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domingo, 13 de outubro de 2019

Youtube Motorsport Video: A apresentação da Bathurst 1000 2019

Este é um fim de semana bem carregadinho, e a noite deste domingo começa com o Bathurst 1000, a priva de turismos mais importante da Austrália. Correndo no Mount Panorama, é provavelmente, das provas mais míticas que o automobilismo criou, a menos conhecida.

E desde há uns anos a esta parte, a Fox Sports Australia, que transmite a prova, faz estes videos, que ajudam um pouco a carregar o mito de Bathurst. E este ano não é diferente. Ora vejam. 

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A imagem do dia (II)

Passam hoje exatamente 20 anos sobre o momento em que Portugal entrou na história da Formula 1. Não tanto em termos de circuitos - isso já tinha sido feito em 1958, na Boavista - mas sim quando um piloto chegou aos pontos num Grande Prémio de Formula 1. E para o próprio piloto, este desfecho foi o culminar de algo que começou em maio de 1994.

Campeão da Formula 3 alemã em 1992, vice-campeão da Formula 3000 em 1993, Pedro Lamy chegou à categoria máxima do automobilismo em setembro desse ano, pela Lotus, que procurava um substituto para Alex Zanardi, que se tinha lesionado no GP da Bélgica desse ano. A estreia de Lamy aconteceu em Monza, e não comprometeu, conseguindo andar ao nível do seu companheiro, Johnny Herbert. E a mesma coisa iria acontecer no inicio de 1994, com um oitavo lugar no GP do Pacifico, que naquela altura ainda não dava pontos.

Mas a 24 de maio de 1994, o desastre aconteceu quando perdeu o controlo do seu Lotus no circuito de Silverstone. Nunca houve fotos, mas uma descrição desse dia indicava que a asa traseira se soltou, e ele embateu numa ponta na zona de Abbey, destruindo o carro, indo parar fora da pista. Lamy, então com 22 anos, partiu ambas as pernas e deitou fora o resto da sua temporada.

A partir dali, foi mais de um ano de reabilitação, com o objetivo único de regressar à Formula 1. Uma reabilitação feita na Alemanha e na Áustria, no sentido de ficar em forma o melhor possível e tentar a sua sorte na categoria máxima do automobilismo, numa espécie de contas por soldar. E isso aconteceu a meio de 1995, quando substituiu Pierluigi Martini. E com o Minardi do fim da tabela - apenas melhor do que Forti e Pacific - conseguiu alguns resultados meritórios, como um nono posto em Budapeste e Nurburgring.

Mas foi em Adelaide que foi a sua corrida. 17º na grelha, dois lugares abaixo de Luca Badoer, seu companheiro de equipa, suportou o calor australiano e uma pista citadina em que, se saisse fora da linha, era capaz de se despistar a bater na parede. Nem sempre conseguiu escapar das armadilhas - despistou-se a meio da corrida, mas pode prosseguir - conseguiu no final um meritório sexto posto, a três voltas do vencedor, Damon Hill. Foi uma grande festa na boxe, pois não pontuavam desde o GP de França de 1994, quando Pierluigi Martini acabou a corrida no quinto posto.

Houve consequências: a FIA deu-lhes dinheiro para a equipa, os custos de transporte foram aliviados, pois entraram no "top ten", e o piloto português pode ficar mais uma temporada na marca sem problemas. E 1996 foi a sua primeira temporada a tempo inteiro na equipa de Faenza. E a última...

Mas não fazia mal, pois tinha entrado na história da Formula 1, e do automobilismo deste país. Vinte ano depois, este piloto com cara de garoto ainda dá cartas na Endurance, ao serviço da Aston Martin, e é considerado como um dos melhores veteranos, com uma rica carreira, que teve também passagens pela Endurance, com dois segundos lugares nas 24 Horas de Le Mans.

A imagem do dia

Mika Hakkinen têm uma longa carreira recheada de êxitos. Bicampeão do mundo, Michael Schumacher disse certa vez que foi o adversário que mais temeu em pista ao longo da sua carreira. E como sabem, em 1998 e 1999 conseguiu batê-lo e lutou como pôde em 2000, incluindo aquela fabulosa ultrapassagem em Spa-Francochamps.

Mas nada disso poderia ter acontecido caso Hakkinen não tivesse sobrevivido ao acidente que teve em Adelaide, na Austrália, fez vinte anos esta terça-feira. Se um bombeiro não tivesse feito uma traqueotomia de emergência naquela sexta-feira à tarde, nunca teríamos visto a segunda parte da sua carreira e lamentaríamos o desaparecimento precoce de um talento automobilístico, como lamentamos pilotos como Roger Williamson ou Francois Cevért, por exemplo. 

