quarta-feira, 3 de junho de 2015

Formula E: António Garcia volta em Moscovo

O espanhol Antonio Garcia voltará a correr para a China Racing na próxima corrida da temporada da Formula E, em Moscovo. O piloto de 34 anos (fará 35 nesta sexta-feira) substituirá Charles Pic, que correu nas últimas quatro corridas da categoria.

O piloto espanhol será uma das duas alterações que acontecerá na ronda russa, sendo que a segunda alteração será a do britânico Justin Wilson, que vai correr pela Andretti Autosport, no lugar de Scott Speed.

Garcia já correu pela China Racing na ronda uruguaia de Punta del Leste, no passado mês de dezembro, onde conseguiu o 11º posto. 

E no Nobres do Grid deste mês...

Quem acompanha o dia-a-dia da Formula 1 conhece as especulações sobre uma possível entrada da Audi na categoria máxima do automobilismo. Desde há mais de um ano que se fala que o construtor alemão, um dos mais poderosos do mundo, poderia abandonar a Endurance - onde ganhou tudo na última década e meia – bem como o DTM para apostar todas as fichas na Formula 1 através da Red Bull, da mesma maneira que a Honda fez à McLaren, a partir deste ano. E já havia números para uma coisa destas: duzentos milhões de euros, numa ofensiva chefiada por Stefano Domenicalli, antigo diretor desportivo da Ferrari, despedido da Scuderia no inicio de 2014.

Para melhorar as coisas, as noticias da saída de Ferdinand Piech do cargo de presidente e conselheiro do Grupo VAG, há cerca de duas semanas, seriam a noticia de que tinha sido removido o último obstáculo da marca em apostar na Formula 1, pois é algo que Piech sempre foi contra, preferindo apostar na Endurance e em Le Mans. Para terem uma ideia, foi Piech, atualmente com 73 anos, que teve a ideia de construir o modelo Porsche 917, em 1969, o primeiro modelo que construiu a reputação da marca de Estugarda nas corridas de linga distância e ajudou a fazer da Porsche a marca mais vencedora em La Sarthe.

E se isso não bastasse, a Red Bull anda há meses a "implorar" para que a Audi entre por lá para evitar que eles abandonem a Formula 1. Quem o diz é o prório Helmut Marko, que já anda há tempos a dizer que não quer mais os motores Renault, que o fizeram com que este ano ante a lutar por posições pontuáveis... com a Toro Rosso.

"Se não tivermos um motor competitivo num futuro próximo, então, ou Audi chega ou estamos fora", disse Marko à BBC Sport no fim de semana de Barcelona.

"Há tantos rumores. Oficialmente não existem nem pedidos ou conversações. O Grupo Vokswagen primeiro tem que resolver quem será o novo chefe, e quando eles tiverem resolvido todas estas coisas talvez então eles podem pensar sobre o que estão a fazer no automobilismo", concluiu. (...)

Desde há alguns anos a esta parte que se fala na ideia da chegada do grupo VAG ou da Audi à Formula 1, seja por várias incarnações. Seja por uma marca do grupo, como a Audi ou a Volkswagen, ou pela Audi, ela mesma, mas essas ideias foram vetadas por Ferdinand Piech, o lendário CEO da Volkswagen e da Porsche, um dos netos do fundador e notório entusiasta da Endurance.

Contudo, com a saída de cena de Piech, as especulações aumentaram nesse campo, especialmente quando se sabe que há duas marcas do grupo na Endurance, a Audi e a Porsche, e muitos afirmam que uma delas deveria sair dali para rumar à Formula 1, ao serviço da Red Bull. Até Bernie Ecclestone queria que eles fossem correr para lá. Contudo, estas movimentações parecem que demonstram um desespero da categoria máxima do automobilismo de ter mais construtores a correr por lá perante outras categorias que começam a crescer a a atrair mais marcas, como a própria Endurance, que este ano já têm quatro construtores, com a entrada da Nissan.

