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quinta-feira, 14 de março de 2019

A imagem do dia (II)

Quem tem conta no Twitter, sabe da existência das contas oficiais - e das contas falsificadas - de personagens reais. E eu, que conheço uma ou duas coisas sobre o mundo da Formula 1 e da "twitterlândia", acompanho algumas contas falsificadas porque as pessoas que as gerem tem piada. Verdade.

Charlie Whitting não era excepção. Ele não estava presente nas redes sociais - nem o Bernie Ecclestone, claro - mas havia uma conta que se reclamava com orgulho de ser o "Fake Charlie Whitting", usando a conta. Era gerida pelo canadiano Mark McArdle, e era tão boa que o próprio Whitting tinha piada suficiente para o convidar a ir aos bastidores do padock de alguns Grandes Prémios e mostrar uma ou duas coisas. Como fica demonstrado com esta foto que coloco aqui. E trocavam regularmente

E claro, esta conta "cem por cento autenticada por ser falsa" era popular entre os fãs. E sim, eu era um dos seus seguidores. Logo, quando soube da morte de Whitting, esta madrugada, o meu primeiro pensamento foi um... "ora bolas, e o gajo que manda na conta fake do Charlie Whitting"? 

Bom, tive esta tarde a resposta: o seu criador vai encerrar a conta. E não vai embora sem lhe dar um devido tributo ao seu mentor.

"Faz duas horas desde que soube da morte do Charlie. Passei muito tempo no meu escritório lendo belas homenagens sobre este homem incrível. Percebi algo que me chamou a atenção. Era um boné 'Fake Charlie Whiting' que criei e que havia sido autografado por muitos pilotos. Mas verdade seja dita, a assinatura mais importante no boné foi do diretor de corridas de longa data da Formula 1. Em lágrimas”, começou por dizer a mensagem.

Recebi um e-mail do Charlie ontem, quando ele estava à espera para embarcar para a Austrália. Ele partilhou algumas notícias sobre as férias com sua família e sua ansiedade com a nova temporada, e com a série na Netflix. Cada vez que recebia algum e-mail de Charlie era uma emoção. Valorizo demais esses e-mails. Ele era muito generoso. Lembro que, há alguns anos, perguntei a ele sobre o esclarecimento de uma regra. Mandei [um e-mail] 15 minutos antes da classificação no Bahrein. Para minha surpresa, ele respondeu em seguida. Esse era Charlie. Generoso”.

"Pode parecer estranho para alguns ser tão afetado pela morte de um homem que só via uma ou duas vezes por ano e com quem tive um relacionamento baseado principalmente em e-mails. Mas Charlie não era um homem convencional. Ele era especial. Esta é, provavelmente, a principal razão pela qual criei minha conta Fake Charlie Whiting no Twitter. Charlie era enigmático, quase misterioso. Fãs hardcore sabiam quem ele era, mas você nunca ouvia nada sobre ele. Ele foi a pessoa perfeita para representar. Mas como eu o conheci, fiquei encantado em saber que ele é rápido com um sorriso e uma risada, e claramente adora o desporto do qual ele era o líder, muito mais do que qualquer outro fã. Vou guardar com carinho as conversas que tive com Charlie durante os fins de semana da corrida, quando ele generosamente me convidava para entrar. Ir ao circuito com Charlie e Herbie [Blash] vai ser algo de que sempre vou me recordar e sorrir. Eles eram uma ótima dupla".

Nós perdemos um gigante do automobilismo. Aos 66 anos, ele tinha muitos anos pela frente. Sua família perdeu um grande pai e marido. Meu coração está com todos eles. Abrace seus entes queridos. Frequentemente. Seja rápido para sorrir. Seja generoso com seu tempo e tenha paciência. Estas são as coisas que Charlie demonstrou a cada passo que ele deu no paddock

Como ‘Fake Charlie Whiting’, disse há muitos anos que, quando Charlie Whiting se for, Fake Charlie se vai. Sempre pensei sobre isso em termos da reforma do Charlie. Nunca considerei este cenário. Ainda parece impensável. Não parece certo continuar a usar o bom nome de Charlie sem que ele esteja por perto para curtir isso. O último tuíte de Charlie é uma foto de Charlie e eu na primeira vez que o conheci em Montreal. E eu vou deixar você em um segredo: enquanto Charlie não estava no Twitter, ele era meu público principal. Charlie me contou como ele gostava quando as pessoas vinham até ele mencionando um tweet engraçado de Fake Charlie Whiting. Se eu ajudei o mundo a conhecer e espero que aprecie esse homem incrível, então vou levar isso como missão cumprida”, concluiu.

Verdade. Bom saber que o bom humor de um tinha a benção do verdadeiro. Sempre falamos que os britânicos têm sempre um grande sentido de humor, e Charlie Whitting mostrou isso. É por isso que todos irão sentir a sua falta. E ao escrever isto, voltei a ver os "tweets" do falso Charlie, e ali há coisas fantásticas. 