O acidente de Hakkinen foi mesmo forte, e mesmo grave. Causada por um furo lento, no impacto, quebrou não só o seu nariz, como os danos bloquearam as suas vias respiratórias, que o impediam de respirar. E também quase por milagre que o finlandês não quebrou o seu pescoço, pois as forças G foram bem fortes naquele impacto que sofreu contra a barreira de pneus na pista australiana.

No final, a história de Hakkinen foi uma excepção, se quiserem. Conhecemos os casos de pilotos que após um choque, não recuperam totalmente aquilo que eram dantes - como muitos falam de Felipe Massa, por exemplo - mas no caso dele, foi ao contrário: tirando nove pódios, todas as vitórias, poles e voltas mais rápidas foram conseguidas após o acidente em Adelaide. 

De uma certa maneira, parece que houve males que vieram por bem. Mas há vinte anos, a sua bela carreira poderia não ter acontecido.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

A imagem do dia

Enquanto que nós aproveitamos o verão em todo o seu esplendor, no hemisfério sul, é inverno. E se é raro nevar na Austrália, acontece. Esta sexta-feira, a zona da Barthurst acordou com uma paisagem branca à volta do circuito de Mount Panorama, graças a uma frente gelada de grandes proporções, que afetou o estado de Nova Gales do Sul e partes de Queensland.

Alguns carros foram apanhados na tempestade, pois iria haver um evento corporativo para aquele dia. E tudo isto acontece a dois meses do Bathurst 1000, a prova que é o ponto alto do automobilismo australiano.

Uma paisagem diferente, sem dúvida.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Youtube Music Ad: Harlem Shake, versão V8 australianos


Adeus "Gangnam Style", olá "Harlem Shake". Parece que este é agora o clip do momento, os movimentos do momento. E nos últimos dias, o pessoal que anda a fazer videos sobre esta musica tem tido acessos monstruosos, da casa das dezenas de milhares, pelo menos. 

E uma das versões que apareceu no Youtube foi nos V8 australianos, com a equipa Red Bull 888. São apenas 30 segundos, mas é essa a média dos videos. Pequenos, mas virais.

Será que vai acontecer o mesmo à Formula 1?

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Youtube video: A lenda de Bathurst


No passado domingo, enquanto esperava pelo GP do Japão de Formula 1, estive acordado toda a noite para ver a Bathurst 1000, a mais importante prova do automobilismo na Austrália. Eu julgava que ira ser uma calma corrida de duas horas e meia, mas acabou ao fim de... seis horas e meia. Uma verdadeira prova de Endurance!

A prova foi transmitida pela tv australiana e mais algumas espalhadas um pouco por todo o mundo, mas também houve um canal disponiblizado pelo Youtube, onde se pôde assistir à corrida tranquilamente na cama - como fiz.

Este ano, foi o 50º aniversário da mitica corrida no Mount Panorama, e a Seven australiana, que transmitiu a corrida, fez uma apresentação de todas as lendas que lá correram ao longo deste tempo todo. Uma corrida que deu a conhecer pilotos como Alan Moffat, Larry Perkins, Craig Lowndes, Mark Skaiffe e Peter Brock, morto em 2006 na Tasmânia.

O video vale a pena ver. A dica é do Thiago Raposo, do velocidade.org

sábado, 25 de agosto de 2012

Noticias: Piloto local morre em prova australiana

Um piloto local moreu esta manhã no despiste do seu carro no Targa Rally de Adeleide, informou a organização da prova. Adam Plate, um veterano nestas andanças, perdeu o controlo do seu carro, um Mitsubishi Evo IX, na localidade de Chandlers Hill, bateu numa árvore antes de cair numa valeta.

O piloto foi socorrido pelos serviços de emergência locais, mas não conseguiram salvá-lo. O seu navegador, Patrick Chan, escapou ileso.

A organização decidiu continuar com a realização da prova por pedido expresso da familia do piloto falecido.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Formula 1 em Cartoons (II): GP Austrália (GP Toons)

A visão do nosso amigo Hector Garcia, do Grand Prix Toons, sobre o GP da Austrália, mostra-nos Jenson Button a bordo de um enorme canguru, na sua bolsa marsupial, representando o primeiro prémio, enquanto que um encolerizado Lewis Hamilton e um - menos zangado - Sebastian Vettel atiram cangurus de peluche, lixados da vida pelo facto de Button ter sido mais esperto do que eles...

De facto, Button começou bem o ano. E na semana que vêm, em Sepang? 

domingo, 18 de março de 2012

Formula 1 em Cartoons - O drama de Maldonado (Pilotoons)

O acidente de Pastor Maldonado, na última volta do GP da Austrália, quando pressionava Fernando Alonso para o quinto lugar, pode ter decepcionado muitos e zangado outros tantos, mas merece o nosso respeito. Arriscou e perdeu, mas poderia ter ganho. Não desistiu, embora podia ter sido mais pragmático e ficado com um sexto lugar que por si só, já valia mais do que todos os pontos conquistados pelo velho tio Frank em 2011.