Tudo isso e mais, no Nobres do Grid deste mês.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Noticias: IndyCar ajusta kit aerodinâmico para Texas


A oval texana é considerada como uma das mais velozes da IndyCar, e por causa disso, a organização decidiu colocar mais uma peça nos kits aerodinâmicos dos carros, para evitar os voos que aconteceram durante as qualificações das 500 Milhas de Indianápolis. A medida foi anunciada hoje pela organização.

"Este tem sido um esforço de colaboração com os fabricantes e eles têm estado a trabalhar sobre estes [kits aerodinâmicos] desde as qualificações das 500 Milhas de Indianápolis", disse Will Phillips, vice-presidente da IndyCar para a área da tecnologia. "Estes painéis de fechamento servirão como um bloqueador para que o ar não possa fluir através de recobrimento das rodas traseiras. Em última análise, isto irá aumentar o ponto em que os carros irão experimentar uma elevação quando [o ar] viajar para trás", concluiu.


A oval texana vai ser a primeira de três passagens que o pelotão da IndyCar irá passar durante a temporada, sendo as outras duas as ovais de Pocono e Fontana, ambos na Califórnia.

"Eu creio que eles encontraram uma forma eficaz de reduzir e eliminar a elevação que causou tantos problemas durante a qualificação em Indianápolis", disse Eddie Gossage, o presidente da Texas Motor Speedway. "Esta é uma abordagem lógica para atacar este problema e espero que não veremos esse problema aqui no Texas. Acho que este é um passo na direção certa", concluiu.

A IndyCar vai correr na oval texana neste fim de semana.

A foto do dia

Já lá vão 45 anos. E para mim, se alguém quer colocar os olhos num exemplo de que, com trabalho árduo se alcançam grandes resultados, este é um bom exemplo. Admiro-o há muito tempo, pelo que fez, pela sua facilidade em fazer as coisas, pela sua capacidade de perceber o que estava à sua volta, mas um dia, quando lia uma entrevista do americano Tyler Alexander, um dos fundadores da equipa com o seu nome, fiquei ainda mais admirador das suas qualidades.

"Se tinha um ego, nunca o mostrou. Mas era o líder, sem dúvida alguma, e confiávamos nele totalmente. Se ele viesse ter contigo numa manhã e dissesse 'OK pessoal, alinhem numa unica fila, porque hoje vamos marchar no deserto do Sahara', nós nem perguntávamos porquê, simplesmente seguiamo-o."

Teve tempo para grandes feitos. Querem saber? OK, foi o primeiro vencedor da sua equipa na Formula 1. Ganhou corridas e campeonatos na Can-Am. Venceu as 24 Horas de Le Mans com um compatriota seu, Chris Amon. O dominio dos seus carros na competição americana era tal que a imprensa começou a apelidar de "The Bruce and Denny Show", sendo que o outro nome era outro compatriota seu, Dennis Hulme.

Bastaram apenas 32 anos. Mas também, para marcar o seu lugar na história, não é preciso muito mais. Os que morrem mais jovens brilham muito mais no céu, quais estrelas cadentes. E têm o seu lugar garantido na História.

As ambições de Bruno Magalhães e José Pedro Fontes

O rali dos Açores vai arrancar no final da semana em Ponta Delgada, e um dos favoritos à vitória é Bruno Magalhães, que já venceu este rali por duas vezes (2008 e 2010), e pretende fazer um bom resultado nesta primeira competição de uma temporada que vai estar concentrada no Europeu de ralis.

O piloto de 34 anos, que vai alinhar com um Peugeot 208 Ti16, entende "que um lugar no pódio é um resultado viável e para o qual vou lutar. Estou muito motivado para conseguir um bom resultado logo no primeiro rali e sobretudo numa prova em 'casa' e que conheço bem", afirmou. 

Apesar de ele não ser o único português entre os favoritos à vitória - temos Ricardo Moura, por exemplo - para este desafio o piloto esteve nas últimas semanas a fazer testes com a sua máquina, e ao todo fez “cerca de 50 quilómetros e parece que está tudo bem e apostos para o rali. O carro voltou a mostrar a sua boa performance. Apesar de estar afastado da competição há vários meses estou confiante que tudo vai correr pelo melhor", concluiu.

