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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Youtube Formula 1 Video: One Hit Wonders, os que venceram apenas uma vez

Agosto é mês de férias, e o pessoal da Formula 1 aproveita o embalo do que aconteceu na Hungria com Esteban Ocon para fazer aquilo que eles chamam de "one hit wonders": pilotos que só venceram por uma vez na sua carreira. Alguns porque não tiveram tempo para mais, outros porque o seu talento era inferior ao seu companheiro de equipa, como aconteceu ao Jarno Trulli

Eis dez pilotos que fizeram história por uma vez. E francamente, não acredito que Ocon seja um "one hit wonder", ele é muito mais que isso. 

terça-feira, 5 de abril de 2016

Os nomes automobilísticos nos Panama Papers

Era inevitável que o processo dos "Panama Papers", divulgado neste domingo - mas do qual os meios jornalísticos conheciam desde há muitos meses desta parte - contivesse pessoas ligadas à Formula 1 entre os milhares de nomes que estavam nos papéis da fuga de informação proveniente de firma de advogados Mossack/Fonseca. 

Nestes dois dias, foram divulgados quatro nomes, até agora: o ex-presidente da Ferrari, Luca de Montezemolo, o ex-piloto de Formula 1 Jarno Trulli, e o atual lider do campeonato, Nico Rosberg. Se uns desmentem e outros não comentam, há quem seja honesto e admita tudo, afirmando que não é legal. E tem razão!

No caso dos contratos da Mercedes com Nico Rosberg em particular, a imprensa alemã fala hoje que o contrato entre o piloto e a Mercedes, nas temporadas de 2014 e 2015, foi gerido por uma empresa de fachada a Ambitious Group Limited, criada pela marca alemã. Essa firma, que tem sede nas Ilhas Virgens Britânicas, acaba por ser a detentora do contrato feito com a Mercedes. Contudo, nada disso afirma que Nico (que nasceu e vive em Monte Carlo) fugiu aos impostos, apenas diz que os seus contratos com a marca alemã escapam da sanção por parte do governo alemão, nomeadamente na questão dos impostos.

No caso de Montezemolo, o italiano (atualmente a dirigir a Alitalia) está envolvido numa sociedade chamada Leniville Overseas, segundo conta a revista L'Espresso. Atuando como procurador desse mesma firma, em 2007, ele atuava na firma Bim Suisse, a filial helvética do banco Intermobiliare, que captava as fortunas dos mais de mil italianos que estão envolvidos na firma Mossack/Fonseca, que vão desde empresários e personalidades do mundo do espectáculo, mas também muitos nomes desconhecidos, que pura e simplesmente queriam colocar o seu dinheiro longe do fisco italiano.

E entre esses nomes está o ex-piloto Jarno Trulli. Atualmente com 41 anos, ele, que esteve envolvido na sua própria equipa na Formula E, e que abandonou a competição em novembro do ano passado, é ali citado. Numa entrevista ao Corriere della Sera, Trulli confirma tudo, afirmando que nada é ilegal, pois investe no setor imobiliário, e paga impostos sobre isso. Trulli também disse que a sua residência fiscal é em Londres, apesar de viver também em Lugano, na Suíça.

"Sim, é verdade, mas acredite, são o resultado do meu trabalho, um pouco 'especial'", começa por afirmar. "Os investimentos no exterior, se forem declarados, são legais. É isso que você tem que escrever", continuou. "Quando eu li o meu nome em toda parte, em todos os jornais, não só estranhei como mandei uma gargalhada", concluiu.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Formula E: Trulli substitui Duran em Putrajaya

A Motorsport anunciou esta quinta-feira no seu site que o mexicano Salvador Duran será substituido por Jarno Trulli na Trulli GP, na segunda corrida da competição, em Putrajaya, na Malásia. As razões ainda não foram apuradas, mas o anuncio oficial será feito amanhã.

A confirmar-se, é mais um problema que aflige a equipa nesta temporada, depois dos problemas na alfândega que o impediram de correr em Pequim. Antes disso, durante a pré-temporada, os vários problemas que tiveram com o novo conjunto de baterias, da Motomatica, que o impediram de fazer voltas em Donington Park, durante os testes de pré-temporada.

Quanto a Trulli, na temporada passada conseguiu 15 pontos, resultantes de um quarto lugar, e uma pole-position em Berlim.

sábado, 23 de maio de 2015

Formula E: Lucas di Grassi foi o vencedor em Berlim

Lucas di Grassi tornou-se esta tarde no segundo piloto a repetir a vitória ao terminar a corrida de Berlim como vencedor, na frente do belga Jerome D'Ambrosio e do suiço Sebastien Buemi. Nelson Piquet Jr. foi o quinto, enquanto que a recuperação de António Félix da Costa ficou prejudicada por um "stop and go" e terminou a corrida na 12ª posição.

