Mostrar mensagens com a etiqueta ART. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ART. Mostrar todas as mensagens

sábado, 8 de setembro de 2012

GP3: Abt vence, Evans desiste e Felix da Costa sem caixa de velocidades

Tinha um mau pressentimento sobre António Félix da Costa, confesso. Vê-lo a conseguir quatro pódios consecutivos e a aproximar-se do título, de facto, era irresistível. Mas para ganhar, precisas de sorte, e numa prova onde tudo aconteceu um pouco, o azar bateu à porta na pior altura possível: uma caixa de velocidades encravada na sexta velocidade o fez perder a liderança, caindo para o 15º posto e ver esfumadas as suas - poucas, mas plausíveis - esperanças de conquistar o título.

Depois do neozelandês Mitch Evans ter conseguido bater Felix da Costa na qualificação, conseguindo quatro valiosos pontos na sua luta pelo título, a corrida começou com ambos os pilotos a cortarem a primeira chicane, com o neozelandês a levar com a pior parte, caindo muitas posições. Na segunda Lesmo, Evans teve nova saída de pista, indo para a gravilha e acabando por abandonar. Assim, Mathias Laine assumia o comando, mas no final da primeira volta, Felix da Costa ultrapassava o finlandês e cruzava a meta no primeiro lugar, parecendo que tudo estava a correr bem para o piloto português.

Nas três voltas seguintes, Felix da Costa começou a ser ameaçado por Daniel Abt e Aaro Vaino, pilotos da Lotus ART, que o assediavam para ver se cometia algum erro. No inicio da quarta volta, o alemão passou para o comando, mas não o deixando escapar, enquanto que Vaino estava atrás dele. Na sexta volta, começaram os problemas: um primeiro problema fazia com que deixasse passar Vaino, mas depois o carro voltou a andar, recuperando o ritmo e colando-se ao finlandês. Pouco depois, a caixa de velocidades "encravou" na sexta velocidade, diminuindo o ritmo e sendo engolido pelo pelotão. Voltou a funcionar na volta seguinte, mas só conseguiu recuperar até ao 15º lugar, não pontuando e vendo as suas hipóteses de título sido esfumadas de vez.

Daniel Abt foi o vencedor desta corrida, com o cipriota Tio Elinas no segundo lugar - e a conseguir a volta mais rápida - e o finlandês Mathias Laine a conseguir o terceiro posto. O alemão conseguiu assim subir ao segundo lugar na classificação e ainda têm uma muito fina hipótese de chegar ao titulo, já que a diferença entre ambos é de 15 pontos. 

No final, Felix da Costa comentava o seu desalento na sua página do Facebook: "Considero o dia de hoje o mais infeliz da minha carreira como piloto. Perder uma corrida desta forma já só por si é frustrante, um campeonato então é um sentimento muito forte. Tanto eu como a equipa fizemos um óptimo trabalho e a nossa estratégia estava a funcionar na perfeição. Com uma vitória hoje, bastaria amanhã marcar 1 ponto para me tornar Campeão. É realmente triste, mas como piloto profissional tenho de aceitar de cabeça erguida e prometo a todos os Portugueses que tanto me têm apoiado, uma corrida de faca nos dentes amanhã".  

Amanhã será a última corrida da temporada da GP3.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Noticias: Lotus vai reavaliar projetos desportivos

Os estragos que Dany Bahar fez ao longo da sua estadia na Lotus, ao desperdiçar o dinheiro emprestado pela Proton em todo o tipo de megalomanias - que incluiu meter o nome da Lotus em tudo quanto é lado - estão agora a ser vistos e revistos, no sentido de estancar a sangria. Depois dos novos donos da Proton, a DRB-Hicom, terem despedido Bahar em julho, estão agora a tomar decisões no sentido de atenuar os prejuizos. Para começar, decidiram cancelar quatro dos cinco projetos de supercarros de estrada que estavam previstos nos próximos anos, do qual só o projeto do Esprit se manteve, pois este está num estado adiantado. E agora, são os projetos desportivos que estão a ser escrutinados.

