sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

A minha imagem do dia

Hoje, puxo um pouco a brasa à minha sardinha e coloco esta foto do Alvaro Parente. A expressão diz tudo, pois ontem, este homem concretizou um sonho de criança: guiar um Formula 1.


Gostaria que esse sonho não morresse por aí. Seria muito mau se alguém como ele, que tem no palmarés um título de Campeão Britânico de Formula 3, em 2005, e o do World Series by Renault, em 2007, não tenha uma chance real de ser piloto de Formula 1, ou que este ano corra na GP2, numa das equipas de topo. Porque tenho quase a certeza que ele tem tudo para ser, não um piloto de Formula 1, mas sim alguém com potencial para vencer! The Right Stuff!!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Parente testou em Jerez

Por fim, o tão aguardado dia chegou! Alvaro Parente foi fazer o seu teste na Formula 1, como recompensa pelo facto de ter ganho o título nas World Series by Renault. No Circuito Permanente de Jerez, o piloto português cumpriu um dia inteiro de testes a bordo do Renault R27. O teste agradou aos responsáveis da marca, que afirmaram ver ali alguém com potêncial para "correr em Formula 1".

Quanto a Parente... o que mais lhe custou foi sair do carro! «Custou-me mesmo foi ter de sair do carro! Foi bom, e o que mais me surpreendeu foram as forças G a que um piloto é sujeito nas curvas rápidas. Nem tanto a travagem ou a aceleração, de que já me tinham falado tanto, mas o pescoço sofre muito. Mas não foi demasiado complicado o aspecto físico, até porque nunca fiz mais do que seis voltas seguidas.», referiu o piloto ao jornal português Autosport.

«Entre as várias sessões de voltas a equipa foi modificando o set-up, de modo a que eu reagisse, o que fui conseguindo e os deixou satisfeitos, pois “percebia” o que se passava com o carro. Senti que a equipa ficou agradada com o meu desempenho e com o meu trabalho, pois fui sempre rodando consistentemente, realizando séries de voltas sem grandes oscilações no cronómetro. Agora espero ser chamado de novo…», concluiu o piloto do Porto e actual campeão das World Series by Renault.

Apesar de não ter adeversários em pista no teste de hoje, conseguiu duas voltas na casa do segundo 21, o último dos quais em 1m21.721s, menos de meio segundo que Fernando Alonso, quando testou o seu carro na terça-feira.

Agora que conseguiu realizar este primeiro sonho, espero que agora desça à terra e arranje um lugar na GP2, que já não falta muito para começar a temporada, e não o vejo em qualquer equipa oficial...

A(s) minha(s) image(ns) do dia

Como hoje é um dia importante para o automobilismo português, não consegui encontrar imagens de testes anteriores. Mas enquanto procurava alguma imagem de testes com tugas, encontrei estas imagens, de Vittorio Brambilla com o Alfa Romeo 179 em Watkins Glen, em 1979, e lembrei-me de um artigo que o Autosport colocou há duas semanas, sobre os "doidos da Formula 1".


Vittorio e o seu irmão Ernesto (Tino) Brambilla eram duas personagens bem conhecidas em Monza, terra onde cresceram. As suas corridas "caseiras" eram lendárias, tendo uma delas acabado com Vittorio "todo partido" porque Ernesto, que tinha chegado antes, decidira fechar a cancela da garagem que eles tinham e que era a linha de chegada das corridas que faziam!


Mas a história que quero contar, leva-nos aos anos 70: um dia, o serviço de autocarros (onibus) de Milão decidiu fazer greve. Sabendo que iriam haver poucos autocarros a circular naquele dia, Vittorio e Tino "pediram emprestado" um e encheram-no de passageiros. Estes nada desconfiaram até que este chegou ao Circuito de Monza e... entrou em pista!


E porquê fizeram isso? Ora, um apostou ao outro que não eram capazes de fazer uma volta de autocarro em menos de quatro minutos! Os passageiros entraram em pânico, excepto um velhinho de 80 anos que se divertia à grande... Tino tentou primeiro, mas não conseguiu, logo, foi a vez de Vittorio. Este estava quase a conseguir ganhar a aposta quanto se virou perto da Curva Ascari...


E falam dos sustos que os outros apanhavam quando iam à boleia do Gilles Villeneuve...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Ecos de Jerez - O novo Red Bull RB4

Mais um lançamento de um chassis para 2008, e ao contrário do habitual, este foi lançado em pista, de forma discreta, no circuito espanhol de Jerez de la Frontera. O Red Bull RB4 é o segundo chassis desenhado por Adrian Newey, o homem por detrás de vários chasis vencedores, desde o Williams FW14 (1991-92) até aos McLaren MP4/13 e 14 (1998-99), que deram dois títulos mundiais a Mika Hakkinen.