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Perez e uma publicidade de mau gosto

Não sei até que ponto esta história é verdadeira, mas a acontecer, é um pouco aquilo que vivemos por estes dias. Dito isto numa frase, é isto: Sérgio Perez cortou relações com um patrocinador por via do Twitter. A razão? O novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A história vem no site Motorsport. Um patrocinador, a marca de óculos Hawkers, escreveu na sua conta do Twitter (na realidade, a versão mexicana do patrocinador), afirmando, entre outras coisas que os cidadãos mexicanos "podem usar os nossos óculos amanhã para não mostrar os seus olhos lacrimejantes enquanto se constrói o muro".

Deveria ser uma piada (de mau gosto), mas Perez respondeu de imediato, dizendo isso mesmo, para depois dizer: "A partir de hoje corto a minha relação com @HawkersMX. Não vou deixar ninguém gozar com o meu país".

A relação entre o piloto da Force India e o patrocinador era curta, tinha algumas semanas. O suficiente para que a marca tenha lançado uma versão especial com o nome do piloto. 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

A imagem do dia

Esta foto apareceu no Twitter de Nico Rosberg, com a seguinte mensagem: "#driversunited, or as Bernie says: #windbagsunited". Na foto estão 18 dos 22 pilotos que normalmente alinham na grelha de partida, ou seja, quase todos. Os que não apareceram na foto são fáceis de identificar: Kimi RaikkonenRomain Grosjean, Kevin Magnussen e Rio Haryanto, pelo menos. Mas a explicação pode ser convincente: todos estes pilotos chegaram mais cedo para se adaptar ao fuso horário de Xangai.

A mensagem de Nico poderá ser interpretado como um aviso à navegação, pois parece que os pilotos, que são os grandes atores neste circo todo, poderão estar um pouco cansados de serem paus mandados do automobilismo, ou jugetes nas mãos de donos de equipa e os "manda-chuvas" dos dirigentes. Mostrando força - pelo menos nos momentos de convívio - poderão dizer que o tempo de serem mandados poderá ter chegado ao fim.

Vamos a ver como vai ser neste final de semana de corrida em Xangai. 

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Os ataques de Gary Hartstein... e com razão

Gary Hartstein continua a disparar contra a FIA, e provavelmente com razão. E nem sempre o faz pelo seu blog, basta o Twitter para dizer o que pensa. O médico americano afirmou este fim de semana que a FIA é responsável pelo acidente mortal de Jules Bianchi, criticando o procedimento de transporte do piloto para o hospital, bem como o facto da FIA ter autorizado o arranque do Grande Prémio em péssimas condições meteorológicas.

Segundo conta o site brasileiro Grande Prêmio, as declarações de Hartstein surgiram na esteira de uma conversa entre Felipe Massa e Felipe Nasr sobre as condições de segurança da Formula 1. Enquanto que o piloto da Williams falava sobre a união dos pilotos e o da Sauber, sobre a maneira como a FIA buscava maneiras para a tornar mais segura, Hartstein afirmou que deveriam pedir satisfações ao atual delegado médico da FIA, Jean-Charles Piette. “Deveriam começar a exigir a demissão do delegado-médico”, sugeriu Hartstein. 

Ele afirma que Piette é “responsável pela desastrosa evacuação por terra do colega morto deles [Massa e Nasr]” e representa um risco para os pilotos. “Sua total falta de conhecimento e experiência em atendimento de trauma os coloca em risco todas as vezes que eles vão para a pista”, comentou.

Mas as criticas não se ficaram por aí, porque ele afirmou que outro grande culpado é Gérard Saillant, o chefe da Comissão Médica da FIA, que Hartstein afirma ser “ainda mais sem noção” e sugeriu aos Felipes que as suas preocupações pareciam ser “um pouco rasas” e sugeriu: “Comecem pelo básico, rapazes!

Para finalizar, Hartstein atacou o presidente da FIA, Jean Todt, criticando a sua postura na entidade: “O desporto não está na sua ordem do dia. Ele é sua ordem do dia. Até mesmo essa coisa de segurança viária é para o espectáculo, não significa nada”, completou.

Muitos dos seus comentários foram posteriormente apagados da sua conta pessoal, mas ele afirma que todas as suas declarações devem ser vistas como factos e não como insultos à FIA.

Hartstein foi médico da FIA entre 2003 e 2012, altura em que o seu contrato não foi revalidado. O neurocirurgião, que sucedeu ao Dr. Sid Watkins, criticou abertamente algumas das atitudes da FIA no campo da segurança, e no final do ano passado fez com que Gerard Saillant fosse ao seu local de trabalho, o Hospital de Liége, para pedir que o despedissem, algo que ele denunciou no seu blog pessoal. 

segunda-feira, 11 de maio de 2015

De volta ao trabalho! Resta saber onde...