Outro dos pilotos presentes neste rali dos Açores vai ser José Pedro Fontes, o atual líder do campeonato nacional de ralis. A bordo do seu Citroen DS3 R5, o piloto quererá defender a liderança, após as duas vitórias nos últimos dois ralis do campeonato: Guimarães e Castelo Branco.

“A nossa aposta é estar na luta pela vitória, mas de olhos postos no campeonato, que é o principal objetivo desta época. Reconheço que se trata de um rali complicado e no qual eu não participo há já vários anos. É conhecido o valor dos nossos rivais que, paralelamente, têm um conhecimento muito profundo deste rali e isso representa claramente uma vantagem. Porém, é uma prova de que gosto muito, que tem um ambiente fantástico e que me dá muito prazer disputar”, afirmou.

O rali dos Açores, quarta prova do europeu desta temporada, irá ter duas etapas e 17 especiais de classificação num total de 226 quilómetros. A prova irá para a estrada nesta quinta-feira com a 'qualifying stage" e terminará no Sábado.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

A foto do dia

Há precisamente 35 anos, em Jarama, o australiano Alan Jones comemorava a vitória uma corrida... que não existiu. Nessa altura, a Formula 1 viveu uma crise de poder. De quem mandava em quem, entre Jean-Marie Balestre e Bernie Ecclestone.

Por essa altura, o dirigente francês já queria impor as suas regras aos pilotos e às equipas, algo que era contestado por Ecclestone, o patrão da Brabham. Os detalhes que levaram a este acontecimento podem ser lidos com detalhe por aqui, na matéria que escrevi hoje para a Vavel Portugal.

O assunto foi resolvido dias depois com uma espécie de solução de compromisso, onde nenhuma das duas partes quis perder a face. As equipas queriam ter a sua parte nas receitas televisivas, que começavam a ser enormes, e a FISA não queria perder esse filão. Mas a distribuição de dinheiros era a parte mais complicada, e as personalidades de ambos colidiam. Cada um adorava ser arrogante e tinha tiques ditatoriais, querendo impor a sua vontade. As colisões eram inevitáveis, e em 1980, foram muitos.

Mas o que se pensava que foi um mau momento, não passou mais do que o primeiro episódio de algo mais grave ao automobilismo, e o risco de cisão foi muito forte. Balestre quis impor regras contra as equipas, como por exemplo o banimento das saias laterais e uma diferença de seis milímetros entre o chão e o chassis, para diminuir o efeito-solo. Ecclestone chegou a pensar em criar uma competição própria, só com motores Cosworth e sem equipas de fábrica, sem turbos e sem a Ferrari. Chegou a haver mais uma corrida "pirata", o GP da África do Sul de 1981, mas cedo se chegou à conclusão de que isso prejudicaria a Formula 1, ao ponto de fabricantes de pneus e outros patrocinadores ameaçarem abandonar a competição, caso as duas partes não chegassem a acordo.

Teve de ser um terceiro "GP pirata", em Imola, em 1982, que assentou as coisas naquilo que hoje em dia chamamos de Acorod da Concórdia. E todos tem seguido desde então.

Youtube Racing Demonstration: Max leva Jos a uma volta em Spa


Uma semana depois de Max Verstappen ter guiado com o seu pai ao seu lado, nas ruas do Mónaco, ambos estiveram este domingo em Spa-Francochamps em mais uma demonstração, desta vez do Renault RS01 de Sport, durante o fim de semana da World Series by Renault, que teve lugar no circuito belga.

E parece que desta vez, Jos Verstappen esteve mais calmo enquanto que era guiado pelo filho pelo mitico circuito belga, onde em 1996 teve um acidente bem forte...

Esta, quem mo mandou foi o Julio Cezar Kronbauer.