Segundo o diretor da divisão desportiva, Claudio Berro, as decisões relativas aos projetos na Le Mans Series e dos Ralis, entre outros, serão discutidos no mês que vêm numa reunião na Malásia, onde o destino desses projetos serão decididos. Segundo afirma ele, os projetos da Formula 1, da LMP2, da GTE e da GT4 é que não estarão em causa, enquanto que os projetos na Indy, GP2 e GP3, através da ART, poderão ser terminados no final do ano.

Não vai ser um corte radical, mas a quantidade de projetos que estão em andamento já indicavam que mais cedo ou mais tarde, isto se tornaria insustentável. E que certos projetos, que pura e simplesmente passavam por dar o nome de algo que não tem quaisquer componentes fabricados pela usina de Hethel, desde sempre que não tinham qualquer lógica, como a parceria com a ART na GP2 e GP3, por exemplo.

Veremos no que isto vai dar, mas todos por lá já entenderam o absurdo da estratégia de Bahar. E agora trata-se de ir atrás do prejuízo...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

GP2: Bianchi é pole em Silverstone, Parente na primeira linha

Depois da Formula 1 ter dado as suas voltas, foi a vez da GP2 fazer a sua sessão de qualificação em Silverstone. Numa pista relativamente húmida devido à chuva que tinha caído, o melhor foi o ART do francês Jules Bianchi, que conseguiu a "pole-position", 440 centésimos de segundo mais rápido do que o português Alvaro Parente, da Carlin, que aproveitou bem as condições do tempo e o conhecimento da pista para mostrar o seu talento e marcar um bom tempo.

O franês Romain Grosjean, da DAMS, foi o terceiro, mas devido ao acidente causado na partida da corrida em Valência, irá perder dez posições na grelha de partida, logo, esse lugar ficará com o alemão Christian Vietoris, da Racing Engeneering. O seu companheiro Dani Clos ficou logo a seguir enquanto que Max Chilton, companheiro de Parente na Carlin, foi quinto.

Da parte da Ocean Racing, Johnny Cecotto esteve em melhor forma do que nesta manhã, firmando o 11º melhor tempo, embora acabe por subir uma posição com a penalização de Grosjean. Quanto a Kevin Mirocha, não pôde tomar parte na sessão em virtude de uma lesão num ombro e a sua participação na corrida britânica pode estar em risco.

sábado, 11 de setembro de 2010

GP2, Monza (Corrida 1): Sam Bird vence, Pastor Maldonado é campeão

Foi uma corrida repleta de incidentes aquela a que se assistiu esta tarde no histórico traçado de Monza, mas no final, o venezuelano Pastor Maldonado é praticamente o campeão de 2010 da GP2, apesar de não ter chegado ao fim. O vencedor foi Sam Bird, numa tarde toda a ART, a equipa de Nicolas Todt, com Max Chilton a dar pontos à Ocean Racing e onde Alvaro Parente foi um discreto 12º classificado, mas onde tudo de mal aconteceu ao piloto português.

"Foi uma corrida para esquecer! Levei um toque no arranque e quando cortei a chicane não me disseram quantos pilotos tinha ultrapassado e eu só deixei passar dois, em vez de três, o que me valeu um 'drive-through'. Logo na segunda volta, houve um acidente à minha frente na primeira chicane e, apesar de ter travado o máximo possível, danifiquei a asa dianteira, obrigando-me a entrar nas boxes mais cedo do que o previsto. Com tantos incidentes, era impossível alcançar um resultado que demonstrasse o ritmo que estava ao nosso alcance", afirmou Alvaro Parente.

As coisas começaram a definir-se logo na volta de aquecimento, quando o venezuelano Rodolfo Gonzalez despistou-se enquanto aquecia os pneus do seu monolugar. O italiano Luca Filippi travou tarde demais e levou Giedo van der Garde consigo, que por sua vez bateu em Dani Clos, ficando estes três pelo caminho.

