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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Apresentações 2026 - O Williams FW48


A Williams mostrou esta terça-feira a decoração do seu FW48, o chassis que irá usar na temporada de 2026 da Formula 1. Mantendo a mesma dupla de 2025, ou seja, o espanhol Carlos Sainz Jr e o anglo-tailandês Alex Albon, existiam altas expectativas em relação ao carro, mas nas vésperas dos testes de pré-temporada em Barcelona, o chassis falhou nos crash-test da FIA e decidiu-se que iriam falhar esse compromisso, concentrando-se em resolver os problemas e aparece nos testes do Bahrein, os últimos antes da nova temporada, onde mostrará o seu carro e fará os testes necessários, para que tudo fique pronto antes da primeira corrida do ano, que começará na primeira semana de março, em Melbourne.  

Para James Vowles, director da equipa, 2026 representa um momento-chave no trajecto de recuperação da Williams. “[A temporada de] 2026 é o próximo passo no caminho de regresso ao topo para a Atlassian Williams F1 Team, à medida que entramos numa nova era do desporto, e estamos entusiasmados com a época que temos pela frente”, afirmou, sublinhando a ambição contida, mas determinada do projecto.

Vowles destacou ainda a estabilidade e os reforços da estrutura, mas sem esconder a incerteza associada ao novo ciclo técnico.

Temos uma grande dupla de pilotos, alguns parceiros novos fantásticos, uma base de fãs em crescimento constante e queremos construir sobre o sucesso que provámos no ano passado, mas não somos ingénuos quanto ao desafio que temos pela frente. Ninguém sabe exatamente o que vai acontecer na primeira corrida, mas estamos ansiosos por descobrir e esperamos que os nossos adeptos gostem de nos apoiar com esta nova decoração”.

Sobre a grande pergunta do momento, o facto de não terem participado nos testes de pré-temporada em Barcelona, devido aos atrasos no desenvolvimento do FW48, agravados com a demora em passar nos crash-tests obrigatórios da FIA, Vowles fez questão de clarificar que a presença em Barcelona teria sido possível, ainda que à custa de compromissos operacionais. “Podíamos ter ido a Barcelona, mas isso teria colocado a equipa numa posição frágil em termos de peças suplentes”, referiu.


Falando da relação com a Mercedes, que fornece à equipa de Grove a unidade de potência e a caixa de velocidades, o director da Williams salientou a importância da continuidade técnica com a marca alemã, reconhecendo que essa ligação, no caso especifico dos eventos que impediram de ir a Barcelona, esta relação ajudará a mitigar parte da desvantagem inicial que tem neste momento. 

Temos o motor fornecido pela Mercedes, a caixa de velocidades fornecida pela Mercedes, por isso a aprendizagem que eles estão a fazer esta semana em Barcelona vai transitar para nós, para o Bahrain”, começou por afirmar.

Não quero estar a viver do trabalho deles, mas é justo dizer que isso continua a ser uma vantagem para nós, ou um inconveniente que acaba por ser neutralizado. Estou confiante de que, com seis dias no Bahrain, conseguiremos cumprir todo o programa de que precisamos”, concluiu.

Os testes de pré-temporada no Bahrain estão agendados, primeiramente, entre os dias 11 a 13 e depois, entre os dias 18 a 20 de Fevereiro, sendo esperado que o FW48 faça finalmente a sua estreia em pista nessa altura.

terça-feira, 30 de setembro de 2025

O regresso de Albon?


Ainda não se sabe quem ocupará o segundo lugar da Red Bull para 2026, com Yuki Tsunoda e Isack Hadjar a serem os favoritos, mas agora surgiu mais uma hipótese. E esta é alguém já com passado nos energéticos: o anglo-tailandês Alex Albon

Albon, que está a ter uma excelente temporada na Williams, pela sua consistência - oitavo no campeonato, com 70 pontos - já passou pela Red Bull em 2019 e 2020, antes de ficar de fora em 2021 e regressar em 2022, pela Williams. Ali, conseguiu dois pódios e 176 pontos pela equipa principal, depois de uma primeira metade da temporada pela então Toro Rosso.

Dentro da Williams, Albon conseguiu ser importante na evolução dos carros da marca, especialmente no carro deste ano, o FW47, que ajudou a colocar a equipa na quinta posição no Mundial de Construtores, com 101 pontos, na altura em que estas linhas estão a ser escritas. 

A razão porque Albon está a ser considerado é óbvia: a Red Bull é de origem tailandesa, e Chalerm Yoovidhya, acionista maioritário da marca e figura influente na Tailândia - país de origem da mãe de Albon - acha que tê-lo na equipa seria sinal de prestigio. Também Helmut Marko pensa nele na equipa, sobretudo para corrigir a sua decisão do final de 2020, onde o dispensou, e afirmou mais tarde que isso foi apressado. Para além disso, a escolha de Albon também poderia marcar que a Red Bull está a respirar ares novos, agora que Christian Horner está fora da equipa.