Youtube Motorsport Presentation: O Nissan LMP1 na garagem de Jay Leno

Em mês de Le Mans, toda a gente já sabe sobre o projeto da Nissan na categoria LMP1 e as expectativas que existem sobre ele. Há quem diga que vai ser um fracasso espectacular, e há quem afirma que até terá um desempenho decente. Mas no meio disto tudo, o carro esteve presente em mais um episódio do "Jay Leno's Garage", o programa que o apresentador americano tem na Net, ele que é um notório "petrolhead".


Ali, o carro é exibido e há uma entrevista com Zak Eakin, o engenheiro-chefe da marca, onde ele mostra as características de um carro que, em muitos aspectos, é revolucionário. Mas como muita gente sabe, revolucionário nem sempre significa eficaz.

Sentem-se e tirem 25 minutos do vosso tempo para verem o programa, que vale a pena.

Youtube Video Tribute: A "carreira" de Pastor Maldonado


Este fim de semana também soube que apareceu um video feito por um fã sobre a carreira de Pastor Maldonado. E em meros doze minutos, podemos ver um verdadeiro tributo sobre como não ser piloto de Formula 1, e como as suas prestações na pista parecem inspirar toda uma geração. Basta verem as asneiras desde fim de semana na ronda da Formula 3 em Monza...

Enfim, deixo-vos o video. Espero que gostem.

Youtube Movie Trailer: A história não contada de Niki Lauda

Esta vi ontem. Parece que o filão automobilístico está em força nos cinemas, e contar a história de Niki Lauda ainda vale a pena, quase dois anos depois de "Rush". Este documentário, que tem o previsível título de "A História não contada de Niki Lauda", fala sobre a sua carreira, o seu acidente de Nurburgring, e claro, aquilo que a Formula 1 passou em termos de segurança desde os anos 60 até chegarmos onde estamos.

Eis o trailer. Parece que o filme anda por aí, tenho de o procurar.

domingo, 31 de maio de 2015

A foto do dia (III)

Recordado Andrea de Cesaris naquilo que melhor sabia. Neste caso, no GP da Austria de 1985. 

Se estivesse vivo, teria hoje 56 anos. E temos saudades desse mito!

A foto do dia (II)

Colin Chapman deve ser dos construtores mais notáveis da segunda metade do século XX. Mais do que ter feito uma marca de automóveis que levou à pratica o seu mantra de "simplicidade adicionada à leveza", os seus carros de competição, especialmente na Formula 1, lhe deram oito títulos mundiais entre 1963 e 1978. E no meio disto tudo, ninguém teve maior impacto na história do que o escocês Jim Clark. Mais do que a relação de pai-filho entre os dois, mais do que os dois títulos mundiais na Formula 1, em 1963 e 1965 - vencidas de forma dominante - o momento mais importante dessa relação foi a que aconteceu a 31 de maio desse ano, faz hoje 50 anos: as 500 Milhas de Indianápolis.

Desde 1958 que a Formula 1 tinha-se convertido ao motor traseiro graças aos Cooper, mas no inicio da década de 60, quando todos na Europa já usavam, os Estados Unidos ainda estavam agarrados aos carros de motor dianteiro, que eram limitados, comparados com os carros de motor traseiro.

Desde 1963 que Chapman queria vencer Indianápolis por um motivo: era a corrida mais rica do campeonato. Era o equivalente a vencer um campeonato do mundo e claro, vencer ali seria muito importante para vender mais carros da sua marca no mercado americano. Clark esteve para vencer em 1963 e 1964, mas problemas mecânicos o impediram de alcançar esse feito, em corridas vencidas por carros com motor à frente.


Em 1965, tudo mudou: Chapman desenhou o modelo 38, com a ajuda de Len Terry, e com motor Ford nas suas costas, Clark qualificou o carro tranquilamente na primeira fila (A.J. Foyt fez a pole-position) e dominou em 190 das 200 voltas que constituíram essa corrida e assim fez história, sendo o primeiro carro de motor traseiro a vencer no "Brickyard", mas também o primeiro estrangeiro a vencer desde 1946, com o canadiano Geroge Robertson. Mas o mais interessante é que isso foi "mais um feito" para o escocês, que abdicou de participar no GP do Mónaco, mas isso não impediu de vencer o mundial de Formula 1, com cinco vitórias no campeonato.

