quarta-feira, 2 de maio de 2018
ERC: Magalhães quer pódio nas Canárias
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
O que poderemos esperar para o CNR de 2018?
Em suma, parece que o campeonato nacional de ralis está a caminho de ter um dos melhores pelotões de sempre, em termos de quantidade e qualidade dos pilotos e máquinas. Regressos de nomes consagrados nos ralis e mais carros na classe R5 certamente vão enriquecer esta temporada de 2018... pelo menos, neste fim de semana.
OS REGRESSOS
Quem também volta às classificativas é José Carlos Macedo. Piloto da Renault nos anos 90, com máquinas como o Clio e o Megane de duas rodas motrizes, o piloto de Famalicão vai andar em Fafe a bordo de um Fiesta R5 que pertence a João Barros. É provável que seja apenas um regresso "para matar saudades", mas saúda-se o regresso de um piloto com o seu palmarés.
Quem também andará por aqui, pelo menos em Fafe, é Ricardo Moura. Cada vez mais concentrado nos Açores, o piloto do Fiesta R5 esteve no ano passado no Algarve, e este ano vem a Fafe para participar, pelo menos, nas duas primeiras provas do ano, pois a seguir será o Rali dos Açores. E ele já avisou que, caso os resultados sejam satisfatórios, é provável que faça o resto do campeonato.
OS QUE ANDAM SEMPRE POR AQUI
Já falamos por alto de Carlos Vieira, o campeão nacional. Largando o DS3 R5, trocado pelo Hyundai i20 R5, Vieira, veloz nos ralis de asfalto, terá uma concorrência muito forte, desde o seu novo companheiro de equipa, Armindo Araújo, até José Pedro Fontes, passando por Miguel Barbosa, Pedro Meireles, João Barros... e até Ricardo Teodósio.
Fontes vai voltar em 2018, oito meses depois do seu acidente no Rali de Portugal, onde fraturou a bacia e abdicou do campeonato nacional de ralis. Agora regressado, Fontes só vai ter Inês Ponte quando estiver mais recuperada. Até lá, em Fafe, irá ter como seu navegador. Quanto a máquinas, ele andará com o DS3 R5 até maio, quando no Rali de Portugal, ele contar ter o C3 R5, que neste momento está a ser desenvolvido nas oficinas da Citroen em França.
“Para já a perspectiva que temos é que, com alguma certeza podemos vir a tê-lo para o Rali de Portugal. O carro está a acabar a fase de desenvolvimento, será homologado brevemente, e só depois desse processo passar é que podemos ter datas mais precisas. Mas será sempre no final de Abril ou início de Maio que teremos o carro”, disse.
Quanto a Miguel Barbosa, ele vai tentar a sua sorte pela terceira temporada, no seu Skoda Fabia R5. Tem sido consistente, mas ainda falta o necessário para apanhar pilotos como Fontes ou Meireles, e ser um nítido candidato ao título. A consistência é o seu forte, mas falta vencer um rali no CNR para ser considerado como candidato.
"Este projeto foi delineado a três anos. Nos últimos anos ficámos sempre em terceiro. Temos vindo a evoluir. Sabemos que esta vai muito provavelmente ser a temporada mais competitiva dos últimos 10 anos, o que para nós é também uma enorme motivação. Estamos conscientes das dificuldades que temos pela frente e do ano competitivo que nos espera", disse.
Já Pedro Meireles, campeão em 2015, tem um Skoda Fabia R5 presente, mas ele estará um pouco periclitante em termos de campeonato. Não dá garantias de que poderá ir além do Rali de Portugal, dependendo dos resultados para continuar. A mesma coisa acontece com João Barros, embora ele também lute contra uma máquina que começa a acusar o peso dos anos, como é o seu Ford Fiesta R5. Contudo, ele poderá fazer todo o campeonato - ou o máximo de rondas possível. E Manuel Castro, que andará a temporada com uma versão atualizada do Hyundai i20 R5.