Contudo, para o próprio piloto, seria também prestigioso, este eventual regresso, pois representaria redenção desportiva e acesso a um contrato de topo.

Mas muitos afirmam que essa é uma chance remota. Com Liam Lawson, Yuki Tsunoda e o sueco-indiano Arvid Lindblad nas chances para serem pilotos quer da Red Bull, quer da Racing Bulls em 2026, Albon pode, se calhar, achar que é melhor continuar na Williams, onde tem garantida a evolução do carro, e do projeto, liderado por James Volwes, que pretende colocar a equipa de regresso às conquistas de um passado distante.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Noticias: Albon quer Williams focada em 2026


Depois do shakedown de sexta-feira, em Silverstone, do seu novo chassis, o FW47, a Williams encara com mais otimismo a temporada de 2025, agora que tem um grande patrocinador - 25 milhões de euros por temporada - e Carlos Sainz Jr como piloto. Contudo, Alex Albon, o outro piloto da equipa, afirmou que 2025 tem de ser um ano de transição e a grande aposta terá de ser a temporada de 2026, com os novos regulamentos em vigor. 

Porque penso que todas as equipas estão sempre a dizer que [20]26 é o ano importante’”, começou por afirmar Albon. “Acho que quando olhamos de um ponto de vista geral, vemos como a Red Bull acertou no início destes regulamentos e teve a vantagem durante três anos, quatro anos. Só agora é que a McLaren conseguiu recuperar o atraso. O ano de 2026 é muito importante. Se começarmos com o pé atrás, é muito difícil recuperar o atraso. Penso que ainda estamos numa posição muito boa, mas queremos estar numa posição ainda melhor para 2026. Não quero estar sempre a dizer que estamos a sacrificar este ano pelo próximo, mas este ano é definitivamente uma altura para o fazer”, continuou.

As mudanças feitas em 2024 fizeram parte de uma fase de aprendizagem e Albon espera que o desenvolvimento adicional deste ano posicione a Williams fortemente para a próxima mudança regulamentar.

Continuamos a querer ter um bom desempenho. Mudámos a filosofia, tenho a certeza que vocês sabem, falei sobre isso antes do ano passado e mudámos bastante o carro. Mudámos bastante o ADN do carro. Melhorou muitas áreas, mas também expôs e criou algumas fraquezas. Este ano, explorámos essas áreas e tentámos corrigi-las. Penso que se conseguirmos perceber isso este ano e compreender as sensibilidades do carro e as áreas em que temos de colocar todos os nossos recursos – em termos de um ponto de vista concetual – isso vai colocar-nos numa posição muito boa para o próximo ano.”, concluiu.

O FW47 irá ser mostrado na noite desta terça-feira, em Londres, no O2 Arena, e depois seguirá para o Bahrein, para os testes coletivos, antes da estreia no campeonato, no inicio de março, em Melbourne.

quarta-feira, 18 de setembro de 2024

Noticias: Albon quer penalizações mais vigorosas


Alex Albon decidiu questionar a justiça do sistema de penalizações, depois da suspensão de Kevin Magnussen no GP de Baku, sendo substituído por Oliver Bearman. O piloto anglo-tailandês afirmou que as penalizações durante as corridas deviam ser mais rigorosas e que acha estranho os pilotos começarem do zero depois de cumprirem uma proibição.

Acho que ninguém é um verdadeiro fã disso”, disse Albon, citado pelo RacingNews365. “Acho que a punição na corrida em si deve ser a usada. Se eu olhar para trás, para os casos em que o Kevin levou com pontos na sua licença num par de corridas, ele deveria ter sido penalizado muito mais do que foi. Isso abriu um precedente, e depois ele continuou a repeti-los e a coisa ficou um pouco confusa. Houve alguns casos que foram realmente perigosos, mas muitos deles não o foram. Parece-me um pouco estranho que após o afastamento por uma corrida, se volte com a folha limpa.

Atualmente, os pilotos que acumulam 12 pontos de penalização num período de 12 meses enfrentam uma proibição automática de corrida, e depois de alcançarem, voltam à estaca zero, independentemente de terem alcançado ou não. 

A Formula 1 regressa à ação neste final de semana, em Singapura.   

quarta-feira, 15 de maio de 2024

Noticias: Albon renova com a Williams


A Williams anunciou esta quarta-feira que Alex Albon renovou o contrato por "várias temporadas". Desde que se juntou á equipa, em 2022, o piloto anglo-tailandês tem sido fundamental para o progresso e o sucesso da Williams, apesar de ter demonstrado alguma frustração no início desta temporada por causa da perda de alguma vantagem em relação aos adversários, por causa de uma mudança na filosofia durante o último inverno. 