E a partir dali, nunca mais um carro de motor frontal venceu em Indianápolis. Hoje em dia, os americanos reconhecem que é um dos carros marcantes da história do automobilismo do seu país. E temos de entender que eles raramente aceitam génios de outras paragens...

Youtube Motorsport Crash: Mais acidentes na Formula 3 em Monza

O fim de semana da Formula 3 em Monza foi tudo menos pacifico. Pensava-se que acidentes como o de Lance Stroll, como vieram ontem, não iriamos ver na corrida de hoje, mas parece que as coisas não poderiam ser pior. É que hoje, o carro de Michele Beretta deu mais unas cambalhotas a caminho da primeira chicane, acabando com o carro todo destruído.

Definitivamente, parece que adoram destruir carros...

Youtube Rally Presentation: Os japoneses da Toyota WRC


A Toyota prepara-se afincadamente para entrar no WRC em 2017. E se toda a gente saber que o monegasco Olivier Camili, o finlândes Teemu Suninen e o francês Stephane Sarrazin estão nas estradas europeias a testar os componentes do modelo Yaris WRC, a casa japonesa afirmou que ainda haveria pilotos nipónicos a ajudar nesse quesito, como pilotos de desenvolvimento.

E eles são jovens, com grande margem de progressão. Daiki Arai têm 21 anos e é o filho de Toshi Arai, enquanto que Takamoto Katsuta, de 22 anos, estão na Europa para aprenderem técnicas de pilotagem com Tommi Makkinen e Mikko Hirvonen, no sentido de melhorarem as suas prestações para o futuro. E isso vai passar por participações no WRC, mais concretamente nos Ralis da Polónia e da Finlândia, bem como nos ralis que constituem o Europeu de Ralis.

Até lá, eis um video dos treinos destes pilotos em paragens finlandesas. Interessantemente, eles treinam em... Subarus.

A foto do dia

Já esperava por este dia há muito tempo, apesar de não seguir o motociclismo como sigo o automobilismo. Mas como sou amigo pessoal do Duarte Cancela de Abreu, que trata da acessoria de imprensa do piloto de vinte anos, creio que a primeira vitória de Miguel Oliveira na Moto3, em Mugello, merece o seu destaque.

Hoje, ele concretizou o seu sonho. E era expectável desde que se tinha transferido para a Red Bull KTM Ajo, depois de duas temporadas na Mahindra. As ameaças já tinham sido feitas, especialmente com a pole-position em Termas de Rio Hondo, na Argentina, e hoje, depois de partir da 12ª posição na grelha, conseguiu segurar os ataques de Danny Kent, depois de alcançar a liderança, a pouco mais de doze voltas do fim.

É um feito incrivel e inédito para o motociclismo português, mas poderia ter acontecido há mais tempo. Um exemplo que dou é que há cinco anos, ele dividia rodas com o espanhol Maverick Viñales para o campeonato de Espanha de 125cc, vencido pelo último por meros dois pontos (creio) e agora, Maverick divide a grelha com Jorge Lorenzo e Valentino Rossi na MotoGP, embora este seja o seu ano de estreia na categoria principal.

Mas agora, creio que ele esteja suficientemente maduro para estar nos lugares da frente e lutar pela vitória. Tem as melhores condições que poderia ter desde que começou esta aventura na Moto3, em 2011. E desde então, conseguiu cinco pódios, duas pole-positions e cinco voltas mais rápidas. Pode ter demorado, mas chegou. Agora falta o resto: mais bons resultados e a melhor temporada de sempre. É agora quarto no campeonato, mas está a meros doze pontos do segundo classificado, pois parece que Danny Kent é inalcançável (tem 124 pontos, contra os 66 do português).

Mas independentemente do futuro que o reserva, este está a ser um dos dias mais gloriosos do motociclismo português.