Esta vi hoje no Flatout! e ainda por cima, já tem quase uma semana: Jeremy Clarkson a andar num Corvette Z06 com Richard Hammond. O mais interessante é que com eles estava uma equipa de gravações. E isso é bem importante: é que eles, passada a tempestade que levou ao despedimento de Clarkson da BBC, há cerca de dois meses, decidiram sacudir o pó e voltar ao que sabem fazer melhor: gravar mais uma série.

Como é óbvio, há perguntas ainda por responder: como se chamará o programa, quando é que estará no ar e vai ser em que canal? Talvez seja algo semelhante ao que está a fazer agora, com os seus espectáculos ao vivo: "The Clarkson, May and Hammond Show", que eles afirmam brevemente estar em Belfast, segundo ele conta na sua conta do Twitter.

Quanto ao resto, ainda temos de esperar mais uns tempos, talvez uns meses. É que tem os espectáculos ao vivo para fazer, e talvez - talvez - digam alguma coisa sobre o quê, onde e quando. Muitos falam de um programa no Netflix, algures no final do ano. 

Francamente, quero esperar para ver.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

A recriação de um momento histórico

Desde que há o Twitter, em 2008, que algumas contas de instituições, canais de televisão e e outros, decidem recriar eventos históricos tal como se estivessem a acontecer no momento. Como se o Twitter existisse desde os Idos de Março, altura em que mataram o Julio César.

Assim sendo, o Twitter oficial da Formula 1 na RTP portuguesa decidiu recriar o GP de Portugal de 1985, onde amanhã se comemoram os 30 anos da sua realização. Aliás, hoje, caso queiram seguir, ainda poderão ler as incidências da segunda qualificação, onde Ayrton Senna conseguiu a sua primeira "pole-position" da sua carreira.

Mais uma coisa fixe para se ver amanhã. Para segui-los é simples: @f1rtp

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Com que cor irei para a pista?

Quando o McLaren MP4-30 foi apresentado, muitos ficaram com a expectativa de que pela primeira vez desde 1997, iriamos ver uma nova mudança de cores nos carros da marca de Woking. Quando foi por fim apresentado, na quinta-feira, a decepção correu nas redes sociais, e imensa gente não deixou de exprimir que tinham sido enganados. Três dias depois, neste domingo, Ron Dennis surpreendeu toda a gente ao dizer que a equipa estava a pensar em colocar novas cores no carro antes da primeira corrida a sério, em Melbourne. E promoveu um inquérito no Twitter para saber se queriam o laranja ou o branco e vermelho.

Em poucas horas, este último vencia num proporção de 5 para 1, e a equação era simples: se gostavam da cor do Tio Bruce, "retuitavam" (RT). Se eram fãs das cores que Marlboro, a patrocinadora, usava entre 1974 e 1996, favoritavam (FT). Há quem diga que esse vermelho e branco é a cor da Honda, mas muitos vão associar ao tal patrocinador que ficou por toda uma geração.

Claro que gostos não se discutem, mas francamente, sou dos clássicos. A Formula 1 não começou com Emerson Fittipaldi ou Ayrton Senna, mas tenho de reconhecer que sou de uma classe à parte. E sei que nem foi com o laranja que a McLaren começou a sua aventura na Formula 1. Foi com o branco e preto, que podem ver no modelo M2B de 1966, e bem vista no filme "Grand Prix", disfarçada de... a japonesa Yomura. O primeiro McLaren laranja vem de 1968, com o M7A, que também se tornou no primeiro carro vencedor, às mãos de Bruce McLaren e do seu compatriota Dennis Hulme. E curiosamente, foi no ano em que a FIA resolveu abolir a obrigatoriedade das marcas ficarem restritas às cores dos seus países.

A minha preferência pessoal para o "Papaya Orange" tem a ver com um período onde o fundador esteve presente, e o esforço de homens como Teddy Mayer ou Tyler Alexander fizeram para a tornar num sucesso, que começou na Can-Am, onde graças a máquinas potentes com motor Chevrolet, transformaram aquela competição no "The Bruce and Denny Show", talvez o caso único onde dois neozelandeses triunfaram na América, bem antes de Peter Jackson e o seu "Senhor dos Anéis"...

Sei que a minha defesa é mais romântica, mas é a maneira que a marca têm para ligar ao seu fundador, precocemente desaparecido a 2 de junho de 1970, algo que apesar de ser chamado, raramente está presente na equipa. E a história do branco e vermelho é mais associada a um patrocinador que lá ficou por 22 anos, e pelo que se conta, saiu com ambas as partes zangadas uma com a outra. Logo, há mais do que um "politicamente correto" na retirada dos logotipos da Marlboro nos chassis da marca...