Apesar de tudo, a equipa acredita que com ele, poderão construir uma equipa competitiva capaz de desafiar pelos pódios e campeonatos na Fórmula 1.

Também com esta renovação, acabam também com os rumores de ele ser uma alternativa na Red Bull, no lugar de Sérgio Pérez

"Estou incrivelmente feliz por continuar na Williams Racing e por continuar a trabalhar com uma equipa tão talentosa e dedicada", partilhou Alex Albon. "Foi um começo difícil para o ano, mas desde que me juntei à Williams, fizemos progressos significativos juntos e tenho visto as enormes mudanças que estão a acontecer nos bastidores para nos levar de volta à frente da grelha."

"Este é um projeto a longo prazo em que realmente acredito e quero desempenhar um papel fundamental, razão pela qual assinei um contrato de vários anos. A jornada vai levar tempo, mas estou confiante de que estamos a construir a equipa certa para avançar e alcançar grandes feitos nos anos vindouros", concluiu.

Albon, de 28 anos, está na sua terceira temporada na Williams, e conseguiu até agora 31 pontos, nenhum deles nesta temporada, por agora.

A Formula 1 regressa neste final de semana com o GP da Emilia Romagna, no Autódromo de Imola.

quinta-feira, 4 de abril de 2024

Noticias: Sargent corre em Suzuka com chassis reparado


A Williams voltará a alinhar com dois chassis para os seus pilotos, mas Logan Sargent andará com o mesmo chassis que foi danificado por Alexander Albon nos treinos do GP da Austrália. E andará assim até ao GP de Miami, em maio.

Apesar de tudo, a Williams afirma ter algum otimismo em relação ao estado do chassis e a sua recuperação. “Foi melhor do que o esperado.”, afirmando a equipa que em termos de peso, o chassis reparado adicionou mais cem gramas em relação à situação anterior.

Logan Sargeant, que nesta história toda é o grande prejudicado, afirma: “Sabíamos que não havia carro de reserva, tínhamos que ser cuidadosos, mas também sabemos na Fórmula 1, se fores cuidadoso, não vais a lugar nenhum, portanto nem chega a ser questão. Temos que estar comprometidos, confiantes e esperar que nada aconteça”.

Depois continua:

Eu não acho que nós - pelo menos eu - não tivéssemos pensado nisso antes disso [dos eventos em Melbourne].

Para ser honesto, quando vejo Alex bater, a primeira coisa que passa pela minha cabeça é: ‘Sei que estamos sem peças sobressalentes’. É claro que fiquei um pouco preocupado com a nossa posição como equipa. Mas é uma das partes difíceis com que tivemos que lidar no início desta temporada – não ter essas grandes redes de segurança."

É um lugar onde, como equipa, estamos realmente tentando nos desenvolver para ser melhores e chegar mais longe no início da temporada.”, concluiu.

quarta-feira, 27 de março de 2024

Formula 1: Williams acredita que terá dois chassis em Suzuka


A Williams acredita que terá dois chassis funcionais na próxima corrida do campeonato, que acontecerá em Suzuka, na semana que vêm. Depois do acidente de Alex Albon e do embaraço de ter um chassis funcional ao ponto de Logan Sargent ter de dar o chassis ao piloto tailandês, para poder competir no fim de semana australiano, a equipa pensa que apesar da complexidade das reparações, a equipa está a fazer progressos significativos e ter dois chassis prontos para a jornada nipónica da Formula 1.

"Definitivamente, vamos ter dois chassis no Japão, mas não acho que seja possível um terceiro, porque a carga de trabalho que temos agora devido a esta mudança vai atrasar este processo”, começou por explicar James Vowles, citado pela publicação Speedcafe. “Há uma quantidade finita de recursos. Podemos colocá-los para garantir que temos dois carros construídos com a quantidade correta de peças sobressalentes no Japão ou o chassis adicional”, continuou.

O responsável da Williams revelou ainda a extensão dos danos resultantes do acidente de Alexander Albon, na sessão de treinos livres do GP da Austrália:

A caixa de velocidades partiu-se em duas, os apoios do motor ficaram completamente dobrados e o motor está basicamente destruído. O chassis, na parte dianteira direita, onde a suspensão entra, está desfeito – é a melhor forma de o descrever. Consigo meter o dedo no chassis, o que não deveria ser possível, só para esclarecer”.

sexta-feira, 22 de março de 2024

Formula 1: Williams tira carro a Sargent


A Williams tirou esta manhã o chassis a Logan Sargent no GP da Austrália depois do seu outro piloto, Alex Albon, embateu o seu chassis FW46 contra a parede nos primeiros treinos livres do GP da Austrália. 