Quem poderá ter uma palavra a dizer é Ricardo Teodósio. No ano passado, o carismático piloto algarvio andou bem... com um Mitsubishi Lancer Evo IX de Grupo N, e este ano, trocou-o para um Skoda Fabia R5, e ele também pretende fazer um projeto a ano inteiro. Ele já prometeu que pretende ganhar a primeira especial do ano, ele que venceu a última especial de 2017... e se ele se adaptar bem ao carro de quatro rodas motrizes, poderá ser um nome a ter em conta para o nacional.
“Esta é uma equipa em que sempre quisemos correr, e que sempre nos quis com eles. Num projeto como o nosso, é a equipa que nos dá todas as garantias para podermos atingir os nossos objetivos. Este é um projeto a dois anos, em que o segundo ano, é aquele que assumidamente aponta ao título nacional. As impressões do carro foram as melhores”, afirmou, na antevisão do campeonato.
O CALENDÁRIO
O calendário de 2018 vai ter uma grande novidade: vai ter dois grandes blocos, o de terra e o de asfalto. A primeira parte do campeonato, até ao Rali de Portugal, será dedicada aos pisos de terra. O primeiro rali em asfalto acontecerá em junho, com o Vidreiro, na zona da Marinha Grande, e depois prosseguirá até à última prova do campeonato, no Algarve, em novembro. Pelo meio, terão provas como a Madeira e a grande novidade, o Rali de Amarante, marcado para o mês de setembro, e será em asfalto.
Esta divisão em duas partes corresponde a uma velha aspiração dos pilotos do qual a FPAK acedeu este ano, e isso poderá provavelmente apimentar as coisas. Resta saber até que ponto isto poderá influenciar a luta pelo campeonato por parte dos pilotos. Há bons pilotos de asfalto (Vieira, por exemplo) e pilotos que se dão muito bem em terra, como Ricardo Moura, logo, o equilíbrio poderá ser a norma neste campeonato. Mas apenas no final é que se verá até que ponto esta divisão foi decisiva para o campeonato que irá começar.
sexta-feira, 31 de março de 2017
Formula E: Félix da Costa acredita que se deu um passo em frente
"[este último mês foi tempo de] muito trabalho, não só de todos os elementos da equipa MS Amlin Andretti como dos engenheiros da BMW, que estão cada vez mais envolvidos para melhorar a nossa performance", começou por dizer o piloto português na conferência de imprensa de antevisão da prova mexicana.
A corrida vai acontecer este sábado em parte do Autódromo Hermanos Rodriguez, numa oval que tem cerca de 2250 metros, e que vai usar a parte em que entram dentro da arena e na Curva Peraltada.
sexta-feira, 13 de março de 2015
A minha contribuição para o podcast do Portal Sportszone
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Será isto?
quinta-feira, 30 de maio de 2013
WSR: As ambições de António Félix da Costa para Spa-Francochamps
quarta-feira, 3 de abril de 2013
WSR: A antevisão da temporada e as aspirações de Félix da Costa ao título
quarta-feira, 25 de maio de 2011
GP2: Alvaro Parente continua no Mónaco

quinta-feira, 5 de maio de 2011
Mil Quilómetros de Spa-Francochamps: o primeiro choque de 2011


"A temporada do ILMC começou com um pódio em Sebring, depois de uma intensa corrida de 12 horas. Ali, encontrámos as condições perfeitas para preparar aquele que é o nosso primeiro objetivo do ano: ganhar as 24 Horas de Le Mans. Depois, rodámos intensamente em testes privados e o dia de testes permitiu-nos entrar em pleno no ambiente de Le Mans. Participar nesta corrida, em Spa-Francorchamps, é a melhor maneira de verificar que todos os automatismos, no contexto da competição, estão assumidos. Teremos lá toda a equipa e iremos trabalhar nas mesmas condições como faremos em Le Mans", explicou Olivier Quesnel, diretor da Peugeot Sport, na antevisão da prova belga.