Temos de reconhecer, porém, que há uma geração inteira que cresceu com esse branco e vermelho. Que viram Emerson Fittipaldi, James Hunt, Alain Prost e Ayrton Senna a darem as páginas mais douradas da história da marca. Foram 22 anos associados ao mesmo patrocinador e que associam às páginas mais gloriosas da marca na categoria máxima do automobilismo. E isso é um poderoso chamativo, diga-se de passagem.

Contudo, temos de ver como é que a votação acabará. Ron Dennis disse que a pintura irá mudar, só não diz quando. E até poderemos pensar que no final disto tudo, tudo poderá ficar... na mesma. 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Apresentações 2015: O Lotus E23


A Lotus colocou esta tarde as imagens do seu novo carro, o modelo E23, na sua página oficial no Twitter. Mantendo a dupla para esta temporada (para quem não sabe, é constituída por Pastor Maldonado e Romain Grosjean), o grande desafio é que a marca de Enstone terá motores Mercedes, em troca com os Renault que lá estavam no ano passado.

Depois de uma péssima temporada - onde conseguiram apenas dez pontos - a Lotus tenta agora inverter a tendência da mesma fora que fez a Williams em 2014, depois de uma péssima temporada no ano anterior. A grande novidade é o nariz, que depois de ter um mais ousado na temporada anterior, passou para um mais convencional para 2015.

Matthew Carter, o CEO da equipa de Enstone, afirmou que "Há um enorme impulso para terminar o carro [antes dos primeiros testes, em Jerez], mas estamos no caminho certo", começou por dizer à Autosport britânica.

"Assim como algumas outras equipes, nós iremos fazer alguns acabamentos em Jerez - mas até agora as coisas estão a correr bem. Os dados que estamos a receber do túnel de vento são animadores, e já temos atualizações para o nariz e a asa dianteira, que estão na calha para o início da temporada", concluiu.

Nick Chester, o diretor técnico da marca, afirmou que “efetuámos um grande progresso no túnel de vento em áreas como a montagem e o arrefecimento. Esperamos que o E23 tenham um desempenho muito melhor do que o seu antecessor. Em termos de suspensões, o desenho é específico para as regras atualizadas, por isso não tentámos evoluir um sistema originalmente tencionado para trabalhar de forma diferente”, contou.

O carro rodará em Jerez a 1 de fevereiro, e ainda não se sabe em que dias os pilotos trabalharão no novo carro.

sábado, 22 de novembro de 2014

M**das que o Mallya diz



Já tinha visto isto no Twitter e até fiz RT (retweet) ao que ele disse. Ele não deixa de ter razão no que diz, e as suas criticas estão bem fundamentadas. Mas temos de ser honestos: o que é que ele poderá fazer para alterar a situação? Três equipas contra a hierarquia, bem instalada na vida e do qual não abdicarão do seu quinhão por nada, porque foi assim que Bernie Ecclestone desenhou...

Contudo, pelo que entendo, esta gente não vai deixar esta história morrer. Veremos as cenas dos próximos capítulos. Especialmente com o anãozinho a dizer uma coisa e no dia a seguir dizer outra, o que demonstra a sua senilidade em toda a sua força.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A foto do dia (II)

Bom saber da reação das equipas de Formula 1 às veborreia de hoje do anãozinho. Se já viram há bocado o telegrama da Lotus, agora poderemos ver o jovem fã da McLaren, no Twitter oficial da marca. Só demonstra que as equipas não são burras e não se identificam com as declarações de hoje de Bernie Ecclestone, e precisam de todos os fãs, de todas as idades.

Mas por outro lado, se a ideia do velhadas é de agitar as águas, também conseguiu o que queria.

domingo, 21 de setembro de 2014

Youtube Motorsport Crash: A chuvada das Seis Horas de Austin

Falta menos de duas horas para o fim da corrida, mas já coloco por aqui o video daquele momento em que a chuva caiu e os pilotos começaram a "nadar" dentro dos seus carros... 

Já agora, quem me sugeriu isto foi o jornalista Patrick George, do Jalopnik, que está "in loco" a ver a corrida. Sim, as maravilhas do Twitter, meus amigos, dão nisto.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Seguir Imola como se estivesse a acontecer

Nestes dias, recomendo vivamente que sigam a página da Formula 1 da RTP no Twitter. E porquê? Pois eles decidiram reconstituir os acontecimentos de Imola ao minuto, como se a rede social existisse em 1994. E pelo que leio, vale a pena seguir.

Caso ainda não tenham o endereço deles, eis o link: http://twitter.com/f1rtp

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Este mês, no Nobres do Grid...

Confesso que esqueci de colocar aqui o habitual excerto da minha crónica mensal no site Nobres do Grid, mas como por aqueles dias estava envolvido nos artigos sobre a temporada de 1976 de Formula 1, que foram pano de fundo para "Rush", ficou para segundo plano. Mas o assunto deste mês surgiu depois de uma leitura por parte de outra "petrolhead", a venezuelana Serena Navarrete, tentando explicar a razão porque Sebastian Vettel é uma pessoa assobiada nos pódios. E ela liga isso à sua (não presença) às redes sociais.