E o Bruno Mantovani, no seu Pilotoons, demonstrou isso mesmo neste excelente desenho. Ao Pastor, melhor sorte para a próxima. E um pouco mais de frieza.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Formula 1 2012 - Ronda 1, Austrália (Treinos)

E depois de especulações nos jornais e na TV, testes, peças que tiveram de ser arranjadas à ultima da hora e despedimentos a poucas semanas do inicio do campeonato, começou a temporada de 2012 da Formula 1. O primeiro de vinte (?) finais de semana da categoria máxima do automobilismo, começou com tempo nublado e pista húmida, o que fez com que alguns carros ficassem nas boxes, esperando que a pista secasse. Alguns aventuraram-se na pista, mas depois de uma volta, regressaram ao local de partida, esperando que secasse mais um pouco.

Todos pensavam assim... excepto a HRT. De facto, Narain Karthikeyan tentou dar umas voltas, mas depois o carro ficou em pane, depois de um problema com a injeção de combustivel. Isto, numa altura em que nas horas anteriores aos primeiros treinos livres, a equipa tinha pedido aos técnicos e comissários da FIA para que adiassem a sua passagem, porque o carro... ainda não estava pronto. Sim, não é ainda a Andrea Moda, mas para lá caminha.

Outro dos grandes problemas aconteceu na Lotus, quando o regressado Kimi Raikkonen, depois de dar uma volta na pista, regressou às boxes para que mudassem... a coluna de direção, que não funcionava como devia de ser. E deveria ter sido grave, para que ele ficasse nas boxes durante esse tempo todo. No final, disse: “É o que é e vou tentar fazer o meu melhor com isso. Parece que funciona bem nalguns circuitos, mas em determinadas condições e nalguns locais pode dar-nos alguns problemas, mas espero que antes da próxima corrida possamos ter uma nova e tudo fique bem”. Contudo, ele tem plena consciência de que este não vai ser um grande final de semana. Logo agora que tinha regressado depois de dois anos de ralis...

Mas depois do asfalto secar, os resultados apareceram. E os melhores nesta sessão foram os McLaren, com Jenson Button na frente de Lewis Hamilton. Michael Schumacher foi o terceiro no seu Mercedes, demonstrando boa forma aos 43 anos, ficando na frente do Ferrari de Fernando Alonso e o Red Bull  de Mark Webber, que "jogando em casa", foi melhor do que Sebastian Vettel, apenas 11º. Nico Rosberg foi sexto, e outro piloto que "joga em casa", Daniel Ricciardo, foi o sétimo no seu Toro Rosso, na frente do Williams de Pastor Maldonado. Kimi Raikkonen, apesar dos seus problemas com a direção assistida, marcou o nono tempo, e Kamui Kobayashi ficou com o décimo, no seu Sauber-Ferrari. 

A segunda sessão foi, em alguns aspectos, uma fotocópia da primeira: choveu entre sessões e o asfalto estava húmido nos primeiros minutos, fazendo com que os pilotos ficassem nas boxes, esperando que o asfalto secasse. Quando isso aconteceu, Sergio Perez foi dos primeiros a mercar um tempo decente, mas depois andou o resto a fazer o seu melhor, uns escondendo o jogo, outros nem tanto. No final, Michael Schumacher foi o melhor, com o tempo de 1.29,183 segundos, um tempo 109 centésimos mais veloz do que o Force India de Nico Hulkenberg, e um segundo mais veloz do que o Sauber de Sergio Perez.

Depois apareceu o Ferrari de Fernando Alonso, com o Sauber-Ferrari de Kamui Kobayashi, que apesar de um despiste na última volta lançada, conseguiu o quinto melhor tempo, na frente do Force India de Paul di Resta. Felipe Massa foi o sétimo e o Caterham de Heiki "Angry Bird" Kovalainen o oitavo. A fechar o "top ten" nesta sessão ficaram o segundo Mercedes de Nico Rosberg e o Red-Bull de Sebastian Vettel, o bicampeão do mundo.

Apesar da McLaren não terem feito grandes tempos desta vez - Hamilton foi 15º e Button ficou imediatamente a seguir - Lewis Hamilton mostrou-se confiante que a qualificação será boa para as cores de Woking: “Passámos a manhã a assegurar-nos de que os pneus funcionavam bem. Depois, na tarde, não rodámos com o piso molhado porque as previsões meteorológicas apontam para o resto de fim de semana seco. Nestas circunstâncias, é importante manter a calma, cuidar do carro e concentrarmo-nos no resto do fim de semana”, começou por referir Hamilton.

Penso que o nosso carro estará lá (na luta) ou perto, mas como nos testes, não sabemos as cargas de combustível com que os outros rodaram: parece muito renhido entre nós, a Red Bull e a Mercedes. Estou imensamente entusiasmado para ver como vai decorrer o resto do fim de semana”, acrescentou.

