiência ao volante”, continuou.

Tivemos de resolver os nossos problemas esta época no que diz respeito ao VF-23, não o escondemos, mas tivemos muita sorte em ter dois pilotos cujo feedback é inestimável para ajudar os nossos objetivos de engenharia. O Kevin e o Nico entenderam-se bem desde o início e, juntos, marcaram pontos e, em particular, o Nico destacou-se na qualificação, entrando na Q3 em seis ocasiões.". concluiu.

sábado, 24 de setembro de 2022

Formula 1: Steiner apoia dupla Magnussen-Hulkenberg


Os fãs iriam adorar Nico Hulkenberg se ele for para a Haas. Quem afirma isso é Guther Steiner, o diretor desportivo da equipa, quando perguntado sobre a chance do piloto alemão correr por lá em 2023. O italiano afirmou que Hulkenberg, a par de Mick Schumacher e Daniel Ricciardo, são candidatos a um lugar, o que para o alemão significaria um regresso à competição a tempo inteiro, desde 2019.

Um homem como Nico traz experiência. Penso que os fãs iriam adorar! Mas o que pode um piloto contribuir para tornar a equipa melhor e levar-nos ao topo? Quantos riscos estamos dispostos a correr? Normalmente corre-se mais riscos com um jovem piloto porque não se sabe até onde pode ir”, começou por afirmar o responsável da Haas, numa entrevista ao canal RTL.

Sobre a possibilidade do australiano Ricciardo tornar-se piloto da estrutura norte-americana, Steiner salientou que ele tem de decidir primeiro o que quer para o seu futuro, fazendo referência ao facto de Ricciardo poder parar durante um ano para tentar um regresso à competição em 2024. “Faz pouco sentido persuadi-lo a fazer alguma coisa. Tem de decidir por si próprio. Se lhe apetecer, vai definitivamente telefonar, senão provavelmente dirá que vai tirar uma licença sabática ou outra coisa qualquer”, concluiu.

Tê-lo ao lado de Kevin Magnussen até seria ótimo para a publicidade da equipa, pois ambos são veteranos, algo que Steiner bem precisa, depois de uma má temporada de 2021 com dois estreantes, na figura de Schumacher e do russo Nikita Mazepin. Na temporada de 2022, com Magnussen, conseguiram 34 pontos.

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Rumor do Dia: KMag e Hulk juntos na Haas?


"Suck my balls, honey". Foi a resposta de Kevin Magnussen a Nico Hulkenberg no GP da Hungria de 2017, quando o alemão se queixou do seu comportamento antidesportivo durante a corrida de Budapeste. Pois bem, parece que há a chance real de que os dois possam correr juntos... em 2023. Na Haas. Gene Haas e Guenther Steiner já terão percebido que uma equipa como a sua ter ‘rookies’ ao invés de pilotos experimentados é muito diferente, logo, poderão estar a considerar a ideia, deixando de lado a sugestão da Ferrari de ter o russo - mas com licença israelita - Robert Shwartzman

Com cada vez mais chances de Mick Schumacher não ficar na equipa no final de 2022, há também a chance de Antonio Giovinazzi lá ir, mas as chances de ele impressionar nos treinos livres de Monza e Austin não são muitas, as chances do piloto alemão de 34 anos de regressar a tempo inteiro, depois de três anos de ausência na categoria máxima do automobilismo, sendo o terceiro piloto da Racing Point, depois, da Aston Martin, onde este ano correu nas duas primeiras corridas do ano, em substituição de Sebastian Vettel, por este se ter adoentado com Covid-19.

Se for esta a escolha, não haverá quem fará uns memes sobre esta união...

terça-feira, 5 de abril de 2022

Magnussen: Três meses para estar a cem por cento


Apesar de Kevin Magnussen ter pontuado nas duas primeiras corridas do ano, depois de uma chegada inesperada à Haas F1, para substituir o russo Nikita Maxepin, o seu corpo humano não estava preparado para as exigências de um carro de Formula 1. Quem o diz é o seu fisioterapeuta, Thomas Jorgensen

Numa entrevista, ele conta que, apesar de ter corrido em 2021 na Endurance, que não é uma tarefa simples a nível físico, a Formula 1 tem uma exigência diferente, e ele afirma que precisa de três meses para o colocar a cem por cento.