Eis um excerto:

"Nestes tempos de redes sociais, Facebook, Youtube e outros, onde esta geração cumpre em pleno a profecia da "aldeia global" ditada 50 anos antes pelo professor canadiano Marshall McLuhan, sabemos que não aparecer por aí quase significa "estar morto para a sociedade". E é para que nos mostremos quem somos e o que fazemos por aqui que temos toda esta parafernália: escrevemos em blogs, colocamos fotografias em Instagrams, dizemos os nossos estados de alma no Facebook e no Twitter, para que os nossos amigos, familiares e fãs nos saibam o que estamos a fazer. E o fazemos quer no nosso computador, quer cada vez mais frequentemente, nos nossos "smartphones" celulares, que na sua outra face mais nos viciam, tornam-nos escravos do instante.

Inevitavelmente, toda a gente quer lá estar nas redes sociais, e a Formula 1 não é excepção. Os pilotos têm, as equipas têm – quer em termos oficiais, quer em termos oficiosos, como o “Horse Whisperer”, da Ferrari; e o “Red Bull Spy”, da marca austríaca; os jornalistas; os canais de televisão; os blogueiros e até os humoristas. Sim, existem falsas contas de pessoas famosas só com objetivos humorísticos! Todos eles estão no Twitter, e eles estão todos mais acessíveis do que nos poderiam fazer imaginar. Para o ser humano dito “normal”, ter os seus ídolos do outro lado e interagir com eles sem intermediários é algo extraordinário. 

 Mas este também é um mundo totalmente novo para muita gente e não tem aquilo que os meios de comunicação ditos “normais” têm: filtros. E os filtros os impedem de cometer uma “gaffe” do qual milhares farão “retweet” (RT) e do qual será tema de conversa por dias a fio, por exemplo. Ou de serem politicamente incorretos com uma mensagem inapropriada, como já aconteceu no passado com outros desportistas, de outras modalidades. No Twitter, ao contrário de outras redes sociais, são eles mesmos que falam, e logo, têm de haver mais cuidado, onde no Facebook, por exemplo, as suas páginas oficiais podem ser feitos por alguém contratado por eles."

O resto do artigo podem ler a partir deste link.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Noticias: Hulkenberg desmente rumores sobre saída prematura da Sauber

O assunto do dia, nesta véspera do GP da Hungria, parece ser os rumores de que Nico Hulkenberg sairá da Sauber a qualquer momento, alegando salários em atraso, e será substituido pelo seu terceiro piloto, o holandês Robin Frijns. Isto porque ele não irá alinhar mais na equipa Hilmer da GP2, a partir deste GP da Hungria - substituido por Adrian Quaiffe-Hobbes - e a ideia de que Hulkenberg tem alguns salários em atraso o poderá libertar da equipa e procurar melhor lugar para 2014.

O rumor surgiu no Twitter, mas estes não puderam ser verificados, pelo menos até que o piloto alemão veio a público para desmentir os rumores: "Não, isso é um perfeito disparate", começou por dizer. "Estava a ler isso na minha página do Twitter e perguntava 'de onde é que veio essa informação?'"

Contudo, o piloto de 26 anos reconhece que anda à procura de alternativas para 2014: "Estou a ver possiveis opções para o futuro, mas ainda não decidi nada. Estou a falar com muita gente, incluindo a própria Sauber, mas nada está ainda decidido".

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Os desabafos e as polémicas do GP do Mónaco da GP2

A batida causada por Johnny Cecotto Jr. na partida do GP do Mónaco da GP2 esta tarde, e que colocou doze carros fora de prova na curva de Ste. Devôte, causou consequências. A organização decidiu suspender o piloto venezuelano por uma corrida, considerando-o como o culpado da situação, e os outros pilotos decidiram soltar o verbo. Joylon Palmer, filho de Jonathan Palmer, desabafou no Twitter: "Colocado fora da corrida, na primeira curva, por idiotas. Completamente arrasado. Em breve, prefiro largar do pitlane a largar perto do Cecotto".

Só que nem todos os pilotos elogiam o trabalho da organização da GP2. Robin Frijns, por exemplo, reclamou no seu Twitter: "É uma piada que alguns pilotos puderam recomeçar e eu não. Porque tive um furo? A organização não fez hoje um bom trabalho..."

Já há muito tempo que se questiona a fogosidade destes pilotos nas categorias de acesso à Formula 1, só que os desabafos dos pilotos nas redes sociais como o Twitter me fazem pensar se há alguma bipolaridade ou é apenas as maluquices de alguns pilotos com mais chumbo no pé do que cérebro...