Pouco depois da partida, o mexicano Sergio Perez envolveu-se num acidente com o romeno Michael Herck, que colocou os dois de fora, e ainda levou Perez ao hospital para verificar os pés, devido á violência do acidente. Entretanto, três pilotos, Alvaro Parente, Fabrizio Crestani e Davide Valsecchi, foram obrigados a passar pelas boxes devido a terem cortado a primeira chicane. Parente, que tinha conseguido chegar à terceira posição, viu a sua corrida estragada e acabou num discreto 12º posto, a 52 segundos do vencedor.

No final, Sam Bird foi superior a Jules Bianchi, dando a primeira dobradinha do ano à ART, com Oliver Turvey, da iSport, a ser o terceiro classificado. O alemão Christian Vietoris foi o quarto, à frente do belga Jerome D'Ambrosio, da DAMS, do sul-africano Adrian Zaugg e do italiano Edoardo Piscopo, ambos da Trident, e de Max Chilton, que não só conseguiu o último ponto possivel, como irá partir da primeira posição na corrida de amanhã de manhã.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

GP2 - Monza (qualificação): ART dominam, Parente larga de quinto

No mesmo dia em que os organizadores mostraram o novo carro para a temporada de 2011, decorreu as sessões de qualificação para a primeira corrida da GP2 em Monza, que se realizará amanhã à tarde. E aqui, os ART foram os melhores, com o francês Jules Bianchi na pole-position, à frente do seu companheiro, o britânico Sam Bird. Álvaro Parente continua a sua boa adaptação, ao ser quinto na grelha de partida com o seu Coloni, batendo sem apelo nem agravo o seu novo companheiro, o neozelandês Brendon Hartley.

Foi uma qualificação renhida, pois os dois pilotos ficaram separados por 0,042 segundos um do outro. O terceiro classificado, o belga Jerome D'Ambrosio, da DAMS, foi mais lento em 0,055 segundos, suficientes para garantir o terceiro posto. O quinto lugar de Parente, no seu Coloni, foi mais 0,205 segundos que Bianchi, mas deu para ficar à frente do segundo carro da DAMS, pilotado pelo francês Romain Grosjean.

O actual líder do campeonato, o venezuelano Pastor Maldonado, foi apenas o oitavo, mas ele se mostra cada vez mais o campeão deste ano, portanto, já começa a encarar isto com mais calma do que no inicio da temporada, especialmente para demonstrar que tem estofo de campeão, que muitas das vezes anda muito longinquamente de imensos dos pilotos do actual pelotão...

A primeira corrida do fim de semana italianoa da GP2 decorre amanhã à tarde.

sábado, 31 de julho de 2010

GP2 - O acidente de Bianchi e Tung em Hugaroring



A primeira corrida da GP2 Main Series no Hungaroring foi marcada pela aparatosa carambola na primeira curva da corrida, envolvendo alguns pilotos, como o espanhol Dani Clos, o chinês Ho-Pin Tung e o francês Jules Bianchi, neto de Mauro Bianchi e sobrinho-neto de Lucien Bianchi, dois pilotos italo-belgas que correram nos anos 60.

O acidente teve consequências. Para além da desistência de ambos os pilotos e da colocação do safety car em pista, ambos os pilotos foram para o centro médico do circuito, pois suspeitavam-se de lesões. No final verificou-se que Tung não tinha nada de grave, mas detectou-se uma fratura numa vértebra ao piloto francês, que o pode colocar de fora da competição por dois meses, o que seria mal, dado que o piloto da ART é um dos que está nos lugares da frente da competição.