sexta-feira, 18 de março de 2011
WTCC: A antevisão do Mundial
Começa neste final de semana no autódromo de Curitiba, no Brasil, o Mundial de Turismos, o World Touring Car Championship, uma competição que vive uma fase de transição, com a saída em termos oficiais da BMW. A grande novidade será talvez o ingresso, a nivel semioficial, da Volvo, mas boa parte dos pilotos irão participar no Troféu dos Independentes, exceto os Chevys e os Seats da SUNRED, pilotados por Gabriele Tarquini e Tiago Monteiro.Numa entrevista à Autosport portuguesa, Tiago Monteiro disse quais são os seus objetivos para 2011. Cauteloso mas confiante, afirmou: "Claro que gostava de ganhar o título, mas não posso ir por aí. Em quatro anos aprendi muito e ganhei muita experiência, mas o WTCC é o tipo de campeonato em que com quatro anos és um jovem, comparado com o Alain Menu, o Yvan Muller e o Gabriele Tarquini, que andam há 20 anos nisto. Quando me perguntam se vou lutar pelo título, todos anos tento. Este ano é capaz de vai ser um dos mais difíceis, mas como sei que temos um bom carro vamos acumular alguns pontos para o fim do campeonato."
Monteiro afirma que o desenvolvimento este ano do chassis 2011 do Seat Leon TDi pode estar um pouco atrasado em relação à Chevrolet e a BMW. Contudo, ele defende que "o Leon ainda é um chassis excelente, mas vamos começar o ano com um motor que não tem última especificação. O motor 1.6 turbo só chega na quarta prova, pelo que até lá vamos temos três jornadas duplas a perder 30 ou 40 cavalos para a concorrência. Já sabemos que o início de temporada vai prejudicar o resto, mas não vai ser impossível ganharmos. O objetivo é limitar estragos e ver como tudo corre nesta primeira fase".Em relação ao pelotão, a Chevrolet, que conta com quatro pilotos oficiais - o francês Yvan Muller, o campeão em título, o suiço Alan Menu, o britânico Robert Huff e o brasileiro Cacá Bueno - é a favorita. Já a BMW, que está na mesma situação que a Seat, tem como chefes de fila o hungaro Norbert Mischeliz e o holandês Tom Coronel. E a Volvo, com um modelo C30 para o sueco Robert Dahlgren, é uma incógnita, pois é a sua primeira temporada a tempo inteiro, depois de participações pontuais nas últimas duas temporadas.
"Não há duvida que a Chevy vai ser a adversária a bater, pois continua a apostar no WTCC a cem por cento. Quanto à BMW, estão numa sitauçao semelhante à nossa mas ainda tem bons pilotos e um bom carro. Numas pistas vão estar melhores e noutras piores, por isso continua a ser possível lutarem pelo campeonato para BMW. Mesmo os privados vão ter oportunidade de andar à luta connosco", analisou Tiago Monteiro.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
A Ford sob a espada de Dâmocles
No mesmo fim de semana em que a Formula 1 está em Xangai para correr o GP da China, o Mundial WRC de Ralis regressa à Turquia, um palco do qual esteve afastado durante alguns anos, devido à regra das rotações do calendário, imposto pela FIA. Mas este rali, que será corrido em piso misto, é a quarta prova do Mundial de 2010.E nesta altura, começa-se a definir como param as modas em relação ao campeonato. Numa luta bipolar entre a Ford e a Citroen, a marca americana está mais uma vez, no lado perdedor. Depois de Mikko Hirvonen ter ganho na Suécia, as duas provas seguintes deram a vitória a Sebastien Löeb, e num ano onde o Mundial adoptou a nova pontuação, onde quem vence tem muito mais hipóteses de conquistar o título, a desistência de Hirvonen na Jordânia veio na pior altura, para um Löeb tão consistente... que até enjoa.
Desde 2004 que se assiste a um duelo a dois entre a marca francesa e a americana. Olivier Quesnel e Malcom Wilson, cada um, são os responsáveis pelas equipas, e no lado da Ford, têm de se tirar o chapéu pela insistência. Pois desde essa altura que o vencedor é o mesmo homem. E se o finlandês Marcus Gronholm pode retirar no final de 2007 dizendo que deu o melhor, mas não conseguiu bater, porque já tinha dois títulos mundiais no bolso, já Mikko Hirvonen é um caso completamente diferente, pois não tem qualquer título, apesar de ter estado muito próximo de o conseguir em 2008 e 2009. E podia tê-lo conseguido, caso a Ford tivesse deixado passar nop Rali da Sardenha. Aí, o vencedor foi o seu companheiro, o rápido mas inconstante, Jari-Matti Latvala.