Veremos. E espero que Cecotto Jr. tenha aprendido a lição.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Lewis Hamilton, o "gangsta rapper" da Formula 1

Quando andava a ler umas coisas sobre Niki Lauda, esta tarde, descobri uma frase dele de 2009 em que referia que "o carisma de Hamilton é a sua namorada", referindo-se a Nicole Scherzinger, a vocalista da banda Pussycat Dolls e do qual tem uma relação que, ora se acende, ora se apaga. Acho que de 2009 para cá, o seu carisma tem melhorado, mas existem outras coisas dos quais fazem com que Hamilton seja mais conhecido com o que faz fora do carro do que dentro dele.

Um bom exemplo disso foi o que colocou hoje no seu Twitter oficial. Ele meteu várias fotos de Barcelona, mas nenhuma delas era da pista ou do carro que estava a testar. Eram sim, de uma loja de tatuagens local, que lhe encarregou de cobrir completamente um dos braços. Não tenho nada contra as tatuagens em si, nem coloco em causa o profissionalismo de Lewis Hamilton, mas essa ideia de se cobrir todo com desenhos permanentes, numa altura em que o carro arrisca a ser mau, poderá passar uma má imagem. Já estão a imaginar o percurso que fez esta tarde, não? Hotel-Pista-Loja de Tatuagens-Hotel... ah não! Segundo a imagem acima, o tatuador veio ao circuito de Montmeló para fazer os retoques.

Mas esta imagem de "gangsta rapper" aparece coincidentemente na mesma altura em que faz mais um ensaio numa revista masculina, mais concretamente a "Men's Journal" (não será a Men's Health?) onde se vê Hamilton em todo o seu esplendor... e onde está a tentar rivalizar com David Beckham no quesito "espelho meu, espelho meu, quem tem mais tatuagens do que eu?" Pelo menos, em termos de Formula 1, parece ser o campeão do mundo...

Enfim, é melhor andarmos a ver as fotos que vai colocar por aí. Porque em termos de carro, segundo as palavras do próprio, parece que não dá para ganhar nesta temporada... a não ser no Top Gear, onde ele conseguiu bater Sebastien Vettel no Suzuki Liana.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

As minhas escolhas para os Shorty Awards de 2013

Esta segunda-feira começaram as votações para os Shorty Awards de 2013, um prémio feito para eleger os melhores "tweets" e contas do Twitter. Confesso que a principio não sabia se deveria participar este ano, mas depois decidi que sim, depois de ter estado nos primeiros lugares na categoria #blogger. E assim decidi que iria estar em duas categorias, essa e o #f1, que é uma categoria de comunidade.

Este ano, há novidades: o pessoal do Shorty Awards decidiu criar categorias especificamente para alguns países. Existem quinze este ano, e o Brasil é um deles (#Brazil), onde se pode escolher a melhor conta do Twitter desse país. Mas também pode-se fazer uma categoria e colocar o nosso país, e por acaso, decidi fazer isso também (#portugal), só para o gozo.

E para criar a tua própria categoria, é simples: basta ires ao "other" (outro) e escreveres depois do hashtag (#) a categoria que queres que exista. Eu fiz isso no ano passado quando criei a categoria F1 e voltei a fazê-lo este ano. Para votarem em mim, é simples: sigam este link: http://shortyawards.com/Speeder76

Mas para além de mim mesmo, existem outras pessoas que apoio nestes prémios, e do qual peço para que votem neles. A minha escolha para a categoria de #journalist é para o Rodrigo Mattar, que já comentou para a SporTV brasileira e que agora tem o blog A Mil Por Hora (rodrigomattardotcom.wordpress.com)

Para ir votar nele, eis o link: http://shortyawards.com/rodrigomattar71

Outro apoio meu é para uma personagem que admiro muito: o finlandês Antti Kalhola. Depois de ter sido convencido pela sua namorada a fazer uma conta no Twitter, decidi inscrevê-lo na categoria #youtubestar, porque acho que pela qualidade dos seus videos, bem merece ser pesadamente votado por todos nós, que o admiramos. Assim sendo, para o fazer, basta seguir este link: http://shortyawards.com/anttikalhola

Outro meu favorito pessoal no Twitter e que queria que se fizesse um massivo apoio, era ao Taki Inoue. O ex-piloto japonês da Arrows, surpreendeu muita gente quando fez a sua conta na rede de microblogging, depois de muitos anos de silêncio, e surpreendeu depois devido às suas tiradas sarcásticas e bem humoradas. Podem votar nele ou na categoria #f1 ou na categoria #humor ou até na #weird (estranho) mas o que queria era que nós votássemos massivamente nele, porque merece. O link para votar nele é este: http://shortyawards.com/takiinoue

Portanto, eis as minhas escolhas. Pode ser que nenhuma delas dê para chegar ao prémio, mas ao menos  sirva para podemos divertir-nos.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Top Gear também está de volta... na América


Mark your calendars! #TopGear is back Tuesday Jan 29th 9pm @ !!! Don’t miss it! 10 shows coming your way. Hope you love them!
@RutledgeWood
Rutledge Wood
Há quem ache que o Top Gear USA seja uma mera imitação do original, mas acho que aos poucos, aquele trio constituído por Tanner Foust, Rutledge Wood e Adam Ferrara está a fazer algo bem interessante, pelo menos dos episódios que andei a ver. 