Não é que ele seja inapto”, disse o seu fisioterapeuta Thomas Jorgensen, citado pela as-web.jp. “O problema é que ele não usou os músculos de que precisava para a F1. Os protótipos não requerem tanta força física como em F1. Vai levar algum tempo para o Kevin recuperar totalmente. Normalmente exige dois meses durante o Inverno, quando se pode treinar todos os dias, mas agora que a época começou e há mais dias de viagem e corridas, é ainda mais difícil fazer as rotinas habituais. Por isso, serão necessários mais três meses até Kevin estar em boa forma”, acrescentou.

Apesar de sua "inaptidão", "KMag" conseguiu 12 pontos nesta temporada, os únicos que a Haas têm até ao momento.   

quarta-feira, 9 de março de 2022

Noticias: Magnussen regressa à Haas


A Haas escolheu Kevin Magnussen como seu piloto titular de 2022, no lugar do russo Nikita Maepin. O acordo foi anunciado esta tarde na sua página oficial, e aparentemente, foi assinado um acordo "por algumas temporadas". Ele estará presente no Bahrein, a partir de amanhã, nos testes oficias de pré-temporada, ao lado de Mick Schumacher e do brasileiro Pietro Fittipaldi.

Magnussen, de 29 anos, já tinha estado na Haas entre 2017 e 2020, conseguindo como melhor resultado dois quintos lugares nas corridas do Bahrein e da Áustria, ambas em 2018. Para além disso, conseguiu uma volta mais rápida, em Singapura, em 2019. 

Estou muito feliz em receber Kevin Magnussen de regresso à Haas F1 Team”, começou por comentar Guenther Steiner, o chefe de equipa. “Ao procurar um piloto que pudesse agregar valor à equipa, sem mencionar a riqueza de experiência na Fórmula 1, Kevin foi uma decisão direta para nós. A disponibilidade imediata de Kevin significa que podemos aproveitá-lo como um recurso para testes de pré-temporada ao lado de Mick Schumacher e Pietro Fittipaldi. Pietro será o primeiro nesta semana com meio dia de testes na quinta-feira – essa é uma grande oportunidade para ele, com Mick e Kevin fazendo o resto antes do GP do Bahrain.”, continuou.

Kevin foi um componente-chave nos nossos sucessos anteriores – principalmente quando ambos conquistamos nossos melhores resultados na Fórmula 1 em 2018. Ele continuou a mostrar no ano passado que é um piloto de corrida de elite adicionando vitórias e pódios ao seu currículo. Como uma presença veterana tanto na garagem quanto na sala de engenharia, ele fornecerá uma referência sólida para nós com o desenvolvimento contínuo do VF-22. Estamos todos ansiosos para receber Kevin de volta esta semana no Bahrein.”


Obviamente fiquei muito surpreso, mas igualmente muito empolgado por receber a ligação da Haas F1 Team”, começou por afirmar Magnussen. “Eu estava olhar numa direção diferente em relação aos meus compromissos para 2022 - estava no projeto oficial da Peugeot para a Endurance, bem como a Chip Ganassi na IMSA - mas a oportunidade de voltar a competir na Fórmula 1, e com uma equipe que conheço extremamente bem, foi simplesmente muito atraente. Eu realmente tenho que agradecer tanto a Peugeot quanto a Chip Ganassi Racing por me liberarem prontamente – ambas são ótimas organizações.", continuou.