Já agora, aproveitem para ver agora antes que o coloquem fora do ar.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

5ª Coluna: 13ª equipa e o pacto com o Diabo

Mesmo com todos os olhos no Mundial de 2010, que agora está na sua recta final, com a Holanda e a Espanha a decidiram quem fica com o primeiro lugar, o automobilismo continua a decorrer, com o novato Rali da Bulgária e o GP da Grã-Bretanha num Silverstone renovado. Mas mais do que ver o mundo inteiro a olhar para as TV's para ver quem é a melhor equipa do mundo e comparar com as previsões feitas pelo polvo Paul na véspera, o grande assunto da semana torna-se na 13ª vaga para 2011.

Ontem, a ART, equipa de Frederic Vasseur e Nicolas Todt, anunciou que iria abdicar da candidatura para 2011, afirmando que não tinha financiamentos sólidos para prosseguir com o projecto. Isto foi encarado como um golpe duro nas pretensões da FIA, pois via-se que a ART era a melhor candidatura, nem que fosse pelo facto de um dos proprietários ser o filho do patrão da FIA. Pensa-se que agora a vaga fica à mercê da espanhola Epsilon Euskadi, de Joan Villadelprat, mas os "insiders" de plantão dizem à boca cheia que eles também estão para atirar com a toalha ao chão, somente faltando o anuncio oficial.

De facto, o timing do anuncio, que está previsto para meados deste mês, não calha bem para as novatas, pois terão pouco tempo para projectar e desenvolver um chassis decente para 2011, que ainda por cima tem algumas novas regras, desde o regresso do KERS até às asas móveis, uma controversa opção aerodinâmica. Mas para piorar as coisas, a actual crise internacional fez fechar as bolsas de muitos investidores, principalmente os de risco. Com a economia a recuperar lenta e fragilmente, o tempo não está bom para aventuras.

Restam outras candidaturas. Uma delas é a americana Cypher, que tem alguns elementos da nado-morta USF1. Trabalha-se para ela, e um dos insiders, James Allen, fala que eles poderão ter o apoio do Grupo Playboy. Isto faz-me franzir o sobrolho, pois é publico que as coisas não andam muito bem para a empresa nos Estados Unidos, com vendas a descer e prejuizos constantes. É certo que a crise é geral na imprensa, que está em autêntica mutação, mas neste caso especifico, a coisa vem de trás.

Quanto às outras hipóteses em cima da mesa, como a Stefan GP e a Durango, não são para serem levadas a sério.

Passando disto para as três novatas, resultado da controversa decisão de "Mad Max" Mosley em meados de 2009, verifica-se que somente a Lotus tem pernas para andar. Estas três concorrem para o ambicionado décimo lugar da classificação dos construtores, que dá direito a um substancial desconto nas deslocações e nos dinheiros da TV dados por Bernie Ecclestone. O projecto da Lotus malaia é bem sustentado e planeado a médio, longo prazo, e as evoluções demonstram que estão no bom caminho.

Quanto às outras duas equipas, os rumores são muitos. Desde o possivel abandono de Richard Branson e do Grupo Virgin no final da temporada até à troca de pilotos na parte final da época, no sentido de completar o orçamento e pagar aos fornecedores, isso demonstra que a ideia de Max Mosley em cortar nos custos saiu pelo tacto acima. A Formula 1 é uma modalidade caríssima, que se sustenta graças aos direitos televisivos, cada vez mais caros (a cada ano que passa, mais e mais países tem as corridas difundidas em canais pagos), numa espiral que sofre em tempos de crise.

Por isso que digo que colocar uma equipa na Formula 1 é como assinar um pacto com o Diabo. Investir cem milhões de euros para não fazer figura de urso não lembra a ninguém, especialmente quando se tem outras modalidades que, com a mesma exposição televisiva, saem mais baratos. O futebol é um bom exemplo. Com esses mesmos cem milhões de Euros se constroi na Europa um plantel capaz de disputar a final da Liga dos Campeões, caso tenham um bom treinador... é por isso que os "sheiks" árabes e os oligarcas russos perferem comprar uma equipa falida na Premier League ou na La Liga espanhola e tentar ganhar o título nacional nesses países. Mesmo um Roman Abramovich sabe onde conseguir mais lucro.