A última temporada acabou há algum tempo, mas eles vão voltar em breve, com óbvia marcação em relação ao TG original. Isto porque Rutledge Wood anunciou na passada quinta-feira no seu Twitter que o TG americano estaria de volta... a 29 de janeiro, dois dias depois dos ingleses arrancarem com outra temporada na BBC.

A nova temporada terá dez episódios, menos três ou quatro do que o britânico, mas eles não têm os "especiais" que costuma haver no lado britânico. Mas para os "TG maníacos", fevereiro vai ser um mês "gordo", com os dois programas no ar quase ao mesmo tempo. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Como Hamilton perdeu uma oportunidade para estar calado

A razão pelo qual muitas personalidades famosas, politicos, artistas, etc e tal contratam relações públicas ou assessores de imprensa serve um pouco para "minorar os estragos" que esta gente - que também são seres humanos - de quando em quando provocam. Ninguém está livre de um mau dia no escritório, mas quando isso acontece a uma personalidade famosa, o impacto é maior.

Nestes tempos de Twitter e Facebook, a revolução das redes sociais, onde uma personalidade famosa é seguida por, pelo menos, um milhão de seguidores, as suas declarações têm impacto. Não há filtros, não há acessores - em alguns casos, outros, tem uma pessoa que se encarrega de escrever "tweets" - e a margem para que as coisas acabem em asneira é enorme. Como no caso de Lewis Hamilton.

Toda a gente sabe que está de saída da McLaren, rumo à Mercedes. E toda a gente tem conhecimento que as suas atitudes no Twitter, sem filtro, são no mínimo questionáveis. O caso da Belgica, onde colocou dados da telemetria para toda a gente ver, foi o melhor exemplo, e este domingo, depois do GP do Japão, em Suzuka, ele voltou a escrever... e a causar polémica.

Primeiro, colocou esta menagem: 

"@LewisHamilton Just noticed @jensonbutton unfollowed, thats a shame. After 3 years as teammates, I thought we respected one another but clearly he doesn't.

(Descobri que @jensonbutton deixou de me seguir, o que é pena. Após três anos como companheuros de equipa, pensava que nos respeitavamos como companheiros de equipa, mas claramente, parece que não)

As reações na "Twittersfera" foram na sua maioria a criticar Hamilton pela sua atitude. Entre a critica e o gozo, alguns afirmaram que esta é uma atitude típica de um garoto mimado, que anda há muito fora do contacto com a realidade. E este ataque a Button mostrou que as coisas na McLaren andam, no mínimo, tensas, e que aquilo que a marca quer passar, de harmonia (vide os cartoons da marca que aparece em cada domingo de Grande Prémio), estão muito longe da realidade.

Para piorar as coisas, houve quem reagiu afirmando que Button nunca seguiu Hamilton, o que é diferente de alguém que deixou de seguir outra pessoa, revelando que o piloto britânico cometeu uma enorme "gaffe", que tentou corrigir. Mas...

"My bad, just found out Jenson never followed me. Don't blame him! Need to be on Twitter more!"

(Desculpem lá, descobri que o Jenson nunca me seguiu. Não o culpem! Preciso de estar mais vezes no Twitter)

Quem lê esta mensagem, julga que Hamilton está a pensar que toda esta agitação é culpa de Button, quando na realidade é o contrário. E digo isto por causa da parte "Não o culpem!". O resultado foi que, em vez de acalmar as coisas, o sarcasmo foi ainda maior. Como fez o austríaco Alexander Wurz, atualmente piloto da Toyota na sua equipa de Endurance: “@Jensonbutton segue-me no Twitter e nunca fui seu companheiro”, atirou.

Em suma, Lewis Hamilton perdeu uma oportunidade de estar calado, e as suas atitudes só o diminuiram e pioraram a sua reputação perante os fãs da Formula 1. Button, sem escrever uma unica letra, foi o grande vencedor da noite, e provavelmente só deve ter sabido disso depois de mais uma boa noite nos braços da sua amada Jéssica Michibata e rido a altos berros sobre toda esta situação.

O Luis Fernando Ramos, o Ico, resumuiu otimamente toda esta situação no post que escreveu hoje:

"Ao optar pela via pública, Hamilton sublinhou que ainda possui dificuldades em relação a autoconfiança - digo isto da pessoa, não do piloto. É legal, mostra o lado humano de esportistas que muitas vezes são idealizados como infalíveis super-heróis por seus fãs. 