Na cauda do pelotão, os suspeitos do costume: Marrussia e HRT. Apenas Karthikeyan rodou nesta segunda sessão, e fez um tempo... 13 segundos mais lento do que a concorrência. E claro, Pedro de la Rosa não marcou tempo. As suspeitas de que eles não alinharão na corrida devido ao fato de estarem bem acima do limite dos 107 por cento são mais do que legítimas. Mas teremos de esperar pela qualificação para termos mais certezas. Aliás, como em relação ao resto do pelotão. 

E é isso que boa parte do mundo vai fazer esta noite: ficará acordado, à frente das suas televisões ou computadores, para ver o que esta gente vai fazer na qualificação. E o que esse equilibrio de forças nos trará e até que ponto o boletim meteorológico terá influência. 

domingo, 4 de março de 2012

GP Memória - Austrália 2002


Depois de uma temporada onde Michael Schumacher praticamente garantiu a conquista do seu quarto título mundial muito antes do final do ano, esperava-se que a concorrência desse mais alguma luta no campeonato do mundo de 2002. Com Schumacher e Rubens Barrichello firmes na Scuderia, e a Williams a manter Ralf Schumacher e o colombiano Juan Pablo Montoya, os principais contendores do título daquele ano, havia muitas novidades no pelotão, e a maior de todas era a chegada de um novo construtor: a Toyota.

A construtora japonesa tinha-se preparado durante um ano, com um chassis desenhado por Gustav Brunner, e com pilotos de meio do pelotão, mas muito bons a desenvolver carros como o finlandês Mika Salo e o escocês Alan McNish. Os objetivos não eram ambiciosos, mas esperavam pontuar algumas vezes durante a temporada, para assim depois poderem pensar em pódios e vitórias a partir da temporada seguinte. (...)

(...) A partida foi caótica, e houve carambola logo na primeira curva, quando o Williams de Ralf Schumacher não trava a salta para cima do carro de Barrichello, que tinha feito uma boa partida. O vôo do Williams acabou com a corrida de ambos, mas Ralf safa-se sem ferimentos. Atrás, era o salve-se-quem-puder: Schumacher e Raikkonen foram à relva, mas voltaram à pista, e vários carros ficaram destruídos, com Fisichella a bater nos dois Sauber e estes a baterem no BAR de Panis, no Toyota de McNish e no Renault de Button.

Em vez dos comissários pararem a corrida com bandeira vermelha, pois isso daria que alguns pilotos pudessem ir às boxes e buscar os carros de reserva, decidiram colocar o Safety Car em pista, inviabilizando isso, pois a pista estava livre. Assim, de uma só assentada, oito pilotos estavam fora de combate. Mas os Arrows, também envolvidos nesta carambola, foram para a pista com os carros de reserva, mas estes foram logo depois desclassificados. Frentzen porque passou um sinal vermelho, e Bernoldi porque o seu carro de reserva estava abaixo do peso. (...)

Há precisamente dez anos, a Formula 1 começava em Melbourne com uma carambola provocada pelo irmão do campeão do mundo, Ralf Schumacher, que foi apanhado desprevenido pela travagem de Rubens Barrichello e bateu na traseira do piloto da Ferrari, dando um espectacular vôo. Pode tudo ter acabado em bem, e Michael Schumacher ter vencido a corrida, começando o que viria a ser mais uma caminhada para mais um título mundial, que viria a ser o seu quinto na carreira, mas a corrida australiana ficou na memória por várias coisas. 

Desde a estreia da Toyota na Formula 1 ao regresso da Renault, ao facto de Mark Webber, Takuma Sato e Felipe Massa terem feito as suas estreias na categoria máxima do automobilismo, com o piloto australiano a conseguir o feito de marcar dois pontos na sua estreia na Formula 1, vale a pena recordar nas páginas do site portalf1.com, o eventos de há dez anos.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Youtube Motorsport Yearbook: Os acidentes de 2011


 Natal, final de ano, começa-se a fazer um balanço. E o pessoal da Motors TV decidiu fazer um videoclip das centenas de acidentes que aconteceram ao longo deste ano. Todas espectaculares, em carros e motos, alguns até tiveram o seu quê de arrepiante. Por exemplo, há um em que a moto cai em cima da coluna do motociclista, mas para que eles a mostrem, é porque ele se safou de boa. 

Enfim, são quase dois minutos e meio de acidentes. Apreciem.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Os tributos feitos no final de uma era

Ontem, depois de ter reagido ao artigo da Serena sobre os dezoito anos aquele Grande Prémio da Austrália de 1993, onde Alain Prost e Ayrton Senna correram juntos pela última vez, lembrava-me, enquanto escrevia o meu artigo sobre essa data, que tinha na minha biblioteca particular o anuário do Francisco Santos sobre essa temporada e sobre esse Grande Prémio, tão marcante em termos simbólicos por tantos motivos.