Depois da inesperada pole-position na qualificação para Jarno Trulli, parecia que as coisas iriam ser interessantes para a corrida, com o piloto italiano a poder incomodar na luta pelo titulo entre o piloto da Abt e o da e-dams, e a corrida começou com Trulli na frente. Mas na segunda curva, a sua traseira fugiu e Di Grassi aproveitou para ficar com o comando da corrida, afastando-se completamente do piloto italiano. 

Com o passar das primeiras voltas, o piloto brasileiro abria ao ritmo de um segundo por volta, enquanto que parecia que Trulli estava a voltar a ter a sua reputação de ser o tampão para o resto do pelotão. Atrás, Félix da Costa subia posições atrás de posições, sendo 15º na terceira volta. Na volta 6, Buemi conseguiu passar Trulli para o segundo lugar, mas nas curvas seguintes, Heidfeld e D'Ambrosio conseguiram passar o italiano, que caiu para o quinto posto, na frente de Vitantonio Liuzzi. No final da volta, ele passou o seu companheiro de equipa. 

Com as coisas mais calmas, Buemi aguentava os ataques de D'Ambrosio, enquanto que Piquet era setimo, caindo para oitavo pouco depois. Trulli era absorvido pelo pelotão, enquanto que na volta 16, começavam as paragens nas boxes, primeiro com Trulli e Sarrazin, mas os lideres pararam duas voltas depois, com Di Grassi a manter a liderança, e Jeorme D'Ambrosio a ser o segundo, passando Sebastien Buemi.

Por esta altura, Antonio Félix da Costa era já oitavo, atrás de Stephane Sarrazin, uma grande recuperação desde o penúltimo lugar, mas a organização avisou a ele - e ao seu companheiro de equipa, Salvador Duran - que iriam ser penalizados porque excederam o tempo minimo durante a troca de carros. o piloto português cumpriu a penalidade e caiu para o 13º posto. De regresso à pista, partiu para o ataque, mas não conseguiu mais do que passar Jaime Alguersuari e ficar com o 12º posto.

Entretanto, na frente, D'Ambrosio conseguiu passar Buemi para ficar com o segundo posto, enquanto que Di Grassi estava na frente, sem ser incomodado. Atrás, Loic Duval e Nick Heidfeld lutavam pelo quarto posto, e quem levou a melhor foi o piloto francês. Na parte final, Nelson Piquet Jr. conseguiu passar Stephane Sarrazin e Nick Heidfeld, ficando com o quinto posto e a volta mais rápida, que lhe deu dois pontos extra.

Nos restantes lugares pontuáveis ficaram Nick Heidfeld, Stephane Sarrazin, Jean-Eric Vergne, Sam Bird e Vitantonio Liuzzi, que pontuou pela primeira vez nesta temporada. 

No final, Di Grassi comemorou a vitória... para parar duas curvas depois, devido a problemas eletronicos. Mesmo assim não impediu de comemorar a vitória e alargar o seu comando no campeonato. Com D'Ambrosio a subir ao pódio pela primeira vez na Formula E, e Sebastien Buemi a ficar com o lugar mais baixo do mesmo, o piloto da Abt extendeu a sua liderança, tendo agora 118 pontos, contra os 101 de Nelson Piquet Jr, que recupeou o segundo posto. Sebastien Buemi é o terceiro, com 98 pontos, enquanto que Nicolas Prost não pontuou e torna-se num distante quarto classificado, com 77 pontos.

O campeonato regressa a 6 de junho, nas ruas de Moscovo.

Formula E: Jarno Trulli faz a pole-position em Berlim

Jarno Trulli fez história esta manhã em Berlim ao ser o primeiro ex-piloto de Formula 1 a conseguir uma pole-position na Formula E, e também se tornou no primeiro piloto e construtor a conseguir o primeiro lugar da grelha nesta competição. Lucas di Grassi foi o segundo, enquanto que o seu rival, Nelson Piquet Jr. ficou no meio da grelha. Já António Félix da Costa irá largar da última fila, na penultima posição, numa qualificação sem incidentes.

Debaixo de céu nublado e algum nevoeiro (e com sol no final da sessão), nos terrenos do ex-aeroporto de Templehof, máquinas e pilotos preparavam-se para a qualificação da oitava prova do campeonato inaugural de Formula E, numa altura em que três pilotos estão a lutar para o título mundial, quando agora há apenas quatro corridas para o final do campeonato.

O primeiro grupo começou com Nelson Piquet Jr, Bruno Senna, os Trulli e o Amlin de António Félix da Costa. Piquet foi o primeiro a marcar tempos, mas Jarno Trulli é que fez o melhor tempo, seguido pelo seu companheiro de equipa, Vitantonio Liuzzi. No final do primeiro grupo, eles conseguiram ficar na frente dos dois pilotos brasileiros e do português da Amlin Aguri.