Depois do chassis ter sido recolhido às boxes, a Williams chegou à conclusão mais radical, que é o de retirar o chassis a Sargent. A Williams tinha dois chassis disponíveis na Austrália e, devido às distâncias para o Reino Unido, não era possível enviar um da fábrica a tempo para a qualificação.    

James Vowles, chefe de equipa da Williams, explicou a decisão: "Estamos muito dececionados com os danos sofridos no chassis e temos que retirar o carro. É inaceitável numa Formula 1 moderna não termos um chassis de substituição, mas é um reflexo de como tem sido o nosso inverno e demonstra por que razão temos que enfrentar muitas mudanças para melhorar no futuro. Tivemos que tomar decisões difíceis esta tarde, o Logan não deveria sofrer por um erro que não cometeu, mas cada corrida conta, então decidimos com base no nosso melhor potencial para somar pontos este fim de semana".

Para Sargent, que tinha o 14º tempo na segunda sessão de treinos livres do GP australiano, não deixou de demonstrar a sua desilusão: "É o momento mais difícil que me recordo na minha carreira, nada fácil".

Também Alex Albon, o piloto que sofreu o acidente que levou à cedência do chassis, admitiu o embaraço da situação. "Nenhum piloto quer ceder o seu lugar, nunca quereria que isto acontecesse. Só posso fazer o meu trabalho, que é trabalhar da melhor forma possível".

A qualificação do GP australiano acontecerá na madrugada de amanhã.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

Apresentações 2024 (1): O Williams FW46


O FW46 foi apresentado esta tarde em Nova Iorque. E se o chassis poderá ser um pouco o desenvolvimento do carro anterior, e o "lineup" de pilotos é a mesma - o americano Logan Sargent e o anglo-tailandês Alexander Albon - em termos de pintura externa, a grande novidade é a chegada da Komatsu, a gigante japonesa de maquinaria que patrocinou a Lotus entre 1992 e 94. 

Para além disso, a marca forneceu componentes da caixa de velocidades à Williams nas décadas de 1980 e 1990, incluindo durante as suas campanhas de 1996 e 1997, quando conquistou todos os títulos em disputa.

Quanto aos motores, continuarão a ser os Mercedes. Aliás, há umas semanas, ambas as partes anunciaram que continuarão o acordo a partir de 2026, quando mudarem os regulamentos.

James Wolves, o diretor desportivo da marca, falou do que é este chassis e quais são os objetivos para 2024. 

Desde que vim para a Williams, há um ano, tenho visto essa equipa sempre junta para superar uma série de desafios e, assim, garantir o sétimo lugar no Mundial de Construtores, o que foi um belo feito de todos os envolvidos. Nós mostramos ao mundo que estamos a construir para avançar no futuro”.


Alex Albon, afirmou que espera uma evolução do chassis e da equipa para 2024, ele que conseguiu 27 dos 28 pontos da Williams na temporada de 2023.

Saímos de um ano muito positivo, e esperamos continuar nosso progresso em 2024, trabalhando duro para dar alguns bons passos adiante em termos de performance. Pedimos muito para a equipa e para o pessoal da fábrica colocar o carro onde ele precisa estar. Também mudamos um pouco a filosofia do carro. Será necessário um ajuste no estilo de guiar o carro, mas estou confiante de que será uma mudança para melhor”, comentou o anglo-tailandês.

Já Logan Sargent espera que a sua segunda temporada na Formula 1 seja o corolário de uma evolução que afirma ter tido na parte final do campeonato passado. 

Tive um período produtivo depois do fim da temporada passada e me preparei bem física e mentalmente para o ano que vem pela frente. Tive o tempo para refletir sobre meu ano de estreia, tomei para mim muitas lições, ganhei experiência. Sei minhas metas para 2024, espero contribuir para o sucesso da equipa”, declarou Logan.


O FW46 entrará para a pista a 20 de fevereiro no Bahrein, para os testes da pré-temporada.  

terça-feira, 18 de julho de 2023

Noticias: Ferrari desmente interesse em Albon


Surgiram nos últimos dias rumores sobre Alex Albon e do interesse da Ferrari pelo piloto anglo-tailandês. Contudo, Frederic Vasseur, o diretor desportivo da marca, desmentiu-os, afirmando que ele está comprometido com a Williams.

Com as noticias de que Carlos Sainz Jr poderia ir para a Audi em 2025, preparando-se para a sua entrada na Formula 1, no lugar da Sauber, Albon poderia ser um substituto para correr ao lado de Charles Lelcerc na equipa de Maranello. 

Questionado sobre os rumores, Vasseur desmentiu categoricamente em declarações à Motorsport.it: 

"Não sei de onde veio essa história. Fui o chefe de equipa do Albon no passado e somos amigos. Se um repórter me perguntar se o Alex está atualmente a fazer um bom trabalho, eu diria que sim. Mas isso não significa que eu esteja interessado em tê-lo. Acho que o Alex também tem contrato com a Williams para 2024. A equipa está a investir muito, por isso não há problema".