O modelo Focus até é bom, é o que todos os privados querem conduzir. Henning Solberg usa-o, ao contrário do seu irmão Petter Solberg e Matthew Wilson, filho de Malcom no Stobart-Ford. Ou o Munchi's, do argentino Frederico Villagra e agora o Monster Team de Ken Block. Em contraste, o solitário carro de Petter Solberg e o Junior Team, com Sebastien Ogier e claro, Kimi Raikonnen. Numa era onde só há duas construtoras no Mundial, este duelo é bom. O chato é que o resultado final é o mesmo.Em 2010, pensava-se que as coisas poderiam ser diferentes, depois da vitória de Hirvonen na Suécia. Mas nas duas provas seguintes, Löeb ganhou e o finlandês teve uma desistência comprometedora na Jordânia. E agora, a Ford tem de atacar na Turquia pois em caso de vitória da Citroen, será mais um ano de furacão Löeb. O oitavo em seguida.
E nessa altura, não queria estar na pele de Malcom Wilson.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Mundial WRC 2010: a antevisão
Esta noite começa a temporada de 2010 do Mundial de Ralies. Nas paisagens geladas à volta de Karlstad, na Suécia, os campeonatos de WRC, SWRC (para os S2000) e PWRC (o Mundial de Produução) terão o seu começo, com todos a tentarem fazer de 2010 o ano em que conseguiram bater Sebastien Löeb, o homem que tem ganho as últimas sete edições do Mundial.
O Mundial WRC é essencialmente um duopólio Citroen C4/Ford Focus, onde existem mais do que uma equipa e varios pilotos privados, o mais importante dos quais o norueguês Petter Solberg, o campeão do Mundo de 2003, irão tentar brilhar nos vários ralis espalhados pelos cinco continentes, desde os antipodas da Nova Zelândia até aos rápidos saltos da Finlândia, passando, claro, pelo Rali de Portugal, que este ano será disputado no final de Maio, em paragens algarvias.
Este Mundial, que ontem foi confirmado que será pontuado com o mesmo esquema da Formula 1 (nada de novo, nos anos 80 tinha pontos até ao 12º classificado) terá maior atenção mediática, por dois nomes: Ken Block e Kimi Raikonnen.
O primeiro nome é o de um milionário acrobata. Americano de 42 anos, fundador da marca desportiva DC, é um entusiasta dos ralis. Vencedor no panorama americano, decidiu em 2010 dar o salto para o palco mundial, parecendo que já se fartou de brincar às "ginkhanas", que graças ao Youtube, se tornou famoso fora dos Estados Unidos. Parece ser velho demais para correr por aqui, mas de certeza trará muitos curiosos para o ver nas classificativas um pouco por todo o mundo. E vai construir a sua própria equipa, como a Stobart ou a Munchi's, pois vai correr com um Ford Focus WRC em 2010.
O outro nome é o de um campeão do mundo de Formula 1, que um dia se aborreceu com aquele mundo liofilizado das pistas e decidiu mudar de ares. Muitos dizem que é uma medida temporária, mas eu sou daqueles que acha que a mudança é definitiva. Apoiado pela Red Bull, vai correr num Citroen C4 da Junior Team, ao lado de Sebastien Ogier. Vai ser um ano de adaptação, onde vai terntar domar a sua rapidez inata, para evitar acabar na vala. Pelos vistos, velocidade tem, mas também acredito que nos primeiros tempos, vai ser comparado com Jari-Matti Latvala...
Claro, acima de tudo temos de ver se por fim, Mikko Hirvonen vai conseguir bater Sebasdtien Löeb. É algo que muitos esperam desde 2004: ver o piloto francês acabar a época sem ser campeão do mundo. No ano passado, ganhou o título por curta margem, muito devido à sua habilidade, bem como o de aproveitar erros alheios. No ano de 2009, parecia que ele ia vencer com margem folgada, ao terminar os cinco primeiros ralis no lugar mais alto do pódio. Mas a partir do Rali da Sardenha, onde foi batido por Latvala (hoje em dia, Malcom Wilson deve pensar porque não pediu a ele para ceder a vitória a Hirvonen...), as coisas ficaram tremidas, com raros abandonos por despiste na Acrópole e Polónia, bem como uma penalização na Austrália, mas depois chegou o asfalto, na Catalunha, e venceu sem problemas. Em 2010, as coisas podem ser um pouco diferentes, mas Löeb tem mais a ganhar com este calendário onde terá mais ralis de asfalto, por exemplo. Veremos.