No segundo grupo tinham o Virgin de Jaime Alguersuari, os Andretti de Jean-Eric Vergne e Scott Speed, bem como o Anlin de Salvador Duran e o Venturi de Stephane Sarrazin. O francês conseguiu dividir os Trulli, ficando no segundo posto, enquanto que Vergne e Speed eram respectivamente quarto e quinto nessa altura. Vergne depois melhorou para terceiro. Sarrazin tentou depois melhorar o seu tempo, mas foi prejudicado pelo carro de Alguersuari.

Para o terceiro grupo, tínhamos os e.dams de Nicolas Prost, o Abt de Lucas di Grassi, o Venturi de Heidfeld e o Dragon de Jerome D'Ambrosio. Di Grassi conseguiu o segundo melhor tempo, seguido por Heidfeld. Nos minutos seguintes, D'Ambrosio e Prost melhoram os seus tempos, mas não conseguiram mais do que o quarto melhor tempo. Heidfeld tentou melhorar o seu tempo, mas desistiu após um excesso na travagem.

O último grupo era constituído por Sebastien Buemi, Karun Chandhok, Daniel Abt, Loic Duval e o Virgin de Sam Bird. Buemi foi o primeiro a marcar tempo, ficando no terceiro posto, enquanto que Sam Bird perdeu a traseira na primeira curva da sua primeira tentativa. Contudo, apesar das tentativas de Bird e Abt, não conseguiram superar o piloto italiano, que se tornou no primeiro piloto-construtor a ser o "poleman", provavelmente um dos resultados mais surpreendentes nesta temporada inicial da Formula E.

A corrida acontecerá mais tarde, pelas 16 horas locais.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

GP Memória - Bahrein 2005

Duas semanas após a vitória de Fernando Alonso na Malásia, máquinas e pilotos iam para o Golfo Pérsico, mais concretamente para o arquipélago do Bahrein, para a terceira prova do Mundial de 2005. A grande novidade na corrida barenita iria ser a estreia do Ferrari F2005, o carro que a Scuderia tinha feito para aquela temporada, do qual Michael Schumacher e Rubens Barrichello iriam tentar compensar o mau arranque no campeonato. 

Contudo, dias antes da corrida, a McLaren viu-se inesperadamente com um problema: um dos seus pilotos, o colombiano Juan Pablo Montoya, magoou-se nas costas ao andar de motocicleta e teria de ficar a recuperar durante cerca de um mês, falhando pelo menos duas corridas. Assim sendo, Ron Dennis teve de recorrer aos seus pilotos de testes para preencher o lugar, o austríaco Alexander Wurz e o espanhol Pedro de la Rosa. No caso da corrida barenita, foi De la Rosa que ficou com o cockpit, enquanto que Wurz correria para eles em Imola.

A qualificação foi complicada por causa da pouca aderência na pista - os ventos do deserto traziam as areias para lá e os pneus tinham dificuldades em agarrar - o melhor foi Fernando Alonso, com Michael Schumacher a ser segundo com o novo carro. Jarno Trulli foi o terceiro com o seu Toyota, seguido pelos Williams-BMW de Nick Heidfeld e Mark Webber, enquanto que Ralf Schumacher levava o segundo Toyota para o sexto posto. Christian Klien era o sétimo, no seu Red Bull, enquanto que Pedro de la Rosa era o melhor dos McLaren, no oitavo lugar, enquanto que o "top ten" era fechado com o segundo McLaren de Kimi Raikkonen e o segundo Renault de Giancarlo Fisichella.

No dia da corrida, as condições estavam no limite: o calor do deserto tinha feito com que a temperatura do ar fosse de 40ºC e a do asfalto subisse para os 55ºC, as mais quentes desde o GP de Dalles em 1984. E isso afetava os motores: Christian Klien não aproveitou o seu lugar e o seu Red Bull desistiu logo na volta de aquecimento.

Na partida, Alonso foi o melhor, enquanto que Schumacher defendeu-se dos ataques de Trulli para ficar com o segundo posto. Logo a seguir, na volta quatro, Fisichella desiste graças a um motor rebentado, na mesma altura em que o Jordan de Narain Karthikeyan tambem desiste, vitima de problemas elétricos.

Na frente, Schumacher pressiona Alonso para a liderança, até que na 12ª volta, o alemão falha a travagem e faz um pião. Ele vai para as boxes e de lá não sai: é a primeira vezem 58 corridas em que Schumacher não terminaria a corrida. Assim sendo, o piloto espanhol começou a andar mais descontraido, tentando levar o carro até ao fim naquele dia de muito calor, já que mais alguns pilotos, como Nick Heidfeld e Takuma Sato, tinham os seus motores rebentados e não terminariam a corrida.

Na frente, o único que seguia Alonso era Jarno Trulli, com Kimi Raikkonen a subir na classificação, mas a luta é pelo quinto lugar, entre Mark Webber e Pedro de La Rosa. O piloto espanhol conseguiu levar a melhor a duas voltas do fim, e ainda por cima, fez a volta mais rápida.