Naturalmente, também quero agradecer a Gene Haas e Guenther Steiner pela chance de reativar a minha carreira na Fórmula 1 – sei o quão competitivos eles são e o quanto estão ansiosos para voltar a competir semana após semana. Desfrutamos de um relacionamento sólido e nossa associação positiva permaneceu mesmo quando saí no final de 2020. Fui informado o máximo possível sobre o desenvolvimento do VF-22 e o potencial do pacote. Há trabalho a fazer, mas estou animado para fazer parte disso. Mal posso esperar para voltar ao volante de um carro de Fórmula 1 no Bahrein.”, concluiu.

quarta-feira, 16 de junho de 2021

IndyCar: Magnussen correrá pela McLaren em Road America


O dinamarquês Kevin Magnussen correrá neste final de semana pela Arrow McLaren Schmidt, em substituição do sueco Felix Rosenqvist, que sofreu um forte acidente na corrida da semana passada em Detroit, na primeira corrida do circuito de Belle Isle. A equipa médica da IndyCar Series ainda não deu alta ao piloto sueco, logo, recorreu ao seu antigo piloto de Formula 1 em 2014 e 2015 para preencher o lugar neste final de semana.

Será assim, a estreia dele na categoria. A sua chamada acontece depois de o piloto que substituiu Rosenqvist, Oliver Askew, terá de correr pela Ed Carpenter Racing depois do seu piloto titular, o neerlandês Rinus Veekay, se ter lesionado na clavícula depois de um acidente de bicicleta. 

Curiosamente, não será uma estreia absoluta de um dinamarquês na IndyCar: o seu pai, Jan Magnussen, correu duas temporadas parciais em 1996 e 1999, a primeira pela Penske e a segunda pela Patrick Racing, conseguindo como melhor resultado um sétimo lugar em Vancouver, na temporada de 1999.

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Noticias: Haas terá nova dupla em 2021


Romain Grosjean
e Kevin Magnussen não serão pilotos da Haas em 2021. O anuncio foi feito esta manhã em Portimão, e trata-se do final da linha quer para o francês, que está na equipa desde o seu inicio, em 2016, quer para o filho de Jan Magnussen, que está lá desde 2017.

Os pilotos anunciaram nas suas redes sociais a decisão tomada pela equipa.

"O último capítulo está pronto e o livro está concluído", começou por escrever o piloto francês no Facebook. "Estive com a Haas na Formula 1 desde o primeiro dia. São cinco anos de altos e baixos, 110 pontos em 92 corridas, mas a jornada valeu a pena. Aprendi muito, a ser um melhor piloto e uma pessoa melhor".

"Espero também que tenha ajudado a melhorar as pessoas da equipa. Esse seria meu maior orgulho, mais do que as primeiras corridas de 2016 ou o quarto lugar no GP da Áustria de 2018. Desejo a eles o melhor para o futuro", concluiu.

Também postando nas redes sociais, o piloto dinamarquês escreveu: 

A temporada 2020 da Fórmula 1 será a minha última com a equipa Haas F1. Diverti-me muito com a equipa durante quatro anos e olho para trás, para uma grande jornada. Fazer parte de uma equipa totalmente nova foi um desafio que eu apreciei profundamente e me trouxe uma enorme quantidade de experiência que me ajudou a crescer e desenvolver como piloto. Gostaria de agradecer a Gene [Haas, proprietário da equipa], Guenther [Steiner, chefe da equipa] e toda a equipa pela sua lealdade e confiança em mim nos últimos quatro anos.

O futuro de ambos os pilotos na Formula 1 é indefinido, provavelmente sequer terão açgumas chance, logo, fala-se que Grosjean está interessado no projeto da Peugeot na Endurance, enquanto para Kevin Magnussen, a ideia de correr na IndyCar poderá ser atraente para ele.

A marca americana poderá anunciar a noa dupla neste final de semana, e as hipóteses mais fortes poderão ser uma dupla totalmente estreante, com o alemão Mick Schumacher e o russo Nikita Mazepin.   

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Como levar as coisas... à letra!

Ou será ao saco? É que depois da polémica entre Nico Hulkenberg e Kevin Magnussen por causa de uma ultrapassagem mais "musculada" durante o GP da Hungria, o dinamarquês da Haas respondeu às reclamações do alemão da Renault com um "suck my balls, honey". Claro, Hulkenberg ouviu o "conselho" Magnussen e aplicou-o... à letra.

Pelo menos, é o que se pode depreender de uma foto que foi tirado no final da semana passada numa demonstração em Assen, na Holanda. Hulkenberg andou a fazer algumas voltas num E20 de 2012 e outro ex-piloto, Robert Doornbos (que hoje em dia é fundador e proprietário de... uma firma de brinquedos sexuais) tirou umas fotos onde se vê um retrato de Kevin Magnussen a um nivel... escrotal.