Contudo, apesar dos rumores agora desmentidos, há razões para tal: Albon tem um passado com Frederic Vasseur, quando este passou pela GP3 ao serviço da ART Grand Prix, e desenvolveram uma boa relação. Para além disso, impressionou desde que se juntou à Williams, tendo carregado a equipa até aos pontos por diversas vezes, em 2022 e 2023, conseguindo 15 dos 19 pontos que a equipa conseguiu nas duas últimas temporadas. 

quarta-feira, 31 de maio de 2023

Youtube Formula 1 Video: Alex Albon responde a perguntas na Net

A GQ por vezes lá vai buscar um piloto de Formula 1 para qualquer coisa que seja interessante para os leitores, ou no caso do seu canal no Youtube, dos seus espectadores. 

E hoje, que está ali é o anglo-tailandês Alex Albon, atualmente piloto da Williams, onde tenta responder aos curiosos sobre coisas não só acerca de ele próprio, como acerca da modalidade.   

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Formula 1 2023: Williams apresenta as suas cores


A Williams apresentou esta segunda-feira as cores que irá carregar em 2023. Ainda não é o FW45 - só será apresentado a 13 de fevereiro - mas já sabemos como é que estará presente nas pistas para a temporada que aí vêm, e nos carros que serão guiados pelo americano Logan Sargent e pelo anglo-tailandês Alexander Albon

Nas cores, a grande novidade é a entrada da Gulf, gasolineira americana que costuma dar pinturas que entraram na história do automobilismo, como aconteceu com os Porsche 917 na Endurance. Ultimamente, era a patrocinadora na McLaren. 


Espera-se que o FW45 seja aerodinamicamente mais eficiente do que o FW44, com mais downforce e melhores características comportamento. O que se sabe é que existiram modificações na disposição da suspensão frontal, bem como nas principais superfícies aerodinâmicas externas, e que há uma otimização do esquema de arrefecimento da unidade motriz.

Os pilotos esperam que as modificações do carro sejam suficientes para dar o pulo que tanto pretendem para melhorar as suas performances. 

A equipa trabalhou muito no ano passado e durante o inverno para abordar algumas áreas chave no nosso carro, trabalhando para tentar maximizar o que podemos obter do carro em 2023, por isso estou ansioso por ver o que o FW45 pode fazer”, começou por dizer Alexander Albon.

"[Estou] entusiasmado por estar de volta para mais um ano com a equipa. O carro parece ótimo e vai estar em pista em Silverstone”, concluiu.


Já o novato americano afirma que a sua escolha foi "uma honra" e que está ansioso que a temporada comece, porque para ele "foi um longo inverno!"

É uma grande oportunidade para representar o meu país o melhor que puder. Ter três Grandes Prémios em casa não é algo que muitos, se é que alguém, alguma vez tenha sido capaz de dizer, por isso estou ansioso por poder desfrutar desses momentos. Vejo-o realmente como um privilégio e uma honra”, começou por dizer.

Estou ansioso que a época comece depois do que, para mim, foi um longo inverno! Estou super motivado e temos trabalhado muito. O carro está com um aspecto espantoso e mostra o enorme esforço que a equipa tem feito na pré-temporada, por isso estou ansioso por começar em Silverstone antes de partir para o Bahrein”, concluiu.

quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Noticias: Albon garantido em Singapura, De Vries de prevenção


Alexander Albon confirmou a sua presença no GP de Singapura, mas... Nyck de Vries está de prevenção, caso haja alguma complicação do lado do piloto anglo-tailandês. Apesar de Albon se ser dizer preparado, ele não subestima as dificuldades que vai encontrar no traçado de Marina Bay, principalmente as irregularidades do piso e a humidade. 

Não estou a subestimar a dimensão do desafio, mas estou ansioso por chegar à pista na sexta-feira e voltar a conduzir”, começou por dizer. “A minha preparação para Singapura tem sido um pouco diferente do normal, mas sinto-me bem e fiz tudo o que era possível para me preparar para uma das corridas mais físicas do calendário”, concluiu.

Recorde-se que Albon foi hospitalizado com uma apendicite e submetido a uma cirurgia. Contudo, o piloto anglo-tailandês sofreu ainda complicações no pós-operatório que o levou a passar pelos cuidados intensivos do hospital de Milão onde estava internado. No seu lugar apareceu Nyck de Vries, que pegou no carro e o levou até ao nono posto na corrida italiana, conseguindo dois pontos.

terça-feira, 20 de setembro de 2022

Noticias: De Vries em prevenção para Singapura


As especulações sobre quem estará num dos carros da Williams no GP de Singapura dentro de semana e meia, a 2 de outubro, continuam. Se Alexander Albon fará de tudo para estar em forma e poder entrar no carro, há quem admita na sede da marca que um banco para Nyck de Vries esteja a ser feito para que o piloto neerlandês possa sentar para andar nesse final de semana no circuito de Marina Bay, caso o piloto tailandês não esteja apto para correr na altura prevista.