As diferenças em relação ao chassis do ano passado não são muitas (o Capelli até fez um novo Jogo dos Sete Erros...), o que em certos casos até pode ser bom, pois o chassis do ano passado era bom, mas com o defeito de ser muito pouco fiável. O Ico (http://www.blog-do-ico.blogspot.com/) fala que a Red Bull contratou esta época Geoff Willis, um talentoso engenheiro que deu à BAR a sua melhor época de sempre em 2004, fazendo com que a Honda acabasse por adquirir a equipa. Se o talento continuar por lá, creio que é possivel que a Red Bull seja uma surpresa agradável em 2008. Isto é, se superarem os defeitos de 2007...

A(s) minha(s) image(ns) do dia

Hoje trago-vos uma foto, no mínimo estranha. Já repararam que o Jackie Stewart está a correr... no carro do Francois Cevért? Ah pois é! Esta foto, tirada nos treinos de sexta-feira do GP do Canadá de 1972, no Circuito de Mosport, demonstra as potencialidades do Tyrrell 005, no carro do seju companheiro, certamente procurando por algum problema que ele possa ter.

No final, Stewart voltou a correr no seu carro, para ganhar a corrida e fazer a volta mais rápida, demosntrando que esse carro (estreado uns meses antes, em Zeltweg), tinha potêncial vencedor, como viria a mostrar na época seguinte...


P.S: Viram a maneira como a asas traseira está embutida no chassis? Esse Derek Gardner era um génio...

Já gozam com os ases do Alonso!

Mal colocaram as fotografias dos ases na traseira do capacete de Fernando Alonso, já surgiram as fotos a gozar com o assunto. E digo isto porque o Sakki, do Blog 16 Valvulas, colocou esta fotografia, referindo o seu estatuto dentro da McLaren em 2007... é mesmo a silly-season a dar cartas, em alturas de testes e apresentações!

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

E pronto, cheguei aos 80 mil!

Cheguei aos 75 mil no passado dia 2. Agora, 14 dias depois, alcanço a marca das 80 mil visitas. Achei que é altura para fazer um "update" e referir os novos blogues e os regressos que tem acontecido por estes dias de apresentações, testes e cancelamentos do Dakar...


Assim sendo, cá vão as minhas recomendações:


- André Arrais. Um espaço dedicado à Formula 1 feito por este rapaz brazuca (mais um). Fala das actuais novidades da competição, como todos nós. Mas ele coloca aí a sua opinião sobre o que se passa. Já agora: o widget sobre os dias que faltam para o GP da Austrália? Foi daí que saquei...


- Carros, Coisas e Causos. Este é o blog de Wagner Brandt, escrito de forma bem humorada sobre alguns pormenores que acha pertinentes. Gosto deste blog pela maneira como está escrito. Ele que continue, pois este tipo de escrita anda um pouco sumida por estes dias...


- Cevada Buster. Ele está de volta! Depois de algum tempo na inactiva, ele voltou em força, e com os seus comentários no mínimo, pertinentes... O último post que está por lá é um bom exemplo disso...


Outro regresso é o do Bernardo Brecht e do seu Downforce F1. As apresentações e os testes de Formula 1 parece que fizeram acordar muitos dos blogueiros que andavam adormecidos por estas semanas. Agora que tudo parece estar de regresso, é bom ler também os comentários pertinentes. Então o último post que ele lá colocou está demais...


E pronto, eis as minhas recomendações em mais um momento unico no meu blog. Se chegar aos 85 mil antes do dia 31, terei um passatempo interessante para vocês...

Os ases de Fernando Alonso

Que engraçado... vi agora esta foto no Blog do Capelli. Na parte de trás do seu novo cpaacete tem um par de ases, cada um a recordar os seus dois títulos mundiais.


Não sei se a sequência tem algum significado, mas isso fez-me lembrar outra coisa: o naipe completo tem quatro cartas. Será que ele ambiciona quatro títulos mundiais?

Alonso já guia de Renault... e Parente está à espera!

O bom filho à casa torna. Era inevitável que já afirmassem isto, logo no dia em que Fernando Alonso começou a rodar com o Renault R27 na pista de Jerez de la Frontera, adaptando-se à aquipa no qual foi feliz entre 2003 e 2006.