No cômputo geral, esta escalada de custos, mesmo contida nestes tempos de crise, estará um pouco mais solta quando voltarem o tempo das vacas gordas. Não creio que a 13ª vaga será preenchida em 2011. Aliás, creio até que no final do ano poderemos não ter uma equipa. Claro, quando digo isso, todos pensarão na Hispânia...

Mas vou um pouco mais longe. Voltem para o final de 2008, no momento em que a Honda anunciou que iria abandonar o barco. Imaginem que Ross Brawn e Nick Fry não conseguiam o acordo de "management buyout" e não viamos em acção o excelente BGP 001. Mais do que não ver Jenson Button campeão do mundo, iriamos ver uma grelha de 18 carros a alinhar em Melbourne. E imaginemos ainda que a Toyota e a BMW sairiam nesse final de 2009, e os alemães não entregariam as instalações ao seu dono, Peter Sauber. E para piorar as coisas, a Renault decidisse pura e simplesmente tirar o tapete?

Neste ano de 2010 teriamos visto, na pior das hipóteses, uma grelha de seis equipas, doze carros. Algo que arruinaria o negócio e provavelmnente teria sido o prego final do caixão de Bernie Ecclestone e Max Mosley, mas do que as brigas da FIA-FOTA e subsequentes. Provavelmente, diriamos que a crise económica e a aposta unica em construtoras, negligenciando os garagistas, teria sido uma boa razão para o "final" da Formula 1. Mas o verdadeiro culpado são os custos de construir e manter uma equipa. Foram, são e serão sempre altos, porque a tecnologia para os construir é, foi e continua a ser cara. Mais do que artificializar, colocando um tecto orçamental, como queria Max Mosley, o melhor caminho para baixar os custos deveria ser um embaratecimento dos materiais para construir um carro de Formula 1.

E acreditem, a Formula 1 não é o unico desporto motorizado por aí...

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Noticias: ART abdica de tentar a 13ª vaga em 2011

A ART, equipa comandada por Nicolas Todt, filho do actual presidente da FIA, Jean Todt, anunciou que desistiu de perseguir a 13ª vaga na Formula 1, disponivel em 2011 e aberta após a falha da americana USF1, de Ken Andersson e Peter Windsor. O anuncio foi feito esta tarde num comunicado à imprensa.

"A equipa tem trabalhado nos últimos meses neste projeto ambicioso, com determinação e lucidez. Conseguimos fortes laços com diversos parceiros técnicos e financeiros, mas as condições económicas desfavoráveis fizeram com que eles não nos dessem garantias para garantir a estabilidade do projeto a longo prazo. Com isso, a empresa terá de adiar seu projeto para outra data, mas permanece focada e dedicada nos outros campeonatos", afirmou.

A ART é uma equipa francesa, formada em 1991 por Frederic Vasseur, ao que se juntou mais tarde Nicolas Todt, que se tornou num dos donos. Actualmente tem equipas na GP2, onde participa desde a sua fundação, em 2005, GP3 e Formula 3 Euroseries. Pela equipa já passaram pilotos como Nico Rosberg, Sebastian Buemi, Lewis Hamilton, Sakon Yamamoto, Lucas di Grassi, Romain Grosjean e Nico Hulkenberg, todos eles estão ou já passaram pela Formula 1. Venceu os campeonatos de 2005 (Rosberg) 2006 (Hamilton) e 2009 (Hulkenberg) e este ano tem nas suas fileiras o francês Jules Bianchi, que venceu no ano passado a Formula 3 Euroseries, e o britânico Sam Bird.

Com isso, as candidaturas à tal 13ª vaga ficaram reduzidas, sendo agora que a favorita ao lugar seja a espanhola Epsilon Euskadi, de Joan Villadelprat, que tem um principio de acordo com a Renault. Existem outras candidaturas, desde os sérvios da Stafen GP até à misteriosa americana Cypher, passando pela italiana Durango, todas elas de duvidosa capacidade, diga-se...