Para finalizar, existem dois portugueses na contenda. Bernardo Sousa é um dos pilotos oficiais da M-Sport, que vai correr este ano com o novo Fiesta S2000, que dominou o Rali de Monte Carlo com Mikko Hirvonen ao volante, enquanto que Armindo Araujo será o piloto da Mitsubishi Lancer EVO X, e defenderá o título mundial de Produção, conquistado no ano passado. Obviamente, não estará na linha da frente para conquistar vitórias à geral, mas provavelmente ainda tentará um brilharete e quem sabe, pontuar uma ou outra vez, caos sobreviva aos possiveis desastres nos lugares da frente... Boa sorte aos dois.domingo, 27 de dezembro de 2009
Dakar 2010: O duelo Volkswagen vs Mitsubishi
Na semana em que arranca a partir de Buenos Aires o Rally Dakar de 2010, é altura de mostrar um dos grandes duelos que vai haver na categoria de automóveis. A equipa oficial da Volkswagen, com os seus Touareg a Diesel, é a clara favorita à vitória, contra os Mitsubishi Racing Lancer, agora a correr em equipas privadas, e todos a gasolina, num duelo que à partida parece ser desigual, e no qual ainda temos os BMW à espreita.
A Volkswagen é a clara favorita para esta prova. A sua equipa oficial terá cinco carros, para o espanhol Carlos Sainz, o sul-africano Giniel De Villiers, o americano Mark Miller, o qatari Nasser Al Attyah e o brasileiro Mauricio Neves. O seu director técnico, o dinamarquês Kris Nissen, refere que os enisamentos dos últimos anos irão ser um factor decisivo: "O Race Touareg foi especilmante revisto para este Dakar, depois dos ensinamentos da edição de 2009. aliás, penso que o nosso ponto forte será mesmo a experiência que adquirimos com a nossa presença no Todo o Terreno, que nos dá outra tranqulidade", declarou à Autosport portuguesa.
No lado da Mitsubishi, depois da retirada da equipa oficial, em 2008, o seu director, Dominique Serieys adquiriu, em conjunto com Nicolas Misslin, toda a estrutura de criou a JMB Stradale Off Road Team. Tal como acontece na Volkswagen, vão ter cinco carros presentes, dois deles para pilotos portugueses: Carlos Sousa e Miguel Barbosa. Os outros três vão para Misslin, o argentino Orlando Terranova e o brasileiro Guilherme Spinelli. Estes modelos a gasolina terão uma admissão de 32 mm, contra os 34 mm dos Touareg a Diesel, que darão à partida uma desvantagem de 30 cavalos e 25 km/hora de velocidade de ponta.
Mas Carlos Sousa não se amedronta com isso. "Tenho como objectivo terminar o Dakar 2010 num dos dez primeiros lugares, mas admito que, em algumas etapas, também gostava de me intrometer entre as equipas oficiais", começou por dizer o piloto português, que comemorará em 2010 os 20 anos de carreira e vai participar no seu 12º Rali Dakar. E o piloto português é uma aposta do seu director para este rali: "Com a sua experiência, as suas capacidades técnicas e o seu ritmo, o Carlos Sousa é, naturalmente, um dos pilotos que pode conseguir o melhor resultado para a JMB Stradale. Apesar do valor dos restantes pilotos, a verdade é que ele tem tudo para ser a nossa grande aposta neste ano de estreia", declara.