Já agora, como podem reparar na fotografia, Alonso mudou de capacete, num registo próximo daquele que usou em 2006, quando alcançou o bi-campeonato na Renault. Até pode ser engraçado, mas gostaria que os pilotos acalmassem nessa coisas de mudar anualmente as pinturas do seu casco...

Entretanto, Alvaro Parente conta os dias, horas e minutos para se sentar dentro do Renault R27 para o seu primeiro teste na Formula 1. Já em Jerez para se ambientar à equipa com quem vai testar na próxima quinta-feira, não esconde a sua ansiedade que é poder mexer pela primeira vez na sua vida num carro de Formula 1: «Sei que por aí está tudo ansioso, mas vou dar o meu melhor, e espero que o teste corra bem, porque quero andar de F1 mais vezes. Tenho boas expectativas para o teste, e nunca se sabe o que pode acontecer», referiu Parente.



Para este teste, o piloto do Porto vai contar com o apoio do engenheiro que vai trabalhar este ano com Fernando Alonso: «Vou aproveitar para aprender ao máximo com ele, escutar todas as indicações para conseguir andar o mais depressa possível». Boa sorte, rapaz...

A minha imagem do dia

Ainda continuo a explorar aquele maravilhoso site que o Walter me indicou. É certo que ainda está muito incompleto (daquilo que ele prometeu, ainda está muita coisa por cumprir), mas aproveito e coloco aqui aquilo que lá está.


Hoje coloco uma raridade: uma mulher a conduzir um Formula 1. Isso mesmo! Trata-se de Lella Lombardi, a condizir um Williams durante o GP dos Estados Unidos de 1975, no circuito de Watkins Glen. Foi a primeira e unica vez que ela conduziu um carro da equipa de Frank Williams. Classificou-se na 24ª e última posição, mas não partiu para a corrida, devido a um problema na ignição. Uma pena...

GP Memória - Argentina 1978

Há exactamente trinta anos atrás, o campeonato do mundo de Formula 1 tinha a tendência de fugir do frio europeu, emigrando para o Verão austral e apanhando o calor daquelas paragens. Normalmente, a rota começava invariavelmente pela Argentina, no Autódromo Óscar Galvez, baptizado em honra de um herói local (sempre fiquei curioso porque é que não baptizaram com o nome de Juan Manuel Fângio…)


Assim sendo, apesar da Formula 1 partir para uma nova temporada, muitos dos carros eram ainda do ano anterior, pois muitos chassis estavam ainda no projecto, ou em ensaio. Até novas equipas não estavam prontas para enfrentar o resto do pelotão da Formula 1, uma falta que hoje em dia seria imperdoável… não é, Arrows?


Assim sendo, o defeso da temporada 1977/78 foi agitado. Com Niki Lauda de saída da Ferrari, e levando o numero 1 consigo, a caminho da Brabham-Alfa Romeo (cujo motor enorme e pesado era o maior pesadelo de Gordon Murray…), onde iria encontrar o irlandês John Watson como companheiro de equipa. No seu lugar, na Ferrari, o “Commendatore” tinha contratado o jovem e talentoso (e muito fogoso…) canadiano Gilles Villeneuve.


A Lotus tinha um novo sueco: de Gunnar Nilsson passaram a ter Ronnie Peterson, que tinha saído em ruptura quase dois anos antes. Colin Chapman acolheu-o de braços abertos, mas com uma condição: iria ser o segundo piloto de Mario Andretti. Ronnie aceitou, lá partiu para aquela que iria ser a sua última época na Formula 1. Mas isso este pessoal ainda não sabia… quanto ao carro, com o Lotus 79 ainda a ser construído, ficavam-se pelo Lotus 78, uma máquina que tinha provado ser um excelente carro na época anterior.


Na Tyrrell, o "tio Ken" livrava-se do P34 de seis rodas, pois a Goodyear não lhe dava os pneus que queria. Assim sendo, desenhou o Tyrrell 008, mais convencional, mas convincente para Patrick Depailler, que tinha um estreante ao seu lado: o seu compatriota Didier Pironi, meio-irmão de outro piloto francês, José Dolhem, piloto da Surtees uns anos antes.