No final, Fernando Alonso vence pela segunda vez no campeonato, na frente de Trulli e Raikkonen. Ralf Schumacher é quarto, seguido por Pedro de La Rosa, Mark Webber, o Sauber de Felipe Massa e o Red Bull de David Coulthard.  

sexta-feira, 20 de março de 2015

GP Memória - Malásia 2005

Quinze dias depois da prova inaugural, na Austrália, máquinas e pilotos estavam em paragens malaias para a segunda prova do campeonato. A grande alteração na lista de inscritos foi o britânico Anthony Davidson, que correu no lugar de Takuma Sato, que ficara doente com uma febre. Para Rubens Barrichello, a corrida seria marcante para ele, pois iria correr pela 200ª vez na sua carreira.

Depois da vitória em Melbourne, a Renault estava imparável, e o resultado da qualificação demonstrou isso mesmo: Fernando Alonso fez a pole-position, com o italiano Jarno Trulli a seu lado, no seu Toyota. O segundo Renault, de Giancarlo Fisichella, era o terceiro, seguido pelo Williams-BMW de Mark Webber, enquanto que Ralf Schumacher era o quinto, no segundo Toyota. Kimi Raikkonen era o sexto, no McLaren-Mercedes, na frente dos Red Bull de Christian Klien e David Coulthard, enquanto que a fechar o "top ten" estavam o BAR-Honda de Jenson Button e o segundo Williams-BMW de Nick Heidfeld.

Os Ferrari andavam mal nesta qualificação a dois tempos: Rubens Barrichello e Michael Schumacher eram apenas 12º e 13º classificados na grelha, apenas na frente dos Sauber, da Jordan e da Minardi.

A corrida começou com Alonso a conseguir manter a liderança, enquanto que lá atrás, os BAR-Honda de Button e Davidson encostavam, vitimas do rebentamento prematuro dos motores. Com o passar das voltas, o piloto da Renault afastava-se de Trulli e Fisichella, com Webber logo atrás. Após o primeiro reabastecimento, as atenções viraram-se para a luta pelo terceiro posto, quando o australiano da Wiliams ficoi com o lugar. Fisichella tentou recuperar a posição, mas na volta 35, o italiano cometeu um erro e bateu nele, causando o abandono dos dois.  

Com isto, o grande beneficiado foi Nick Heidfeld e Juan Pablo Montoya, este último a fazer uma corrida de recuperação e também a beneficiar do atraso do seu companheiro de equipa, Kimi Raikkonen, que teve um furo logo após o primeiro reabastecimento, atrasando-se na geral. O finlandês veio a acelerar, tentando recuperar o tempo perdido, mas acabaria apenas no nono posto, fora dos pontos.

Contudo, imune aos acidentes no pelotão, Fernando Alonso ia a caminho da sua primeira vitória do ano e a segunda da Renault, confirmando a hegemonia da equipa francesa. E também com a sua vitória, o piloto espanhol era também o novo lider do campeonato, mais de vinte segundos na frente de Jarno Trulli, com Nick Heidfeld a ficar com o lugar mais baixo do pódio. Montoya era o quarto, seguido por Ralf Schumacher, no seu segundo Toyota, o Red Bull de David Coulthard, o Ferrari de Michael Schumacher e o segundo Red Bull de Christian Klien.

domingo, 1 de março de 2015

A foto do dia (II)

Jean Alesi, no GP do Mónaco de 2001 ao serviço da Prost GP, numa foto de Paul-Henri Cahier. Para terminar esta semana dedicada a Alain Prost, na comemoração do seu 60º aniversário, não poderia deixar de falar sobre a sua aventura como construtor. Desde 1989 que Prost pensava na ideia de ser chefe de equipa, e discutiu isso com John Barnard. Aliás, queria até que o projeto avançasse em 1990, mas nunca houve suficiente dinheiro para isso. Aliás, conta-se que Prost é um notório forreta...

Como já disse há uns dias, Prost desejou a Ligier, com a ideia de ter uma "Ecurie de France". Namorou com a Renault para ter os melhores motores, e isso complementava o chassis, ou seja, a melhor tecnologia do hexágono. Depois de muitas lutas, e de uma primeira tentativa em 1992, conseguiu comprar a Ligier no inicio de 1997 a Flávio Briatore. Rebatizou de imediato com o seu nome, mas o motor era o Mugen-Honda e o chassis ainda era o JS45, bem desenhado por Loic Bigois

Essa combinação, aliado a pilotos como Olivier Panis e o japonês Shinji Nakano, e também os pneus Bridgestone, fez com que tivessem a melhor temporada em muito tempo. Panisa subiu duas vezes ao pódio e numa altura, era o terceiro classificado. Mas depois, um acidente no Canadá fraturou ambas as pernas e ficou de fora por meio ano. Jarno Trulli veio no seu lugar e conseguiu um quarto lugar em Hockenheim, e uma grande corrida em Zeltweg, até que o seu motor explodiu, provavelmente a caminho de uma vitória.