Bem saber que todos andam confortáveis com isso...

sábado, 22 de julho de 2017

Noticias: Haas vai manter os seus pilotos para 2018

Romain Grosjean e Kevin Magnussen irão manter-se como pilotos da Haas para a próxima temporada. O anuncio foi feito por Gene Haas numa entrevista ao site da Formula 1, onde também afirmou que a experiência de ambos os pilotos é fulcral para que a equipa tente melhorar as suas performances em 2018.

Vamos participar com os mesmos pilotos que temos este ano. E como será uma continuidade provavelmente estaremos ainda melhores para o ano”, começou por dizer. “Vamos fazer pelo menos mais 29 pontos, e para o ano será ainda melhor”, concluiu.

Guenther Steiner, o diretor técnico da equipa, disse em Silverstone que a experiência dos seus dois pilotos era muito importante para a equipa melhorar.

Ainda não somos uma equipa muito ‘estabelecida’, estamos ainda em crescimento e continuaremos a estar nas próximas corridas, sem qualquer dúvida. Mas estamos satisfeitos com os nossos pilotos e a experiência neste momento conta muito”, disse.

A Haas alcançou há esta temporada os mesmos 29 pontos que tinha conseguido em 2016, embora com resultados mais modestos - o sexto lugar de Romain Grosjean na Áustria foi o seu melhor resultado até ao momento - mas o facto de Kevin Magnussen já ter dado onze pontos para a equipa ajudou bastante nesse resultado.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Formula 1: Haas confirma Grosjean e Magnussen para 2017

A Haas anunciou esta sexta-feira em Interlagos que o francês Romain Grosjean e o dinamarquês Kevin Magnussen (na foto) serão os seus pilotos para a temporada de 2017. O piloto dinamarquês, filho de Jan Magnussen, resolveu escolher a equipa americana depois desta lhe ter oferecido um contrato de vários anos, em contraste com o contrato de um ano que a equipa francesa lhe tinha oferecido para 2017. Magnussen entra no lugar do mexicano Esteban Gutierrez, que agora procura por um lugar.

O piloto de 24 anos, com presenças na McLaren e Renault, estava óbviamente feliz com o resultado: “Esta é uma fantástica oportunidade e estou muito feliz por fazer parte da Haas F1 Team. Estou confiante nas minhas habilitações como piloto de Formula 1 e também confiante no que a Haas pode fazer nos próximos anos. Gene Haas veio para a Formula 1 com uma forma diferente de ver e fazer as coisas e está a fazer bem o seu trabalho” afirmou Magnussen.

No caso de Romain Grosjean, ele afirmou que escolher a Haas F1 há um ano foi a melhor decisão: “Há um ano escolhi a Haas e escolhi bem, foi a decisão certa, estou muito orgulhoso de fazer parte desta equipa e contente por continuarmos à procura de alcançar mais sucessos nos próximos anos”, afirmou o piloto francês.

Desde que começámos a pensar em pilotos que o Kevin Magnussen está na nossa lista”, começou por dizer Gene Haas, o fundador e o presidente da Haas F1 Team. “Ele conquistou bastante num curto período de tempo e sentimos que pode alcançar ainda mais connosco. A nossa segunda temporada dar-nos-á diferentes desafios e sentimos que a dupla Kevin e Romain vai ajudar-nos-á a desenvolver o nosso carro e o nosso crescimento. Quero agradecer ao Esteban Gutiérrez por todos os seus esforços. Ele foi determinante para o nosso primeiro ano na Fórmula 1 e estamos ansiosos para que ele e Romain terminem a temporada em alta” continuou. 

Queríamos outro piloto experiente, capaz de desenvolver o nosso carro para que a nossa equipa pudesse marcar pontos e melhorar em cada Grande Prémio da temporada. O Romain realizou um excelente trabalho e foi preponderante para garantir o respeito e a legitimidade para a Haas F1 Team e com o Kevin apontamos para novos objetivos para a próxima temporada.” concluiu Haas.

