sábado, 10 de fevereiro de 2018

Vende-se: Renault 5 GT Turbo de 1981... "molto speciale"






O Renault 5 GT Turbo foi um dos carros mais icónicos da década de 80. Fabricado entre 1980 e 85, na fábrica da Alpine, em Dieppe, foi um sonho de consumo para muita gente e fez parte do grupo de carros que foi denominado de "hot hatches", que teve o seu inicio quatro anos antes com o Volkswagen Golf GTi, e que fez sonhar toda uma geração.

Hoje em dia, este motor de 1.4 litros Turbo e os seus 170 cavalos podem não impressionar muita gente, mas ele tinha menos de mil quilos e isso permitia que poderia atingir os zero aos 100 em 7,7 segundos e chegasse até à velocidade de 212 km/hora. Números de um carro selvagem há 37 anos. 

E essa selvajaria causou a curiosidade e o desejo de personagens mais ilustres. E este veículo vermelho, construído em 1981, não é excepção. É que esta máquina pertenceu em tempos... a Enzo Ferrari. Sim alguém que nesse ano já tinha a provecta idade de 83 anos! O carro é vermelho, com interior vermelho - mas os tapetes são azuis - tem um leitor de rádio da Pioneer, e fez apenas 27 mil quilómetros até ser comprado pela Renault Sport no ano 2000, para ser restaurado. 

O preço?  80 mil euros, o que não é um exagero, se tivermos em conta que se trata de um modelo icónico dos anos 80, e que pertenceu a uma das figuras mais importantes da indústria automóvel. Afinal de contas, quem não gostaria de ter uma coisa destas na garagem?

Youtube Motorsport Testing: Os testes de Barbosa e Fontes em Fafe


Este video é interessante, pois captam as passagens de Miguel Barbosa (Skoda Fabia R5) e José Pedro Fontes (Citroen DS3 R5) que andam por terras de Fafe e preparar-se para a primeira prova do campeonato nacional de ralis. 

Falta uma semana para a proiva, e os pilotos testam a toda a velocidade. Eis o video.

CNR: Vinte R5 inscritos no Rali Serras de Fafe

Saiu este sábado a lista de inscritos para o Rali Serras de Fafe, prova de abertura do campeonato nacional de ralis, e a lista é... extensa. Das 85 duplas de pilotos e navegadores inscritos, vinte deles são máquinas R5, um recorde nacional até agora. 

Numa prova em que pontua para o Campeonato de Portugal de Ralis (CNR), Troféu Europeu de Ralis, Troféu Ibérico de Ralis, Campeonato Norte de Ralis e Taça FPAK de Ralis, as grandes novidades serão os regressos de Armindo Araújo, que depois de quatro anos de ausência, vai correr num Hyundai i20 R5 da Hyundai Portugal, ao lado de Carlos Vieira, o atual campeão nacional, e José Carlos Macedo, que em Fafe vai voltar a usar o capacete depois de duas décadas de ausência, após ter corrido ao serviço da Renault. 

Macedo correrá num Ford Fiesta R5 da equipa de João Barros, e em principio, andará apenas em Fafe. 

A primeira prova do CNR terá ao todo onze especiais, que serão corridos ao longo do dia de sábado e domingo, 18 e 19 de fevereiro, num total de 299,94 quilómetros de prova, 122,30 quilómetros dos quais distribuídos por especiais cronometradas.

O improvável regresso da Kyalami

A ideia do regresso da Formula 1 a África, e em especial à África do Sul, surge de vez em quando, mas as ideias não passam muito disso mesmo. Contudo, a pista mais adequada a esse regresso, Kyalami, nos arredores de Joanesburgo, já disse que os custos para a receber seriam tão proibitivo que não teria lucro. 

Kyalami gostava de voltar à Formula 1", começou por dizer Christo Kruger ao site f1fanatic.co.uk. "Pensamos que há uma herança que gostaríamos de ver novamente. Eu também acho que o continente africano merece receber a Fórmula 1 novamente", continuou. 