Já Miguel Barbosa, o outro piloto português nesta equipa, tem também objectivos ambiciosos para esta edição: "Depois de ter feito duas edições do Lisboa - Dakar em África é óbvio que tenho alguma expectativa daquilo que poderá vir a ser a prova deste ano na Argentina e no Chile. Depois do que tive oportunidade de assistir na edição do ano passado, estou certo que a prova será um sucesso mas também extremamente dura para pilotos e máquinas", começou por dizer.Quanto ao seu objectivo, a resposta é simples: "Terminar no top 10. Apesar de ser a nossa estreia na América do Sul estamos muito confiantes e optimistas. Sabemos que temos uma máquina extremamente competitiva e que estamos inseridos numa estrutura altamente profissional e motivada", continuou.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
As previsões de Singapura, ou como o marketing consegue ser estúpido
Li isto na segunda feira, via Pezzolo, mas eu hoje dedico-me ao assunto: como será se as previsões de chuva se confirmarem? A formula 1 vai ter este fim de semana a sua segunda corrida nocturna em mais de 800 na sua história, mas nunca correu sob este critério duplo: chuva à noite.sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Formula Renault - As aspirações de Felix da Costa
O fim de semana da Formula Renault 2.0 é cheio no circuito alemão de Nurburgring. Dois campeonatos competem no mesmo fim de semana, o Europeu e o North European Competition (NEC). Para o piloto português Antonio Felix da Costa, conhecido no meio como o Formiga, pode ser um fim de semana marcante na sua carreira, dado que se encontra no comando de ambos os campeonatos, e no caso do competição NEC, poderá até ser coroado campeão já amanhã, caso venca uma das corridas.
"Um título [na NEC] que me deixaria ainda mais motivado para lutar pelo título europeu, onde grande parte dos meus adversários estão presentes. Até agora, as corridas têm sido extremamente disputadas, mas tenho conseguido me destacar da concorrência, com bons resultados e com a hipótese de me sagrar campeão quando ainda faltam disputar duas corridas", referiu Félix da Costa."Será um fim-de-semana totalmente preenchido, onde terei que disputar as qualificações e corridas para ambos os campeonatos. Estarei mais tempo em pista do que qualquer vez estive e a pressão será muito grande. De qualquer forma, Nurburgring é o circuito da minha equipa [Motorpark Academy], pelo que, desta vez, temos finalmente algo a nosso favor. Apesar do grande objectivo desta temporada ser a vitória do Campeonato Europeu, o Norte Europeu não fica muito atrás, uma vez que os meus principais adversários estão presentes em ambos", prosseguiu o piloto português que dispõe agora de 74 pontos de vantagem para o segundo classificado, o piloto dinamarquês Kevin Magnussen, filho do ex-piloto de Fórmula 1, Jan Magnussen.
Em relação ao Campeonato Europeu, Felix da Costa é também o lider, mas aqui ele luta pelo título com mais dois pilotos, o espanhol Albert Costa e o francês Jean-Eric Vergne. O piloto português espera que aqui, ele possa alargar a sua liderança e partir mais confiante rumo ao título europeu."Como já tive oportunidade de referir, o Campeonato Europeu é o meu grande objectivo desta temporada. Em todas as corridas há imensas pessoas influentes que estão a observar a prestação dos pilotos e, se quiser concretizar o meu sonho de fazer parte do restrito leque de pilotos que chegam à Fórmula Um, preciso me fazer notar e nada melhor que obter aqui uma vitória. Vencer este fim-de-semana em Nurburgring seria um importante passo para o meu futuro, pelo que tudo farei para conseguir uma boa prestação no traçado alemão", concluiu.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
PTCC 2009 - Braga II (Antevisão)
Depois de quase mês e meio de paragem, o Campeonato Nacional de Velocidade, mais conhecido pela sigla internacional PTCC, regressa à competição este fim de semana no circuito Vasco Sameiro, em Braga, para a segunda passagem da competição no terceiro circuito permanente em Portugal.Depois de nos circuitos de Vila Real e Boavista se vir um pelotão de 22 a 25 carros, agora em Braga, o pelotão se vê reduzido a dez viaturas, devido às ausências de pilotos como César Campaniço, que está no outro lado do país, mais concretamente em Portimão, para disputar mais uma ronda do Campeonato Europeu de GT, no seu Audi RS8, na categoria GT3. Assim sendo, os maiores favoritos à vitória são os Seat Leon de Patrick Cunha e Duarte Felix da Costa, embora o actual lider do campeonato, José Pedro Fontes, no seu BMW 320i, tem uma palavra a dizer.