Com uma nova equipa, com um novo carro e novos membros, foi incrivelmente importante ter um feedback detalhado e com autoridade do nosso carro e dos nossos métodos para que pudéssemos melhorar. O Romain trouxe-nos experiência à nossa equipa e foi instrumental para que chegássemos onde estamos hoje”, acrescentou Guenther Steiner, o chefe de equipa da Haas F1 Team. 

Este crédito tem também que ser assacado ao Esteban Gutiérrez, graças a todo o seu trabalho. O seu período com a Ferrari foi muito benéfico, dado que nos ajudou a adaptar-nos aos métodos e a tirar o máximo de partido da nossa parceria com a Ferrari. Ele e o Romain puxaram um pelo outro em pista e juntos são responsáveis pelo sucesso que a nossa equipa teve na sua primeira temporada”, concluiu o italiano ex-Red Bull e Toro Rosso.

A Haas F1 Team conseguiu 29 pontos na sua temporada de estreia, conseguindo o oitavo lugar no campeonato de Construtores, todos conquistados por Romain Grosjean. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Renault: Joylon Palmer fica para 2017

A Renault anunciou esta tarde que o britânico Joylon Palmer irá permanecer na equipa na temporada de 2017, correndo ao lado do alemão Nico Hulkenberg na equipa francesa. Isso significa que decidiu ficar com o piloto britânico em detrimento de Kevin Magnussen, que poderá estar agora a caminho da Haas, que deseja alguém ao lado do francês Romain Grosjean

E se no lado da Force India, tudo indica que o francês Esteban Ocon será seu piloto, isso poderá até fechar de vez as movimentações em termos de lugares. A Sauber poderá ter a mesma dupla de 2016, com Marcus Ericsson e Felipe Nasr (e com reforço na área técnica, com muitos engenheiros e mecânicos vindos da Audi) e Pascal Wehrlein na Manor por mais uma temporada, e claro, com novo companheiro de equipa.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A equipa menos preocupada do pelotão

No meio de todas as especulações sobre a temporada de 2017, uma equipa que tem estado totalmente calma a assistir a todas as suas movimentações è a Manor. Com motores Mercedes, não é tanto a última equipa do pelotão, especialmente quando conseguiu já um ponto, graças ao décimo posto de Pascal Wehrlein no GP da Áustria, em Zeltweg. E ainda por cima, os seus pilotos são tão cobiçados que eles poderão vê-los ir embora para outras paragens no final desta temporada.

Dave Ryan, o diretor de corrida, não se mostra preocupado com esta situação: “Estamos a adorar o facto de termos o Pascal Wehrlein e o Esteban Ocon na nossa equipa, no entanto se tiverem de abandonar a equipa no final da temporada a vida é mesmo assim. Não iremos ficar frustrados. Vamos de certeza encontrar dois pilotos, que vão trabalhar muito bem com toda a equipa”, considerou.

Ryan também explicou que o trabalho desenvolvido por ambos os pilotos esta época tem sido “brilhante. Ambos têm muito talento e estou a prever que tenham um grande futuro na Fórmula 1. Tenho a certeza que vão continuar nesta modalidade por muito tempo", concluiu.

Contudo, a ideia de perder um - ou ambos os pilotos - para outras equipas é uma possibilidade, e resta saber quem ficariam com os seus lugares, dado que esta é uma equipa que tem motores Mercedes. Pascal Wehrlein seria uma hipótese de ficar, caso se confirme que Esteban Ocon vai para a Force India, pois é um piloto Mercedes e um desconto nos motores é algo que a equipa de Banburry vê sempre de bom grado. Para o outro lugar, as hipóteses são interessantes, desde o brasileiro Felipe Nasr até ao britânico Jordan King, passando pelo indonésio Rio Haryanto, que esteve na equipa na primeira metade desta temporada. Quem está excluido nesta equação é Alexander Rossi, que por causa da vitória nas 500 Milhas de Indianápolis, arranjou um belo lugar na IndyCar.