Mas os custos proibitivos de hospedar a Formula 1 são o problema. Não é financeiramente viável na estrutura atual receber a Fórmula 1. Neste momento, é uma pista de grau dois da FIA, mas vamos atualizar para o grau um, mas deve haver compromisso em termos de futuro a longo prazo para a Fórmula 1 na África do Sul. No entanto, nós não temos os meios financeiros para ser o promotor de uma corrida de Fórmula 1”, concluiu.

A pista sul-africana acolheu a Formula 1 em dois períodos: entre 1967 e 1985, e depois em 1992 e 93, depois de ter sido fortemente modificado, mudando o local da reta da meta. Foi de novo renovado em 2015, um ano depois de ter sido comprado pela atual proprietária, a Porsche South Africa. 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Formula 1 em Cartoons - Monaco 1984 (e se?...)

Primeiro que tudo, tem de se encarar este cartoon exatamente como é: um cartoon. É um exercício de imaginação engraçado e não passa mais disso, logo a discussão não passa de algo parecido com o discutir "o sexo dos anjos", especialmente quando se sabe que o carro do Stefan Bellof estaria bem abaixo do peso regulamentado...


Youtube IndyCar Onboard: O onborad do Deflector

Se em 2018, a Formula 1 vai usar o Halo, a IndyCar Series decidiu ser diferente, decidindo usar um Deflector, algo que faz lembrar o passado, pois os carros dos anos 60 e 70 usavam muito este tipo, mas era mais para proteger os pilotos do vento. 

Ontem e hoje, Scott Dixon deu algumas voltas na oval de Phoenix e ele tinha a "Visor Cam" no seu capacete, onde tirou imagens de como ele iria ver o novo dispositivo. Pelos vistos, não teve motivos de queixa do novo elemento...

O novo dispositivo aparecerá nos carros na temporada de 2019.

CNR: Fontes espera ter C3 R5 no Rali de Portugal

José Pedro Fontes espera que esta temporada do Nacional de ralis seja boa para ele, e espera guiar a nova máquina da Citroen. Numa entrevista publicada hoje no site AutoRacing, o piloto da Citroën Vodafone Team confirmou que tem expectativas altas sobre o C3 R5, acreditando que será uma importante mais-valia nesta temporada.

"São muito elevadas, neste momento todas as indicações que temos da Citroën Racing é que é um carro muito bem nascido e esperamos que seja um passo em frente. O DS3 foi um carro que teve, connosco, uma carreira de sucesso. É ainda competitivo, agora, como é óbvio os carros evoluem. Depois do DS3 vários carros têm-se mostrado muito competitivos e a expectativa que temos é que o C3 seja um carro que nos permita ter uma arma mais forte para encarar toda a época”, afirmou.

Quanto à data de estreia do novo carro em competição, Fontes deseja tê-lo no Rali de Portugal, em maio: “Para já a perspectiva que temos é que, com alguma certeza podemos vir a tê-lo para o Rali de Portugal. O carro está a acabar a fase de desenvolvimento, será homologado brevemente, e só depois desse processo passar é que podemos ter datas mais precisas. Mas será sempre no final de Abril ou início de Maio que teremos o carro”, disse.

A temporada começará nos dias 18 e 19 deste mês, com o rali Serras de Fafe.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O dia em que Hurley Haywood saiu do armário

Hurley Haywood é uma lenda da Endurance americana. Aos 69 anos de idade, o piloto que correu sobretudo em Porsches, venceu duas 12 Horas de Sebring (1973 e 1981) e por três vezes as 24 Horas de Le Mans, (1977,1983 e 1994). Para além disso, é o maior vencedor em Daytona, tendo estado no lugar mais alto do pódio por cinco ocasiões (1973, 1975, 1977, 1979, e 1991). E para além disso, teve participações na IndyCar, venceu por duas vezes o campeonato IMSA (1971-72) e o campeonato Trans-Am, em 1988, com o potente Audi 200 Quattro Turbo.