A Williams, no início de 1978, era uma pobre equipa, quase de fundo de pelotão, com um só carro para a revelação do ano 1977: Alan Jones. Depois das suas façanhas na Shadow, no ano anterior (culminadas com uma vitória na Áustria), muito olhavam a sua passagem para a equipa de Frank Williams como “uma passagem de cavalo para burro”. Mas as coisas na Shadow não andavam muito bem…


Depois de um “Inverno quente”, onde Alan Rees, Franco Ambrósio, Jackie Oliver e outros queriam tomar posse da Shadow, sem resultados, esta ficou debilitada com a saída desta gente toda para a fundar a Arrows. Levam consigo o talentoso italiano Riccardo Patrese, e contratam em seu lugar o alemão Hans Stuck e o suíço Clay Reggazoni, esperando que os resultados do ano anterior se repitam, agora sem aquele grupo de colaboradores…


Com isto tudo e muito mais, pilotos e máquinas preparam-se para o primeiro Grande Prémio da época, em Buenos Aires. Nos treinos, Mário Andretti mostra que o Lotus 78 ainda se mostra competitivo, fazendo a “pole-position”. Mas ao seu lado mostra-se o piloto local, Carlos Reutmann, que com o seu Ferrari 312 T2, fica na segunda posição, pairando como que uma sombra sobre o Lotus do piloto ítalo-americano… Na segunda fila da grelha, estão o sueco Ronnie Peterson e o Brabham - Alfa Romeo de John Watson. Na terceira fila estão o Brabham de Niki Lauda e o McLaren de James Hunt. Emerson Fittipaldi, lutando contra um Copersucar pouco fiável, fica na 17ª posição, em 24 possíveis.


Na partida, Andretti vai logo para a frente, seguido por Reutmann e Ronnie Peterson. Logo atrás, vem Watson e o Ligier de Jacques Laffite, que dá um pulo da oitava para a quinta posição. Ao longo da corrida, Andretti praticamente não tem oposição, pois esta não tem capacidade para o alcançar: Reutmann atrasou-se e fica em sétimo, fora dos pontos; o seu companheiro Peterson cai para quinto, Lauda anda o tempo todo a defender-se dos ataques de Patrick Depailler para conseguir o segundo lugar, enquanto que o francês consola-se com o terceiro lugar. Hunt foi quarto, e a fechar os pontos fica o segundo McLaren, do francês Patrick Tambay.


E foi assim como abriu o Mundial de Formula 1, há exactamente 30 anos atrás.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O piloto do dia - Narain Karthikeyan

Bom, hoje é dia de falar deste piloto. Como hoje descobri que ele faz anos, achei engraçado que se faça uma biografia sobre o primeiro piloto indiano que correu na Formula 1, e que durante muito tempo foi considerado como uma grande (e unica) esperança para o automobilismo do seu pais. Hoje em dia, já há mais pilotos a correr e a aproximar-se da categoria máxima do automobilismo, como Karun Chandook, actualmente na GP2.

Hoje é a vez de falar de Narain Karthikeyan, que hoje faz 31 anos.

Nascido a 14 de Janeiro de 1977 em Chennai, na India, é filho de um piloto de ralies, que foi sete vezes campeão indiano na categoria. Começou a correr em monolugares em 1992, na India natal, e pouco tempo depois, aos 15 anos, foi a França para correr no Volante ELF. No ano seguinte, voltando à India, corre na Formula Maruti, com bons resultados, fazendo com se aventurasse mais uma vez para fora do país, mais concretamente para a Inglaterra. Correndo na British Formula Vauxhall Junior, alcança alguns resultados de relevo.

Em 1995, vai correr para a Formula Asia, onde no ano seguinte se sagra campeão. Em consequência, volta mais uma vez à Grã-Bretanha, onde vai correr na Formula Vauxhall, onde se classifica na oitava posição. Em 1997, vai correr na Formula 3 britânica, onde corre até ao ano 2000. A sua melhor classificação no campeonato será o quarto, na última época.

Em 2001, aventura-se na Formula Nippon, sem grandes resultados. Em 2002 começa a correr na Telefonica World Series by Nissan, onde fica por três épocas. No final de 2004, fica na sexta posição do campeonato, onde recebe uma oportunidade de ouro para cumprir o seu sonho: correr na Formula 1.

Já tinha tido uma oportunidade para testar em 2001 (Jordan) e em 2004 para correr na Minardi, mas não tinha conseguido juntar as verbas necessárias para ser piloto pagante. Contudo, no inicio de 2005, já tinha arranjado o suficiente para correr uma temporada na Jordan, recém-adquirida por Alex Shnaider, e que pretendia convertê-la na Midland. Como companheiro, iria ter um piloto vindo de outro país sem tradição na Formula 1, e seu adversário da World Series by Nissan: o português Tiago Monteiro.