Nasr queria a Force India - e até tinha Bernie Ecclestone a fazer "lobby" por ele - mas parece que Vijay Mallya pode ter decidido por Ocon. Nasr poderá ter outra chance na Renault - fala-se disso há semanas - e até poderia ser uma boa chance na Manor, por uma temporada, dado que ele é querido na Williams, caso Valteri Bottas não fique por lá para além de 2017. Quem também tem uma boa chance é Kevin Magnussen, mas a Manor é uma chance tão boa como a Sauber, a Haas (do qual se fala que tem uma proposta) e a própria Renault. E fala-se que até tem uma boa proposta para correr na IndyCar...

Claro, isto não está fechado, mas parece que esta equipa não é tão do fundo do pelotão quanto julgam...

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

As vagas para 2017... neste momento

No meio da polémica sobre as voltas finais do GP do México, ontem à noite - e garanto-vos que isso não acabará tão cedo... - é bom falar um bocadinho sobre os lugares que ainda não estão definitivamente preenchidos para 2017. Se na Williams, é uma questão de tempo - dia 3, irão anunciar Valtteri Bottas e Lance Stroll, dependendo do estado de saúde de Frank Williams - na Force India, parece ser mais um leilão entre meia dúzia de pilotos, destacando-se dois: o francês Esteban Ocon e o brasileiro Felipe Nasr.

Se os brasileiros falam que o piloto de Brasilia é uma questão de tempo - fala-se que tem até Bernie Ecclestone a ajudar nesse "lobby" - há quem jure que Ocon será o piloto escolhido. Uma publicação, o FormulaRapida.net, afirma que o francês de vinte anos está a ser ajudado pela Mercedes para o colocar por lá, em troca de um desconto nos motores alemães. A ideia inicial era que ele teria um lugar em 2017 na Renault, mas como eles decidiram-se por Nico Hulkenberg, enquanto que Kevin Magnussen seria o favorito para ficar com o outro lugar, apesar de ter uma oferta da Haas, para o lugar de Esteban Gutierrez.

Uma coisa é certa: Vijay Mallya, o proprietário da equipa, está numa espécie de posição privilegiada para decidir quem escolherá, a troco de dinheiro, venham eles de patrocinios, ou de descontos ou até de um abatimento da dívida que a equipa tem. E fala-se que ele já deve muito à marca alemã...

Mas ainda não há certezas noutras equipas. Como já foi dito em cima, nada se sabe se a Renault irá ficar com algum dos pilotos que andam por ali, e o lugar na segunda Haas não está garantido para Gutierrez. Para Magnussen, esse seria a sua única hipótese de continuar, porque a alternativa poderá ser um lugar na IndyCar, mais concretamente na Andretti. E na Manor, a dupla poderá ser ou a mesma do inicio do ano, com Wehrlein e o indonésio Rio Haryanto, ou então a chegada do britânico Jordan King (que atuou como terceiro piloto em Austin) poderá ser uma boa chance.

A duas corridas do final da temporada, os lugares que faltam preencher são bastante cobiçados.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Noticias: Magnussen autorizado a correr em Monza

O acidente de Kevin Magnussen em Spa-Francochampos foi forte e o piloto dinamarquês sofreu lesões no tornozelo, mas isso não foi impeditivo de que a FIA tenha dado "luz verde" para que ele pudesse correr na pista italiana. 

Os exames foram feitos na quarta-feira, já em Itália, e mesmo que Magnussen tenha uma entorse diagnosticada, não é impeditiva de correr, e ele ainda assim se submeteu voluntáriamente a exercicios complementares de diagnóstico. Jean-Charles Piette, delegado médicos da FIA, confirmou que Kevin Magnussen está apto para alinhar em Monza ao serviço da Renault.

Quanto ao carro... esse está irrecuperável, logo, vai alinhar com um chassis de reserva.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Noticias: FIA vai analisar acidente de Magnussen

Vinte e quatro horas depois do acidente de Kevin Magnussen no Radillon belga, a FIA anunciou que irá investigar o acidente do piloto da Renault. A entidade que regula o automobilismo disse que irá ficar com o capacete do dinamarquês e o apoio da cabeça do monolugar, que saltou com o impacto, medido em... 42 G's.

A ideia de ficar com esses items é para perceber melhor a dinâmica desses acidentes e estudar a melhor forma de minimizar os danos no futuro.