Contudo, isso só acontecerá depois de ele ir a Budapeste para os testes marcados pela Alpine para saber quem é o piloto capaz de ficar com o lugar deixado vago por Fernando Alonso, que irá para a Aston Martin em 2023.

Apesar de Albon ter dito que está em forma, ele também admitiu que pode ser difícil estar pronto a tempo do Grande Prémio de Singapura.

Recorde-se que o piloto neerlandês foi chamado no sábado do GP de Itália para o lugar e conseguiu um nono posto, conseguindo dois pontos logo na sua estreia na Formula 1. 

terça-feira, 13 de setembro de 2022

Noticias: Albon regressou a casa


Alex Albon regressou esta terça-feira a casa, depois de ser operado ao apêndice e ter tido complicações na noite de sábado. Segundo contou a equipa, o piloto foi para o Mónaco e tem como objetivo recuperar a tempo do GP de Singapura, dentro de duas semanas. 

"Alex Albon recebeu alta do hospital em Milão, e voltou para casa, no Mónaco, após a apendicectomia [de sábado], após a qual sofreu insuficiência respiratória e teve que passar algum tempo em terapia intensiva. Recuperação indo conforme o planejado. Meta permanece [participar] no GP de Singapura", conta Andrew Benson, da BBC, na sua conta no Twitter.

O piloto de 26 anos foi substituído pelo neerlandês Nyck de Vries no fim de semana italiano, conseguindo um meritório nono posto, pontuando na sua primeira participação na categoria máxima do automobilismo. 

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

A imagem do dia


Alex Albon é um jovem anglo-tailandês que aos 26 anos, está na Williams por "empréstimo" da Red Bull, e depois de um ano sabático, que o passou no DTM, onde ganhou algumas corridas. No seu ano do regresso, conseguiu todos os pontos da Williams até agora, incluindo um nono posto em maio, no circuito de Miami.

Contudo, no sábado, Albon teve de ir às pressas para o hospital de Milão para ser tratado a uma apendicite. Foi substituído por Nyck de Vries, que fez um excelente trabalho ao levar o carro para um nono posto, logo na sua primeira corrida e logo nas circunstâncias em que aconteceu.  

Parecia que tudo estava bem, mas nesta manhã, a Williams contou que Albon teve "complicações pós-operatórias", chegando até a passar a noite de sábado para domingo "em ventilação". 

O jornalista Chris Medland contou os pormenores na sua conta do Twitter:

"[Albon] sofreu complicações anestésicas pós-operatórias inesperadas que levaram a uma insuficiência respiratória, uma complicação conhecida, mas incomum. Ele agora foi transferido para uma ala geral e deve voltar para casa amanhã. Não houve outras complicações."

O foco total de Alex está na recuperação e preparação antes do GP de Singapura, no final deste mês.

Já sofri na pele as complicações de "uma operação simples". Foi numa quinta-feira de janeiro de 1998 - está a fazer 25 anos. Enquanto estudava para os exames da universidade - e depois de ter visto o filme "Tubarão" - sofri dores abdominais fortes, ao ponto de, pelas 4 da manhã, ter de chamar uma ambulância, apesar de morar num local a cinco minutos do hospital e ser um jovem com - então - 21 anos. Pelas 18 horas dessa quinta-feira, acabei com o apêndice extraído.

Mas, sem saber, tinha uma complicação. Ele deverá ter rompido uns tempos antes. Dias, ou se calhar, meses - tivera uma crise no verão anterior, mas como não houve complicações, mandaram-me para casa, e as dores desapareceram. Acabei por ter uma peritonite que, no limite, colocou-me nos cuidados intensivos, e até aconteceu uma transferência hospitalar, para além de uma operação para retirar líquido acumulado, uma laparactomia. 

No final, foram duas semanas nos cuidados intensivos, quatro transfusões de sangue e um de plasma, três e quatro frasquinhos de penicilina por dia para debelar a infeção, potencialmente mortal - foi assim que o Harry Houdini morreu, em 1926 - um tubo intravenoso no pescoço, outro na uretra e um terceiro no nariz, até ao estômago, para aspirar a bílis que lá se acumulava. Dou graças aos deuses pela descoberta do Dr. Fleming, e não ser alérgico a ela, porque foi assim que sobrevivi.

No final, fiquei 40 dias no hospital, recuperando de algo que deveria demorar uns dias. Só para demonstrar que há coisas enganadoramente simples e mesmo um apêndice rebentado poderá esconder algo mais grave. E pode acontecer a qualquer um, não interessa se é jovem e famoso, com o Alex, ou jovem e anónimo, como eu.