Mas depois da grande temporada de 1997, as coisas correram mal: com os franceses Peugeot, os carros a chamarem-se de AP, desenhados por John Barnard, acabaram por decair as suas prestações. Só conseguiram um ponto no famoso GP da Bélgica, e em 1999, foram mais sortudos com o segundo lugar em Nurburgring, ambos às mãos de Jarno Trulli. Parecia que estavam a caminho dos velhos tempos da Ligier, uma década antes. Em 2000 foi a catástrofe: zero pontos. 

E nessa altura, Prost acolhia um velho amigo seu, Jean Alesi. Já longe dos seus bons tempos na Ferrari e Benetton, o francês dava o seu melhor contra uma máquina que se arrastava no fundo do pelotão.Em 2001, substituiu os Peugeot pelos Ferrari, rebatizados de Acer, a marca de portáteis. E aí, as prestações foram mais estáveis, mas a dupla de pilotos era instável. Começou com o argentino Gaston Mazzacane, depois por Luciano Burti, e a meio do ano, Alesi chateou-se com o seu patrão e foi-se embora depois de dar um sexto lugar na Alemanha. Entrou Heinz-Harald Frentzen, mas no GP da Belgica, Luciano Burti choca com Eddie Irvine na veloz Staevlot e acaba em cheio no muro de proteção. Para o seu lugar entra o checo Tomas Enge.

Nessa altura, Prost luta para manter a equipa de pé, à medida que não consegue os patrocinadores franceses que quer. No final do ano, depois de conseguir quatro pontos, declara falência - tinha dívidas de 30 milhões de dólares - e a equipa fecha portas, terminando o sonho francês na Formula 1. O episodio afetou Prost, que nunca deixou de afirmar o seu desgosto pelo fracasso da ideia de uma "Ecurie de France".

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Formula E: Jarno Trulli vai piloto... e construtor!

A Formula 1 teve no passado equipas feitas pelos seus pilotos. Jack Brabham, Bruce McLaren, Chris Amon, Emerson Fittipaldi foram alguns dos que não só se tornaram pilotos, como também se tornaram construtores. Agora, na nova Formula E, também teremos uma equipa feita por um piloto. Quem é? O italiano Jarno Trulli.

Trulli, que no próximo dia 13 de julho fará 40 anos, adquiriu a Drayson Racing e decidiu rebatizá-la de TrulliGP, depois da troca ter sido aprovada pela FIA. "Estou contente que a FIA tenha selecionado a TrulliGP para fazer parte do Campeonato FIA de Fórmula E", começou por dizer o piloto. 

"Tendo ganho uma experiência fantástica como piloto de Fórmula 1, o meu envolvimento com a Formula E será, certamente, um novo desafio, não só como piloto, mas também como dono de equipa. Competir ao mais alto nível de desempenho, com um carro de energia limpa, e com o apoio da Drayson Technologies, torna este desafio ainda mais emocionante. Eu estou muito contente de ser um pioneiro deste novo projeto Fórmula E", concluiu.

"Estamos muito felizes em receber Jarno no campeonato FIA de Fórmula E, tanto como chefe de equipa, como piloto. A Drayson continua a fazer parte da família da Formula E, com foco no desenvolvimento de sua tecnologia de carregamento sem fios. Esta tecnologia inovadora tem o potencial de beneficiar não apenas a equipe TrulliGP mas todo o campeonato e, claro, o futuro dos carros eléctricos de estrada", afirmou Alejandro Agag, o chefe da Formula E.

A competição começará a 13 de setembro, em Pequim, com dez equipas.

terça-feira, 25 de março de 2014

Youtube Motorsport Testing: o teste de Jarno Trulli no monolugar da Formula E

Dias depois do anuncio de que o veterano Jarno Trulli seria um dos pilotos da nova Formula E, a competição de carros elétricos sancionada pela FIA e organizada por Alejandro Agag, ele foi experimentar um desses carros no circuito de Le Ferté Gauchier, nos arredores de Paris. O resultado deste teste pode ser visto neste video que a organização da Formula E colocou no seu canal do Youtube. 

Vi esta no Facebook do Taki Inoue.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Formula E: Trulli, Heidfeld e D'Ambrosio são escolhidos

A organização da Formula E anunciou esta quarta feira que escolheram mais quatro pilotos para a competição, três deles com passagens pela Formula 1: o italiano Jarno Trulli, o alemão Nick Heidfeld, o belga Jerome D'Ambrosio e o britânico Sam Bird. Com isto, a competição que arrancará no próximo mês de setembro têm 28 pilotos nos seus quadros, à disposição das dez equipas presentes.

"Esta competição têm um enorme potencial e estou maravilhado por ver o progresso dos veículos elétricos e o seu lugar no futuro do automobilismo", afirmou Trulli, atualmente com 39 anos e com 252 Grandes Prémios numa longa carreira na Formula 1, que durou de 1997 a 2011.