Na sua longa carreira, que terminou em 2012, correu muitas das vezes no Brumos Porsche, um 911, ao lado do seu compatriota Peter Gregg, que se suicidou aos 40 anos de idade, em 1980. A sua parceria era vista por muitos como "indestrutível", não só na pista como fora dela, pois ambos eram grandes amigos. Aliás, até partilhavam a mesma data de aniversário: 4 de maio.

Contudo, há algo interessante sobre a sua vida privada, um segredo aberto: Haywood é dos poucos pilotos de automóveis que são homossexuais. Sobre isso, ele sempre disse que era um assunto privado, do qual não merecia ser discutido em praça pública. Até que um dia, algures em 2015, uma entrevista mudou a sua vida. Um rapaz, que estava a acabar o liceu, pediu uma entrevista a Haywood para um trabalho de final de curso.

O rapaz, conta Haywood, "[estava a ser] muito profissional. Ele sentou, iniciou a entrevista e estava a fazer algumas perguntas muito boas. Mas, no meio do caminho, ele simplesmente ficou parado. Depois disse: 'Eu sofri bullying durante toda a minha vida. Todas as manhãs, quando acordo, penso em suicídio. Não tenho absolutamente nenhum respeito por mim mesmo'".

Imediatamente, Haywood passou de entrevistado para conselheiro. "Eu disse: 'Escuta, não é o que você é, é quem você é. É o que as pessoas lembram.

A conversa continuou. E quando terminou, Haywood diz que ele se sentiu muito bem com ele mesmo sobre a conversa que teve. 

Cerca de ano e meio depois, uma mulher telefonava a Haywood, dizendo-lhe "Você não me conhece, mas você deu uma entrevista ao filho sobre corridas e ... imediatamente pensei: 'Oh, Deus. O que aconteceu?' Então a mãe do jovem disse: 'Você salvou a vida do meu filho'" Ouvindo daquela mãe - bem, foi muito emocional. E eu pensei, se minha voz for forte o suficiente para ajudar um filho, pode ajudar duas crianças, ou cinco ou cem".

Questionado sobre se isso seria o fim do Hurley Haywood privado, ele sorri: "Bem, eu acho que é!"

Tudo isto surge numa altura em que ele está a em alta. A sua fotobiografia vai ser lançada no mês que vêm, que terá 420 páginas, e no final do ano um documentário sobre a sua vida, carreira e relação com Peter Gregg se estreará na televisão. Realizado por Derek Dodge e produzido por Patrick Dempsey, ali ele contará detalhes sobre ambos, especialmente as circunstâncias da sua morte, a 15 de dezembro de 1980.

Sobre isso, Haywood conta que Gregg sofria de um distúrbio mental do foro maníaco-depressivo, do qual ele acreditava que não precisava de medicamentos para o combater. E fala que havia uma história dessa na familia. A mãe de Gregg matou-se quando ele comemorava o seu sétimo aniversário, atirando-se para baixo de um comboio, depois de comprar o bolo de anos do filho.

"Peter achou que ele era muito inteligente para confiar na medicação", lembra Haywood. "Uma vez, Gregg alinhou suas pílulas de lítio em cima da mesa, para depois colocá-las no lixo. 'Eu sou mais forte do que qualquer droga', disse ele então. Ele pensou: 'eu posso lidar com isso sozinho'".

"Peter Perfect", seu apelido no automobilismo, dada a sua ultra-competitividade na pista, era em privado uma pessoa complexa e brilhante. Dez dias antes de se matar casou-se com Deborah Griggs, uma negociante de arte, então com 25 anos, e depois de se enviuvar, tornou-se piloto da IMSA ao longo da década de 80, com algum sucesso. No dia em que se matou, com uma pistola de calibre 38 na sua cabeça, deixou um bilhete de suicídio, onde escreveu: "Não consigo mais gozar a vida, tenho o direito a acabar com ela."

Haywood avança com uma explicação para o sucedido: "Peter não aceitou que tinha perdido competitividade".

O calendário das apresentações na Formula 1

Ainda faltam duas semanas para o inicio dos primeiros testes da pré-temporada, em Barcelona, mas já se pode delinear uma calendário para as apresentações dos carros de 2018, que terão como grande novidade a implementação do Halo nos seus cockpits. A Williams decidiu que iria ser a primeira a apresentar o seu novo carro, com o FW41 a ser mostrado a 15 de fevereiro em Londres. E vai ser o único a ser mostrado nessa semana, com Lance Stroll e Serguei Sirotkin como pilotos.