"O objectivo é não perder a actual vantagem pontual e dar um passo significativo rumo ao título da Categoria 1", propôs-se o piloto do BMW 320 si. “Sabemos que estamos em vantagem pontual, mas também sabemos que este circuito não é muito favorável ao BMW e que, aqui, os nossos adversários costumam ser particularmente fortes. Vamos tentar fazer o maior número de pontos possíveis e tentar alargar a margem pontual para os adversários. Caso não seja possível, pelo menos queremos manter estes oito pontos de vantagem”, disse o piloto, confiante num “regresso em força, após este tempo de paragem”.Dado o pequeno numero de inscritos, só irá haver uma sessão de treinos para os pilotos das quatro categorias existentes neste campeonato. Assim sendo, no Domingo às 8:30 são os Treinos Livres, e pela 11 horas, a sessão de qualificação. Às 14:10 e 16:45 são as partidas para a jornada dupla do PTCC em Braga.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Formula Renault: Felix da Costa espera resolver o campeonato em Most
A Formula Renault, campeonato NEC (North European Competition) visita este fim de semana o circuito checo de Most, que é uma estreia neste tipo de competições. Para o português Antonio Felix da Costa, o actual lider do campeonato, com seis vitórias em dez possiveis, vencer neste fim de semana seria um passo decisivo para a conquista deste campeonato, pois faltam ainda duas jornadas duplas, em Nurburgring e Spa-Francochamps, e o piloto português lidera com 61 pontos de vantagem sobre o segundo classificado, o finlandês Daniel Aho.quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Antevisão: Alvaro Parente espera um bom resultado em Spa-Francochamps
Depois do fim de semana de Valência, onde conseguiu um quarto lugar na sua primeira corrida e foi abalroado por Edoardo Mortara na segunda, quando caminhava para um pódio quase certo, Alvaro Parente encara o fim de semana belga, num circuito no qual costuma ter boas recordações.
"Em Valência demonstrámos que estávamos competitivos e só devido ao azar não saímos de lá com um punhado grande de pontos. Julgo que em Spa-Francorchamps poderemos ser ainda mais competitivos, dado que o nosso carro deverá adaptar-se bem ao circuito belga", começou por referir o piloto da Ocean Racing Technology.
Enquanto isso, durante a semana foi anunciado que ele irá correr pelas cores do F.C. Porto na Superleague Formula na ronda do Estoril, que acontecerá no fim de semana e 5 e 6 de Setembro. Parente mostra-se honrado pelo convite, até porque ele é adepto do clube que venceu os últimos quatro campeonatos nacionais. "Foi um convite que eu, a Polaris Sports e a equipa não podemos recusar dado ser uma enorme honra defender as cores do Futebol Clube do Porto. Será também uma oportunidade para voltar a competir em Portugal, após mais de um ano sem o fazer. É um campeonato que desconheço, mas sei que é muito competitivo e, como habitualmente faço, vou dar o meu melhor e tentar alcançar o melhor resultado possível", declarou.quinta-feira, 20 de agosto de 2009
GP2: Parente confia que vai pontuar em Valencia
O regresso da Formula 1 à activa significa também o regresso das categorias que servem de complemento ao fim de semana competitivo, como a GP2. Este fim de semana, em Valencia, a Ocean Racing Technology espera voltar a pontuar, como tem acontecido nos últimos fins de semana competitivos, quer com Karun Chandhok, que com Alvaro Parente.
Chandhok também encara a deslocação a Valência com grande expectativa. O piloto indiano quer continuar a somar pontos até ao final do campeonato. sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Formula Renault: Felix da Costa espera resultado positivo em Assen
Depois de um interregno de um mês, o piloto português Antonio Felix da Costa volta à acção na Formula Renault 2.0, mais especificamente no North European Competition. O piloto da Motorpark Academy é o actual lider dos dois campeonatos em que participa, este e o Europeu. E este fim de semana corre no circuito holandês de Assen, para o campeonato NEC, onde está confiante num bom resultado.