Se Trulli, Heidfeld e D'Ambrosio têm carreiras na Formula 1, já Sam Bird tem mais carreira na GP2.

Dos 28 pilotos agora à disposição, dois já têm lugar: Lucas di Grassi e Daniel Abt serão pilotos da Abt, que é apoiada pela Audi.

A competição começa a 13 de setembro, em Pequim. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Uma parceria improvável

Jarno Trulli parece que se afastou de vez do automobilismo, depois de ter sido dispensado da Caterham no inicio de 2012. Nascido e criado em Pescara, no Abruzzo italiano, a familia Trulli tem uma vinha do qual faz vinhos e parece que esse está a ser cada vez mais o seu negócio. E agora, apresentou uma garrafa de vinho com um parceiro improvável: o ator de filmes pornográficos Rocco Siffredi.

A garrafa especial, uma variedade do Montepulciano D'Abruzzo, será chamada de "Rocco", em homenagem ao ator. "O vinho tem um erotismo profundo e, ao lado da pessoa certa, é capaz de criar uma atmosfera perfeita para uma noite de diversão. Meu caro amigo Jarno produz excelentes vinhos e foi pago para produzir esta nova etiqueta com o meu nome", disse Siffredi durante a sua apresentação.

Quanto a Trulli, o ex-piloto afirmou que o conheceu há muito tempo, durante um fim de semana do GP da Hungria. A amizade surgiu pouco depois, e foi fácil passarem a parceiros de negócio. Quando perguntaram sobre o melhor acompanhamento. as respostas foram diferentes: Trulli comentou que "um bom queijo pecorino" seria o ideal, enquanto que Siffredi afirmou que “esse vinho é feito para tomar com mulheres”.

Trulli, atualmente com 38 anos, correu entre 1997 e 2011 em equipas como Minardi, Prost, Jordan, Renault, Toyota, Lotus e Caterham, e teve uma vitória em toda a sua carreira, no GP do Mónaco de 2004.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Formula 1 em Cartoons - Schumacher, reforma-te! (Pilotoons)

Desta vez, o Bruno Mantovani fez um pilotoon pedindo encarecidamente a Michael Schumacher que pense na hora de pendurar de vez o capacete e se juntar aos seus colegas Rubens Barrichello e Jarno Trulli, depois do que fez em Singapura, contra a traseira do carro de Jean-Eric Vergne...

sábado, 22 de setembro de 2012

GP Memória - Austria 1997

Depois de Itália, a Formula 1 fazia a sua primeira aparição em terras austriacas pela primeira vez em dez anos. Para receber a categoria máxima do automobilismo, o circuito de Zeltweg tinha recebido modificações, de forma a ser mais curto e menos veloz, mas isso não impediu que as médias continuassem a ser altas.

Sem alterações no pelotão, os treinos mostraram que os carros com pneus Bridgestone eram os que estavam melhor adaptados à nova pista, mas o melhor foi Jacques Villeneuve, que bateu o McLaren-Mercedes de Mika Hakkinen por 94 centésimos. O Prost de Jarno Trulli foi um surpreendente terceiro classificado, seguido pelo segundo Williams de Heinz-Harld Frentzen. Na terceira fila estavam ambos os Stewart, de Rubens Barrichello e Jan Magnussen, enquanto que na quarta fila estavam o Arrows-Yamaha de Damon Hill e o Ferrari de Eddie Irvine. Michael Schumacher era apenas nono, enquanto que David Coulthard fechava o "top ten".

A qualificação ficou marcada pela exclusão do Minardi de Tarso Marques, que tinha falhado um controle de peso, pelo carro estar abaixo do mínimo legal para correr.

Debaixo de sol, mas com uma temperatura mais baixa do que o normal, a corrida começa com Berger a partir das boxes com o carro de reserva, e na partida, Hakkinen consegue ser melhor do que Villeneuve, com Trulli no segundo posto. Villeneuve é pressionado logo a seguir pelos Stewart de Barrichello e Magnussen, e passa no final da primeira volta na quarta posição. Mas no inicio da segunda volta, o motor de Hakkinen explode e o jovem italiano da equipa Prost lidera uma corrida pela primeira vez na sua curta carreira.

A corrida, a partir daqui, andou mais calma, com Trulli a liderar até à altura dos reabastecimentos. O italiano foi às boxes na volta 37, altura dos primeiros reabastecimentos, e na volta 44, quando tudo acabou, Villeneuve estava na frente. Mas pelo meio, tinha acontecido um acidente espectacular entre Eddie Irvine e Jean Alesi, quando ambos lutavam pelo quarto posto. Ao chegarem à Curva Remus, feita num àngulo de 90 graus, Irvine bloqueou a passagem do piloto francês, que o tentava passar, fazendo-o saltar e aterrar, felizmente com as rodas no chão, mas na gravilha. Ambos os pilotos acabaram por abandonar logo depois.