Na semana seguinte será apresentado o grosso dos carros, desde a Renault e a Sauber, passando pela Ferrari e a Mercedes, que serão apresentados no mesmo dia. As apresentações continuarão até ao dia 26 de fevereiro, data dos primeiros testes na capital catalã, que se prolongarão até ao dia 1 de março.

Eis o calendário, até agora:

Williams - 15 de fevereiro (Londres
Renault - 20 de fevereiro (não divulgado, provavelmente online)
Sauber - 20 de fevereiro (apresentação online)
Ferrari - 22 de fevereiro (apresentação online em Maranello)
Mercedes - 22 de fevereiro (Silverstone)
McLaren - 23 de fevereiro (não divulgado, provavelmente Woking e online)
Force India - 25 de fevereiro (Barcelona)
STR- 26 de fevereiro (não divulgado, provavelmente Barcelona)

Youtube Rally Testing: Os testes de João Barros para o Serras de Fafe

João Barros é mais um dos pilotos que vai participar no Rali Serras de Fafe, a prova de abertura do campeonato nacional de ralis. A pouco mais de uma semana do inicio da competição, Barros, tal como boa parte da concorrência, anda a testar nas estradas ao largo da cidade com o seu Ford Fiesta R5, navegado por Jorge Henriques.

O video é do Pedro Figueiredo, que também captou as imagens do Carlos Vieira a testar em Fafe com o seu Hyundai.

CNR: Teodósio corre de Fabia R5

Ricardo Teodósio, o piloto algarvio que sempre prendeu as atenções dos entusiastas dos ralis nacionais, pela sua condução espectacular, vai correr em 2018 ao volante de um Skoda Fabia R5 da ARC Sport, um projeto atraente, segundo ele, que concretiza um namoro antigo. 

Ao lado do navegador Jorge Teixeira, Teodósio não escondeu o seu entusiasmo por alinhar à partida do Serras de Fafe: “Esta é uma equipa em que sempre quisemos correr, e que sempre nos quis com eles! Num projeto como o nosso, é a equipa que nos dá todas as garantias para podermos atingir os nossos objetivos”, começou por dizer de declarações ao site sportmotores.com.

Para já, o Serras de Fafe e o Rali dos Açores, em março, estão já confirmados, mas Teodósio quer ter um projeto mais sólido, dependendo do desfecho das reuniões com alguns patrocinadores. “Este é um projeto a dois anos, dependente do que foi referido, em que o segundo ano, é aquele que assumidamente aponta ao título nacional”, afirmou.

Em relação ao Skoda Fabia R5, as suas impressões são positivas. “As impressões do carro são as melhores. O Ricardo até ficou surpreendido pela facilidade de colocação em curva do Skoda, e os mais de 100 Km de testes já efetuados permitiram encontrar o setup ideal para Fafe”, disse José Teixeira, o navegador.

O Rali Serras de Fafe, prova de abertura do campeonato nacional, terá lugar no fim de semana de 18 e 19 de fevereiro.


quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

McLaren descarta entrar na IndyCar nos próximos tempos

A participação de Fernando Alonso e da McLaren nas 500 Milhas de Indianápolis do ano passado fez com que seria possível um regresso da McLaren na Indy Car Series, quase 40 anos depois da sua última passagem pela categoria. Contudo, depois de alguns meses, Zak Brown decidiu colocar água na fervura neste assunto, dizendo que a prioridade neste momento é voltar a colocar a equipa nos pódios na Formula 1.

Os carros da Indy têm um aspecto fantástico mas é ainda muito cedo para entrarmos", comneçou por dizer. "Com todo o esforço que a equipa está a fazer para voltar a ter sucesso, qualquer tempo dispensado para pensar noutras competições é uma distração. Tenho de arranjar mais parceiros e o tempo que gastar a tentar encontrar uma equipa na Indy é tempo em que não estou a usar para angariar fundos para a equipa de Formula 1, que é a nossa grande prioridade", continuou. 