Desejo as melhoras para ele, e que apareça em forma para o resto da temporada.  

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Noticias: Albon renova com a Williams


A Williams anunciou esta quarta-feira que renovou "por várias temporadas" com Alex Albon, depois de ter regressado este ano à Formula 1 pela equipa de Grove. Apesar do anúncio já se saber desde domingo, de forma não oficial, esta terça-feira, as coisas se tornaram oficiais.

Alex traz uma mistura perspicaz de habilidade e aprendizagem que ajudarão a trazer mais sucesso à equipe no futuro”, começou por dizer o chefe da equipa, Jost Capito. “Ele é um competidor feroz, provou ser um popular e leal membro de equipa, e estamos muito satisfeitos por ele fornecer uma base estável para continuarmos a desenvolver nesta nova era da Formula 1”, continuou.

Imbuído no espírito do momento, Albon escreveu a seguinte mensagem na rede social Twitter:

"Eu entendi que, com o meu acordo, a Williams Racing divulgou um comunicado de imprensa esta tarde no qual eu irei pilotar para eles no próximo ano. Isso está certo e assinei um contrato com a Williams para 2023. Estarei pilotando ao serviço Williams na próxima temporada."

No comunicado oficial, o piloto anglo-tailandês falou sobre o acordo:

"É realmente emocionante ficar [na Williams] e estou ansioso para ver o que podemos alcançar como equipa quer no resto desta temporada e na próxima. A equipa está se esforçando para progredir e estou realmente motivado para continuar essa jornada e desenvolver ainda mais a nossa aprendizagem em conjunto.", afirmou.

Albon, de 26 anos, entrou na Formula 1 em 2019, primeiro pela Toro Rosso, antes de na corrida da Bélgica, ter trocado de assento com Pierre Gasly, para correr na Red Bull. Em 2020 alcançou como melhor resultado dois terceiros lugares na Toscânia e no Bahrein, acabando a temporada com 105 pontos e o sétimo lugar na geral. 

Em 2021, saiu da Formula 1, com o lugar a ser preenchido na Red Bull por Sérgio Perez, e foi correr para o DTM, onde ganhou uma corrida e foi sexto classificado na geral, com 130 pontos. Este ano, regressou à categoria máxima do automobilismo, pela Williams, onde conseguiu os únicos três pontos que a equipa tem nesta temporada.

segunda-feira, 16 de maio de 2022

Noticias: De Vries andará no Williams em Barcelona


Um dia depois de ter vencido em Berlim, na Formula E, o neerlandês Nyck de Vries estará no Williams FW44 no primeiro treino livre do GP de Espanha, em Barcelona. Isto acontecerá graças aos seus compromissos como piloto de testes da marca, e para isso, usará o bólido de Alexander Albon, mas também poderá ser um sinal a Nicholas Latifi de que as suas performances estão abaixo do esperado e tem de melhorar, caso contrário, poderá ser substituído ainda nesta temporada. 

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer à Williams pela oportunidade de fazer o TL1. É ótimo para mim conhecer a equipa e conduzir o FW44, e também ir para a pista durante um fim-de-semana de Fórmula 1. A preparação para o teste está a correr bem até agora e a equipa tem-me apoiado muito . Estou muito ansioso por toda a experiência em Espanha agora”, disse De Vries.

Alexander Albon já disse que não se importava que ele usasse o seu carro na sexta-feira.

Será bom voltar a Barcelona. Estou curioso para ver o quanto o carro melhorou desde a última vez que lá estivemos para os testes de Inverno. É uma pista boa, na qual cada piloto já deu inúmeras voltas. Essa familiaridade com a pista vai ajudar-me a entrar mais depressa no ritmo este fim-de-semana, depois de ter perdido o TL1, quando o Nyck estará no carro”.

Do lado da equipa, o diretor desportivo Sven Smeets acrescentou: “Estou ansioso por ver o Nyck juntar-se à equipa para o TL1 no Grande Prémio de Espanha. Como ele é um piloto muito talentoso e experiente, não tenho dúvidas de que ele irá maximizar o seu tempo no FW44 e proporcionar um desempenho forte e capaz para a equipa”.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Apresentações 2022 (6): O Williams FW44


A pintura do que irá ser o Williams FW44 foi apresentada nesta terça-feira para o mundo, e é muito azulada. O carro, que mais parece um Vaillante, poderá ter recorrido à mesma tática da Red Bull, o de se camuflar até mostrar as suas verdadeiras formas nos testes que fará antes da nova temporada. Os pilotos são o anglo-tailandês Alexander Albon e o canadiano Nicholas Latifi, e a equipa espera que tenha um salto na evolução que teve na temporada passada, que resultou no primeiro pódio desde 2018, na Bélgica.  