Pela mesma altura, Michael Schumacher estava a fazer a manobra de ultrapassagem a Heinz-Harald Frentzen quando ambos chegaram á zona, assinalada com bandeiras amarelas. O alemão da Ferrari completou a manobra, mesmo com o assinalar das bandeiras, e os comissários, pensando que tinha desobedecido às ordens, penalizaram-no com um "stop and go", que cumpriu pouco depois.

Na volta 44, Villeneuve era o lider, seguido por Trulli, e tudo parecia que a estratégia iria calhar bem para o italiano da Prost. Mas na volta 58, o seu motor Mugen-Honda estoura e ele é obrigado a abandonar, terminando ali uma corrida irrepreensível.


Após a segunda paragem Villeneuve começou a ser acossado por Coulthard, que se aproximou o suficiente para ameaçar a vitória. Frentzen também se aproximou o suficiente para os tentar apanhar, mas no final, Villeneuve aguentou e alcançou a vitória. Coulthard foi o segundo e Frentzen o terceiro, enquanto que nos restantes lugares pontuáveis ficaram os Jordan de Giancarlo Fisichella e de Ralf Schumacher, ambos na frente do Ferrari de Michael Schumacher, que tinha passado o Arrows de Damon Hill na última volta.   

sexta-feira, 29 de junho de 2012

GP Memória - França 1997

Duas semanas depois do GP do Canadá, em Montreal, e do seu caótico final, máquinas e pilotos estavam de volta à Europa para correr o GP de França, disputado no circuito de Magny Cours. A Prost, sem contar com os serviços de Olivier Panis, que iria passar todo o verão a curar-se das suas lesões, decidiu procurar um substituto, escolhendo o italiano Jarno Trulli, que estava a correr na Minardi, no seu primeiro ano de Formula 1. Para o lugar de Trulli, a equipa de Faenza foi buscar o brasileiro Tarso MarquesOutra alteração no pelotão tinha acontecido na Sauber, que trocara o italiano Gianni Morbidelli - que tinha quebrado o seu braço esquerdo devido a um acidente - pelo jovem argentino Norberto Fontana, que fazia aqui a sua estreia na Formula 1.

As coisas na Ferrari estavam a correr muito bem, dado que com a vitoria de Michael Schumacher em Montreal, tinha alcançado o comando do campeonato, contra um Jacques Villeneuve que tivera um maus fim de semana "em casa". E parecia que as coisas continuavam a correr bem para os lados de Maranello, pois o piloto alemão coneguiu fazer a pole-position, tendo a seu lado o Williams de... Heinz-Harald Frentzen. O Jordan de Ralf Schumacher era o terceiro na grelha, conseguindo bater o segundo Williams-Renault de Jacques Villeneuve. Aliás, pela primeira vez, os três primeiros da grelha eram alemães... Eddie Irvine, no segundo Ferrari, era o quinto enquanto que Jarno Trulli adaptava-se sem problemas ao seu Prost e era o sexto na grelha de partida. Alexander Wurz era o sétimo, no seu Benetton-Renault, à frente de Jean Alesi, e a fechar o "top ten" ficavam os McLaren de David Coulthard e Mika Hakkinen.

O tempo estava nublado no dia da corrida e as previsões de que a chuva podia fazer a sua aparição durante a competição eram bem reais. Aliás, tinmha chovido no "warm up" e as afinações para a corrida também tinham sido feitas para o molhado... Na partida, Schumacher saiu melhor do que Frentzen enquanto que mais atrás, Damon Hill sai de pista com o seu Arrows e parte a sua asa frontal, fazendo com que fosse às boxes.


Com o passar das voltas, Schumacher começou a afastar-se de Frentzen, ao impressionante ritmo de odis segundos por volta, mas a corrida não tem muita história até aos primeiros reabastecimentos, altura em que o piloto alemão aumenta ainda mais a sua diferença sobre Frentzen e Villeneuve, que tinha uma afinação para chuva e lutava para os acompanhar. Após o segundo reabastecimento, Irvine conseguiu passar Villeneuve e ficou com o terceiro posto.


Contudo, a partir da volta 55, o tempo fechou-se e começou a cair alguns pingos. A partir da volta 60, já chovia na meta, o suficiente para que começassem a trocar para pneus de chuva. alguns trocaram, mas aparentemente, Schumacher e Frentzen decidiram ficar na pista o tempo suficiente, apesar da pista estar crescentemente escorregadia. Na volta 62, Schumacher despista-se, mas consegue continuar em pista, e gere tudo com pinças até à linha de chegada, para vencer pela segunda vez consecutiva e a terceira naquela temporada. 