Assim sendo, mal tive a oportunidade, decidi resgatar o livro e transcrever para aqui o que foi escrito nessa altura, as declarações dos pilotos e aquilo que se esperava para a temporada de 1994, pois acho que é importante, mesmo para nós fazermos o nosso descernimento sobre aquilo que se falava e aquilo que sabemos agora.

Primeiro que tudo - e um pouco na continuação do artigo de ontem - andei a ler os relatos desse GP australiano. As choradeiras de Senna quando se despediu de Jo Ramirez, uma das lendas da McLaren, e no final da corrida, quando se abraçou a Ron Dennis, depois de ter dado à McLaren a sua última vitória ao serviço da equipa - e da carreira, como sabemos agora. E ainda o "tio Ron" teve a audácia de afirmar: "Nunca é tarde demais para mudar de ideias..."

E depois de se abraçarem, de o colocar no pódio, lado a lado, o homenageando como admirável adversário que o foi, Senna disse na conferência de imprensa, em tributo à equipa que se despedia e tinha ajudado a escrever as suas páginas mais douradas: "O mais importante é guardar os bons momentos que vivemos juntos, e quero agradecer a todos os nossos patrocinadores e a todos os que me ajudaram. Ganhei amigos e o respeito deles. E tenho por eles os mesmos sentimentos, isso é o mais importante. Esta temporada deu-nos um desafio muito duro, que enfrentamos".

Depois, Prost disse o que tinham sido a sua última corrida na Formula 1: "Quando se sabe que enfiamos o nosso capacete integral pela última vez, e que pomos as luvas pela última vez, e que escorregamos para dentro de um cockpit de um Formula 1, é difícil manter a concentração. Hoje esta realmente motivado, queria fazer uma boa corrida. Mentalmente não é nada fácil abordar a nossa última corrida: queremos fazer o melhor possível, evitando ao máximo cometer um erro.

Fiquei feliz por ter subido ao pódio. Claro que teria gostado ganhar, mas foi difícil. Esforcei-me muito para manter a concentração. Paciência: é o fim da história. Depois da bandeirada, na minha volta de arrefecimento, disse para mim próprio que podia suspirar: em treze temporadas de Formula 1, nunca me magoei gravemente!"

No dia seguinte, um artigo escrito pelo jornalista desportivo francês Franoics Reste, no jornal L'Équipe fala sobre o fim da carreira de Alain Prost e a sua interligação com Ayrton Senna, principalmente no seu auge nos temps da McLaren:

"Como nas cédulas de dinheiro, revelando em filigrana o rosto de uma personagem célebre, a carreira de Alain Prost teve sempre a sombra de Ayrton Senna. Desde 2 de junho de 1984, num GP do Mónaco chuvoso que revelara o novo prodígio, o cenário da Formula 1 se articulou à volta destas duas personagens principais, que chegaram ao paroxismo de sua rivalidade em 1988 e 1989, os anos da sua coabitação na McLaren, levados com inteligência, mas pontuados por uma severa rutura.

Durante estes quase dez anos, os feitos de Prost não teriam talvez tido a mesma importância se Senna não existisse, e o contrário também é verdade. Será agora necessário nos habituarmos à ideia de um sem o outro. Como um casal jamais separado. Senna sem Prost, será um pouco D.Quixote sem o seu Sancho Pança.

Se já dá para sentir o vazio que a aposentadoria de Prost vai trazer a partir de 1994, Senna ficará ainda mais orfão que todos nós. Ao volante do seu Williams-Renault, o brasileiro, o último Campeão do Mundo ainda em atividade, vai se sentir bem solitário, mau grado todos esses jovens ainda longe de terem atingido a sua dimensão: Schumacher, Hill, Hakkinen e o nosso Alesi.

A sua caça aos recordes de Prost, notadamente o de vitórias, para o qual já só restam dez sucessos, fará provavelmente sobresair ainda mais a sua ausência do seu alter ego. Senna sabe tudo isso. como homem inteligente e sensível, não pode deixar de pensar nisso no momento em que derramou uma lágrima dpeois da chegada deste emocional GP da Austrália. Este romance que acaba de chegar ao fim com o adeu de Alain Prost, é também um livro que se fecha sobre ele. Na sua nova vida que chega, haverá um pouco da sua juventude que se vai."