Como é sabido, o piloto perdeu o controle do seu carro na volta seis, devido provavelmente à perda do apoio aerodinâmico quando passou pelo Eau Rouge. O impacto foi tal que a corrida teve de ser interrompida duas voltas depois, para que fosse devidamente reparada a barreira de pneus. Quando a Magnussen, foi levado para o hospital, onde se detectou um corte no tornozelo, que em principio, não deverá ser impeditivo de alinhar no GP de Itália, no final desta semana.

domingo, 28 de agosto de 2016

A(s) image(ns) do dia


Isto foi o que sobrou do Renault de Kevin Magnussen após o seu acidente no Radillon, na oitava volta do GP da Bélgica. O forte impacto do carro do filho de Jan Magnussen nas barreiras de proteção da pista fez lembrar outros grandes choques do passado, como por exemplo, os de Ricardo Zonta ou Jacques Villeneuve, em 1999, ou ainda antes, em 1993, quando Alessandro Zanardi também bateu forte naquela zona, durante os treinos do GP belga, e o fez levar para o hospital.

Magnussen teve sorte no impacto, pois bateu de traseira. E falo do fator sorte porque quando o carro bateu forte nos pneus, aquele dispositivo que o prende ao bacquet, mas que retirado, facilita a sua entrada, foi arrancado do seu lugar e projetado para longe. E para além disso, os braços da suspensão direita entraram dentro do chassis, mas felizmente não atingiram o piloto. Poderemos dizer que na aplicação prática do "crash test", o chassis passou com distinção.

No Twitter, o dinamarquês afirmou: "Obrigado pelas mensagens, pessoal! De volta a casa com um tornozelo dorido, mas estarei pronto para correr em Monza!" Esperemos que sim, pois é mais um trestemunho de como é que estes carros sobrevivem a impactos deste tipo.

Formula 1 em Catoons - Bélgica (Pilotoons)

Como diz o próprio Bruno Mantovani quando quis ilustrar este cartoon, você pode ter vários tipos de sorte. E estes dois foram os sortudos do dia (mais o Fernando Alonso)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Apresentações 2016: O Renault RS16

A Renault apresentou em Paris o RS16, o seu carro para a temporada de 2016, três semanas antes da concorrência, e com o preto a dominar no chassis. O britânico Joylon Palmer e o dinamarquês Kevin Magnussen serão os pilotos titulares, com o francês Esteban Ocon como piloto de reserva, numa apresentação que contou com a presença de Carlos Ghosn, o presidente da Renault, de Jerôme Stoll, o novo diretor da Renault Sport, e de Cyril Abiteboul, o diretor da marca na Formula 1.

"Temos o orçamento, temos o pessoal, temos o conhecimento, temos o espírito. A Renault vai voltar a ganhar", afirmou Stoll na apresentação. Questionado sobre o dominio da Mercedes e como é que eles irão contrariar isso, Abiteboul simplesmente respondeu: "Nós ganhamos em todas as categorias em que participamos. Sabemos fazer isso", respondeu.

A Renault aproveitou a ocasião para afirmar que continuarão na Formula E por um minimo de duas temporadas. 

O preto é a cor dominante, mas fala-se que esta poderá ser apenas a cor que vão usar nos testes de pré-temporada, e que apresentarão com a cor amarela em Melbourne, palco da primeira corrida do ano.

Este vai ser a terceira encarnação da Renault na Formula 1, depois de passagens entre 1977 e 1985, onde introduziu o motor Turbo, e entre 2002 e 2010, onde venceu dois títulos de pilotos com Fernando Alonso. Ao todo, a marca do losango venceu por 35 vezes, com 51 "pole-positions" e 31 voltas mais rápidas.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Formula 1 em Cartoons - O fim de Maldonado (Grand Prix Toons)

O Hector Garcia, do Grand Prix Toons, decidiu homenagear Pastor Maldonado lembrando um pouco da nossa adolescência e lembrando também o quanto é que gastou para poder estar na Formula 1 por todo este tempo...

De uma certa forma, vamos ter saudades dele. É uma certa Formula 1 que terminou hoje.