Ao longo da sua história como uma equipa icónica de Fórmula 1, a Williams Racing demonstrou grande força e sofisticação”, começou por dizer Jost Capito, o CEO e Team Principal da equipa. “A nova identidade visual do carro de 2022 reúne perfeitamente estas características que o pessoal, pilotos e fãs têm demonstrado repetidamente. À medida que avançamos para a nova era do nosso desporto, o FW44 destaca a transição para o futuro, bem como o reconhecimento das qualidades intemporais que fazem de nós o que somos." continuou.

"Na época passada, ficámos entusiasmados e orgulhosos de fazer progressos tão fortes como uma equipa, com uma série de resultados merecidos em termos de pontuação, para além de um pódio. Olhando para o futuro, queremos construir sobre este sucesso, e o FW44 encarna perfeitamente estas ambições para regressar à frente da grelha. Anseio por testemunhar esta progressão com Nicholas e Alex ao leme”, concluiu.

E outra grande novidade é a ausência do S de Senna no bico dos seus carros, algo que já lá estava desde 1995. Jost Capito justificou esta decisão com o seguinte: "Penso que temos de olhar para o futuro e não mostrar aos pilotos o “S” cada vez que entram no carro e serem recordados do que aconteceu. Penso que é altura de a equipa seguir em frente e honrar o Senna dedicando-lhe um espaço no museu para o homenagear.


Os pilotos elogiaram... as novas cores.

Sou um fã da nova decoração”, disse Latifi. “Manter o azul foi importante porque é sinónimo de Williams, mas é um padrão que nunca vimos antes e o vermelho fluorescente vai destacar-se o que eu realmente gosto. É um novo visual para começar a nova era de Formula 1”.

Alex Albon, que regressa este ano para aquela que será a sua primeira temporada com a equipa de Grove, acrescentou: “A decoração do FW44 é limpa e simples. Gosto que tenhamos optado por mais azul com o acabamento dinâmico e um pouco de vermelho; tem um bom aspeto e estou ansioso por vê-lo no bom caminho”.

O carro fará o seu "shakedown" ainda nesta tarde, em Silverstone, antes dos testes de pré-temporada.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Noticias: Williams afirma que não haverá numero um na equipa


Com Nicholas Latifi e Alexander Albon a bordo em 2022, Jost Capito, o chefe de equipa, decidiu já vir a público afirmar que ambos terão igualdade de tratamento nas atualizações da máquina para 2022, que provavelmente será batizado de FW44.

Em declarações à motorsport.com, Capito afirma que a grande razão tem a ver com a experiência equivalente em máquinas de Formula 1, mesmo que o anglo-tailandês esteja de regresso após um ano de ausência. Como ambos os pilotos têm uma experiência equivalente, em 2018, na Formula 2, Capito pensa que não haverá muitos problemas:

Claro, é bom para ambos. Penso que para o Alex, é ótimo ter esta segunda oportunidade de voltar e liderar a equipa para avançar. Ele não entra e diz: ‘Está bem, quero ganhar corridas’. É evidente que ele tem de desenvolver a equipa juntamente com Nicky e todos os engenheiros. E ele parece gostar deste papel. Ele trabalha muito bem com o Nicky. Não temos um número um e dois, ambos são tratados exatamente da mesma forma. E Nicky pode deixar a sua marca, não há dúvida.

Alex e Nicky correram juntos como colegas de equipa em 2018”, acrescentou Capito. “Portanto, eles conhecem-se, respeitam-se muito um ao outro. George e Alex são amigos pessoais. Penso que Alex é a pessoa perfeita para a equipa na situação em que a equipa se encontra agora. Para o Alex, penso que é uma grande segunda oportunidade. E tenho a certeza que ele se enquadra bem no nosso ambiente. E vamos divertir-nos muito com ele, e ele também se vai divertir connosco. E tenho a certeza de que ele vai se portar muito bem”.

Capito aproveitou para elogiar Latifi pelo seu trabalho em 2021, onde conseguiu os seus primeiros pontos e resultados onde não ficou muito longe de George Russell, sendo o melhor o da Hungria, onde até ficou na frente do piloto britânico.

Nicky também fez um bom trabalho este ano, quando olhamos para todos os resultados de qualificação, alguns não mostram que ele esteve em posição de superar o George”, começou por afirmar. “E quando se veem as diferenças, elas nunca foram realmente grandes. E, claro, é um grande desafio ser o companheiro de equipa do George. Ele saiu-se muito bem, e melhorou muito ao longo desta temporada. Por isso, tenho a certeza que ainda pode melhorar, porque foi apenas a sua segunda época. E a primeira temporada do ano passado foi uma temporada realmente estranha com a COVID. E muitos circuitos novos novamente este ano, foi novamente difícil para ele, e ele fez um trabalho brilhante com base nisso”, concluiu.