Num dia como hoje, em que o mundo inteiro presta tributo a Joe Frazier, a sombra de Muhammad Ali nos seus dias de auge do boxe, em meados dos anos 70, e que se ausentou da vida para fazer parte dos livros de história, recordar aquilo que se falou sobre aquele já distante sete de novembro de 1993 e o que representa esse dia nos dias de hoje, agora que sabemos o final da história, demonstra até que ponto se tornou importante.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A maioridade do final de uma era na Formula 1

Como normalmente assinalo momentos importantes em numeros redondos, é frequente deixar escapar algumas datas que também são importantes na Formula 1, pois ou já abordei anteriormente ou só me interessa falar quando chegam aos dez, quinze, vinte ou vinte e cinco anos. Mas hoje, a Serena, no seu terceiro post da sua história, lembrou-se que hoje, dia 7 de novembro, um dos momentos que marcaram a categoria máxima do automobilismo chega à sua maioridade.

No post dela, fala dos dois últimos anos de carreira de Alain Prost, que depois de ter sido despedido - de forma muito pouco cerimoniosa - da Ferrari, tirou um ano sabático em 1992, assinando um contrato com a Williams para 1993, impedindo que Ayrton Senna ficasse com o lugar, sabendo ele que a McLaren tinha sido superado pela Williams em termos de dominio. O desespero de Senna foi tal que estava disposto a correr... de graça.

Mas o acordo Prost/Williams, assinado no inicio de 1992 e mantido secreto por vários meses, enquanto que Nigel Mansell dominava o campeonato, quando foi revelado, fez com que Senna considerasse tomar os mesmos passos de Prost, ficar de fora para a temporada de 1993, no sentido de ir para a Williams em 1994 ou 95. E Senna pensou - e testou - um Penske da CART com a ajuda de Emerson Fittipaldi, mas não foi. Algo que Nigel Mansell fez, fulo da vida por Frank Williams ter contratado o seu ex-companheiro de equipa na Ferrari, pois era outro dos pilotos pelos quais nunca competiria com Prost nem que estivesse coberto a ouro, como a mulher do "Goldfinger".

Mas falar desses tempos merece outro post, noutra altura. O que quero falar é daquele dia, no já distante ano de 1993. Num FW15, um carro desenhado por Adrian Newey, com tudo o que havia de tecnologia - controle de tração, suspensão ativa, etc - Prost ganhou, como seria de esperar. Mas Senna, que ficara na McLaren à razão de um milhão de dólares por corrida, decidiu vender cara a derrota e com duas demonstrações magistrais, em Donington Park e no Mónaco, chegando até a ter mais vitórias que Prost!

Mas depois, a normalidade ficou instalada, e o francês subiu ao seu numero de vitórias até alcançar as 51, no GP da Alemanha, curiosamente o mesmo pais - mas não o mesmo local - onde, vinte anos antes, Jackie Stewart alcançara a sua 27ª e última vitória da sua carreira. No Autódromo do Estoril, em fins de setembro, fica em segundo lugar atrás do Benetton de um jovem Michael Schumacher, conquista o quarto título e anuncia o seu abandono definitivo das competições.

A temporada até tinha sido bem mais tranquila do que se esperava, naquele duelo Senna-Prost. Não houve tensões na pista, apesar de ambos não se falarem muito. O brasileiro tentava o impossivel, enquanto que Prost fazia o que tinha a fazer, apesar de Senna lhe ter demonstrado "fazer das tripas coração" em Donington Park, por exemplo, com um carro inferior. Mas em Adeleide, última prova da temporada de 1993, já não era mais o Professor contra o Mágico. Ambos estavam muito mais maduros - Prost tinha 38 anos, Senna 33 - e o brasileiro tinha sempre aprendido a respeitar Prost. Para ele, era um adversário a bater, nunca um inimigo, apesar dos eventos na temporada de 1989.

O gesto de Senna no pódio de Adeleide pode ter surpreendido os mais incautos, mas era a coisa mais óbvia de se fazer. Era o gesto de homenagem de um grande piloto a outro grande piloto. E ambos ajudaram a marcar uma era de ouro da Formula 1. E também o Destino iria dizer que aquele dia iria ser marcante para os que viram aquele dia suceder. Dali a pouco menos de seis meses, em Imola, Ayrton Senna estava morto, a bordo do carro que tanto cobiçou e que um dia, disse que estava disposto até a guiar de graça.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Austrália 1991: corrida mais curta de sempre

(...) A 3 de Novembro, o dia da corrida, o tempo estava nublado e na hora anterior à partida, começou a chover copiosamente na pista. Apesar das crescentes preocupações dos pilotos, a organização decidiu que a corrida iria começar na hora marcada, independentemente da pista começar a estar alagada em alguns pontos, e da chuva ameaçar aumentar ainda mais. Quando este começou, Senna foi para a frente, com Berger e Mansell logo atrás, e Patrese a perder duas posições por ter escorregado no piso molhado.