A temporada de 2005 foi penosa: sem grandes chances para sair do fundo da grelha, Kartikeyan lutava com o seu companheiro de equipa para ser o mellhor piloto da equipa, mas era frequentemente batido pelo piloto português. Contudo, aproveitou o polémico Grande Prémio dos Estados Unidos, marcado pela controversia sobre os pneus Michelin, para pontuar pela unica vez na sua carreira, acabando na quarta posição. Esses cinco pontos fizeram com que se classificasse na 18ª posição no campeonato.

A sua carreira na Formula 1: 19 Grandes Prémios, numa unica temporada (2005), cinco pontos.

Sem grandes chances de prosseguir activamente na Formula 1, tentou a sua sorte como piloto de testes da Williams, onde ficou por dois anos. Entretanto, aproveitou para correr na equipa indiana de A1GP. Se no primeiro ano, os seus resultados não foram grande coisa, na temporada 2007/08, já conseguiu entrar na história da sua equipa, ao ganhar uma das mangas do Grande Prémio da China, no circuito de Zuhai, no passado mês de Dezembro. Apesar deste triunfo, ainda não desistiu de conseguir uma segunda chance na categoria máxima do automobilismo...

A minha imagem do dia

Todos nós temos um fraquinho por Gilles Villeneuve. Pudera: só a sua presença em pista era um verdadeiro espectáculo! Um dos visitantes deste blog, o Walter, recomendou a visita ao site de um americano apaixonado pelas corridas, onde ele tem lá dezenas de fotografias que ele tirou quando a Formula 1 visitou as suas paragens na América do Norte. E como era lógico, lá também tem as fotos que tirou do grande Gilles.


Como hoje queria falar desse site, a melhor maneira era o de mostrar uma bela foto. Então escolhi esta, do Gilles sem bico no GP do Canadá de 1981, onde apesar de ter sido terceiro classificado na corrida, ofuscou toda a gente e levou os seus conterrâneos ao delírio. Esta foto pode ter sido tirada momentos depois do seu bico ter sido arrancado, evitando uma provavel desclassificação (e uma eventual rebelião quebecois...)


Salut, Gilles!

Ecos de Munique - O novo BMW F1.08

Hoje, mais uma equipa de Formula 1 apresentou ao mundo o seu chassis para 2008. Tratou-se da BMW Sauber, que apresenta para este ano uma evolução na continuidade. As diferenças até nem são muitas. São tão ligeiras que o Blog do Capelli decidiu fazer uma espécie de "Jogo dos Sete Erros" para que os internautas vejam quais são as novidades que a marca alemã apresenta este ano...


Quanto aos pilotos, as novidades também não existem: para além dos titulares (Nick Heidfeld e Robert Kubica), temos também o piloto de testes. Quanto às declarações dos responsáveis da marca, Mario Thissen e Willy Rampf, ambos afirmam que esperam que este ano seja o da afirmação:



"Tivemos duas temporadas muito fortes e trabalhamos muito no novo carro. O F1.08 traz tudo o que nós aprendemos, tudo o que vivemos nos últimos dois anos. Será um grande passo a frente novamente. Estamos muito confiantes para a batalha com as equipes que estão a nossa frente". disse Thissen.


Em relação aos pilotos, Thissen confia neles para os mais altos vôos:


"Achamos que eles são os melhores pilotos. Tenho certeza que eles podem ainda evoluir, mesmo este ano, porque o carro parece ser melhor do que o do ano passado. Vemos os pilotos como peças chaves para a nossa equipe técnica e com Nick e Robert podemos ter certeza de evolução", avaliou.


Ainda hoje, o BMW fez o seu "shakedown" numa pista nos arredores de Munique, e daqui a alguns dias, ele irá para o circuito de Valência, onde fará os primeiros testes da temporada.

A capa do Autosport desta semana

Bom, esta semana temos os novos modelos da Ferrari e da McLaren em destaque. Depois das apresentações, é altura de os ir ver em pista, para saber se eles são os alvos a abater no Mundial de Formula 1 2008. E também ver se Kimi Raikonnen tetrá excelenetes adversários no luta pelo bi-campeonato para 2008, hein?


Para além disso, no Autosport desta semana ainda teremos os ecos do cancelamento do Dakar 2008, com uma entrevista ao organizador do evento no lado português, João Lagos, e a apresentação do Ford Focus 2008, que tenará contrariar o favoritismo de Sebastien Löeb no Mundial de Ralies, agora que o seu grande rival, o finlandês Marcus Gronholm, goza a retirada. É isso e muito mais na edição desta semana do Autosport.