A presença deles no twitter é bacana. Nos casos de Rubens Barrichello, Fernando Alonso e do próprio Hamilton quando se tornou mais ativo na mídia social a partir do meio deste ano, o canal teve o positivo de efeito de apagar o foco deturpado que muitas vezes os fãs tinham deles. Se mostrar sem os filtros indesejados das agências de marketing ou do jornalismo inacurado fez muito bem para eles. 

Mas é preciso haver um limite. Atacar um colega de pista de forma pública está claramente além dele. Quando ainda por cima não se tem razão, fica ainda mais ridículo. Nestas horas fica mais fácil porque alguns, como Sebastian Vettel, preferem ficar longe das mídias sociais. (...)"

Concordo plenamente. 

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Reflexões sobre a fuga de informação de Lewis Hamilton

Confesso que menorizei um pouco aquilo que também foi um dos casos do fim de semana, que foram as mensagens que Lewis Hamilton colocou no Twitter, em que falou sobre a regulação das asas com o seu companheiro de equipa, Jenson Button, e também sobre a famosa imagem da telemetria que o piloto colocou na sua página pessoal.

Para quem esteve fora disto durante o fim de semana, explico: ambos os pilotos usaram asas diferentes durante a qualificação. Lewis ficou com a asa antiga, Jenson com a nova. O resultado é conhecido, e ele reagiu com o facto de com a asa nova, tinha perdido à volta de 0,7 segundos em linha reta, e para justificar isso, colocou a foto da telemetria para que toda a gente pudesse ver. Toda, incluindo os seus rivais. E referiu: “A linha pontilhada representa o tempo. Quando ela vai para baixo, significa que perdi tempo [em relação a Button]; para cima, significa que eu ganhei”. “Foi isso que tentei explicar ontem [sábado].”

Mais do que a reação à velocidade de Button, a colocação de um dado tão importante é que causou a polémica. Desconhecendo o impacto - ou não lembrando no momento - que o Twitter tem no mundo em que vivemos, o desenho esteve à vista por alguns minutos, os suficientes para serem copiados por alguns e depois serem espalhados por tudo que é Net. É claro, alertado pela McLaren, Hamilton apagou as imagens de seguida, retratou-se perante a equipa, nomeadamente Martin Withmarsh e o próprio Button, mas o mal já estava feito.

Os rivais já disseram que iriam analisar os dados colocados por ele. Christian Horner, o diretor desportivo da Red Bull, admitiu no domingo que iria analisar os dados. “Pelo que eu entendo, são informações do carro e, se eram dados do carro, tenho certeza que cada engenheiro no pit-lane irá olhar para nisso”, concluiu.

Não sei se vão ser tiradas conclusões sobre este incidente. Mas caso Lewis Hamilton esteja interessando em aprendê-las, a primeira é que é uma figura pública. A segunda é que qualquer ação tem consequências, porque os seus seguidores o repercutirão numa rede tão imediata e tão veloz como o Twitter. Uma coisa é ter 200, 300 ou mil seguidores, outra coisa é seres uma personalidade famosa e teres quatro, cinco ou oito milhões de seguidores, onde quererão saber todo o que dizes tudo o que fazes. Num mundo como este, não faltam os que emitirão juízos de valor sobre ele, nem todos favoráveis à sua pessoa.

Segundo, a sua imagem dentro da equipa ficou no mínimo abalada com esta fuga de informação. Quero acreditar que foi pura ingenuidade da parte de Hamilton, mas depois, esta noite, dei de caras com um post do brtitânico Joe Saward, em que refere este incidente nos seguintes termos:

"O que esta história faz é levantar questões sobre o estado de espírito de Hamilton no momento. Por que diabos um piloto deseja "tweetar" a telemetria da sua equipa? Qualquer pessoa que tenha alguma idéia sobre o esporte vai saber que não havia nenhuma maneira que Button e Hamilton ficariam tão distantes com diferentes set-ups, e assim fica-se imaginando que Hamilton estava tentando impressionar a equipa. Certamente, qualquer equipa que estivesse a pensar contratar o piloto britânico teria percebido a situação e, como resultado do tweet, seria menos provável para assiná-lo na base de que o tweet mostrou um lado inesperado e não confiável da sua personagem, que não tenha sido visto até agora. 

Há muitos dentro da Formula 1 que sentem que talvez Hamilton viva numa bolha, que anda muito longe do mundo real. Se ele vai assumir na luta pelo titulo, ao lado de Fernando Alonso e Sebastian Vettel, Lewis precisa confiar em mais do que o seu talento natural. Não há dúvida de que ele é um grande piloto, mas ele precisa ser capaz de se relacionar com as pessoas ao seu redor e na fábrica. Pergunte sobre Alonso, e na Ferrari eles vão dizer-lhe que ele passa muito tempo em Maranello. E as pessoas na garagem não ficarão felizes se você está twittando essas coisas."

Acho que depois de todo este caso, começo a pensar se será que irá haver a segunda série dos McLaren Toons...