Na terceira volta, Berger perdeu o controlo e saiu largo numa curva, deixando que Mansell subisse ao segundo lugar e fosse atrás de Senna. O britânico começou a aproximar-se, mas a partir da volta quatro, os incidentes começavam a acontecer, com o primeiro desistente a ser o japonês Satoru Nakajima, na sua última corrida na Formula1. Apartir da volta seguinte, começou-se a ver os efeitos da chuva, pois em plena reta Brabham, o Ferrari de Alesi perde o controle e bate no muro, metros depois do Lambo de Larini, que também tinha tido o mesmo problema. Havia então uma única trajetória mans pequena, e por causa disso, impedia Mansell de atacar Senna pela liderança da corrida, devido aos destroços que começavam a aparecer por ali. Instantes depois, o Ligier de Thierry Boutsen e o Benetton de Michael Schumacher também acabam ali a corrida, vitimas da chuva.

Três voltas depois, o Minardi de Pierluigi Martini também era outra vitima da chuva, ao perder a aderência do seu carro em plena reta Brabham. Por causa disso, pedaços do seu carro ficaram espalhados pela pista, e um desses pedaços ficou por baixo do carro de Patrese, prejudicando a sua corrida. E então, a chuva começou a se intensificar, tornando o "spray" que os carros largavam ainda maior e a visibilidade cada vez mais diminuta. (...)

Há precisamente vinte anos, máquinas e pilotos enfrentavam o inferno chuvoso no sul da Austrália, num tempo onde o Safety Car não existia nos regulamentos e onde os pilotos não se conseguiam mexer muito para influenciar os comissários técnicos. Apenas quando Senna assinalou que o dilúvio veio para ficar naquela tarde australiana é que Roland Brunsryaede, o "starter" da FIA, decidiu parar a corrida, já com Nigel Mansell magoado, vitima de um despiste na volta 14.

Pouco tempo depois, após algumas ameaças de regresso, contestadas pelos pilotos, é que a corrida foi definitivamente interrompida. A mais curta de sempre e com os pilotos a receber metade dos pontos. Mas também foi a última corrida das carreiras de Satoru Nakajima e Nelson Piquet, que depois de catorze temporadas, 203 Grandes Prémios, 23 vitórias e três títulos mundiais, ficar sem um lugar nas equipas de ponta e decidiu tentar a sua sorte em paragens americanas. E é isso e muito mais que se pode ler hoje no Portal F1.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Youtube Bathurst Ride: Uma lenda do automobilismo experimenta Bathurst



Deve ser dos videos mais divertidos de automobilismo que já vi. E o lado divertido deste video é que este senhor que está no lado do passageiro é uma das lendas da NASCAR, o americano Darrell Waltrip, tricampeão e vencedor das 500 Milhas de Daytona em 1989. E ao longo de uma carreira de 29 anos (1972-2000) correu, claro, com outras lendas como Dale Earnhardt ou Cale Yarborough, Richard Petty, entre muitos outros. Atualmente é comentador da Speed Channel e foi este ano ver a corrida mais importante da Austrália: a Bathurst 500, no Mount Panorama.

E ele foi à boleia (carona) de Jason Bright, um dos melhores pilotos da V8 Supercars australiana, para ter uma experiência em primeira mão de como é guiar naquele circuito. E acho que teve o susto da sua vida... e umas frases memoráveis.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A capa do Autosport desta semana

A capa do Autosport desta semana tem, como sempre, os acontecimentos do final de semana que passou. E foi um final de semana em cheio: Rali da Austrália e Grande Premio de Itália. E é sobre esse último que se trata do título. Com a fotografia de um Sebastian Vettel feliz, segurando a taça de vencedor e o seu caracteristico gesto, o título escolhido é "Vettel domina em Monza", com um antetítulo interessante para ser dito: "A poucos pontos de ser campeão".

Os subtítulos falam sobre os eventos do final de semana na catedral italiana, com mais uma novidade sobre a Renault: "Schumacher mostra a sua fibra"; "Os primeiros pontos de Bruno Senna" e "Renault prestes a mudar de mãos".

Na parte de cima, referências para o Rali da Austrália ("Hirvonen 'herda' vitória na Austrália"), sobre a GP3 e a vitória de Antonio Felix da Costa numa das corridas ("Felix da Costa termina temporada com vitória em Monza") e sobre a Le Mans Series ("Peugeot vence os 1000 km de Silverstone")

Youtube Rally Crash: o acidente de Evgueny Novikov na Austrália



Evgueny Novikov é russo e tem apenas vinte anos de idade, mas toda a gente diz que é um diamente em bruto. Talvez seja por isso que ainda consegue ser demasiado imtempestivo e com tendência para ter acidentes uns atrás dos outros. Foi o que aconteceu neste domingo no Rali da Austrália, quando capotou o seu Ford Fiesta WRC da Stobart.

Novikov, navegado pelo veterano francês Denis Giraudet - que já andou com Didier Auriol - cometeu um erro na 22ª classificativa quando andou a fundo num sitio numa curva fechada, provocando uma cambalhota a alta velocidade e só parando nas árvores. A sorte é que estes carros foram feitos para resistir... O russo, que já tinha regressado à estrada através do método Superrally, ficou-se por ali.