"Antes de pensarmos noutras categorias temos de nos concentrar em regressar aos pódios na Formula 1. É necessário estabelecer um plano a médio prazo, entender como o vamos fazer e se é sustentável.  Com tudo o que está a acontecer na Formula 1, dentro e fora da equipa, temos de estar atentos e fazer com que estejamos bem colocados para 2021. Por isso não antevejo a entrada para qualquer outra categoria antes disso“, concluiu.



Youtube Rally Teaser: O video de apresentação do Rali da Suécia

Dentro de dez dias vai acontecer o Rali da Suécia, segunda prova do campeonato do mundo de ralis, e o WRC já fez um video de apresentação da única prova do mundial que acontece inteiramente na neve.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

A imagem do dia



Esta terça-feira, seis de fevereiro de 2018, fez-se história. Pela primeira vez em meio século, um foguetão com energia equivalente ao Saturno V, levantou do Cabo Canaveral e colocou-se no espaço. Mas para celebrar este dia, fez-se algo mais interessante: um Tesla Roadster vermelho cereja, com o boneco de um astronauta a bordo e no painel de controlo, a frase "Don't Panic!" (Não Entrem em Pânico!), frase retirada do livro "The Hitchiker Guide To The Galaxy", de Douglas Adams.

Assisti ao lançamento ao vivo, e colocando de lado os gritos histéricos das pessoas que assistiram a tudo na sala de controlo da Space X, Elon Musk marcou imensos pontos na psique das pessoas. Algumas das aspirações para voltarmos ao espaço foram concretizadas, e o Falcon Heavy, que não é mais do que a junção de três Falcon 9, com 27 foguetões ao todo, tornou-se num foguetão viável. E mais: tudo correu na perfeição: os dois foguetões auxiliares voltaram à Terra. são e salvos.

E quanto ao carro? Agora vai rumo a Marte, colocar-se numa órbita que irá durar... a eternidade, se deixarem. É um símbolo, de uma certa forma. Todos andam a ver as imagens colocadas em direto do carro, a observar que a Terra é redonda (ao contrário de alguns que andam aí a defender o contrário...) e que, a partir daqui, a chance de voltarmos a explorar o espaço volta a acontecer. É um mundo que volta a abrir, uma revolução muitas vezes anunciada, e que agora irá acontecer.

CNR: Miguel Barbosa quer ser campeão

Miguel Barbosa entrou na sua terceira temporada nos ralis e encara 2018 como aquela temporada onde pretende ser campeão nacional com o seu Skoda Fabia R5 preparado pela Sports & You. Ao lado de Hugo Magalhães, e a uma semana e meia da primeira prova do ano, em Fafe, Barbosa assume que agora está preparado para o assalto ao título.

"Este projeto foi delineado a três anos. Nos últimos anos ficámos sempre em terceiro. Temos vindo a evoluir. Sabemos que esta vai muito provavelmente ser a temporada mais competitiva dos últimos 10 anos, o que para nós é também uma enorme motivação. Estamos conscientes das dificuldades que temos pela frente e do ano competitivo que nos espera", começou por dizer.

"Os dois primeiros anos foram aquilo que eu esperava. A modalidade é bastante exigente e difícil. O primeiro ano foi de adaptação e descoberta do que são os ralis. O segundo ano foi de altos e baixos, mas com um nível de performance mais elevado. Ao andarmos mais rápidos fomos surpreendidos por situações novas o que é natural. Este ano é tentar juntar as peças todas e o objetivo é lutar pelo campeonato", continuou.

Num campeonato com provas distribuídas por asfalto e terra, Barbosa não esconde que "sou adepto das pistas de terra, mas reconheço que temos de estar preparados para andar nos dois, embora e curiosamente a vitória que conquistei foi em asfalto, no rali da Madeira de 2017. De qualquer modo, gostava que houvesse equilíbrio no campeonato de provas de terra e asfalto o que não acontece de momento", concluiu.