Contudo, na última volta, houve emoção: Coulthard tinha-se aproximado de Ralf Schumacher, e o escocês tinha tentado passá-lo, mas ambos tocam-se e o escocês desiste. Villeneuve aproxima-se de Irvine e tenta passá-lo, mas na última curva, roda e quase perde o quarto lugar para Jean Alesi. E Michael Schumacher, nos metros antes da meta, deixa passar Ralf Schumacher, que assim desdobra-se do irmão e consegue... um ponto. 


No final, Schumacher ganha, Frentzen é segundo e Irvine é terceiro, enquanto que nos restantes lugares pontuáveis ficam Jacques Villeneuve, Jean Alesi e Ralf Schumacher.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Formula 1 em Cartoons - Os fantasmas de Felipe Massa

Com o mau desempenho dos Ferrari, os críticos tentam encontrar o elo mais fraco, para poderem agitar os seus fantasmas, para ver também se conseguem influenciar alguma coisa. E claro, Felipe Massa, cujo desempenho na Austrália foi fraco, é o primeiro dos alvos. E alguns jornalistas em Itália agitaram os nomes de Jarno Trulli e Rubens Barrichello, afirmando que esses veteranos fariam melhor do que ele.

E claro, o Bruno Mantovani não deixou escapar essa oportunidade para fazer um pilotoon seu sobre a situação.  

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Formula 1 em Cartoons (II): a saída de Trulli da Caterham (GP Toons)

Para o mesmo assunto, caricaturista diferente. O Hector Garcia, do GP Toons, decidiu aproveitar um outro desenho que tinha feito antes, quando o Caterham de 2012 foi apresentado ao mundo, e sendo o primeiro dos chassis a ser apresentado, comparações com o crocodilo da Lacoste eram inevitáveis...

E já nessa altura, o Hector já previa o que iria acontecer num futuro mais ou menos próximo. Interessante saber que tipo de almoço é que foi. E suspeito que o russo pagou a conta...

Formula 1 em Cartoons (I): A saída de Trulli da Caterham (Pilotoons)

A decisão da Caterham de substituir o veterano Jarno Trulli (37 anos, 252 GP's) pelo russo Vitaly Petrov demonstra que, mais do que o poder do rublo, é também o final de uma era, pois após a saída de Rubens Barrichello, só fica Michael Schumacher, que já teve três anos de descanso entre 2007 e 2009. E Pedro de la Rosa também, mas este andou mais tenpo a testar do que a competir...

Enfim, eis a visão do Bruno Mantovani sobre esta decisão. E creio que a melhor maneira do Jarno de afogar as mágoas até poderia ser na Endurance...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Noticias: Vitaly Petrov entra na Caterham, Jarno Trulli sai

A Caterham, equipa de Mike Gascoyne e Tony Fernandes, anunciou esta manhã a contratação do russo Vitaly Petrov no lugar de Jarno Trulli para a temporada de 2012. Uma movimentação algo inesperada, mas que já comentada nos bastidores desde há muito tempo, dada a veterania do italiano e a sua aparente desmotivação em continuar na equipa, apesar do seu contrato ter sido renovado há alguns meses.

Trazer Vitaly para substituir Jarno não foi uma decisão fácil, mas o fizemos para garantir um novo impulso à equipa e com uma visão realista na situação económica global. O Jarno tem um incrível e natural talento atrás do volante e suas vitórias e longevidade no automobilismo ficarão marcadas para sempre na Formula 1, mas agora é hora de iniciar um novo capítulo na história do time e Vitaly é a pessoa certa para nos ajudar”, afirmou Tony Fernandes.

É certo que o dinheiro do russo fez alguma diferença na hora de escolher Petrov, mas também o fato de haver um GP russo daqui a dois anos também influenciou na decisão de escolher Petrov, que saiu da Lotus no final do ano e aparentemente, tinha ficado sem lugar. Caso não haja mais novidades a meio do ano, isto fará com que a Itália não tenha pilotos na grelha da Formula 1 desde o GP do Alemanha de 1973, quando a Ferrari optou pela ausência e um dos seus pilotos, Arturo Merzário, não paticipou.

Trulli, de 37 anos (nascido a 13 de julho de 1974 em Pescara), era um dos veteranos da Formula 1, com 256 Grandes Prémios - igualando Riccardo Patrese - começando em 1997 pela Minardi, com passagens pela Prost, Jordan, Renault, Toyota e Lotus. A sua melhor classificação de sempre foi um oitavo lugar em 2004, onde venceu a sua unica corrida da carreira, no Mónaco. Trulli fez também quatro "pole-positions" e uma volta mais rápida, conseguindo 246,5 pontos.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

F1 em Cartoons: O novo Caterham CT-01

Primeira apresentação do ano, e aparentemente todos os carros serão assim: feios como o bode. Mas a da Caterham, a primeira a aparecer, e com a sua "bela cor verde", fez-me lembrar o crocodilo da Lacoste. E não é que o Hector Garcia, o senhor do Grand Prix Toons, decidiu ilustrar a apresentação desse novo carro a um relutante Jarno Trulli? Ora pois...