E se forem ver com atenção o video, vê-se que o seu navegador não ficou contente com o que se passou...

domingo, 11 de setembro de 2011

WRC 2011 - Rali da Austrália (Final)

Como se esperava, o Rali da Austrália foi vencido pela Ford. Como também seria de esperar, as ordens de equipa foram lei, fazendo com que Jari-Matti Latvala abrandasse o suficiente para oferecer a vitória a Mikko Hirvonen, mas não esperava que a Citroen jogasse o mesmo jogo. Como assim? Mandaram Sebastien Ogier parar durante... dez minutos para que Sebastien Löeb chegasse ao décimo posto, o último lugar pontuável, na classificativa anterior à "Power Stage". E aí, ainda ganhou mais uns pontos, à custa da vitória nessa especial à parte.

Resultado final: Mikko Hirvonen somente ganhou 21 pontos em vez dos 25 possiveis.

Com isso, o campeonato ficou um pouco mais emocionente, mas provavelmente já deve estar algo decidido, dado que os dois próximos ralis serão de asfalto, terreno favorito de Sebastien Löeb e da Citroen. O alsaciano pode não vencer em França, mas poderá alcançar o título na Catalunha, caso a concorrência tenha azar ou se atrasar por algum problema mecânico.

Depois dos Ford no pódio, Petter Solberg foi o teceiro no seu Citroen DS3 privado, na frente de Matthew Wilson, que conseguiu pela segunda vez na sua carreira o seu melhor resultado de sempre enm ralis, ele que tem fama de pontuar constantemente. Quem conseguiu mesmo o seu melhor resultado de sempre foi o árabe Khalid al-Qassimi, que terminou o rali no quinto posto, superando assim o sexto lugar conseguido no Rali da Acrópole, em 2009.

No sexto posto ficou o melhor dos carros de Produção, o Subaru Impreza WRX STi do neozelandês Haydon Paddon, um grande conhecedor das paragens australianas. O seu sexto posto não só é a sua melhor posição de sempre nos ralis do WRC mas também é a melhor posição que um carro de Produção consegue em muito tempo. E os que ficaram nas posições seguintes eram da mesma categoria: o polaco Michal Kosciuzsko, o ucraniano Oleksander Saliuk Jr. e o mexicano Benito Guerra, todos à frente de Sebastien Löeb.

Agora, com os dois primeiros classificados separados por meros 15 pontos - Löeb em 196 pontos contra os 181 de Hirvonen - o Mundial de Ralis regressa à Europa, para disputar dentro de três semanas, em paragens alsacianas o Rali de França.

sábado, 10 de setembro de 2011

WRC 2011 - Rali da Austrália (Dia 2)

Os Ford dominam, como seria de esperar, o Rali da Austrália, mas Malcom Wilson já puxou os cordelinhos: apesar de Jari-Matti Latvala estar a liderar com 22,6 segundos de avanço sobre Mikko Hirvonen, será o segundo classificado a vencer a prova porque Hirvonen está melhor posicionado no campeonato para tentar bater Sébastien Löeb. Os Citroen já voltaram à estrada e estão em modo recuperação, mas a chegarem aos pontos será provavelmente Sebastien Ogier, pois é 11º, porque Löeb está bem mais atrás, no 17º posto.

O segundo dia do Rali da Austrália já foi disputado em piso seco, e o ritmo foi mais de "passeio" para os Ford, mas continuou a ser demolidor para os carros. Jari-Matti Latvala passou para a liderança logo no inicio da primeira especial deste dia e foi gerindo a vantagem, que chegou a ser de quase 30 segundos, estabilizando-se agora nos tais 22,6 segundos de que falei antes.

Atrás dos Ford oficiais, o norueguês Petter Solberg é o terceiro a um minuto de Latvala, e parece ser incapaz de apanhar os carros oficiais, enquanto que o seu irmão, Henning Solberg, já abandonou, dando o quarto lugar a Matthew Wilson, da Stobart-Ford. Essa demolição é de tal forma que Khaled Al-Qassimi é quinto e Haydon Paddon, o neozelandês lider da classe de Produção, é o sexto classificado da geral. O russo Evgueny Novikov, que também voltou à estrada em modo "Superrally", é o décimo classificado, depois dos carros de Produção.

Quanto aos Citroen de Sebastian Löeb e sebastien Ogier, lá fizeram o seu regresso à estrada, e estão a subir paulatinamente a classificação. Ogier está perto do "top ten", e poderia acabar bem mais alto do que onde está, mas faltam apenas duas classificativas no domingo para fechar o rali, portanto, chegar lá é complicado.

O rali da Austrália termina na madrugada de domingo.